quarta-feira, julho 18, 2018

A ACÇÃO DO PNR CONTRA O RACISMO ANTI-PORTUGUÊS


Na tarde de Vernes, 13 de Julho, dezena e meia de nacionalistas, fazendo um esforço militante pós-laboral, marcaram presença no protesto (convocado apenas com 24 horas de antecedência), perante dez vezes mais manifestantes, profundamente racistas anti-nacionais, de Extrema-Esquerda, que vivem à conta dos nossos impostos, não trabalham, têm tempo e meios para se dedicar a promover o racismo – que de contrário seria um não-caso -, através de associações pagas com o nosso dinheiro, contra os Portugueses, as forças da ordem e o país que os recebeu.
O PNR, novamente, foi fazer um protesto contra esses que nos desrespeitam e ameaçam a nossa identidade e cultura como de resto, mais uma vez se verificou no Domingo, em França, com as manifestações de multiculturalismo, a propósito da vitória desse país no campeonato do mundo de futebol, em que o festejo foi “confundido” com selvajaria, vandalismo, pilhagem e motim. Também na tarde de Vernes, mais uma vez, se viu o estilo dos manifestantes racistas e extremistas de Esquerdas… o ódio e o desrespeito é o seu registo normal.
Nós não queremos cá disso! Não queremos leis criminosas, como a da nacionalidade, cada vez mais permissiva e que até já atribui “nacionalidade” portuguesa aos filhos de imigrantes que residam no nosso país há dois anos. Não queremos governantes que querem importar milhares de imigrantes – entenda-se económicos, subsídio-dependentes e invasores – nomeadamente para povoar o interior. E qualquer dia teremos uma espécie de Kosovo cá dentro…
O PNR nada tem contra os imigrantes que vêm para trabalhar, que nos respeitem e que estejam integrados. Mas esses, bem o sabemos, são uma minoria. Tudo temos é contra políticas permissivas e suicidas que, levadas por governantes traidores, patrocinam uma autêntica invasão de imigração, culturalmente diferente e hostil, que se sente protegida e discriminada positivamente. Gozam de privilégios e benefícios sociais, fruto de leis aprovadas na Assembleia da República, que mais não são do que medidas racistas, anti-nacionais, para beneficiar as minorias étnicas em detrimento dos Portugueses. Isso já para não falar dos benefícios que os criminosos de minorias étnicas gozam ao ter sempre o “estatuto de vítimas” de uma suposta violência policial e consequente perseguição injusta dos agentes da autoridade.
De pé, contra a invasão e substituição populacional em curso – já tão evidente em inúmeros bairros de várias cidades de Norte a Sul do país! -, lutamos sem tréguas contra a agenda de auto-flagelação racista anti-branco, anti-europeu e anti-nacional, promovida pela Extrema-Esquerda, consentida pelo sistema, em bloco, e financiada com dinheiros públicos. Denunciamos e combatemos essas forças apostadas em reescrever a nossa História, reduzindo-a a um gueto ideológico marxista. Não nos assustamos quando o inimigo está em maior número, porque estamos certos que com estas acções mais patriotas se juntarão a nós.
O multiculturalismo é crime e suicídio, por isso, todos aqueles que estão cá a mais – criminosos, hostis, ilegais e subsídio-dependentes – têm de voltar para a sua terra ou dos seus pais. Façam boa viagem!
*
Fonte: http://www.pnr.pt/2018/07/de-pe-contra-o-multiculturalismo/

6 Comments:

Anonymous Anónimo said...

O que dizes disto, Caturo?

https://www.dn.pt/pais/interior/prisoes-recebem-aulas-sobre-migracoes-e-discriminacao-racial--9610052.html

18 de julho de 2018 às 22:08:00 WEST  
Blogger Helena Vilarinho said...

Eu não tinha percebido porque este blog agora era moderado. Até hoje...

19 de julho de 2018 às 11:21:00 WEST  
Blogger Caturo said...

Sim?

19 de julho de 2018 às 19:52:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Dezena e meia? Ó miséria!

19 de julho de 2018 às 23:35:00 WEST  
Blogger Caturo said...

Miséria... de quem não foi.

20 de julho de 2018 às 00:27:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«https://www.dn.pt/pais/interior/prisoes-recebem-aulas-sobre-migracoes-e-discriminacao-racial--9610052.html»

Não surpreende, o que surpreenderia era que não acontecesse, que a Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente não estendesse a sua evangelização aos guardas prisionais, que se calhar constituem a parte da população que mais lida de perto com o flagelo da iminvasão... Tem todavia o seu lado potencialmente bom: se os guardas estiverem atentos, podem ser que assim aprendam a contornar as acusações de «racismo!!!» que lhes podem ser atiradas.

22 de julho de 2018 às 22:24:00 WEST  

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