sexta-feira, janeiro 21, 2005

A VOSSA ATENÇÃO...

Tenham a paciência de ler isto e mais isto, se quiserem ter uma visão do Islão que não é apresentada em lado nenhum dos mé(r)dia dominantes.

Saliento em especial esta parte,

The hatred of Infidels, especially of the Infidel West throughout the Muslim world, is not a new phenomenon. If the Arabs supported one Infidel power, Nazi Germany, it was mainly because that power was the sworn enemy of the countries seen as the traditional leaders of Western Christendom in modern times, England and France (and besides, Nazi antisemitism in Arab eyes was an additional attractive feature). And if they supported the Soviet Union, it was because that country was seen as the chief enemy of the new head of Western Infidels, the United States. Hatred of Unbelievers, or Infidels, is not tangential but central to Islam, mentioned throughout the Qur’an, the Hadith, and acted upon, by Muhammad, in the Sira.

Esta também:
And the Sira, or life of Muhammad, the man regarded by Muslims as the perfect model, al-insan al-kamil, simply cannot be rewritten to omit those unpleasant parts, in which he, as a successful military leader leading his troops against non-Muslims, behaved in a manner that would cause modern Infidels concern. Muhammad participated in 78 battles, he approved of the beheading of the prisoners taken among the Bani Qurayza, he ordered an attack on inoffensive Jewish farmers of the Khaybar Oasis in order to seize booty, he ordered the assassination of those who offended him, including a woman (Asma bint Marwan), and a 90-year-old man, he married Aisha, a 6-year-old girl, and consummated that marriage when she became 9. His behavior inspired the Ayatollah Khomeini to reduce the marriageable age of girls to nine.

Pois é, a pedofilia é antiga e não se limitou nunca ao mundo greco-romano, como alguns pretendem... Entretanto, no mundo greco-romano, não havia nenhum modelo obrigatório, nenhuma figura considerada de tal modo perfeita que todas as suas actividades pedófilas fossem por isso mesmo legitimadas.

É a diferença entre povos de mente aberta, como os Ocidentais, e povos dogmáticos, como os Semitas.

6 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Não obstante, e de acordo como que a Sociedade ou os grupos consideravam Virtude, havia indivíduos Modelos de Virtude, como os Flávios e os Antoninos. Não foram copiados por causa de aberturas de mente como essas...

Sabe que mais? Acho que são os nossos inimigos, e não nós, quem vão provocar uma guerra terrível, e, até, contra a nossa vontade. Vai ver. No fim de tudo, ainda nos vão passar a considerar bonzinhos e ainda nos vamos rir disto tudo!... Salvo seja quanto a algumas coisas...


Imperador

21 de janeiro de 2005 às 18:13:00 WET  
Blogger Caturo said...

«Não obstante, e de acordo como que a Sociedade ou os grupos consideravam Virtude, havia indivíduos Modelos de Virtude, como os Flávios e os Antoninos.»

Sim, havia indivíduos considerados modelos de virtude. Mas esses não tinham qualquer autoridade religiosa ou sequer doutrinal... a diferença está aí.



«Sabe que mais? Acho que são os nossos inimigos, e não nós, quem vão provocar uma guerra terrível, e, até, contra a nossa vontade. Vai ver. No fim de tudo, ainda nos vão passar a considerar bonzinhos e ainda nos vamos rir disto tudo!...»

Se cá estivermos.

21 de janeiro de 2005 às 18:25:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Não exageremos também ou perdemos a razão. Na nossa Idade Média também os nossos Reis ocidentais casavam e descasavam com idades não muito superiores aos 9 anos, em casamentos precombinados e com interesses politicos e economicos ao barulho. E também nessa altura os Reis era suposto serem o ideal de comportamento e dignidade, abençoados pelo Papa e pela Igreja.
E... o Khomeini é parvo. não vale muito a pena pensar no que ele fez ou deixou de fazer, se não tivesse esse argumento usava outro qualquer.

21 de janeiro de 2005 às 20:42:00 WET  
Blogger Caturo said...

Não é uma boa comparação pelo simples motivo de que os Ocidentais não consideram, nem consideraram, tais figuras reais como exemplos de virtude intocável, acima de toda a crítica. Muita atenção a isso.

23 de janeiro de 2005 às 16:26:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Sim, havia indivíduos considerados modelos de virtude. Mas esses não tinham qualquer autoridade religiosa ou sequer doutrinal... a diferença está aí."

Tinham Autoridade Moral. Mas, também, não eram Deuses. A não ser, é claro, quando foram Deificados pela Religião de Estado. Vespasiano ao morrer até afirmou "Ora, ora, devo estar a transformar-me num Deus!..."


"Se cá estivermos."

Eles também não chegam a todo o lado.


"Não exageremos também ou perdemos a razão. Na nossa Idade Média também os nossos Reis ocidentais casavam e descasavam com idades não muito superiores aos 9 anos, em casamentos precombinados e com interesses politicos e economicos ao barulho. E também nessa altura os Reis era suposto serem o ideal de comportamento e dignidade, abençoados pelo Papa e pela Igreja."

E eram. Ma lembre-se que os casamentos só eram consumados a partir dum certa idade, duma puberdade minimamente aceitável. Senão, vá-se queixar à Mãe Natureza por possibilitar tão cedo que se tenham filhos. Além disso, se for a ver nos Livros de História, que eu conheço de trás para a frente, e fizer as contas, a regra até nem era a desses casamentos serem tão cedo. As combinações sim, talvez. Os casamentos propriamente ditos...


"Não é uma boa comparação pelo simples motivo de que os Ocidentais não consideram, nem consideraram, tais figuras reais como exemplos de virtude intocável, acima de toda a crítica. Muita atenção a isso."

Não. Mas consideravam, e também dentro da Classe, que era isso que deviam ser: exemplos de Virtude! Inspiradores! Santos e Heróis. Mas, claro, não são propriamente figuras Divinas.


Imperador

24 de janeiro de 2005 às 16:26:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

E não era por gostarem de crianças, aliás, as mais das vezes era entre pessoas quase com a mesma idade.


Imperador

25 de janeiro de 2005 às 10:27:00 WET  

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