quinta-feira, fevereiro 03, 2005

A VERDADE VEM AO DE CIMA - JUSTIÇA PARA TODOS

Um grupo de eurodeputados de direita de países do Leste defende que deve ser proibida a utilização na União Europeia de símbolos comunistas, além da simbologia Nazi.
O ex-presidente da Lituânia considera vergonhoso que partidos europeus se possam identificar com símbolos associados ao Estalinismo, sendo que a proposta dos eurodeputados do antigo bloco de Leste já foi formalizada numa carta enviada à Comissão Europeia, adianta a Renascença.
Por parte de Portugal, José Ribeiro e Castro, do Partido Popular, apoia a proposta sustentando que «a simbologia comunista é tão terrível quanto a dos símbolos nazis, é um facto que não pode ser apagado, nomeadamente pelos testemunhos que são contínuos dos povos que sofreram essa opressão».
Os comunistas portugueses no Parlamento Europeu já mostraram a sua indignação, dizendo que «no mínimo, o que podemos dizer é que é insultuoso. No fundo procura branquear o contributo que os comunistas deram na luta contra o fascismo e o nazismo».


Grande tiro. Finalmente, as vozes de quem sofreu com o comunismo começam a fazer-se ouvir.

Já não só os lamentos das alegadas vítimas do Nazismo que causam indignação...

12 Comments:

Blogger Luis Gaspar said...

Mas que me interessa a mim o moderno judaísmo? Se lhe estou a dizer que só me interessa enquanto foi o povo eleito por Deus. É algo explicável racionalemente, sim. A humanidade decaída não se podia salvar a si mesma, nem sequer pela fé; era preciso uma aliança com um povo, que pela sua caminhada inspirasse o mundo. É um plano glorioso e místico de salvação da humanidade, a quem foi dada mais que um receituário, foi dado um povo inteiro, e depois um Homem.

Quanto aos alemães, não me importa nada que eles digam ou tenham dito que são uma raça superior; parvoíces podemos dizer todos. O problema é as acções que saem daí; eu acredito que os judeus eram o povo eleito até à vinda de Cristo. Essa propriedade não vinha de um capricho matador e ingnorante como em Hitler, veio de Deus como lei. Escrita.

"A verdade pode ser vista de vários pontos de vista"

Mas é una. Logo se "só há um Deus" é verdade, "há mais que um Deus" não pode ser.

"A verdade a respeito da economia nada tem a ver com a verdade de saber que a capital de Portugal é Lisboa."

Duvido que em ambos os sectores se possa falar de verdade, mas de coerência linguística e conceptual; Verdade é a divina, e essa podemos apenas aceder em parte através da Razão, sempre de forma limitada.

"Se Deus só pode ser um porque a verdade «é só uma», então também só poderia haver um ser humano, porque «a verdade é só uma»."

Eu estava a falar em específico da incoerência de achar que podem existir vários deuses, ou sistemas religiosos, como verdades, se são conflituantes entre si.

"Há-de você explicar porque raio é que os Judeus é que foram os únicos, de entre os povos antigos, a terem acesso ao contacto com a Divindade."

Pergunte a Deus. Ele é que decidiu assim. Já agora: porque é que baco era o deus do vinho, ou vénus a deusa da sensualidade? E já agora, porque não um deus do chinquilho e outro das pevides com pouco sal?

"Não. O espaço mais democrático do planeta, é a Europa livre, herdeira do legado greco-romano"

Que só subsistiu pelas mãos dos escoláticos Cristãos!! Aristóteles e Platão só sobreviveram porque S. Tomás de Aquino e Santo Agostinho se lembraram deles. A ideia distorcida de democracia grega, que incluia a ideia de superioridade e escravatura, foi, e muito, aperfeiçoada pela Europa Cristã. Sem esta última, não havia a democracia burguesa que você hoje conhece. Duvida? Quanto muito teria, de novo, os revolucionários franceses, ateus, pagãos, o que quer que seja.

"Não. Eram cristãos porque, nesse tempo, só o Cristianismo era permitido."

Belo argumento. Não passa de uma tautologia. Se não fossem realmente Cristãos saberia deles que foram "bons novos-Cristãos" (judeus). Não sabia explicitamente que eram Cristãos.

