sexta-feira, janeiro 20, 2006

LIBERDADE PARA... COMER E DAR DE COMER AOS NOSSOS...

Até onde chega o aviltamento ideológico da condição humana no Ocidente? De momento, já vai a tal nível de baixeza que até já se quer impedir os Europeus de alimentarem a sua própria gente mais desfavorecida - é que, por acaso, nem sequer há muita gente das ditas «minorias» étnicas a chegar ao ponto de miséria de ter de viver na rua, apesar de se choramingarem diariamente... na verdade, quase todos os sem-abrigo são de raiz europeia...

Quer isto dizer que o regime pseudo-democrático vigente não admite sequer que qualquer grupo de Europeus pretenda auxiliar o seu próprio povo na sua própria terrra.

Quer isto dizer o que muitos de nós já sabíamos - que os donos do regime não merecem qualquer espécie de respeito humano. Não são adversários, são inimigos.

É agora que fazem aquilo pelo qual poderão um dia ter de responder em tribunal.



Les Identitaires

Comunicado do dia 16 de Janeiro de 2006

“Não toquem na nossa sopa de Porco”

Provavelmente vocês já ouviram falar das “sopas identitárias”. Estas sopas tradicionais à base de porco são distribuídas em diversas cidades da França e da Bélgica pelas associações identitárias, desejosas de ajudar os seus compatriotas necessitados.
As sopas identitárias foram acusadas de serem RACISTAS porque são feitas à base de porco, excluindo os judeus e os muçulmanos. No entanto, a carne de porco faz parte das tradições culinárias gaulesas (veja-se as aventuras de Astérix).
É também a carne mais barata para as Associações que não recebem nenhum tipo de subvenção. Enfim… quando as associações judaicas e muçulmanas decidem prestar ajuda aos seus correligionários com sopas “Kosher” ou “Chorba”, isso não nos choca e ninguém fica perturbado. Mas quando os Europeus desejam ajudar os seus que se encontram em dificuldades, isto é RACISMO….
No dia 14 de Janeiro de 2006, a solicitação do Presidente da Câmara de Estrasburgo (Nordeste de França), o Governador (representante do estado Francês) proibiu a sopa identitária naquela cidade, utilizando as forças policiais a fim de impedir a sua distribuição, e detendo o responsável da Associação “Solidariedade Alsaciana”, organizadora da distribuição.

Em França, o estado impede os Franceses de ajudar os Franceses e os Europeus!

Todos os povos da Europa estão preocupados com esta medida: se hoje não reagirmos, amanhã os croissants serão proibidos sob o pretexto de que são racistas, porque simbolizam a vitória Europeia sobre os exércitos muçulmanos que cercavam Viena em 1663. Ou ainda, como fez uma directora de uma escola britânica que proibiu a história dos “Três Porquinhos” porque esta poderia ofender a sensibilidade das crianças muçulmanas.
É agora que temos de reagir!
As nossas armas são o telefone e o correio electrónico!
Se desejam defender as tradições culinárias francesas e europeias e sobretudo a liberdade dos povos europeus de viverem na sua terra prosseguindo os seus costumes ancestrais, telefonem e enviem uma mensagem electrónica para:

au Préfet du Bas-Rhin, Jean-Paul FAUGERE : chantal.jaouen@bas-rhin.pref.gouv.fr
((33) 03 88 21 67 68)

au Maire de Strasbourg, Fabienne KELLER : fkeller@cus-strasbourg.net
((33) 03.88.43.65.08)

au Premier Adjoint Robert GROSSMANN : rgrossmann@cus-strasbourg.net
((33) 03.88.43.65.03)

au quotidien local : redaction@dna.fr
((33) 03.88.21.55.00)

Enviem uma cópia para o nosso endereço: contact@les-identitaires.com para contabilizarmos . Este apelo estende-se por mais de 15 países Europeus, pela América do Norte, América do Sul, Canadá e Quebec. O nosso objectivo é que o Governador, o Presidente da Câmara e o jornal local recebam cada um 100.000 mensagens electrónicas exigindo a liberdade para as Sopas Identitárias. Nem insultos, nem ameaças, simplesmente:

Liberdade para a nossa sopa de Porco
Liberté pour notre soupe au cochon !

A Causa Identitária traduziu o comunicado de “Les Identitaires”, a pedido dos mesmos. A solidariedade e a colaboração europeia manifestam-se em pequenos gestos.

337 Comments:

Anonymous Anónimo said...

As sopas são feitas de porco precisamente para excluir os judeus e muçulmanos. Não foi um acaso, e portanto escusam de chorar por vos chamarem racistas. Isto de dizer que é de porco porque a carne é mais barata é comico, porque a alternativa mais barata é fazer de vegetais, que aliás é mais saudável.

Tenho pena que as organizações muçulmanas e judaicas tenham caido nesta armadilha. A decisão foi apenas em Estrasburgo, e ao meu ver completamente errada, porque entra-se no jogo de vitimização na qual vocês são uns artistas.

20 de janeiro de 2006 às 17:51:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

As sopas são feitas de porco precisamente para excluir os judeus e muçulmanos.

Quem tem fome, come. Quem não tem, dá-se ao luxo de poder escolher.

20 de janeiro de 2006 às 17:56:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

As sopas são feitas de porco precisamente para excluir os judeus e muçulmanos.

Quem tem fome, come. Quem não tem é que se dá ao luxo de poder escolher.

20 de janeiro de 2006 às 17:57:00 WET  
Blogger Caturo said...

As sopas são feitas de porco precisamente para excluir os judeus e muçulmanos

São feitas do que se quiser, porque são feitas por franceses para franceses, e, em França, come-se carne de porco, como de resto noutros países da Europa Ocidental. Os nacionais têm todo o direito de alimentar a sua própria gente em exclusivo e ninguém tem nada com isso. Querer impedir um europeu de alimentar outro europeu em solo europeu, é o cúmulo do nojo e só pode ser, ou um acto de gentalha tão infinitamente degradada que não merece sequer um tratamento humano, ou então uma provocação para que algum «nazi» perca as estribeiras e comece aos tiros, para depois a ralé infra-humana da vossa laia ter «argumentos» para meter as organizações «nazis» todas na cadeia.

É por isso que entre nós urge manter a calma para não vos dar aquilo que vocês querem.

Além do mais, a vingança saboreia-se a frio. Um dia, hão-de pagar bem caro pela vossa pulhice.

20 de janeiro de 2006 às 18:31:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"uma provocação para que algum «nazi» perca as estribeiras e comece aos tiros"

Servir a sopa de porco foi um acto de provocação precisamente para servir de isco - não para alimentar a população mais carecida. E se achas que esta forma de descriminação "porca" que quando apanhada serve de desculpa para que um nazioracista comece aos tiros, então vocês realmente são muito perigosos.

Não concordo nada com a decisão de proibir esta "caridade", mas realmente vocês continuam a provar que são uns merdas, e a paciência tem limites.

"Além do mais, a vingança saboreia-se a frio. "

Mas a sopa quer-se quente. E afinal, não é a alimentação dos mais carenciados mais importante do que a vossa vingança e o vosso resentimento em relação aos que realmente mandam no País? :)

20 de janeiro de 2006 às 19:28:00 WET  
Blogger Rodrigo N.P. said...

Temos o direito de ajudar quem queremos, estes são actos de voluntarismo e não têm de ser legislados. A rede social comporta 4 sectores, o público, o privado, o informal e o voluntário. É precisamente neste último que cai esta acção de solidariedade.

20 de janeiro de 2006 às 19:43:00 WET  
Blogger Caturo said...

Servir a sopa de porco foi um acto de provocação

Interpretação tua - mas é sintomático que consideres isso como um acto de provocação, assim se poderão interpretar todas as atoardas pretensamente humanistas e humanitárias afirmadas por gente da tua laia - como uma provocação, aliás, uma vontade de confrontar os «racistas» que não amam os desgraçados que vocês trazem para cá aos magotes. A vossa interpretação das acções dos outros diz muito a respeito da vossa mentalidade.


E se achas que esta forma de descriminação "porca" que quando apanhada serve de desculpa para que um nazioracista comece aos tiros,

Essa atitude rasca da vossa parte é nojo puro e só alimenta nas mentes dos militantes mais exaltados a vontade de dar um golpe de Estado. Não permitir que um europeu ajude um europeu em solo europeu só porque essa forma de ajuda não serve igualmente para ajudar não europeus, é um nojo sem limites. É asco absoluto. É revolta total, é repugnância absoluta. Não merecem ser tratados como humanos aqueles que privam outros humanos de direitos fundamentais. E fazer uma coisa destas é como ir a casa de uma família impedir que os pais dêm de comer aos filhos se esses pais não puderem alimentar igualmente as crianças doutras famílias. É uma invasão profunda sem precedentes.

E não admira que não entendas o nojo que metes. É aliás por isso que metes nojo, por seres tão absolutamente degradado.



"Além do mais, a vingança saboreia-se a frio. "

Mas a sopa quer-se quente.

Mas os teus donos não deixam.
Portanto, terá de servir-se fria - mas servir-se-á, de uma maneira ou doutra. Doa a quem doer.


E afinal, não é a alimentação dos mais carenciados mais importante do que a vossa vingança e o vosso resentimento em relação aos que realmente mandam no País? :)

Seria, se a pudéssemos fazer... mas, como não podemos...

20 de janeiro de 2006 às 20:32:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

" E fazer uma coisa destas é como ir a casa de uma família impedir que os pais dêm de comer aos filhos se esses pais não puderem alimentar igualmente as crianças doutras famílias. "

Já se ouve os violinos a tocar. ;-)

"Essa atitude rasca da vossa parte é nojo puro e só alimenta nas mentes dos militantes mais exaltados a vontade de dar um golpe de Estado. "

Vocês só não fazem um golpe de estado porque sabem que não têm qualquer hipotese: não precisam de fazer uma sopa para arranjar desculpas.

"Mas a sopa quer-se quente.
Mas os teus donos não deixam."


Deixam, deixam. Não em Estrasburgo, que são um imbecis. Mas de resto, os chineses e os negros que comem porco também agradecem. Embora os europeus que não possam comer carne, por questões de saúde ou por convicção ficarão necessariamente de fora.
Mas agora estou curioso, com essa toda polémica... decidiram simplesmente não fazer sopa, ou mudaram a ementa para uma boa sopa de vegetais, que além de mais saudável e é igualmente económica? É que não estou a ver outro motivo para fazer uma sopa de porco senão para provocar - e se realmente vos interessa dar de comer a quem precisa, então não paravam de fazer a sopa devido aos excessos dos meus donos.

Realmente, vocês conseguiram descer a níveis que julgava não serem possíveis: utilizar a pobreza e a miséria dos outros para promover a vossa ideologia de exclusão.

21 de janeiro de 2006 às 00:28:00 WET  
Blogger Caturo said...

Já se ouve os violinos a tocar.

Violinos, não oiço, mas sirenes sim... ah, espera, não são sirenes, são gritos histéricos esganiçados da gentalha «antifa» a grunhir que vêm aí os nazis...;)



Essa atitude rasca da vossa parte é nojo puro e só alimenta nas mentes dos militantes mais exaltados a vontade de dar um golpe de Estado.

Vocês só não fazem um golpe de estado porque sabem que não têm qualquer hipotese

Os tempos mudam.



"Mas a sopa quer-se quente.
Mas os teus donos não deixam."

Deixam, deixam

Não deixam não, como se viu. Negá-lo é um absurdo imbecil.



Não em Estrasburgo, que são um imbecis. Mas de resto, os chineses e os negros que comem porco também agradecem.

Os que vivessem na rua, que, por acaso, são raríssimos...



Embora os europeus que não possam comer carne, por questões de saúde ou por convicção ficarão necessariamente de fora.

Paciência. Não se pode agradar a todos. E há sempre quem seja alérgico a algo. Mas deixa-te de fitas que a tua preocupação com o assunto não tem a ver com motivos de saúde e sim com um fanatismo político - tu só não aceitas que haja europeus a pagar do seu bolso para alimentarem apenas europeus.


É que não estou a ver outro motivo para fazer uma sopa de porco senão para provocar

Cada qual interpreta como quiser. Os Europeus têm o direito de comer soupa de porco e de a oferecer somente aos da sua gente. Achar que isto é uma provocação, querer abolir este direito, é de uma nojice sem limites, abaixo de toda a qualificação, inexprimível por outra coisa que não um escarro nas trombas.



e se realmente vos interessa dar de comer a quem precisa, então não paravam

Paravam, se fossem obrigados por lei...

21 de janeiro de 2006 às 01:19:00 WET  
Blogger Caturo said...

Está bem explícito:

No dia 14 de Janeiro de 2006, a solicitação do Presidente da Câmara de Estrasburgo (Nordeste de França), o Governador (representante do estado Francês) proibiu a sopa identitária naquela cidade, utilizando as forças policiais a fim de impedir a sua distribuição, e detendo o responsável da Associação “Solidariedade Alsaciana”, organizadora da distribuição.

Em França, o estado impede os Franceses de ajudar os Franceses e os Europeus!

21 de janeiro de 2006 às 01:20:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"As sopas identitárias foram acusadas de serem RACISTAS porque são feitas à base de porco, excluindo os judeus e os muçulmanos. No entanto, a carne de porco faz parte das tradições culinárias gaulesas (veja-se as aventuras de Astérix)."

De facto, fizeram mal em proibir a distribuição de sopas. Mas não nos façam de estupidos, e pelo menos assumam porque é que as sopas são feitas de porco.

A associação de "caridade" Solidariedade Alsaciana, além de distribuir sopa de porco, também distribui sandes de porco. Estão a ver, tudo com porco - mas tudo por uma questão cultural e histórica, pois afinal a poção mágica de Asterix tinha como ingrediente dois porcos (ou um javali) - e há que seguir a tradição.

Mas realmente é um descaramento dos meus donos de criticarem uma associação de caridade, que não tem qualquer afiliação política, e que apenas quer ajudar os mais desfavorecidos.

É pois pura coincidencia que o marido da presidente da "Solidariedade Alsaciana" seja o Robert Spieler - que foi deputado da frente nacional de Le Pen. Não há nada de errado, mas começa-se a perceber o jogo.

Ou que a tal associação esteja ligada ao bloco "idiotário" - uma associação de extrema-direita coordenada por um tal de Frabrice Robert que estava por detrás de uma organização neo-nazi, onde um membro tentou assassinar o presidente Chirac.

E agora, falas-me em pessoas do teu movimento a quererem dar golpes de estado e de pessoas a quererem dar tiros - e vejo que realmente vocês são todos farinha do mesmo saco.

Sim, cada vez me convenço que é preciso tratar-vos com rédea curta, pois não passam de animais violentos e sem controle.

21 de janeiro de 2006 às 02:29:00 WET  
Blogger Caturo said...

Parece que estou a falar para as paredes, que é a sensação que tenho quando discuto com um gajo que usa uma cassete como a tua. Vamos lá ver se metes isto na mioleira de uma vez por todas (os comentários vão a grosso):

Mas não nos façam de estupidos, e pelo menos assumam porque é que as sopas são feitas de porco.
A associação de "caridade" Solidariedade Alsaciana, além de distribuir sopa de porco, também distribui sandes de porco. Estão a ver, tudo com porco


Sim, tudo com porco. Tudinho. Se houvesse mousse de porco ou rebuçados de porco, também os podiam fazer.
Qual é o problema?
Se a organização alsaciana quer alimentar apenas os Europeus, qual é o problema?

Nenhum problema.

Alimentar os seus é um dever.
Alimentar os alienígenas não é um dever.
Devem por isso ter todo o direito de dar a sua sopa só aos brancos europeus. Sim, só aos brancos europeus. E se a fizeram com porco, se calhar foi uma forma de afastar naturalmente os desgraçados de outras etnias, já que, provavelmente, a NOJENTA lei que os teus donos fizeram em França proíbe que uma organização proceda desse modo discriminatório.

21 de janeiro de 2006 às 14:58:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

«Sim, cada vez me convenço que é preciso tratar-vos com rédea curta, pois não passam de animais violentos e sem controle.»

Agora é que os passarinhos começam a piar!
Pois olha, acabralhado, veremos se o cavalo, mesmo com pouca rédea, não te espeta um coice nos colhões que te ponha com voz de cantadeira de rancho folcórico. Vamos lá ver se não acabas tu e os teus amigalhaços do Berloque enfiados num vagão rumo a um campo de extermínio (à guisa dos gulags soviéticos, recordas-te?), enquanto os «fascistas ridículos, fracos, incongruentes, estúpidos, sem carisma nem força!!!!!», como tu gemes e berras alto e bom som a ver se te convences ou se convences alguém disso, reinam e transformam o país que tu e os teus chefes reduziram a esta "apagada e vil trsiteza" numa Pátria Nacionalista, Orgulhosa, e com voz no Mundo.
O que vos faz falar é a pusilanimidade que vos impede sequer de permitir que falemos, de nos deixar expor com clareza o nosso pensamento perante a restante população: é aquele odiozinho dos fracos pelos fortes, o ódio de Chandala de que fala o Nietzsche, que conduz ao Comunismo ainda segundo o génio alemão, "decadência suma, prova maior da degenerescência humana".

PS- No séc. II, se disseses a um romano que o Cristianismo ia um dia ser uma religião maioritária, ele também te chamava ridículo; no séc. XIII, se dissesses a alguém que a Terra era redonda, também te chamavam ridículo; no séc. XVI, se dissesses a alguém que um dia o povo ia escolher o chefe de Estado através do voto, também diziam que era ridículo; no início do séc. XX, se dissesses que a Inglaterra, França, Alemanha, Portugal, Holanda, etc. iam abandonar as suas colónias, tambem te chamavam ridículo: por isso, continua a chamar «ridículos!!!!!!!!!!» (com estes pontinhos de admiração todos, para parecer que acreditas) aos nacionalistas: os "ridículos" venceram sempre...

21 de janeiro de 2006 às 17:13:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Ao Caturo: folgo imenso em saber que já reconsideras acerca do Giolpe de Estado.

21 de janeiro de 2006 às 17:14:00 WET  
Blogger Caturo said...

Ao Caturo: folgo imenso em saber que já reconsideras acerca do Giolpe de Estado.

O que eu disse, caro camarada, é que a escumalha dá aos nossos militantes mais exaltados a vontade de fazer um golpe de Estado. Não disse que queria, eu, dar um golpe de Estado. Sabes, desde aquela discussão que tivemos no Fascismo em Rede, que sou partidário da via democrática, eleitoral.

Quanto ao resto do que disseste, acertaste no ponto.

21 de janeiro de 2006 às 19:06:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

desde aquela discussão que tivemos no Fascismo em Rede, que sou partidário da via democrática, eleitoral.

Desde aquela discussão? Mas há um nexo de coerência entre teres optado por essa via e a discussão que tivemos?

21 de janeiro de 2006 às 20:09:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

feita por franceses mas não para a totalidade dos franceses.

22 de janeiro de 2006 às 11:47:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Alimentar os seus é um dever.
Alimentar os alienígenas não é um dever. a NOJENTA lei que os teus donos fizeram em França proíbe que uma organização proceda desse modo discriminatório. "


A distribuição de sopas/comida foi feita precisamente para criar polémica e não para alimentar os seus. Uma acção de "caridade" feita de má fé realmente não merece mais do que ser ignorada.

22 de janeiro de 2006 às 12:04:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Vamos lá ver se não acabas tu e os teus amigalhaços do Berloque enfiados num vagão rumo a um campo de extermínio"

A fantasia de sempre dos nazioracistas.

"«fascistas ridículos, fracos, incongruentes, estúpidos, sem carisma nem força!!!!!»"

Excelente caracterização dos nazioracistas. Pelo menos sei que alguém anda a ler com atenção os meus comentários.

"O que vos faz falar é a pusilanimidade que vos impede sequer de permitir que falemos, de nos deixar expor com clareza o nosso pensamento perante a restante população"

Vocês não passam mais do que reciclagem histórica de um idealismo que levou a destruição e a miséria de milhões de europeus, para não falar em outras gentes. Vocês têm a liberdade de vomitar essa ideologia, mas não num contexto político que leve essa ideologia ao poder. Sabemos o que acontece quando se toca no fogo.

"Continua a chamar «ridículos!!!!!!!!!!» (com estes pontinhos de admiração todos, para parecer que acreditas) aos nacionalistas: os "ridículos" venceram sempre... "

Não costumo meter pontinhos de exclamação porque dão um ar de esterismo - aconselho-te a acalmares um bocado.

Vocês terão muita dificuldade em vencer porque são apologistas da exclusão sociais por motivos superficiais. Por outro lado, atraem os fracos de espírito e pessoas de fraca formação moral e de conhecimento, começando com o que acontece fora das suas cavernas. A informação destes pobres de espírito é apenas alimentada por propaganda nacionalista, que amaldiçoa o facto de pessoas de aspecto diferentes viverem umas com as outras.

O ridículo é apenas a vossa forma de nos enterterem quando aparecem na TV.

22 de janeiro de 2006 às 12:33:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Vocês não passam mais do que reciclagem histórica de um idealismo que levou a destruição e a miséria de milhões de europeus, para não falar em outras gentes.

E vocês não passam duma gente que pretende restaurar um regime que causou a morte e a miséria de muito mais milhões de pessoas em todo o Mundo. E pior: que tinha a arrogância de dizer que estava a fazê-lo a bem da "Fraternidade" e pela "Democracia".

Vocês têm a liberdade de vomitar essa ideologia, mas não num contexto político que leve essa ideologia ao poder.

A ver vamos: sabes, o teu dono Louçã também começou por andar na rua sozinho com um cartaz na mão, e agora já acha que pode passar à segunda volta das presidenciais.
De resto, se não for pelos votos, os teus donos tomaram o poder à força e toda a gente os elogia por isso - teremos a mesma legitimidade para o fazer...

Sabemos o que acontece quando se toca no fogo.

Ah sabem, sabem: de cada vez que discutem com os «fascistas!!!!!» saem com o cu chamuscado, a bradar impropérios, repetindo acefalamente que os outros não têm razão quando eles é que não têm argumentos com que possam consubstanciar tanta razão que lhes assiste...

Não costumo meter pontinhos de exclamação porque dão um ar de esterismo

Ainda não calhou de pores os pontinhos, mas muitos amigalhaços teus o fazem. Já agora, eu não costumo escrever "esterismo" (em vez de histerismo) porque isso dá alto ar de ignorante.

aconselho-te a acalmares um bocado.

Acalma-te tu, e aconselha calma ao teu amigo que escreveu o comentário sobre a carne de porco quase todo a bold: que diabo, se os «fascistas!!!!!» são tão fraquinhos, não merecem o dispêndio de energia...

Vocês terão muita dificuldade em vencer porque são apologistas da exclusão sociais por motivos superficiais.

Não são motivos suuperficiais; a raça é uma das características estruturantes de qualquer povo, é verdadeiramente a imagem que ese povo tem, perante si próprio e perante os outros: querer a diluição racial, ou propor a raça como característica superficial é demonstração suma ou de ignorância, ou de desonestidade intelctual.

Por outro lado, atraem os fracos de espírito e pessoas de fraca formação moral e de conhecimento

Como é que os teus donos chamam a essa gente? Não é qualquer coisa como... povo trabalhador? Massa popular? Proletariado? E não é essa gente de espírito fraco, sem moral nem habilitações académicas elevadas que vocês dizem defender?
Muito gosto eu de discutir convosco, vocês destapam a careca com uma facilidade dos diabos...

A informação destes pobres de espírito é apenas alimentada por propaganda nacionalista, que amaldiçoa o facto de pessoas de aspecto diferentes viverem umas com as outras.

Não, pá: a informação dada a todo o povo é seringada 24 horas sobre 24 com mensagens sobre a Igualdade entre Raças, sobre Amor Fraterno entre Povos, com incitamentos à mestiçagem, à paneleirice, ao consumo de drogas, etc., e mesmo asim ainda há quem se erga do charco onde tu e os teus donos nos querem meter, erga a coluna, e lute por um Mundo digno e lavado.

Depois somam-se estas três pérolas:

O ridículo é apenas a vossa forma de nos enterterem quando aparecem na TV.

"Vamos lá ver se não acabas tu e os teus amigalhaços do Berloque enfiados num vagão rumo a um campo de extermínio"

A fantasia de sempre dos nazioracistas.

"«fascistas ridículos, fracos, incongruentes, estúpidos, sem carisma nem força!!!!!»"

Excelente caracterização dos nazioracistas. Pelo menos sei que alguém anda a ler com atenção os meus comentários.

E tiram-se duas conclusões:
1) Apesar de fracos e ridículos, os Nacionalistas incomodam muita gente, de tal maneira que os arautos da democracia e a liberdade vêm para os sites e blogues de cariz nacionalista tentar demover-nos (e acabam sempre de ventas a deitar molho, o que é engraçado, sendo nós, recordo, os "fracos e ridículos")
2) O nosso homem fez por esquecer, propositadamente direi eu, aquilo que lhe disse sobre os ridículos ao longo da História. E fez bem, porque nas outras situações as pessoas também faziam por esquecer.
"E, no entanto, ela move-se"

22 de janeiro de 2006 às 16:24:00 WET  
Blogger Caturo said...

Desde aquela discussão? Mas há um nexo de coerência entre teres optado por essa via e a discussão que tivemos?

Há um nexo de coerência simples - continuo a dizer o mesmo que disse na altura.

22 de janeiro de 2006 às 18:08:00 WET  
Blogger Caturo said...

feita por franceses mas não para a totalidade dos franceses.

Feito para a totalidade dos Franceses sim - porque os outros não são franceses.

22 de janeiro de 2006 às 18:09:00 WET  
Blogger Caturo said...

A distribuição de sopas/comida foi feita precisamente para criar polémica e não para alimentar os seus.

Essa é uma interpretação tua, perfeitamente gratuita e, de resto, com o mesmo valor das outras coisas que costumas escrevinhar - nenhum.



Uma acção de "caridade" feita de má fé

Só a degradação máxima do humano é que permite dizer que alimentar apenas os seus é «má fé». Chama-se a isto a inversão total da mais pura ética - a degeneração absoluta.



realmente não merece mais do que ser ignorada.

Ah, mas os teus donos não a ignoraram, rapazinho... pelo contrário, ficaram incomodados com ela e viram-se na «necessidade» de a proibir... e porquê?

Porque não querem que o Povo perceba que só os nacionalistas dão prioridade aos verdadeiros Europeus.

22 de janeiro de 2006 às 18:12:00 WET  
Blogger Caturo said...

Para sanar o mal-entendido:

quando eu disse,

Sabes, desde aquela discussão que tivemos no Fascismo em Rede, que sou partidário da via democrática, eleitoral.

queria dizer que

Sabes disso, desde aquela discussão que tivemos no Fascismo em Rede.

22 de janeiro de 2006 às 18:15:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"restaurar um regime que causou a morte e a miséria de muito mais milhões de pessoas em todo o Mundo"

E que regime é esse?

"A ver vamos: sabes, o teu dono Louçã também começou por andar na rua sozinho"

O Louçã é um palhaço - mas objectivamente consegue fazer muito mais do que vocês. E é preciso lembrar que vocês se queixam que vos andam a calar, mas nem se dão ao trabalho de participar nas presidenciais. Já agora votei no Cavaco.

"eu não costumo escrever "esterismo" (em vez de histerismo) porque isso dá alto ar de ignorante"

Realmente dá um alto ar de ignorância. Obrigado pela correcção.

" os Nacionalistas incomodam muita gente, de tal maneira que os arautos da democracia e a liberdade vêm para os sites e blogues de cariz nacionalista tentar demover-nos "

Peço desculpas se dei a impressão que vos quero demover. Não acredito que haja cura para uma doença social como a vossa – um racista será sempre racista, cuja condição piora a medida do tempo. Estou aqui simplesmente para me divertir e debater – é mais interessante que o sudoku.

”O nosso homem fez por esquecer, propositadamente direi eu, aquilo que lhe disse sobre os ridículos ao longo da História. E fez bem, porque nas outras situações as pessoas também faziam por esquecer.

A vossa ideologia é malévola porque, entre outras coisas, são contra o “amor fraterno” entre povos, raças, culturas e credos. Ora claramente vê-se qual das ideologias leva a miséria e destruição.

Não é uma argumentação subjectiva: compare-se a Alemanha nazi com a Alemanha democrática, e percebe-se qual é que elevou este País.

Ora eu acredito que o bem trunfa sempre o mal. Os exemplos do ridículo que apresentaste, ironicamente, mostram isso: a democracia na Europa vs a tirania dos monarquicos, a ciência vs o fundamentalismo da igreja, autonomia dos povos não-europeus vs a colonização europeia .

Mas o ridículo não vence sempre – e temos o Louçã como exemplo. E vocês logo a seguir.

22 de janeiro de 2006 às 18:19:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Ah, mas os teus donos não a ignoraram, rapazinho... pelo contrário, ficaram incomodados com ela e viram-se na «necessidade» de a proibir... e porquê?"

Porque são uns imbecis. Mas o vosso plano só funcionou em Estrasburgo, não no resto do País.

"Porque não querem que o Povo perceba que só os nacionalistas dão prioridade aos verdadeiros Europeus. "

Dão prioridade aos seus fetiches, não ao Povo.

22 de janeiro de 2006 às 18:22:00 WET  
Blogger Caturo said...

"«fascistas ridículos, fracos, incongruentes, estúpidos, sem carisma nem força!!!!!»"

Excelente caracterização dos nazioracistas. Pelo menos sei que alguém anda a ler com atenção os meus comentários.

Ora se mesmo assim vocês têm tanto medo dos nacionalistas que até chegam ao ponto de destapar a careca para mostrarem, aos mais atentos, que o vosso regime não é democrático,
se vocês têm tanto medo que se arriscam a isso,
então das duas uma:
- ou são ainda mais ridículos, fracos, incongruentes, estúpidos, sem carisma nem força do que nós;
- ou então são ridículos, fracos, incongruentes, estúpidos, sem carisma nem força que sabem que estão a mentir quando dizem que somos isso tudo...;)

Escolhe.





Vocês têm a liberdade de vomitar essa ideologia, mas não num contexto político que leve essa ideologia ao poder

Dito como um verdadeiro eunuco pseudo-democrático com medo da verdade e que, de facto, não acredita na Democracia, limitando-se a fingir que é democrático mas tendo medo da verdadeira opinião do Povo.

22 de janeiro de 2006 às 18:23:00 WET  
Blogger Caturo said...

O Louçã é um palhaço - mas objectivamente consegue fazer muito mais do que vocês

É porque os teus donos não o proíbem de participar em eleições e de dizer o que lhe apetece, ao mesmo tempo que até deixam que ele seja promovido por todos os mé(r)dia. Ele, no fundo, é da mesma laia que vocês (internacionalista apátrida e mundialista) e vocês precisam dele para enganarem o Povo, fazendo crer que «permitem a diversidade ideológica», quando na realidade tratam de tentar suprimir quem quer que afirme ideais visceralmente opostos à infra-humanidade que vocês promovem.

22 de janeiro de 2006 às 18:26:00 WET  
Blogger Caturo said...

E é preciso lembrar que vocês se queixam que vos andam a calar, mas nem se dão ao trabalho de participar nas presidenciais.

É porque não temos nem meios económicos nem pessoal suficiente para andar a recolher assinaturas pelo País todo. Não temos, pelo menos por enquanto, políticos profissionais, gente que receba um salário só pela sua actividade política. Por isso, os nossos militantes não têm tempo para participar em tal processo.



" os Nacionalistas incomodam muita gente, de tal maneira que os arautos da democracia e a liberdade vêm para os sites e blogues de cariz nacionalista tentar demover-nos "

Não acredito que haja cura para uma doença social como a vossa

Já te expliquei: a verdadeira doença são vocês - vocês são a sida doutrinal da Europa.
Só nós somos a cura.


A vossa ideologia é malévola porque, entre outras coisas, são contra o “amor fraterno” entre povos, raças,

Mais uma demonstração, sem margem para dúvidas, daquilo que tenho dito ao longo dos anos - o vosso fanatismo internacionalista vem precisamente da espécie de moral invertida que o Judeu Morto andou a pregar há dois mil anos. Vocês são pois o produto acabado dessa imundície ideológica que consiste em querer acabar com as barreiras entre os povos, isto é, de querer aniquilar as nações, em nome de um fraternalismo peganhento que visa levar toda a gente para o vosso lamaçal de maneira a que tudo e todos fiquem da mesma cor castanha que o vosso miolo e ética têm.

O vosso crime não tem perdão. São em tudo opostos ao que de mais valoroso, íntegro e justo existe.



Ora claramente vê-se qual das ideologias leva a miséria e destruição.

Pois vê - é a vossa: as doutrinas em cujo nome mais miséria se criou, foram precisamente as universalistas, desde há dois mil anos até agora.

22 de janeiro de 2006 às 18:33:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Oh merdas, a sopa é feita daquilo que as pessoas que as fazem quiserem que elas sejam feitas. Quem gostar come, quem não gostar não come! Era só o que faltava termos a obrigação de alimentar os nossos colonizadores!

Quando as associações "humanistas" e "solidárias" com ligações a partidos "humanistas" e "solidários" fazem este tipo de actividades vocês não acham errado, pelo contrário, acham até muito bem! Hipócritas.

«Não concordo nada com a decisão de proibir esta "caridade", mas realmente vocês continuam a provar que são uns merdas, e a paciência tem limites.»

Merdas és tu e os da tua laia, e pacientes somos nós por te aturar. Quando chegar a altura, também teremos uma corda para ti.

NC

22 de janeiro de 2006 às 19:49:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Qualquer dia vão exigir que alimentemos os pobres com caviar e lagosta!
Os esquerdalhos vem mal em qualquer coisa que nós façamos.
Estes merdas são uns verdadeiros paranóicos.
como diz o ditado.
A CAVALO DADO
NÃO SE OLHA DENTE

Celta 88

23 de janeiro de 2006 às 14:34:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

E que regime é esse?

Ou o Comunismo, ou Capitalismo selvagem: tanto um como o outro buscam no fundo a mesma coisa (enquadrar a Humanidade inteira no espírito do Cidadão do Mundo, sem raça, nem Pátria, nem Valores Morais), e são causa da morte de milhares e milhares de pessoas - agora, escolhe o que te assenta melhor.

O Louçã é um palhaço - mas objectivamente consegue fazer muito mais do que vocês.

Porque o deixam falar, e a nós não.

E é preciso lembrar que vocês se queixam que vos andam a calar, mas nem se dão ao trabalho de participar nas presidenciais.

Não é uma questão de nos darmos ao trabalho ou não: neste moento, o PNR não tem capacidade logística para pôr um seu militante na corrida presidencial.
Mas isso não é nada de mais: o PSR do Louçã, em 1976, também não apresentou candidato às eleições: mas agora, é vê-lo.
O trabalho compensa sempre...

Já agora votei no Cavaco.

Defendes o capitalismo. Não vales mais do que os Comunistas por estares do outro lado da mesma moeda.

Peço desculpas se dei a impressão que vos quero demover.

Não deste a impressão: queres mesmo. O mal é que não tens argumentos para isso (é por essas e outras que, a cada comentário meu que respondes, reduzes o número de verdades que rebates).

Não acredito que haja cura para uma doença social como a vossa

Uma doença não só social mas ética é a tua, é essa vontade de querer que todos os homens se abraçem no mortal enlace da Fraternidade Universal.
Isso é típico de todas as ideologias que buscam não só a criação de impérios, mas a submissão da Humnaidade a todo um status quo que a faça negar as suas raízes, as suas diferenças, a sua identidade.
O que tais ideologias querem é uma castração - querem que eu ame uma pessoa mau grado ela não ter nada nela que me atraia (bem pelo contrário); querem que eu aceite os outros, mudo e quedo, apesar de eles não terem lugar em minha casa: querem-no porque isso é bom para os seus intentos de poder e de açambarcamento de todo o Mundo.
E é contra o Imperialismo, seja ele Comunista, Capitalista, Católico ou Islâmico que se ergue o Nacionalismo. E vencerá, porque, como tu dizes, o Bem ganha sempre...

um racista será sempre racista

Por muito que tu não queiras...

cuja condição piora a medida do tempo.

Não, meu rapaz, antes melhora: tu é que estás já tão doente de fraternalismo que consideras as melhoras doenças, e as doenças sinais de saúde.

Estou aqui simplesmente para me divertir e debater – é mais interessante que o sudoku.

Para ti, infelizmente, é porém mais doloroso...

A vossa ideologia é malévola porque, entre outras coisas, são contra o “amor fraterno” entre povos, raças, culturas e credos.

A nossa ideologia é benéfica precisamente por isso: porque o amor fraterno, como diria Nietzsche, é um contra-instinto, um instinto da degenerescência moral, instigado por imperialistas: a nossa corrida é boa porque se opõe ao imperialismo.

Ora claramente vê-se qual das ideologias leva a miséria e destruição.

Ah pois vê! De facto, só não vê quem não quer ver...

Não é uma argumentação subjectiva: compare-se a Alemanha nazi com a Alemanha democrática, e percebe-se qual é que elevou este País.

Os Nazis arrancaram a Alemanha da miséria decorrente da humilhação de Versailles, empregaram milhares de pessoas, fizeram crescer a economia,e erigiram uma máquina de guerra tão forte ou tão fraca que foi necessário o esforço concertado de URSS/EUA/Reino Unido/França para a derrotarem militarmente.
De mais a mais, a Alemanha democrática usufrui ainda hoje de novidades criadas pela Alemanha Nazi, como a Reichsbahn (hoje, Autobahn) ou o Reichsbank (hoje, Deutschebank).
Portanto, até nas comparações mais valia estares de bico calado...

Ora eu acredito que o bem trunfa sempre o mal

Já temos alguma coisa em comum.

Os exemplos do ridículo que apresentaste, ironicamente, mostram isso: a democracia na Europa vs a tirania dos monarquicos, a ciência vs o fundamentalismo da igreja, autonomia dos povos não-europeus vs a colonização europeia

E, podes desde já acrescentar, o Nacionalismo vs os inimigos das identidades nacionais.

Mas o ridículo não vence sempre – e temos o Louçã como exemplo.

Errado: o Louçã não é ridículo, é grotesco. E como a cúpula decisória é o paroxismo do grotesco, o Louçã além de não ser considerado ridículo, é também considerado aceitável.

vocês logo a seguir.

Isso querias tu, mas não se pode governar contra a vontade de um povo.

23 de janeiro de 2006 às 19:56:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Ao Caturo:

Quaisquer mal-entendidos, estão sanados.
Braço ao alto.

23 de janeiro de 2006 às 19:58:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Isso querias tu, mas não se pode governar contra a vontade de um povo. "

Se o povo estivesse do vosso lado, vocês não teriam problemas em ter mais militantes dispostos a trabalhar por uma causa.

"Louçã além de não ser considerado ridículo, é também considerado aceitável."

Por 5% da população.

"De mais a mais, a Alemanha democrática usufrui ainda hoje de novidades criadas pela Alemanha Nazi, como a Reichsbahn (hoje, Autobahn) ou o Reichsbank (hoje, Deutschebank).
Portanto, até nas comparações mais valia estares de bico calado..."


Até tu podes concordar que são migalhas comparado com a destruição do País e a perda do terrítorio para os sovieticos.

"A nossa ideologia é benéfica precisamente por isso: porque o amor fraterno, como diria Nietzsche, é um contra-instinto, um instinto da degenerescência moral, instigado por imperialistas: a nossa corrida é boa porque se opõe ao imperialismo."

Esta é uma lógica distorcida. E Nietzsche foi um doente mental, e isto diz tudo sobre vocês. O respeito pelos povos de diferentes raças e culturas é uma característica de pessoas civilizadas.

23 de janeiro de 2006 às 23:53:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Se o povo estivesse do vosso lado, vocês não teriam problemas em ter mais militantes dispostos a trabalhar por uma causa.

O povo está do nosso lado de facto: basta veres uma sondagem sobre o número de pessoas que concorda com a imigração, com o proliferar de lojas chinesas, com a açambarcamento de centros de decisão económica por parte de estrangeiros, etc. E o Nacionalismo teria mais militantes assim pudesse expressar livremente as suas ideias.

"Louçã além de não ser considerado ridículo, é também considerado aceitável."

Por 5% da população.

E pelo sistema político que emergiu do 25 de Abril, caceteiro e apátrida.

"De mais a mais, a Alemanha democrática usufrui ainda hoje de novidades criadas pela Alemanha Nazi, como a Reichsbahn (hoje, Autobahn) ou o Reichsbank (hoje, Deutschebank).
Portanto, até nas comparações mais valia estares de bico calado..."

Até tu podes concordar que são migalhas comparado com a destruição do País e a perda do terrítorio para os sovieticos.

Isso são contas doutro rosário. O que o menino tinha dito era, e cito:

Não é uma argumentação subjectiva: compare-se a Alemanha nazi com a Alemanha democrática, e percebe-se qual é que elevou este País.

Portanto, reitera-se que a Alemanha Nazi não só elevou o país, como criou organizações e centros decisórios basilares e emblemáticos da Alemanha actual. Quanto à perda de territórios e à destruição do país, recordar-te-ás das aulas do 9º Ano que toda a Europa ficou destruída, e que quem declarou Guerra à Alemanha forma as potências aliadas (França e Inglaterra) e não vice-versa.

"A nossa ideologia é benéfica precisamente por isso: porque o amor fraterno, como diria Nietzsche, é um contra-instinto, um instinto da degenerescência moral, instigado por imperialistas: a nossa corrida é boa porque se opõe ao imperialismo."

Esta é uma lógica distorcida. E Nietzsche foi um doente mental, e isto diz tudo sobre vocês.

Olha, olha, o enrascanço já chegou a tanto? Como já não consegues repelir os golpes estás já no chão a resmonear insultos?
E, mais uma vez, a dar alto ar de ignorante, mostrando que desconheces que o acidente vascular cerebral que acometeu Nietzsche e o levou à insanidade ocorreu depois de escritos todos os seus livros - incluindo o «Anticristo», donde tirei a citação que te dei, e que tu não soubeste rebater (o que já vai sendo um hábito em ti, diga-se...)

O respeito pelos povos de diferentes raças e culturas é uma característica de pessoas civilizadas.

Mas eu respeito os meus vizinhos, e todas as pessoas que vivem na minha cidade e no meu país: mas não me podes obrigar a albergá-las todas na minha casa. - De igual modo, não me podes obrigar a aceitar toda a casta de gentes na minha terra, que é Portugal, e pior, sendo tidos como membros da minha Pátria, do meu Estado, da minha Família apesar de eu nunca os ter visto mais gordos: nem tu, nem ninguém.

24 de janeiro de 2006 às 15:49:00 WET  
Blogger Caturo said...

Bons tiros, ó camarada...;)

Braço ao Alto.

24 de janeiro de 2006 às 16:10:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Mias faltava era que na tropa não se aprendesse a acertar no inimigo... Sobretudo, quando o inimigo é um balofo que responde com fisgadas a balas de canhão;)

Braço ao alto, camarada.

24 de janeiro de 2006 às 17:56:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Então, meu bom homem, não respondes? Terás optado pelo sudoku? Ou andas pelo país fora a tentar convencer todos os professores de filosofia que andam de há décadas a ensinar aos alunos as ideias dum tipo que era doente mental?

25 de janeiro de 2006 às 23:30:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Então, meu bom homem, não respondes? Terás optado pelo sudoku? "

Costumo comentar os posts mais recentes e deixo de ler os antigos, portanto, se existe algum comentário que queiras que responda, já sabes onde me encontrar. :)

"quem declarou Guerra à Alemanha forma as potências aliadas (França e Inglaterra) e não vice-versa."

Ouve, eu não tenho paciência para revisionismos históricos nem apologistas do regime nazi. A Alemanhã nazi criou uma máquina de guerra e se expandiu até muitos paises europeus até os aliados declararem guerra. Ora, tal transgressão teve um correctivo. O regime nazi foi fatal para a Alemanha e para os Europeus. A ideia de que os paises europeus deviam estar parados e não declarar guerra a um trangressor é ridícula.

"Incluindo o «Anticristo», donde tirei a citação que te dei, e que tu não soubeste rebater"

A citação de Nietzsche é uma opinião deste, e não tenho de a rebater. Especialmente porque não sei quem são os "imperialistas" que este fala. Eu acredito no amor fraterno, ou o amor ao próximo, porque acredito que é uma virtude sobre a vossa intolerância. E se os vossos pais não se deram ao trabalho de vos ensinar, não é a minha obrigação de vos convencer a respeitar os seres humanos.

"Mas eu respeito os meus vizinhos, e todas as pessoas que vivem na minha cidade e no meu país: mas não me podes obrigar a albergá-las todas na minha casa. - De igual modo, não me podes obrigar a aceitar toda a casta de gentes na minha terra, que é Portugal, e pior, sendo tidos como membros da minha Pátria, do meu Estado, da minha Família apesar de eu nunca os ter visto mais gordos: nem tu, nem ninguém."

Esta análogia, como já expliquei antes, é errada. A casa é tua e tens o direito de dizer quem vive em tua casa. Mas o resto das propriedades, a casa do teu vizinho, e o terrítorio português, não o é. Assim sendo, se o teu vizinho decide casar-se com uma preta, é do seu direito, bem como os filhos dele viverem em casa dele. E sim, tu tens o direito de não os convidar à tua casa.

26 de janeiro de 2006 às 14:17:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Ouve, eu não tenho paciência para revisionismos históricos nem apologistas do regime nazi.

Não são revisionismos, mas constatações históricas: o revisionismo e a invenção começou no teu lado da barricada.
Já agora, não sou apologista do regime nazi no seu todo - limito-me a pôr-te perante os olhos verdades insofismáveis...

A Alemanhã nazi criou uma máquina de guerra e se expandiu até muitos paises europeus até os aliados declararem guerra.

Mas nunca se expandiu até território dos aliados, o que lhes tira qualquer legitimidade para declarar guerra à Alemanha. É que as tropas nazis nem sequer invadiram países com ligações aos aliados: a declaração de guerra foi feita sem qualqer coisa que constituísse um casus belli sólido.

Ora, tal transgressão teve um correctivo.

Engraçado: então porque é que a anexação das Repúblicas Bálticas pela Rússia não teve direito a igual correctivo? Nem a invasão da Finlândia? Já para não falar da invasão turca à Grécia nos anos 20, etc...

O regime nazi foi fatal para a Alemanha e para os Europeus.

Repetes um axioma,sem que o justifiques. Pareces uma beata, a berrar que Deus existe porque sim...

A ideia de que os paises europeus deviam estar parados e não declarar guerra a um trangressor é ridícula.

Então se estiveres a dar um enxerto de porrada num tipo que te assaltou, e vier um par de marmanjos que nada têm a ver com o assunto que te espanquem até ficares inconsciente, deves ficar contentíssimo...

A citação de Nietzsche é uma opinião deste, e não tenho de a rebater.

Mas não te coíbes de dizer que é uma lógica distorcida. Ora, atacar as ideias de uma pessoa sem sequer as rebater, dizendo ainda por cima que distorcem um princípio basilar da exposição de ideias como é a lógica, será uma de das coisas: ou uma acefalia, ou um insulto...

Especialmente porque não sei quem são os "imperialistas" que este fala.

Não é ele, sou eu: eu é que te digo que os Imperialistas fomentam o contra-instinto do amor ao próprio para submeterem. Nietzsche dizia-o apenas em relaçao aos Cristãos, porque não conheceu os Comunistas nem os Capitalistas sselvagens, nem o Islão radical. Mas se hoje fosse vivo, di-lo-ia também. É uma questão de lógica...

Eu acredito no amor fraterno, ou o amor ao próximo, porque acredito que é uma virtude sobre a vossa intolerância.

