terça-feira, agosto 25, 2026

ONU - GUTERRES ACENDEU UM FACHO ETERNO A UM LÍDER TERRORISTA DO HAMAS QUE TRABALHAVA NA ONU

O director executivo da UN Watch, Hillel Neuer, está a pedir ao secretário-geral da ONU, António Guterres, e à presidente da Assembleia Geral da ONU, Annalena Baerbock, que retirem a homenagem prestada a Imad El Samhouri, professor e director de escola de longa data da UNRWA, recentemente exposto como comandante de campo do Hamas. Clique aqui para ver fotos e vídeos. Em cerimónia memorial da ONU a 8 de Junho de 2026, ambos os funcionários ajudaram a acender uma chama eterna em homenagem aos funcionários da ONU falecidos em serviço, com o nome de El Samhouri a ser lido em voz alta diante deles.
Segundo um vídeo de um mártir do Hamas, El Samhouri serviu como comandante de campo no Batalhão Muhammad al-Shamali das Brigadas Al-Qassam do Hamas. As imagens mostram-no emergindo de túneis terroristas e declarando que a jihad era o caminho que tinha escolhido. O histórico de El Samhour nas redes sociais, que estava disponível publicamente, também documentou laços estreitos com autoridades do Hamas, glorificação do terrorismo e o uso de escolas da UNRWA para receber figuras do Hamas e direccionar estudantes para organizações ligadas ao Hamas.
Na carta aberta abaixo, Neuer exige uma investigação independente sobre como um comandante do Hamas foi autorizado a administrar escolas da UNRWA por mais de uma década — e quem dentro da agência sabia ou deveria saber. Ele também pede que Guterres e Baerbock peçam desculpas às vítimas do Hamas, divulguem os nomes de todos os funcionários da UNRWA que tenham ligações ao terrorismo e responsabilizem os supervisores e altos funcionários envolvidos.

Prezado Secretário-Geral António Guterres,
Prezada Presidente da Assembleia Geral da ONU, Annalena Baerbock,

