Um cidadão guineense de 23 anos, que já estava sob ordem de deportação (QQTF), encontra-se em prisão preventiva após ser acusado de estuprar uma jovem de 17 anos sob tutela do Estado em Évreux, na noite de 26 de Julho. Os detalhes do caso só agora estão a ser divulgados, um mês depois. A adolescente, que vive em lar adoptivo e recebe acompanhamento psicológico, encontrou o homem perto da catedral da cidade. Segundo a promotoria, ele forçou-a a entrar no seu carro, fez ameaças, parou num restaurante de kebab para comer e depois levou-a para o seu apartamento perto da catedral. Lá dentro, ele ter-lhe-ia dado uma bofetada, empurrado para cima da cama e violado enquanto ela gritava, de acordo com o jornal francês Paris-Normandie. Um colega de quarto ouviu os gritos. Com medo de confrontar o morador pessoalmente, chamou a polícia. Os polícias chegaram e encontraram o suspeito a insistir que “estava tudo bem”. Do fundo do apartamento, eles ainda conseguiam ouvir a garota a soluçar. Entraram imediatamente. Um exame médico subsequente registou dez dias de incapacidade temporária para a vítima. O suspeito, que trabalha como funileiro na região de Paris e não possui antecedentes criminais, negou todas as acusações de estupro. Ele disse aos investigadores que a menina tinha consentido. Os promotores rejeitaram o seu pedido de liberdade, apontando para a vulnerabilidade da vítima, o risco de que ele pudesse pressioná-la e a sua situação migratória irregular. Uma ordem de deportação contra ele já tinha sido emitida, mas nunca executada. O homem permanece sob custódia.
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Fonte: https://rmx.news/trending/france-african-migrant-arrested-for-beating-and-raping-17-year-old-girl-receiving-pyschological-support-in/
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Ora aí está mais um caso em que um imigrante «perfeitamente integrado», tinha trabalho e ficha limpa!, pois afinal a «coisa» correu mal mais uma vez, tragédia que só um «racista!!!» poderia prever...
Mais um caso em que certa «justiça» controlada pelas elites acumula culpa pelo sofrimento de gente europeia em solo europeu, precisamente porque o desleixo ou desinteresse ideológico na expulsão efectiva de um criminoso alógeno leva à vitimização de uma pessoa na Europa. Nem era nada surpreendente que o documento da sua deportação fosse usado nalgum debate televisivo como parte da «prova» de que o governo está a deportar muita gente, mas depois se calhar alguma «sensibilidade» pró-imigracionista nos bastidores da «justiça» vai «adiando» a devida expulsão...
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