Volto a dizer-te que tolerar os outros dentro da minha casa é coisa que não faço: era o cúmulo que um assaltante me entrasse portas adentro, se instalasse, e eu ainda tivesse de lhe chamar "irmão"!

E se os vossos pais não se deram ao trabalho de vos ensinar, não é a minha obrigação de vos convencer a respeitar os seres humanos.

Nem tua obrigação, nem está dentro das tuas possibilidades enquanto argumentador...

"Mas eu respeito os meus vizinhos, e todas as pessoas que vivem na minha cidade e no meu país: mas não me podes obrigar a albergá-las todas na minha casa. - De igual modo, não me podes obrigar a aceitar toda a casta de gentes na minha terra, que é Portugal, e pior, sendo tidos como membros da minha Pátria, do meu Estado, da minha Família apesar de eu nunca os ter visto mais gordos: nem tu, nem ninguém."

Esta análogia, como já expliquei antes, é errada. A casa é tua e tens o direito de dizer quem vive em tua casa. Mas o resto das propriedades, a casa do teu vizinho, e o terrítorio português, não o é.

Errado: eu não mando na casa do meu vizinho, mas em Portugal mando tanto como ele - e se não quiser imigrantes por cá, nem lojas de chineses, nem empresas nas mãos de estrangeiros, mesmo que ele o queira, tenho tanto direito a defendê-lo como ele a defender o contrário.
Isso tem um nome - chama-se democracia.

Assim sendo, se o teu vizinho decide casar-se com uma preta, é do seu direito, bem como os filhos dele viverem em casa dele. E sim, tu tens o direito de não os convidar à tua casa.

Mas eu também tenho o direito a não querer negros em Portugal: Portugal é uma casa, que pertence igualmente a cada um dos portugueses. E como habitante da casa tenho todo o direito a não querer que estranhos a habitem, dado que isso desvirtuaria a identidade dos restantes, e os arrastaria para um lamaçal sem raça nem identidade. Se o meu vizinho estiver em desacordo, que mude de casa - ou seja, que imigre!

26 de janeiro de 2006 às 18:18:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Mas eu também tenho o direito a não querer negros em Portugal: Portugal é uma casa, que pertence igualmente a cada um dos portugueses."

Para haver direitos é preciso uma entidade que legitimiza o mesmo, e que protege esses direitos. Ora, não existe nenhuma entidade que te dá o direito de dizer quem é teu vizinho, ou mesmo quem pode imigrar ou não. Portanto, não tens qualquer direito neste sentido, nem um pedaço de terra que não é a tua propriedade. Assim sendo, quando dizes: tenho o direito de não querer pretos - eu pergunto-te quem te dá esse direito?

"Errado: eu não mando na casa do meu vizinho, mas em Portugal mando tanto como ele - e se não quiser imigrantes por cá, nem lojas de chineses, nem empresas nas mãos de estrangeiros, mesmo que ele o queira, tenho tanto direito a defendê-lo como ele a defender o contrário.
Isso tem um nome - chama-se democracia."


Estás quase lá. Portugal não é portanto uma casa, mas um condominio. E em democracia, o partido mais votado torna-se a administração do condominio e que toma as decisões. Portanto, nem tu nem o teu vizinho manda - era impossível que 9 milhões de pessoas mandassem, certo?

"Então se estiveres a dar um enxerto de porrada num tipo que te assaltou, e vier um par de marmanjos que nada têm a ver com o assunto que te espanquem até ficares inconsciente, deves ficar contentíssimo..."

Ficaria - e vou contar-te a história toda. No tribunal, ficou-se a saber que o tipo que alegadamente me assaltou era um tipo que vivia na França cujo pai era Norueguês e a mãe Polaca. E eu no dia anterior tinha entrado na sua casa, bem com a casa dos Pais, e roubei-lhes tudo.

O Francês teve o descaramento de chamar a polícia, e eu quando o encontrei, dei-lhe um enxerto de porrada, chamando-lhe de judeu ladrão por me criar problemas.

E então, aparece a polícia que nada tem a ver com o assunto, e me espancou até ficar inconsciente...

Mas isto foi há 50 anos atrás. Aprendi a minha lição, e hoje sou um dos mais ricos da Europa.

(Nota: nenhum animal foi maltratado nesta dramatização histórica)

]:->

26 de janeiro de 2006 às 21:45:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Mas eu também tenho o direito a não querer negros em Portugal: Portugal é uma casa, que pertence igualmente a cada um dos portugueses."

Para haver direitos é preciso uma entidade que legitimiza o mesmo, e que protege esses direitos. Ora, não existe nenhuma entidade que te dá o direito de dizer quem é teu vizinho, ou mesmo quem pode imigrar ou não.

Há, com certeza que há - chama-se Estado português. É esta quem define se pode ou não haver imigração maciça, se devem ou não ser permitidas as vendas de património português a estrangeiros, etc. Para eleger esta entidade, contribuem todos os cidadãos nacionais, e todos têm direito à sua opinião, não podendo nenhum deles (nem os nacionalistas) ver sonegado esse direito.

Portanto, não tens qualquer direito neste sentido, nem um pedaço de terra que não é a tua propriedade.

Enganas-te: Portugal é de todos os Portugueses. E cabe a todos os portugueses definir se acham bem ou mal que haja imigração.

Assim sendo, quando dizes: tenho o direito de não querer pretos - eu pergunto-te quem te dá esse direito?

A Democracia: da mesma maneira que tu tens direito a querer cá os pretos, eu tenho direito a não os querer cá. Ou terás alguma superioridade moral? Se achas que sim, pergunto-te - quem te dá essa superioridade??

Estás quase lá. Portugal não é portanto uma casa, mas um condominio. E em democracia, o partido mais votado torna-se a administração do condominio e que toma as decisões.

Isso é inexacto, porque num condomínio há mais do que uma família, e em Portugal há uma só família, i.e., um só povo. Sem embargo, tem de haver quem zele pelos interesses do povo, tem de haver um chefe de família (eleito, ora pois): e se esse chefe de família faz quanto pode por destruir a família, é lícito que alguns membros da família se revoltem - e é injusto e antidemocrático que lhes sejam colocados entraves na sua actividade.

Portanto, nem tu nem o teu vizinho manda - era impossível que 9 milhões de pessoas mandassem, certo?

Não mandamos, mas decidimos quem manda, e podemos defender as ideias que quereríamos implantadas por quem manda.

"Então se estiveres a dar um enxerto de porrada num tipo que te assaltou, e vier um par de marmanjos que nada têm a ver com o assunto que te espanquem até ficares inconsciente, deves ficar contentíssimo..."

Ficaria - e vou contar-te a história toda. No tribunal, ficou-se a saber que o tipo que alegadamente me assaltou era um tipo que vivia na França cujo pai era Norueguês e a mãe Polaca. E eu no dia anterior tinha entrado na sua casa, bem com a casa dos Pais, e roubei-lhes tudo.

Já fizeste mais do que os alemães, que só invadiram a França e a Noruega depois da declaração de guerra pelos aliados.

O Francês teve o descaramento de chamar a polícia, e eu quando o encontrei, dei-lhe um enxerto de porrada, chamando-lhe de judeu ladrão por me criar problemas.

O mal é que o polícia se calhar eras tu, e o francês chamou dois meliantes, um com uma foice na mão e outro com um cifrão gigantesco; deram-te duas cacetadas no chavelhame, e ficaste sem saber a diferença entre polícias e ladrões, i.e., entre bem e mal.

Mas isto foi há 50 anos atrás.

Há 60, mais propriamente.

Aprendi a minha lição, e hoje sou um dos mais ricos da Europa.

Muito graças a instituições que já tinhas conseguido construir antes de teres levado o enxerto de porrada - como o Reichsbank, hoje Deutschebank.

26 de janeiro de 2006 às 23:11:00 WET  
Blogger Caturo said...

Mas eu também tenho o direito a não querer negros em Portugal: Portugal é uma casa, que pertence igualmente a cada um dos portugueses. E como habitante da casa tenho todo o direito a não querer que estranhos a habitem, dado que isso desvirtuaria a identidade dos restantes, e os arrastaria para um lamaçal sem raça nem identidade. Se o meu vizinho estiver em desacordo, que mude de casa - ou seja, que imigre!

Precisamente. Eu já tinha explicado isto ao gajo, e ele nessa altura calou-se muito bem caladinho, e agora volta a dizer as mesmas imbecilidades, próprias de quem não tem nem sentido de justiça nem sequer um bom raciocínio lógico.

27 de janeiro de 2006 às 10:42:00 WET  
Blogger Caturo said...

Para haver direitos é preciso uma entidade que legitimiza o mesmo, e que protege esses direitos.

Não, não tem. O fundamento do direito, é a Justiça, que existe por si própria, seja ou não protegida por uma instituição.

E, se não é assim, então nada nos impede de darmos um golpe de Estado e de vos encostarmos todos à parede antes de puxarmos o gatilho que vos oferece uma passagem rápida para outro mundo. Ou há justiça, ou há força. Escolham.



Ora, não existe nenhuma entidade que te dá o direito de dizer quem é teu vizinho,

E por acaso até existe, porque o Estado Português é igualmente de todos os portugueses, motivo pelo qual todo e qualquer português tem todo o direito de expressar a sua opinião sobre os estrangeiros que entram ou não em Portugal.

27 de janeiro de 2006 às 10:49:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"A Democracia: da mesma maneira que tu tens direito a querer cá os pretos, eu tenho direito a não os querer cá. Ou terás alguma superioridade moral? Se achas que sim, pergunto-te - quem te dá essa superioridade??

Estás a confundir duas coisas. A primeira é o "direito de opinião", que cada um tem, do rumo onde se quer levar o País. Tens o direito de não querer imigrantes por uma questão de não perder a identidade nacional. E em democracia, a tua opinião é tão válida como a minha. Concordamos nisto.

Mas tu percebes também que 9 milhões de opiniões não podem prevalecer. E portanto, a administração eleita democraticamente não poderá agradar a todos.

"Isso é inexacto, porque num condomínio há mais do que uma família, e em Portugal há uma só família, i.e., um só povo. Sem embargo, tem de haver quem zele pelos interesses do povo, tem de haver um chefe de família (eleito, ora pois): e se esse chefe de família faz quanto pode por destruir a família, é lícito que alguns membros da família se revoltem - e é injusto e antidemocrático que lhes sejam colocados entraves na sua actividade."

Desculpa, mas um povo não é uma única família. E o Estado Português não dá qualquer direito aos cidadãos de ditarem quem é o seu vizinho. A analógia que apresentas é a de uma comuna hippie, onde todos os membros funcionam como uma família, e cada decisão é feita pelo colectivo.

"Já fizeste mais do que os alemães, que só invadiram a França e a Noruega depois da declaração de guerra pelos aliados."

Ah, desculpa que injustiça! Os aliados só pecaram por não terem declarado a guerra antes, e destruido o regime nazioracista antes de ter criado tanta miséria. Os Alemães nazis foram os agressores.

"Engraçado: então porque é que a anexação das Repúblicas Bálticas pela Rússia não teve direito a igual correctivo? Nem a invasão da Finlândia? "

Teria. Mas a guerra contra o eixo arrasou a europa e portanto esta guerra contra o urso comunista teve de esperar mais umas décadas.

"Muito graças a instituições que já tinhas conseguido construir antes de teres levado o enxerto de porrada - como o Reichsbank, hoje Deutschebank."

É a tua opinião. A prosperidade e a paz dos Alemães de hoje não se deve a uma ou duas instituições. Ou seja, *apesar* da destruição de um País devido aos excessos do nacionalismo - o País conseguiu levantar-se, e para não cair mais -tomou as precauções de proibir o "nazioracismo" político.

27 de janeiro de 2006 às 10:50:00 WET  
Blogger Caturo said...

Portanto, nem tu nem o teu vizinho manda - era impossível que 9 milhões de pessoas mandassem, certo?

Errado mais uma vez.. É para isso que existem os referendos e os plesbicitos, as formas mais puras de democracia.

27 de janeiro de 2006 às 10:50:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Portanto, nem tu nem o teu vizinho manda - era impossível que 9 milhões de pessoas mandassem, certo?

Errado mais uma vez.. É para isso que existem os referendos e os plesbicitos, as formas mais puras de democracia."


Lê o que está escrito, e vai a negrito para perceberes: "É IMPOSSÍVEL que 9 milhões de pessoas mandem". Os referendos e as eleições democráticas existem precisamente para definir um rumo, o que necessariamente haverá pessoas insatisfeitas. O que no vosso caso se traduz a eternamente insatisfeitas.

27 de janeiro de 2006 às 10:56:00 WET  
Blogger Caturo said...

A Democracia: da mesma maneira que tu tens direito a querer cá os pretos, eu tenho direito a não os querer cá.

Direi mais - eu tenho mais direito a que não haja cá negros do que ele tem a que haja cá negros.

Efectivamente, o País é branco à partida e é isso que todo o português herda.
Quem quer alterar isso, está a querer alterar uma herança que também é minha.
Logo, tal coisa não pode suceder a menos que se verifique uma unanimidade de todos os portugueses.
Caso essa unanimidade não se verifique, o mais que ele pode fazer é, se conseguir maioria, trazer para cá negros com o objectivo único e exclusivo de trabalharem, e nunca em caso algum de partilharem a Nação, ou seja, de passarem a ser portugueses.

E porquê?

Porque o facto de um negro trabalhar em Portugal nada traz de irreversivel - o sujeito pode ir-se embora a qualquer momento, recebendo o justo pagamento pelo trabalho que entretanto tiver realizado. E, em não sendo irreversível a sua presença, nada obsta a que a minoria que não o quer cá consiga eventualmente tornar-se numa maioria e assim fazê-lo sair do País.

27 de janeiro de 2006 às 11:00:00 WET  
Blogger Caturo said...

"É IMPOSSÍVEL que 9 milhões de pessoas mandem". Os referendos e as eleições democráticas existem precisamente para definir um rumo,

Definir um rumo por maioria. Ou seja, é o conjunto dos nove milhões que manda.


O que no vosso caso se traduz a eternamente insatisfeitas.

Não fales antes do tempo que a História ainda não acabou.
De resto, o que dizes não se aplica, dado que os teus donos não permitem que se faça um referendo a respeito disto.

27 de janeiro de 2006 às 11:02:00 WET  
Blogger Caturo said...

Mas tu percebes também que 9 milhões de opiniões não podem prevalecer. E portanto, a administração eleita democraticamente não poderá agradar a todos.

Mas para que haja uma administração eleita de modo democrático, é essencial que todos possam exprimir a sua opinião, o que, de momento, não se verifica.




Desculpa, mas um povo não é uma única família.

É uma única família sim. Uma única família. Uma Nação é tão somente uma família maior. Logo, a casa está para a família como o país está para a nação.


E o Estado Português não dá qualquer direito aos cidadãos de ditarem quem é o seu vizinho

Um Estado legítimo dá direito a todo e qualquer cidadão para se pronunciar sobre se um vizinho estrangeiro pode ou não estar nessa terra.

27 de janeiro de 2006 às 11:06:00 WET  
Blogger Caturo said...

o País conseguiu levantar-se, e para não cair mais -tomou as precauções de proibir o "nazioracismo" político.

É a tua opinião, a de que o país caiu por causa do Nacionalismo político. Quer isto dizer que continuas a defender a supressão da liberdade política de acordo com a tua opinião.

Ora isso não é, nunca foi, jamais será, uma democracia; é, sempre foi e será sempre um despotismo esclarecido com máscara democrática, ou seja, uma aldrabice pegada.

27 de janeiro de 2006 às 11:09:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Não, não tem. O fundamento do direito, é a Justiça, que existe por si própria, seja ou não protegida por uma instituição."

Só que aqui voltamos ao mesmo ponto: cada um tem o seu sentido de justiça, que é dependente dos valores morais de cada um. E portanto, pergunta-se porque é que o teu sentido de justiça é que deveria prevalecer.

"E, se não é assim, então nada nos impede de darmos um golpe de Estado e de vos encostarmos todos à parede antes de puxarmos o gatilho que vos oferece uma passagem rápida para outro mundo. Ou há justiça, ou há força. Escolham"

Vai ter de ser pela força, sem dúvida! Façam o golpe de estado, não precisam de arranjar desculpas nem perguntas para o fazer. É ingenuo da tua parte pensares que o teu movimento nazioracista terá alguma vez alguma chance de chegar ao poder democraticamente. E o correctivo não vai ser uma execução ao teu estilo - porque somos uma democracia e há que respeitar os direitos humanos - vamos po-los na cadeia junto do Jamal e companhia - que é mais do que merecem.

]:->

27 de janeiro de 2006 às 11:16:00 WET  
Blogger Caturo said...

Só que aqui voltamos ao mesmo ponto: cada um tem o seu sentido de justiça, que é dependente dos valores morais de cada um. E portanto, pergunta-se porque é que o teu sentido de justiça é que deveria prevalecer.

Bem, é um sentido de justiça comum a todos. Tenho o direito de preservar o que herdei. E os outros herdeiros, se não gostarem daquilo que temos, só lhes resta abandonar a herança e irem-se embora. Agora, se em vez disso optam por alterar a herança que também é minha contra a minha vontade, a isso chama-se injustiça. Ora se isso para ti está correcto, então está igualmente correcto trazer para cá capangas de leste para te entrarem em casa e te sacarem o que for teu - se uma herança pode ser alterada contra a vontade de um dos herdeiros, então também pode ser alterada no sentido de criar um novo método interno de distribuição de riqueza.

Por se é essa a vossa noção de justiça, então estão mesmo a pedir uma guerra civil.



"E, se não é assim, então nada nos impede de darmos um golpe de Estado e de vos encostarmos todos à parede antes de puxarmos o gatilho que vos oferece uma passagem rápida para outro mundo. Ou há justiça, ou há força. Escolham"

Vai ter de ser pela força, sem dúvida!

Aahahhahah, sossega, menino... para já, vai pela lei, enquanto não nos conseguirem impedir de participar em eleições, mesmo com a vossa nojenta censura.

Agora, se isto não for possível, veremos para que lado pende a força. Ou se vocês têm força para sobreviver à justa vingança. Já vos disse e repito: se o País não puder ser nosso, então também não será vosso. Era melhor transformar Portugal num caos radioactivo do que permitir que vocês substituíssem o nosso povo pela vossa mixórdia.



Façam o golpe de estado, não precisam de arranjar desculpas nem perguntas para o fazer. É ingenuo da tua parte pensares que o teu movimento nazioracista terá alguma vez alguma chance de chegar ao poder democraticamente.

Também um certo camarada me dizia isso... mas a ver vamos. Compreendo que tu e a tua laia quisessem que nós tentássemos já o golpe de Estado, para terem um pretexto para se livrarem da nossa presença política e ainda assim continuarem armados em democratas.

Mas não, jovem - para tua grande infelicidade, a via é dentro da lei.

E assim, é preciso lembrar os versos do vate Rodrigo Emílio:

Àqueles que não gostam
De nos ver de braço ao alto
Temos só de lhes dizer
Que vão ter de viver
Em eterno SOBRESSALTO.

;)

Bom proveito.

27 de janeiro de 2006 às 12:29:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Estás a confundir duas coisas. A primeira é o "direito de opinião", que cada um tem, do rumo onde se quer levar o País. Tens o direito de não querer imigrantes por uma questão de não perder a identidade nacional. E em democracia, a tua opinião é tão válida como a minha. Concordamos nisto.

Mau! Então ainda há dois minutos dizias

"Assim sendo, quando dizes: tenho o direito de não querer pretos - eu pergunto-te quem te dá esse direito?"

E agora já recuas??? Um pouco mais de consistência!

Mas tu percebes também que 9 milhões de opiniões não podem prevalecer. E portanto, a administração eleita democraticamente não poderá agradar a todos.

Claro que não pode prevalecer cada uma das 9.000.000 de opiniões; por isso, em democracia, prevalece a opinião majoritária: e eu tenho o direito de fazer saber á maioria da população qual é a minha opinião, para que esta possa jugá-la e votá-la, se assim entender; ora, os donos do sistema caceteiro que emergiu do 25 de Abril impedem os nacionalistas de o fazer.

Desculpa, mas um povo não é uma única família.

Claro que é: é uma comunidade homogénea, partilhando um determinado número de caracterísitcas comuns (a saber: raça, cultura, língua) que devem ser preservadas, para que esse povo não desapareça.

E o Estado Português não dá qualquer direito aos cidadãos de ditarem quem é o seu vizinho.

Dá todo o direito, se o Povo, i.e., a Nação, achar que o vizinho não deve ser um preto. O Estado serve o Povo, não vice-versa. Não há coisas más para os portugueses e boas para Portugal.

A analógia que apresentas é a de uma comuna hippie, onde todos os membros funcionam como uma família, e cada decisão é feita pelo colectivo.

Isso não é uma comuna hippie - é uma democracia. E a decisão não precisa ser feita pelo colectivo, basta que a chefia saiba respeitar a vontade popular.

Ah, desculpa que injustiça!

Mas injustiça de facto, nem ponhas a menor dúvida...

Os aliados só pecaram por não terem declarado a guerra antes, e destruido o regime nazioracista antes de ter criado tanta miséria.

Não criou menos do que o regime soviético, que nunca se viu invadido, e que até hoje continua sem condenação oficial por parte do Mundo Livre e Democrático...

Os Alemães nazis foram os agressores.

Em relação à Polónia, à Checoslováquia, e à Áustria. Nunca atacaram a França e a Inglaterra, nem nenhum aliado destas antes de Paris e Londres declararem Guerra à Alemanha.


Teria. Mas a guerra contra o eixo arrasou a europa e portanto esta guerra contra o urso comunista teve de esperar mais umas décadas.

Ah sim? E quantas? É que depois da II G. M. passaram-se quase 5 décadas até ao colapso soviético, e nada de correctivo dos aliados; aliás, ainda hoje a China, Cuba, Vietname, Laos e Coreia do Norte continuam a sua senda de destruição e mortandade, e qu'é do correctivo internacional? Mesmo quando a China Maoísta invadiu a Mongólia e o Tibete, já a Guerra na Europa tinha acabado, onde estavam os arautos da Liberdade que atacaram a Alemanha Nazi???

É a tua opinião.

E a de uma profusão de historiadores de renome.

A prosperidade e a paz dos Alemães de hoje não se deve a uma ou duas instituições.

Mas também se deve. Não só, mas também.

Ou seja, *apesar* da destruição de um País devido aos excessos do nacionalismo

Mentira: devido à guerra que as potências aliadas declararam á Alemanha.

o País conseguiu levantar-se, e para não cair mais -tomou as precauções de proibir o "nazioracismo" político.

Ah! Então deve ter sido por isso que, há bem pouco tempo, nas eleições para um dos Länder da Alemanha de Leste, os neo-nazis tiveram trinta e tal por cento dos votos... Deve ser porque aquilo do nazismo foi uma coisa horrenda, que só trouxe dissabores ao povo...

27 de janeiro de 2006 às 18:02:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Não, não tem. O fundamento do direito, é a Justiça, que existe por si própria, seja ou não protegida por uma instituição."

Só que aqui voltamos ao mesmo ponto: cada um tem o seu sentido de justiça, que é dependente dos valores morais de cada um. E portanto, pergunta-se porque é que o teu sentido de justiça é que deveria prevalecer.

Porque já não seria o meu sentido de justiça, mas sim o da maioria da população.


Vai ter de ser pela força, sem dúvida! Façam o golpe de estado, não precisam de arranjar desculpas nem perguntas para o fazer.

Não te preocupes; se à força tiver de ser, á força será. Ninguém tem emdo de pegar em armas...

É ingenuo da tua parte pensares que o teu movimento nazioracista terá alguma vez alguma chance de chegar ao poder democraticamente.

Lá voltam os dogmas: explica lá porque é que dizes isso, e desta vez tenta dar uma resposta minimamente substancial.

E o correctivo não vai ser uma execução ao teu estilo - porque somos uma democracia e há que respeitar os direitos humanos - vamos po-los na cadeia junto do Jamal e companhia - que é mais do que merecem.

Isso seria se nos apanhassem; mas o problema é que, como disseste e bem, o mais forte vence sempre - e nós somos mais fortes do que vocês, seja por armas ou pela força das urnas, assim consigamos expor as nossas ideias. A vitória do Nacionalismo é inevitável, rapaz. E quando vencermos, vamos mesmo executar todos os traidores e inimigos da Pátria... Porque quem, como vocês, se põe contra a Humanidade não merece tratamento humano...

27 de janeiro de 2006 às 18:12:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Assim sendo, quando dizes: tenho o direito de não querer pretos - eu pergunto-te quem te dá esse direito?"

E agora já recuas??? Um pouco mais de consistência!"


Tens toda a razão, e não me expressei bem. Tens obviamente o direito de ter uma opinião sobre o assunto, tal como eu tenho a minha. Mas tal como eu, não tens o direito de que a tua opinião/medida seja directamente executada nem legislada.

"Isso não é uma comuna hippie - é uma democracia. E a decisão não precisa ser feita pelo colectivo, basta que a chefia saiba respeitar a vontade popular."

Que é implantar o vosso nacionalismo racial em Portugal?

"soviético, e nada de correctivo dos aliados; aliás, ainda hoje a China, Cuba, Vietname, Laos e Coreia do "

Houve tentativas dos americanos na Coreia e Vietname, mas não deram em certo. A união sovietica era demasiado forte, mas acabou por cair.

Eu sempre disse que os regimes comunistas e nacionalistas resumem-se a ditaduras, e ambos regimes foram responsáveis pela miséria e morte de milhões. E na mesma moeda, devia-se proibir o comunismo no processo democrático português. Mas a nossa democracia e o nosso povo são bem mais maduros, e rejeitaram o comunismo.

"Ah! Então deve ter sido por isso que, há bem pouco tempo, nas eleições para um dos Länder da Alemanha de Leste, os neo-nazis tiveram trinta e tal por cento dos votos... Deve ser porque aquilo do nazismo foi uma coisa horrenda, que só trouxe dissabores ao povo... "

É natural, pois viveram com os dissabores do comunismo durante anos.

"Dá todo o direito, se o Povo, i.e., a Nação, achar que o vizinho não deve ser um preto"

Mas quem fala pela Nação? Não me vais dizer que é o Povo... que é um conjunto diverso de pessoas com diferentes ideologias. É precisamente o regime que foi eleito pela maioria.

27 de janeiro de 2006 às 22:20:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"A vitória do Nacionalismo é inevitável, rapaz."

Não o é. E a razão principal é que vocês não sabem quem são os vossos piores inimigos (democraticamente falando) - e não é a Esquerda do Louçã.

"vamos mesmo executar todos os traidores e inimigos da Pátria"

Não tenho qualquer dúvida disso. Basta ver como os nazis tratavam os inimigos. Mas até chegar esse dia, podem continuar a sonhar. E como o caturo já disse, terão de portar-se muito bem, como meninos bem comportados - e cá estamos nós para observar cada passo que vocês fazem.

27 de janeiro de 2006 às 22:26:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"É uma única família sim. Uma única família. Uma Nação é tão somente uma família maior. Logo, a casa está para a família como o país está para a nação. "

Nesta ordem de ideias, não errado pensar que toda a humanidade é uma grande família. E portanto, a Terra é uma grande casa.

O teu conceito de Nação como uma família implica uma figura autoritária, o Pai, que dá aos seus filhos (a sociedade) as regras pela qual devem viver. Por outro lado, cada um nasce com o Pai que se tem, não se elege. O que eu quero dizer é uma família não é gerida pela democracia, e quando dizes que a Nação é uma extensão da família, percebo aonde queres chegar.

27 de janeiro de 2006 às 22:45:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Tens toda a razão, e não me expressei bem. Tens obviamente o direito de ter uma opinião sobre o assunto, tal como eu tenho a minha. Mas tal como eu, não tens o direito de que a tua opinião/medida seja directamente executada nem legislada.

Mas tal como tu, devia ter o direito de expor as minhas ideias à população, que, uma vez delas informada, poderia ou não votá-las. E se fossem aceites pela maioria da população, seriam legalmente legisladas e executadas. No entanto, se tu podes fazê-lo, eu, se for para a rua proclamar que a comunhão entre raças é perniciosa para Portugal, vou para à cadeia.

"Isso não é uma comuna hippie - é uma democracia. E a decisão não precisa ser feita pelo colectivo, basta que a chefia saiba respeitar a vontade popular."

Que é implantar o vosso nacionalismo racial em Portugal?

Se o nosso nacionalismo racial for sufragado pela maioria da população, sim.

Houve tentativas dos americanos na Coreia e Vietname, mas não deram em certo.

Essas não foram "correctivos": foram tentativas de impedir o alargamento da zona de influência da URSS.

A união sovietica era demasiado forte, mas acabou por cair.

Então não era assim tão forte; nem sequer por dentro.
De resto, forte era a Alemanha (que só atacada por 4 potências em simultâneo se vergou) e isso não foi impedimento de a atacarem...

Eu sempre disse que os regimes comunistas e nacionalistas resumem-se a ditaduras, e ambos regimes foram responsáveis pela miséria e morte de milhões.

Volto a dizer-te: o único regime nacionalista que existiu até hoje, a Alemanha Nazi, não foi responsável pela miséria de ninguém - bem pelo contrário, arrancou a Alemanha da miséria decorrente da humilhação de Versailles, empregou milhares, reestruturou a economia.

devia-se proibir o comunismo no processo democrático português. Mas a nossa democracia e o nosso povo são bem mais maduros, e rejeitaram o comunismo.

Por uma vez, de acordo.

"Ah! Então deve ter sido por isso que, há bem pouco tempo, nas eleições para um dos Länder da Alemanha de Leste, os neo-nazis tiveram trinta e tal por cento dos votos... Deve ser porque aquilo do nazismo foi uma coisa horrenda, que só trouxe dissabores ao povo... "

É natural, pois viveram com os dissabores do comunismo durante anos.

E com os da Alemanha Nzi também, ou não? Nesse caso, porque não rejeitam eles as duas ideologias malignas???

Mas quem fala pela Nação? Não me vais dizer que é o Povo...

Meu rapaz, Nação=Povo. A sigla i.e. significa, caso não saibas, "isto é".

que é um conjunto diverso de pessoas com diferentes ideologias. É precisamente o regime que foi eleito pela maioria.

Ora bem; mas o regime foi eleito por uma maioria que foi propositadamente impedida de votar numa determinada ideologia - o Nacionalismo. Como tal, o processo democrático está viciado, porque nem todos podem expor as suas ideias.

"A vitória do Nacionalismo é inevitável, rapaz."

Não o é.

É, porque o instinto de conservação enquanto entidade etno-cultural é intrínseco a qualquer Nação. Para usar palavras mais limpas, o instinto do Homem é a sobrevivência. E a sobrevivência de Portugal só o Nacionalismo pode proporcionar.

E a razão principal é que vocês não sabem quem são os vossos piores inimigos (democraticamente falando) - e não é a Esquerda do Louçã.

Os nossos piores inimigos são, de facto, a Esquerda caceteira do Anacleto. No entanto, sabemos perfeitamente que todos os partidos, Comunistas ou Capitalistas, são nossos inimigos.


"vamos mesmo executar todos os traidores e inimigos da Pátria"

Não tenho qualquer dúvida disso. Basta ver como os nazis tratavam os inimigos. Mas até chegar esse dia, podem continuar a sonhar. E como o caturo já disse, terão de portar-se muito bem, como meninos bem comportados - e cá estamos nós para observar cada passo que vocês fazem.

Então, já estás de sobreaviso.

28 de janeiro de 2006 às 15:16:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Nesta ordem de ideias, não errado pensar que toda a humanidade é uma grande família. E portanto, a Terra é uma grande casa.

É errado pensar isso, porque cada Nação, i.e., cada Povo existente na Terra é uma família. E cada família têm características específicas que a diferenciam das restantes, que devem ser preservadas pelos seus membros.

O teu conceito de Nação como uma família implica uma figura autoritária, o Pai, que dá aos seus filhos (a sociedade) as regras pela qual devem viver.

O teu conceito de família é que é duma distorção atroz: se fores casado, coitada da tua mulher, e pobres dos teus filhos...

Por outro lado, cada um nasce com o Pai que se tem, não se elege.

Por isso é que eu digo que a Nação é como uma família, e não digo que é uma família.

O que eu quero dizer é uma família não é gerida pela democracia, e quando dizes que a Nação é uma extensão da família, percebo aonde queres chegar.

Isso são especulações tuas; a Nação é como uma família, no sentido de que vive numa mesma casa, e deve, conjuntamente, zelar pela conservação da sua estrutura e da sua herança. É nesse sentido que eu faço a analogia da família: tu depois bem tentas colar os rótulos que queres, Tal é o enrascanço, mas não consegues mais do que especular, e ser, uma vez mais, arrastado para a lama dos derrotados.

28 de janeiro de 2006 às 15:24:00 WET  
Blogger Caturo said...

"É uma única família sim. Uma única família. Uma Nação é tão somente uma família maior. Logo, a casa está para a família como o país está para a nação. "

Nesta ordem de ideias, não errado pensar que toda a humanidade é uma grande família.

É errado sim, porque quando se fala em família, está-se sempre a falar de um determinado grupo unido pelo sangue enquanto for distinto de outro grupo unido pelo sangue. Ou seja, «família» é sempre um conceito que exclui indivíduos.

Além do mais, a Terra é uma grande casa... mas relativamente a que outra casa? A um outro planeta habitado por extra-terrestres?... Conheces alguma outra casa além da Terra?

Se queres ver um movimento que una dessa maneira toda a população terrestre, manda um dos teus amigos extra-terrestres virem invadir a Terra... e é preciso que nem sequer sejam de espécie humanóide, senão pode haver a tentação de ver semelhanças entre eles e alguma das raças... e qualquer branco se sentiria naturalmente mais próximo de um Luke Skywalker ou de uma princesa Leia do que dum MC Hammer...;)

Mas mesmo aí, isso não significa que as fronteiras raciais tão odiadas pela tua laia devessem cair - pois se nem em nome da unidade da raça branca aceitaríamos que os Eslavos ou os Gregos tomassem conta de Portugal (a menos que fosse necessário deter uma invasão de Angolanos, por exemplo...), muito menos aceitaríamos partilhar o nosso continente com gente de outras raças que não a caucasóide.



O teu conceito de Nação como uma família implica uma figura autoritária,

Não, isso és tu a inventar, ou a desejar que eu tivesse dito isso. Infelizmente para ti, não o fiz.



o Pai, que dá aos seus filhos (a sociedade) as regras pela qual devem viver. Por outro lado, cada um nasce com o Pai que se tem, não se elege. O que eu quero dizer é uma família não é gerida pela democracia, e quando dizes que a Nação é uma extensão da família, percebo aonde queres chegar.

Eu é que percebo onde tu queres chegar com esse desvio de conversa - como a questão do espírito de sangue e de estirpe te irrita, queres fugir para um campo no qual nos possas acusar de totalitários e pronto, ficas descansadinho.

Mas não. Até porque já agora, nem todas as famílias são dominadas por uma vontade paternal acima de toda a discussão.

29 de janeiro de 2006 às 01:09:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Mas tal como tu, devia ter o direito de expor as minhas ideias à população, que, uma vez delas informada, poderia ou não votá-las"

O problema é que como partido político vocês são desonestos. Não tenho qualquer problema em que se discuta a perda de identidade, que aliás é um tópico importante.

Mas no momento em que vocês como partido político equacionam imigrantes ou pretos com a criminalidade, os homosexuais com pedofilia, os produtos chineses com trabalho infantil - é caso para dizer que deverão estar preparados para receber um ou mais processos de difamação. Assim, se fosse um imigrante ou preto e um partido político dissesse que era um criminoso, então tenho todo o direito de o processar. Estamos de acordo?

"Então não era assim tão forte; nem sequer por dentro. "

A União Sovietica durou décadas. Portanto era forte.

"Volto a dizer-te: o único regime nacionalista que existiu até hoje, a Alemanha Nazi, não foi responsável pela miséria de ninguém "

Nem os revisionistas e simpatizantes do nazismo diriam uma coisa destas. Começando com o Caturo.

"Os nossos piores inimigos são, de facto, a Esquerda caceteira do Anacleto. No entanto, sabemos perfeitamente que todos os partidos, Comunistas ou Capitalistas, são nossos inimigos."

Os vossos maiores inimigos são os do centro, ou seja, os moderados, os que costumam votar no PSD ou no PS. E que nem votam no PP. E infelizmente para vocês, correspondem a maioria dos eleitores.

""vamos mesmo executar todos os traidores e inimigos da Pátria"

E falas nisto como futura política do PNR (que teria de reintroduzir a pena de morte em Portugal), ou como um skinhead ou outro criminalzeco de extrema-direita qualquer?

29 de janeiro de 2006 às 16:47:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Por isso é que eu digo que a Nação é como uma família, e não digo que é uma família."

Se vocês fazem uma analogia para justificar a vossa ideologia, então é preciso que esta não tenha buracos. E portanto, se a Nação é como uma família:

1) Todos os elementos da família não são iguais, existe uma figura (Pai/Mãe) que exerce autoridade e moral aos filhos. Mas os País não se escolhem, e não há democracia no seio familiar. Não se quer crianças mal comportadas ou mimadas. Mas esta autoridade não é compativel quando se trata de adultos.

2) Os elementos da família não podem obviamente casar entre si, pois isto constitui incesto. Logo, há que arranjar elementos de outras famílias/Nações: ou seja, estrangeiros. Não é isso que vocês querem.

3) A Nação como familia implica que os elementos podem deslocar-se em qualquer ponto da casa. Mas isto não se verifica em todas as Nações: cada um tem a sua propriedade, e nem o Estado (Pais) ou o meu vizinho podem entrar em minha casa, com o risco de levarem um tiro.

4) E finalmente, se a Mãe deixar o Pai - este pode muito bem trazer uma preta lá para casa, que os filhos não têm palavra no assunto - o que lhes resta apenas sair (emigrar) para fora.

Tenho mais buracos desta anologia. Mas ficam com estas por agora.

29 de janeiro de 2006 às 17:03:00 WET  
Blogger Caturo said...

O problema é que como partido político vocês são desonestos

Desonesta é a tua ralé. O único partido político português que diz verdades importantes é o PNR - e vocês sabem disso. Mas são tão asquerosamente descarados, que têm a lata de dizer que o PNR é que é desonesto. Enfim, uma desgraça nunca vem só e vocês, em matéria de podridão, é sempre a descer. É que nós, mesmo que quiséssemos ser desonestos, nunca conseguiríamos cair tão a fundo como a vossa laia.




Não tenho qualquer problema em que se discuta a perda de identidade,

Tens sim, rapaz, tens sim, quando o que está em causa são os verdadeiros pilares da identidade: a raça e a etnia. É isso que vocês não gostam de ver discutido. Se por outro lado nos ficássemos apenas pela «cultura», já vocês não se preocupavam tanto, porque nos considerariam inofensivos.




Mas no momento em que vocês como partido político equacionam imigrantes ou pretos com a criminalidade,

O partido não diz isso, nem o poderia dizer.
Mas a verdade, nunca por vocês desmentida, é que a criminalidade violenta é mesmo muito mais frequente entre os negros do que entre os brancos. Isto é um facto que ninguém pode negar, mas tão somente esconder, que é o que vocês passam a vida a querer fazer. Por isso é que nós vos irritamos tanto - porque vos damos cabo da mascarada e dizemos que o rei vai nu.




os produtos chineses com trabalho infantil

Os produtos chineses são feitos com exploração dos trabalhadores, incluindo crianças. Claro que vocês sentem-se incomodados quando se diz isto, porque queriam poder continuar a abrir as pernas à chinesada e ao mesmo tempo a manter a vossa conscienciazinha pronto-a-sentir e o vosso ar de defensor dos direitos humanos. Até nisto se prova como vocês não merecem ser tratados como humanos.


é caso para dizer que deverão estar preparados para receber um ou mais processos de difamação.

Sim - os truques cobardes da ralé que se sente naturalmente ameaçada pela nossa existência. Quanto mais gritam, mais música nos chega aos ouvidos.



Assim, se fosse um imigrante ou preto e um partido político dissesse que era um criminoso, então tenho todo o direito de o processar.

Mas, como não diz, só vos resta é babarem-se de ódio impotente, esperançosos que o nosso discurso se torne mais simplista para poderem então aplicar a vossa cassete feita em série para fanáticos mentecaptos...



"Então não era assim tão forte; nem sequer por dentro. "

A União Sovietica durou décadas. Portanto era forte.

Mas caiu por dentro. Portanto, não era forte.



Os vossos maiores inimigos são os do centro, ou seja, os moderados, os que costumam votar no PSD ou no PS. E que nem votam no PP. E infelizmente para vocês, correspondem a maioria dos eleitores.

Alguns dos nossos maiores inimigos podem estar nesses partidos, mas isso não significa que a maioria dos seus eleitores seja como eles. Na verdade, é o contrário que se verifica, pelo menos no caso da imigração, o que bem demonstra que parte da força desses partidos se baseia no seu totalitarismo disfarçado - os seus donos criaram um sistema no qual não admitem a concorrência dos «nazis» porque sabem que aí perderiam eleitorado.

29 de janeiro de 2006 às 17:08:00 WET  
Blogger Caturo said...

""vamos mesmo executar todos os traidores e inimigos da Pátria"

E falas nisto como futura política do PNR (que teria de reintroduzir a pena de morte em Portugal), ou como um skinhead ou outro criminalzeco de extrema-direita qualquer?

Provavelmente, fala nisso como português autêntico que tem vergonha que coisas infra-humanas como vocês existam à face da Terra.

29 de janeiro de 2006 às 17:10:00 WET  
Blogger Caturo said...

"Por isso é que eu digo que a Nação é como uma família, e não digo que é uma família."

Se vocês fazem uma analogia para justificar a vossa ideologia, então é preciso que esta não tenha buracos. E portanto, se a Nação é como uma família:

1) Todos os elementos da família não são iguais, existe uma figura (Pai/Mãe) que exerce autoridade e moral aos filhos.


Estás a partir do princípio que uma família é constituída por dois adultos e um ou mais menores. Mas não foi disso que se falou. Os pais só podem exercer essa autoridade enquanto os filhos forem menores.

De resto, ninguém falou sequer em pais a não ser tu - de facto, uma família pode ser constituída apenas por irmãos e primos, por exemplo (tendo os pais e tios morrido). E, aí, não existe nenhuma autoridade de princípio de uns sobre outros.


2) Os elementos da família não podem obviamente casar entre si, pois isto constitui incesto.

Primos que se casem com primos não cometem incesto. E em muitos casos aconteceu isto nas aldeias portuguesas, por motivos de heranças e não só (para as conservar na família).



3) A Nação como familia implica que os elementos podem deslocar-se em qualquer ponto da casa.

Deslocar-se sim, mas ficar não. Aliás, um irmão pode perfeitamente proibir a outro que vá ao seu próprio quarto.



4) E finalmente, se a Mãe deixar o Pai - este pode muito bem trazer uma preta lá para casa, que os filhos não têm palavra no assunto - o que lhes resta apenas sair (emigrar) para fora.

Apenas quando existe essa figura do pai com esse poder. Porque se o pai já tiver morrido e a família for constituída por irmãos apenas, nenhum deles pode levar uma preta lá para a casa sem o consentimento dos outros. Por, se um dos irmãos quiser unir-se a uma preta, sai lá de casa.


Tenho mais buracos desta anologia.

Então força nisso, porque, até agora, todos os teus buracos... foram mesmo só teus.

Aguardo por novas tentativas de demonstração que uma nação não é uma família alargada.

29 de janeiro de 2006 às 17:17:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

O problema é que como partido político vocês são desonestos. Não tenho qualquer problema em que se discuta a perda de identidade, que aliás é um tópico importante. Mas no momento em que vocês como partido político equacionam imigrantes ou pretos com a criminalidade, os homosexuais com pedofilia, os produtos chineses com trabalho infantil - é caso para dizer que deverão estar preparados para receber um ou mais processos de difamação.

Se andas na rua, sabes que a grossa maioria dos criminosos é de raça negra. Se tens algum interesse em informar-te, sabes que de facto os produtos chineses são fabricados por mão de obra escrava e infantil. Quanto à equiparação entre pedofilia e homossexualidade, hás-de dizer-me que Nacionalista disse que ser pedófilo era o mesmo que ser homossexual.

Assim, se fosse um imigrante ou preto e um partido político dissesse que era um criminoso, então tenho todo o direito de o processar. Estamos de acordo?

Não, potrque ninguém diz que os negros são crimnosos; o que dizemos, porque isso é insofismável verdade, é que a maioria dos crimnosos é negra.
Sobre isso, há até uma curiosa história: quando do arrastão e da onda de assaltos na linha de Sintra, a AACS deu uma reprimenda às televisões porque "só mostravam assaltantes africanos"; a resposta das televisões sobre esse ponto foi significativa: "nas gravações que temos, só há assaltantes africanos". O que se entende daqui? Terá o PNR tomado de assalto a redacção das televisões?...

A União Sovietica durou décadas. Portanto era forte.

A URSS caiu de podre; logo, não era forte.

"Volto a dizer-te: o único regime nacionalista que existiu até hoje, a Alemanha Nazi, não foi responsável pela miséria de ninguém "

Nem os revisionistas e simpatizantes do nazismo diriam uma coisa destas. Começando com o Caturo.

Qualquer pessoa teria de dizer-te isto; o Regime Nazi não foi responsável pela miséria fosse de quem fosse - o que levou as pessoas à miséria foi a Guerra, que foi declarada pelo aliados à Alemanha, e não vice-versa.

Os vossos maiores inimigos são os do centro, ou seja, os moderados, os que costumam votar no PSD ou no PS. E que nem votam no PP. E infelizmente para vocês, correspondem a maioria dos eleitores.

Errado, mais uma vez. As pessoas que votam PSD/PS, fazem-no apenas e só porque esses são os partidos menos maus: não o fazem por qualquer questão ideológica, mas porque "do mal, o menos": e votariam em nós, assim soubessem que a nossa luta é precisamente no sentido de ir ao encontro da sua principal aspiração: sobreviver. No entanto, esses partidos são também, como já terás lido, nossos inimigos, porque alinham, a fim de levarem a cabo os seus intentos de imperialismo capitalista, na estratégia de esmagar os Nacionalistas e de os impedir de, livremente, expressarem o seu ideário.
Ainda assim, e mais uma vez to digo, os piores inimigos do Nacionalismo estão na extrema-esquerda: porque só esta propõe e defende a invasão massificada de imigrantes, porque só esta propõe que todos os homens são iguais, e porque é com base nesta que se está a alevar a cabo a vergonhosa propaganda anti-nacional que se vê todos os dias nos media.

E falas nisto como futura política do PNR (que teria de reintroduzir a pena de morte em Portugal), ou como um skinhead ou outro criminalzeco de extrema-direita qualquer?

Qual o incómodo que te causa isso? Os esquerdalhos também falam de mandar prender os «fascistas!!!!!» como falaria qualquer arruaceio fanático das FARC, do Sendero Luminoso, ou do MST. O que me faz ter de seguir uma linha de raciocínio diferente da dos camaradas mais extremistas, e aos bem-pensantes não?

Se vocês fazem uma analogia para justificar a vossa ideologia, então é preciso que esta não tenha buracos.

Então, vai ao Vaticano e diz ao Papa se não andará a propor de há 2000 anos que os padres passem a viver no fundo do mar, dado que Cristo diz que estes são "o sal da terra"; ou então, que anda a dizer que os crentes devem meter-se debaixo da terra, dado que são "sementes de trigo ou joio"; e da mesma maneira, podes dizer a todos os professores de filosofia que andam a dizer que a alma humana caga nas paradas, dado que é puxada, segundo Platão, "por dois cavalos", o da Irascibilidade e o da Concupiscência, cabendo ao cavaleiro da Razão dominá-los. Estás já tão enrascado, que te agarras a qualquer coisa que te possa parecer uma tábua de salvação: não percebes é que te estás a agarrar à cauda de um tubarão esfomeado, que dará salvés por apanhar carne fresquinha...