Desculpar-se-ão por terem acendido uma pira olímpica em recente cerimónia da ONU em homenagem a um comandante terrorista do Hamas perante o mundo?
Reconhecerão finalmente que a UNRWA simplesmente não quer ou não consegue erradicar os terroristas que tomaram conta das suas escolas?
A 8 de Junho de 2026, no aniversário de um ano da morte do professor da UNRWA, Imad El Samhouri, vocês acenderam uma chama eterna para “prestar homenagem” à sua memória e à de outros “membros da família” da ONU. (O nome dele foi lido em voz alta à frente de vocês dois, aos 27:45 deste vídeo, como pode ser visto aqui.) 
Mas El Samhouri não era apenas professor e director em várias escolas da UNRWA. Ele era um comandante militar da organização terrorista Hamas, visto com granadas, metralhadoras e entrando e saindo de túneis terroristasAo usar o uniforme de educador da UNRWA, o seu colega levou funcionários do Hamas às escolas da UNRWA para discursar aos alunos e presidir a cerimónias. Ele usou as suas escolas para recrutar "talentos" para clubes ligados ao Hamas.
Uma rápida olhadela às redes sociais do seu colega — fotos dele com membros do Hamas, postagens a glorificar o sequestro e assassínio de judeus — mostra que ele estava-se a esconder à vista de todos. Funcionários e colegas da UNRWA sabiam disso.
De acordo com um vídeo de mártir publicado recentemente, o Hamas confirmou que o colega da ONU que vocês homenagearam — como "caído em serviço" — detinha a patente de Comandante de Campo do Hamas no Batalhão Muhammad al-Shamali da Brigada Al-Qassam Rafah. O professor e director da UNRWA que vocês homenagearam aparece no vídeo declarando que "Morrer pela causa de Alá é anossa maior aspiração".
Excelências, não é isto a antítese completa dos valores da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que consagra o direito à vida? 
A pessoa que actuou como professor e director da ONU em várias escolas de Gaza por mais de uma década disse: "Escolhemos a Jihad como o nosso caminho".
Excelências, não é isto uma traição à Carta das Nações Unidas, cujo preâmbulo nos exorta a “praticar a tolerância e viver juntos em paz”?O professor da UNRWA a quem vocês acenderam a chama eterna diz: “Louvado seja Alá pelos túneis… o inimigo sionista jamais imaginou que emergiríamos de debaixo da terra, dos escombros.”
Excelências, quantos professores da UNRWA precisam de sair dos túneis do Hamas antes que vocês admitam que os terroristas não estão apenas em baixo das escolas da UNRWA, mas sim dentro delas?
Excelências, se um director de escola infantil da UNRWA saindo de túneis do Hamas não os compelir a confrontar a infiltração terrorista na agência, o que possivelmente o fará?
Secretário-Geral Guterres, devo lembrar-lhe: o senhor não só homenageou este professor da UNRWA com a chama eterna, como também afirmou que foi “o privilégio da minha vida” trabalhar ao lado de pessoas como ele; que o senhor “se compromete a dar continuidade ao seu trabalho”; que pessoas como El Samhouri “tornaram o nosso mundo um lugar melhor”.
Agora que o homem que você elogiou foi exposto como comandante de campo do Hamas, mantém você o que disse? O trabalho de Imad El Samhouri — a jihad, os túneis terroristas, a doutrinação de crianças — é o trabalho que você pretende levar adiante?
Você irá retirar a sua homenagem, pedir desculpas às vítimas do Hamas e ordenar uma investigação independente sobre como um comandante terrorista pôde administrar escolas da UNRWA por mais de uma década?
Senhor Secretário-Geral, o senhor responsabilizará — inclusive apoiando processos criminais por acusações de apoio material ao terrorismo — todos os colegas, supervisores e altos funcionários cúmplices da UNRWA, incluindo Philippe Lazzarini?
Presidente Baerbock, esta pergunta também se dirige à senhora. Durante os anos em que a senhora foi Ministra das Relações Exteriores da Alemanha, o seu governo forneceu à UNRWA 570 milhões de euros (620 milhões de dólares). A Alemanha foi um dos maiores doadores da agência. Senhora Presidente, depois de destinar quase 570 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes alemães à UNRWA, como é que a senhora não descobriu que um dos directores de escola de longa data da agência — que fazia parte de uma rede de mais de 400 outros funcionários da UNRWA — estava abertamente envolvido com o Hamas? Nos nossos relatórios do UN Watch, alertámos o seu governo diversas vezes. Porque retomaram vocês o financiamento da UNRWA antes de exigir uma responsabilização genuína pela infiltração terrorista na agência?
Reconhecerá você agora que as garantias da Alemanha sobre a supervisão da UNRWA estavam catastroficamente erradas?
Desculpar-se-á você por participar na homenagem ao comandante do Hamas que o seu governo ajudou a contratar?
Excelências, estejam cientes de que escreveremos aos ministros das Relações Exteriores de todos os doadores da UNRWA — incluindo a União Europeia (que doou US$134 milhões à UNRWA no ano passado), Alemanha (US$119 milhões), Espanha (US$38 milhões), Noruega (US$38 milhões), França (US$31 milhões), Irlanda (US$21 milhões), Dinamarca (US$21 milhões), Suíça (US$17 milhões), Holanda (US$16 milhões), Luxemburgo (US$16 milhões) e Bélgica (US$13 milhões) — para instar os seus governos a cessarem o financiamento de terroristas do Hamas que actuam como professores e directores de escolas da UNRWA, os quais ensinam ódio e jihad a crianças palestinianas.
Instamos o senhor a retirar a homenagem a Imad El Samhouri, a pedir desculpas às vítimas do Hamas, a encomendar uma investigação verdadeiramente independente e a divulgar a identidade de todos os funcionários da UNRWA que tenham ligações com o terrorismo, bem como de todos os supervisores e altos funcionários que sabiam ou deveriam saber.
Não pode haver imunidade, impunidade ou chama eterna para terroristas que se infiltram nas Nações Unidas.

