terça-feira, novembro 29, 2016

CIDADE ALEMÃ PEJADA DE ALÓGENOS ENSINA ALEGADOS REFUGIADOS A CORTEJAR ALEMÃS

O amor também é uma barreira à integração dos refugiados do Médio Oriente na sociedade alemã. Um formador profissional nas artes do galanteio ofereceu-se como voluntário para ensinar aos recém-chegados como cortejar uma mulher. A cidade de Dortmund já providenciou três sessões desta formação peculiar que é apreciada por quem dá os primeiros passos no país.
A maioria dos refugiados que chegou ao país nos últimos dois anos é do sexo masculino. Alguns incidentes no último ano fizeram aumentar a hostilidade dos alemães relativamente aos requerentes de asilo. A aprendizagem dos valores e o respeito pelas normas da sociedade de acolhimento são fundamentais para uma integração, que pode ser mais bem-sucedida com uma ajuda feminina.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: http://pt.euronews.com/2016/11/28/dortmund-ensina-refugiados-a-cortejar-mulheres-alemas   -   Página com vídeo incorporado

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Como bem disse um camarada, isto é um cúmulo de ser «cuck», leia-se, «corno manso» - o cúmulo da atitude de entregar a sua mulher a outro. Entende-se, claro, o contexto da coisa: os alógenos têm tido um mau comportamento para com as mulheres alemãs e por isso há quem ache que se torna necessário haver alguém a dizer-lhes «se queres cortejar, fá-lo com respeito». Uma boa merda de atitude, ainda assim. Isto é como dizer «levem as nossas mulheres, mas com respeito». 
Fora da área política nacionalista muita gente não entenderá a repulsa que isto causa aos Nacionalistas: sucede que  ideia de que as mulheres «da raça» pertencem aos homens «da raça» é muito tribal; a parte mais tribal da sociedade é a dos jovens do sexo masculino sem educação universitária - ora o que às vezes parece evidente é que os jovens brancos do sexo masculino e sem educação universitária estão todos na área política nacionalista, que não tem neste momento poder ao nível estatal. Pode aliás dizer-se que dificilmente se poderia esperar que um Estado soberano desta época fosse «tribal» - mas o que o nacionalista atento não deixará de lembrar é que o Estado, se não é tribal, poderia pelo menos não ser manifestamente anti-tribal. E o homem comum europeu felizmente ainda tem o seu quê de tribalismo, pelo que não aceita ver o dinheiro do seus impostos a servir para ensinar árabes a «engatar» europeias. Também aqui a Democracia pode servir a Causa Nacionalista - pegando-se neste caso, divulgando-o e mobilizando o homem comum contra mais este insulto e esta ameaça à salvaguarda étnica da Europa.

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Pois, enquanto muitas zonas de Africa e do Medio Oriente continuam tremendamente "tribais" e o "cortejamento" de mulheres da "tribo" por parte de alogenos é muito mal visto quando nao moralmente e fisicamente proibido, na europa, nao tribal, o proprio estado e as maiores empresas privadas priveligiam o envolvimento das mulheres nativas com os tribais do 3* mundo. O "progresso" tem destas coisas.

Diga se que para alem do aberrante genocio branco, no caso da Alemanha, tambem favorece a conversao de mulheres "infieis".

30 de novembro de 2016 às 16:06:00 WET  

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