1) Todos os elementos da família não são iguais, existe uma figura (Pai/Mãe) que exerce autoridade e moral aos filhos. Mas os País não se escolhem, e não há democracia no seio familiar. Não se quer crianças mal comportadas ou mimadas.

Sabes, apesar deste buraco que achaste ser dum ridículo anedótico (ou fruto de alguém que tem tão pouco raciocínio lógico que não entendeu em que sentido se utilizou a palavra "família"), revela mais acerca do teu pensamento do que tu gostarias: é que tu usas precisamentte a palavra crianças. No caso da Nação, as crianças seriam o Povo, a seguir o teu raciocínio - e isso que prova?, que,de acordo com a tua ideologia, o Povo padece todo de menoridade mental. Vai falando, meu bom home, que é com baseno que dizes que se compreende quem és...

Mas essa autoridade não é compatível quando se trata de adultos

Precisamente: e os cidadãos da Nação Portuguesa são adultos. Por isso, podem já eleger quem os governe...

2) Os elementos da família não podem obviamente casar entre si, pois isto constitui incesto. Logo, há que arranjar elementos de outras famílias/Nações: ou seja, estrangeiros. Não é isso que vocês querem.

Mais uma imbecilidade, a provar o teu enrascanço, dado que não é nesse sentido que se fala da família.

3) A Nação como familia implica que os elementos podem deslocar-se em qualquer ponto da casa. Mas isto não se verifica em todas as Nações: cada um tem a sua propriedade, e nem o Estado (Pais) ou o meu vizinho podem entrar em minha casa, com o risco de levarem um tiro.

Mas podes perfeitamente, se vives no Algarve, ir para Trás-Os-Montes, ou ir para o Minho, ou o Ribatejo: desde que não entres no quarto (neste caso, na casa) dos teus irmãos, ou, em última instância, companheiros de casa, porque têm direito à sua privacidade.

É que nem com idiotices vais lá!!!

4) E finalmente, se a Mãe deixar o Pai - este pode muito bem trazer uma preta lá para casa, que os filhos não têm palavra no assunto - o que lhes resta apenas sair (emigrar) para fora.

Mas o pai, ou o Chefe, no caso da Nação, é eleito: e se adopta um comportamento lesivo para esta, deve ser deposto.

Tenho mais buracos desta anologia. Mas ficam com estas por agora.

O que equivale a dizer que ainda vais dizer mais imbecilidades, e, sem querer mais coisas sobre ti próprio do que gostarias.
O que se traduzirá em mais cacetada nesse já desgastado chavelhame, e em mais barrigada de riso para os frequentadores desta casa. Assim sendo, força nisso...

29 de janeiro de 2006 às 23:31:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Não, potrque ninguém diz que os negros são crimnosos; "

O PNR não diz porque seria posto em tribunal. Mas se as leis raciais não tivesse em vigor, podiam ser processados na mesma por difamação. Aliás, houve uma demonstração PNR/FN em que havia um poster a dizer: "IMIGRAÇÃO = CRIMINALIDADE". Embora a proporção de criminosos negros seja maior que a dos brancos, a grande maioria dos negros não comete crimes. E a grande maioria dos imigrantes não comete crimes.

"sabes que de facto os produtos chineses são fabricados por mão de obra escrava e infantil"

É uma generalização, especialmente quando a maioria dos produtos globais são manufacturados pelos chineses, incluindo as TVs e outros produtos electrónicos. Ou seja, se existem produtos a serem feitos por mão de obra escrava/infantil então são patrocinados pelas empresas europeias e americanas. Mas vocês não referiram uma única empresa.

"Quanto à equiparação entre pedofilia e homossexualidade, hás-de dizer-me que Nacionalista "

O facto de andarem a dizer que 80% do pedofilos serem homosexuais. Ora introduziram isto para confundir o povo. E sim, apareceu um nacionalista na TV a dizer que 80% dos homosexuais eram pedófilos.

"A URSS caiu de podre; logo, não era forte."

Caiu de podre depois de muito tempo no poder. É preciso ver que os nazis não conseguiram vencer os russos num episódio muito famoso.


"Ainda assim, e mais uma vez to digo, os piores inimigos do Nacionalismo estão na extrema-esquerda: porque só esta propõe e defende a invasão massificada de imigrantes, porque só esta propõe que todos os homens são iguais"

É um erro de estratégia da vossa parte. Porque os comunistas/BE não estão no poder, e nunca estiveram, nem irão estar. Quem está no poder, e quem executa as tais medidas de dar oportunidades iguais a todos os cidadãos sem ver a sua cor ou religão são os partidos do centro.


"E falas nisto como futura política do PNR (que teria de reintroduzir a pena de morte em Portugal), ou como um skinhead ou outro criminalzeco de extrema-direita qualquer?

Qual o incómodo que te causa isso? "


Ah, nenhum. Apenas ameaçaste executar a mim e a outros portugueses por rejeitarmos por completo os vossos ideais raciais, e o vosso conceito de Nação.

30 de janeiro de 2006 às 01:26:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"é que tu usas precisamentte a palavra crianças. No caso da Nação, as crianças seriam o Povo, a seguir o teu raciocínio - e isso que prova?, que,de acordo com a tua ideologia, o Povo padece todo de menoridade mental. "

Não. Ao comparar a Nação com a família, são vocês que tratam o povo com a mesma capacidade mental de "menores" - aliás o que acontece em qualquer ditadura. A função principal de uma família é preparar os menores para serem membros funcionais da sociedade. Uma vez chegado a maioridade, saem fora do seio familiar para viver a sua vida e constituir uma outra família.

"Mas podes perfeitamente, se vives no Algarve, ir para Trás-Os-Montes, ou ir para o Minho, ou o Ribatejo: desde que não entres no quarto (neste caso, na casa) dos teus irmãos, ou, em última instância, companheiros de casa, porque têm direito à sua privacidade."

Este é um ponto importante porque vocês andam com ideias de que o território português é de todos. Não o é. Existem partes públicas, e existem partes privadas. Numa família, o Pai/Mãe (Estado) podem entrar em qualquer quarto a qualquer momento, ou trocar os quartos dos miudos. Não existe qualquer noção de pertença por parte do "povo". Ou seja, a analógia do País sendo uma única casa é um disparate, precisamente por isso.

"Mas o pai, ou o Chefe, no caso da Nação, é eleito: e se adopta um comportamento lesivo para esta, deve ser deposto.

Precisamente. Neste caso a Nação não funciona como um núcleo familiar - pelo menos quando falamos numa democracia.

"O que equivale a dizer que ainda vais dizer mais imbecilidades, e, sem querer mais coisas sobre ti próprio do que gostarias. "

Sou um livro aberto, e portanto tira as conclusões que quiseres. No entanto, a imbecilidade como se viu é a tua, porque a tua analogia só funciona para tu tirares a conclusão (imigrantes não pertencem a "familia portuguesa"). Mas quando se analisa o que é uma família, ve-se que a tua comparação não fica de pé por muito tempo.

30 de janeiro de 2006 às 01:58:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

O PNR não diz porque seria posto em tribunal. Mas se as leis raciais não tivesse em vigor, podiam ser processados na mesma por difamação. Aliás, houve uma demonstração PNR/FN em que havia um poster a dizer: "IMIGRAÇÃO = CRIMINALIDADE".

Não, ninguém os podia processar por difamação, porque o que dizem é a mais pura das verdades: cada imigrante é um criminoso, que comete o imperdoável crime de contribuir para a extinção da Nação Portuguesa, pelo simples facto de habitar no teritório que é dela por direito.

Embora a proporção de criminosos negros seja maior que a dos brancos, a grande maioria dos negros não comete crimes. E a grande maioria dos imigrantes não comete crimes.

Dado o acima enunciado, todos eles cometem crimes. Nem é uma questão de quantos são, porque são todos. E, além do crime de destruição cultural da Nação Portuguesa, há ainda os que acumulam os cargos de assaltantes, violadores, passadores de droga, vândalos...

É uma generalização, especialmente quando a maioria dos produtos globais são manufacturados pelos chineses, incluindo as TVs e outros produtos electrónicos. Ou seja, se existem produtos a serem feitos por mão de obra escrava/infantil então são patrocinados pelas empresas europeias e americanas. Mas vocês não referiram uma única empresa.

Nem precisamos. O problema aqui é a mão-de-obra infantil e a mão-de-obra escrava; e esta só existe porque o Governo Chinês nada faz em contrário.
Quanto às empresas internacionais, estarás farto de ler que condenamos o capitalismo selvagem,à conta destes e doutros abusos. Agora, queres que façamos uma lista de todas as empresas envolvidas no Capitalismo Selvagem? Queres porventura um rol?

O facto de andarem a dizer que 80% do pedofilos serem homosexuais. Ora introduziram isto para confundir o povo.

AHAHAHAHAHAH! Não foi para confundir, rapaz enrascado; foi para alertar. Tu e os teus é que têm muita peninha do povinho coitadinho, que não pode ouvir certas coisas senão tem um colapsozinho da moleirinha... mas a gente não vai ficar calada, rapaz, disso podes estar seguro!

E sim, apareceu um nacionalista na TV a dizer que 80% dos homosexuais eram pedófilos.

Confundiu os dados. Se isso é lícito a Ministros de Estado, porque é que não será a Nacionalistas?

Caiu de podre depois de muito tempo no poder. É preciso ver que os nazis não conseguiram vencer os russos num episódio muito famoso.

Não adianta; se caiu de podre, é porque não era forte: era como um homem que, mesmo aparentando saúde, tinha um cancro a roê-lo nas entranhas e que, um dia, cai no meio da rua, morto.
Nunca ninguém supusera que o homem estava doente, nem o próprio; e, já agora, nunca a polícia o tinha incomodado, mau grado ele ser um assassino em série, porque ele parentava ser "demasiado forte".
O Povo bem diz que «as aparências iludem», mas como tu e os teus já decidiram tacitamente que o povo padece de menoridade mental, depois não se queixem.
Já agora: porque é que não falaste do facto de a Alemanha Nazi, mesmo sendo forte - era a terceira potência económica do seu tempo - ter sido atacada e a URSS não? E porque estiveste caladinho acerca da invasão maoísta ao Tibete e à Mongólia? Ou seria a China também, e cito, "demasiado forte"? Nesse caso, não adiantava de nada fazer face ao crime organizado, dado que pode incluir gente muito poderosa, e ser, por conseguinte, "demasiado forte"...

É um erro de estratégia da vossa parte. Porque os comunistas/BE não estão no poder, e nunca estiveram, nem irão estar.

Não é nenhum erro de estratégia, porque eles estão à testa do mais importante dos poderes: o Quarto Poder, ou seja, a imprensa e os media. É através destes que disseminam a mensagem pró-universalismo-fraternalista-peganheto-suicida, que, depois, passa por ser "a vontade da Nação".

Quem está no poder, e quem executa as tais medidas de dar oportunidades iguais a todos os cidadãos sem ver a sua cor ou religão são os partidos do centro.

E eu volto a dizer-te, pela enésima vez, que estes também são nossos inimigos.

"Qual o incómodo que te causa isso?"

Ah, nenhum.

Pois a mim, causou bastante, dado que não foi isto que eu disse: mas eu repito e desta vez vai a grosso para ver se te não escapa (sim, porque eu quero acreditar que te escapou, e não que tu truncaste o meu argumento): Qual o incómodo que te causa isso? Os esquerdalhos também falam de mandar prender os «fascistas!!!!!» como falaria qualquer arruaceiro fanático das FARC, do Sendero Luminoso, ou do MST. O que me faz ter de seguir uma linha de raciocínio diferente da dos camaradas mais extremistas, e aos bem-pensantes não?
Agora que já está tudo convenientemente esclarecido, avancemos.

Apenas ameaçaste executar a mim e a outros portugueses por rejeitarmos por completo os vossos ideais raciais, e o vosso conceito de Nação.

Não: avisei-te que vamos matar todos aqueles que andaram por aí a propagar os ideais do universalismo e a lutar contra a integridade da Nação Portuguesa.

Não. Ao comparar a Nação com a família, são vocês que tratam o povo com a mesma capacidade mental de "menores"

Nem por isso: numa família, pode só haver adultos. Se 8 irmãos viverem na mesma casa, sendo todos maiores de idade, continuam a constituir uma família, e não existe qualquer superioridade "hierárquica" entre eles.

- aliás o que acontece em qualquer ditadura.

Tu querias que fossemos uma gente ditatorial, não queiras? Dava-te um jeitão, não dava? O problema é que não somos... E pior, o problema é que ditatoriais são vocês, porque nos não permitem expor as ideias que temos.

A função principal de uma família é preparar os menores para serem membros funcionais da sociedade. Uma vez chegado a maioridade, saem fora do seio familiar para viver a sua vida e constituir uma outra família.

Essa é a abstrusice mais patética que te já ouvi expelir. Já te expliquei porque é que usamos o termo "família" - usamo-lo no sentido duma comunidade com afinidades, que tem de zelar por uma determinada herança, e um determinado espaço comum. Continuas no entanto calado acerca das comparações famosas que te apresentei: a do Sal da terra, a das sementes de trigo e joio, a dos cavalos... E seria bom que te pronunciasses sobre elas também. É que das duas uma - ou não tens raciocínio lógico para entender comparações no sentido em que são feitas, ou então, mesmo ao entendê-las, dado que não consegues rebate a tese fundamental (a de que os estrangeiros não podem vir para Portugal porque põem em causa a nssa identidade), agarraste a uma franja, a uma nuance, a uma casualidade, com unhas e dentes. Ou seja, ou és desonesto ou pura e simplesmente ignorante.
Como sou simpático, até te deixo escolher...

Este é um ponto importante porque vocês andam com ideias de que o território português é de todos. Não o é.

No sentido de que todo ele deve respeitar a Justiça, é: tu não podes matar, violar, espancar, nem vender droga em tua casa apenas e só porque estás em tua casa. De igual modo, não podes contribuir para a destruição da Nação.

Existem partes públicas, e existem partes privadas. Numa família, o Pai/Mãe (Estado) podem entrar em qualquer quarto a qualquer momento, ou trocar os quartos dos miudos.

Numa família com pai, mãe, e filhos menores. Numa família em que só existam irmãos maiores de idade, não. Aliás, cada irmão que habite a casa tem todo o direito de não ter um dos outros dentro do quarto sem sua autorização.

Não existe qualquer noção de pertença por parte do "povo". Ou seja, a analógia do País sendo uma única casa é um disparate, precisamente por isso.

Claro que existe! Não podes, na casa duma família, partir os móveis duma sala comum porque te apetece - e porquê?, porque pertencem a todos.
No caso, não podes destruir a identidade nacional, porque pertence a todos (da mesma maneira que não podes destruir património nacional, móvelou imóvel). Assim sendo, a tua falta de entendimento é que é gritante, oua tua desonestidade avassaladora...

Precisamente. Neste caso a Nação não funciona como um núcleo familiar - pelo menos quando falamos numa democracia.

Visto está que tal não é verdade.

Sou um livro aberto, e portanto tira as conclusões que quiseres.

Não tiro as que quero, só tiro as que tu permites...

No entanto, a imbecilidade como se viu é a tua, porque a tua analogia só funciona para tu tirares a conclusão (imigrantes não pertencem a "familia portuguesa").

Claro que sim: da mesma maneira a analogia "vós sois o sal da terra" só serve para se concluir que os pregadores têm por missão impedir a corrupção da gentes; da mesma maneira que a analogia dos cavalos serve apenas para demonstrar que a concupiscência e a irascibilidade são instintos animais desabridos. Nem a primeira existe para propor que os pregadores vivam debaixo de água, nem a segunda para propor que a alma humana é composta de dois bichos que cagam em todo o lado, indiscriminadamente.
E como esta, a expressão "grão a grão enche a galinha o pao" não quer dizer que quem quer enriquecer aos poucos só pode armazenar grãos de arroz em casa, etc. - Mais uma vez to digo, a confusão que fazes decorre ou de estupidez ou de desonestidade.

Mas quando se analisa o que é uma família, ve-se que a tua comparação não fica de pé por muito tempo.

Da mesma maneira, quando se analisa o que é sal, cavalo, etc.

NOTA-neste comentário não disseste uma palavra sobre a justiça ou injustiça das nossas posições... Vês? Eu não disse que ias continuar a dizer muito sobre quem és e o que pensas?

30 de janeiro de 2006 às 12:05:00 WET  
Blogger Caturo said...

O PNR não diz porque seria posto em tribunal.

Especulação tua, completamente inútil nesta conversa. Também eu posso dizer que a tua vontade era prender todos os racistas, e nisto até estou muito mais próximo da verdade do que tu.



Mas se as leis raciais não tivesse em vigor, podiam ser processados na mesma por difamação

Gente menos incapaz do que tu já o tentou e falhou. O que, evidentemente, só aumenta a vossa raiva.



Aliás, houve uma demonstração PNR/FN em que havia um poster a dizer: "IMIGRAÇÃO = CRIMINALIDADE". Embora a proporção de criminosos negros seja maior que a dos brancos, a grande maioria dos negros não comete crimes

Mas o aumento da imigração traz automaticamente o aumento da criminalidade. Isto é um facto claramente indicado pelos números.



É uma generalização, especialmente quando a maioria dos produtos globais são manufacturados pelos chineses, incluindo as TVs e outros produtos electrónicos. Ou seja, se existem produtos a serem feitos por mão de obra escrava/infantil então são patrocinados pelas empresas europeias e americanas.

Mas feitos por chineses de acordo com as regras chinesas. Os Europeus e Americanos não podem lá entrar e ver o que se passa. De qualquer modo, vocês estão absolutamente calados a respeito disso, o que mostra bem a vossa «credibilidade» a respeito da pretensa defesa dos direitos humanos. É que mesmo agora a única coisa que te sai «boca» fora, é uma acusação dos ocidentais - condenação dos chineses, está quieto, que eles são doutra raça...

Até nisso p vosso primarismo é asqueroso.



E sim, apareceu um nacionalista na TV a dizer que 80% dos homosexuais eram pedófilos.

Também li uma esquerdista a dizer que lembrar os mortos portugueses na África do Sul era ridículo, porque os portugueses de lá, no fundo, até pactuavam com o racismo... pode-se aplicar o mesmo a ti?



Caiu de podre depois de muito tempo no poder.

Mas caiu por dentro. O NS, não.



ver que os nazis não conseguiram vencer os russos num episódio muito famoso.

Qual deles? Aquele em que chegaram a quarenta quilómetros de Moscovo, levando tudo à frente pelo caminho?



m erro de estratégia da vossa parte. Porque os comunistas/BE não estão no poder, e nunca estiveram, nem irão estar

Mas a sua esquerdalha contola os mé(r)dia e as universidades, o que influencia alguns pirralhos. A força dessa escumalha está nos meios culturais, e a burguesada do PS e PSD, sem ideais sólidos, vai atrás do que a comunicação sucial anda a expelir.

30 de janeiro de 2006 às 12:29:00 WET  
Blogger Caturo said...

Apenas ameaçaste executar a mim e a outros portugueses por rejeitarmos por completo os vossos ideais raciais, e o vosso conceito de Nação.

Errado. Ninguém te ameaçou por meteres nojo com as tuas ideias. O que foi dito é que quem em nome dessas ideias nos rouba o que é nosso e ainda por cima tem o REVOLTANTE descaramento de nos impedir de nos defendermos (por meio de partidos políticos com liberdade de expressão), comete um crime de NOJO sem precedentes e terá de ser julgado por isso, aplicando-se-lhe depois a punição devida.

30 de janeiro de 2006 às 12:31:00 WET  
Blogger Caturo said...

Não. Ao comparar a Nação com a família, são vocês que tratam o povo com a mesma capacidade mental de "menores"

Não, quem falou em menores foste tu, e só tu é que continuas a falar em menores, porque, como disse o outro, é essa a noção que vocês têm do povo - por isso é que proíbem a existência política dos racialistas, é precisamente porque não confiam na maturidade do povo para que este vote em plena liberdade.



aliás o que acontece em qualquer ditadura

Pelas tuas próprias palavras, acabaste de demonstrar, pela lógica, que defendes uma ditadura - um despotismo esclarecido (governar para o povo mas sem o povo).



A função principal de uma família é preparar os menores para serem membros funcionais da sociedade.

Imbecilidade. Uma família não existe para servir uma função - uma família existe pelo sangue e todas as funções existem para a sua sobrevivência. A família não deixa de existir quando as crianças crescem.



Este é um ponto importante porque vocês andam com ideias de que o território português é de todos. Não o é.

É de todos é. E o governo também pode entrar em partes privadas se necessitar de resolver matérias de carácter público (crimes).



Numa família, o Pai/Mãe (Estado) podem entrar em qualquer quarto a qualquer momento, ou trocar os quartos dos miudos

O Estado também o pode fazer, de acordo com as leis estabelecidas. O papel do Pai e da Mãe são aqui ocupados, não pelo Estado, mas pelas leis, porque nesta família já todos são adultos.



Ou seja, a analógia do País sendo uma única casa é um disparate,

Como se viu, não é disparate. Ainda não apresentaste nenhum argumento que te ajudasse. Todos os que indicaste foram rebatidos. Disseste no entanto que tinhas outros. Continuo à espera desses.

30 de janeiro de 2006 às 12:40:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Não, ninguém os podia processar por difamação, porque o que dizem é a mais pura das verdades: cada imigrante é um criminoso, que comete o imperdoável crime de contribuir para a extinção da Nação Portuguesa, pelo simples facto de habitar no teritório que é dela por direito."

Ok, vamos acabar com o disparate de pensar que vivemos num Portugal segundo a tua versão nacionalista.
No regime actual, não existe qualquer lei que diga que um imigrante é criminoso só pelo facto de ter vindo a este País. Mas existem leis que protegem as pessoas contra a difamação. Ou seja, podem ser processados e esta tua defesa só vos trará mais problemas.

E se realmente para vocês um imigrante é um criminoso só por ser imigrante, então com que moral é que vocês fazem uma manifestação a favor dos imigrantes na África do Sul, ou que raio de relação é que o PNR terá com os emigrantes portugueses... que serão na tua opinião, criminosos em outras terras.

" Mas vocês não referiram uma única empresa.

Nem precisamos. Agora, queres que façamos uma lista de todas as empresas envolvidas no Capitalismo Selvagem? Queres porventura um rol?"


Não, mas vocês apelaram o boicote de produtos feitos na China. Se fossem uma organização a serio, teriam arranjado algumas empresas chinesas e não chinesas que operassem em condições de trabalho infantil/escravo - tipo a Nike, etc. Isto porque o boicote geral é complicado porque uma grande parte dos produtos são feitos na China, e por outro nem todas operam desta forma. Mas isto implicava trabalho, e vocês só querem correr os chineses para fora do País, estão-se nas tintas para o resto.

"E sim, apareceu um nacionalista na TV a dizer que 80% dos homosexuais eram pedófilos.

Confundiu os dados. Se isso é lícito a Ministros de Estado, porque é que não será a Nacionalistas?"


Confundiu os dados porque era esta a intenção dos teus donos: confundir o povo. E ainda mais, ninguem soube dizer aonde é que veio este número: 80%.

" Já te expliquei porque é que usamos o termo "família" - usamo-lo no sentido duma comunidade com afinidades, que tem de zelar por uma determinada herança, e um determinado espaço comum."

É uma visão simplista e restricta duma Nação. Porque implica que todos têm de ser racistas. Implica que não pode haver movimento de pessoas para dentro e fora do País.
E mesmo no caso dos imigrantes, implica que não podem entrar não só pessoas de raça diferente, mas também de cultura diferente - porque a sua cultura irá influenciar a nossa identidade.

"Não: avisei-te que vamos matar todos aqueles que andaram por aí a propagar os ideais do universalismo e a lutar contra a integridade da Nação Portuguesa."

Então, os esquerdalhos querem-vos prender, e vocês querem matar (e ainda não me disseste em que contexto irão executar as pessoas, se será uma posição do partido ou simplesmente como criminosos).

E eu digo: ainda bem que nenhum está no poder.

"Tu querias que fossemos uma gente ditatorial, não queiras? Dava-te um jeitão, não dava? O problema é que não somos... "

Como tu disseste, até agora o único estado nacionalista racial foi o nazismo - em que tu pareces estar perfeitamente contente. Tu e os outros 88's que abundam no vosso meio. Aliás, ameaçar executar quem discorda contigo parece-me mais uma posição ditatorial do que qualquer outra coisa. Portanto, ou disfarças melhor ou então assume as tuas cores.

"NOTA-neste comentário não disseste uma palavra sobre a justiça ou injustiça das nossas posições... Vês? Eu não disse que ias continuar a dizer muito sobre quem és e o que pensas? "

Realmente, se depois destas mensagens todas me dissesses que não sabes quem sou ou sobre o que eu penso, ficaria muito desapontado.

Eu já falei na justiça quando disse que cada um tem um sentido de justiça diferente, e portanto nenhum de nós irá convencer o outro de alguma coisa. Não posso dizer que a vossa ideologia é justa segundo o meu padrão. Mas talvez o seja no vosso (excepto na questão dos imigrantes portugueses na áfrica do sul).

O que é irrefutável é que a identidade de qualquer Nação vai-se alterando ao longo do tempo. Pudera: cada vinte anos, aparece uma nova geração a tomar conta da Nação, uma que nasce e outra que morre. A nossa identidade hoje é diferente de há 500 anos atrás, de há 1000 anos atrás, de há 2000 anos atrás. É inevitável.

E portanto, como o vosso objectivo é preservar a identidade - pergunta-se em concreto: o que é que estão a tentar salvaguardar? É que ironicamente estão a tentar salvaguardar a "raça" portuguesa que é uma mistura de povos celtas, romanos, africanos, judeus, árabes, entre outros.

Aliás, gostei imenso deste artigo que recomendo ler.

30 de janeiro de 2006 às 17:21:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Ok, vamos acabar com o disparate de pensar que vivemos num Portugal segundo a tua versão nacionalista.

Isso querias tu. Mas factos são factos, e facto é que a maioria da população portuguesa está contra a imigração, contra a tomada da economia por estrangeiros, contra a mestiçagem e a perda de valores. Bem queres lutar contra isso, mas não consegues. Por muito que tu e os teus donos a tentem "amestrar", não conseguem. E chega a ser triste ver-te espernear...


No regime actual, não existe qualquer lei que diga que um imigrante é criminoso só pelo facto de ter vindo a este País.

Mas a justiça é a justiça, haja leis ou não. Se a lei for omissa em relação a um determinado tipo de crime, se o cometes és criminoso na mesma. Dito de outro modo, e passe o jargão jurídico, mesmo que a imigração não seja considerada um crime pelo Direito Positivo, é-o pelo Direito Natural.

Mas existem leis que protegem as pessoas contra a difamação. Ou seja, podem ser processados e esta tua defesa só vos trará mais problemas.

Porque a justiça se faria com base numa subversão da democracia: como tu já confirmaste, eu tenho todo o direito de não querer imigrantes por cá; tenho todo o direito a preservar a identidade do meu povo e a herança dos meus antepassados. E se a lei me condena por isso, condena-me, por consegunte, por não querer que Portugal desaopareça. Isto pode parecer justo dentro da tua cornadura mentecapta e sem sentido de justiça, mas não é justiça para nenhum homem que tenha a espinha direita.

E se realmente para vocês um imigrante é um criminoso só por ser imigrante, então com que moral é que vocês fazem uma manifestação a favor dos imigrantes na África do Sul

Com todo o direito: a África do Sul, em boa parte, foi colonizada por brancos, e pertence-lhes, por conseguinte. Quanto ao resto da África do Sul, não tinha - nem tem - brancos.

ou que raio de relação é que o PNR terá com os emigrantes portugueses... que serão na tua opinião, criminosos em outras terras.

Visto está que tal não é verdade.

Não, mas vocês apelaram o boicote de produtos feitos na China. Se fossem uma organização a serio, teriam arranjado algumas empresas chinesas e não chinesas que operassem em condições de trabalho infantil/escravo - tipo a Nike, etc.

Tudo bem. Nesse caso, volto a perguntar-te: queres um rol?

Isto porque o boicote geral é complicado porque uma grande parte dos produtos são feitos na China, e por outro nem todas operam desta forma.

Mas a grande parte opera dessa forma. Isto, por muito que os teus donos queiram, é verdade insofismável.
Quanto às grandes empresas ocidentais, devem parar de trabalhar nesses moldes: só que nem sempre é claro que isso aconteça, porque elas o fazem bem feito (e com o apoio do Governo Chinês, operando de acordo com a legalidade nese país). Mais visível é, no entanto, o comércio feito pelas "lojas do chinês", esse sim com material feito na China, e com uma probabilidade significativa de ter sido gfeito com base em mão-de-obra infantil/escrava dado que isso é prática comum na China (ou os teus donos já te ensinaram que na China não há exploração, são todos felizes e contentes?)

Mas isto implicava trabalho, e vocês só querem correr os chineses para fora do País, estão-se nas tintas para o resto.

Claro que queremos! Os Chineses porque são uma ameaça identitária, e os seus produtos, que sendo produzidos praticamente a custo zero, são uma ameaça comercial.

Confundiu os dados porque era esta a intenção dos teus donos: confundir o povo.

A intenção dos meus camaradas é alertar o povo. Este, em particular,confundiu-se, e por isso os teus donos o mostraram na TV: os outros, que falam com desenvoltura e expressam ideias correctamente, ou são cortados da transmissão, ou nem sequer são entrevistados.

E ainda mais, ninguem soube dizer aonde é que veio este número: 80%.

De estudos sobre o assunto.

É uma visão simplista e restricta duma Nação. Porque implica que todos têm de ser racistas.

Se por racistas entendes aqueles que lutam pela preservação da sua identidade face as outros, então, não só os Portugueses são largamente racistas, como terão decerto todo o gosto em assumi-lo, assim o possam.

Implica que não pode haver movimento de pessoas para dentro e fora do País.

Conquanto não ponham em causa a nossa identidade, é óbvio que não...

E mesmo no caso dos
imigrantes,implica que não podem entrar não só pessoas de raça diferente, mas também de cultura diferente - porque a sua cultura irá influenciar a nossa identidade.


A cultura da raça branca eurpeia é basicamente igual: é a cultura da matriz indo-europeia. Por conseguinte, os imigrantes da Europa são bem-vindos (sem embargo, se cometerem algum crime, devem ser enxotados sem contemplações).

Então, os esquerdalhos querem-vos prender, e vocês querem matar

Amor com a mor se paga.


(e ainda não me disseste em que contexto irão executar as pessoas, se será uma posição do partido ou simplesmente como criminosos).

Como criminosos de delito comum. Como genocidas.

Como tu disseste, até agora o único estado nacionalista racial foi o nazismo - em que tu pareces estar perfeitamente contente.

Especulas - dizes isso só porque eu te provei que a declaração e guerra pelos aliados foi injusta? A que ponto és especulador e aldrabão, meu Deus...

Tu e os outros 88's que abundam no vosso meio.

Cada um falará por si.

Aliás, ameaçar executar quem discorda contigo parece-me mais uma posição ditatorial do que qualquer outra coisa.

Não é quem discorda de mim. Muitos camaradas discordam de mim, e não seriam executados por isso. Seriam executados os inimigos da Nação, os genocidas pró-Imperialismo.

Portanto, ou disfarças melhor ou então assume as tuas cores.

Resta que expliques o que devo disfarçar. Não está claro...

Realmente, se depois destas mensagens todas me dissesses que não sabes quem sou ou sobre o que eu penso, ficaria muito desapontado.

Quem és, não sei nem me interesa; o que pensas, está claro. E o que e disse foi que na mensagem anterior não disseste nada - mas um nada redondo - sobre as nossas ideias. E reitero.

Eu já falei na justiça quando disse que cada um tem um sentido de justiça diferente, e portanto nenhum de nós irá convencer o outro de alguma coisa.

E já foste rebatido, sem direito a resposta, quando te foi dito que deve ser respeitado o sentido majoritário de justiça, quando expostas todas as doutrinas políticas.

Não posso dizer que a vossa ideologia é justa segundo o meu padrão. Mas talvez o seja no vosso (excepto na questão dos imigrantes portugueses na áfrica do sul).

É justa até nessa situação, como se viu.

O que é irrefutável é que a identidade de qualquer Nação vai-se alterando ao longo do tempo. Pudera: cada vinte anos, aparece uma nova geração a tomar conta da Nação, uma que nasce e outra que morre. A nossa identidade hoje é diferente de há 500 anos atrás, de há 1000 anos atrás, de há 2000 anos atrás. É inevitável.

Vão mudando comportamentos e ideias: mas a identidade permanece igual: a Raça dos Portugueses de hoje é igual à dos lusitanos; a língua é igual desde a imposição do Latim, com nuances mínimas e inevitáveis pela evolução filológica(o que acontece muito lentamente, não de 20 em 20 anos, e faz parte da inovação, da capacidade de adptação, e da cultura do nosso povo - logo, também deve ser preservado); a cultura é exactamente a mesma - e são estes três vectores -Raça, Língua, Cultura - que são a identidade de uma Nação. E são esses que nos propomos defender.

E portanto, como o vosso objectivo é preservar a identidade - pergunta-se em concreto: o que é que estão a tentar salvaguardar? É que ironicamente estão a tentar salvaguardar a "raça" portuguesa que é uma mistura de povos celtas, romanos, africanos, judeus, árabes, entre outros.

Além do supradito, resta uma correcção histórica: nós somos celtas e romanos, nada mais. A influência fenícia, árabe, africana e judaica está absolutamente dissolvida entre a população: não encontras, nem na cultura, nem na estrutura étnica, nem na língua, influências de monta nesse campo. Portugal é uma Nação que tem por características a Raça Branca, e a língua indo-europeia.
Por mais que tu não o queiras...

30 de janeiro de 2006 às 19:01:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Quanto ao artigo: é mais uma demonstração do politicamente correcto mete-nojo, armado ao engraçadinho.
Além disso, é também uma demonstração de avassaladora ignorância histórica e antropológica.

30 de janeiro de 2006 às 19:05:00 WET  
Blogger Caturo said...

Ok, vamos acabar com o disparate de pensar que vivemos num Portugal segundo a tua versão nacionalista.

Mais uma das tuas imbecilidades - é que se aqui estamos a combater politicamente é precisamente porque Portugal não está como devia estar, mas sim nas vossas asquerosas mãos.



Mas existem leis que protegem as pessoas contra a difamação.

Óptimo - nesse caso, quando tiverem algo para dizer, digam-no... ora, como ainda não conseguiram provar que houvesse qualquer espécie de difamação feita por nacionalistas, estão a esse respeito calados como os ratos de esgoto que são e a babar de ódio impotente com o facto de, mesmo nas suas asquerosas barbas, os nacionalistas dizerem verdades que a escumalha não quer que o Povo pense: que a imigração vinda de África está fortemente ligada ao aumento da criminalidade.



" Mas vocês não referiram uma única empresa.

Nem precisamos. Agora, queres que façamos uma lista de todas as empresas envolvidas no Capitalismo Selvagem? Queres porventura um rol?"

Não, mas vocês apelaram o boicote de produtos feitos na China. Se fossem uma organização a serio, teriam arranjado algumas empresas chinesas e não chinesas que operassem em condições de trabalho infantil/escravo - tipo a Nike, etc.

Não teríamos não. Quando falamos contra o avanço chinês, não precisamos de falar em todas as empresas que fazem exploração do trabalho infantil/escravo. Não temos de dizer o que tu queres que digamos e, sobretudo, que tu e a tua escumalha também nunca dizem, nem a respeito das empresas europeias e muito menos a respeito dos chineses.



Isto porque o boicote geral é complicado porque uma grande parte dos produtos são feitos na China, e por outro nem todas operam desta forma

É indiferente. Não é só por causa do trabalho infantil/escravo que se deve fazer o boicote. Isto já foi amplamente explicado.



Mas isto implicava trabalho, e vocês só querem correr os chineses para fora do País, estão-se nas tintas para o resto

E vocês nem isso querem, mas ainda têm o descaramento de nos falar do assunto. Depois queixam-se que a gente vos escarre nas ventas.



Confundiu os dados porque era esta a intenção dos teus donos

Aqui quem tem donos és tu e isto tem sido provado amplamente. Primeiro aspecto.



" Já te expliquei porque é que usamos o termo "família" - usamo-lo no sentido duma comunidade com afinidades, que tem de zelar por uma determinada herança, e um determinado espaço comum."

É uma visão simplista e restricta duma Nação

Não é simplista, é concisa; não é restrita - é rigorosa. Aprende a usar as palavras.



Porque implica que todos têm de ser racistas

Outra imbecilidade argumentativa da tua parte. Não implica nada disso. Nada tem a ver com as opiniões ou ideologias, mas sim com um dado à priori, independentemente dos pontos de vista de cada um.



Implica que não pode haver movimento de pessoas para dentro e fora do País.

Para fora, podem ir, se vos quiserem lá, evidentemente; para dentro, evidentemente que não, a menos que sejam chamados e tenham aqui contratos de trabalho, nunca podendo ter cidadania ou sequer residência vitalícia. Nada disto é racismo.



E mesmo no caso dos imigrantes, implica que não podem entrar não só pessoas de raça diferente, mas também de cultura diferente - porque a sua cultura irá influenciar a nossa identidade.

Deve-se por isso dar prioridade aos imigrantes de cultura mais similar à nossa ou que não entre em choque com a nossa.



O que é irrefutável é que a identidade de qualquer Nação vai-se alterando ao longo do tempo

Errado. A identidade é sempre a mesma. O que pode mudar, são aspectos culturais de importância secundária (desde a música mais ouvida até às alterações do modo de vida decorrentes dos avanços da tecnologia).



A nossa identidade hoje é diferente de há 500 anos atrás, de há 1000 anos atrás, de há 2000 anos atrás. É inevitável.

Não é não - continua a ser hispano-românica, ou seja, latina com sangue pré-romano e caucasóide (raça branca). Se deixar de o ser, deixa de haver Portugal.



portanto, como o vosso objectivo é preservar a identidade - pergunta-se em concreto: o que é que estão a tentar salvaguardar?

A raça, a etnia e a língua (a nação).


É que ironicamente estão a tentar salvaguardar a "raça" portuguesa que é uma mistura de povos celtas, romanos, africanos, judeus, árabes,

Esse é o argumento do costume utilizado pelos anti-racistas militantes e disseminado com o intuito de atar as mãos dos Europeus que ainda têm alguma consciência racial. Em Espanha, também há lá gente dessa, a dizer que cada espanhol é meio mouro meio judeu, também em Inglaterra fazem das suas, bem como em França, na Itália, na Grécia e até mesmo na Alemanha (onde há gente a fazer gala de ter havido escravos negros no sul da Alemanha há dois mil anos, para aí levados por Romanos).

Só que esse argumento cai pela base quando se estuda realmente o que se passou e passa na Europa. Efectivamente, todos os estudos genéticos feitos até agora indicam que há três vezes mais proximidade entre Europeus do que entre Europeus e Africanos. Mesmo os países onde há mais sangue negro (Portugal, Espanha, Holanda), mesmo aí a vasta maioria da população é claramente caucasóide e essa réstia de influência africana pode desaparecer ao fim de umas quantas gerações.

De facto, as migrações do passado não tiveram todas a mesma influência. Em jeito de resposta ao que tu e o outro palhaço sorridente (o do site por ti indicado) dizem, papagueando propaganda multirracialista, vejamos, ponto por ponto:
celtas - sim - indo-europeus caucasóides;
romanos - sim - indo-europeus caucasóides;
africanos - pouco ou nada, menos de seis por cento de sangue negro, e só por via feminina; quanto ao sangue norte-africano, é também minoritário e não existe em quantidade suficiente para fazer dos Portugueses um povo não europeu (além do mais, os norte-africanos berberes são caucasóides);
Judeus - menos ainda, dado que os Judeus, por norma, não se misturam (além do mais, são caucasóides);
Árabes - idem; o grosso da invasão mourisca da Ibéria foi constituído por Berberes, constituindo os Árabes uma escassa minoria de dirigentes.

Volto a lembrar o que já tenho dito milhões de vezes, mas que se for preciso será repetido outros tantos milhões de vezes, ou mais até, porque continua a ser preciso combater as vossas aldrabices nojentas:
- não há raças puras, mas há raças;
- por conseguinte, há ainda algo que pode ser preservado: quando vocês dizem «perdido por cem, perdido por mil», nós respondemos »Se já perdemos cem, isso não quer dizer que tenhamos de perder mil; conservemos os novecentos; e, com o tempo, recuperaremos os cem que perdemos».

Eu também li algumas crónicas do MEC e de cada vez que o fazia imaginava o mal que aquela merda andaria a fazer à população portuguesa. Tenho andado a descobrir que não me enganei muito nas minhas previsões. O veneno é assim, produz efeitos no organismo, tarde ou cedo.

Mas ainda vai a tempo de ser combatido. Porque quanto mais os BA(R)DAMECS e quejandos repetem esse tipo de argumentos, mais resolutos ficamos no combate político que é preciso empreender e mais nos REVOLTA a mistura racial e os seus NOJENTOS apelos (também feitos pelo tal MEC) - porque se mesmo com uma população branca se atrevem a ir buscar miudezas para convencer o povo de que é preciso ser-se anti-racista, o que não farão daqui a uns anos quando metade do País estiver mulatizado. Mas, mesmo nessa altura, mesmo que os brancos venham a ser uma minoria em Portugal, saberemos a quem pertence o território e não hesitaremos em fazer seja o que for, seja o que for, doa a quem doer, para recuperarmos o que é da nossa estirpe. Não são os asquerosos casais multirraciais que nos comprometem, disso podes estar certo. Um filho mulato de um tuga e duma preta, é para nós mais alienígena do que um puto ucraniano, russo ou grego. Um atleta nigeriano que corra com as cores portuguesas e ganhe medalhas, não será nunca, em caso algum, considerado como português. E, numa prova de atletismo, não hesitaremos em apoiar os atletas búlgaros, alemães ou checos, ou de qualquer outra nacionalidade europeia, preferindo vê-los a ganhar do que ao nigeriano supostamente português.

E, um dia, os Miguéis de Vasconcelos raciais conhecerão o mesmo destino que o outro, de 1640.

30 de janeiro de 2006 às 19:11:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Isso querias tu. Mas factos são factos, e facto é que a maioria da população portuguesa está contra a imigração, contra a tomada da economia por estrangeiros, contra a mestiçagem e a perda de valores. "

Sim, e também são contra a pedofilia, contra a criminalidade, contra o trabalho infantil chinês, e contra o genocidio dos Portugueses na África do Sul. Portanto, a maioria dos portugueses é nacionalista e racista. Mas coitados, com tanta propaganda anti-racista, não sabem que existe um partido como o vosso.

"Mas a justiça é a justiça, haja leis ou não. Se a lei for omissa em relação a um determinado tipo de crime, se o cometes és criminoso na mesma."

Falas de duas coisas diferentes. Os conceitos individuais de justiça, e a Justiça com um contexto legal. Se a lei for omissa em relação a um determinado crime então a pessoa não pode ser presa (que é o que estamos a falar). É simples quanto a isso.
É por isso que os skins que cometem crimes aos olhos da lei são vistos como "prisioneiros de guerra" pela extrema-direita. Mas felizmente, o nosso conceito de justiça não é relevante para o caso.

"A cultura da raça branca eurpeia é basicamente igual: é a cultura da matriz indo-europeia. Por conseguinte, os imigrantes da Europa são bem-vindos "

O que demonstra que para vocês, a identidade é sobretudo a raça. Pois se a cultura e a língua fossem também importantes, por consistencia teriam de ser contra qualquer estrangeiro.

Mas estou a ver que os defensores da raça, lingua e cultura não se importariam que aparecesse um outro invasor como os romanos, que tiveram um papel fundamental na nossa identidade cultural actual.

"Com todo o direito: a África do Sul, em boa parte, foi colonizada por brancos, e pertence-lhes, por conseguinte. Quanto ao resto da África do Sul, não tinha - nem tem - brancos."

Estás a ser inconsistente, outra vez. Disseste que os imigrantes são criminosos por mudarem a identidade de uma região. Agora estás a dizer que se tomarem a terra por força e a colonizaram, a terra pertence-lhes?

"(e ainda não me disseste em que contexto irão executar as pessoas, se será uma posição do partido ou simplesmente como criminosos).

Como criminosos de delito comum. Como genocidas."


Não foi isso que perguntei. Em que contexto é que vocês irão executar esta gente? Irá ser uma política do governo do PNR de introduzir a pena de morte, ou matarão como vigilantes ou criminosos de delito comum?

"Além do supradito, resta uma correcção histórica: nós somos celtas e romanos, nada mais. A influência fenícia, árabe, africana e judaica está absolutamente dissolvida entre a população"

Não está absolutamente dissolvida. Carregamos a história dos nossos antepassados nos nossos genes, ainda que não sejam visíveis superficialmente (no entanto, em muitos é visível).

Não existem raças puras. Se formos ver a nossa árvore geneológica e viajarmos 1500 a 3000 anos atrás, encontraremos de certeza pessoas de raças, culturas e religiões diferentes da nossa. Isto é se tivermos a paciência de investigar as dezenas de milhões de pessoas que contribuiram directamente para a nossa existência.

E no futuro, e falamos de apenas 1500 anos, terás dezenas de milhões de descendentes. É certo que pelo menos uma dessas pessoas irá ter um bebé com alguém de outra raça. E assim sendo, este novo ser estará a demonstrar a vossa irrelevância no presente.

30 de janeiro de 2006 às 20:23:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Sim, e também são contra a pedofilia, contra a criminalidade, contra o trabalho infantil chinês, e contra o genocidio dos Portugueses na África do Sul. Portanto, a maioria dos portugueses é nacionalista e racista. Mas coitados, com tanta propaganda anti-racista, não sabem que existe um partido como o vosso.

Ah, finalmente entendeste! Custou, mas foi!

Falas de duas coisas diferentes. Os conceitos individuais de justiça, e a Justiça com um contexto legal. Se a lei for omissa em relação a um determinado crime então a pessoa não pode ser presa (que é o que estamos a falar). É simples quanto a isso.

Depende do ponto de vista: aqui há uns anos, um filipino lançou um vírus na net, que arrasou centenas de computadores no Mundo todo. Isso é um crime, aos ohos seja de quem for. No entanto, como não havia leis acerca disso nas Filipinas, o homem está à solta (creio que agora trabalha para a Microsoft). Neste caso, a Justiça enquanto conceito comum a todos, reconhece que ele é um criminoso, mas não o pune porque não há lei: o mesmo se aplica acerca da imigração.

É por isso que os skins que cometem crimes aos olhos da lei são vistos como "prisioneiros de guerra" pela extrema-direita. Mas felizmente, o nosso conceito de justiça não é relevante para o caso.

Os skins, não são prisioneiros de guerra: se mataram, são criminosos. Ninguém pode fazer justiça pelas própris mãos, para isso existe o Estado.

O que demonstra que para vocês, a identidade é sobretudo a raça. Pois se a cultura e a língua fossem também importantes, por consistencia teriam de ser contra qualquer estrangeiro.

A origem linguística de todas as línguas europeias é uma só: o Indo-Europeu. De igual modo, a origem cultural. Lê o "Lenguas y Pueblos Indo-Europeos" do Francisco Villar, um dos maiores especialistas na matéria.

