domingo, setembro 06, 2026

NOÉLIA ESPANHOLA, VOZ DO POVO EUROPEU CONTRA O «CLERO» DO ANTI-RACISMO




Fonte: https://www.facebook.com/reel/1055972660759163

É de há uns dias mas merece registo - é cena absolutamente paradigmática da diferença entre o povo e as elites, preto no branco, em forma quase caricatural. Está Noélia, típica mulher da plebe, a queixar-se do que a iminvasão tem feito na terra onde vive, e está uma representante típica da elite me(r)diática a ter o cuidado de, a par e passo, «corrigir» a linguagem e o pensamento «racista» de Noélia, de todas as Noélias do Ocidente: «olhe que a ligação entre a criminalidade e a imigração não está provada...», que anda sempre na companhia daquela «olhe que isso são sensações»... Às tantas, Noélia explode-lhe na cara: «Traz cá os teus filhos!» 
Isto foi a converseta dos comentadeiros do sistema a ser confrontada e exposta pelo genuíno sentir popular, não por causa do barulho indignado de Noélia, mas pelo que ficou à vista de forma caricatural - diante do sofrimento do povo que se queixa, a elite está preocupada com a semântica e as ideias de quem se queixa.
Noélia não é uma «Karen»; «Karen» é um dos nomes que a esquerdaria juvenil ianque chama à típica mulher branca de classe média direitista que se atreve a expressar a sua opinião «racista» em público - Noélia é, em vez disso, uma Brites de Aljubarrota farta de invasores. Nesta interacção televisiva, Noélia não se encolhe se lhe chamam «racista!» Irrita-se, talvez porque ainda (por enquanto) se sente acusada de uma coisa feia, mas nem encolhe os ombros, nem se cala, tampouco modera o tom da sua revolta.
Já oiço telepaticamente os receios do esquerdalhame: «Ai que "isto" está a dar para o torto, ai que o "povinho" já não se inibe quando a gente lhe dá uma reprimenda anti-racista, ai que já escapa ao controlo... Dantes, bastava a gente levantar a voz a inquirir "Você por acaso é racista, é??", a reacção do "white trash" era logo balbuciar defensivamente um "Nã... não, eu cá não sou racista, só acho que..."; agora, já nos berram "Traz cá a merda da tua família, ó filhadaputa!"»...
Entretanto, há quem considere que a atitude das elites, representada pela jornalista, é hipócrita. Ora considerar que isto é hipocrisia facilmente se torna perigosamente ingénuo. Talvez a jornalista em questão falasse doutra maneira se tivesse de viver como vive Noélia, mas há nas fileiras de quem usa o seu discurso muito «boa» gente que já trilhou tanto caminho ideológico na senda do anti-racismo que já se dispõe a aceitar na própria carne as consequências deste pensamento etno-suicidário, como já se tem noticiado neste blogue desde há uns anos largos, e casos não faltam: o advogado da Comissão Europeia que continuou a defender a entrada de refugiados no seu discurso proferido no funeral da filha violada e assassinada por um refugiado, a mãe inglesa que tentou convencer a filha a não denunciar um agressor sexual refugiado, o norueguês que expressou infelicidade e alguma culpa por imaginar que o africano que o tinha violado ia ser deportado para África e, provavelmente, aí seria morto, a escuteira checa de 16 anos, que, quando em Maio de 2017 um nacionalista lhe berrou «Qualquer dia um desses que defendes vai-te violar!», ela prontamente respondeu «Antes isso do que ele morrer, porque depois da violação continua-se a viver», entre outros. A «sida» ideológica que produz resultados destes contamina diferentes indivíduos em diferentes graus, mas, em grupo e em abstracto, continua a envenenar mortalmente a Europa.