Atenciosamente,
Hillel C. Neuer
Observatório das Nações Unidas
Genebra, Suíça

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Transcrição do vídeo de El Samhouri sobre os mártires do Hamas:
[Canção] Ó homens livres marchando para Jerusalém, quem é como vocês, ó povo de sacrifício? Ó procissão dos puros, ó mártires dentre o nosso nobre povo. Com amor e saudações, Heróis do Dilúvio.
Samhouri: “Este é o caminho para a libertação e a vitória gloriosa; nós trilhamo-lo com o nosso sangue e avançamos com resistência inabalável.”
Uma jornada matinal ou vespertina pela causa de Allah é melhor do que este mundo e tudo o que ele contém. O chamado às armas ressoou nos corações dos fiéis e eles atenderam ao chamado. Allah é o Maior. Eis-me aqui por ti, ó Cidade Sagrada. Eis-me aqui, ó local da jornada nocturna do Mensageiro de Allah.
Eis-me aqui por ti, ó amada Palestina. Os sóis dos meus amados puseram-se; eles desmontaram e partiram. Nós prosseguimos na nossa jihad, os nossos corações ansiando por Al-Quds Al-Sharif, os nossos olhos fixos nos nossos heróicos prisioneiros e a situação dos refugiados viva nos nossos corações.
Escolhemos a jihad como nosso caminho; o nosso hino é que a morte pela causa de Alá é a nossa maior aspiração, e a nossa determinação não vacilará, não importa quão longa seja a jornada ou quão grandes sejam os sacrifícios. A nossa dor é profunda — portanto, tenha paciência.
Eles estavam aqui; estávamos juntos, mas eles partiram deste lugar. Louvado seja Alá, Senhor dos Mundos, que nos honrou com os túneis e os tornou um meio de resistência, um meio pelo qual o inimigo sionista jamais imaginaria que emergiríamos de debaixo da terra, de debaixo dos escombros, de entre as casas demolidas.
Com o meu coração, a minha alma e a minha consciência, meus irmãos, eu choro por vocês. Eu vejo-os, camada sobre camada, ó nosso refúgio.
Companheiros na jornada de Alá nesta vida, vocês são o nosso orgulho. A minha família e os meus irmãos, por Alá, amo-os com um amor que só Alá conhece; mas este é o chamado, o chamado para a jihad, ao qual os profetas, os justos e os mártires atenderam e que, com seu sangue, traçaram o caminho para nós.
Em conclusão, presto testemunho perante Allah, o Exaltado e Glorioso, que perdoei a todos os que me ofenderam, mesmo que com uma única palavra. Meus irmãos, este testamento foi escrito na terça-feira, 11 de Dezembro de 2007.
Este não foi o meu primeiro testamento — talvez tenha sido o segundo ou terceiro, em 2007, às 16h25. E enquanto partes, meu coração, antes desolado, agora estás em paz. Seu irmão, um mártir vivo, se Deus quiser: Abu Yusuf, Imad Yusuf al-Samhouri.
Os sóis dos meus amados puseram-se; eles desmontaram e partiram. E o meu coração, antes desolado, agora encontrou consolo.

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Fontes:
https://unwatch.org/un-leaders-lit-an-eternal-flame-for-a-hamas-commander/
https://jihadwatch.org/2026/08/un-top-dog-antonio-guterres-light-eternal-flame-in-tribute-to-hamas-commander

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É a total impunidade do esquerdalhame, tendo como principal suporte uma «imprensa livre», os grandessíssimos mé(r)dia, que nem piam sobre mais este escândalo da ONU, pelo menos os de cá nem uma palavra disseram, que eu tenha notado.
Imagine-se agora o que era se Trump acendesse uma vela, uma velita, nem era preciso que fosse um facho - ainda lhe chamavam «fachista!», que ainda seria pior que «fascista»... - ora então imagine-se que o presidente dos EUA acendia uma pequena vela a um líder do KKK, por exemplo, ou a um comandante das SS, quantos Carmos e Trindades não cairiam por aí...