Mas estou a ver que os defensores da raça, lingua e cultura não se importariam que aparecesse um outro invasor como os romanos, que tiveram um papel fundamental na nossa identidade cultural actual.

Tanto nos importávamos, que lutamos contra a imigração desmedida, que é uma invasão. Quanto à invasão romana, não temos de nos importar nem deixar de nos importar - faz parte de quem somos. Era como um tipo se revoltar por ter olhos azuis, ou cabelo preto.

Estás a ser inconsistente, outra vez. Disseste que os imigrantes são criminosos por mudarem a identidade de uma região. Agora estás a dizer que se tomarem a terra por força e a colonizaram, a terra pertence-lhes?

Não, não estou a ser inconsistente, nem desta vez, nem fui doutras. Tu é que estás a demonstrar ignorância uma vez mais, dado desconheceres que o extremo meridional de África era desabitado até à colonização europeia. E além de ignorante atrevido, porque falas de coisas que desconheces como se tivesses imensa autoridade para tal.

Não foi isso que perguntei. Em que contexto é que vocês irão executar esta gente? Irá ser uma política do governo do PNR de introduzir a pena de morte, ou matarão como vigilantes ou criminosos de delito comum?

Serão julgados como traidores da Pátria, num tibunal que lhes dará a única pena que traidores da sua Nação podem ter - a morte.


Não está absolutamente dissolvida. Carregamos a história dos nossos antepassados nos nossos genes, ainda que não sejam visíveis superficialmente (no entanto, em muitos é visível).

Está dissolvida, sim: não confundirias jamais um português e um maorroquino; não confundirias jamais a língua portuguesa com o árabe; não se confudiria por um atossegundo o folclore português e o folclore berbére.
Quanto aos genes, o Caturo já te disse o que havia a dizer sobre essa matéria - não há raças puras, mas há raças vivas, que devem ser preservadas, para que as Nações se não diluam no charco mestiço e podre do multiculturalismo.

Não existem raças puras. Se formos ver a nossa árvore geneológica e viajarmos 1500 a 3000 anos atrás, encontraremos de certeza pessoas de raças, culturas e religiões diferentes da nossa. Isto é se tivermos a paciência de investigar as dezenas de milhões de pessoas que contribuiram directamente para a nossa existência.

O que dise acima responde a isto na perfeição.

E no futuro, e falamos de apenas 1500 anos, terás dezenas de milhões de descendentes. É certo que pelo menos uma dessas pessoas irá ter um bebé com alguém de outra raça. E assim sendo, este novo ser estará a demonstrar a vossa irrelevância no presente.

Este novo ser por si só seria irrelevante: mas se, no teritório em que hoje está Portugal, continuar a existir uma Nação composta de seres humanos de Raça Branca e Cultura Indo-Europeia, mesmo que um meu descendente seja filho dum tetraneto meu com uma preta, a minha luta hoje já valeu a pena.

30 de janeiro de 2006 às 20:51:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Ah, finalmente entendeste! Custou, mas foi!"

Isto parece-me que é uma forma simplista para desculpar o vosso insucesso. É preciso ver que o melhor resultado até agora do partido de Le Pen foi 17%. Ou seja, é um partido que as pessoas já conhecem há décadas, e mesmo assim 83% rejeitam-no. Portanto, não acredito que a maioria dos portugueses queira que vocês tomem conta do País, ainda mais quando não temos os problemas que os franceses têm.

"Isso é um crime, aos ohos seja de quem for. No entanto, como não havia leis acerca disso nas Filipinas, o homem está à solta"

Este exemplo é irrelevante para o que se está a debater: no nosso País temos leis que protegem contra a difamação. Logo, se não houvesse leis anti-racistas, vocês teriam ainda mais processos levantados contra vocês. E com razão. Se segues o último caso do David Irving percebes o que eu quero dizer. Obviamente, não concordo que seja posto na cadeia pelo que diz, mas agrada-me a ideia de que a sua carreira como historiador é posta seriamente em causa, especialmente quando teve de admitir, penso eu no tribunal, que os judeus foram mortos nas camaras de gás.

"Não, não estou a ser inconsistente, nem desta vez, nem fui doutras. Tu é que estás a demonstrar ignorância uma vez mais, dado desconheceres que o extremo meridional de África era desabitado até à colonização europeia. E além de ignorante atrevido, porque falas de coisas que desconheces como se tivesses imensa autoridade para tal."

Estou a debater contigo de igual para igual, e se te incomoda o que eu digo, deixo-te de escrever. É simples quanto isso. Tenho tanta autoridade para escrever sobre o que eu penso, como tu tens.

E claramente falta alguma consistência nestes pontos:

1) Se a Europa é só dos brancos. Então não há duvidas: a África é só dos negros, mesmo se aquilo que chamamos hoje de África do Sul estivesse completamente desabitada.

2) Se os imigrantes são criminosos por destruirem a identidade portuguesa, então qualquer emigrante português também o será no estrangeiro - porque a sua identidade será diferente da identidade da sua nova nação.

3) E se a identidade de uma Nação é a matriz [Raça Cultura e Lingua] então qualquer grupo de estrangeiros que venham no nosso País, mesmo que sejam alemães ou finlandeses (cuja lingua nem é indo-europeia) serão também "criminosos". Mas eu percebo o disparate. É que a identidade para vocês é apenas a raça - por isso não interessa se é o imigrante seja russo ou alemão, desde que não seja preto - mesmo que fale a nossa língua e partilhe a nossa cultura.
Aliás, vocês utilizam o termo "multicultural" como sinónimo de "multiracial" (mais uma palavra políticamente correcta). Mas a europa mesmo que só tivesse brancos, seria um continente multi-cultural. Não se confude a cultura portuguesa com a finlandesa, a russa ou alemã. São várias culturas e línguas num continente. E acrescentaria também "subraças" brancas.

"Serão julgados como traidores da Pátria, num tibunal que lhes dará a única pena que traidores da sua Nação podem ter - a morte. "

Até o PNR tiver a coragem de dizer que irá introduzir a pena de morte (e pôr Portugal com um pé de fora na União Europeia), não vou obviamente levar a sério as tuas ameaças.

"Está dissolvida, sim: não confundirias jamais um português e um maorroquino; não confundirias jamais a língua portuguesa com o árabe;"

Curiosamente, também não se confunde um português com um alemão ou um inglês. E pode-se confundir muitos portugueses com árabes mais brancos. Talvez não esteja assim tão dissolvido como isso. ;)

"Este novo ser por si só seria irrelevante: mas se, no teritório em que hoje está Portugal, continuar a existir uma Nação composta de seres humanos de Raça Branca e Cultura Indo-Europeia, mesmo que um meu descendente seja filho dum tetraneto meu com uma preta, a minha luta hoje já valeu a pena."

Se a tua descendencia não se apagar daqui a duzentas gerações... então serás o ancestral comum de toda a população mundial daqui a dois milénios. Fazemos pois parte de uma cadeia que liga os povos do passado com os povos do futuro.

Enfim, é só pena que vocês tenham a alma muito pequena para perceber o significado disto.

E é tudo.

31 de janeiro de 2006 às 02:38:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Isto parece-me que é uma forma simplista para desculpar o vosso insucesso. É preciso ver que o melhor resultado até agora do partido de Le Pen foi 17%. Ou seja, é um partido que as pessoas já conhecem há décadas, e mesmo assim 83% rejeitam-no.

Rejeitam-no porque são bombardeadas diariamente por toda uma comunicação social dominada pela esquerdalha, que o insulta e vilipendia, taxando-o de "racista" e "xenófobo" como se essas coisas fossem erros de palmatória; no entanto, as pessoas concordam com ele: e não é raro, mesmo em Portugal, ouvires "eu não sou racista, mas não gosto dos pretos" - e sabes porquê?, porque as pessoas sabem instintivamente que os pretos são uma ameaça á sua existência enquanto comunidade, mas são diariamente borradas cerebralmente e levadas a pensar que a discriminação é não um acto de inteira justiça, mas antes um crime e uma falta de respeito. São subvertidas, como já estou farto de te dizer, sem que respondas cabalmente: e tu és o produto acabado desse trabalho de subversão.

Portanto, não acredito que a maioria dos portugueses queira que vocês tomem conta do País, ainda mais quando não temos os problemas que os franceses têm.

Não temos, porque vocês ainda só tiveram pouco mais de uma dúzia de anos para trazer estrangeirada para cá: mas daqui por 20 anos, se a gente não lhes deita a mão, acontece o que aconteceu nas cités, em Paris: aliás, já nessa altura houve vândalos a destruir carros, compostos de "jovens" (código da Comunicação Social politicamente coprrecta para dizer "pretos dos gangs").

Este exemplo é irrelevante para o que se está a debater

Não: este exemplo é paradigmático de um caso em que o Direito Positivo não pune, mas o Direito Natural é pronto em condenar. Dito de outro modo: este é um exemplo de que, tal como não há leis contra o crime de destruição da nossa identidade, também não havia leis para o crime informático, sem que, mau grado isso, ambos fossem crimes.

no nosso País temos leis que protegem contra a difamação. Logo, se não houvesse leis anti-racistas, vocês teriam ainda mais processos levantados contra vocês.

Não, não teríamos, porque justificamos as nossas afirmações com algo de insofismável e de irefutável. Difamar é dizer de alguém que cometeu algo de indigno sem que ela o tenha feito: nós dizemos que os estrangeiros cometeram algo de indigno, e que só um cego não consegue/quer ver.
E no caso vertente, todods sabem qual é o cego pior...

E com razão. Se segues o último caso do David Irving percebes o que eu quero dizer. Obviamente, não concordo que seja posto na cadeia pelo que diz, mas agrada-me a ideia de que a sua carreira como historiador é posta seriamente em causa, especialmente quando teve de admitir, penso eu no tribunal, que os judeus foram mortos nas camaras de gás.

Não sigo esse caso, mas informar-me-ei, e já te digo qualquer coisa.

Estou a debater contigo de igual para igual, e se te incomoda o que eu digo, deixo-te de escrever. É simples quanto isso. Tenho tanta autoridade para escrever sobre o que eu penso, como tu tens.

Não: mas tu falas da colonização branca na África do Sul, dizendo que tomaram a terra os negros, como se soubesses o que estás a dizer; se o soubesses, terias autoridade para dizê-lo (é nesse sentido que usei o termo); como desconheces que o extremo sul da África era desabitado até á chegada dos brancos, falas sem autoridade na matéria. Entendeste?

1) Se a Europa é só dos brancos. Então não há duvidas: a África é só dos negros, mesmo se aquilo que chamamos hoje de África do Sul estivesse completamente desabitada.

Errado: a Europa é só dos brancos, porque de há milénios está habitada só por brancos; a África do Sul, como estava deserta, é de quem primeiro lá chegou.

2) Se os imigrantes são criminosos por destruirem a identidade portuguesa, então qualquer emigrante português também o será no estrangeiro - porque a sua identidade será diferente da identidade da sua nova nação.

Se esiver emigrado num país cuja raiz etno-cultural não seja a Indo-Europeia, esta asserção é totalmente correcta.

3) E se a identidade de uma Nação é a matriz [Raça Cultura e Lingua] então qualquer grupo de estrangeiros que venham no nosso País, mesmo que sejam alemães ou finlandeses (cuja lingua nem é indo-europeia) serão também "criminosos".

Errado. Os alemães são tão indo-europeus como os portugueses. Os finlandeses, apesar de não terem uma matriz etno-cultural indo-europeia, são caucasóides, e europeizados.

Mas eu percebo o disparate. É que a identidade para vocês é apenas a raça - por isso não interessa se é o imigrante seja russo ou alemão, desde que não seja preto - mesmo que fale a nossa língua e partilhe a nossa cultura.

Não, não poria em causa a nossa identidade porque além de não ser preto também não tinha outra origem linguísitca e cultural que não fosse o indo-europeu.

Aliás, vocês utilizam o termo "multicultural" como sinónimo de "multiracial" (mais uma palavra políticamente correcta).

Porque de facto assim é: várias raças significa várias culturas. A miscigenação rácica equivaleria á destruição de ambas.

Mas a europa mesmo que só tivesse brancos, seria um continente multi-cultural. Não se confude a cultura portuguesa com a finlandesa, a russa ou alemã. São várias culturas e línguas num continente. E acrescentaria também "subraças" brancas.

Subraças, não: etnias. E, como te disse já, o russo e o alemão são línguas indo-europeias, do ramo eslavo-germânico. O finlandês, apesar de ser árico, é todavia caucasóide, e culturalmente europeizado.

Até o PNR tiver a coragem de dizer que irá introduzir a pena de morte (e pôr Portugal com um pé de fora na União Europeia), não vou obviamente levar a sério as tuas ameaças.

O PNR não diz essas nem outras coisas porque não pode. Mas lá virá tempo...

Curiosamente, também não se confunde um português com um alemão ou um inglês.

Depende: conseguias distinguir a Rainha de Inglaterra duma velhota portuguesa, se a visses na rua e não soubesses quem era? Ou o Hitler? E repara que os Ingleses nem são do nosso ramo do Indo-Europeu - eles são eslavo-germânicos, e nós italo-celtas.

E pode-se confundir muitos portugueses com árabes mais brancos. Talvez não esteja assim tão dissolvido como isso.

Está, está: não confundias um português com um árabe nem que te esgadanhasses todo. No entanto, como és ignorante, estás com certeza a confundir árabes com semitas ou berberes, dado que para ti "é tudo a mesma coisa". Mas mostras que não sabes ler, porque o Caturo já te disse que estes dois últimos eram caucasóides... ;)

Se a tua descendencia não se apagar daqui a duzentas gerações... então serás o ancestral comum de toda a população mundial daqui a dois milénios. Fazemos pois parte de uma cadeia que liga os povos do passado com os povos do futuro.

E pronto, o derradeiro argumento da tua laia: o mínimo denominador comum. Como daqui a duzentas gerações não sabemos o que vai ser do Mundo, não vale a pena fazer nada. Por essa ordem de ideias, porque deixou o homem de ser um bicho a comer frutos silvestres e gafanhotos, e se pôs a erigir civilizações? Dali a uns anos podia cair um asteróide na Terra e ia tudo com o caralho...
O que tu e os da tua laia queriam era que a gente deitasse a baixo os braços, e dissese que como é difícil não se faz. Mas vão de carrinho: é que nós fazemos porque sabemos que está a ser feito o bem, porque queremos que os nossos filhos vivam num Portugal mehlor, mais digno, mais limpo, mais português, mau grado as vossas investidas.
Como dizia o Torga, "temos nas mãos o terrível poder de construir": e com esse poder podemos fazer um albergue espanhol, onde vivam todas as raças, uma Babel grotesca e lamacenta, sem futuro nem identidade: ou podemos edificar um Portugal orgulhoso do seu passado, consciente da sua herança, e esperançoso no seu futuro.
Eu já escolhi o meu lado nesta luta. Tu, saberás o que tens a fazer.

Enfim, é só pena que vocês tenham a alma muito pequena para perceber o significado disto.

Ser contra vós e contra a vossa horrenda sede de destruição não é ter alama pequena: é ter alma, pura e simplesmente.

E é tudo.

Ora bem, este já está. PRÓÓÓÓÓÓÓÓXIMO!

31 de janeiro de 2006 às 12:14:00 WET  
Blogger Caturo said...

Pois é, rapaz... tiras-me o divertimento todo...;)

Saudações Nacionais - Braço ao Alto

31 de janeiro de 2006 às 12:56:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Eh pá, desculpa lá... Ficas com o próximo. Também, que diabo, não sejas açambarcador! ;)
Braço ao alto, camarada.

31 de janeiro de 2006 às 13:30:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

" e não é raro, mesmo em Portugal, ouvires "eu não sou racista, mas não gosto dos pretos" - e sabes porquê?, ... e tu és o produto acabado desse trabalho de subversão.
"


É interessante que os nacionalistas costumam dizer precisamente isso. E portanto ironicamente mostra que vocês também foram subvertidos porque também ficam obrigados a dizer que não são racistas (mas sim racialistas), e que são contra sociedades multiculturais, em vez de multiraciais.

"Não, não teríamos, porque justificamos as nossas afirmações com algo de insofismável e de irefutável.... "

E espero que seja esta a defesa legal do tipo do PNR que foi preso no Porto. :)

"Errado: a Europa é só dos brancos, porque de há milénios está habitada só por brancos; a África do Sul, como estava deserta, é de quem primeiro lá chegou."

Não acredito que o terrítorio que hoje é a África do Sul estivesse completamente deserto. Mas como disse, é irrelevante - tal como as tuas regras de legitimidade de um território - pois também existem nacionalistas autralianos que dizem que a Australia é só dos brancos, os nacionalistas americanos e sul americanos que dizem que a terra destes é só dos brancos. Ou seja, basicamente a realidade é outra, e só resta aos nacionalistas fazerem birra.

"Não, não poria em causa a nossa identidade porque além de não ser preto também não tinha outra origem linguísitca e cultural que não fosse o indo-europeu."

As Nações são divididas (em casos normais) de acordo com a sua identidade. Logo é irrelevante se a origem da identidade do povo europeu é a mesma. A nossa cultura é distinta da espanhola, e por isso lutamos para a nossa independencia. Qualquer estrangeiro, portanto e para ser consistente com a vossa ideologia de treta, é um perigo para a nossa identidade. Se para vocês a raça é o único elemento que define a identidade do povo, então nada impede que qualquer pais invada o nosso por razões de afinidade indo-europeia.

"Está, está: não confundias um português com um árabe nem que te esgadanhasses todo."

Já viste um sírio ou um libanês?

" Por essa ordem de ideias, porque deixou o homem de ser um bicho a comer frutos silvestres e gafanhotos, e se pôs a erigir civilizações? Dali a uns anos podia cair um asteróide na Terra e ia tudo com o caralho..."

Primeiro, se soubermos que um asteroide irá entrar em colisão com a Terra (como dizem que acontecerá em 2029) - a nossa tecnologia actual permite salvar-nos. Portanto, existe pelo menos uma razão fundamental para o homem se inovar tecnologicamente.

Segundo, a colisão de um asteroide ou qualquer outra calamidade é uma incerteza. O que é uma certeza é que nós todos temos ancestrais não-brancos e da mesma forma todos teremos (se a nossa descendencia não acabar) descendentes não-brancos. É inevitável. Não é de maneira o fim do mundo.

"ou podemos edificar um Portugal orgulhoso do seu passado, consciente da sua herança, e esperançoso no seu futuro.
Eu já escolhi o meu lado nesta luta. Tu, saberás o que tens a fazer."


É assim que vocês recrutam, com clichés?

Orgulhas-te do nosso passado? Metade da nossa história passou-se em terras estrangeiras, onde tinhamos uma política de miscigenação activa. O nosso poeta mais celebrado era um universalista e tinha uma amante escrava.

Ora eu precisamente tenho consciencia do meu passado e a sua herança, e portanto sinto a ligação que existe entre nós e os povos das ex-colónias. Portanto, sinto mais próximo de alguém (seja lá a sua cor) que fale a minha língua e que goste do meu clube, do que um imigrante russo que não saiba falar uma palavra de Português.

E assim consciente da minha herança, tenho também esperança do nosso futuro. Que começa com maior justiça social, especialmente os mais desfavorecidos. Quando as coisas vão bem na sociedade, menos é a probabilidade do povo ficar desperado e votar em fundamentalistas.

]:->

31 de janeiro de 2006 às 15:54:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

É interessante que os nacionalistas costumam dizer precisamente isso. E portanto ironicamente mostra que vocês também foram subvertidos porque também ficam obrigados a dizer que não são racistas (mas sim racialistas)

São conceitos diferentes: um racista não gosta dos negros; um racialista não os quer em Portugal.

e que são contra sociedades multiculturais, em vez de multiraciais.

Tanto faz dizer uma coisa como outra.

E espero que seja esta a defesa legal do tipo do PNR que foi preso no Porto.

Se for, está bem feita.

Não acredito que o terrítorio que hoje é a África do Sul estivesse completamente deserto.

Mas aquilo em que tu acreditas ou deixas de acreditar é pura e simplesmente cagativo; a História é a História, independentemente das tuas "crenças".

Mas como disse, é irrelevante - tal como as tuas regras de legitimidade de um território

Rapz, vais ter de justificar isso, as coisas não são "porque sim"... Ou será que é assim porque tu não acreditas que seja doutra maneira?

pois também existem nacionalistas autralianos que dizem que a Australia é só dos brancos

Grande parte da Austrália estava também desabitada

os nacionalistas americanos e sul americanos que dizem que a terra destes é só dos brancos. Ou seja, basicamente a realidade é outra, e só resta aos nacionalistas fazerem birra.

No caso australiano e sul-africano, não: nos casos americanos, deve estudar-se caso a caso - assim, o Sul do Brasil estava desabitado, e o Norte não; na América do Norte, havia zonas densamente povoadas, donde os Índios foram escorraçados, e outras onde não havia ninguém. Cada caso é um caso.

As Nações são divididas (em casos normais) de acordo com a sua identidade.

Não é em casos normais: é sempre.

Logo é irrelevante se a origem da identidade do povo europeu é a mesma.

Não, não é, porque se a matriz é igual, há afinidades: a palavra matriz vem do latim "mater", qu é mãe. Dois filhos da mesma mãe são irmãos, ainda que cada um tenha a sua própria identidade.

A nossa cultura é distinta da espanhola, e por isso lutamos para a nossa independencia. Qualquer estrangeiro, portanto e para ser consistente com a vossa ideologia de treta, é um perigo para a nossa identidade.

Pelo dito acima, vê-se bem que não.

Se para vocês a raça é o único elemento que define a identidade do povo, então nada impede que qualquer pais invada o nosso por razões de afinidade indo-europeia.

Não, tudo impede: é que afinidade não é igualdade; eu e os meus irmãos temos afinidades, mas não somos, nem podemos ser, escravos uns dos outros: cada um de nós tem direito à sua independência - assim é com as Nações.

Já viste um sírio ou um libanês?

Vários. São semitas, se não estou em erro. Porquê?

Primeiro, se soubermos que um asteroide irá entrar em colisão com a Terra (como dizem que acontecerá em 2029) - a nossa tecnologia actual permite salvar-nos. Portanto, existe pelo menos uma razão fundamental para o homem se inovar tecnologicamente.

O mal é que tu não lês o que escreves, e és de memória curta: senão, lembravas-te destas palavras

E no futuro, e falamos de apenas 1500 anos, terás dezenas de milhões de descendentes. É certo que pelo menos uma dessas pessoas irá ter um bebé com alguém de outra raça. E assim sendo, este novo ser estará a demonstrar a vossa irrelevância no presente.

Ou seja, dado que no futuro um motivo de força maior pode destruir o nosso empreendimento, porque haveríamos de fazê-lo? Porque nos daríamos ao trabalho de fazer as casas, se amanhã pode vir um tufão e levá-las adiante? Porque havia o homem de ter deixado de ser um bicho, se, caso caísse na Terra um asteróide, ele seria arruinado com a sua criação?
Para ti, o esforço é sempre inúil porque o tempo vai desgastá-lo.
No fim de contas, e ao fim deste tempo todo, descobri que o hippie és tu...

Segundo, a colisão de um asteroide ou qualquer outra calamidade é uma incerteza. O que é uma certeza é que nós todos temos ancestrais não-brancos e da mesma forma todos teremos (se a nossa descendencia não acabar) descendentes não-brancos.

Mais um cliché (isto sim, são clichés) dos politicamente correctos: "vimos todos de Áfica, somos todos Africanos!"
Não, comigo não contam para vos dar tréguas: se querem ser imbecis, sejam-no ao paroxismo - somos todos carapaus, que a vida vem do fundo do mar. Quanto à desecendência, repito o que já disse: não vão ser epifenómenos a condicionar a nossa luta. Nós estamos a trabalhar por um Portugal de brancos, para brancos, como sempre foi: e se essa meta for atingida, mesmo que um tetraneto nosso tenha filhos com uma preta, o nosso trabalho já valeu a pena.

É inevitável. Não é de maneira o fim do mundo.

Um caso isolado? Nem eu disse que era. O mal é o apelo à miscigenação como causa nacional, coisa que os teus donos fazem diariamente.

É assim que vocês recrutam, com clichés?

Não, rapaz: com verdades. E, já que estamos num blog cujo "proprietário" gosta muito dos romanos, cá vai uma citação do bom velho Tito Lívio "si non vis veritatem audire, nemund tibi docere potest". Assenta-te como uma luva.

Orgulhas-te do nosso passado? Metade da nossa história passou-se em terras estrangeiras

Da última vez que me informei, essa parte da nossa História resumiu-se a uns 5 séculos: o que para um povo que já foi descrito por Estrabão no ano 600 a.C., é menos de um quinto. Manifestamente pouco...

onde tinhamos uma política de miscigenação activa.

Feita em nome do Imperialismo católico, que estou cansado de te dizer que os Nacionalistas combatem.

O nosso poeta mais celebrado era um universalista e tinha uma amante escrava.

Ninguém é perfeito. Olha, outro poeta nosso, Bocage, fez vários poemas parodiando negros. O nosso maior prosador, Eça de Queiroz, goza desalmadamente com os "pretos de S. Tomé".

É que nem na literatura te safas!

Ora eu precisamente tenho consciencia do meu passado e a sua herança

Não tens, e já se provou.

e portanto sinto a ligação que existe entre nós e os povos das ex-colónias. Portanto, sinto mais próximo de alguém (seja lá a sua cor) que fale a minha língua e que goste do meu clube, do que um imigrante russo que não saiba falar uma palavra de Português.

Mas com quem tu sentes afinidades é lá contigo; como quem a Nação tem afinidades culturais históricas é outra coisa. A tua visão da História, volto a dizer-te, não faz lei.

E assim consciente da minha herança, tenho também esperança do nosso futuro. Que começa com maior justiça social, especialmente os mais desfavorecidos. Quando as coisas vão bem na sociedade, menos é a probabilidade do povo ficar desperado e votar em fundamentalistas.

Mas as coisas vão mal na nossa sociedade: começam desde logo pela proibição à expressão de determinado tipo de ideias, e passam pela tomada de postos de trabalho por imigrantes...

31 de janeiro de 2006 às 18:55:00 WET  
Blogger Caturo said...

" e não é raro, mesmo em Portugal, ouvires "eu não sou racista, mas não gosto dos pretos" - e sabes porquê?, ... e tu és o produto acabado desse trabalho de subversão.
"

É interessante que os nacionalistas costumam dizer precisamente isso. E portanto ironicamente mostra que vocês também foram subvertidos porque também ficam obrigados a dizer que não são racistas

Se alguns dos nossos são obrigados a não se dizerem racistas, é porque a ralé governativa criou leis que mete na cadeia quem quer que se afirme «blasfemo» perante os vossos obscenos dogmas - nada tem a ver com qualquer problema de consciência, até porque quem tem uma consciência a sério sabe que tem todo o direito a ser racista...

De resto, quem se afirma racialista não o faz para escapar seja ao que for, mas para definir um ideal tanto mais legítimo quanto mais a sua negação causa nojo: que as raças devem ser preservadas, motivo pelo qual as misturas são de evitar, zelando cada qual pela salvaguarda da sua própria estirpe.



e que são contra sociedades multiculturais, em vez de multiraciais.

Contra multirraciais, sem dúvida; contra multiculturais, até certo ponto, como o camarada já explicou (é pá, escolhe um nome:;).


"Não, não teríamos, porque justificamos as nossas afirmações com algo de insofismável e de irefutável.... "

E espero que seja esta a defesa legal do tipo do PNR que foi preso no Porto. :)

Seria, se a ralé mais súcia da História não controlasse os tribunais.



"Errado: a Europa é só dos brancos, porque de há milénios está habitada só por brancos; a África do Sul, como estava deserta, é de quem primeiro lá chegou."

Não acredito que o terrítorio que hoje é a África do Sul estivesse completamente deserto. Mas como disse, é irrelevante

Por acaso, não é irrelevante. Mas siga.




tal como as tuas regras de legitimidade de um território - pois também existem nacionalistas autralianos que dizem que a Australia é só dos brancos, os nacionalistas americanos e sul americanos que dizem que a terra destes é só dos brancos.

Nunca ouvi dizer isso nem li isso em lado nenhum. Parece-me que estás simplesmente a inventar para te safares.



"Não, não poria em causa a nossa identidade porque além de não ser preto também não tinha outra origem linguísitca e cultural que não fosse o indo-europeu."

As Nações são divididas (em casos normais) de acordo com a sua identidade. Logo é irrelevante se a origem da identidade do povo europeu é a mesma.

Não é irrelevante não. Pelo contrário, é crucial. Um alemão, um russo ou um grego, são da mesma raça e família étnica que os Portugueses. Não são por isso alienígenas, mas sim parentes.



A nossa cultura é distinta da espanhola, e por isso lutamos para a nossa independencia. Qualquer estrangeiro, portanto e para ser consistente com a vossa ideologia de treta,

Bem se vê que a treta aqui é toda tua, porque nem uma coisa tão simples consegues entender, ou então finges que não percebes.
Mas eu explico-te, como quem faz um desenho: qualquer nacionalista português, só por ser português, já tem um sentido de lealdade para com todos os outros Europeus, dado que ser português é automaticamente ser branco indo-europeu, logo, ser parente dos outros povos da Europa.


é um perigo para a nossa identidade

Um perigo menor. Geralmente, o perigo é tanto mais baixo quanto mais próximo esse estrangeiro estiver de nós.



Se para vocês a raça é o único elemento que define a identidade do povo,

É um dos elementos cruciais. A Estirpe subdivide-se em vários graus de proximidade:
Família > Nação > Etnia > Raça



"Está, está: não confundias um português com um árabe nem que te esgadanhasses todo."

Já viste um sírio ou um libanês?

As parecenças de Árabes com Europeus são em muitos casos devidas ao facto de alguns povos árabes terem algum sangue europeu (especialmente os das zonas que foram mais indo-europeizadas, como é o caso dos Libaneses (além dos Indo-Europeus arcaicos Hititas, Mitânios, Persas, etc., ainda tiveram cavaleiros cruzados).



Primeiro, se soubermos que um asteroide irá entrar em colisão com a Terra (como dizem que acontecerá em 2029) - a nossa tecnologia actual permite salvar-nos.

Mas dificilmente poderá salvar-nos da explosão do Sol daqui a uns milhões de anos, já que, para escaparmos com vida, precisamos de poder voar à velocidade da luz (para chegar a outro planeta com condições possivelmente similares às da Terra, e mesmo assim a viagem durava nada menos do que quatro anos, dado que o sistema solar mais próximo da Terra, o de Próxima Centauri, está a quatro anos luz de distância) e, segundo dizem os cientistas, a velocidade da luz não pode ser atingida por um humano.

No entanto, continuamos a viver, e a tentar viver melhor, mesmo sabendo que um dia morreremos.


Segundo, a colisão de um asteroide ou qualquer outra calamidade é uma incerteza. O que é uma certeza é que nós todos temos ancestrais não-brancos

O que é também uma certeza é que somos ainda brancos, apesar disso.



da mesma forma todos teremos (se a nossa descendencia não acabar) descendentes não-brancos.

É-nos indiferente, desde que este território continue na posse dos nossos verdadeiros descendentes, os brancos da nossa prole.


"ou podemos edificar um Portugal orgulhoso do seu passado, consciente da sua herança, e esperançoso no seu futuro.
Eu já escolhi o meu lado nesta luta. Tu, saberás o que tens a fazer."

É assim que vocês recrutam, com clichés?

Como não tens maneira de atacar a ideia, chamas-lhe «cliché». É dor de cotovelo típica da intelectualada impotente quando não arranja nada de jeito para dizer.



Orgulhas-te do nosso passado? Metade da nossa história passou-se em terras estrangeiras,

Orgulhar-se do nosso passado não é querer repeti-lo na íntegra. O Império foi um feito glorioso em si mesmo, numa época em que todos os que podiam ter impérios, faziam por isso, mas não deveria ter sido erigido.



onde tinhamos uma política de miscigenação activa

Nem sempre. Há aí um franco exagero. Além do mais, os erros do passado não devem ser repetidos.
De qualquer modo, é de lembrar que ainda no tempo de Salazar quem nascesse em África era cidadão de segunda.


O nosso poeta mais celebrado era um universalista e tinha uma amante escrava.

Indiana, não negra. E nada há nele de universalista.



Ora eu precisamente tenho consciencia do meu passado e a sua herança, e portanto sinto a ligação que existe entre nós e os povos das ex-colónias.

E eu tenho consciência da diferença entre a minha identidade e as políticas seguidas por alguns dirigentes. Portugal já existia antes da expansão e não passou a ser outro país por causa dessa gesta. O que se herda, é precisamente o sangue e a língua, e a História, mas não as ideias que configuraram essa História, e é isto que o pessoal como tu não entende. Ou então, nem sequer se poderia ter deitado abaixo a monarquia ou sequer o Estado Novo.

Nem poderias ser democrata... (que não és, mas enfim).



Portanto, sinto mais próximo de alguém (seja lá a sua cor) que fale a minha língua e que goste do meu clube,

É um engano. Em assim sendo, estaria mais próximo de um Sousa quem aprendesse a língua portuguesa do que um seu irmão, Sousa de nascimento, que porventura nascesse no Japão e não falasse português.

No entanto, o irmão, um Sousa, continuaria a ter direito a herdar a propriedade da família; o estrangeiro que aprendesse a língua nacional, não, nem que gostasse muito dos Sousas e fosse ao registo civil mudar de apelido. Mesmo assim, nunca os Sousas lhe reconheceriam qualquer direito à sua herança familiar.



do que um imigrante russo que não saiba falar uma palavra de Português.

Mas o russo pode aprender Português, e ainda por cima fala quase sempre melhor do que um africano. Mas um negro não pode ficar branco.



E assim consciente da minha herança, tenho também esperança do nosso futuro. Que começa com maior justiça social, especialmente os mais desfavorecidos.

Ora isso é que é um cliché...;)
Resta entretanto saber quem são os mais desfavorecidos - e, em primeiro lugar, que desfavorecidos é que devem ser auxiliados primeiro. Um nacionalista não tem dúvidas. Um internacionalista, também não: de maneira bastarda, apátrida, profundamente degradada, opta por pôr tudo ao mesmo nível, cometendo falta gravíssima para com os seus.

31 de janeiro de 2006 às 19:10:00 WET  
Blogger Caturo said...

Desta vez, respondeu-se quase ao mesmo tempo...

31 de janeiro de 2006 às 19:16:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Parece-me que, desta feita, o nosso homem se rendeu de vez aos inigualáveis (e indolores) encantos do sudoku...

1 de fevereiro de 2006 às 20:03:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"São conceitos diferentes: um racista não gosta dos negros; um racialista não os quer em Portugal."

Segundo a tua definição, então o racialismo (não querer pretos em portugal) é uma consequencia do racismo (não gostar de pretos). O facto de vocês justificarem racionalmente o racismo (não gostar de pretos) por questões de perda de identidade, não quer dizer que ele não exista.

Não admira que o Caturo responda a todos os comentários destinados a ti: as tuas respostas não são de um artista nazioracista. :) Lê os comentários dele para aprenderes alguma coisa sobre esta questão.

"as como disse, é irrelevante - tal como as tuas regras de legitimidade de um território

Rapz, vais ter de justificar isso, as coisas não são "porque sim"... Ou será que é assim porque tu não acreditas que seja doutra maneira?"


Disseste que a África do Sul é dos brancos por razão X, e a Europa dos brancos por razão Y. São regras arbitrárias que apenas fazem sentido no juizo de cada um. Por exemplo, há quem pense que a África do Sul é dos negros porque a esmagadora maioria do País é negra, num continente em que a esmagadora maioria é negra.
Como não acredito na ideia de que cada "raça" deva viver separadamente, não partilho de ambas maneiras de pensar. Este é o juizo prevalente, e portanto (como justificação) é irrelevante as tuas regras.

"Não, tudo impede: é que afinidade não é igualdade"

Estás a ser inconsistente ao dizer que os estrangeiros europeus são bem-vindos em Portugal porque não são uma afronta a nossa identidade. Mas os romanos tinham a tal afinidade que falas com o nosso povo, e ao invadir-nos destruiram a cultura e a lingua. E foi também por esse veiculo que o cristianismo foi introduzido que liquidou com as nossas origens pagãs. A minha conclusão é que vocês apenas querem proteger a raça, mas não a cultura ou a língua com a vossa abertura de imigração europeia de leste.

"
Ninguém é perfeito. Olha, outro poeta nosso, Bocage, fez vários poemas parodiando negros. O nosso maior prosador, Eça de Queiroz, goza desalmadamente com os "pretos de S. Tomé".

É que nem na literatura te safas!"


Não estamos a falar de literatura mas sim de pessoas, e portanto não percebo este teu último comentário. E decididamente não escrevo bem, pois o português é o meu segundo idioma. Mas gosto imenso do Eça, e existe uma crónica que li há algum tempo atrás sobre o israelismo em que faz uma crítica a sociedade alemã no final do sec.XIX. Alguns blogues nazioracistas trascreveram
partes dessa crónica, onde Eça faz uma crítica dura aos judeus ricos.
A parte que os nazioracistas não apresentaram, é a crítica aos alemães que se queixavam ao governo de que havia uma minoria mais rica que eles, em vez de trabalharem para serem tão ricos como eles. E Eça vai mais longe: diz que o governo alemão, sem escrúpulos, utiliza duas opções para apaziguar o povo - uma é ameaçar com uma guerra (para esquecer os problemas do País) e a outra é apontar como raiz de todos os problemas aos judeus.

E isto foi escrito em 1890. Sem dúvida é uma crítica a este discurso nacionalista:

"Mas as coisas vão mal na nossa sociedade: começam desde logo pela proibição à expressão de determinado tipo de ideias, e passam pela tomada de postos de trabalho por imigrantes..."

E pronto. Espero que consigas resolver as tuas inconsistencias, e que escrevas um post de jeito, com algo de novo. Ou então, não me vou dar ao trabalho de te responder e vou voltar as delícias do sudoku.

]:->

2 de fevereiro de 2006 às 13:57:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Segundo a tua definição, então o racialismo (não querer pretos em portugal) é uma consequencia do racismo (não gostar de pretos). O facto de vocês justificarem racionalmente o racismo (não gostar de pretos) por questões de perda de identidade, não quer dizer que ele não exista.

Mas alguém disse que o racismo não existe?

Não admira que o Caturo responda a todos os comentários destinados a ti: as tuas respostas não são de um artista nazioracista. :) Lê os comentários dele para aprenderes alguma coisa sobre esta questão.

Ah, não te preocupes: as tuas respostas são as de um bardamerda inculto, que nada sabe sobre absolutamente nada. Portanto, ainda estou melhorzinho...

Disseste que a África do Sul é dos brancos por razão X, e a Europa dos brancos por razão Y.

E tu não soubeste rebater.

São regras arbitrárias que apenas fazem sentido no juizo de cada um.

Não, não são arbitrárias: a terra é de quem nela habita há mais tempo.

Por exemplo, há quem pense que a África do Sul é dos negros porque a esmagadora maioria do País é negra, num continente em que a esmagadora maioria é negra.

Pois há, e essas pessoas tem até um nome que as define: são os ignorantes.

Como não acredito na ideia de que cada "raça" deva viver separadamente, não partilho de ambas maneiras de pensar. Este é o juizo prevalente, e portanto (como justificação) é irrelevante as tuas regras.

Não, não é, porque as Nações têm direito histórico à sua terra. Se a mentalidade que te enfiam cornadura adentro é a de que os pretos têm direito a viver em Portugal, isso não passa a ser verdade.
Já agora, falas de «juízo prevalente». Como sabes que é o juízo da maioria? Já perguntaste à maioria das pessoas se considera bem ou mal que as raças vivam separadas?

Estás a ser inconsistente ao dizer que os estrangeiros europeus são bem-vindos em Portugal porque não são uma afronta a nossa identidade.

E não são, dado que a cultura de todos os povos europeus é matricialmente igual.

Mas os romanos tinham a tal afinidade que falas com o nosso povo, e ao invadir-nos destruiram a cultura e a lingua. E foi também por esse veiculo que o cristianismo foi introduzido que liquidou com as nossas origens pagãs. A minha conclusão é que vocês apenas querem proteger a raça, mas não a cultura ou a língua com a vossa abertura de imigração europeia de leste.

Queremo-lo; como já te disse, não podemos chorar sobre a invasão romana, porque isso faz já parte daquilo que somos: neste momento, parte integerante da nossa identidade cultural é a romana: mas - e aqui bate o ponto - apesar da influência romana, continuamos a ser estruturalmente indo-europeus, do ponto de vista linguístico, rácico, e cultural: e mesmo que daqui por 200 gerações haja em Portugal uma maioria de eslavos (coisa tão provável como o Sol passar a girar em torno da Terra), esta estrutura etno-cultural manter-se-á, coisa que não acontecerá se a maioria for preta.

Não estamos a falar de literatura mas sim de pessoas, e portanto não percebo este teu último comentário.

Tu vinhas, como bom politicamente correcto mete-nojo, aludir à superioridade da vossa ideologia porque "os intelectuais" e "os artistas" estão coonvosco: e eu limitei-me a apontar-te falsidade da tua afirmação. Entendeste agora?

E decididamente não escrevo bem, pois o português é o meu segundo idioma.

Isso explica muita coisa...

Mas gosto imenso do Eça, e existe uma crónica que li há algum tempo atrás sobre o israelismo em que faz uma crítica a sociedade alemã no final do sec.XIX. Alguns blogues nazioracistas trascreveram

Conheces uma crónica: eu conheço romances em que ele se farta de gozar com os pretos. N'"Os Maias", por exemplo. Há tambem alusões a isso no "Primo Basílio".

E Eça vai mais longe: diz que o governo alemão, sem escrúpulos, utiliza duas opções para apaziguar o povo - uma é ameaçar com uma guerra (para esquecer os problemas do País) e a outra é apontar como raiz de todos os problemas aos judeus.
E isto foi escrito em 1890. Sem dúvida é uma crítica a este discurso nacionalista


"Mas as coisas vão mal na nossa sociedade: começam desde logo pela proibição à expressão de determinado tipo de ideias, e passam pela tomada de postos de trabalho por imigrantes..."

Sê-lo-á: mas a questão essencial é esta - aquilo que eu disse é mentira? Há ou não ideologias que são proibidas de expor as suas ideias? Há ou não postos de trabalho que são tomados pelos imigrantes?
E se achas que a crónica do Eça tem aplicação presente, então diz-me se achas que uma boa parte dos nossos problemas não se resolviam com o Nacionalismo (tentando ser minimamente cabal), e tenta demover a verdade que te temos posto à frente, dizendo que os imigrante são uma ameaça étno-cultural, laboral, e económica.

E pronto. Espero que consigas resolver as tuas inconsistencias, e que escrevas um post de jeito, com algo de novo. Ou então, não me vou dar ao trabalho de te responder e vou voltar as delícias do sudoku.

O teu azar é que até agora não conseguiste provar uma única inconsistência; quanto a mim, já te apanhei em várias, já as desmontei, e ainda aqui estou.
Agora, esta última frase é que é deliciosa: um tipo que perdeu o debate em toda a linha ainda me diz a mim que "não se vai dar ao trabalho de responder"? Não está má a presunção, não senhor...

2 de fevereiro de 2006 às 14:50:00 WET  
Blogger Caturo said...

Segundo a tua definição, então o racialismo (não querer pretos em portugal) é uma consequencia do racismo (não gostar de pretos). O facto de vocês justificarem racionalmente o racismo (não gostar de pretos) por questões de perda de identidade, não quer dizer que ele não exista.

Mas quem é que falou em racismo?



Não admira que o Caturo responda a todos os comentários destinados a ti:

Não, rapaz, eu já cá estava antes a responder...


Como não acredito na ideia de que cada "raça" deva viver separadamente, não partilho de ambas maneiras de pensar.

Boa. Cada qual faz a justiça que lhe apetece. Por conseguinte, se de hoje para amanhã o Nacionalismo ganhar em Portugal e alguns camaradas mais exaltados te estoirarem o crânio ao tiro, tu vais achar bem, porque é a vontade da maioria.

Mas não, espera... é mesmo por isso que vocês proibem o Nacionalismo racial, e tentam por todos os meios dificultar a vida aos nacionalistas moderados, é para escaparem ao vosso justo destino...;)



Este é o juizo prevalente,

Dizes tu e quejanda gentinha, mas lá dar liberdade ao povo para o provar, está quieto...;)
Se esse é o juízo prevalente, porque é que vos metemos tanto medo em termos políticos?...;);:);)



Estás a ser inconsistente ao dizer que os estrangeiros europeus são bem-vindos em Portugal porque não são uma afronta a nossa identidade.

E não o são, quando comparados com os africanos.



Mas os romanos tinham a tal afinidade que falas com o nosso povo, e ao invadir-nos destruiram a cultura e a lingua.

Mas houve uma fusão e continuámos a ser o que éramos antes - brancos, indo-europeus do ramo celto-italiota.

Mas... éramos? Será que existíamos antes dos Romanos se fundirem com os Hispânicos? É caso para pensar.



E foi também por esse veiculo que o cristianismo foi introduzido que liquidou com as nossas origens pagãs.

Felizmente, essa destruição pode ser revertida, mesmo que custe ou pareça utópico.
A destruição racial é que é mais difícil...



A minha conclusão é que vocês apenas querem proteger a raça, mas não a cultura ou a língua com a vossa abertura de imigração europeia de leste.

Toda a imigração é de evitar. Mas, se tiver de vir, que venha só de leste - do mal, o menos, como é óbvio.
Além do mais, os de leste aprendem bom Português.

2 de fevereiro de 2006 às 15:16:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Disseste que a África do Sul é dos brancos por razão X, e a Europa dos brancos por razão Y.
E tu não soubeste rebater."


Para ti, X e Y são dogmas, axiomas ou principios. Tal como dizer que a identidade como a matriz [Raça, Cultura e Língua] é algo que se deve preservar a todo custo. Não se rebate: é uma questão de fé.

A única coisa que fiz é mostrar a inconsistencia de dizer que os europeus de leste são bem-vindos no País e mostrar que é inconsistente com o principio de preservação da identidade segundo a matriz que tu definiste. O caturo, que partilha dos teus principios, percebeu e disse:

"Toda a imigração é de evitar. Mas, se tiver de vir, que venha só de leste - do mal, o menos, como é óbvio. "

O facto de não conseguires admitir a inconsistencia diz muito sobre ti. E é a última vez que falo sobre isto.

"E se achas que a crónica do Eça tem aplicação presente, então diz-me se achas que uma boa parte dos nossos problemas não se resolviam com o Nacionalismo (tentando ser minimamente cabal), e tenta demover a verdade que te temos posto à frente, dizendo que os imigrante são uma ameaça étno-cultural, laboral, e económica."

Se amanhã (3 de Fevereiro) o PNR chegasse ao poder e tentasse impor leis raciais, criar um regime de apartheid ou expulsar os não-brancos de Portugal (incluindo os que tem apenas a nossa nacionalidade), trazer a pena de morte para executar os traidores, haviamos de ser expulsos da União Europeia. Esta não precisa de nós, nós é que precisamos dela. Paises da Ásia, America para além da Europa, iriam boicotar-nos economicamente devido a forma como tratamos os não-brancos.

Por outro lado, muitos portugueses haviam de emigrar, muitos por protesto, e outros por razões económicas, pois o boicote mundial haveria ter ter consequencias graves no nosso País. E com a emigração... uma parte da identidade sai para fora do País.

Assim sendo, não serão os imigrantes a maior catástrofe deste País.

]:->

2 de fevereiro de 2006 às 16:04:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Para ti, X e Y são dogmas, axiomas ou principios.

