quarta-feira, setembro 09, 2015

SOBRE UM ECO IDEOLÓGICO MUITO TÍPICO

Agradecimentos a quem aqui trouxe este artigo: http://expresso.sapo.pt/internacional/2015-09-07-Acontecera-algo-terrivel-antes-de-se-encontrar-um-equilibrio.-Migracao-e-refugiados-por-Umberto-Eco
*
Diz o filósofo Umberto Eco o seguinte, entre outras coisas, numa entrevista:
(...)
"Estou muito preocupado, não por mim, mas pelos meus netos. Escrevi-o há 30 anos: o que se passa no mundo não é um fenómeno de imigração, mas de migração. A migração produz a cor da Europa. Quem aceitar esta ideia, muito bem. Quem não a aceitar, pode ir suicidar-se. A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos. E isto é um processo que demorará muito tempo e custará imenso sangue. A migração dos alemães bárbaros para o Império Romano, que produziu os novos países da Europa, levou vários séculos. Portanto, vai acontecer algo terrível antes de se encontrar um novo equilíbrio. Há um ditado chinês que diz: 'Desejo-te que vivas numa era interessante'. Nós estamos a viver numa era interessante."
(...)

Isto é um típico representante da elite intelectual reinante a falar, obviamente. Já há uns anos tinha lido a sua previsão para o futuro europeu, dizia ele que em 2100 a Europa já seria castanha. E não o dizia com repulsa. Neste caso concreto, o fulano declara abertamente que está a favor desse processo, mesmo que isso custe sangue, mas tem que ser porque sim, porque tem que ser, porque «é inevitável» ou porque no fundo no fundo até é bonito...

Quanto à substituição do termo «imigração» por «migração», está tudo dito, é só a confirmação do que já se «adivinhava».

O que o afamado intelectual Umberto Eco está portanto a fazer é a glorificação do genocídio - o genocídio que passa pela violência e pelo massacre, dado que o autor chega a comparar o que agora se passa ao que ocorreu no final do mundo antigo com as invasões bárbaras.

Note-se que os habituais defensores da imigração maciça costumam glorificar uma forma de genocídio sonso, portanto, sem sangue, sem violência – os alógenos vêm em massa e pronto, vai-se tudo acomodar...

Eco, em contrapartida, nem tem esse pudor, ou se calhar hipocrisia. Diz abertamente do que se trata, reconhecendo honestamente quais as consequências do processo iminvasivo.

Já agora... não haverá por aí nenhum politicamente correcto de boa vontade que lhe explique que isto da imigração não é nenhuma invasão, nãoooo, que ideia, isto é só imigração, não há razão para alarmismos e conversas sangrentas... não haverá um merda desses a explicar algo que sempre descreveram como se da coisa mais óbvia do mundo se tratasse, depois de essa chusma ter andado décadas a dizer isso mesmo ao povinho, para o tranquilizar e demover de votar nos «racistas e xenófobos»?

Agora imagine-se que algum ideólogo ou político nacionalista, por exemplo um Guillaume Faye, ou, já agora, uma Marine Le Pen, dizia que a Europa teria de ser racialmente purificada, e que isso já estava a ser preparado com a ascensão eleitoral da Extrema-Direita, por vontade do povo, vontade democrática, democraticamente expressa - enquanto o processo imigratório está a ser imposto por uma elite ao povo, algo bem menos natural do que a expressão eleitoral da vontade popular - porque a vontade do povo vem ao de cima e o povo quer a Estirpe, quer os seus em primeiro lugar, e que isto era um processo inevitável porque o povo assim o quereria. E que iria custar sangue, mas assim teria de ser porque sim, porque no passado os Romanos também chacinaram os Cartagineses invasores, pois teve que ser, e portanto assim terá de ser, porque isso assim é que é um «tempo interessante», como diriam os chineses... E quem não quisesse podia ir suicidar-se.


Quantas acusações de intenção genocida e de incitação à violência é que não choveriam...

Enfim, se tiver de haver sangue, então que haja, mas não o dos Europeus. E se tiver de haver suicídios, pois bem, suicídio por suicídio, que morram os Ecos anunciadores de um futuro mulato... 


16 Comments:

Blogger Afonso de Portugal said...

Sempre que achei que o mérito intelectual deste "senhor" foi exagerado pelas elites mé(r)diáticas ocidentais. Nunca consegui perceber o porquê de tanta gente gostar de "O Nome da Rosa" ou mesmo o "O Pêndulo de Foucault", livros que, despidos da sua inegável riqueza em detalhes históricos, são autênticos romances pimba (no primeiro caso) e compêndios de teorias das conspiração parolas (no segundo caso).

