COLONIZAÇÃO IMPOSTA AO POVO PELA SUA PRÓPRIA ELITE
Caso inédito na história conhecida, tanto quanto sei - uma elite que se dispõe a aceitar a substituição étnica do seu próprio Povo porque coloca o ideal universalista acima de tudo o resto.
Quem quiser entender o porquê de isto acontecer, hoje ou no futuro, terá de estudar os antecedentes ideológicos que já se infiltram na Europa há pelo menos dois mil anos.
Quando ao mais alto nível ideológico de uma sociedade se dá por adquirido que todos os seres humanos são iguais, independentemente da sua origem étnica, pelo que a origem étnica não pode servir de critério étnico para conferir direitos diferentes a populações diferentes, toda e qualquer política adoptada pela elite reinante irá ignorar todo e qualquer direito populacional radicado na diferenciação étnica, passando mais tarde a criminalizar tal critério ético, uma criminalização que, no essencial, é ditada simplesmente pela própria coerência do ideário universalista, à medida que este se desenvolve.
Num futuro dia em que uma criança pergunte então ao progenitor,
- Pai, porque é que os Europeus importaram tanta gente e depois eles próprios deixaram de ser maioria e hoje são só meia dúzia distribuídos pelo continente, então mas eles gostavam mais dos escurinhos?
- Não, filho, não foi bem isso... foi mais complicado... é que quem mandava achava que a raça não interessava nada e, como precisavam de mais trabalhadores, importaram africanos e médio-orientais em grandes quantidades, sem qualquer noção real de limite...
- Mas não perceberam que iam desaparecer, não era uma matemática óbvia?, até eu sei que 2+2 são 4, 20 + 20 são 40, e 40 é muito mais do que 3 ou 5...
- Não acharam que isso fosse um problema, filho...
- Então mas não preferiam continuar a ser como eram? Então tu não me tratas de maneira diferente do que tratas outras crianças?
- Isso para eles não contava... Repara, sim, eu preocupo-me muito mais contigo do que com qualquer outra criança, mas quem mandava achava que isso era só para valer em casa das famílias, não podia servir para falar de países inteiros...
- Mas não porquê?, se era a mesma gente, o mesmo povo...
- Não porque não, pronto, olha, porque não, porque decidiram que isso nas famílias ainda se tolerava porque não se atreviam a tirar isso às pessoas, mas com os países, era diferente, foram deixando entrar muitas gentes diferentes, até houve países que dominavam outros países à força e depois constituíam impérios, que é uma Nação a mandar nas outras, e depois agarraram-se a esse exemplo para estender essa lógica aos países todos, mesmo os que só tinham uma Nação dentro, porque queriam que os países também servissem de praças e mercados, mas sobretudo porque achavam que as fronteiras eram coisas más...
- Mas porquê que eram más???...
- Pai, porque é que os Europeus importaram tanta gente e depois eles próprios deixaram de ser maioria e hoje são só meia dúzia distribuídos pelo continente, então mas eles gostavam mais dos escurinhos?
- Não, filho, não foi bem isso... foi mais complicado... é que quem mandava achava que a raça não interessava nada e, como precisavam de mais trabalhadores, importaram africanos e médio-orientais em grandes quantidades, sem qualquer noção real de limite...
- Mas não perceberam que iam desaparecer, não era uma matemática óbvia?, até eu sei que 2+2 são 4, 20 + 20 são 40, e 40 é muito mais do que 3 ou 5...
- Não acharam que isso fosse um problema, filho...
- Então mas não preferiam continuar a ser como eram? Então tu não me tratas de maneira diferente do que tratas outras crianças?
- Isso para eles não contava... Repara, sim, eu preocupo-me muito mais contigo do que com qualquer outra criança, mas quem mandava achava que isso era só para valer em casa das famílias, não podia servir para falar de países inteiros...
- Mas não porquê?, se era a mesma gente, o mesmo povo...
- Não porque não, pronto, olha, porque não, porque decidiram que isso nas famílias ainda se tolerava porque não se atreviam a tirar isso às pessoas, mas com os países, era diferente, foram deixando entrar muitas gentes diferentes, até houve países que dominavam outros países à força e depois constituíam impérios, que é uma Nação a mandar nas outras, e depois agarraram-se a esse exemplo para estender essa lógica aos países todos, mesmo os que só tinham uma Nação dentro, porque queriam que os países também servissem de praças e mercados, mas sobretudo porque achavam que as fronteiras eram coisas más...
- Mas porquê que eram más???...
- Porque... porque lhes disseram que sim, que eram más, porque a religião que lhes foi imposta a dada altura, a de um pobre crucificado, dizia que era preciso amar toda a gente sem fronteiras, dar a outra face ao agressor, e olha, até disse que vinha destruir as próprias famílias...
- Mas então como é que as elites aceitaram uma coisa dessas???!
- Mas então como é que as elites aceitaram uma coisa dessas???!
- Calma, aceitaram por motivos diversos, porque esta religião permitia centralizar o poder porque o seu Deus proibia os outros Deuses todos e servia para centralizar o poder, e depois esta ideia que te expliquei foi-se sedimentando, foi-se estabelecendo, ao longo dos anos, dos séculos, dos milénios, não aconteceu de repente, o Patriotismo continuou a ser uma virtude glorificada pelos governos todos, como é natural, mas, moralmente, já davam todos por adquirido que um mundo sem fronteiras seria o mais belo e isto foi ficando no ar, ficou nas cabeças, nas almas, mesmo quando o culto religioso já não interessava a ninguém, que já ninguém tinha paciência para pensar em Entidades sobrenaturais e em acender velas e rezar, mas a moral ficou, depois o resultado é o que vês...



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