Só mesmo um mentecpato como tu para pensar que dogmas e princípios são a mesma coisa, mas adiante...

Tal como dizer que a identidade como a matriz [Raça, Cultura e Língua] é algo que se deve preservar a todo custo. Não se rebate: é uma questão de fé.

Não é fé: é ideologia, e verdade insofismável. A fé não precisa de comprovação - ou se crê, ou não se crê. A necessária preservação da nossa herança para que Portugal não desapareça, está provada e não apenas "acreditada".

A única coisa que fiz é mostrar a inconsistencia de dizer que os europeus de leste são bem-vindos no País e mostrar que é inconsistente com o principio de preservação da identidade segundo a matriz que tu definiste.

Não, não o fizeste: estás farto de dar voltas, mas não consegues desmontar o facto de os imigrantes europeus, independentemente donde venham, serem uma ameaça identitária infinitesimalmente inferior à que os pretos constituem.

O caturo, que partilha dos teus principios, percebeu

Ele, e eu: a única pessoa aqui que ainda não percebeu corno foste tu, e o pior é que ainda te opões armado em esperto, com frases do tipo

O facto de não conseguires admitir a inconsistencia diz muito sobre ti. E é a última vez que falo sobre isto.

Mesmo depois de não teres conseguido provar uma inconsistência e de teres sido apanhado em várias. Usas o argumento de quem não tem argumentos para vencer os outros: o típico "oh, tu não opercebes nada disto!", que é sempre, mas sempre ridículo... Repito: os imigrantes de leste, dado terem a mesma matriz etno-cultural dos portugueses, são uma ameaça muito iferior aos negros, se é que são, sequer, uma ameaça.
Volto a dizer-te: além de ignorante, és muito presunçoso...

Se amanhã (3 de Fevereiro) o PNR chegasse ao poder e tentasse impor leis raciais, criar um regime de apartheid ou expulsar os não-brancos de Portugal (incluindo os que tem apenas a nossa nacionalidade), trazer a pena de morte para executar os traidores, haviamos de ser expulsos da União Europeia. Esta não precisa de nós, nós é que precisamos dela. Paises da Ásia, America para além da Europa, iriam boicotar-nos economicamente devido a forma como tratamos os não-brancos.

Só que as coisas têm todas o seu tempo, e o PNR não vai chegar amanhã ao poder: quando chegarmos lá, já na Europa existirão vários governos nacionalistas, e já a população portuguesa terá, depois de um intensivo esforço da nossa parte, sido arrancada das garras da propaganda universalisto-peganhenta que os teus donos lhe inculcam.

Assim sendo, não serão os imigrantes a maior catástrofe deste País.

Dado o enunciado, serão com certeza.

3 de fevereiro de 2006 às 00:03:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Não é fé: é ideologia, e verdade insofismável. A fé não precisa de comprovação - ou se crê, ou não se crê. A necessária preservação da nossa herança para que Portugal não desapareça, está provada e não apenas "acreditada"."

A ideologia baseia-se em dogmas. O vosso dogma é que a identidade tem a componente racial. Ora isto é uma questão de fé: ou se crê, ou não se crê. E quem crê nesse dogma terá necessariamente que excluir portugueses que tenham algures na árvore geneológica ancestrais de outras raças (o que se for aplicada a letra...). Um outro dogma é que esta identidade tem de ser preservada. Ora devido ao vosso 1º dogma, vocês têm de defender a restrição de pessoas que não fazem parte da nossa identidade. Isto não é uma verdade "insofismável", é uma consequencia dos dogmas.

Eu não aceito a raça como elemento da identidade portuguesa, e portanto as tuas "verdades insofismáveis" não se aplicam no meu caso - elas apenas existem no teu mundo pequeno. Por outro, aceito que a identidade (cultura e língua) sofre, tal como a população, um processo natural de evolução. Portanto, não é necessário criar acções de preservação/limpeza étnica. Portugal não desaparece: evolui.

"Não, não o fizeste: estás farto de dar voltas, mas não consegues desmontar o facto de os imigrantes europeus, independentemente donde venham, serem uma ameaça identitária infinitesimalmente inferior à que os pretos constituem."

Consigo e já o fiz: tu é que não tens capacidade de perceber ou admitir. Dentro dos teus principios, e não os meus, qualquer imigrante é uma ameaça para identidade do País. Os pretos podem ser para ti menos ameaça que os russos, mas dizer que os últimos são bem-vindos é ser inconsistente.

Estou a lembrar-me que o BNP, o partido político nacionalista británico enviou uma série de panfletos na minha zona durante as autarquicas há 3 ou 4 anos atrás. Eles diziam que não eram racistas porque também eram contra a imigração de europeus de leste que tiravam o trabalho dos trabalhadores británicos, bem como contribuiam a perda da identidade británica.

Se um partido deste calibre consegue ser consistente com os seus princípios, ainda tens alguma esperança. :)

"Só que as coisas têm todas o seu tempo, e o PNR não vai chegar amanhã ao poder: quando chegarmos lá, já na Europa existirão vários governos nacionalistas"

Nem fazia ideia que vocês eram muito pouco ambiciosos. Ou seja, o vosso sucesso (e presumivelmente de outros partidos nacionalistas europeus) é dependente do sucesso colectivo. Ou a maioria é nacionalista, ou nenhum. Ou seja, a probabilidade do vosso sucesso é ainda mais baixa. E não deixa de ser irónico que o sucesso de um partido NACIONALISTA esteja dependente do que acontece além-fronteiras.

Ah, o mundo está cheio de ironias. :)

]:->

3 de fevereiro de 2006 às 12:16:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

A ideologia baseia-se em dogmas.

Errado: baseia-se em ideias que podemou não ser verdadeiras, podem ou não ter uma base me que assentem, poem ou não estar de acordo com a realidade.

O vosso dogma é que a identidade tem a componente racial. Ora isto é uma questão de fé: ou se crê, ou não se crê.

Não: a identidade portuguesa tem que ver com a sua raça. Portugal é uma Nação Europeia, de lingua indo-europeia do ramo italo-celta, cultura matricialmente indo-europeia, e raça branca. E são estas características que definem a Nação: nisto não se "acredita" - é a mais indesmentível das realidades.

E quem crê nesse dogma terá necessariamente que excluir portugueses que tenham algures na árvore geneológica ancestrais de outras raças (o que se for aplicada a letra...).

Porque és estúpido e não percebes português ainda não entendeste, mau grado já te ter sido dito centenas de milhares de vezes, que umas poucas gotas de sangue negro não são importantes se se é estrutralmente branco

Um outro dogma é que esta identidade tem de ser preservada. Ora devido ao vosso 1º dogma, vocês têm de defender a restrição de pessoas que não fazem parte da nossa identidade. Isto não é uma verdade "insofismável", é uma consequencia dos dogmas.

Não é consequência de dogma nenhum: é consequência do desejo de preservação nacional. Para que Portugal desapareça não pode haver invasão imigrante. Nisto não se crê - é algo perfeitamente provado, até pela lógica: se os portugueses sempre foram brancos, se os habitantes de Portugal deixaremde o ser então deixam de ser portugueses. Teremos outra coisa qualquer, que não será Portugal.

Eu não aceito a raça como elemento da identidade portuguesa

Mas como já te foi dito, aquilo que tu aceitas não é lei: uma coisa é aquilo que tu achas correcto, outra coisa é a realidade factual. Portanto, limpa as mãozinhas à parede com o que achas, porque a tua opinião é absolutamente cagativa.

e portanto as tuas "verdades insofismáveis" não se aplicam no meu caso - elas apenas existem no teu mundo pequeno.

Existem no Mundo Real. Se é pequeno ou não, tanto se me dá. E é meu tanto como dos outros.

Por outro, aceito que a identidade (cultura e língua) sofre, tal como a população, um processo natural de evolução. Portanto, não é necessário criar acções de preservação/limpeza étnica. Portugal não desaparece: evolui.

Tu não sabes é distinguir evolução filológica de destruição linguística: a evolução nos costumes e, mormente, na língua, é feita pelo povo, mas nunca se afasta dos parâmetros morfológicoas, sintáticos e linguísticos basilares: ora, se o povo de matriz indo-europeia desaparece ante a invasão dum povo africano, a língua local já não evolui mas é antes substituída (ou usurpada) por uma língua estrangeira: e, nesse caso, a Nação desaprece.
A evolução cultural tem exactamente os mesmos parâmetros de evolução e avaliação.

Consigo e já o fiz: tu é que não tens capacidade de perceber ou admitir.

Resta que mostres onde. Ah, e não vale o "se não percebeste não vale a pena...", porque isso seria uma demonstração de ignorância ainda maior.

Dentro dos teus principios, e não os meus, qualquer imigrante é uma ameaça para identidade do País.

Claro que sim, mas há males menores.

Os pretos podem ser para ti menos ameaça que os russos, mas dizer que os últimos são bem-vindos é ser inconsistente.

E eu disse que os russos eram bem-vindos? Onde?

Estou a lembrar-me que o BNP, o partido político nacionalista británico enviou uma série de panfletos na minha zona durante as autarquicas há 3 ou 4 anos atrás. Eles diziam que não eram racistas porque também eram contra a imigração de europeus de leste que tiravam o trabalho dos trabalhadores británicos, bem como contribuiam a perda da identidade británica.

E contribuíam: mas decerto sabiam que um árabe ou um preto contribuíam muito mais do que um russo ou um esloveno.

Se um partido deste calibre consegue ser consistente com os seus princípios, ainda tens alguma esperança.

A esperança que tu não tens, porque és um mentiroso e, apesar de derotado, um renitente: um caso perdido de ignorância...

Nem fazia ideia que vocês eram muito pouco ambiciosos.

Somos conscientes.

Ou seja, o vosso sucesso (e presumivelmente de outros partidos nacionalistas europeus) é dependente do sucesso colectivo.

Como o de qualquer ideologia.

Ou a maioria é nacionalista, ou nenhum.

É como a Democracia; só quando a maioria se tornou democrata é que passou a ser condição essencial o ser-se democrata também. No fundo, é como tudo na vida.

Ou seja, a probabilidade do vosso sucesso é ainda mais baixa.

Dizes bem - ainda...

E não deixa de ser irónico que o sucesso de um partido NACIONALISTA esteja dependente do que acontece além-fronteiras.

Irónico? Porquê? O sucesso de qualquer modelo é sempre dependente das experiências anteriores. Porque é que achas que o Comunismo está arruinado e o Nacionalismo em franco crescimento?

Ah, o mundo está cheio de ironias.

De facto... Não é irónico que um democrata se meta com os «fascistas!!!!!!!!!!!!!!!», pretensamente fracos, ridículs e inconsistentes, e saia sempre de ventas a deitar molho???

;)))))))))

3 de fevereiro de 2006 às 16:36:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"E eu disse que os russos eram bem-vindos? Onde?"

Ou seja, nem sabes o que dizes. As tuas palavras foram estas:"Por conseguinte, os imigrantes da Europa são bem-vindos". Faz uma procura nesta caixa de comentários para te lembrares do que disseste.

"E [os europeus de leste] contribuíam [para a perda de identidade]: mas decerto sabiam que um árabe ou um preto contribuíam muito mais do que um russo ou um esloveno."

Mas a inconsistencia não está na comparação de quem é que contribui mais para a perda de identidade, mas sim no facto de dizeres que os europeus imigrantes são bem-vindos *e* agora dizeres que estes contribuem para a perda de identidade. Estás a enterrar-te.

"Ou seja, a probabilidade do vosso sucesso é ainda mais baixa.

Dizes bem - ainda..."


Lê outra vez. O facto de agora vocês dependerem de outros paises para garantir o vosso sucesso, diminui *ainda* mais a probabilidade de chegarem ao poder. Estou mesmo a ver os vossos cartazes: "VOTEM EM NÓS (mais ainda não...)" :)

É difícil levar-vos a sério. :)

"De facto... Não é irónico que um democrata se meta com os «fascistas!!!!!!!!!!!!!!!», pretensamente fracos, ridículs e inconsistentes, e saia sempre de ventas a deitar molho???"

O facto de teres que acabar os comentários desta forma , mostra que estes não se aguentam por si, mostrando ironicamente que a argumentação é fraca, ridícula e inconsistente.

]:->

3 de fevereiro de 2006 às 18:36:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Ou seja, nem sabes o que dizes. As tuas palavras foram estas:"Por conseguinte, os imigrantes da Europa são bem-vindos". Faz uma procura nesta caixa de comentários para te lembrares do que disseste.

Já procurei, e não o encontrei. Mas tu sempre podes dar a data em que tal foi dito...

Mas a inconsistencia não está na comparação de quem é que contribui mais para a perda de identidade, mas sim no facto de dizeres que os europeus imigrantes são bem-vindos *e* agora dizeres que estes contribuem para a perda de identidade. Estás a enterrar-te.

Não, não estou; os europeus são bem-vindos porque são irmãos, porque étnica, cultural e linguisticamente parente dos portugueses. Não podem, como é lógico, ter os mesmos direitos dos portugueses, mas não contribuem um bilionésimo para a perda de identidade dos portugeses se comparados aos chineses ou aos pretos (sem embargo, também contribuem, mas são males menores).

Lê outra vez. O facto de agora vocês dependerem de outros paises para garantir o vosso sucesso, diminui *ainda* mais a probabilidade de chegarem ao poder.

Ao contrário: à medida que nos outros países o nacionalismo for chegando ao poder, mais pessoas terão contacto com a ideologia, e mais visibilidade o partido nacionalista português terá: e, em tendo maior visibilidade, terá também maior possibilidade de chegar ao poder.

Estou mesmo a ver os vossos cartazes: "VOTEM EM NÓS (mais ainda não...)" :)

Não é iso, mas como és falho de etendimento, eu explico-te: o PNR precisará de tempo para divulgar a sua mensagem; à medida que o for fazendo, outros partidos nacionalistas chegarão ao poder, e isso será um élain para a nossa ideologia; portanto, a asserção

Se amanhã (3 de Fevereiro) o PNR chegasse ao poder e tentasse impor leis raciais, criar um regime de apartheid ou expulsar os não-brancos de Portugal (incluindo os que tem apenas a nossa nacionalidade), trazer a pena de morte para executar os traidores, haviamos de ser expulsos da União Europeia. Esta não precisa de nós, nós é que precisamos dela. Paises da Ásia, America para além da Europa, iriam boicotar-nos economicamente devido a forma como tratamos os não-brancos.

Foi rebatida pondo as coisas numa perspectiva de evolução histórica: se amanhã chegássemos ao poder, não estaríamos obviamente em condições de fazer face a toda a UE dominada pelos politicamente correctos inimigos das Nações Europeias; mas como tudo tem o seu tempo, quando chegarem ao poder alguns partidos nacionalistas, isso terá um efeito dominó na Europa inteira.
Digo-o pela enésima vez: a vitória do Nacionalismo é inevitável.

É difícil levar-vos a sério. :)

Ah é? Deve ser por isso que somos boicotados... Deve ser por isso que os teus donos não querem que falemos ao povo, e também é +por isso que nada consegues demover daquilo que dizemos.

O facto de teres que acabar os comentários desta forma , mostra que estes não se aguentam por si, mostrando ironicamente que a argumentação é fraca, ridícula e inconsistente.

Eu só terminei assim porque pude; e se pude, os argumentos não padecem de tanta fraqueza assim, nem se vão abaixo mau grado as tuas cortinazinhas de fumo...
Na verdade, nada de estrutural conseguiste ainda provar, e já foste rebatido no esencial da tua argumentação. Quiseste provar que éramos mestiços, tombaste; que éramos ditatoriais, tombaste; que éramos inconsistentes, espero resposta: mas o facto de eu ter dito "por conseguinte" demonstra que havia uma justifcação para o ter dito que tu, como é teu hábito, deves ter truncado: em todo o caso, aguardo a data dessa afirmação, e depois conversamos.

3 de fevereiro de 2006 às 19:30:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"à medida que nos outros países o nacionalismo for chegando ao poder, mais pessoas terão contacto com a ideologia, e mais visibilidade o partido nacionalista português terá: e, em tendo maior visibilidade, terá também maior possibilidade de chegar ao poder."

Veremos. Na minha opinião, quanto maior for a vossa visibilidade e quando as pessoas perceberem o que vocês realmente são (introdução do apartheid/deportação de não-brancos, execução de traidores) - pior serão as vossas chances de chegarem ao poder.

"à medida que nos outros países o nacionalismo for chegando ao poder, mais pessoas terão contacto com a ideologia, e mais visibilidade o partido nacionalista português terá: e, em tendo maior visibilidade, terá também maior possibilidade de chegar ao poder.
"


Por outro, se um chegar ao poder antes dos outros - e levar o Pais ao caos (como eu expliquei e tu não discordaste), então serve de aviso aos outros paises europeus. Aliás, foi mais ou menos o que aconteceu após a destruição do regime nazi.


"já foste rebatido no esencial da tua argumentação. Quiseste provar que éramos mestiços, "

E somos. Tu próprio disseste que não havia raças puras, mas sim vivas. E se não há raças puras... bem, vê se chegas lá.

"que éramos ditatoriais"

Tu não falas por todos os nacionalistas. Até és o mais liberal deles todos. Há muitos que defendem um golpe de estado, outros que vêm o regime nazi como modelo a seguir. Portanto, lá porque dizes não são ditatoriais, não vou levar isto como uma verdade, ainda mais quando dizes que o regime nazi não causou miseria a ninguem.

"éramos inconsistentes, espero resposta: mas o facto de eu ter dito "por conseguinte" demonstra que havia uma justifcação para o ter dito que tu, como é teu hábito, deves ter truncado:"

Porque assumo que TU tens a noção do que escreves. Ora vai ver o teu comentário [Segunda-feira, Janeiro 30, 2006 7:01:23 PM]:

"A cultura da raça branca eurpeia é basicamente igual: é a cultura da matriz indo-europeia. Por conseguinte, os imigrantes da Europa
são bem-vindos (sem embargo, se cometerem algum crime, devem ser
enxotados sem contemplações)."


"sem embargo, também contribuem [para a perda de identidade], mas são males menores"

Ou seja, segundo o que disseste, os europeus de leste são bem-vindos, contribuem para a perda de identidade, e é importante preservar a identidade. Qualquer nazioracista percebe que há qualquer coisa que falha nisto tudo.

3 de fevereiro de 2006 às 20:46:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Se é um *mal* ainda que menor, porque é que são bem-vindos?

3 de fevereiro de 2006 às 20:47:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Veremos. Na minha opinião, quanto maior for a vossa visibilidade e quando as pessoas perceberem o que vocês realmente são (introdução do apartheid/deportação de não-brancos, execução de traidores) - pior serão as vossas chances de chegarem ao poder.

Muito pelo contrário. As pessoas querem de facto o fim da imigração, o fim da destruição da nossa identidade etno-cultural. Isso está em qualquer sondagem sobre o assunto. São, no entanto, borradas cerebralmente para pensarem que isso não é um direito legítimo, mas antes um erro: no entanto, à medida que forem vendo que noutros paíes esse caminho se toma, também nós teremos visibilidade e o seu voto. O instinto do Homem é a sobrevivência, e só o Nacionalismo a pode providenciar - de resto, é por isso que os teus donos nos proíbem de expor as ideias que temos.

Por outro, se um chegar ao poder antes dos outros - e levar o Pais ao caos (como eu expliquei e tu não discordaste)

Onde?

então serve de aviso aos outros paises europeus. Aliás, foi mais ou menos o que aconteceu após a destruição do regime nazi.

Sim, mas os erros dos nazis não serão cometidos novamente.

E somos. Tu próprio disseste que não havia raças puras, mas sim vivas. E se não há raças puras... bem, vê se chegas lá.

Se não há raças puras, logo, temos tanto de preto como e europeu: conclusão que não deixa por mãos alheias o crédito de energúmeno que tens, e que demonstra seres imbecil e ignorante ao ponto de desconheceres que somos estruturalmente indo-europeus, coisa que já te dissemos e não soubeste rebater.

Tu não falas por todos os nacionalistas.

Até porque cada um fala por si.

Há muitos que defendem um golpe de estado

E aqueles que, não o propondo, também não se arreceiam dele. Entre eles, eu.

outros que vêm o regime nazi como modelo a seguir.

Em alguns aspectos, entre eles eu.

Portanto, lá porque dizes não são ditatoriais, não vou levar isto como uma verdade, ainda mais quando dizes que o regime nazi não causou miseria a ninguem.

E não causou: a miséria derivou da guerra que foi movida injustamente à Alemanha. Os Nazis arancaram a Alemanha da miséria de Versailles, reergueram a Nação ao nível económico, social, e militar. Perseguição política, censura, pena de morte - nada disso é miséria humana. Miséria é arrastar as pessoas para a sarjeta sem um naco de pão. Nunca isso aconteceu na Alemanha Nazi, bem pelo contrário.

Ou seja, segundo o que disseste, os europeus de leste são bem-vindos, contribuem para a perda de identidade, e é importante preservar a identidade. Qualquer nazioracista percebe que há qualquer coisa que falha nisto tudo.

Não devia ter usado o termo bem-vindos: deveria ter dito são mais aceitáveis, são males menores se comparados com os pretos e os chineses.

4 de fevereiro de 2006 às 15:24:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"As pessoas querem de facto o fim da imigração, o fim da destruição da nossa identidade etno-cultural. Isso está em qualquer sondagem sobre o assunto."

Tu assumes que as pessoas dizem não à imigração por uma questão racial. Mas pode muito bem ser principalmente por razões económicas e/ou laborais. Daqui até pensar que as pessoas apoiam um regime racista que excluirá individuos que falam a nossa língua, que partilham da nossa cultura, por motivos de terem sangue negro ou por não terem características superficiais da maioria, e que executará aquilo que chama inimigos da pátria, é uma história diferente.

Por outro lado, a pergunta sobre a imigração pode implicar se as pessoas concordam em abrir as portas de Portugal a todo mundo - ora eu sou contra. Deve ser muito bem controlada, e aberta a imigrantes que possam contribuir para a nossa sociedade.

"é por isso que os teus donos nos proíbem de expor as ideias que temos."

Porque vocês abusam com meias-verdades para meter medo à população. Tal como os cristãos faziam aos pagãos, chamando-lhes de bruxos e filhos do demónio.

De qualquer forma, a lei que proibe partidos políticos racistas é redundante quando se tem leis de ódio, incitamento racial e contra difamação. Prefiro estas últimas, porque também protege a vocês contra os excessos da esquerda.

"Por outro, se um chegar ao poder antes dos outros - e levar o Pais ao caos (como eu expliquei e tu não discordaste)

Onde?"


Quando falei no que havia de acontecer no dia 3 de Fevereiro se o PNR chegasse ao poder. Um cenário que tu não discordaste. O que estou a dizer é que se um partido nacionalista chegar ao poder, em vez da gradual chegada de todos, irá servir de sobreaviso.

"Sim, mas os erros dos nazis não serão cometidos novamente."

E quais foram os erros dos nazis?

"Perseguição política, censura, pena de morte - nada disso é miséria humana.Miséria é arrastar as pessoas para a sarjeta sem um naco de pão. Nunca isso aconteceu na Alemanha Nazi, bem pelo contrário.
"


Sim, porque não interessa os judeus, ciganos, homosexuais, esquerdistas, e todos os que tiveram a coragem de discordar publicamente com o regime nacionalista. O remédio foi simplesmente fazer aquilo que tu ameaçaste fazer:"executar todos os traidores e inimigos da Pátria"

Como disse, quanto mais se souber sobre as mentes nacionalistas, mais se tem a noção de que não pertencem a nossa sociedade dita civilizada.

4 de fevereiro de 2006 às 17:15:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Tu assumes que as pessoas dizem não à imigração por uma questão racial. Mas pode muito bem ser principalmente por razões económicas e/ou laborais.

Não, não é: as pessoas dizem taxativamente que não gostanm de pretos, não é "não gosto do preto que tirou o trabalho ao tio do primo da avó da irmã do sobrinho..." Se a filha dum português se apresentar em casa do pai dizendo que vai casar com um preto, o pai não gosta; e se disserem que o preto vai trabalhar para um determinado sítio as pessoas estão contra ele precisamente porque é um preto: ninguém se importaria que fosse um vizinho, o mal está enm ser um tipo que veio doutra terra, doutra zona do globo, para tirar a o trabalho aos de cá.

Daqui até pensar que as pessoas apoiam um regime racista que excluirá individuos que falam a nossa língua, que partilham da nossa cultura, por motivos de terem sangue negro ou por não terem características superficiais da maioria, e que executará aquilo que chama inimigos da pátria, é uma história diferente.

Dado o acima dito, não não é.

De qualquer forma, a lei que proibe partidos políticos racistas é redundante quando se tem leis de ódio, incitamento racial e contra difamação. Prefiro estas últimas, porque também protege a vocês contra os excessos da esquerda.

Como tu és simpático... esqueces é que não gostar de imigrantes não é ódio - é Justiça, que só tu e os teus donos não vêem.

Quando falei no que havia de acontecer no dia 3 de Fevereiro se o PNR chegasse ao poder. Um cenário que tu não discordaste.

Porque no dia 3 de Fevereiro ainda não teríamos tido tempo de expor as nossas ideias, e ainda não haveria uma conjuntura internacional favorável á nossa ascensão.

O que estou a dizer é que se um partido nacionalista chegar ao poder, em vez da gradual chegada de todos, irá servir de sobreaviso.

Não, porque as pessoas querem o Nacionalismo, querem o fim da imigração, querem a sua presevação etno-cultural: e se virem que um povo da Europa votou nos «fascistas!!!», vai querer saber o que estes propõem, sendo iso um élain para os partidos nacionalistas europeus, dado que propõem precisamente aquilo que mais interessa às pessoas - sobreviver.

quais foram os erros dos nazis?

A instauração de um regime ditatorial, através da censura e da repressão.

Sim, porque não interessa os judeus, ciganos, homosexuais, esquerdistas, e todos os que tiveram a coragem de discordar publicamente com o regime nacionalista. O remédio foi simplesmente fazer aquilo que tu ameaçaste fazer:"executar todos os traidores e inimigos da Pátria"

1) o que é que isto tem a ver com miséria? Conseguiste provar que os nazis conduziram um só alemão á fome e à pobreza?
2)os judeus e demais estrangeiros deviam ter sido expulsos e nunca mortos; os traidores e inimigos da Nação Alemã deviam ter sido todos mortos, e não os poucos que de facto o foram.

Como disse, quanto mais se souber sobre as mentes nacionalistas, mais se tem a noção de que não pertencem a nossa sociedade dita civilizada.

Dita, dizes bem: porque uma sociedade que propõem a destruição identitária das nações e acha que isso é muito bom, condenando á prisão quem se opõe a tal, será tudo, mas não tem um pingo de civilizada.

4 de fevereiro de 2006 às 18:04:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"não é "não gosto do preto que tirou o trabalho ao tio do primo da avó da irmã do sobrinho...
...o mal está enm ser um tipo que veio doutra terra, doutra zona do globo, para tirar a o trabalho aos de cá.
"


Uhm... queres escrever outra vez?

"esqueces é que não gostar de imigrantes não é ódio - é Justiça, que só tu e os teus donos não vêem."

A gente vê, apenas não aceita.
Aliás a tua justiça inclui imigrantes europeus de leste, que não será compativel, por exemplo, com os mais extremistas/puristas que acham que Portugal é só dos lusitanos. É perfeitamente legítimo no ponto de vista nacionalista. Ou seja, não há uma Justiça.

"-- quais foram os erros dos nazis?
A instauração de um regime ditatorial, através da censura e da repressão.

--Há muitos que defendem um golpe de estado

E aqueles que, não o propondo, também não se arreceiam dele. Entre eles, eu."


Certo. Se não te opões a um golpe de estado, explica-me o seguinte: o que vocês irão fazer depois do golpe de estado? Divulgar a vossa mensagem e depois deixar a democracia tomar o seu percurso? Ou irão liquidar os traidores? (que serão *todos* os partidos políticos, pois são anti-racistas) - ou seja, em que contexto depois do golpe de estado estarão a utilizar a via democracia, e não a ditatorial?

4 de fevereiro de 2006 às 18:44:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Uhm... queres escrever outra vez?

Não é mister, mas a ti há que explicar tudo: as pessoas não se revoltam contra os pretos porque estes lhes tiram o trabalho. Melhor digo: não é o facto destes lhes tirarem o trabalho que as faz revoltarem-se, a questão não é puramente laboral: se um branco tirar o trabalho a outro, o que ficou sem ele não se indigna tanto como se indignará sendo um preto a fazê-lo: ficar sem uma coisa para que um irmão dela usufrua, é mau; mas ficar sem ela para que esta vá para um tipo que mora a quilómetros de distância e se instalou em casa contra a vontade de todos é outra bem diferente.

A gente vê, apenas não aceita.

Não aceitar o que se tem diante dos olhos é ignorância teimosa.

Aliás a tua justiça inclui imigrantes europeus de leste, que não será compativel, por exemplo, com os mais extremistas/puristas que acham que Portugal é só dos lusitanos.A gente vê, apenas não aceita.
Aliás a tua justiça inclui imigrantes europeus de leste, que não será compativel, por exemplo, com os mais extremistas/puristas que acham que Portugal é só dos lusitanos. É perfeitamente legítimo no ponto de vista nacionalista. Ou seja, não há uma Justiça.


Não conheço ninguém nessas condições, e se assim pensa está errado: aliás, como te disse não acho que os imigrantes de Leste possam vir para cá indiscriminadamente, apenas considero que a imigração destes é um mal menor. Quanto a haver ou não uma só Justiça, não creio que alguém considere justo o assalto e a invasão de propriedade.

Certo. Se não te opões a um golpe de estado

Aprende a ler: eu disse que não me arreceio de um golpe de Estado, mesmo tendo em conta que é uma medida anti-democrática: e não me arreceio porque, se em último recurso, perante a destruição etno-cultural da Nação que levais a cabo, como militar que sou devo honrar o juramento que fiz de "defender a Nação de todos os seus inimigos, a sua Soberania e Integridade, mesmo com o sacrifício da vida".

4 de fevereiro de 2006 às 19:15:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"as pessoas dizem taxativamente que não gostanm de pretos"

Depende do ambiente onde estás inserido. Tenho amigos não-brancos, e por tanto, esse tipo de conversa no meu meio é considerado racista e inaceitável.

"Não conheço ninguém nessas condições, e se assim pensa está errado:"

Ou seja, achas errado qualquer nacionalista que seja contra a entrada de imigrantes como os romenos ou russos no seu País. É isso?

"não me arreceio porque, se em último recurso, perante a destruição etno-cultural da Nação que levais a cabo, como militar que sou devo honrar o juramento que fiz de "defender a Nação de todos os seus inimigos, a sua Soberania e Integridade, mesmo com o sacrifício da vida".

Que eu saiba, existe uma hierarquia militar a qual tens de honrar - e cabe-te a ti (como militar) executar as ordens que te são dadas, e não de interpretares aquilo que consideras ser o inimigo da Nação.

Dizeres que não tens receio de um golpe de estado é uma forma covarde de dizer que havias de apoiar tal movimento se os nacionalistas tivessem essa oportunidade. E isto tira-te a moral de ter armares em democrata.

4 de fevereiro de 2006 às 19:56:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Depende do ambiente onde estás inserido. Tenho amigos não-brancos, e por tanto, esse tipo de conversa no meu meio é considerado racista e inaceitável.

O meio social em que estou inserido é Portugal: e quem diz isto é a maioria da população.

Ou seja, achas errado qualquer nacionalista que seja contra a entrada de imigrantes como os romenos ou russos no seu País. É isso?

Não, não é isso: acho errado que alguns nacionalistas pensem que os romenos ou os russos constituem uma ameça identitária tão grande como oa chineses ou os pretos.

Que eu saiba, existe uma hierarquia militar a qual tens de honrar - e cabe-te a ti (como militar) executar as ordens que te são dadas, e não de interpretares aquilo que consideras ser o inimigo da Nação.

O mesmo era válido para a meia dúzia de capitães que fez o 25 de Abril, e, com certeza, a maioria da população não se indigna por estes lhes terem tirado de cima a ceviz salazarenta e dado a liberdade.

Dizeres que não tens receio de um golpe de estado é uma forma covarde de dizer que havias de apoiar tal movimento se os nacionalistas tivessem essa oportunidade. E isto tira-te a moral de ter armares em democrata.

Covarde? Em que aspecto? Dizer que não tenho medo de pegar em armas para defender a preservação minha Nação e dar a vida por ela se tal não for possível pela via democrática e constitucional, o que é que tem de covarde?
Volto a dizer-te que o golpe de Estado seria - como é sempre - um último recurso.

5 de fevereiro de 2006 às 17:43:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"O meio social em que estou inserido é Portugal: e quem diz isto é a maioria da população."

Para já não fizeste uma sondagem ao País inteiro para afirmares que a maioria dos Portugueses é racista, muito menos achares que a maioria da população apoia as vossas medidas racistas. E já agora, diz-me aonde é que viste a sondagem sobre a imigração para eu poder analisar os dados?

"...a maioria da população não se indigna por estes lhes terem tirado de cima a ceviz salazarenta e dado a liberdade. "

Mas irá indignar-se se vocês fizerem um golpe de estado, onde estão a derrubar uma pessoa eleita pelo eleitorado português.

"Volto a dizer-te que o golpe de Estado seria - como é sempre - um último recurso."

Ou seja, se vocês continuarem a perder eleição atrás de eleição, e não subirem, é esse o recurso que utilizarão? E depois? Neste último recurso, Portugal deixa de ser democrático?

5 de fevereiro de 2006 às 18:41:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Para já não fizeste uma sondagem ao País inteiro para afirmares que a maioria dos Portugueses é racista, muito menos achares que a maioria da população apoia as vossas medidas racistas.

Nunca houve sondagens nesse sentido, mas já as houve sobre a tomada de centros de decisão económica por estrangeiros e sobre a imigração, e, numa e noutra, a consonância das pessoas com as meididas propugundas pelo PNR era esmagadora - pelo menos 70% da população dizia discordar de ambas.

E já agora, diz-me aonde é que viste a sondagem sobre a imigração para eu poder analisar os dados?

Na comunicação social. Não me recordo ao certo do canal de televisão/jornal, mas se fizeres uma pesquisa descobri-lo-ás com facilidade.

Mas irá indignar-se se vocês fizerem um golpe de estado, onde estão a derrubar uma pessoa eleita pelo eleitorado português.

Eleito pelo eleitorado português era o último presidente do Cinselho de Ministros do tempo da Monarquia, e não houve revoltas populares contra a República.

Ou seja, se vocês continuarem a perder eleição atrás de eleição, e não subirem, é esse o recurso que utilizarão?

Não, não é se continuarmos a perder eleição atrás de eleição: é se houver medidas tão grosseiramente anti-nacionais que exijam uma tomada do poder imediata, a fim de salvar a Nação do aniquilamento completo.

E depois? Neste último recurso, Portugal deixa de ser democrático?

Não; mas deixa de ser dominado pela ralé anti-nacional. Ainda assim, manter-se-iam todas as liberdades, de asociação, acção cívica, expressão, imprensa, pensamento, etc. Sem embargo, a luta pela preservação da Nação seria mantida a todo o transe, e os responsáveios pela sua destruição seriam punidos.
Volto a dizer-te que só em situações muito excepcionais se tomaria esse caminho, e somente como último recurso: o nosso caminho, até ao limite do possível, deve ser feito dentro da legalidade democrática, até porque nada é mais digno (e natural) para os Nacionalistas do que serem livremente aceites pela maioria da população.

5 de fevereiro de 2006 às 22:13:00 WET  
Blogger Caturo said...

Não perdoas uma ao desgraçado, ó camarada do norte;), é uma autêntica brutalidade fascista...:):):). Cheguei hoje e não tive tempo de ler as mais de vinte mensagens trocadas entre ti e ele, mas, tendo dado uma vista de olhos assim por alto, sem ter lido em pormenor, constato que o gajo está agarrado à questão dos imigrantes de leste com um desespero muito típico de quem não tem argumentos (se é assim que faz o sudoku, deve escrinhar os números uns por cima dos outros de maneira a que certos algarismos possam ser lidos de várias maneiras...;)).

Ora, quanto a mim, todas as migrações se devem evitar, especialmente se forem maciças; caso Portugal receba uma quantidade excessiva de ucranianos, por exemplo, pode um dia ver-se com problemas de separatismos regionais caso os imigrantes da Ucrânia e seus descendentes se fixem todos em determinada região e um dia se ponham a reivindicar autonomias, depois soberanias, etc.. No entanto, em baixa quantidade, tal vinda de europeus de leste até pode ser benéfica - caso se consigam integrar bem na população portuguesa, o sangue europeu (quase puro) que trazem da Europa eslava pode servir para contrabalançar os resíduos de sangue negro que existam na população portuguesa, fazendo com que as gotas negróides se dissolvam mais depressa e a população nacional fique mais clara.

E, além de contrabalançar o sangue negróide, faria o mesmo com os restos de sangue judaico e mouro que por aqui circulassem, o que, para já, teria consequências visíveis até ao nível da estética - narizes mais belos e direitos, feições mais refinadas, etc..

6 de fevereiro de 2006 às 02:53:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"as meididas propugundas pelo PNR era esmagadora - pelo menos 70% da população dizia discordar de ambas"

Fiz a tal investigação e descobri a tal sondagem do ACIME em que divulgava que os Portugueses discordavam com a entrada de mais imigrantes independentemente da sua origem: africana (74.4%), brasileira(71.7%) e leste europeu (73.4%). Portanto, lá se vai a solidariedade racial indo-ariana.

Agora, o que os Portugueses acham sobre os imigrantes que se encontram em Portugal (que vocês querem expulsar por serem uma afronta a nossa identidade)?

97,2% dos inquiridos considera que os imigrantes devem ter os mesmos direitos que os portugueses.

93% defende que os imigrantes legalizados devem trazer as suas famílias.

84% acha que devia ser facilitada a naturalização dos imigrantes.

79% acham que se devia facilitar o processo de legalização.

92,4% defende uma maior protecção dos imigrantes em relação aos patrões exploradores.

Isto para mim é a prova que vocês terão muito, muito trabalho para convencer os Portugueses da vossa ideologia racista.

"Não, não é se continuarmos a perder eleição atrás de eleição: é se houver medidas tão grosseiramente anti-nacionais que exijam uma tomada do poder imediata, a fim de salvar a Nação do aniquilamento completo."

Dá-me um exemplo de uma medida grosseiramente anti-nacional que vos leve a agir.

8 de fevereiro de 2006 às 10:19:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Mais uma coisa interessante deste estudo divulgado em 2003: os que possuem graus de instrução mais baixos são também os que mais rejeitam novas entradas.

8 de fevereiro de 2006 às 10:20:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"A influência fenícia, árabe, africana e judaica está absolutamente dissolvida entre a população"

"para contrabalançar os resíduos de sangue negro que existam na população portuguesa, fazendo com que as gotas negróides se dissolvam mais depressa e a população nacional fique mais clara. "

Percebo o que queres dizer quando falas em brutalidade fascista com tantos tiros nos pés. ;)

Serei o primeiro a assinar a petição contra a proibição de partidos racistas se é esse o tipo de comentários que vocês querem transmitir a população.
"O PNR é pela imigração ucraniana para aclarar a população nacional"
"O PNR é contra os perigos dos raios UV. Por um Portugal mais branco e menos bronzeado!"

Patéticos.

" que, para já, teria consequências visíveis até ao nível da estética - narizes mais belos e direitos, feições mais refinadas, etc.. "

Vocês são um misto de narcisistas com graves complexos de inferioridade. É isto que costumam fazer nas vossas reuniões? Olhar para a estrutura dos cabelos, dos narizes e da côr da pele?

Falta-vos é apanhar sol para ver se perdem essas manias.

8 de fevereiro de 2006 às 10:35:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Fiz a tal investigação e descobri a tal sondagem do ACIME em que divulgava que os Portugueses discordavam com a entrada de mais imigrantes independentemente da sua origem: africana (74.4%), brasileira(71.7%) e leste europeu (73.4%). Portanto, lá se vai a solidariedade racial indo-ariana.

Mas alguém tinha dito que havia "solidariedade ariana"?

Quanto ao resto que disseste, será verdade, mas também será fruto da propaganda anti-nacional-imperialista: e não é impeditivo que muitas pessoas digam que nãog stam de pretos, mas como são borradas para pensar que é errado corer com eles, não o defendem. É achamada reserva mental, que os teus donos visam alargar proibindo o Nacionalismo - a nossa corrida é contra o tempo, mas os teus amiguinhos pretos e chineses, continuando a assaltar pessoas e a mandar trabalhadores para o desemprego, vão continuar a mostrar que nós temos razão...

Quanto à instrução ou falta dela dos inquiridos, recordo o que já te tinha dito: são essas pessoas de baixa instrução que os teus donos dizem defender; é o povo trabalhador que não tem formação académica, nem salários altos, nem grandes conhecimentos escolares que o centrão (já para não falar da esquerdalhada) diz ser o principal esteio da sua política: ora, se 70% desse povo acha que não deve haver mais imigração, os governantes, em não respeitando essa vontade, estão a atentar contra a vontade popular. E proibindo os partidos políticos de propagandearem essas opiniões, estão a cometer um crime sem qualquer perdão.

Dá-me um exemplo de uma medida grosseiramente anti-nacional que vos leve a agir.

A definição de Portugal como província federada duns quaisquer Estados Unidos da Europa; ou a equiparação de imigrantes e nacionais no direito ao voto e ao acesso a cargos públicos. E entre estas outras, mas tendo tu pedido apenas um exemplo, já levaste dois.

8 de fevereiro de 2006 às 12:27:00 WET  
Blogger Caturo said...

Fiz a tal investigação e descobri a tal sondagem do ACIME em que divulgava que os Portugueses discordavam com a entrada de mais imigrantes independentemente da sua origem: africana (74.4%), brasileira(71.7%) e leste europeu (73.4%). Portanto, lá se vai a solidariedade racial indo-ariana.

De facto, é precisamente o contrário que se verifica: mesmo apesar da tão falada «ligação histórica a África» e da «lusofonia», a população mostra preferência pelos Eslavos relativamente aos Africanos. E, por cá, tem havido quem se queixe disso mesmo, acusando a população portuguesa de ser racista.

Engole mais esta...;)



Agora, o que os Portugueses acham sobre os imigrantes que se encontram em Portugal (que vocês querem expulsar por serem uma afronta a nossa identidade)?

97,2% dos inquiridos considera que os imigrantes devem ter os mesmos direitos que os portugueses.


Em que imigrantes pensariam os que responderam?
Mais: como é que foi feita a pergunta? Se se perguntar por exemplo, à queima-roupa, «Oiça lá, vocês acha que os imigrantes não devem ter direitos em Portugal??», as pessoas, numa primeira resposta, hesitam e dizem «Eu nãooo, eu até nem sou nada racista... mas a verdade é que há imigrantes demais...».

10 de fevereiro de 2006 às 15:22:00 WET  
Blogger Caturo said...

"Não é fé: é ideologia, e verdade insofismável. A fé não precisa de comprovação - ou se crê, ou não se crê. A necessária preservação da nossa herança para que Portugal não desapareça, está provada e não apenas "acreditada"."

A ideologia baseia-se em dogmas.

E em princípios. Neste caso, é de princípios que se trata, não de dogmas.



O vosso dogma é que a identidade tem a componente racial. Ora isto é uma questão de fé: ou se crê, ou não se crê.

Não, não é «fé». Fé é por exemplo achar que os imigrantes se vão integrar; ou que Deus existe.
Isto não é uma questão de fé, mas sim de princípio: não se trata de «acreditarmos» que os negros não são portugueses, trata-se de vermos que os negros não são portugueses, de nada sentirmos por eles, ou de sentirmos que são estrangeiros, do mesmo modo que não reconhecemos como familiar o indivíduo que abandona o seu apelido e resolve adoptar o nosso.

10 de fevereiro de 2006 às 15:25:00 WET  
Blogger Caturo said...

"A influência fenícia, árabe, africana e judaica está absolutamente dissolvida entre a população"

"para contrabalançar os resíduos de sangue negro que existam na população portuguesa, fazendo com que as gotas negróides se dissolvam mais depressa e a população nacional fique mais clara. "

Percebo o que queres dizer quando falas em brutalidade fascista com tantos tiros nos pés. ;)

Pois - e é por teres levado tantos tiros nos pés que já estás de rastos...;););)



Serei o primeiro a assinar a petição contra a proibição de partidos racistas se é esse o tipo de comentários que vocês querem transmitir a população.

Ahahjahahh... então agora estás outra vez com medo que nós falemos directamente ao Povo?
Então não eras tu quem dizia que até seria bom termos liberdade de expressão para o Povo ver quem nós éramos, que assim não teríamos hipótese nenhuma nas eleições?

Então para que é essa pressa de nos proibir, menino?

Ahjahahhah, és uma piada pegada. Não bastam os tiros que te damos nos pés, ainda te pões a fazer mira aos ditos com uma bazuca...;););)



"O PNR é pela imigração ucraniana para aclarar a população nacional"
"O PNR é contra os perigos dos raios UV. Por um Portugal mais branco e menos bronzeado!"

Patéticos.

Uma criatura como tu, cuja abjecção vai mais abaixo do que seria de esperar, não tem autoridade para dizer que sejam quem for é patético.



" que, para já, teria consequências visíveis até ao nível da estética - narizes mais belos e direitos, feições mais refinadas, etc.. "

Vocês são um misto de narcisistas com graves complexos de inferioridade

Contradição idiota - e, ainda para mais, com o conhecido tique esquerdista de resvelar para a análise pseudo-psicológica como forma de ataque pessoal.

O que é certo é que o amor pelo Povo inclui forçosamente uma preocupação estética e identitária. Que um promotor da anormalidade como tu ache mal tal ideia, é para nós um sinal de que estamos correctos.



É isto que costumam fazer nas vossas reuniões? Olhar para a estrutura dos cabelos, dos narizes e da côr da pele?

Não precisamos - somos todos brancos.



Falta-vos é apanhar sol

E tu se calhar apanhaste sol a mais, para ver se ficavas mais moreno, e depois acabaste foi por ficar com a mioleira queimada.

10 de fevereiro de 2006 às 15:31:00 WET  
Blogger Caturo said...

Mais uma coisa interessante deste estudo divulgado em 2003: os que possuem graus de instrução mais baixos são também os que mais rejeitam novas entradas.

Evidentemente - num sistema podre, as pessoas estarão tanto mais apodrecidas quanto mais próximas estiverem do foco irradiador de ideias que domina esse sistema.

Por exemplo, na Idade Média, os mais puramente cristãos eram os habitantes das cidades, bem como o clero e a nobreza - o povo dos campos, mais distante dos centros do Cristianismo, permaneceu mais tempo agarrado ao Paganismo.

Do mesmo modo, no actual regime, de índole internacionalista, as pessoas serão tanto mais militantemente internacionalistas quanto mais «cultas» forem. É por isso que a Esquerdalha domina as universidades - é o assalto à cultura de que falava Gramsci, um dos maiores intelectuais esquerdistas.

10 de fevereiro de 2006 às 15:36:00 WET  
Blogger Caturo said...

Lê outra vez. O facto de agora vocês dependerem de outros paises para garantir o vosso sucesso, diminui *ainda* mais a probabilidade de chegarem ao poder.

Pelo contrário. Como bem disse o camarada do norte, o efeito seria de dominó, até porque o facto de estarmos numa União Europeia iria favorecer tal consequência: o Nacionalismo está mais desenvolvido precisamente nos mais poderosos países da União - França sobretudo, mas também Itália, Alemanha, Inglaterra. E avançam todos mais ou menos a par e passo. Logo, o poder por eles conquistado será gradual. Mesmo que não estejam no governo, poderão influenciar a direcção dos seus países, dado que, se os oponentes políticos perceberem que a população está a ficar «racista», começam também a tomar medidas quase «racistas», ou, pelo menos, a não contrariar o racismo.