"Os Judeus deixaram de ser escravos, mas isso não lhes deu qualquer superioridade moral,"

Claro que não. Mas eles libertaram-se da escravatura e ainda andavam os gregos a defendê-la.

"É uma interpretação ateia. Por essa ordem de ideias, também se pode dizer que o clero judaico inventou o monoteísmo para dominar o seu povo e dar-lhe um sentido de unidade"

Isso é uma tese profundamente rebuscada, que não se compara ao facto evidente que, para conquistar outros povos, os imperadores romanos tiveram de abrir "a verdade" e a prateleira dos seus ídolos para caberem mais outros.

4 de fevereiro de 2005 às 00:10:00 WET  
Blogger vs said...

Em relação ao post, aproveito para manifestar a minha satisfação.
Ou 'comem' todos, ou não 'come' nenhum.
Sempre me pareceu absurda a duplicidade de critérios neste assunto, sobretudo se tivermos em conta que na URSS o sistema concentracionário de perseguição política vitimou cerca de 30 milhões de pessoas.

Em relação a um assunto comentado anteriormente, digo-lhe o seguinte:
-O marxismo não quer a 'união das classes'.
O marxsimo quer a união dos proletários (e só destes, + os camponeses) de todo o mundo, sublevando-se para derrubar o capitalismo e a burguesia reaccionária.
O marxismo baseia-se na noção de luta de classes, sendo que o proletariado e o campesinato deverão tomar o poder, derrubando assim a burguesia, dando início à revolução e à transformação das estruturas socias.
Mas o marxismo não é, em si mesmo, inimigo das nações.
Não quer própriamemte ou explicitamente o fim das nações.
Quer é que as nações façam todas a Revolução, pois as classes existem em todas as nações (partindo do princípio de que são industrializadas).
O problema é que o marxismo, que critica a tendência do capitalismo para o Imperialismo, cai exactamente na mesma 'ratoeira' ideológica.
Em suma, o marxismo, como ideologia economicista-materialista-revolucionária-ateia, não valoriza particularmente o factor 'nação',mas também não se lhe opõe de forma firme, explícita ou inequívoca.
O marxismo é também anti-religioso até à 'apoplexia'.

Exemplo: Stalin não hesitou um segundo sequer, aquando da invasão alemã da URSS, em explorar e apelar aos mais desvairados (chauvinistas até) sentimentos ultr-nacionalistas dos povos da URSS e dos russos, ucranianos e georgianos em particular.
No entanto, a propaganda comunista (desta feita desabridamente nacionalista, pois convinha) foi tão eficaz (como sempre) junto de todas as NACIONALIDADES dentro da Federação Russa e da URSS que muitos os primeiros soldados do Exército Vermelho a chegar a Berlim em finais de Abril de 1945 eram 'amarelos', vindos dos confins asiáticos do vasto império russo-soviético.

saudações cordiais
Nelson Buiça

4 de fevereiro de 2005 às 01:38:00 WET  
Blogger vs said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

4 de fevereiro de 2005 às 01:38:00 WET  
Blogger Caturo said...

«Mas que me interessa a mim o moderno judaísmo?»

Eu não falei no moderno Judaísmo a propósito do seu crucificado.


«Se lhe estou a dizer que só me interessa enquanto foi o povo eleito por Deus.»

E eu estou a dizer-lhe que não há razão absolutamente nenhuma para acreditar que um povo semita do deserto é «o eleito». Só os próprios Judeus acreditam numa dessas.


«É algo explicável racionalemente, sim. A humanidade decaída não se podia salvar a si mesma,»

Mas salvar de quê?...


«nem sequer pela fé; era preciso uma aliança com um povo, que pela sua caminhada inspirasse o mundo.»

Não tem o menor sentido. É ridículo demais afirmar que era preciso uma aliança com um só povo. Porque não com todos? Como é que um Deus perfeito é assim tão discriminador dos seus próprios filhos? Que se diria de um pai que resolvesse exaltar um dos seus filhos e humilhar os outros ou fazer deles vítimas de pestes?


«É um plano glorioso e místico de salvação da humanidade, a quem foi dada mais que um receituário, foi dado um povo inteiro,»

Nenhum ocidental com um mínimo de vergonha na cara aceita prestar culto a uma Divindade que desprezou os antepassados dos Ocidentais, só se revelando a um povo oriental.


«Quanto aos alemães, não me importa nada que eles digam ou tenham dito que são uma raça superior; parvoíces podemos dizer todos.»