Agora tenho a prova definitiva de que ele é, no mínimo dos mínimos, apenas mais um hipócrita intelectualmente desonesto que vendeu muitos livros. E para vender muitos livros não é preciso ser-se nenhum génio. Basta ver os casos do Paulo Coelho e da autora de "As 50 Sombras de Grey".

9 de setembro de 2015 às 18:34:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Não me surpreende nada! Umberto Eco e um esquerdista. Ele e o Antônio Negri! Desonestos e nada confiáveis!

9 de setembro de 2015 às 20:34:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

http://pt.euronews.com/2015/09/09/dinamarca-200-migrantes-impedidos-de-seguirem-para-a-suecia/

9 de setembro de 2015 às 20:34:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

http://pt.euronews.com/2015/09/09/televisao-hungara-despede-reporter-de-imagem-que-passou-rasteiras-a-refugiados/

9 de setembro de 2015 às 20:35:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

"A migração produz a cor da Europa. Quem aceitar esta ideia, muito bem. Quem não a aceitar, pode ir suicidar-se."


A "migração" produzi a cor de grande parte da América Latina. A Europa, essa, já é da mesma cor há milénios. Quem quiser viver na chiqueirada multirracial pode migrar para o Nordeste do Brasil ou para a Colômbia, quem não quiser fica na Europa. Quem ao mesmo tempo quiser viver na chiqueirada multirracial mas não quiser sair da Europa, terá de ser forçado a sair, ou então pode ir suicidar-se.

9 de setembro de 2015 às 21:18:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

http://www.voxeurop.eu/pt/content/cartoon/4971972-alto-ai

9 de setembro de 2015 às 22:02:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

O que Dizia Eça de Queiroz sobre os Judeus,ele também de ascendência Judaica:

Eça de Queirós

Cartas de Inglaterra 1877-1882

O motivo do furor anti-semítico é simplesmente a crescente prosperidade da colónia judaica, colónia relativamente pequena, apenas composta de quatrocentos mil judeus; mas que pela sua actividade, a sua pertinácia, a sua disciplina, está fazendo uma concorrência triunfante à burguesia alemã.

A alta finança e o pequeno comércio estão-lhe igualmente nas mãos: é o judeu que empresta aos estados e aos príncipes, é a ele que o pequeno proprietário hipoteca as terras. Nas profissões liberais absorve tudo: é ele o advogado com mais causas e o médico com mais clientela: se na mesma rua há dois tendeiros, um alemão e outro judeu, o filho da Germânia ao fim do ano está falido, o filho de Israel tem carruagem! Isto tornou-se mais frisante depois da guerra: e o bom alemão não pode tolerar este espectáculo do judeu engordando, enriquecendo, reluzindo, enquanto ele, carregado de louros, tem de emigrar para a América à busca de pão.

Mas se a riqueza do judeu o irrita, a ostentação que o judeu faz da sua riqueza enlouquece-o de furor. E, neste ponto, devo dizer que o Alemão tem razão. A antiga legenda do israelita, magro, esguio, adunco, caminhando cosido com a parede, e coando por entre as pálpebras um olhar turvo e desconfiado – pertence ao passado.

O judeu hoje é um gordo. Traz a cabeça alta, tem a pança ostentosa e enche a rua. É necessário vê-los em Londres, em Berlim, ou em Viena: nas menores coisas, entrando em um café ou ocupando uma cadeira de teatro, têm um ar arrogante e ricaço, que escandaliza. A sua pompa espectaculosa de Salomões "parvenus" ofende o nosso gosto contemporâneo, que é sóbrio. Falam sempre alto, como em país vencido, e em um restaurante de Londres ou de Berlim nada há mais intolerável que a gralhada semítica. Cobrem-se de jóias, todos os arreios das carruagens são de ouro, e amam o luxo grosso. Tudo isto irrita.

Mas o pior ainda na Alemanha é o hábil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem o luxo, tão hábil que tem um sabor de conspiração: na Alemanha, o judeu, lentamente, surdamente, tem-se apoderado das duas grandes forças sociais – a Bolsa e imprensa. Quase todas as grandes casas bancárias da Alemanha, quase todos os grandes jornais, estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante e o traz dependente pelo capital; mas, injúria suprema, pela voz dos seus jornais, ordena-lhe o que há-de fazer, o que há-de pensar, como se há-de governar e com que se há-de bater!