E, em chegando ao poder e conseguindo implementar medidas nacionalistas, Portugal e outros países periféricos terão de se reger por essas normas, independentemente do crescimento do PNR e de outros pequenos partidos nacionalistas europeus.

Acredito (isto é que é «uma questão de fé», aprende...) que se Portugal não estivesse na União Europeia e sim nas mãos da Direitalha Minho-Timor, já a esta hora tinham ligado o País mais fortemente à «lusofonia», e, nessa altura, isto ainda teria mais negros do que já tem.

10 de fevereiro de 2006 às 15:45:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Em que imigrantes pensariam os que responderam?"

Era uma pergunta que fazia parte do questionário. Estás distraido?

"Oiça lá, vocês acha que os imigrantes não devem ter direitos em Portugal??», as pessoas, numa primeira resposta, hesitam e dizem «Eu nãooo, eu até nem sou nada racista... mas a verdade é que há imigrantes demais...»"

A pergunta era: acha que os imigrantes devem ter os mesmos direito que os Portugueses. Se alguém diz que não quer mais imigrantes em Portugal, não terá vergonha de dizer que não acha que devam ter os mesmos direitos.

De qualquer forma, a estatística mostra que os Portugueses não são nazioracistas.

Engole esssa. :)

"De facto, é precisamente o contrário que se verifica: mesmo apesar da tão falada «ligação histórica a África» e da «lusofonia», a população mostra preferência pelos Eslavos relativamente aos Africanos."

Não é desta, Caturo. A diferença entre as percentagem está dentro da margem de erro: ou seja, é inconclusivo dizer quem é que os Portugueses querem menos os africanos ou os europeus de leste. É o chamado empate técnico. O que se pode dizer é que os portugueses não gostam dos imigrantes da mesma forma. De acordo com vocês, os imigrantes de leste teriam uma aceitação esmagadoramente maior: e isto não acontece.

"Serei o primeiro a assinar a petição contra a proibição de partidos racistas se é esse o tipo de comentários que vocês querem transmitir a população.

Ahahjahahh... então agora estás outra vez com medo que nós falemos directamente ao Povo?"


Talvez seja o meu Português a trair-me outra vez. Quero dizer que havia de assinar a petição a vosso favor, ou seja contra a proibição de partidos racistas. Não foi isso que escrevi?

"O que é certo é que o amor pelo Povo inclui forçosamente uma preocupação estética e identitária. Que um promotor da anormalidade como tu ache mal tal ideia, é para nós um sinal de que estamos correctos."

É um amor que não é atribuido de volta como já foi mostrado. Não leves a mal a rejeição: já deves estar habituado.

10 de fevereiro de 2006 às 19:42:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

A pergunta era: acha que os imigrantes devem ter os mesmos direito que os Portugueses. Se alguém diz que não quer mais imigrantes em Portugal, não terá vergonha de dizer que não acha que devam ter os mesmos direitos.

Tê-la-á com certeza, se é todos os dias borrada mentalmente para achar que tais coisas são "heresias": para te dar (mais) um exemplo histórico, muitos renascentistas portugueses tinham sérios constrangimentos em expor as suas teses dado ser tido como incorrecto, até então, afirmar aluma coisa que estivese contra a doutrina da Igreja - muitas vezes nem era por medo, mas por puro constrangimento. Neste ponto, convém não esquecer que em Portugal só há Inquisição desde o reinado de D. João III; ora, Zurara, o Cronista dos Descobrimentos, bem como Duarte Pacheco Pereira, Garcia da Orta e outros, tiveram grandes constrangimentos em dizerem, por exemplo, que a empíria era mais importante que a fé na obtenção de conhecimentos, ou que o cristianismo e o classicismo erravam em dúzias de assuntos dada a sua falta de conhecimento experimental: e não os esperavam castigos naquela altura, décadas antes da instauração do Santo Ofício. Tudo não passava de puro constrangimento - o mesmo que os portugueses sentem agora quanto a afirmarem, taxativamente, que os imigrantes estão a mais. É a velha história: não são racistas - porque iso equivale a ser herege-, mas, todavia, "não gostam de pretos"...

De qualquer forma, a estatística mostra que os Portugueses não são nazioracistas.

Dado o acima dito e o já exposto, racistas são com certeza; quanto a serem nazis, nem a maioria dos nacionalistas o é. E essa, quem terá de a engolir és tu, com um :) amaricado dos teus.
A preceito.

De acordo com vocês, os imigrantes de leste teriam uma aceitação esmagadoramente maior: e isto não acontece.

De acordo connosco? Com base em que afirmação nossa o estás a dizer?

Talvez seja o meu Português a trair-me outra vez.

O teu mau português já começa a ter costas muito largas...

Quero dizer que havia de assinar a petição a vosso favor, ou seja contra a proibição de partidos racistas. Não foi isso que escrevi?

Como é que uma petição contra partidos racistas podia ser a nosso favor? Sprechen Sie portugiesich?

10 de fevereiro de 2006 às 22:57:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

" mesmo que os portugueses sentem agora quanto a afirmarem, taxativamente, que os imigrantes estão a mais. É a velha história: não são racistas - porque iso equivale a ser herege-, mas, todavia, "não gostam de pretos"...Dado o acima dito e o já exposto, racistas são com certeza; "

Sinceramente, tens de arranjar uma justificação mais inteligente para afirmar que a população portuguesa é racista. O exemplo histórico não é comparável porque uma heresia naquele tempo tinha um preço caro, que não existe agora para os cidadãos - ninguém vai a fogueira.

Se a pergunta fosse: é racista? Aceitava que as pessoas tivessem medo de dizer que fossem. Mas a estatística é clara: os portugueses não querem os africanos, brasileiros e europeus de leste na mesma proporção. Por outro lado, a esmagadora maioria acha que não só deviam ter os mesmos direitos que os nativos, mas que deviam trazer as suas famílias para cá. Isto é precisamente a traição que vocês falam.

Agora estou curioso, já conhecias o resultado completo da sondagem, ou sabias apenas a parte em que 75% de portugueses era contra os imigrantes?

"De acordo com vocês, os imigrantes de leste teriam uma aceitação esmagadoramente maior: e isto não acontece.

De acordo connosco? Com base em que afirmação nossa o estás a dizer?"


Que os Portugueses são racistas.

"Talvez seja o meu Português a trair-me outra vez.

O teu mau português já começa a ter costas muito largas..."


É para compensar o vosso mau perder. :)

"Quero dizer que havia de assinar a petição a vosso favor, ou seja contra a proibição de partidos racistas. Não foi isso que escrevi?

Como é que uma petição contra partidos racistas podia ser a nosso favor? Sprechen Sie portugiesich? "


Contra a "proibição" de partidos racistas. Repito: não foi isso que escrevi? Bem, vocês não são mestres do revisionismo para nada. :)

11 de fevereiro de 2006 às 10:52:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"e não os esperavam castigos naquela altura, décadas antes da instauração do Santo Ofício."

A inquisição foi a forma oficial de lidar com a heresia. O facto de ter aparecido décadas depois, não quer dizer que a Igreja não tivesse o poder de castigar quem ousasse questionar a sua autoridade. De qualquer forma, o facto de 75% dos portugueses dizer que não quer mais imigrantes, é sinal de que não há constragimentos neste ponto, nem as borradas que falas.

11 de fevereiro de 2006 às 13:46:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Sinceramente, tens de arranjar uma justificação mais inteligente para afirmar que a população portuguesa é racista. O exemplo histórico não é comparável porque uma heresia naquele tempo tinha um preço caro, que não existe agora para os cidadãos - ninguém vai a fogueira.

Nem iam para a fogueira antes de ter sido criada a Inquisição, e implantada em Portugal com D. João III; havia porém um tácito assentimento das populações de que determinadas verdades (as do dogma católico) eram as únicas verdades aceitáveis, mau grado serem sofismas. Ora, pôr esses sofismas em causa era mal aceite, apesar de não ser punido directamente. O mesmo vale hoje para o racismo e para o aceitamento de imigrantes.

Se a pergunta fosse: é racista? Aceitava que as pessoas tivessem medo de dizer que fossem. Mas a estatística é clara: os portugueses não querem os africanos, brasileiros e europeus de leste na mesma proporção. Por outro lado, a esmagadora maioria acha que não só deviam ter os mesmos direitos que os nativos, mas que deviam trazer as suas famílias para cá. Isto é precisamente a traição que vocês falam.

Por causa da propaganda de que te falei.

"De acordo connosco? Com base em que afirmação nossa o estás a dizer?"

Que os Portugueses são racistas.

E conseguiste demovê-lo? Ninguém te disse que os Portugueses eram racialistas, repara, racismo e racialismo são coisas diferentes...

"O teu mau português já começa a ter costas muito largas..."

É para compensar o vosso mau perder. :)

Para ter mau perder é preciso, primeiro, estarmos a perder: e isso não se verifica.

A inquisição foi a forma oficial de lidar com a heresia. O facto de ter aparecido décadas depois, não quer dizer que a Igreja não tivesse o poder de castigar quem ousasse questionar a sua autoridade.

Falso: antes de haver Inquisição a Igreja não punia ninguém que questionasse a sua autoridade: a sua autoridade e suposta verdade eram consideradas indesmentíveis na Idade Média, e quem delas discordasse era ostracizado pelas populações, mas nunca com mandato eclesiástico.
O problema é que com o Renascimento, com o experimentalismo, humanismo, antropocentrismo, com os Descobrimentos geográficos e científicos, a par do retorno aos valores clássicos e ao espírito greco-latino, o dogma começou a dar para o torto, e a Igreja teve de desenvolver mecanismos de defesa e imposição de ideário, como fossem a Inquisição, o Index Librorum, etc.

De qualquer forma, o facto de 75% dos portugueses dizer que não quer mais imigrantes, é sinal de que não há constragimentos neste ponto, nem as borradas que falas.

É sinal de que os teus donos ainda não chegaram aí; ou seja, de que a vossa propaganda ainda não infectou tudo; mas o resto dos resultados já demonstrou que começa a fazer efeito a vossa luta pela criação dos contra-instintos (o que nem admira, por mais ignaros que fossem, já dura desde há 1300 anos): estamos a correr contra o tempo. Mas ganharemos: a nossa vitória é inevitável.

11 de fevereiro de 2006 às 15:28:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"É sinal de que os teus donos ainda não chegaram aí; ou seja, de que a vossa propaganda ainda não infectou tudo;"

Ou seja, quando é para dizer que os imigrantes devam ter os mesmos direitos que os locais - estão "infectados". Quando é para dizer que não querem mais imigrantes... já não o estão. Enfim, este tipo de argumentação é ridícula ainda mais quando comparas os dias de hoje com os tempos da Idade Média. Não sei porque foste tão longe. No regime nazi, as pessoas também sentiam-se constrangidas de criticar o baixinho com bigodes. Tem tudo a ver com os nossos tempos.

"mas o resto dos resultados já demonstrou que começa a fazer efeito a vossa luta pela criação dos contra-instintos... Mas ganharemos: a nossa vitória é inevitável."

Infelizmente tudo indica que vocês já perderam mesmo antes de entrarem na luta. O facto de não conseguires mostrar a inevitabilidade da vossa vitória, nem de aceitar a realidade da natureza do nosso povo, mostra que
vocês estão numa batalha perdida.

Mais, quando temos um que diz que o regime nazi nunca causou miséria a ninguem, e outro que diz que é bom trazer imigrantes ucranianos para aclarar a nossa população e melhorar os nossos traços... fico a pensar que realmente é bom voltar ao meu sudoku, que embora não seja um passatempo "nacional", ao menos não é uma causa perdida. :)

11 de fevereiro de 2006 às 17:26:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Ou seja, quando é para dizer que os imigrantes devam ter os mesmos direitos que os locais - estão "infectados". Quando é para dizer que não querem mais imigrantes... já não o estão.

Ora bem, não conseguiste deixar de ser imbecil nem ao fim de 124 mensagens: porque só um imbecil não entende que a propaganda imperialista teve efeitos masla inda não teve efeitos sobre tudo e todos: ou seja, há quem aceite parte dela, mas não aceite a totalidade da mensagem: ou, mais propriamente, quem não a aceite pura e simplesmente, mas se veja socialmente constrangido a fazê-lo.


Enfim, este tipo de argumentação é ridícula ainda mais quando comparas os dias de hoje com os tempos da Idade Média.

Não, não é, porque há toda uma ligação entre as duas coisas: o constrangimento e o medo da reporvação alehia subjaz a ambas.

Não sei porque foste tão longe. No regime nazi, as pessoas também sentiam-se constrangidas de criticar o baixinho com bigodes. Tem tudo a ver com os nossos tempos.

É diferente: na Alemanha Nazi havia coacção física e repressão política: hoje, tal como na Idade Média, há constrangimento social e reprovação propagandeada.

Infelizmente tudo indica que vocês já perderam mesmo antes de entrarem na luta.

Tudo é muita coisa; dá aí um par de exemplos concretos. Já agora - infelizmente? Perderemos infelizmente? O que traz infelicidade na nossa derrota?

O facto de não conseguires mostrar a inevitabilidade da vossa vitória, nem de aceitar a realidade da natureza do nosso povo, mostra que
vocês estão numa batalha perdida.


Já te mostrei em que consiste a inevitabilidade da nossa vitória; já te mostrei que o povo é instintivamente racista por sua própria auto-dfesa, sendo apenas levado a aceitar alguns direitos para os imigrantes até por contra-instintos de "caridade" e "igualdade" que já são propagados pela padralhada do Judeu Morto de há séculos. Quanto a ti, continuas a dizer "vocês não conseguem, vocês não conseguem", mas quanto a prová-lo cabalmente, tá queto.

Mais, quando temos um que diz que o regime nazi nunca causou miséria a ninguem, e outro que diz que é bom trazer imigrantes ucranianos para aclarar a nossa população e melhorar os nossos traços...

Coisas que tu não conseguiste rebater...

fico a pensar que realmente é bom voltar ao meu sudoku, que embora não seja um passatempo "nacional", ao menos não é uma causa perdida.

E é menos doloroso, já to disse.

:)

Já voltaste com as mariquices? Não te consegues conter?

11 de fevereiro de 2006 às 18:09:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"porque só um imbecil não entende que a propaganda imperialista teve efeitos masla inda não teve efeitos sobre tudo e todos:"

Temos uma sondagem que afirma sem qualquer dúvida que a esmagadora maioria não partilha da vossa ideologia de extrema-direita. Se é fruto de uma propaganda imperialista ou não, não tira o facto de que vocês são uma minoria.

"É diferente: na Alemanha Nazi havia coacção física e repressão política: hoje, tal como na Idade Média, há constrangimento social e reprovação propagandeada."

É preciso lembrar que a Inquisição começou na Europa (França) no sec. XII, e no sec. XV já existia a Inquisição espanhola. A Igreja detinha um poder que se subrepunha sobre os reis europeus, e o constragimento vinha precisamente dai: do seu poder. E portanto, existe um paralelo com o regime nazi: é o estado que restringe a liberdade dos indivíduos, por castigo directo ou simplesmente por outros métodos de silenciamento.

Ora isto não acontece nos nossos tempos: o estado não pune cidadãos que são racistas, mas existe o constrangimento social que falas. Mas então se os Portugueses são na verdade racistas como tu afirmas, então além de desonestos são cínicos e hipócritas por estarem a criticar os que são abertamente racistas. E masoquistas, por não apoiarem o PNR quer em número de apoiantes, quer em votos.

"Tudo é muita coisa; dá aí um par de exemplos concretos. Já agora - infelizmente? Perderemos infelizmente? O que traz infelicidade na nossa derrota?"

Infelizmente para vocês - estou a tentar simpatizar-me com a tragédia de ser nazioracista. Vocês perderam porque são demasiado radicais para o nosso povo. Vocês acham que é uma questão de propaganda, mas os nossos valores de respeito pelos diferentes povos (ainda que somos politicamente incorrectos) estão bem assentes em nós. Frases como: "O nazismo nunca causou miséria a ninguém" e "é preciso a imigração ucraniana para melhorar os traços físicos dos portugueses" é repugnante, e vocês são demasiado radicais para perceberem isto. Por outro lado, um golpe de estado seria impossível. Ou melhor, vocês haviam de conseguir fazer um golpe de estado, mas seria rapidamente resolvido. Não fosse Portugal membro da UE, e ainda da NATO.

"Já te mostrei em que consiste a inevitabilidade da nossa vitória; já te mostrei que o povo é instintivamente racista por sua"

Disseste-o, não o provaste. Tal como disseste (mas não provaste) que os portugueses são racistas, mas andam sobre um feitiço imperialista.

"Mais, quando temos um que diz que o regime nazi nunca causou miséria a ninguem, e outro que diz que é bom trazer imigrantes ucranianos para aclarar a nossa população e melhorar os nossos traços...

Coisas que tu não conseguiste rebater... "


Rebater? Como é que se rebate a questão de um regime que causou a miséria dos seus cidadãos judeus, bem como levou a uma guerra que levou a destruição do seu País? Ou que é necessário trazer imigrantes para apagar os traços dos nossos antepassados? Não, há certas coisas que não se rebatem, mas que servem para demonstrar a vossa podridão.

"E é menos doloroso, já to disse."

Para ti, talvez. Para mim, a vossa argumentação já começa a cheirar a desespero.

"Já voltaste com as mariquices? Não te consegues conter? "

Porque? Os vossos cientistas nazioracistas descobriram que 80% dos maricas jogam o sudoku? É que eu ouvi dizer que 80% dos maricas andavam obsecados com a sua estética, traços dos nariz, côr dos olhos... :)

12 de fevereiro de 2006 às 11:27:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Temos uma sondagem que afirma sem qualquer dúvida que a esmagadora maioria não partilha da vossa ideologia de extrema-direita.

Errado: a grossa maioria concorda com o facto de haver demasiados imigrantes,e só não concorda com o resto porque há demasiada desinformação e propaganda imperialista.

Se é fruto de uma propaganda imperialista ou não, não tira o facto de que vocês são uma minoria.

Tira, com certeza que tira: se as pessoas duma dada Nação foram ensinadas de pequenas a não tomar banho, e ainda assim se sentirem sujas, não tomam banho dada a educação que tiveram, mas aquilo de andar sujo constrange-as, é chato. Ainda assim, raros são os que tomam banho com assiduidade, e menos ainda os que têm coragem de dizer que não tomar banho é uma badalhoquice: mas lá que a grande maioria acha mal andar porca, isso acha...

É preciso lembrar que a Inquisição começou na Europa (França) no sec. XII, e no sec. XV já existia a Inquisição espanhola.

E também que eu me estava a reportar apenas ao caso português.

A Igreja detinha um poder que se subrepunha sobre os reis europeus, e o constragimento vinha precisamente dai: do seu poder.

Ora, a Esquerdalha imperialista detem o mais forte dos poderes, a imprensa, e é precisamente daí que vem o constrangimento e a borragem cerebral propagandística.

portanto, existe um paralelo com o regime nazi: é o estado que restringe a liberdade dos indivíduos, por castigo directo ou simplesmente por outros métodos de silenciamento.

Não, não existe. Os nazis silenciavam as pessoas, amtavam-nas; o padres medievais portugueses intrigavam-nas, e, dado o poder e influência espiritual que tinham numa sociedade obscurantista e cerrada, conseguiam o ostracismo destas: mas não as condenavam à morte nem á cadeia.

Infelizmente para vocês - estou a tentar simpatizar-me com a tragédia de ser nazioracista.

Estamos cagando para a tua simpatia.

Vocês perderam porque são demasiado radicais para o nosso povo.

Perderam? Já falas no pretérito perfeito ainda a procissão vai no adro? Tem calma rapaz, estás mesmo nervosinho...

Vocês acham que é uma questão de propaganda, mas os nossos valores de respeito pelos diferentes povos (ainda que somos politicamente incorrectos) estão bem assentes em nós.

Em vós, mas não no Povo: este acha que há imigrantes a mais. Setenta e tal porcento dele, como já viste.

Frases como: "O nazismo nunca causou miséria a ninguém" e "é preciso a imigração ucraniana para melhorar os traços físicos dos portugueses"

Insofismáveis verdades

é repugnante

Para qualquer mente tão subvertido e ascorosa como a tua e a dos teus donos e co-escravos


e vocês são demasiado radicais para perceberem isto.

Não rapaz, nós somos é demasiado lavados para que um tipo que toda a vida viveu na merda entenda que nós é que estamos limpos e ele porco.

Por outro lado, um golpe de estado seria impossível. Ou melhor, vocês haviam de conseguir fazer um golpe de estado, mas seria rapidamente resolvido. Não fosse Portugal membro da UE, e ainda da NATO.

UE: Não tem quaisquer organismos militares; de há mais de 20 anos tem tentado criar uma força de intervenção rápida, mas nunca conseguiu fazê-lo.
NATO: já tolerou golpes de Estado na Grécia em 1967, e em Portugal em 1974, aquele para criar uma ditadura militar e acabar com uma monarquia constitucional e democrática, e este para criar um Estado Socialista: por conseguinte, aconselho-te, mais uma vez, aulinhas de História.

"Já te mostrei em que consiste a inevitabilidade da nossa vitória; já te mostrei que o povo é instintivamente racista por sua"

Disseste-o, não o provaste.

Provei, pois; mostrei-te que se não houver racismo a identidade nacional desaparece, e não conseguiste demover isso; mostrei-te que mais de 70% do povo é contra a imigração, e tu memso o confirmaste.

Tal como disseste (mas não provaste) que os portugueses são racistas, mas andam sobre um feitiço imperialista.

Provei o racismo, e tu o viste pela sondagem; provei o tal "feitiço" propagandístico, e tu o verás se vires televisão com olhos de ver: todo o santo dia há mensagens apelando à luta contra o Racismo, a Discriminação, pelo Aceitamento, Concórdia, etc. Só não vê que não quer ver, e quem não quer ver, lá diz o povo, é o cego pior.

Rebater?

Sim, sabes, dar argumentos em contrário.

Como é que se rebate a questão de um regime que causou a miséria dos seus cidadãos judeus

Os judeus não eram cidadãos alemães.

bem como levou a uma guerra que levou a destruição do seu País?

Os nazis não levaram a Guerra, nenhuma, esta foi-lhes declarada pela Inglaterra e França sem nada que consubstanciasse um casus belli.

Ou que é necessário trazer imigrantes para apagar os traços dos nossos antepassados?

Para dissolver os resquícios negróides de um povo indo-europeu por questões estéticas, porque não?

Não, há certas coisas que não se rebatem, mas que servem para demonstrar a vossa podridão.

Ou para mostrar a vossa ignorância e inépcia: «ah, eu a isso nem respondo», diz o antifa que não tem resposta para o «fascista!!!!!». O que se passa é que não tem argumentos, e então arma-se em superior moral - e faz figura de parvo. De mais parvo ainda, portanto...

Para ti, talvez. Para mim, a vossa argumentação já começa a cheirar a desespero.

Desespero? Então tu vens para aqui apanhar no cortiço vezes consecutivas e ainda dizes que nós estamos desesperados? Tu é que és demovido argumento por argumento e ainda dizes que os outros estão desesperados? És verdadeiramente presunçoso, mas mais depressa se apanha um presunçoso que um mentiroso...

Porque? Os vossos cientistas nazioracistas descobriram que 80% dos maricas jogam o sudoku?

Não: mas o ":)" que tu fazes volta e meia é absurdamente amaricado.

É que eu ouvi dizer que 80% dos maricas andavam obsecados com a sua estética, traços dos nariz, côr dos olhos... :)

Deve ter sido a mesma fonte que te disse que a África do Sul era habitada antes da chegada dos brancos, e que a Alemanha é que declarou Guerra à França. Meteu-te mais uma balela, no fundo. Não lhe deves ligar, deve ser do Bloco de Esquerda.

12 de fevereiro de 2006 às 17:52:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Provei, pois; mostrei-te que se não houver racismo a identidade nacional desaparece, e não conseguiste demover isso;"

Não subscrevo com a tua definição de identidade nacional, portanto é irrelevante rebater este ponto.

"mostrei-te que mais de 70% do povo é contra a imigração, e tu memso o confirmaste."

Não pode ser contra os imigrantes, se a ESMAGADORA maioria acha que devem ter os mesmos direitos que os nacionais, inclusive trazer as suas famílias. O facto de estarem com um feitiço ou não, é irrelevante - porque o mesmo argumento pode ser aplicado a vocês, dizendo que vocês foram borrados com a propaganda nazioracista. E portanto, a vossa opinião não conta. Ou seja, todos os portugueses não são racistas. :)

"Os judeus não eram cidadãos alemães."

Eram cidadãos alemães SIM. Aliás, muitos lutaram com os germânicos na I Guerra Mundial.

"por conseguinte, aconselho-te, mais uma vez, aulinhas de História."

Por conseguinte, atrevam-se a dar um golpe de estado para verem quanto tempo é que é preciso para vos escorraçar. Talvez aprendam um bocado sobre o mundo que vivem. Se não o fizeram, é porque sabem que não podem e será o fim do PNR ou da extrema-direita em Portugal.

"Desespero? Então tu vens para aqui apanhar no cortiço vezes consecutivas e ainda dizes que nós estamos desesperados?"

Sim, estão. As vossas argumentações são irrelevantes. Podem arranjar desculpas dizendo que os portugueses estão enfeitiçados, quero dizer, parcialmente enfeitiçados, mas o certo é que em termos de resultados da extrema-direita... não se vê nada. Então pergunto-te: se o objectivo é tornar Portugal branco, quais são as variáveis concretas que permitem medir o vosso sucesso? O resultado das eleições? O número de não-brancos em Portugal? O número de publicações de extrema-direita? O número de artigos a vosso favor na imprensa?

"Não: mas o ":)" que tu fazes volta e meia é absurdamente amaricado."

Devias sorrir mais, faz bem a saúde. :)

"Deve ter sido a mesma fonte que te disse que a África do Sul era habitada antes da chegada dos brancos, e que a Alemanha é que declarou Guerra à França"

Nunca disse que a Alemanha tinha declarado guerra à França (desafio-te a procurar). Mas vamos ao que interessa: a Alemanha invadiu a Polónia (começando assim a II Guerra Mundial). E a Polónia era um país aliado da França e Inglaterra - logo a declaração de guerra dos aliados foi automática devido a agressão do teu tio Hitler. Não é muito difícil perceber.

Por outro lado, os Bantu e Bushman já viviam na África do Sul antes do brancos chegarem. Está aqui mais informação sobre a história da África do Sul e sobre os seu povo nativo.

]:->

12 de fevereiro de 2006 às 19:08:00 WET  
Blogger Caturo said...

"Em que imigrantes pensariam os que responderam?"

Era uma pergunta que fazia parte do questionário. Estás distraido?

Do mesmo questionário?




"Oiça lá, vocês acha que os imigrantes não devem ter direitos em Portugal??», as pessoas, numa primeira resposta, hesitam e dizem «Eu nãooo, eu até nem sou nada racista... mas a verdade é que há imigrantes demais...»"

A pergunta era: acha que os imigrantes devem ter os mesmos direito que os Portugueses. Se alguém diz que não quer mais imigrantes em Portugal, não terá vergonha de dizer que não acha que devam ter os mesmos direitos.

Errado. O cidadão médio começa a ser capaz de dizer que não quer que o seu país continue a ser invadido por hordas do terceiro-mundo. Mas hesita ainda perante as questões da igualdade de direitos, porque é diariamente massacrado com a propaganda que demoniza a discriminação.



"De facto, é precisamente o contrário que se verifica: mesmo apesar da tão falada «ligação histórica a África» e da «lusofonia», a população mostra preferência pelos Eslavos relativamente aos Africanos."

Não é desta, Caturo. A diferença entre as percentagem está dentro da margem de erro

Já houve outras estatísticas que apresentaram a mesma diferença. E, aliás, as queixas dos anti-racistas que já foram noticiadas na rádio ajudam a fortalecer a credibilidade desta informação: a generalidade da população portuguesa prefere os imigrantes de leste aos africanos, mesmo que estes «falem Português».




"O que é certo é que o amor pelo Povo inclui forçosamente uma preocupação estética e identitária. Que um promotor da anormalidade como tu ache mal tal ideia, é para nós um sinal de que estamos correctos."

É um amor que não é atribuido de volta como já foi mostrado

Foi mostrado por quem? Algum dia se fez uma sondagem sobre a postura do povo em geral perante os nacionalistas?

Aliás, se estivesses tão seguro de que esse amor não é correspondido, não eras partidário da proibição da liberdade de expressão e participação eleitoral dos «nazis»...

Já que falas em amor, continue-se nessa metáfora: o que tu és, é marido ciumento e fraco que já anda a começar a ser encornado...;););):):):):)

Enfim, vai-te habituando, porque daqui para a frente tudo indica que o teu par de cornos só vai é crescer.

12 de fevereiro de 2006 às 19:28:00 WET  
Blogger Caturo said...

Ora, pôr esses sofismas em causa era mal aceite, apesar de não ser punido directamente

A Igreja, caro camarada, sempre foi repressora de qualquer discordância - não houve uma mudança de natureza entre a perseguição sanguinária aos pagãos e arianistas dos séculos IV, V e a Inquisição pós-medieval.

12 de fevereiro de 2006 às 19:35:00 WET  
Blogger Caturo said...

Ou seja, quando é para dizer que os imigrantes devam ter os mesmos direitos que os locais - estão "infectados". Quando é para dizer que não querem mais imigrantes... já não o estão

Evidentemente - a infecção chama-se «infeccção» porque entra no organismo e degrada-o em parte. Ridículo é tentar mostrar que há incoerência da nossa parte só porque dizemos isso desde o princípio.

12 de fevereiro de 2006 às 19:37:00 WET  
Blogger Caturo said...

"mostrei-te que mais de 70% do povo é contra a imigração, e tu memso o confirmaste."

Não pode ser contra os imigrantes, se a ESMAGADORA maioria acha que devem ter os mesmos direitos que os nacionais,

Mas a ESMAGADORA maioria não quer que continuem a entrar; e se por outro lado diz que os que já cá estão devem ter os mesmos direitos, é tão somente porque ainda actua a ideia de que a discriminação «é pecado».



inclusive trazer as suas famílias. O facto de estarem com um feitiço ou não, é irrelevante - porque o mesmo argumento pode ser aplicado a vocês,

Não, porque é bem sabido o que o português típico diz «Eu cá não sou racista, mas....».
E se lhe perguntarem se gostaria de ver um/a filho/a casado/a com um/a negro/a, diz de imediato que não.

Ou dizia, até aqui, mas os teus donos, com as suas asquerosas produções propagandísticas do tipo «Zona J» estão a tratar de fazer com que os portugueses comuns se sintam envergonhados de pensarem assim.


Por conseguinte, a nossa ideologia condiz com o estado natural do povo, aliás, de todos os povos naturais - são vocês, com o vosso aviltante internacionalismo militante, que querem de facto «enfeitiçar» as mentes dos povos.

E, para isso, têm de fazer o vosso servicinho sujo sem interferências... e é aqui que se situa a vossa proibição da mensagem nacionalista racial: é porque não querem que o Povo oiça mais de uma fonte doutrinária, para poderem destruir por completo toda e qualquer noção de Estirpe que o Povo ainda conserve.

No entanto, os nacionalistas raciais têm sido espertos e conseguem contornar as vossas revoltantes tácticas... e, de quando em vez, pregar-vos valente cagaço, como foi o caso dos resultados eleitorais de Le Pen em 2002.

E tu, tal como os teus donos e co-escravos, também estás assustado por isso. É esse o motivo pelo qual aqui andas: porque queres dizer para ti próprio que as nossas ideias podem ser derrotadas pela razão.

O pior é que quem acaba por ser derrotado todos os dias, e por meio da razão ainda por cima, és mesmo tu....;)



Por conseguinte, atrevam-se a dar um golpe de estado para verem quanto tempo é que é preciso para vos escorraçar.

A ausência de argumentos da tua parte leva-te a ignorar os nossos, e a assobiar para o ar. Já te foi dito que só chegaríamos ao poder de maneira concertada em toda a Europa, e isso, evidentemente, também se inclui no campo do golpe de Estado. Se o estado de guerra estivesse instituído na Europa, com os imigrantes a revoltarem-se por toda a parte como sucedeu em França, verias de que lado é que os Povos Europeus estariam se uma parte substancial das Forças Armadas tratasse de tomar o poder nas mãos e pôr os imigrantes, juntamente com os seus defensores, a andar daqui para fora ou então sete palmos debaixo da terra.




"Desespero? Então tu vens para aqui apanhar no cortiço vezes consecutivas e ainda dizes que nós estamos desesperados?"

Sim, estão. As vossas argumentações são irrelevantes

As nossas argumentações rebatem tudo o que dizes, ponto por ponto, sem esquecer nada. Tu e os teus perdem todas as posições ideológicas, uma atrás da outra. E, como «argumento», só vos resta, a ti neste caso, repetir as nossas soluções «imigrantes de leste para compensar os vestígios de sangue negro» e dizer que isto é horrível, e é aí, menino, que se situa a argumentação irrelevante (aprende como é) que é toda vossa: vocês sentem repulsa pelos nossos ideais, mas o nojo que sentimos pela vossa postura não tem limites.

Portanto, não só temos sobre vós uma total vantagem argumentativa, como até somos superiores a vocês na intensidade do nojo que sentimos por coisas da vossa laia.



Podem arranjar desculpas dizendo que os portugueses estão enfeitiçados, quero dizer, parcialmente enfeitiçados, mas o certo é que em termos de resultados da extrema-direita... não se vê nada.

Se não se visse nada, não andavas tão assustado. De facto, viu-se, vê-se e há-de continuar a ver-se, para vosso maior desespero.

12 de fevereiro de 2006 às 20:00:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Não subscrevo com a tua definição de identidade nacional, portanto é irrelevante rebater este ponto.

Pela enésima vez, não quero saber daquilo que tu subscreves ou não: a identidade portuguesa é uma só - somos um povo de raça branca língua indo-europeia do ramo italo-celta. Sempre fomos, e se o povo que habitar Portugal daqui por 1000 anos assim não for, não será o Povo Português. Queiras ou não, a verdade histórica da nossa identidade é esta.

Não pode ser contra os imigrantes, se a ESMAGADORA maioria acha que devem ter os mesmos direitos que os nacionais, inclusive trazer as suas famílias.

Pode pois: tanto pode, que 70% acha que estão a mais. E só dizem que devem ter direitos por causa da propaganda Imperialista, que já dura há séculos.

O facto de estarem com um feitiço ou não, é irrelevante - porque o mesmo argumento pode ser aplicado a vocês, dizendo que vocês foram borrados com a propaganda nazioracista.

Não, não pode, porque a propaganda dos media é única e exclusivamente anti-nacional, imperialista e multiculturalista. Nós não fomos enfeitiçados - somos dos poucos que ainda pensam por si próprios.

E portanto, a vossa opinião não conta. Ou seja, todos os portugueses não são racistas. :)

Pelo contrário, a nossa opinião conta: o facto de os portugueses não quererem mais imigrantes é prova de que são, de facto racistas; só têm pusilanimidade em relação aos que já cá estão, por causa da propaganda. O que nem é nada de importante - em 2003 ainda não tinha havido arrastão, onda de assaltos na linha de Sintra, explosão de lojas chinesas... o ACIME que faça outra sondagem hoje, e veja a resposta que leva!

Eram cidadãos alemães SIM.

Não, não eram: a Alemanha é uma Nação de raça branca e língua indo-europeia, do ramo balto-eslavo. Nenhum semita é alemão, por conseguinte.

Aliás, muitos lutaram com os germânicos na I Guerra Mundial.

E muitos pretos lutaram ao lado dos portugueses em África, e não são parte da Nação Portuguesa por isso.

Por conseguinte, atrevam-se a dar um golpe de estado para verem quanto tempo é que é preciso para vos escorraçar.

AHAHAHAHAHAH! Não te enerves, rapaz! Para teu azar, a resposta é deomcrática, e nela, temos crescido.

Talvez aprendam um bocado sobre o mundo que vivem. Se não o fizeram, é porque sabem que não podem e será o fim do PNR ou da extrema-direita em Portugal.

Se não o demos é porque não queremos. Dar um golpe de Estado seria facílimo; achas que os 80% de militares que vão ser afectados pelos cortes nas regalias conquistadas ficam contentes? E achas que a disciplina que nos tem obrigado a termos material pré-histórico desde há décadas já não viu melhores dias? E achas que o único militar nacionalistas sou eu? Tomaras tu conhecer o Mundo em que vives... Mas não, meu rapaz - há-de ser pelas urnas, tal como o Hitler.

Sim, estão. As vossas argumentações são irrelevantes. Podem arranjar desculpas dizendo que os portugueses estão enfeitiçados, quero dizer, parcialmente enfeitiçados, mas o certo é que em termos de resultados da extrema-direita... não se vê nada.

Precisamente porque há propaganda contra nós, e somos proibidos de expor as nossas ideias, tendo de andar no fio da navalha para que os teus donos nos não silenciem.

Então pergunto-te: se o objectivo é tornar Portugal branco, quais são as variáveis concretas que permitem medir o vosso sucesso? O resultado das eleições?

Também.

O número de não-brancos em Portugal?

Também.

O número de publicações de extrema-direita? O número de artigos a vosso favor na imprensa?

Isso dificilmente existirá, porque a imprensa e os media estão nas mãos da Esquerdalha.

Nunca disse que a Alemanha tinha declarado guerra à França (desafio-te a procurar).

Pois não. Já não me lembrava.

Mas vamos ao que interessa: a Alemanha invadiu a Polónia (começando assim a II Guerra Mundial). E a Polónia era um país aliado da França e Inglaterra - logo a declaração de guerra dos aliados foi automática devido a agressão do teu tio Hitler. Não é muito difícil perceber.

Falso: a França e a Inglaterra não tinham quaisquer alianças com a Polónia; tinham sido obrigadas a quebrá-las desde o fim da Guerra Civil Russa, na qual soldados ingleses e polacos lutaram ao lado do Exército Branco contra os Bolcheviques. A Polónia tinha sido estabelecida como protectorado soviético antes de a Alemanha romper o pacto germano-soviético. Só a URSS tinha direito a declarar Guerra à Alemanha, mais nenhum Estado Europeu.

Por outro lado, os Bantu e Bushman já viviam na África do Sul antes do brancos chegarem. Está aqui mais informação sobre a história da África do Sul e sobre os seu povo nativo.

Terias de dar-me uma fonte credível: na Wikipedia, qualquer lunático pode escrever o que quiser.

12 de fevereiro de 2006 às 23:15:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

http://en.wikipedia.org/wiki/History_of_South_Africa#Colonisation


Mesmo que a tua fonte fosse credível, acima verás que, quando os holandeses se estabeleceram na África do Sul, o único povo da região eram os Khoikoi, que estavam situados a norto de Table Bay (ou seja, na zon Norte da África do Sul, onde não havia - nem há - brancos). Quantos aos Bantu e Bushman, só lá viveram há 2500 anos: não há mais novas deles depois disso. Pode ter migrado.
Começo a ter pena de ti, puto. Até os teus argumentos são argumentos contra ti...

12 de fevereiro de 2006 às 23:27:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Já que falas em amor, continue-se nessa metáfora: o que tu és, é marido ciumento e fraco que já anda a começar a ser encornado...;););):):):):)

Enfim, vai-te habituando, porque daqui para a frente tudo indica que o teu par de cornos só vai é crescer. "


Se os meus cornos começam a crescer, é sinal que vocês estão a ser bem fodidos, não? ;)

"Se não se visse nada, não andavas tão assustado. De facto, viu-se, vê-se e há-de continuar a ver-se, para vosso maior desespero. "

Explica-me então, que sinais é que indicam que vocês estarão a ganhar?

"Não, não pode, porque a propaganda dos media é única e exclusivamente anti-nacional, imperialista e multiculturalista. Nós não fomos enfeitiçados - somos dos poucos que ainda pensam por si próprios."

Existe a propaganda nazioracista, que se encontra na net, nos forums e blogues. O facto de não ser tão divulgada e aceite pela população não quer dizer que não exista, e que vocês não estejam sob o efeito dela. Por outro, é duma arrogancia tremenda pensar que vocês pensam por vocês próprios, e nós não. Ou cada um tem o seu dono e é dominado pela sua propaganda, ou nenhum é.

"Eram cidadãos alemães SIM.

Não, não eram: a Alemanha é uma Nação de raça branca e língua indo-europeia, do ramo balto-eslavo. Nenhum semita é alemão, por conseguinte."


Tinham a cidadania alemã, e outros tinham sangue alemão. E foram retirados das suas casas, e postos em campos de concentração.

"As nossas argumentações rebatem tudo o que dizes, ponto por ponto, sem esquecer nada"

Pois, Caturo... e até rebates o ponto do teu camarada do Norte sobre a questão da Igreja e os seus excessos na Idade Média. Mas os vossos argumentos baseam-se em retratar os Portugueses como um bando de pessoas cínicas, hipócritas e burras por se deixarem levar pela propaganda "imperialista". Isto não é rebate, mas sim teorias de conspiração, ou pior de quem leu demasiados livros de Harry Potter.

"Falso: a França e a Inglaterra não tinham quaisquer alianças com a Polónia"

Tinham sim.

Por outro lado, os Bantu e Bushman já viviam na África do Sul antes do brancos chegarem.

Terias de dar-me uma fonte credível"


aqui... e aqui.

13 de fevereiro de 2006 às 00:03:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"o único povo da região eram os Khoikoi, que estavam situados a norto de Table Bay (ou seja, na zon Norte da África do Sul, onde não havia - nem há - brancos). Quantos aos Bantu e Bushman, só lá viveram há 2500 anos:"

Se leres o artigo como deve ser e vou tentar tirar as partes mais relevantes não vás perder-te, irás ver que os Bushman não desapareceram: eles são os khoikhoi.

"The pastoralist Bushmen, known as Khoikhoi ("men of men"), began to move further south, reaching as far as the cape now known as the Cape of Good Hope."

Ou seja, é esse o povo que os holandeses tiveram em contacto quando chegaram a Cidade do Cabo, no Table Bay.

Ou seja, já havia um povo a viver na Cidade do Cabo. Isto é bem diferente do que escreveste há uns tempos atrás:

"a África do Sul, como estava deserta, é de quem primeiro lá chegou."

13 de fevereiro de 2006 às 00:16:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Mais um link sobre os Khoikhoi.

"By 1656 the first conflict between the Dutch and local Khoi erupted. This occurred as a result of the appropriation of land by Dutch farmers. The Khoikhoi were nomadic and felt they should have free access to all the land in the area to graze their cattle, as had been the case up to that point"

13 de fevereiro de 2006 às 01:04:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Falso: a França e a Inglaterra não tinham quaisquer alianças com a Polónia"

Aqui está a cronologia de eventos da 2ª Guerra Mundial. Vê o que aconteceu em 29 de Março e 25 de Agosto de 1939.

Enfim.

13 de fevereiro de 2006 às 01:57:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

" a norto de Table Bay (ou seja, na zon Norte da África do Sul"

Espero que também tenhas percebido que a zona de Table Bay não fica a norte da África do Sul - mas sim precisamente na costa ocidental da cidade do cabo.

13 de fevereiro de 2006 às 11:54:00 WET  
Blogger Caturo said...

Se os meus cornos começam a crescer, é sinal que vocês estão a ser bem fodidos, não? ;)

Não és ao menos capaz de interpretar com lógica uma metáfora?
Se os teus cornos estão a crescer, é sinal de que estamos a dar à tua «amante» o amor que tu não soubeste dar, por incapacidade ou impotência...;););)

E dizes tu que fazes sudoku...;););)



"Se não se visse nada, não andavas tão assustado. De facto, viu-se, vê-se e há-de continuar a ver-se, para vosso maior desespero. "

Explica-me então, que sinais é que indicam que vocês estarão a ganhar?

O aumento constante dos votos nos partidos nacionalistas em toda a Europa. E não disse que estamos a ganhar, mas sim que estamos a crescer de uma maneira que é para vocês preocupante.



"Não, não pode, porque a propaganda dos media é única e exclusivamente anti-nacional, imperialista e multiculturalista. Nós não fomos enfeitiçados - somos dos poucos que ainda pensam por si próprios."

Existe a propaganda nazioracista, que se encontra na net, nos forums e blogues

Lida por relativamente pouca gente. Não chega ainda às grandes massas.



Por outro, é duma arrogancia tremenda pensar que vocês pensam por vocês próprios, e nós não.

É uma questão de ver quem veio primeiro, e, de facto, a mentalidade internacionalista é algo produzido por uma determinada doutrina; em contraste, o privilégio dado à estirpe é um dado da natureza humana. Isto não sofre contestação nem pelos teus donos.
O português típico, especialmente o que tem pouca escolaridade, não gostaria de ver a sua filha casada com um negro - e não pensa assim por causa da propaganda «nazi». Pensa assim porque é natural, em qualquer povo, recusar a perda da identidade por contacto excessivo com um povo muito diferente. Cada qual prefere o seu semelhante.



"Eram cidadãos alemães SIM.

Não, não eram: a Alemanha é uma Nação de raça branca e língua indo-europeia, do ramo balto-eslavo. Nenhum semita é alemão, por conseguinte."

Tinham a cidadania alemã,

Papéis que lhes foram dados indevidamente. Ou se é judeu ou se é alemão.



"As nossas argumentações rebatem tudo o que dizes, ponto por ponto, sem esquecer nada"

Pois, Caturo... e até rebates o ponto do teu camarada do Norte sobre a questão da Igreja

Rebato, não - divirjo dele num campo que só fortalece a argumentação dele e minha.



Mas os vossos argumentos baseam-se em retratar os Portugueses como um bando de pessoas cínicas, hipócritas e burras por se deixarem levar pela propaganda "imperialista".

O teu problema não é de facto a língua portuguesa, mas sim a própria lógica. É que nem sequer percebes que não tem sentido ser «cínico» por um lado e «hipócrita/burro» por outro, é que nada tem a ver.

Quem se deixa levar pela propaganda imperialista, não é por isso cínico, hipócrita e/ou (e ou ou?), mas sim ingénuo; e, se não tiver mais nenhuma fonte de opinião, é indefeso. E foi isso que os teus donos produziram: um estado de coisas tal em que só a vossa propaganda é ouvida, de maneira a criar na mente das pessoas que pensar como vocês pensam é que é «o natural».


Isto não é rebate,

É rebate sim, e tanto é que os teus donos continuam a proibir a expressão de ideais raciais. É rebate sim, porque também promovem a misturada racial. É rebate sim, porque continuam a meter quantidades astronómicas de negros na Europa.

13 de fevereiro de 2006 às 17:01:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"o facto de os portugueses não quererem mais imigrantes é prova de que são, de facto racistas"

Curioso. Sempre disseste que não eras racista, mas sim racialista. Que racista era alguém que considerava outras raças como malignas. E agora dizes-me que os portugueses são racistas porque não querem mais imigrantes, embora achem que mereçam ter os mesmos direitos que os portugueses?

"Se os teus cornos estão a crescer, é sinal de que estamos a dar à tua «amante» o amor que tu não soubeste dar, por incapacidade ou impotência...;););)"

Pois, para que vocês não fodam a nação é que nós estamos cá para vos por o travão. :)

"O português típico, especialmente o que tem pouca escolaridade, não gostaria de ver a sua filha casada com um negro "

Uhm... podias explicar-me porque é que alguém com pouca escolaridade não havia de querer ver a sua filha casada com um negro? Estás a afirmar que alguém com mais escolaridade teria menos problemas? Porque?