Ora porque é que quando os Judeus dizem que são «o povo eleito», isso deve ser respeitado e acatado por todos e quando os Alemães fazem reivindicação similar, é parvoíce? Você está de tal modo mergulhado no fanatismo que nem dá conta de como é monstruosamente contraditória e arrogante a sua afirmação.


«problema é as acções que saem daí; eu acredito que os judeus eram o povo eleito até à vinda de Cristo. Essa propriedade não vinha de um capricho matador e ingnorante como em Hitler,»

Pois não - vinha de um capricho que lhes deu «legitimidade moral e religiosa» para cometer um genocídio - a chacina de um povo inteiro por ordem do moralmente perfeito Deus de Israel. Os Judeus foram pois os inventores do genocídio propriamente dito: foram eles que criaram a ideia de que se pode e deve eliminar todo um povo, com o intuito de «apagar a sua memória de sob o céu». Nem Hitler alguma vez escreveu - que se saiba - algo de tão absolutamente dantesco como o Primeiro Livro de Samuel, 15.
Coitados dos «nazis», que ingénuos - queriam justificar a sua superioridade com base na ciência.



"A verdade pode ser vista de vários pontos de vista"

«Mas é una.»

Sobre um aspecto, é una. Mas há vários aspectos da vida.


«Logo se "só há um Deus" é verdade,»

Não, não é. É mentira.


«"há mais que um Deus" não pode ser.»

Por acaso até pode, mas enfim... Há quem diga que o Divino está além da forma. Por isso, pode ser visto como uno ou como múltiplo. Mas deixemos isso...
O que interessa salientar é que se os nossos ancestrais acreditavam os Deuses, não há motivo algum para dar fé ao que dizem os ancestrais dos outros.



"A verdade a respeito da economia nada tem a ver com a verdade de saber que a capital de Portugal é Lisboa."

«Duvido que em ambos os sectores se possa falar de verdade, mas de coerência linguística e conceptual;»

Não. É verdade que Lisboa é mesmo a capital de Portugal. Não se lhe chama «uma coerência linguística e conceptual», mas sim um facto.


"Se Deus só pode ser um porque a verdade «é só uma», então também só poderia haver um ser humano, porque «a verdade é só uma»."

«Eu estava a falar em específico da incoerência de achar que podem existir vários deuses, ou sistemas religiosos, como verdades, se são conflituantes entre si.»

Só são conflituantes se um desses sistemas declarar que todos os outros são falsos. E só o Judaísmo o fez, no mundo antigo. Os Gregos nunca consideraram falsos os Deuses bárbaros; os Romanos, os Persas, os Celtas, os Germanos, nunca consideraram falsos os Deuses uns dos outros. Foram os Judeus quem criou a ideia de que só um Deus, o seu, era verdadeiro e todos os Outros eram ou falsos ou demoníacos. Aqui reside boa parte, senão a maior parte, da intolerância doutrinal que viria a fazer correr rios de sangue.


"Há-de você explicar porque raio é que os Judeus é que foram os únicos, de entre os povos antigos, a terem acesso ao contacto com a Divindade."

«Pergunte a Deus.»

Qual deles? Júpiter nunca disse tal coisa.


«Ele é que decidiu assim.»

Ele, Quem? O Deus dos... Judeus, olha que coincidência... o Deus dos Judeus é que diz de si próprio que Ele é que é o verdadeiro. Os Judeus declaram «O nosso Deus é que é o verdadeiro e disse que nós é que éramos o povo eleito» e ainda há quem acredite em tão primariamente arrogante pretensão.


«Já agora: porque é que baco era o deus do vinho, ou vénus a deusa da sensualidade?»

Pergunte-Lhes.


«E já agora, porque não um deus do chinquilho e outro das pevides com pouco sal?»

Sim, porque não?


"Não. O espaço mais democrático do planeta, é a Europa livre, herdeira do legado greco-romano"

«Que só subsistiu pelas mãos dos escoláticos Cristãos!!»

Não. Subsistiu APESAR das mãos dos escolásticos cristãos.

«Aristóteles e Platão só sobreviveram porque S. Tomás de Aquino e Santo Agostinho se lembraram deles.»