Tudo isto ainda seria suportável se o judeu se fundisse com a raça indígena. Mas não. O mundo judeu conserva-se isolado, compacto, inacessível e impenetrável. As muralhas formidáveis do Templo de Salomão, que foram arrasadas, continuam a pôr em torno dele um obstáculo de cidadelas. Dentro de Berlim há uma verdadeira Jerusalém inexpugnável: aí se refugiam com o seu Deus, o seu livro, os seus costumes, o seu Sabbath, a sua língua, o seu orgulho, a sua secura, gozando o ouro e desprezando o cristão. Invadem a sociedade alemã, querem lá brilhar e dominar, mas não permitem que o alemão meta sequer o bico do sapato dentro da sociedade judaica.

Só casam entre si; entre si, ajudam-se regiamente, dando-se uns aos outros milhões – mas não favoreceriam com um troco um alemão esfomeado; e põem um orgulho, um coquetismo insolente em se diferençar do resto da nação em tudo, desde a maneira de pensar até à maneira de vestir. Naturalmente, um exclusivismo tão acentuado é interpretado como hostilidade – e pago com ódio.»

http://citadino.blogspot.pt/2014/01/o-misterioso-e-prolongado-sucesso-da.html

9 de setembro de 2015 às 22:08:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Feminista asquerosa fica ofendidíssima quando uma nacionalista sueca compara-a a si:


https://www.swedishweekly.com/feminist-goes-crazy-when-compared-to-swedish-nationalist/

9 de setembro de 2015 às 22:13:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Só não dizes aos leitores é que este "membro da elite", diz dele próprio:

"At the press conference, Eco said he had a very Talmudic mind and once even suspected he was of Jewish heritage, since his grandfather was adopted, although his grandmother was Christian, which by Jewish religious law makes him a Christian. He said his fascination with Jewish culture is evident in his books"

http://www.haaretz.com/print-edition/news/prominent-italian-author-lashes-out-at-israel-boycott-proponents-1.345307

Vai-te matar seu filho da puta mentiroso, nojento, horroroso!

Já não enganas ninguém com as tuas mentiras, por isso é que isto está às moscas e só tens 2 ou 3 gatos pingados que ainda são mais retardados da puta da cabeça do que tu.

és uma merda.

estás tão desesperado para arribar com essa teoria mongoloide das elites que nem sequer consegues usar exemplos de "intelectuais" europeus... recorreres sempre a semitas ou filo semitas, vai-te foder cabrão.

Quando eu me começar a fartar de te aturar ponho essa cabeça a prémio,

sabes o que é um HIT não sabes?

9 de setembro de 2015 às 23:59:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

https://www.youtube.com/watch?v=X3Q0o2nCRGc

10 de setembro de 2015 às 00:18:00 WEST  
Blogger Caturo said...

Sei que podes meter um HIT no cu, se não tiveres já lá um, ou dois. Portanto põe lá a minha cabeça a prémio, ó filho de uma grande puta cobarde e mentecapto, faz lá isso para veres se essa merda que tens em cima do pescoço e que usas em lugar de cabeça não fica também em risco de receber o tratamento que se dá ao lixo tóxico. Tu bem querias que o blogue estivesse às moscas, mas a única mosca aqui és tu e mais dois ou três atrofiados da moleirinha como tu, que ficam fodidos por não conseguirem desdizer nada do que aqui publico, pudera, a merda da vossa cartilha ideológica não vos preparou sequer para pensarem por vocês próprios quanto mais para esgrimir ideias em condições.

E claro, como o merda mentalmente indigente que és nem sequer sabes distinguir entre judeus a sério e intelectuais europeus com apreço pelo «Outro», seja ele qual for, e que ainda por cima tenham sido educados numa época em que o «Outro» por excelência cuja exaltação servisse para culpabilizar os Europeus era o Judeu. Hoje é, flagrantemente, o muçulmano. Só mesmo um aleijado mental da tua laia é que podia dar por adquirido que um dos principais intelectuais europeus, Umberto Eco, não é europeu, porque alegadamente é capaz de ter ascendência judaica, que afinal não tem absolutamente nada que se veja nesse sentido... isso é mesmo de ignorante chapado, que não sabe que é moda, no seio da elite, dizer-se de ascendência mestiça, tendo-a assim ou não.

