sexta-feira, março 09, 2007

OS CRIMES COMUNISTAS EM CUBA

Via Fórum Nacional:
O "Arquivo Cuba" documentou já 8.190 mortes ocorridas durante o processo revolucionário cubano e no regime de Fidel Castro, anunciou hoje em Madrid a directora do projecto, Maria Werlau.
Werlau deu a conhecer em Espanha o projecto "Arquivo Cuba" numa conferência de imprensa em que esteve acompanhada pelo presidente da Associação Ibero-americana para a Liberdade, Antonio Guedes, e os jornalistas espanhóis Rosa Monteiro e Hermann Tertsch, que exortaram a imprensa a "romper o silêncio pelas vítimas cubanas".
De acordo com Werlau, o número de mortos é superior às que já foram documentadas, mas o processo é lento e ambicioso uma vez que este registo não quer só reflectir as vítimas que ocorreram desde 1959 - ano em que Castro tomou o poder - mas também ampliá-lo até ao ano de 1952, quando começou a ditadura de Batista, para que "todos sejam considerados como vítimas e não haja rancor"."Eu quero contar a história das vítimas, que elas falem por si mesmas", assegura Werlau, que desenvolve este projecto desde 2001, juntamente com o professor Armando Lago e que expõem os seus resultados na Internet em http://www.archivocuba.org/.
Segundo Werlau, as mortes "começaram com processos sumários e execuções maciças no paredão, que eram divulgadas pelos meios de comunicação para criar medo na população".
De acordo com testemunhos recolhidos, morreram camponeses, mulheres grávidas, estrangeiros e houve até membros do próprio aparelho comunista, "cujos cadáveres eram passeados e insultados como método de propaganda interna".
Depois, acrescentou, "Castro deu-se contra de que tinha que cuidar da sua imagem internacional, já que não convinha levar a cabo essas execuções em massas porque o medo já estava instaurado e podiam fazê-lo quando quisessem".
Werlau começou este projecto depois de uma estada no Chile porque não entendia o apoio recebido por este país da comunidade internacional para esclarecer os casos de desaparecidos e "o silêncio de que sofriam as vítimas cubanas".
Na sua opinião, este silêncio pode ser explicado pela "dupla moral de ser uma ditadura da esquerda e não de direita", ou talvez, reforçou, "pelo ódio aos Estados Unidos".
Destacou ainda a força da propaganda castrista "que investe milhões de dólares e leva a cabo uma campanha de relações públicas no mundo muito boa", em contraste com "os mexericos tontos entre os cubanos no exílio", que distanciaram os cubanos "de dentro e de fora".
De momento, os resultados parciais desta investigação mostram que entre 01 de Janeiro de 1959 e 31 de Outubro de 2006 houve 5.775 casos documentados de execuções e fuzilamentos, 1.231 assassínios extra-judiciais, 200 casos de desaparecidos, e 984 mortes na prisão, que somam um total de 8.190 mortos.
As mortes na prisão, especifica um documento, incluem 159 assassínios, 209 mortes por negligência médica, 264 suicídios, 21 acidentes e 331 por "alegadas causas naturais".
Nota (do autor original do tópico no Fórum Nacional): não sei a fonte porque foi um "comentário" roubado daqui http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=781822&div_id=291 com o título "as notícias que o Portugal Diário não publica".

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Será que o Juiz espanhol Garzon
vai mandar prender o Fidel ?

11 de março de 2007 às 22:34:00 WET  

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