Descaramento cristão do costume. Tomás e Agostinho quiseram foi dar um ar intelectual à doutrina do crucificado.
Quanto a isso de dívidas... se eu tiver cem e quiser dar esses cem a um filho meu, mas aparecer alguém pelo meio, apoderar-se desses cem e dar cinquenta ao meu filho, deve o meu filho ficar agradecido ao intruso por lhe ter dado cinquenta? Não creio. Os cem pertencem-lhe por inteiro.
Do mesmo modo, se não fosse a intromissão cristã, a cultura antiga não tinha sido interrompida, especialmente no que diz respeito à sua parte mais augusta, a do culto aos Deuses.


«A ideia distorcida de democracia grega, que incluia a ideia de superioridade e escravatura, foi, e muito, aperfeiçoada pela Europa Cristã»

Com base na mentalidade antiga, que punha em causa a escravatura.


« Sem esta última, não havia a democracia burguesa que você hoje conhece. Duvida?»

Evidentemente que duvido. A ideia de igualdade social já estava em embrião no mundo antigo.


"Não. Eram cristãos porque, nesse tempo, só o Cristianismo era permitido."

«Belo argumento. Não passa de uma tautologia. Se não fossem realmente Cristãos saberia deles que foram "bons novos-Cristãos"»

Péssima contra-argumentação. Eram cristãos porque, sendo ocidentais do século XIX, não podiam ser outra coisa, em termos religiosos, do que cristãos.


"Os Judeus deixaram de ser escravos, mas isso não lhes deu qualquer superioridade moral,"

«Claro que não. Mas eles libertaram-se da escravatura e ainda andavam os gregos a defendê-la.»

Os Gregos discutiam-na... os Judeus, não. Libertaram-se, não como conquista civilizacional, como você quis fazer crer, mas sim como uma salvação do próprio coiro. Mas, se quer ir por aí, então olhe os Judeus foram escravizados e os Gregos, nunca...


"É uma interpretação ateia. Por essa ordem de ideias, também se pode dizer que o clero judaico inventou o monoteísmo para dominar o seu povo e dar-lhe um sentido de unidade"

«Isso é uma tese profundamente rebuscada,»

Não... tem até uma lógica evidente.


«que não se compara ao facto evidente que, para conquistar outros povos, os imperadores romanos tiveram de abrir "a verdade" e a prateleira dos seus ídolos para caberem mais outros.»

Isso é uma incompreensão grosseira, tipicamente cristã, do que os Romanos faziam. Os Romanos pura e simplesmente aceitavam a existência de todos os Deuses. A aceitação romana dos outros Deuses no seu império só é vista como «estratagema» para uma mentalidade cristã, que acredita mesmo que só se pode acreditar num Deus ou numa religião. Os Romanos não tinham essa mentalidade.


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4 de fevereiro de 2005 às 02:48:00 WET  
Blogger Caturo said...

«Exemplo: Stalin não hesitou um segundo sequer, aquando da invasão alemã da URSS, em explorar e apelar aos mais desvairados (chauvinistas até) sentimentos ultr-nacionalistas dos povos da URSS e dos russos, ucranianos e georgianos em particular.
No entanto, a propaganda comunista (desta feita desabridamente nacionalista, pois convinha) foi tão eficaz (como sempre) junto de todas as NACIONALIDADES»

Precisamente. Estaline percebeu que só com o ideal comunista, não motivava as multidões para que estas estivessem desposta a sacrificar-se. Por isso é que já em 1932, J. Andrade Saraiva dizia que os comunistas russos, para galvanizarem o seu povo, não podiam pôr-se a falar do internacionalismo e da luta de classes.

4 de fevereiro de 2005 às 03:16:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

O verdadeiro Deus! Olha-me este! Porquê, o resto é tudo falso? A cegonha, o Pai Natal, o Sandokan, é tudo falso, né? Sinceramente!...