"a mentalidade internacionalista é algo produzido por uma determinada doutrina"

E vocês também são internacionalistas, porque de certa forma acreditam que tem afinidades com diferentes nações. Tal como a esquerda, vocês também têm encontros internacionais onde debatem causas comuns. Da mesma forma, não custa acreditar que um português poderá não gostar que a filha se case com um ucraniano ou até um espanhol.

"É que nem sequer percebes que não tem sentido ser «cínico» por um lado e «hipócrita/burro» por outro"

Pois, ainda bem que *tu* percebeste isso, o que mostra a qualidade dos vossos argumentos:

BURROS: Ao dizer que os Portugueses não conseguem pensar por si mesmos e estarem sob efeito de uma propaganda imperialista.

HIPÓCRITAS: Por dizerem que não gostam de pretos (segundo a teoria que os portugueses são todos racistas), mas depois criticarem os que são abertamente racistas (o tal constragimento social que o camarada do norte fala).

CÍNICOS: Por dizerem que não gostam de pretos, mas descaradamente dizem que devam ter os mesmos direitos que os nativos e inclusive trazer as suas famílias.

"É rebate sim, e tanto é que os teus donos continuam a proibir a expressão de ideais raciais. "

Como partido político sim. Mas não como individuos. Vocês podiam ter uma plataforma nacionalista de cidadãos cujo objectivo seja disseminar a propaganda racista. Se o partido de Le Pen conseguiu chegar aos 17% com as mesmas condições que vocês, vocês não têm desculpas para não chegar a esse patamar.

13 de fevereiro de 2006 às 18:45:00 WET  
Blogger Caturo said...

"o facto de os portugueses não quererem mais imigrantes é prova de que são, de facto racistas"

Curioso. Sempre disseste que não eras racista, mas sim racialista. Que racista era alguém que considerava outras raças como malignas. E agora dizes-me que os portugueses são racistas porque não querem mais imigrantes, embora achem que mereçam ter os mesmos direitos que os portugueses?

Racista no sentido lato, de não ver com bons olhos a vinda de mais imigrantes. Aliás, isso foi publicamente aflorado na altura da divulgação da sondagem e houve muita gentinha da tua laia preocupadíssima com isso. Mas tu entretanto assobias para o ar, para continuares a vender a teoria segundo a qual o Povo pensa como tu queres que o Povo pense.


"Se os teus cornos estão a crescer, é sinal de que estamos a dar à tua «amante» o amor que tu não soubeste dar, por incapacidade ou impotência...;););)"

Pois, para que vocês não fodam a nação é que nós estamos cá para vos por o travão.

Não, vocês querem é um casamento forçado com base na violação. E, para o Povo nem se manifestar, tapam-lhe a boca e os ouvidos, para ver se o Povo não nos ouve a chegar e a falar. ;)



"O português típico, especialmente o que tem pouca escolaridade, não gostaria de ver a sua filha casada com um negro "

Uhm... podias explicar-me porque é que alguém com pouca escolaridade não havia de querer ver a sua filha casada com um negro?

Porque alguém com pouca escolaridade esteve menos sujeita ao veneno que os teus donos metem nas pessoas, cada vez mais fortemente quanto mais alto é o grau de instrução. Não obstante, há também gente com alto nível de escolaridade que não aprecia misturas com negros, mas poucos têm preparação ideológica para o defender de um modo sistemático. E é a estes que os teus donos tentam calar.



Estás a afirmar que alguém com mais escolaridade teria menos problemas?

Isso querias tu... aliás, tentaste insinuar isso. Mas tal ponto já foi rebatido, mesmo que continues a fingir o contrário, com o descaramento de mau perdedor que te caracteriza.


"a mentalidade internacionalista é algo produzido por uma determinada doutrina"

E vocês também são internacionalistas,< porque de certa forma acreditam que tem afinidades com diferentes nações.

Isso não é ser internacionalista, é, pelo contrário, ter um conceito de estirpe desenvolvido que não se limita às fronteiras nacionais, como vocês quereriam, mas que, pelo contrário, tem uma dimensão étnica e racial, que é isto que mais vos incomoda porque a etnicidade e sobretudo a raça são coisas que vocês não podem manipular de maneira a abri-las a toda a gente - podem dar bilhetes de identidade a qualquer africano, mas não podem passar o seu equivalente (algum «certificado de brancura») a esse mesmo africano.

Ou seja, incomoda-vos que ainda haja qualidades que existem à nascença e que não se podem vergar ao vosso cosmopolitismo, daí que as tentem destruir.

Enfim, todo e qualquer nacionalista português, ao tomar consciência do que une a sua nação a outras nações do mundo (a etnia e a raça), desenvolve uma natural solidariedade étnica e racial para com as outras nações europeias, não apesar de ser português, mas precisamente porque é português.



Da mesma forma, não custa acreditar que um português poderá não gostar que a filha se case com um ucraniano ou até um espanhol.

Pois não. Mas a repulsa relativamente ao caso do negro é sempre maior e mais notória.



"É que nem sequer percebes que não tem sentido ser «cínico» por um lado e «hipócrita/burro» por outro"

Pois, ainda bem que *tu* percebeste isso,

**Tu** é que ainda não.


BURROS: Ao dizer que os Portugueses não conseguem pensar por si mesmos

Errado - nunca ninguém disse que os Portugueses eram burros. O que se disse é que os Portugueses são maciçamente manipulados - só se pode pensar com base no que se conhece; só se conhece aquilo a que se tem acesso; ora se o sistema ensina AB aos Portugueses, não se pode esperar que os Portugueses saibam ABCDEtc..

Mais: se o sistema educa os Europeus numa lavagem (leia-se «poluição») cerebral para acharem que é mau chamar madeira à madeira, ou que é mau dizer que estão com calor quando está calor, é natural que a maior parte dos Europeus se sinta tolhida nas suas palavras ou até mesmo nos seus pensamentos, temendo assim uma conjunção de represália social e de estigmatização moral.

Ou seja, é uma Nova Inquisição em todo o seu asqueroso esplendor, tal como disse o camarada do norte. A diferença é que agora os meios utilizados são mais brandos e subtis, isto é, de acordo com a sofisticação dos tempos.


HIPÓCRITAS: Por dizerem que não gostam de pretos (segundo a teoria que os portugueses são todos racistas), mas depois criticarem os que são abertamente racistas

Olha tu a quereres outra vez aldrabar os dados - mas quem é que critica os que são abertamente racistas? Achas mesmo que todo o povo pensa como tu?
Se disseres nalguma taberna, nalgum bar, nalgum restaurante, se disseres a um grupo de conhecidos que és racista, quantos é que pensas que se viram contra ti? É muito comum, pelo menos em Portugal, ver-se na cara das pessoas um sorriso cúmplice, enquanto diz «És racista... ehheheh...», que é mesmo como quem diz «Olha, já somos dois...», que é aliás o que se ouve, directa ou indirectamente, quando a conversa continua.

Ora um tal estado de coisas mostra bem que está levantada contra todos uma campanha anti-racista que impõe o anti-racismo como moral obrigatória, do mesmo modo que há mil e setecentos anos a Igreja quis impor a ideia de que era pecado prestar culto aos antigos Deuses dos Povos.

É preciso uma análise primária e superficial para dizer que isto é hipocrisia.

Olha, um bom exemplo de hipocrisia, que se vê muito na «alta» sociedade portuguesa mas que poucos se atrevem a dizer, é isto: «Eu cá sou pela integração dos imigrantes!!!, desde que isso não prejudique os meus filhos, por isso prefiro pôr os meus filhos num colégio em que haja poucos imigrantes e o resto da populaça que se lixe, que aguente com os cafres...»

Lembra-te alguém?:):):):):)


CÍNICOS: Por dizerem que não gostam de pretos, mas descaradamente dizem que devam ter os mesmos direitos que os nativos e inclusive trazer as suas famílias.

Nem sequer sabes o que significa «cínico»? Cínico é algo como «sarcástico»... de resto, esse argumento já tem resposta acima.



"É rebate sim, e tanto é que os teus donos continuam a proibir a expressão de ideais raciais. "

Como partido político sim. Mas não como individuos

Claro que não é como indivíduos, porque os teus donos sabem que os indivíduos não podem fazer absolutamente nada. Em Portugal, só se pode intervir na política por meio de partidos políticos, ou por meio da fama adquirida através da militância em partidos políticos.

Portanto, essa atoarda também não safa a cara dos teus donos.


Vocês podiam ter uma plataforma nacionalista de cidadãos cujo objectivo seja disseminar a propaganda racista

Não, não podíamos - não pode haver nenhum tipo de associação considerada racista em Portugal. Um deputado que seja membro de tal associação, perde o mandato; um professor, perde o direito de ensinar, ou seja, é saneado do ensino.

E, para que se possa falar em «associação», bastam duas pessoas.



Se o partido de Le Pen conseguiu chegar aos 17% com as mesmas condições que vocês, vocês não têm desculpas para não chegar a esse patamar.

Muito bem. Dêem-nos por isso mais trinta anos, que mais do que isso levou Le Pen a conseguir 17%.

E foi pouco menos do que isso que Louçã precisou para chegar aos 8% com o seu partido, com a vantagem de que tem todos os mé(r)dia do seu lado, ao contrário do que sucede com os nacionalistas franceses.

14 de fevereiro de 2006 às 16:12:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Racista no sentido lato, de não ver com bons olhos a vinda de mais imigrantes."

Ou seja, dás conotação às palavras de acordo com a tua conveniência. O facto dos portugueses não quererem estrangeiros brancos na mesma proporção que os negros, e quererem dar aos imigrantes residentes os mesmos direitos que os nativos, mostram que não são racistas.

Ou aceitas a sondagem toda, ou não aceitas. Tirar valores parciais porque te é conveniente é fazer batota.

"só se pode pensar com base no que se conhece; só se conhece aquilo a que se tem acesso"

O que é que *tu* sabes que outros não saibam? O que *tu* conheces que os outros não tenham acesso? É de uma arrogancia tremenda pensar que vocês são os iluminados, e os que rejeitam tal ideologia são ingenuos ou ignorantes.

"mas quem é que critica os que são abertamente racistas?"

O teu camarada do Norte disse que havia um constragimento social. É que se as pessoas são todas racistas (no sentido lato, claro), não havia constragimento social, não havia os media de esquerda, os partidos políticos não haviam de ser todos e unanimamente anti-racistas (no sentido lato, claro).

Vocês, estupidos que são, acham que existe um Anacleto que controla a população e aquilo que esta deve pensar. Mas o Anacleto só tem 5%. Quem são os donos que tu falas? Eu digo-te: é a consciência do povo português.

"Muito bem. Dêem-nos por isso mais trinta anos".

Dou-te mais, se quiseres, se achas que as coisas irão melhorar com o tempo. O teu camarada do Norte, pelo contrário, disse que era uma corrida contra o tempo.

Bom, já perdi imenso tempo com o teu blogue. Vou emigrar para um outro blogue nacionalista. Algum que me recomendes?

14 de fevereiro de 2006 às 19:44:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Ou seja, dás conotação às palavras de acordo com a tua conveniência. O facto dos portugueses não quererem estrangeiros brancos na mesma proporção que os negros, e quererem dar aos imigrantes residentes os mesmos direitos que os nativos, mostram que não são racistas Ou aceitas a sondagem toda, ou não aceitas. Tirar valores parciais porque te é conveniente é fazer batota.

Mentira: mostra que a imigração é entendida globalmente como uma ameaça identitária. E isso inclui um sentimento racista.

O que é que *tu* sabes que outros não saibam? O que *tu* conheces que os outros não tenham acesso?

Que a Nação Portuguesa é estrutral e matricialmente de cultura indo-europeia, e qualquer invasão de outra raça constituirá a nossa ruína. Tu próprio já mostraste que o desconhecias, quando vieste para aqui com o ignaro artigo do Eduardo Madeira: e não o sabias porque os teus donos, a bem do Imperialismo que propugnam, impedem o povo de o saber, ou, pelo menos, dificultam o acesso a essa informação, massificando a ideia - falsa - de que "é tudo a mesma coisa" e de que "os portugueses são uns rafeirolas claros".

É de uma arrogancia tremenda pensar que vocês são os iluminados, e os que rejeitam tal ideologia são ingenuos ou ignorantes.

Nós não somos iluminados - somos consciente e esclarecidos. Quem rejeita a nossa ideologia pode ser ignorante ou inimigo da Nação. Escolhe em qual dos lados te enquadras.

O teu camarada do Norte disse que havia um constragimento social. É que se as pessoas são todas racistas (no sentido lato, claro), não havia constragimento social, não havia os media de esquerda, os partidos políticos não haviam de ser todos e unanimamente anti-racistas (no sentido lato, claro).

Errado: o povo é racista, no sentido lato, dado que não gosta de negros e de estrangeiros dum modo geral: os exemplos que o Caturo te deu são brilhantes. Os media são no entnao dominados por uma elite imperialista, na grande maioria de Esquerda, tal como os partidos, que se impuseram com o 25 de Abril e aos seus imperialismos ora Esquerdistas ora Capitalistas, proibindo o Nacionalismo (que, de resto, nem sequer tinha ligações ao Salazarismo).

Vocês, estupidos que são, acham que existe um Anacleto que controla a população e aquilo que esta deve pensar.

Não há um: há vários.


Mas o Anacleto só tem 5%.

UO do BE: os outros Anacletos estão nos restantes assentos da AR. O Anacleto Louçãpoderá ser o pior, mas não é o único.

Quem são os donos que tu falas?

Os donos dos jornais, televisões, rádios, editoras, etc.

Eu digo-te: é a consciência do povo português.

Ah,já cá faltava o argumento esquerdalho e imbecil chapado de falar em nome da consciência popular.

Dou-te mais, se quiseres, se achas que as coisas irão melhorar com o tempo. O teu camarada do Norte, pelo contrário, disse que era uma corrida contra o tempo.

Disse e repito: mas 30 anos será mais do que suficiente.

Bom, já perdi imenso tempo com o teu blogue. Vou emigrar para um outro blogue nacionalista. Algum que me recomendes?

Tenta descobrir um onde os frequentadores não tenham resposta para ti. Farás melhor figura do que por estas bandas.

14 de fevereiro de 2006 às 21:55:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"O que é que *tu* sabes que outros não saibam? O que *tu* conheces que os outros não tenham acesso?

Que a Nação Portuguesa é estrutral e matricialmente de cultura indo-europeia, e qualquer invasão de outra raça constituirá a nossa ruína."


É capaz de ser a minha impressão, mas acho que a maioria das pessoas sabe que a sua cultura é de origem europeia e que quando duas pessoas de raça diferente têm filhos, eles não saem "puros". De certeza que a propaganda imperialista não esconde este facto. Há algo mais que vocês saibam que o comum dos portugueses não saiba? :)

"Quem são os donos que tu falas?
Os donos dos jornais, televisões, rádios, editoras, etc."


O que é que os donos de jornais, televisões, rádios, editoras e tudo o resto ganham em difundir a propaganda imperialista? E porque é que vocês são tão impotentes neste domínio? É pela falta de escolaridade que o Caturo falava? :)

"Tenta descobrir um onde os frequentadores não tenham resposta para ti."

Bem, este parece um sítio mais que apropriado, visto não me teres dado a resposta em relação a África do Sul ou a aliança entre a Polónia e a Inglaterra antes da invasão nazi.

14 de fevereiro de 2006 às 23:34:00 WET  
Blogger Caturo said...

Ou seja, dás conotação às palavras de acordo com a tua conveniência

Não - é de acordo com o sentido com que elas foram utilizadas. Não és tu quem define o sentido com que o camarada do norte usou o termo.


O facto dos portugueses não quererem estrangeiros brancos na mesma proporção que os negros,

Não - preferem os brancos do que os negros, o que é indicado, não só por essa sondagem, mas também pela vivência diária, reconhecida pelos próprios «anti-racistas» militantes, que se queixaram na rádio disso mesmo, por mais de uma vez.



e quererem dar aos imigrantes residentes os mesmos direitos que os nativos, mostram que não são racistas.

Essa parte já foi explicada: a palavra «discriminação» ainda parece indicadora de blasfémia. Mas o essencial do que é saudável está lá: a recusa de aceitar mais imigrantes, bem como a preferência por imigrantes brancos.


"só se pode pensar com base no que se conhece; só se conhece aquilo a que se tem acesso"

O que é que *tu* sabes que outros não saibam?

Sei que os princípios «morais» da tua ralé não são obrigatórios e que não é pecado desprezá-los.
Sei que a miséria e a criminalidade aumentam exponencialmente nas zonas com mais imigrantes negros, e a maior parte da população do País ainda não se apercebeu bem disso, ou não tem disso uma ideia ainda muito divulgada, embora comece já a acordar, e é precisamente por isso que os teus donos se empenham em criar unanimidades na imprensa no sentido de silenciar, tanto quanto possível, a identidade dos autores de crimes de gangues de rua da zona da grande Lisboa e do Algarve, para que a maior parte da população, ou não se aperceba disso, ou não pense muito no assunto.
Sei também que o dogma segundo o qual «somos todos mais ou menos Mouros», tantas vezes dito desta ou doutras maneiras nas escolas e nos mé(r)dia, é uma aldrabice pegada e que temos muito mais a ver com qualquer povo Europeu do que com as maralhas que vivem do outro lado do Mediterrâneo.


É de uma arrogancia tremenda pensar que vocês são os iluminados,

É de uma merdice asquerosa calar a voz dos nacionalistas, manter o povo na ignorância e depois vir armar em «defensor do Povo», que é o que estás a fazer, porque foi assim que te domesticaram.



os que rejeitam tal ideologia

Mais uma atoarda tipicamente cobarde - mas quem é que rejeita uma ideologia que mal conhece? Tu e quem te domesticou bem queriam dar como adquirido que o Povo era anti-racista e acabou, por isso é que querem por todos os meios proibir a expressão de ideias raciais; mas ficam no entanto cada vez mais assustados com o crescimento das votações nacionalistas em toda a Europa. Isso mostra que

- quanto mais a situação se agrava (como os nacionalistas previam que se agravaria, devem ser bruxos, no teu fraco entender...)
- e quanto mais os nacionalistas conseguem furar o nojento bloqueio «pseudo-democrático» que lhes foi imposto,

menos o Povo rejeita os «racistas»...

É isto que vos intimida.


"mas quem é que critica os que são abertamente racistas?"

O teu camarada do Norte disse que havia um constragimento social

Sem dúvida. Um constrangimento social que torna as pessoas passivas, ou seja, que as faz ter medo de se dizerem racistas. Mas não ao ponto de fazer as pessoas, na generalidade, falarem mal das ideias dos nacionalistas.



É que se as pessoas são todas racistas (no sentido lato, claro), não havia constragimento social,

Havia sim, porque esse constrangimento social se destina precisamente a reprimir esse fundo «racista» das pessoas e a extirpá-lo de vez. É a táctica da lavagem (poluição) cerebral que fez de ti o «excelente ser humano» (para usar uma expressão muito na moda nos círculos da tua escumalha) que és hoje, desde que te puseram ao lado dum menino negro e te disseram que não era de chocolate (portanto, não o podias comer, como talvez quisesses).



não havia os media de esquerda, os partidos políticos não haviam de ser todos e unanimamente anti-racistas (no sentido lato, claro)

Claro que haviam, porque o sistema instituído assim o impõe - e partido que não seja anti-racista, desperta suspeitas, logo, atrai imprensa negra; e se alguns dos seus líderes parecerem expor ideais «racistas», correm o risco de serem presos.



Vocês, estupidos que são, acham que existe um Anacleto que controla a população

Já se viu e continua-se a ver que só tu és estúpido nesta conversa. Ninguém disse que havia um Anacleto que controlava a população - de facto, os donos do Anacleto bem queriam, mas conseguem, quando muito, travar a população, contê-la, tentar condicioná-la. Mas ainda não a conseguiram controlar, pois se o tivessem feito não cresciam as votações nacionalistas em toda a Europa.



Quem são os donos que tu falas? Eu digo-te: é a consciência do povo português.

Não, estás enganado. A equação que estabeleceste
consciência do povo português = esterco que te meteram dentro da cabeça
está longe de se ter consolidado. E isso vê-se, ouve-se sobretudo, na vivência diária.


"Muito bem. Dêem-nos por isso mais trinta anos".

Dou-te mais, se quiseres, se achas que as coisas irão melhorar com o tempo. O teu camarada do Norte, pelo contrário, disse que era uma corrida contra o tempo.

Também eu já tinha dito que era uma corrida contra o tempo.

Mas não por causa da opinião popular, que essa vai melhorando...

A corrida contra o tempo é porque a cada novo potencial eleitor que os nacionalistas ganhem no seio do seu próprio povo, os teus donos metem mais uma centena de negros na Europa. É por isso que esta corrida é contra o tempo.



Bom, já perdi imenso tempo com o teu blogue.

De facto, parece ser esse o caso - andas aqui há meses, fartas-te de escrever e não melhoras nem à lei da bala, vendo por isso a tua argumentação a ser completa e rigorosamente esmigalhada.



Vou emigrar para um outro blogue nacionalista. Algum que me recomendes?

Qualquer um: tudo indica que vais continuar tão miserável como até aqui. E se porventura eu descobrir que andas algures a dizer as mesmas imbecilidades que aqui debitas, talvez vá lá divertir-me, dando-te o devido correctivo. Já te tinha dito isto antes, mas até isto te custou a compreender.

15 de fevereiro de 2006 às 00:51:00 WET  
Blogger Caturo said...

É capaz de ser a minha impressão, mas acho que a maioria das pessoas sabe que a sua cultura é de origem europeia

Mas em Portugal, o termo «ariano» é associado exclusivamente à Alemanha ou ao norte europeu, ao passo que a noção de «indo-europeu» é desconhecida pela esmagadora maioria da população.
Além do mais, prega-se aos quatro ventos que «temos muito de mouro e de judeu, logo, não podemos ser racistas...», que é aliás argumento similar ao que a escumalha quejanda usa noutros países europeus, com maior ou menor intensidade, explorando ao máximo a ideia de que «houve misturas com não Europeus!!!» (Espanha, Itália, Grécia, França, e até Inglaterra, Irlanda e Alemanha).



e que quando duas pessoas de raça diferente têm filhos, eles não saem "puros".

E isto incomoda a maioria do Povo, que, na esmagadora maioria, não gostaria de ver a filha casada com um negro.



De certeza que a propaganda imperialista não esconde este facto.

Mas tenta dá-lo como bonito, ou como «inevitável», ao mesmo tempo que tenta envergonhar quem por ele sentir nojo.



"Quem são os donos que tu falas?
Os donos dos jornais, televisões, rádios, editoras, etc."

O que é que os donos de jornais, televisões, rádios, editoras e tudo o resto ganham em difundir a propaganda imperialista?

E tu, o que é que ganhas? É simples: foram formados nessa escola de deformação mental. Logo, acham bem em fazer essa propaganda, directa ou indirectamente.



E porque é que vocês são tão impotentes neste domínio?

Porque não temos dinheiro e somos censurados pelo regime. Isto já foi dito colhões de vezes, mas tu, à falta de argumentos, repetes acefalamente a mesma pergunta para dar o ar de que estás a colocar «questões pertinentes».

É que a tua esperteza saloia topa-se facilmente, mesmo quando a tentas disfarçar com essa aparência forjada de «sentido crítico».



"Tenta descobrir um onde os frequentadores não tenham resposta para ti."

Bem, este parece um sítio mais que apropriado, visto não me teres dado a resposta em relação a África do Sul ou a aliança entre a Polónia e a Inglaterra antes da invasão nazi.

O costume: o sujeito, sendo esmagado nas discussões essenciais (veja-se como se calou por completo a respeito, quer do tema do tópico, quer de todos os princípios ideológicos que promovemos, inclusivamente o da consideração da Nação como uma Família maior), tenta apegar-se a assuntos de relevância secundária que nenhuma razão dão ao seu modo de ver internacionalista e que não provam absolutamente nada a seu favor.

15 de fevereiro de 2006 às 01:04:00 WET  
Blogger Caturo said...

E quer «isto» armar-se em «jogador de debates» contra nacionalistas... ó sujeito, já que estás farto de ser sovado, manda cá um dos teus donos para ver se temos direito a diálogos mais interessantes.

15 de fevereiro de 2006 às 01:05:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

De certeza que a propaganda imperialista não esconde este facto.

Porque não ode. Mas subalterniza-o, sendo da maior importância.

Há algo mais que vocês saibam que o comum dos portugueses não saiba? :)

Que os valores que tu e a tua ralé propõesm são contrários á preservação nacional, e que não é pecado estar contra vós.

O que é que os donos de jornais, televisões, rádios, editoras e tudo o resto ganham em difundir a propaganda imperialista?

É essa a principal intenção ds seus donos, que ou advogam o Imperilaimso Comunista, ou Capitalista, ou Cristão.

E porque é que vocês são tão impotentes neste domínio?

Porque a súcia ralé político partidária que emergiu com o caceteiro regime do pós 25/4 tmou conta dos media e proibiu o Nacionalismo que ó de há 4 anos em um partido.

É pela falta de escolaridade que o Caturo falava? :)

Também, mas esse não é um factor fundamental.

Bem, este parece um sítio mais que apropriado, visto não me teres dado a resposta em relação a África do Sul ou a aliança entre a Polónia e a Inglaterra antes da invasão nazi.

Dou-ta agora: lê o livro de Ian Kershaw, Hilter, um Perfil do Poder", da Editorá Inquérito: lá verás se este especialista na II GM diz se a Inglaterra ou a França tinha alguma ligação diplomática com a Polóia. Quanto á Áfrca do Sul, lembro-me de ter lido historiografia dizendo que estava desabitada antes da colonização branca - mas amanhã ou depois já te trago um par de autores.

15 de fevereiro de 2006 às 01:07:00 WET  
Blogger Caturo said...

Bem, este parece um sítio mais que apropriado, visto não me teres dado a resposta em relação a África do Sul ou a aliança entre a Polónia e a Inglaterra antes da invasão nazi.

Além disso, espera aí... mas a União Soviética não invadiu a Polónia a leste?

E nessa altura, os «aliados» Ingleses e Franceses fizeram alguma coisa contra Moscovo?

15 de fevereiro de 2006 às 03:51:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"E isso vê-se, ouve-se sobretudo, na vivência diária. "

Nunca havia de meter a minha vivência diária como prova de alguma coisa: é subjectiva e o meu ambiente é liberal e progressivo, e portanto não é prova que o País não seja mais conservador. Por outro, como convives com pessoas racistas, não podes projectar para o País inteiro. Mas com falta de argumentos...

"A corrida contra o tempo é porque a cada novo potencial eleitor que os nacionalistas ganhem no seio do seu próprio povo, os teus donos metem mais uma centena de negros na Europa. É por isso que esta corrida é contra o tempo."

E no entanto, queres mais 30 anos. Estou a perceber a estratégia, ou a falta dela.

"ao passo que a noção de «indo-europeu» é desconhecida pela
esmagadora maioria da população."


Sim, realmente uma ignorancia tremenda para quem tenha a noção que a sua cultura é de origem europeia. Mas o PNR pode educar o povo sobre a história dos indo-europeus, e tira-lo da ignorância, certo?

"Além disso, espera aí... mas a União Soviética não invadiu a Polónia a leste? E nessa altura, os «aliados» Ingleses e Franceses fizeram alguma coisa contra Moscovo?
"


Não é isso que se discute, mas sim porque é que a Inglaterra e a França declararam guerra a Alemanha automaticamente depois da invasão da Polónia. Não o fizeram a Rússia (que invadiu depois) porque era um país aliado.

Não há dúvidas que a II Guerra Mundial terminou com o nacionalismo, deixou a europa de rastos, mas deixou o comunismo mais forte.

"Porque não temos dinheiro e somos censurados pelo regime."

Então explica-me como isto, aliado com aquilo que disseste que a europa anda introduzir imigrantes no país, torna a vossa vitória inevitável dentro de 30 anos?

15 de fevereiro de 2006 às 10:43:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"É essa a principal intenção ds seus donos, que ou advogam o Imperilaimso Comunista, ou
Capitalista, ou Cristão."

Curioso, não há muitos cristãos nacionalistas no vosso meio? Ou seja foram também levados pela propaganda imperialista?


"lá verás se este especialista na II GM diz se a Inglaterra ou a França tinha alguma ligação diplomática com a Polóia."

Esta é uma biografia de Hitler, e portanto não conterá todos os pormenores da II Guerra Mundial, mas focará mais sobre os aspectos da vida dele. Terás de encontrar uma referência que diga explicitamente que a Polónia não assinou um tratado com a Inglaterra antes da invasão nazi.

15 de fevereiro de 2006 às 10:55:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Curioso, não há muitos cristãos nacionalistas no vosso meio? Ou seja foram também levados pela propaganda imperialista?

Foram.

Esta é uma biografia de Hitler, e portanto não conterá todos os pormenores da II Guerra Mundial, mas focará mais sobre os aspectos da vida dele.

Estás a julgar o livro sem o teres lido. Vá lá, lê-o, não tenhas medo. São pouco mais ou mneos 300 páginas, mas confio em que conseguirás ler umas 10 páginas por dia, sem que te fique a doer demasiado a moleirinha.

Terás de encontrar uma referência que diga explicitamente que a Polónia não assinou um tratado com a Inglaterra antes da invasão nazi.

Esta referência di-lo. Já agora, responde á pergunta que o Caturo te fez: a URSS também invadiu a Polónia - porque diabo não foi punida?

15 de fevereiro de 2006 às 13:40:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Não é isso que se discute, mas sim porque é que a Inglaterra e a França declararam guerra a Alemanha automaticamente depois da invasão da Polónia.

Errado: os aliados reconheceram na SDN várias possessões na Polónia aos Nazis, estabelecendo uma fronteira que, quando foi quebrada, levou á declaração de Guerra pelos aliados.

Não o fizeram a Rússia (que invadiu depois) porque era um país aliado.

Errado: a Rússia não era um país aliado da França, e muito menos da Inglaterra, que, menos de 20 anos antes, tinha enviado soldados seus para a Rússia, a fim de lutarem ao lado do Exército Branco contra os Comunistas. Nada justifica, no que tu disseste, a declaração de Guerra à Rússia, além de contradizer aquilo que disseste aqui há tempos:

"Teria. Mas a guerra contra o eixo arrasou a europa e portanto esta guerra contra o urso comunista teve de esperar mais umas décadas."

Então a URSS era aliada dos Franceses e Ingleses, e estes estavam a pensar atacá-los dada a invasão das repúblicas bálticas (invasão que nunca teve qualquer condenação)? Se sim, então porque se mantiveram aliados destes? Se não, então tudoo que disseste cai aqui por terra, não é assim?
Sê coerente rapaz...

15 de fevereiro de 2006 às 13:48:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Em declaração de Guerra à Rússia, ler declaração de Guerra à Alemanha.

15 de fevereiro de 2006 às 13:54:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Terás de encontrar uma referência que diga explicitamente que a Polónia não assinou um tratado com a Inglaterra antes da invasão nazi.

Esta referência di-lo. "


Podias então transcrever a parte que diz explicitamente isto. Como não o fizeste até agora, parece-me a mim que é uma táctica de quem perdeu este argumento.

"Já agora, responde á pergunta que o Caturo te fez: a URSS também invadiu a Polónia - porque diabo não foi punida? "

Poderá haver muitas razões. Talvez os aliados achassem que não haviam de conseguir atacar a frente nacionalista e comunista ao mesmo tempo. É por isso que os comunistas e Hitler fizeram um pacto (mostrando assim que cada um estava mais interessado no poder do que a ideologia). Mas tal aliança não durou muito.

E não esquecer que a Alemanha foi a primeira a invadir a Polónia.

"os aliados reconheceram na SDN várias possessões na Polónia aos Nazis, estabelecendo uma fronteira que, quando foi quebrada, levou á declaração de Guerra pelos aliados."

Não percebi ainda como é que isso mostra que os nazis não foram os agressores da II Guerra Mundial, e porque é que os aliados não deviam punir pelo menos um dos agressores da soberania dos paises. Se os aliados já reconheciam as possessoes, porque foram invadir a Polónia?

E ainda estou a espera da tua referência de que a África do Sul estava deserta quando os holandeses lá chegaram.

15 de fevereiro de 2006 às 14:24:00 WET  
Blogger Caturo said...

"E isso vê-se, ouve-se sobretudo, na vivência diária. "

Nunca havia de meter a minha vivência diária como prova de alguma coisa

Por desonestidade e incompetência argumentativa, tiraste o que eu disse do contexto - eu não falei na minha vivência diária em concreto, mas sim da vivência diária que permite ouvir o que as pessoas dizem no seu quotidiano.


é subjectiva e o meu ambiente é liberal e progressivo, e portanto não é prova que o País não seja mais conservador. Por outro, como convives com pessoas racistas,

Especulação tua, e mal feita. As pessoas com quem convivo, são gente comum, que anda nos transportes públicos, nas ruas, nos centros comerciais, nos cafés. E é a sua voz que permite a qualquer pessoa que não tenha as palas que tu tens entender o que é que a generalidade da população sente perante a invasão que lhe é imposta pelos teus donos.


Mas com falta de argumentos...

Já sabes que não me podes julgar por ti. É que quem costuma aldrabar ou mesmo esquecer por falta de argumentos, és mesmo só tu.



"A corrida contra o tempo é porque a cada novo potencial eleitor que os nacionalistas ganhem no seio do seu próprio povo, os teus donos metem mais uma centena de negros na Europa. É por isso que esta corrida é contra o tempo."

E no entanto, queres mais 30 anos. Estou a perceber a estratégia,

Mais uma prova de que não entendes o que te é escarrado na cara ou finges que não entendes: é precisamente por causa disso que a corrida é contra o tempo.

Mas veremos o que acontece nos próximos anos, se a população começar a despertar bruscamente. Talvez num futuro próximo o ritmo de crescimento seja diferente.


ou a falta dela.

Isso, relaxa, vai dizer aos teus donos que podem dormir descansados...;)



"ao passo que a noção de «indo-europeu» é desconhecida pela
esmagadora maioria da população."

Sim, realmente uma ignorancia tremenda para quem tenha a noção que a sua cultura é de origem europeia.

De facto, assim é, porque o termo «indo-europeu» tem um sentido étnico, ao passo que a referência à «cultura de origem europeia» fica na maior parte das vezes por uma conotação meramente civilizacional.

Dizer que somos arianos é, para muita gente, algo de estranho.


Mas o PNR pode educar o povo sobre a história dos indo-europeus, e tira-lo da ignorância, certo?

O PNR ou outra organização mais especificamente cultura, como a Causa Identitária.


"Além disso, espera aí... mas a União Soviética não invadiu a Polónia a leste? E nessa altura, os «aliados» Ingleses e Franceses fizeram alguma coisa contra Moscovo?
"

Não é isso que se discute, mas sim porque é que a Inglaterra e a França declararam guerra a Alemanha automaticamente depois da invasão da Polónia. Não o fizeram a Rússia (que invadiu depois) porque era um país aliado.

É isso que se discute sim, é precisamente isso que se discute: então deixavam a Rússia invadir um aliado só porque também era aliado?

Dito mais simplesmente, enterraste-te outra vez em cheio.


Não há dúvidas que a II Guerra Mundial terminou com o nacionalismo,

Só por fora, isto é, militarmente. A Alemanha não foi derrotada por dentro... mesmo na desgraça, a maior parte do Povo Alemão estava com o Nacionalismo.


"Porque não temos dinheiro e somos censurados pelo regime."

Então explica-me como isto, aliado com aquilo que disseste que a europa anda introduzir imigrantes no país, torna a vossa vitória inevitável dentro de 30 anos?

Eu não falei em vitória inevitável dentro de trinta anos. Estás a baralhar o discurso, ou porque levas tantas que já não sabes às quantas andas, ou porque queres pôr na minha boca coisas que sejam fáceis de rebater para ver se fazes menos figuras tristes.

Ora o que eu disse é que o PNR pode chegar ao nível que a FN tem agora dentro de trinta anos. Mas, nessa altura, talvez a FN já esteja no governo...

15 de fevereiro de 2006 às 19:35:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Podias então transcrever a parte que diz explicitamente isto. Como não o fizeste até agora, parece-me a mim que é uma táctica de quem perdeu este argumento.

Táctica de quem perdeu o argumento, pôr-te a minha fote na mão? Assim, nem sequer podes presumir que a minha argumentação é falaciosa -tens o livro, podes confirmar ou desmentir. Estou a ensinar-te a fazer o trabalho, rapaz, aproveita, já sais daqui mais instruído... Ou estarás com medo das 300 páginas? Já te disse: lê 10 por dia, não te custa tanto.

Poderá haver muitas razões. Talvez os aliados achassem que não haviam de conseguir atacar a frente nacionalista e comunista ao mesmo tempo.

Nesse caso, não atacavam ninguém: ou há moralidade, ou comem todos. Se eu souber onde moram dois assassinos, nada há que justifique a prisão de um em detrimento de outro.

É por isso que os comunistas e Hitler fizeram um pacto (mostrando assim que cada um estava mais interessado no poder do que a ideologia).

Um pacto de não-agressão, não uma aliança militar.

Mas tal aliança não durou muito.

Pois não: não durou nada, tanto mais que não era uma aliança, era apenas e só um pacto de não-agressão.

Não percebi ainda como é que isso mostra que os nazis não foram os agressores da II Guerra Mundial

Mostra desde logo que se os aliados tivessem alguma ligação à Polónia, eram uns amigos da onça, porque se estavam cagando para esta, reconhecendo soberania alemã sobre terra polaca; de mais a mais, dado que ingleses e franceses não tinham qualquer ligação com a Polónia - coisa que poderás ler no livro que te recomendei -, a agressão alemã não foi directamente contra eles, mas antes contra uma Nação que não tinha quaisquer ligações com eles. Por conseguinte, a Alemanha agrediu a Polónia e foi agredida por França e Inglaterra.

porque é que os aliados não deviam punir pelo menos um dos agressores da soberania dos paises.

Porque ou há moralidade ou comem todos. Reitero a parábola dos assassinos.

Se os aliados já reconheciam as possessoes, porque foram invadir a Polónia?

A anexação territorial é errada, mas o reconhecimento dessas possessões mostra que ou os aliados eram amigos da onça da Polónia, ou se estavam marimbando para um país com o qual não tinham qualquer ligação diplomática de qualquer das formas.


E ainda estou a espera da tua referência de que a África do Sul estava deserta quando os holandeses lá chegaram.

Mau grado essa ser uma questão marginal e sem qualquer relevância para o fulcro da questão, não hás-de ir embora sem resposta. Recordo-me porém que te disse que terias a resposta "amanhã ou depois", i.e., hoje ou amanhã. Assim sendo, não te alarmes, que não perdes com a demora.

15 de fevereiro de 2006 às 19:40:00 WET  
Blogger Caturo said...

Poderá haver muitas razões. Talvez os aliados achassem que não haviam de conseguir atacar

Especulações... também eu posso dizer que Hitler atacou a Polónia porque temia um ataque dos Polacos...

O que é facto é isto: a arbitrariedade dos aliados mostra que havia uma vontade de destruir a Alemanha NS por motivos ideológicos anti-nacionalistas (talvez não da parte dos Ingleses propriamente ditos) e não por quererem lutar «contra a opressão».

15 de fevereiro de 2006 às 19:41:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Quanto a ti, também ainda não me respondeste a isto:

«Então a URSS era aliada dos Franceses e Ingleses, e estes estavam a pensar atacá-los dada a invasão das repúblicas bálticas (invasão que nunca teve qualquer condenação)? Se sim, então porque se mantiveram aliados destes? Se não, então tudo o que disseste cai aqui por terra, não é assim?»

E olha que isto é muito mais importante do que a treta da África do Sul...

15 de fevereiro de 2006 às 19:51:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Quanto a ti, também ainda não me respondeste a isto:"

Não fujo a qualquer contra-argumentação (já lá vão 160 comentários), e terás a resposta apropriada sobre este e outros assuntos quando começares a agir de boa fé. Tive o cuidado de ler e procurar na net artigos relevantes sobre os assuntos em causa e apresentei-te os links para que possas ler.

Tu, no entanto, dizes-me que tal informação se encontra num livro de 300 páginas e agora pedes-me para procurar essa informação? E agora vou comprar o livro só para isso?

Não - vais é transcrever o parágrafo que não custa nada (se não tiveres inventado), e continuamos a conversa. Caso contrário, ficas a ler os comentários que deixo ao Caturo. A decisão é tua.

15 de fevereiro de 2006 às 22:21:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Não fujo a qualquer contra-argumentação (já lá vão 160 comentários), e terás a resposta apropriada sobre este e outros assuntos quando começares a agir de boa fé.

Quem acusa os outros de má fé, tem o ónus da prova: se comprovares que eu estou de má fé, óptim. Doutro modo, taxo-te de caluniador e mentiroso. E tens mais é que engolir e calar.

Tive o cuidado de ler e procurar na net artigos relevantes sobre os assuntos em causa e apresentei-te os links para que possas ler. Tu, no entanto, dizes-me que tal informação se encontra num livro de 300 páginas e agora pedes-me para procurar essa informação? E agora vou comprar o livro só para isso? Não - vais é transcrever o parágrafo que não custa nada (se não tiveres inventado), e continuamos a conversa.

Eu nem sequer preciso de o transcrever: se não o quiseres comprar, requisita-o numa biblioteca. Só to estou a dar para que possas comprovar o que te estou a dizer. Estou a agir na mais profunda boa fé: estou a pôr-te na mão uma fonte historiográfica onde podes confirmar a minha argumentação. Tens porventura medo de ler o livro? Tens medo de te ver desautorizado?

Caso contrário, ficas a ler os comentários que deixo ao Caturo. A decisão é tua.

Ui, que autoridade! Pois olha, se te decidires a acabar a discussão comigo porque te recusas a conferir uma fonte que te dei para consubstanciar um argumento, decerto posso depreender que não tens argumentos e estás a qeurer fugir airosamente - agora, queres confirmar o que te disse lendo o "Hitler, Um Perfil do Poder" do Ian Kershaw, Editora Inquérito, ou queres que te taxe de medroso, que me não responde porque não tem resposta?

15 de fevereiro de 2006 às 23:44:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"agora, queres confirmar o que te disse lendo o "Hitler, Um Perfil do Poder" do Ian Kershaw, Editora Inquérito, ou queres que te taxe de medroso, que me não responde porque não tem resposta? "

Não sou medroso, porque disse que havia de te responder logo que me transcrevesses o parágrafo. Uma pessoa de boa-fé, havia de transcrever o parágrafo, além de me dar a referência. E para que é que vou ler a biografia completa de Hitler apenas para chegar a uma parte sobre a não-existência de um tratado entre a Polónia e a Inglaterra? Interessa-me a vida de Hitler durante a I Guerra Mundial?
Repara, nem sequer me disseste qual é o capítulo do livro.

E é extraordinário que não consigas arranjar uma referência credível na net, que diga pelo menos que é controverso que tenha havido um tratado da Polónia e a Inglaterra antes da Guerra.

Portanto, taxa-me como quiseres.

16 de fevereiro de 2006 às 09:37:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"mas sim da vivência diária que permite ouvir o que as pessoas dizem no seu quotidiano."

Na tua perspectiva e no teu ambiente. Se estás sintonizado ao JihadWatch ou ao minuto digital tens acesso a informação que o comum português não tem.

"é precisamente por causa disso que a corrida é contra o tempo."

Não. Se é uma corrida contra o tempo, quer dizer que a medida que o tempo passa é pior para vocês, não melhor. Isto contradiz com dêem-nos tempo (30 anos) que a gente chega lá (ou seja, com o tempo isto melhora).

"Ora o que eu disse é que o PNR pode chegar ao nível que a FN tem agora dentro de trinta anos. Mas, nessa altura, talvez a FN já esteja no governo..."

A FN é o Le Pen. Quando este morrer, e será dentro de poucos anos - o partido provavelmente perderá terreno, ou se dividirá em outros partidos. Este é um problema dos nacionalistas, o fundamentalismo de cada individuo não permite que se trabalhe em conjunto. Já percebi que de acordo com vocês, os camaradas cristãos são levados pela propaganda imperialista, e eles não levam a sério os pagãos. Enquanto estiverem a falar sobre os pretos, está tudo bem - mas quando começam a trabalhar em conjunto em coisas mais sérias, é que vêm os problemas todos.

16 de fevereiro de 2006 às 09:52:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"a arbitrariedade dos aliados mostra que havia uma vontade de destruir a Alemanha NS por motivos ideológicos anti-nacionalistas "

E aqui é que se vê o nacionalismo de treta que vocês defendem. Então, falam que as Nações não devem ser subjugadas por ninguém, etc. E agora, defendem a Alemanha nazi, que invadiu vários paises e portanto violou descaradamente a soberania de cada Nação.

Depois falam na irmandade que existe entre as várias Nações indo-europeias. Nesta perspectiva, não seriam necessárias quaisquer alianças: se um país anda a violar a soberania de outro país, é de obrigação das Nações mais fortes (como o caso da Inglaterra) de ajudar os mais fracos.

E finalmente, para acrescentar mais uma na lista de inconsistencias, vocês já disseram que o regime nazi era brutal, não havia liberdade de expressão e era uma ditadura. E agora, estão a protestar o travão que foi posto?
A verdade sempre aparece, a marota.

Reitero o que eu disse. A URSS era demasiado forte para que os aliados pudessem atacar duas frentes - e a Alemanha foi a primeira a invadir os paises. Por outro, a estratégia nazi (que foi eventualmente executada) era de avançar para a europa ocidental - e portanto os aliados focaram-se apenas no eixo.

É de notar que a Alemanha fez o erro que os aliados não fizeram: quis atacar duas frentes (URSS uma delas) e foi o princípio do fim.

A tragedia da II Guerra Mundial foi que o comunismo se espalhou pela europa de leste.

16 de fevereiro de 2006 às 10:13:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Não sou medroso, porque disse que havia de te responder logo que me transcrevesses o parágrafo. Uma pessoa de boa-fé, havia de transcrever o parágrafo, além de me dar a referência.

És medroso, e supinamente medroso, porque tens medo de ir consultar essa obra a fim de saberes o que lá está.

E para que é que vou ler a biografia completa de Hitler apenas para chegar a uma parte sobre a não-existência de um tratado entre a Polónia e a Inglaterra?

Para que o confirmes.

Interessa-me a vida de Hitler durante a I Guerra Mundial?

O livro pouco fala acerca disso: chama-se "Um Perfil do Poder" por alguma azão, precisamente porque se debruça mais sobre as condicionantes e o exercício do poder por Hitler.

Repara, nem sequer me disseste qual é o capítulo do livro.

E é extraordinário que não consigas arranjar uma referência credível na net, que diga pelo menos que é controverso que tenha havido um tratado da Polónia e a Inglaterra antes da Guerra.

Nem acho, nem me dou ao trabalho de procurar. Estou a dar-te o nome dum livro do maior especialista na II G.M. Queres melhor?

Portanto, taxa-me como quiseres.