10 de setembro de 2015 às 02:03:00 WEST  
Blogger Caturo said...

É por essas e por outras, aleijadinho, que não começas sequer por ter as ferramentas mais básicas para contestar a minha teoria das elites, que eu

provo, provo, provo, provo, todos os dias, com factos, e mais factos, e mais factos,

ao longo dos anos, enquanto a merda iletrada como tu esganiça-se, guincha-se toda, esperneia como porco na matança, mas contestar o que digo, está quieto. Sucede que os doentes como tu tiveram essa mioleira infecta desde cedo «lavadinha» pela ideia de que os vossos donos são igualmente donos da verdade, e que constituem uma elite - pobre gentalha medíocre, que não tem nada de nada em condições, nunca por nunca fez nada na vida e mostra-se totalmente incompetente em qualquer projecto político em que se meta, e só anda aqui a atrasar o Movimento - e que o povinho, ai que horror, o povinho é burro!!!, porque sim porque é!!!!, porque as massas são estúpidas!!!!!, lá dizia um merda qualquer da vossa escolinha, portanto é porque é verdade.

Ora quando eu demonstro que afinal quem mais apoia o Nacionalismo é precisamente a gente das camadas populares, dessa massa que tu e outros eunucos ideológicos como tu desprezam, isso dá-vos completamente cabo do esquema, deixa-vos na estaca zero, ou aliás, abaixo do nível das águas (mas sem ao menos a higiene que quaisquer águas salutares vos trariam), porque para vocês a ideologia é só uma e está toda ligadinha com cuspo: Nacionalismo-logo-anti-sionismo-logo-anti-democracia, coisas que não têm a ponta de um caralho a ver umas com as outras, mas para vocês está tudo ligado, e ai de quem vos vá ao pacote ideológico. Por isso é que diante seja do que for, um gebo como tu começa por pensar nos Judeus. Um intelectual italiano fala a favor da imigração? Deve ser judeu. Um jornalista esconde a identidade racial de um criminoso? Deve ser judeu. Um activista condena o racismo de Israel em não deixar entrar africanos? Deve ser jud... ops, bem, enfim, não interessa... Para os atados da tua laia, o Judeu é o centro do universo. Depois admiram-se de as pessoas normais vos virarem as costas, é que vocês fedem a impotência e a rancor, toda a vossa vidinha merdosa é feita em torno de um Povo que odeiam e invejam e sobre o qual nem conseguem pensar em condições.

O problema é quando vocês têm influência - levam o Movimento a virar costas precisamente à sua maior fonte de força, o povo, enquanto os vossos donos proclamam uma elite intelectual qualquer «tradicional» que pura e simplesmente não existe ou é tão medíocre e incapaz como tu.

10 de setembro de 2015 às 02:03:00 WEST  
Blogger Caturo said...

De resto, só mesmo eu é que uso exemplos de intelectuais ocidentais - e a maior parte nem são filo-semitas - , porque merda como tu, moita carrasco, nem um consegue citar que seja realmente importante em termos de «mainstream»...

Em suma, metes nojo, és um parasita em todos os sentidos - até no ideológico, não sobrevives sem os Judeus - e, evidentemente, nunca surpreendes, confirmas apenas, pelo exemplo, que merda como tu tem mesmo de ser varrida do Movimento para fora porque só andou e anda aqui a empatar. Quanto mais letras leio da vossa igualha mais compreendo o brilhantismo de Marine Le Pen e de Guillaume Faye, entre outros...

10 de setembro de 2015 às 02:03:00 WEST  
Blogger Caturo said...

Já agora, ó labrego, se o blogue não fosse lido por ninguém para além de ti e de mais dois ou três deficientes anti-sionistas à espreita, porque será que andarias aqui tão irritado a tentar desviar a conversa para a velha charla estupidificante do Judeu-é-que-é-o-culpado? Porque será que tu e afins não têm uma revista ou um blogue que seja lido por muita gente, ó filhadaputa atrofiado? Porque será que a merda como tu gosta muito de ameaçar e dizer que faz e acontece mas não tem tomates para aparecer numa manifestação ou sequer para aparecer à frente de quem ameaça? Porque será que a merda como tu continua a marcar passo, tal e qual como há trinta anos, sem conseguir convencer ninguém seja do que for, para além de dois ou três putos autistas e socialmente desgraçadinhos como tu? É por culpa da Mossad, não é, ó meu filho da grande puta, meu atraso de vida, meu monte de indecências abaixo de qualquer descrição, é a Mossad que vos impede de guinchar mais alto, não é? Deve ser... e se é, abençoada Mossad, que assim só contribui para levar o Nacionalismo europeu ao poder..