Casmurro

4 de fevereiro de 2005 às 16:05:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

4 de fevereiro de 2005 às 16:08:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Claro que é tudo falso, Casmurro! Os Hindus, os budistas, os xintoístas, os gregos, os romanos, os gauleses, os Incas, os Maias, os Astecas, os Egípcios, eram todos umas bestas e nunca conheceram nenhum Deus verdadeiro! Só um povo do deserto que deu de frosques do Egipto com uma mão à frente e outra atrás é que conheciam o verdadeiro Deus, que é Um Sujeito que num belo dia da Eternidade, resolveu criar o mundo, e então pôs mãos ao trabalho e fez a coisa em seis dias, e depois, como estava cansado, bateu uma soneca ao sétimo dia! Ele é perfeito, mas, por azar, criou uma humanidade cheia de defeitos, vá-se lá saber como, isto da Criação é complicado... essa humanidade começou com um homem, depois Deus achou que faltava algo, e lembrou-se que os outros animais também tinham fêmeas, vai daí, enquanto o Adão dormia (ou então, foi da anestesia, antes da operação), tirou-lhe uma fêmea duma costela. Podia ter sido da tíbia, mas isso era muito baixo; podia ter sido do ombro, mas isso era muito ao pé do queixo... portanto, foi da costela.
Depois, como a humanidade se portava mal, Deus, irritado, resolveu dar-lhes uma banhoca geral, à qual chamamos «Dilúvio». Bordéis, negócios escuros, malandrices várias, foi tudo por água abaixo! E perto dali, havia uma cidade que praticava o coito anal, ai sim, disse Deus, ai querem calorzinho no ânus, então também vão ter calorzinho no topo dos chifres!, e zás!!, fogo do céu em cima daquela gente toda que atracava de popa!!!

Mas a humanidade, criada pelo Perfeito, continua torta de todo, nem com o bom exemplo do Povo Eleito ela se endireitava. Deus até resolveu ordenar acções edificantes, tais como um genocídiozito à maneira, ordem que o Povo Eleito cumpriu na íntegra, matando bebés, e também bois e vacas do povo vitimado e tudo, como Deus mandou (Primeiro Livro de Samuel, 15, «e matarás homens e mulheres, crianças e as de berço, bem como todos os animais úteis da tribo».)

Mas não era suficiente. Então, Deus, desesperado de tristeza, resolveu mandar cá abaixo nada menos nada mais do que o Seu próprio Filho! Estava por tudo, Deus, e até crucificou o Filho, depois de o ter feito viver no meio de doze maduros que não trabalhavam e viviam todos juntos sabe-se lá do quê, mas ai que o Filho não estava a contar com essa e, ignorando ao que ia, ainda protestou, quando já estava pregado na cruz, «Pai, Pai, porque me abandonaste?», mas morreu à mesma. Depois, ressuscitou (só ao terceiro dia, não podia ser ao segundo) e só se mostrou aos seus amigalhaços mais íntimos, que grande sinal de esperteza, a de Deus, mostrar-se só aos seus apóstolos, para provar a toda a gente que ressuscitou mesmo, tem toda a lógica!


João Pedro Paulo Mateus Marcos Beatíssimo da Silva

4 de fevereiro de 2005 às 16:57:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

«Depois, ressuscitou (só ao terceiro dia, não podia ser ao segundo) e só se mostrou aos seus amigalhaços mais íntimos, que grande sinal de esperteza, a de Deus, mostrar-se só aos seus apóstolos, para provar a toda a gente que ressuscitou mesmo, tem toda a lógica!»

Na Ascensão, estava lá muita gente, de dezenas a centenas. Além disso, «felizes os que crêem sem terem visto», o propósito era mesmo esse.

4 de fevereiro de 2005 às 17:12:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Não estavam lá os apóstolos todos!! Será que estavam a dormir, como no dia em que foram buscar Jesus ao monte das Oliveiras? (Deixaram-se dormir, acontece, pois, é verdade que nem um criminoso seria tão miserável que se deixasse dormir estando o seu líder em risco de ser morto, mas os apóstolos andavam cansados, embora não se saiba bem de quê...).


João Pedro Paulo Mateus Marcos Beatíssimo da Silva

4 de fevereiro de 2005 às 17:16:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Quem é este agora? Deve ser mais um daqueles palhaços que abandonaram o Cristianismo só porque lhes custava muito não comerem e d... demais!...


Imperador

4 de fevereiro de 2005 às 17:47:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Cinjamo-nos às discussões Nacionais, e deixemo-nos de guerras religiosas! A propósito disso, qualquer dia, se a Irlanda for invadida por Mafométicos e eles fizerem como em França e proibirem as Marchas Protestantes porque acham que os ofende, ainda vamos ver os Protestantes aliados aos Católicos!...


Imperador

4 de fevereiro de 2005 às 17:49:00 WET  

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