Taxar-te-ei; és caluniador, porque me chamaste mentiroso e não o provaste; és sobremaneira caluniador, porque me disseste que estava a fugir ao debate quando te estava a indicar uma fonte, e, demais a mais, te recusas - não penses que está esquecido - a responder a «Então a URSS era aliada dos Franceses e Ingleses, e estes estavam a pensar atacá-los dada a invasão das repúblicas bálticas (invasão que nunca teve qualquer condenação)? Se sim, então porque se mantiveram aliados destes? Se não, então tudo o que disseste cai aqui por terra, não é assim?»; e taxo-te ainda de medroso e de imbecil, porque te recusas a continuar a conversa porque tens medo de ler um livrito de 300 páginas (muitas menos do que as do teu amado Cem Anos de Solidão) onde podes confirmar que estás errado, e de imbecil porque achas que as pessoas que estão do outro lado são imbecis ao ponto de pensarem que o estás a fazer não por falta de argumentos, mas sim porque "tens o direito de saber". E de resto, se eu inventasse uma passagem, tu já disseste que não vias ler o livro: por conseguinte, eu podia muito bem fazê-lo - mas não; estou a dizer-te que o leias. Não queres, olha, não me dói nada se não voltar a ter resposta. Mas quem tiver olhinhos na cara, lê o resto da conversa e avalia a tua atitude.

16 de fevereiro de 2006 às 11:43:00 WET  
Blogger Caturo said...

"mas sim da vivência diária que permite ouvir o que as pessoas dizem no seu quotidiano."

Na tua perspectiva e no teu ambiente.

No ambiente lisboeta de todos os dias. Não há, como talvez desejasses, zonas de exclusão onde os «racistas» não entrem... (ou há, mas é porque a tua gentalha encheu certas zonas com gente escura).
Quanto à minha perspectiva, claro que é a minha perspectiva, e só posso discutir tendo em conta a minha perspectiva, tal como tu tens a tua... (é preciso explicar-te tudo...).


Se estás sintonizado ao JihadWatch ou ao minuto digital tens acesso a informação que o comum português não tem.

Não desvies a conversa. Ninguém falou em jornais estrangeiros, mas sim na vivência quotidiana (rua, restaurante, bar, taberna, café, transportes públicos).


"é precisamente por causa disso que a corrida é contra o tempo."

Não. Se é uma corrida contra o tempo, quer dizer que a medida que o tempo passa é pior para vocês, não melhor.

Foi isso que eu disse...


Isto contradiz com dêem-nos tempo (30 anos) que a gente chega lá (ou seja, com o tempo isto melhora).

De facto, a situação torna-se cada vez mais complicada. Mas pode acontecer que o aumento da miséria causada pela imigração dê ao movimento um impulso maior, levando-o a compensar pelo número de aderências ao Nacionalismo.


"Ora o que eu disse é que o PNR pode chegar ao nível que a FN tem agora dentro de trinta anos. Mas, nessa altura, talvez a FN já esteja no governo..."

A FN é o Le Pen. Quando este morrer, e será dentro de poucos anos - o partido provavelmente perderá terreno,

Logo se vê. O que é facto é que o crescimento do Nacionalismo não se limita à França, mas tem lugar noutros países europeus, que não têm nenhum Le Pen.


Este é um problema dos nacionalistas, o fundamentalismo de cada individuo

Ahahahahhah, não te preocupes com os nossos problemas... é que as coisas estão a mudar também nesse campo... a importância dos líderes é cada vez menor em comparação com a importância dos militantes.


não permite que se trabalhe em conjunto.

Curioso - trabalha-se cada vez mais em conjunto.;)


Já percebi que de acordo com vocês, os camaradas cristãos são levados pela propaganda imperialista, e eles não levam a sério os pagãos.

Não há nenhum conflito religioso no seio do movimento, não só porque todos estão unidos no essencial, mas também porque a grande maioria dos militantes não tem postura religiosa.

16 de fevereiro de 2006 às 11:59:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

E aqui é que se vê o nacionalismo de treta que vocês defendem. Então, falam que as Nações não devem ser subjugadas por ninguém, etc. E agora, defendem a Alemanha nazi, que invadiu vários paises e portanto violou descaradamente a soberania de cada Nação.

Ninguém está a defender a Alemanha Nazi: estamos simplesmente a condenar a arbitrariedade dos ataques aliados, que só atacaram a Alemanha Nazi em vez da URSS porque lhes apeteceu.

Depois falam na irmandade que existe entre as várias Nações indo-europeias. Nesta perspectiva, não seriam necessárias quaisquer alianças: se um país anda a violar a soberania de outro país, é de obrigação das Nações mais fortes (como o caso da Inglaterra) de ajudar os mais fracos.

Correcto: então, porque não ajudou a Inglaterra os povos da Estónia, Lituânia, Letónia, Finlândia, e o Leste Polaco? Porque atacou a Alemanha Nazi que era mais forte do que a URSS, aos níveis militar e económico?

Reitero o que eu disse. A URSS era demasiado forte para que os aliados pudessem atacar duas frentes

A URSS era mais fraca do que a Alemanha Nazi: isso prova-se, de resto, pela forma como os Alemães levaram um terço do Exército Vermelho à frente, e chegaram a 40 quilómetros de Moscovo em menos de um fósforo.

e a Alemanha foi a primeira a invadir os paises.

Errado: a URSS já tinha feito incursões na Polónia (precisamente, reivindicando territórios do Império Russo) e na Finlândia ainda em 1935. Há a salientar que Hitler só indexa a Áustria em 1938.

Por outro, a estratégia nazi (que foi eventualmente executada) era de avançar para a europa ocidental - e portanto os aliados focaram-se apenas no eixo.

Isso é falso, até do ponto de vista especulativo da putativa estratégia nazi: lê o Mein Kampf - no capítulo XIV da Segunda Parte, «Orientação para o Leste, ou Política de Leste» (Editor Centauro, a partir da pág. 399, tens um capítulo de algumas 15 páginas a falar sobre o tema, que, como é óbvio, não vou transcrever na íntegra), Hitler afirma que o Lebensraum deve ser obtido em terras do Leste, porque são mais férteis, mais vastas, e têm uma população mais puramente ariana. Portanto, nada na estratégi nazia aponta para um avanço em direcção a Oeste. Esse avanço só foi feito porque os aliados atacaram primeiro.

É de notar que a Alemanha fez o erro que os aliados não fizeram: quis atacar duas frentes (URSS uma delas) e foi o princípio do fim.

Não quis: foi obrigada a isso, porque os Aliados lhe declararam Guerra, não foi uma estratégia pre-definida.

A tragedia da II Guerra Mundial foi que o comunismo se espalhou pela europa de leste.

E o Comunismo teria desaparecido se os aliados tivessem de facto atacado quem atacou primeiro, tivessem de facto atacado quem era mais fraco e mais facilmente derrotável, se não tivessem, arbitrariamente, porque lhes deu na telha, atacado a Alemanha Nazi.

16 de fevereiro de 2006 às 12:00:00 WET  
Blogger Caturo said...

Enquanto estiverem a falar sobre os pretos, está tudo bem - mas quando começam a trabalhar em conjunto em coisas mais sérias, é que vêm os problemas todos.

Mas isso a que chamas «falar sobre os pretos» é o mais importante: o combate à imigração e à mistura racial em prol da identidade nacional é o cimento que nos une e é isso que mais interessa.

Tudo o resto é, de momento, secundário.

16 de fevereiro de 2006 às 12:01:00 WET  
Blogger Caturo said...

"a arbitrariedade dos aliados mostra que havia uma vontade de destruir a Alemanha NS por motivos ideológicos anti-nacionalistas "

E aqui é que se vê o nacionalismo de treta que vocês defendem. Então, falam que as Nações não devem ser subjugadas por ninguém,

Tu bem querias que nós afirmássemos o contrário, para poderes dizer isso. Por isso, eu é que digo: é aqui que se vê o discurso anti-nacionalista da treta que tu e quejandos adoptam. Baseiam-se numa cassete anti-nazi que não tem aplicação na actualidade. Não viste ninguém a defender a ocupação de outras terras. Não me recordo, de momento, se os Alemães faziam alguma reivindicação territorial sobre alguma parte da Polónia; mas, em não havendo nenhuma questão desse tipo, o que fizeram foi evidentemente um erro ideológico e político-militar.


E agora, defendem a Alemanha nazi,

Não - atacamos é o anti-nazismo primário e apresentamos uma visão diferente sobre o que estaria por trás da guerra contra a Alemanha.


Depois falam na irmandade que existe entre as várias Nações indo-europeias. Nesta perspectiva, não seriam necessárias quaisquer alianças: se um país anda a violar a soberania de outro país, é de obrigação das Nações mais fortes (como o caso da Inglaterra) de ajudar os mais fracos.

Correcto - de todos os mais fracos, contra todos os mais fortes. Agora, quando é só contra uns e não contra outros, suspeita-se que as intenções do suposto defensor são sobretudo interesseiras e pouco «solidárias».


E finalmente, para acrescentar mais uma na lista de inconsistencias,

Se tiveres uma réstea de dignidade nessa coisa a que chamas a tua pessoa, ou se ao menos quiseres fingir, por um momento, que a tens, trata de apresentar essa lista de «inconsistências»...
É que depois de se mostrar que as inconsistências são todas tuas, e que o nosso ideário é perfeitamente coerente, não tendo tu capacidade para demonstrar o contrário, continuas a repetir a mesma bravata de criança impotente e raivosa que quando joga e perde diz à mesma que ganhou...;)



vocês já disseram que o regime nazi era brutal, não havia liberdade de expressão e era uma ditadura. E agora, estão a protestar o travão que foi posto?

Também o regime soviético era brutal e ditatorial. No entanto, ninguém lhes pôs travão... nem quando invadiram a Hungria e a terra dos Checos... porque seria?


A verdade sempre aparece, a marota.

Para tua grande infelicidade...


A URSS era demasiado forte para que os aliados pudessem atacar duas frentes

Mas podiam ao menos tê-la condenado publicamente. Podiam, depois de bater a Alemanha, avançar contra a União Soviética. Ou, pelo menos, colocar tropas em todo o leste europeu. Nunca o fizeram. Já te tinha sido dito isto, pelo camarada do norte. Não respondeste.
Vamos ver se o fazes agora...


Por outro, a estratégia nazi (que foi eventualmente executada) era de avançar para a europa ocidental - e portanto os aliados focaram-se apenas no eixo.

Os Alemães só avançaram para o ocidente depois de a França e a Inglaterra lhes declararem guerra.

16 de fevereiro de 2006 às 12:18:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Mas isso a que chamas «falar sobre os pretos» é o mais importante: o combate à imigração e à mistura racial em prol da identidade nacional é o cimento que nos une e é isso que mais interessa."

É insuficiente para quem tenha aspirações de tomar conta do País.

""Tu bem querias que nós afirmássemos o contrário...
o que fizeram foi evidentemente um erro ideológico e político-militar."


Não preciso que tu afirmes o contrário. O regime nazi violou a soberania de várias Nações, mesmo antes da declaração de guerra. E agora, pergunta-se porque é há tantos 88's e simpatizantes do regime nazi no vosso movimento? A inconsistência está lá, mesmo que a negues.

E ainda não percebi, e quero apenas um SIM ou NÃO. Se a USSR não estivesse em cena, os aliados fizeram bem ou não de ter destruido o regime nazi?

"Não - atacamos é o anti-nazismo primário"

O que é um ataque anti-nazi primário? Que foi um País agressor? Que cometeu um erro ideológico- político-militar? Que foi um regime brutal, totalitário?

"Mas podiam ao menos tê-la condenado publicamente."

Fizeram uma resolução contra a USSR, e foi expulsa da liga das nações.

"Podiam, depois de bater a Alemanha, avançar contra a União Soviética."

Depois de 60 milhões de mortos, a Europa estava demasiado fraca para fazer frente a USSR.

Aliás, duvido que os aliados tivessem ganho se Hitler tivesse conseguido manter a aliança com Estaline, que estragou com a invasão da USSR. De qualquer forma, se os aliados não tivessem feito nada - hoje haveria muitos paises debaixo dos nazis e que teriam perdido a sua soberania. Na altura achou-se que entre o nazismo e o comunismo, este último foi um mal menor. 60 anos depois, parece-me que foi uma jogada acertada vendo que os dois grandes males do século passado não existem na Europa: comunismo e o nazioracismo.

16 de fevereiro de 2006 às 19:31:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Os Alemães só avançaram para o ocidente depois de a França e a Inglaterra lhes declararem guerra."

Há quem diga que a Alemanha tenha invadido a Polónia para que os aliados declarassem guerra, de forma a ter um pretexto para avançar no ocidente. Felizmente, foi bem castigada.

16 de fevereiro de 2006 às 19:35:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

É insuficiente para quem tenha aspirações de tomar conta do País.

Dizes tu.

Não preciso que tu afirmes o contrário. O regime nazi violou a soberania de várias Nações, mesmo antes da declaração de guerra. E agora, pergunta-se porque é há tantos 88's e simpatizantes do regime nazi no vosso movimento?

Pergunta-lhes.

A inconsistência está lá, mesmo que a negues.

Resta que digas qual.

E ainda não percebi, e quero apenas um SIM ou NÃO.

Levas a resposta que a gente te quiser dar, e aceitas que é o único remédio que tens. Põe-te no teu lugar.

Se a USSR não estivesse em cena, os aliados fizeram bem ou não de ter destruido o regime nazi?

Fizeram mal em declarar guerra, porque não tinham motivos para isso. Nem mesmo o de estarem a lutar contra a opressão e o terror genocida, porque opressora era a União Soviética, a Polónia de Pilsudski (ditador militar polacio até 1935), a Itália de Mussolini, e - salvaguardadas as distâncias - o Portugal Salazarista, e nunca nenhum destes regimes foi atacado pelos aliados, mau grado a Itália ter anexado a Etiópia, e a URSS ter anexado as Repúblicas Bálticas e parte da Finlândia.

O que é um ataque anti-nazi primário?

É querer conotar os Nacionalistas actuais com as práticas do regime nazi. Era o mesmo que dizer que os democratas actuais propugnam a sodomia e a pedofilia só porque os antigos democratas da Grécia Clássica o faziam.

Fizeram uma resolução contra a USSR, e foi expulsa da liga das nações.

Sim, sim. O pobre Estaline deve ter chorado lágrimas de sangue por ter sido expulso da SDN. Já agora, não está claro: a URSS era ou não aliada dos Franceses e Ingleses?

Depois de 60 milhões de mortos, a Europa estava demasiado fraca para fazer frente a USSR.

E os americanos? Eos chineses?

Aliás, duvido que os aliados tivessem ganho se Hitler tivesse conseguido manter a aliança com Estaline, que estragou com a invasão da USSR.

Não era aliança, era pacto de não-agressão.

De qualquer forma, se os aliados não tivessem feito nada - hoje haveria muitos paises debaixo dos nazis e que teriam perdido a sua soberania. Na altura achou-se que entre o nazismo e o comunismo, este último foi um mal menor.

Resta saber porque motivo o Comunismo mereceu o envio de tropas inglesas para combater o Exército Vermelho se era "um mal menor".

60 anos depois, parece-me que foi uma jogada acertada vendo que os dois grandes males do século passado não existem na Europa: comunismo e o nazioracismo.

Pois não: mas o Comunismo continua a matar no resto do Mundo. Que diabo, então o Mundo que está fora da Europa não te preocupa? E, de resto, não me parece que haja grande preocupação entre os teus acerca do Comunismo. Ainda há pouco tempo um eurodeputado - sueco, creio - notou que o Comunismo nunca foi condenado publicamente.

Há quem diga que a Alemanha tenha invadido a Polónia para que os aliados declarassem guerra, de forma a ter um pretexto para avançar no ocidente.

Quem o diz? E como explicas que no programa que constitui o Mein Kampf Hitler proponha exactamente o contrário?

16 de fevereiro de 2006 às 20:19:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Em vez de perderes o teu tempo a responder os meus posts ao Caturo (embora agradeça teres-me dado mais amunição), agradecia que resolvessemos as duas questões pendentes relativas a África do Sul e a inexistência de uma aliança entre a Polónia e a Inglaterra antes da invasão nazi.

Tens duas opções: ou providencias-me dados que eu possa verificar na net (é de lembrar que eu não protestei quando disseste que não aceitavas a wikipedia como fonte - e perdi o meu tempo a procurar mais fontes) - ou então admites que tenho razão. É simples, e continuamos com o debate. É que se és batoteiro, não te respeito e não vou perder mais tempo contigo.

17 de fevereiro de 2006 às 10:05:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Obviamente não exijo que me proves tudo, até porque muito de que acreditamos são princípios. Mas é de lembrar que nestes dois pontos, tu implicitamente chamaste-me ignorante por defender o contrário, mas és incapaz de apresentar provas que sejam facilmente verificáveis na net, ao contrário de mim.

E sou mesmo capaz de ir a livrária um dia destes e dar uma vista de olhos - portanto agredecia-te que me dissesses qual é o capítulo do livro em que explicitamente diz que não havia uma aliança entre a Polónia e a Inglaterra.

17 de fevereiro de 2006 às 10:22:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

agradecia que resolvessemos as duas questões pendentes relativas a África do Sul e a inexistência de uma aliança entre a Polónia e a Inglaterra antes da invasão nazi.

A questão da Polónia, está resolvida - lê o livro. A da África do Sul, é marginal e não me vou dar ao trabalho de te responder.

Tens duas opções: ou providencias-me dados que eu possa verificar na net (é de lembrar que eu não protestei quando disseste que não aceitavas a wikipedia como fonte - e perdi o meu tempo a procurar mais fontes) - ou então admites que tenho razão. É simples, e continuamos com o debate. É que se és batoteiro, não te respeito e não vou perder mais tempo contigo.

Olha, olha, já a formiguinha tem catarro! «Não te respeito», diz ele, enfunado,a fazer que é homem! Não queres ler o livro, ou se tens medo que te fique a doer a cornadura depois de o fazeres, ou se temes que ele desminta aquilo que dizes quem está mal és tu. Mais tens é que confirmar.

Mas é de lembrar que nestes dois pontos, tu implicitamente chamaste-me ignorante por defender o contrário, mas és incapaz de apresentar provas que sejam facilmente verificáveis na net, ao contrário de mim.

Não te chamei implicitamente. Chamei-to explicitamente - és estúpido, e mais estúpido ainda quando, depois de te ter sido dito que a URSS também atacou a Polónia e era mais fraca do que a Alemanha Nazi, não se viu atacada, ao contrário daquela, continuares a bater na tecla do "a URSS era demasiado forte".

E sou mesmo capaz de ir a livrária um dia destes e dar uma vista de olhos

Então, quando o tiveres feito, a gente prossegue.

portanto agredecia-te que me dissesses qual é o capítulo do livro em que explicitamente diz que não havia uma aliança entre a Polónia e a Inglaterra.

Imagina que eu li o livro uma vez na vida, e não o tenho em casa. Imagina que alguém mo emprestou, e que eu já não tenho o contacto dessa pessoa - não posso verificar. Por isso, mais tens é que ir á bibliotecazinha aí da tua rua ou a uma livraria, e consultar: epois disso, a gente volta a conversar.

17 de fevereiro de 2006 às 17:32:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"depois de te ter sido dito que a URSS também atacou a Polónia e era mais fraca do que a Alemanha Nazi,"

E dizes que a USSR era mais fraca que a alemanha nazi baseado em que? (outro livro que te emprestaram :)? Ora, em 1941, como é que terminou o conflito armado entre a fraca USSR e a Alemanha nazi?

"A questão da Polónia, está resolvida - lê o livro."

Não está, ainda mais não tens o livro para poderes verificar que estás errado.

"A da África do Sul, é marginal e não me vou dar ao trabalho de te responder"

Curioso, tinhas dito que havias de providenciar as referências em um ou dois dias. Mas já percebi como é que os nacionalistas operam.

17 de fevereiro de 2006 às 18:23:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

E dizes que a USSR era mais fraca que a alemanha nazi baseado em que?

Na situação economico-militar da URSS.

Ora, em 1941, como é que terminou o conflito armado entre a fraca USSR e a Alemanha nazi?

Ainda não tinha acabado, e, de facto, estava para dar e durar até 1945.

Não está, ainda mais não tens o livro para poderes verificar que estás errado.

Está, com certeza: sei muito bem aquilo que li. Confirma-o.

Curioso, tinhas dito que havias de providenciar as referências em um ou dois dias.

Tu também te recusas a consultar fontes que te são dadas. Porque é que eu não me poso recusar a dar-te informações?

Mas já percebi como é que os nacionalistas operam.

Pena é que não tenhas entendido como é que os Nacionalistas vencem discussões, a fim de as ganhares também.

17 de fevereiro de 2006 às 18:45:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Ainda não tinha acabado, e, de facto, estava para dar e durar até 1945."

Repito: o que aconteceu com o ataque que os nazis fizeram a fraca URSS em 1941.

"Tu também te recusas a consultar fontes que te são dadas. Porque é que eu não me poso recusar a dar-te informações?"

Deste-me uma fonte de 300 páginas - a outra nem sequer consegues dar. E nem tens o livro a tua frente para podermos debater sobre este ponto. Por outro lado, não prometi consultar a tua fonte, enquanto que *tu* afirmaste que havias de me dar a informação relativa a África do Sul. E se não me dás, é porque não podes. Tal como não podes dar uma fonte na net sobre a não-aliança entre a Polónia e a Inglaterra.

"Pena é que não tenhas entendido como é que os Nacionalistas vencem discussões, a fim de as ganhares também. "

Eu entendi qual é a tua via, mas recuso-me fazer batota.

"O que é um ataque anti-nazi primário? É querer conotar os Nacionalistas actuais com as práticas do regime nazi."

Este é um comentário típico da estupidez nacionalista. Equacionas um ataque anti-nazi primário a um ataque anti-nacionalista, e depois afirmas que a base dessa ataque é a associar ambos movimentos. Enfim, escapa-te a ironia.

Mas agora vais deixar-te de tretas. O regime nazi foi um cancro na Europa e foi eliminado. O facto de não conseguires admitir isto e estares aqui a fazer birra porque o outro mal não foi, prova que não consegues disassociar-te do nazismo. Aliás, nunca vi nenhum de vocês a criticar duramente os vossos camaradas 88, a FN e o "amigo" Mário Machado pelas fortes ligações ao nazismo. Não basta ir muito longe e ver a homenagem que vocês fazem ao Rudolf Hess. E uhm... quando é que o forum da FN entrou em funcionamento?

Com vocês, a trela será sempre curta. Não merecem mais do que isso. E aceita isto como um ataque nazi primário.

17 de fevereiro de 2006 às 22:28:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Repito: o que aconteceu com o ataque que os nazis fizeram a fraca URSS em 1941.

Ao que sei, até á Batalha de Estalinegrado, que ocorreu em 1943, a Alemanha levou tudo á frente na URSS.

Deste-me uma fonte de 300 páginas

Achas pouco?

a outra nem sequer consegues dar.

Nem a procuro, não é relevante.

E nem tens o livro a tua frente para podermos debater sobre este ponto.

Mas sei o que está lá escrito.

Por outro lado, não prometi consultar a tua fonte

Mau! Disseste

E sou mesmo capaz de ir a livrária um dia destes e dar uma vista de olhos

Na 6ª Feira! Como é,afinal?

enquanto que *tu* afirmaste que havias de me dar a informação relativa a África do Sul.

E já te disse que enquanto não leres a outra,. não levas esta. É aé por uma quesão filantrópuica - não quero que fiques com dores na mona.

E se não me dás, é porque não podes.

Não: é porque não me apetece.

Tal como não podes dar uma fonte na net sobre a não-aliança entre a Polónia e a Inglaterra.

Nem a procuro: para quê encontrar um artigozito de 5000 caracteres, se te posso dar um livro de 300 páginas?

Eu entendi qual é a tua via, mas recuso-me fazer batota.

Eu bem digo que tu estás subvertido: além de dizeres que a doenças são curas, ainda achas que a honestidade é batota...

Este é um comentário típico da estupidez nacionalista. Equacionas um ataque anti-nazi primário a um ataque anti-nacionalista, e depois afirmas que a base dessa ataque é a associar ambos movimentos. Enfim, escapa-te a ironia.

Não,não. Os antifas como tu é que dizem que nós queremos restaurar um regime que causou morte miséria a milhões, querendo aludir à nossa vontade de reconstruir o nazismo, tal e qual como foi: tu entre eles.

Mas agora vais deixar-te de tretas. O regime nazi foi um cancro na Europa e foi eliminado.

E porquê? Foi um cancro para quem? Porque fez a guerra e o genocídio? - já os condenamos, colhões de vezes, nesta mesma caixa de cometários. Há mais?

O facto de não conseguires admitir isto e estares aqui a fazer birra porque o outro mal não foi, prova que não consegues disassociar-te do nazismo.

Mas eu alguma vez disse que o Nazimso não fez nada de mal? Só te disse que a declaração de guerra foi injustamente feita pela Inglaterra e França, e que nunc anenhum alemão foi reduzido à miséria pelo regime nazi. E provei ambas.

Aliás, nunca vi nenhum de vocês a criticar duramente os vossos camaradas 88, a FN e o "amigo" Mário Machado pelas fortes ligações ao nazismo.

Nem temos nada a condenar: cada um é livre de ter a sua opinião. Já agora, já foste a algum blog comunista queixar-te da falta de condenação ao deputado Bernardino Soares do PCP, por este ter dito que "a Coreia do Norte era tão emocrática como a Inglaterra", ou que "Cuba estava mais próxima do ser humano do que os EUA de Marte?"

Não basta ir muito longe e ver a homenagem que vocês fazem ao Rudolf Hess.

Se os Comunistas podem comemorar os aniversários de Estaline, Che Guevara, Mao, Lenine, Pol Pot, Fidel, porque é que outros não podem comemorar datas relativas a Hess, Hitler, Mussolini, Franco, Torquemada, Nero, Carlos Magno,Hirohito, Shang Kai Shek, Sto Inácio, etc.?

E uhm... quando é que o forum da FN entrou em funcionamento?

Não sei do que estás a falar. Explica-te.

Com vocês, a trela será sempre curta.

Isso é bem revelador do teu espírito democrático.

Não merecem mais do que isso. E aceita isto como um ataque nazi primário.

Não: aceito como o ataque anti-nacionalista primário que é, e de que não passa.

19 de fevereiro de 2006 às 16:21:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Só te disse que a declaração de guerra foi injustamente feita pela Inglaterra e França, e que nunc anenhum alemão foi reduzido à miséria pelo regime nazi. E provei ambas."

Não provaste coisa nenhuma. Tal como foste incapaz de provar que África do Sul estava deserta. A Alemanha violou a soberania de vários paises antes mesmo de ser declarada a guerra, e teve uma estratégia de guerra fatal em que atacou duas frentes. Achou que era mais forte que USSR, e teve a primeira derrota em 1941. Sem dúvida, a II Guerra mundial contribuiu para a miséria do povo europeu, não só o Alemão.

"porque é que outros não podem comemorar datas relativas a Hess, Hitler,"

Podem - mas ao celebrar o regime nazi, ficam associados a este. O forum da FN abriu no dia do nascimento de Hitler.

"Com vocês, a trela será sempre curta.

Isso é bem revelador do teu espírito democrático."


A democracia é o pior sistema político, excepto todos os outros - como dizia Churchill. Hitler entrou no poder através da democracia, e uma vez no poder, acabou com este sistema político. Visto que vocês não conseguem disassociar deste cancro, não vejo razão para arriscarmos a nossa democracia.

]:->

19 de fevereiro de 2006 às 22:11:00 WET  
Blogger Caturo said...

"Mas isso a que chamas «falar sobre os pretos» é o mais importante: o combate à imigração e à mistura racial em prol da identidade nacional é o cimento que nos une e é isso que mais interessa."

É insuficiente para quem tenha aspirações de tomar conta do País.

Mas é o suficiente para te pôr aflito...;)
Mas quem é que diz que é insuficiente? Que sabes tu?
Naturalmente que o nosso programa não se resume a isso. Mas é esse o problema essencial - tudo o resto é acessório, enquanto o fulcro da questão não for resolvido.



""Tu bem querias que nós afirmássemos o contrário...
o que fizeram foi evidentemente um erro ideológico e político-militar."

Não preciso que tu afirmes o contrário. O regime nazi violou a soberania de várias Nações, mesmo antes da declaração de guerra.

Isso já foi reconhecido. E depois, o que é que fazes a partir daí? És vitorioso por nos «obrigares a recuar», quando nunca defendemos essa posição? Tornas-te ridículo, em cima de seres invertebrado.



E agora, pergunta-se porque é há tantos 88's e simpatizantes do regime nazi no vosso movimento?

Porque, mesmo com todos os seus erros, a Alemanha NS fornece a muitos um ideal de preservação racial e étnica como mais nenhuma ideologia do passado recente fez.
De resto, abusos há em todas as revoluções, como foi disso exemplo o terror jacobino da revolução francesa.


A inconsistência está lá,

Lá onde, rapaz? Lá no teu mundo de fantasia, como se tem visto.


E ainda não percebi, e quero apenas um SIM ou NÃO. Se a USSR não estivesse em cena, os aliados fizeram bem ou não de ter destruido o regime nazi?

Para já, ainda não tinhas perguntado esse «sim ou não».
Agora, a resposta é esta: os aliados fizeram bem em defender a Polónia, mas não em destruir o regime ns.
Mas enfim, percebo que tu aches bem tal ingerência na vida política alemã - mas só na alemã, porque, a respeito da invasão do Iraque, soubeste meter nojo ao ponto de dizer que «o Iraque não tem nada a ver connosco, se os Curdos sofrem, paciência».

Ou seja, levas mais uma lição de coerência e honestidade política.



"Não - atacamos é o anti-nazismo primário"

O que é um ataque anti-nazi primário?

É um ataque à ideologia NS com base nalgumas más acções cometidas pelo Estado NS.


"Mas podiam ao menos tê-la condenado publicamente."

Fizeram uma resolução contra a USSR, e foi expulsa da liga das nações.

E porque não fizeram o mesmo relativamente à Alemanha NS?


"Podiam, depois de bater a Alemanha, avançar contra a União Soviética."

Depois de 60 milhões de mortos, a Europa estava demasiado fraca para fazer frente a USSR.

Outra vez a parvoíce já inteiramente desarmada pelo camarada do norte.
Acresce que os E.U.A. dispunham de um poder militar colossal, enquanto a União Soviética, essa sim, estava de rastos. Os Americanos podiam ter aproveitado para entrar pela terra dos Russos adentro, ou para os obrigar a recuar. As duas explosões atómicas de 1945 serviram para mostrar aos Soviéticos qual era a grande potência do momento. E, se lhes fosse ordenado que recuassem de imediato da Polónia para fora ou então ia haver bordoada, os esbirros de Moscovo teriam sido prudentes. Por alguma razão o general Patton queria aproveitar a deixa para investir contra as forças militares do comunismo. Mas não o ouviram.

20 de fevereiro de 2006 às 15:49:00 WET  
Blogger Caturo said...

Este é um comentário típico da estupidez nacionalista. Equacionas um ataque anti-nazi primário a um ataque anti-nacionalista,

Não, a estupidez é toda tua, porque fazes a festa, deitas os foguetes e no fim apanhas com as canas deles todos (dos foguetes) pelo chavelhame abaixo. És tu quem, por falta de argumentos contra os nacionalistas, recorres à táctica medíocre, própria dos impotentes da tua laia, de ir bater no regime nazi como forma de nos atacar. Mas, infelizmente para ti, já há muito nos demarcámos dos erros do NS - e nem sequer nos afirmamos ns, coisa que até podíamos fazer, se nos apetecesse.

Quanto à URSS, conseguiu defender-se da Alemanha... depois de as forças alemãs chegarem a quarenta quilómetros de Moscovo, ou seja, de levarem à frente todo o exército vermelho por uma distância de milhares de quilómetros.

E, entretanto, estás miseravelmente calado a respeito da invasão da Finlândia pela União Soviética em 1935.

Enfim, é a indigência anti-fa do costume.

20 de fevereiro de 2006 às 16:01:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Não provaste coisa nenhuma.

Provei, pois: dei-te uma fonte historiográfica ccredível que tu só não lês porque não queres.

A Alemanha violou a soberania de vários paises antes mesmo de ser declarada a guerra

Tal como a URSS (isto já para não falar da Turquia, da Itália, etc.)

e teve uma estratégia de guerra fatal em que atacou duas frentes.

Errado: atacou numa só frente, e foi obrigada, pela declaração de guerra dos aliados, a atacar em duas frentes. Não foi uma estratégia militarpredefinida.

Achou que era mais forte que USSR, e teve a primeira derrota em 1941.

Refere-a.

Sem dúvida, a II Guerra mundial contribuiu para a miséria do povo europeu, não só o Alemão.

Ah, mas dizer que a II GM contribuiu para a miséria do povo alemão é muito longitudinalmente diferente de dizer que o regime NS contribuiu para a miséria do povo alemão. Começas a dizer coisa com coisa...

Podem - mas ao celebrar o regime nazi, ficam associados a este. O forum da FN abriu no dia do nascimento de Hitler.

E depois? Os comunistas que celebram o nascimento de Mao, Estaline, Trotsky, Lenine, Pol Pot, os cristãos que celebram o dia de Sto. Inácio ou que porventura festejem datas alusivas a Carlos Magno ou Torquemada ficam ligados respectivamente ao Terror Comunista e à Inquisição. E depois? Não podem?
Quanto à história do aniversário de Hitler,ficas a saber que o 25 de Abril foi feito no dia do aniversário do meu avô, que foi Coronel da Legião Portuguesa. Por conseguinte, o regime vigente em Portugal é dum anti-comunismo atroz, reaccionário, opressor e salazarento, bem ao estilo da LP...

A democracia é o pior sistema político, excepto todos os outros - como dizia Churchill. Hitler entrou no poder através da democracia, e uma vez no poder, acabou com este sistema político. Visto que vocês não conseguem disassociar deste cancro, não vejo razão para arriscarmos a nossa democracia.

Por acaso, já viste aqui a declaração de guerra à Polónia ser condenada por várias vezes. Mas nunca viste um único comunista a condenar os regimes da URSS, da China, de Cuba, Albânia, Camboja, Vietname, RDA, etc, que além de terem tomado o poder à força, foram responsáveis por muito mais mortandade do que a Alemanha Nazi (sobretudo dadas as novas contas que o embaixador do Irão fez sobre Auschwitz e Dachau): e eu pergunto - quantas vezes foste a blogues comunistas criticar o que por lá se diz?
De resto, quando passas a vida a chamar inconsistentes aos outros, agora foste bem triste: então nós que somos fracos, incongruentes, sem carisma, sem força, sem capacidade para ir a lado nenhum, temos de ter pouca trela para não chegarmos ao poder pela via democrática? Então nós que não temos o apoio popular, que seríamos vaiados e escarnecidos assim pudessemos falar, somos de alguma forma uma ameaça, podemos de algum modo chegar ao poder e constituir uma ameaça á Democracia? Oh jovem confuso, raciocina lá um bocadinho, respira fundo, conta até 10, e a seguir responde lá: então nós somos uma ameaça ou uma risada? Não está claro, nem consistente...

20 de fevereiro de 2006 às 18:57:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Provei, pois: dei-te uma fonte historiográfica ccredível que tu só não lês porque não queres."

O autor que referiste é credível, mas não tens a fonte a tua mão, nem és capaz de defender a tua posição caso descubra que estás errado. Quando tiver a oportunidade de ir a livraria, vou procurar o livro. E caso não esteja disponível (visto que foi publicado em 1991), vou verificar nos livros mais recentes do autor.

Por agora contento-me que não tens razão. Este documento aqui
cita Kershaw na página 158, dizendo que a França tinha um tratado com a Polónia desde 1921. E na página seguinte, fala no tratado que a Inglaterra assinou com a Polónia de acordo com a cronologia de eventos que te apresentei.

21 de fevereiro de 2006 às 18:09:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Achou que era mais forte que USSR, e teve a primeira derrota em 1941.

Refere-a."


Unternehmen Barbarossa, que culminou em Dezembro de 1941. Estás mesmo a precisar de pedir de volta o livro de Ian Kershaw. :)

"E depois? Os comunistas que celebram o nascimento de Mao, Estaline, Trotsky, Lenine, Pol Pot, "

Nos dias que correm, qualquer pessoa que celebre Mao, Estaline ou Pol Pot - os vários monstros do século passado, ou são ignorantes ou autênticos monstros. Como vocês têm a noção das atrocidades do regime nazi, vocês não têm qualquer perdão - e a punição é serem ignorados, gozados ou quando se portam mal... a prisão.

"Quanto à história do aniversário de Hitler,ficas a saber que o 25 de Abril foi feito no dia do aniversário do meu avô, que foi Coronel da Legião Portuguesa. Por conseguinte, o regime vigente em Portugal é dum anti-comunismo atroz, reaccionário, opressor e salazarento, bem ao estilo da LP..."


Excepto que o forum nacional foi aberto para coincidir com a data de nascimento de Hitler. Enquanto que duvido que o 25 de Abril tivesse sido efectuado para celebrar o teu Avô. No entanto, a coincidência não deixa de ter um sabor de ironia, que de certeza não aprecias.

21 de fevereiro de 2006 às 18:21:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"De resto, quando passas a vida a chamar inconsistentes aos outros, agora foste bem triste: então nós que somos fracos, incongruentes, sem carisma, sem força, sem capacidade para ir a lado nenhum, temos de ter pouca trela para não chegarmos ao poder pela via democrática? Então nós que não temos o apoio popular, que seríamos vaiados e escarnecidos assim pudessemos falar, somos de alguma forma uma ameaça, podemos de algum modo chegar ao poder e constituir uma ameaça á Democracia? Oh jovem confuso, raciocina lá um bocadinho, respira fundo, conta até 10, e a seguir responde lá: então nós somos uma ameaça ou uma risada? Não está claro, nem consistente..."

Vocês são uma risada: fracos, incongruentes, sem carisma e sem força. Mas qualquer fundamentalismo representa uma ameaça mesmo que pequena, e a democracia não garante que fundamentalistas vestindo a pele de democratas possam ser vaiados pelo povo. Hitler não era democrata, mas entrou por essa via.

21 de fevereiro de 2006 às 18:33:00 WET  
Blogger Caturo said...

Vocês são uma risada: fracos, incongruentes,

A verdadeira risada, mas de humor negro, é a vossa triste figura, que passam a vida a clamar que somos incongruentes, mas, quando se atrevem a vir falar connosco, são argumentativamente esmagados em toda a linha, perdendo os pontos todos, uns a seguir aos outros.

É aliás esse um dos motivos que vos leva a proibir a nossa liberdade de expressão: é porque não querem que o Povo perceba que as vossas tretas não são sagradas e que tudo o que vocês tentam impor como verdade histórica e como moral acaba por ser devidamente rebatido.

Por isso, contentam-se em, por um lado proibir a livre expressão dos ideais raciais, e, por outro, a virem aqui ver se conseguem demover os nacionalistas que por aqui andam ao mesmo tempo que tentam fabricar um discurso que nos possa bater. Mas, como falham redondamente, cresce-vos o ódio e o receio de que continuemos a crescer.


Mas qualquer fundamentalismo representa uma ameaça mesmo que pequena, e a democracia não garante que fundamentalistas vestindo a pele de democratas possam ser vaiados pelo povo.

Ou seja, traduzido do internacionalês, não há a garantia de que o Povo continue a pensar como vocês querem que o Povo pense e, por isso, a bem do Povo (claro, sempre...;)), resolvem tirar ao Povo a possibilidade de escolher por si próprio. Chama-se cobardia, incompetência intelectual, falta de ética e descaramento totalitário disfarçado de democrata.

E, assim, todas as vossas atoardas em nome da Liberdade e da Democracia não passam de propaganda barata, demagógica e destinada a manter a vossa máscara de democratas.

Não têm portanto, de acordo com a lógica, qualquer legitimidade para contestarem um golpe de Estado.

21 de fevereiro de 2006 às 18:55:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Unternehmen Barbarossa, que culminou em Dezembro de 1941.

Unternehmen Barbarossa é o nome de uma estratégia militar, que foi abandonada e redefinida em 1941. Não é o nome de uma batalha, é o nome de uma estratégia que foi alterada. Para te facilitar o entendimento, os EUA quando entraram no Iraque chamavam á Operação "Liberdade Duradoura"; a estratégia mudou, o nome também. Iso não constitui, como tu disseste, uma primeira derrota em 1941., foi apenas uma mudança de planos dado que as condições iniciais se não verificaram.

Excepto que o forum nacional foi aberto para coincidir com a data de nascimento de Hitler.

Estás a especular. Isso foi dito nalgum lado?

Enquanto que duvido que o 25 de Abril tivesse sido efectuado para celebrar o teu Avô.

Sabes lá? Se podes especular sobre uma coisa, também posso fazê-lo sobre outra.

No entanto, a coincidência não deixa de ter um sabor de ironia, que de certeza não aprecias

Enganas-te: antes o regime caceteiro do pós-25 de Abril, que o regime seminarento e salazarento minho-timorista de antes.
Quanto ao resto, o Caturo já te respondeu magistralmente.

21 de fevereiro de 2006 às 21:27:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

O autor que referiste é credível, mas não tens a fonte a tua mão, nem és capaz de defender a tua posição caso descubra que estás errado.

Não poderás descobri-lo, porque eu sei o que está escrito no livro, e sei que não estou errado.


Quando tiver a oportunidade de ir a livraria, vou procurar o livro.

E nessa altura falaremos.

E caso não esteja disponível (visto que foi publicado em 1991), vou verificar nos livros mais recentes do autor.

Como queiras.

21 de fevereiro de 2006 às 21:29:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Quanto ao link que me deste, não sei onde raios está escrito que foi Kershaw quem o escreveu. Não eoncontro nada que remeta para ele: de resto, na obra que te citei não há nenhum capítulo chamado "a credibilidade do poder": há apenas "O Poder da Ideia", "A Conquista do Poder" (subcapítulos "As Massas", "As Elites" e "O Movimento"), "Repressão e Poder" ("Pulverizando a Oposição" e "A Subjugação da Legalidade do Estado ao Führer"), "A Expansão do Poder", ("O Desgaste do Governo Colectivo", "A Utilização da Oportunidade"), "O Poder Absoluto" ("A Desintegração do Estado". "A Ideia torna-se realidade"), "A Arrogância do Poder", "Hitler: Poder e Destruição", "Tendências na Moderna Investigação Sobre Hitler", e "Apêndices". Já agora, no documento que leste viste que a Inglaterra e a França nada ligaram às primeiras violações de soberanias nacionais, tendo na Cimeira de Munique reconhecido á Alemanha a soberania sobre os Sudetos e a Áustria (mais um golpe na tua ideia de que "mais não seja, a Alemanha tinha violado muita soberania nacional" - pois tinha, e com a ratificação aliada). De resto, na pág. 158, está dito explicitamente : "na sua determinação em atacar a Polónia, Hitler tinha estado convencido de que as democracias Ocidentais não declarariam guerra por causa de Danzig e do Corredor [territórios que a Alemanha já tinha ocupado antes, e que a SDN tinha reconhecido como seus]. Em 3 de Setembro de 1939, esta aposta revelou ter sido um erro de cálculo, muito embora as potências ocidentais não tivessem qualquer covnénio militar com a Polónia".

NOTA: deves-me 25 Euros, foi quanto eu gastei para não teres de ficar com dores de mona de tanto ler.

21 de fevereiro de 2006 às 22:07:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

NOTA 2: Danzig, como é óbvio, ficava na Polónia. Não o especifiquei antes, fica agora.

21 de fevereiro de 2006 às 22:10:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Não têm portanto, de acordo com a lógica, qualquer legitimidade para contestarem um golpe de Estado. "

Pois não. O que é que vos impede de fazer o golpe de Estado?

22 de fevereiro de 2006 às 10:47:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Quanto ao link que me deste, não sei onde raios está escrito que foi Kershaw quem o escreveu. Não eoncontro nada que remeta para ele"

Duvido que tenhas lido então. O autor não é Kershaw, mas o parágrafo que fala no convenio militar entre a França e a Polónia referencia o livro de Kershaw.

O parágrafo é este:

"The British and French were outraged by Germany’s actions. Britain reacted
by pledging to defend Poland if it became Hitler’s next target; France
was already bound by a 1921 treaty to come to Poland’s aid in the event of a
German attack."
E isto foi escrito na página 178 do livro de Ian Kershaw no seu livro "HItler 1936-45". Vai agora a livraria ver se não está lá.

Mais a frente: "On the eve of the attack, two events shook Hitler’s determination. First, Britain
and Poland signed a mutual defense treaty, formalizing the promises that
Britain had made in the spring to protect Poland."

22 de fevereiro de 2006 às 10:52:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Hitler tinha estado convencido de que as democracias Ocidentais não declarariam guerra por causa de Danzig e do Corredor [territórios que a Alemanha já tinha ocupado antes, e que a SDN tinha reconhecido como seus]."

Revisionismo puro. Danzig era protegida pela SDN, dando privilégios aos polácos. Os Nazis ganharam democraticamente em 1933, mas não tiveram os votos para mudar a constituição de danzig. E foi apenas anexada a Alemanha *depois* da invasão da Polónia.

22 de fevereiro de 2006 às 10:57:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Unternehmen Barbarossa é o nome de uma estratégia militar, que foi abandonada e redefinida em 1941. Não é o nome de uma batalha"

Revisionismo puro. É o nome de uma operação (faz um search de "Barbarossa" e vê se aparece como estratégia ou operação) efectuada em 22 Junho de 1941 que teve como base a invasão da união soviética por parte dos nazis. Embora tivessem ganho inicialmente terreno (como a conquista de Moscovo), foi um estrondoso falhanço pois subestimaram os sovieticos - tendo aqui contado com a sua primeira derrota.

Estou a ver que não andas a ler os livros de Kershaw.

22 de fevereiro de 2006 às 11:07:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Estás a especular. Isso foi dito nalgum lado?

Pergunta ao "amigo" Mário Machado.

"Povo a possibilidade de escolher por si próprio. Chama-se cobardia, incompetência intelectual, falta de ética e descaramento totalitário disfarçado de democrata."

Vocês é que têm a mania de serem democratas, mas depois andam de mão dada com os 88s. Já vão com sorte de que a gente faz de conta que o PNR é um partido sério - mas a gente está de olho em vocês.

22 de fevereiro de 2006 às 11:26:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Pergunta-se ao caturo e a "camarada do Norte": o nazismo foi uma força de mal ou não na Europa do século passado.

22 de fevereiro de 2006 às 17:26:00 WET  
Blogger Caturo said...

"Povo a possibilidade de escolher por si próprio. Chama-se cobardia, incompetência intelectual, falta de ética e descaramento totalitário disfarçado de democrata."

Vocês é que têm a mania de serem democratas,

Não, vocês é que passam a vida a dizer que são democratas, mas constroem e apoiam um regime flagrantemente totalitário. Parece que estão mesmo a pedir um golpe de Estado.


mas depois andam de mão dada com os 88s

Já se viu que vocês não têm moral para criticar nenhuma ditadura.



Já vão com sorte de que a gente faz de conta que o PNR é um partido sério

Fazem de conta porque querem fingir que são democratas. O PNR furou-vos o bloqueio cobarde e vocês espumam de raiva e frustração por causa disso. E, consequentemente,
mas a gente está de olho em vocês.
ou seja, vocês estão à coca para ver se conseguem usar seja o que for para ilegalizarem o PNR, a bem do «respeito pela Constituição» (Constituição feita por vocês, claro, o nojo do vosso descaramento vai a esse ponto).

E, noutras alturas, borrifam-se para a tal Constituição...

22 de fevereiro de 2006 às 18:20:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Parece que estão mesmo a pedir um golpe de Estado."

A gente pede mesmo, e pergunta o que vos impede de fazer um golpe de estado? É que ao ameaçar até parece que têm alguma chance.

É que neste momento, pareces uma criança que faz birra e que ameaça meter a mão no fogão se não tem o que quer.

E talvez ao fazer um golpe de estado, possam ver a insignificancia do vosso movimento e de ver quanta gente vos apoia.

22 de fevereiro de 2006 às 20:31:00 WET  

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