10 de setembro de 2015 às 02:17:00 WEST  
Blogger Afonso de Portugal said...

Este cretino que veio aqui ameaçar-te deve ser o mesmo a(s)nónimo que passou há uns dias pelo meu blogue a acusar-me de "desanimar" o pessoal da área nacionalista simplesmente por constatar que ainda é preciso desenvolver muito trabalho no terreno para acordar os portugueses e fazê-los votar no PNR.

Como estes merdosos gostam é de ficar bem alapados no seu sofá a mandar bitaites, a ideia de terem de falar com uma audiência maior (já nem digo sair à rua) soa-lhes logo a "traição!" porque "o povinho é burro" e "o que é preciso mesmo é fazer uma revolução para implementar uma aristocracia meritocrática, caralho!"

Há uns tempos, um destes energúmenos acusou-me de andar a "perder tempo" e a "brincar" por ter começado a investir mais horas no Google+, ao aperceber-me que a minha audiência lá é muito maior do que aquela que tenho no blogger. Repara, estou a "perder tempo" por falar para mais gente!

E olha que tu e eu não somos os únicos a constatar este fenómeno. Ainda ontem, um dos meus leitores assíduos fez um diagnóstico absolutamente certeiro da blogosfera nacionalista, que aqui transcrevo: «Eu no passado frequentei alguns foruns nacionalistas mas lá também encontrei alguns ignorantes, na blogosfera conheço poucos que realmente não o sejam (...) reparo que a maioria dos blogues onde comento, são quase sempre as mesmas pessoas, ou seja, o blogger transformou-se num espaço privado para amigos e também para inimigos, e tendo em conta a facilidade com que a informação gira no facebook, acho que até eu começarei a atacar mais por lá do que aqui, porque nesta plataforma é um esforço inglório e que não chega ao grande auditório populacional.»

E porque é um "esforço inglório"? Porque temos demasiados destes atrasadinhos mentais que dizem que a cupa é da Democracia! Até dá a impressão que os azeiteiros do gangue das revoluções da treta patrulham regularmente os blogues nacionalistas "às moscas"! E às vezes lá lêem qualquer coisa que lhes dá cabo da mundivisão retardada e lhes faz ferver os azeites... e vai daí, nem se controlam, a fúria tolda-lhes o julgamento, começam a espumar pela boca e a ameaçar todos os que não concordam com eles!

Já chega... esta gente começa a meter o real nojo. E de facto, a única solução é deixá-los à margem, pelo menos até que interiorizem o que é viver em sociedade, se é que têm essa capacidade.

10 de setembro de 2015 às 12:04:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«Como estes merdosos gostam é de ficar bem alapados no seu sofá a mandar bitaites, a ideia de terem de falar com uma audiência maior (já nem digo sair à rua) soa-lhes logo a "traição!" porque "o povinho é burro" e "o que é preciso mesmo é fazer uma revolução para implementar uma aristocracia meritocrática, caralho!"

Há uns tempos, um destes energúmenos acusou-me de andar a "perder tempo" e a "brincar" por ter começado a investir mais horas no Google+, ao aperceber-me que a minha audiência lá é muito maior do que aquela que tenho no blogger. Repara, estou a "perder tempo" por falar para mais gente!»


Pois, mas não é só isso. É que tu publicas as coisas assim sem mais nem menos, consoante as pensas, e isso não é apropriado. Deves lembrar-te de que aqui na área nacionalista és um autodidacta, caíste aqui de pára-quedas, pelo que não sabes muita coisa que precisas de saber e por isso os teus textos teriam de ser revistos por uma comissão de sabedores antes de os publicares. Uma pista - a cada duas linhas tinhas de meter a palavra «judeu» - ou «sionista», se preferisses. Outra pista: a democracia é uma sionistice. Depois de saberes isso já podias publicar bem, mas tendo em atenção que em primeiro lugar precisarias de atrair os sábios do costume, os que já andam nisto há colhões e nunca fizeram a real ponta de um caralho em condições, mas que com mais uma ajuda dos teus textos poderiam conseguir meter mais dois jovens promissores (daqueles mais autistas) nas suas tertúlias, e então sim, é que o Movimento teria condições para avançar de vez...

11 de setembro de 2015 às 01:17:00 WEST  

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