ESPANHA - MOURO DETIDO POR PERSEGUIÇÃO SEXUAL A MIÚDA DE NOVE ANOS DE IDADE
A polícia espanhola prendeu em Maiorca um marroquino de 52 anos sob suspeita de tentativa de abuso sexual, após ele supostamente ter perseguido uma menina de 9 anos durante vários dias, monitorizado a sua rotina e esperado por ela à saída da escola e das aulas particulares. Segundo relatos, o suspeito viajou de autocarro até à capital das Ilhas Baleares para seguir a criança na área de Pere Garau, em Palma. De acordo com o jornal Última Hora, ele sabia onde ela morava, onde estudava e onde frequentava aulas de reforço. Após comparecer perante um juiz, o homem foi libertado sob uma ordem de restrição que o proíbe de entrar em contacto com a menina. Na Mércores passada, a criança avistou o homem na vizinhança e alertou uma amiga da sua mãe, que encontrou na rua. A menina disse que era o mesmo homem que a tinha vindo a segui-la há dias, inclusivamente em frente à escola, perto das suas aulas de reforço e próximo à entrada do prédio. Os pais dela foram imediatamente para o local onde ela o tinha visto e, segundo relatos, viram o suspeito a fugir. Diversas testemunhas perseguiram o homem e alcançaram-no, imobilizando-o no chão até à chegada da polícia, que o prendeu sob suspeita de assédio. Na esquadra, a jovem contou aos investigadores que, numa ocasião, o homem tentou agarrá-la pelo braço na entrada do prédio onde morava, enquanto tocava nas suas partes íntimas. Ela disse tê-lo visto em vários dias consecutivos em locais que faziam parte da sua rotina diária.
O cidadão marroquino é, segundo relatos, bem conhecido pelas autoridades policiais da ilha. Tem diversas condenações anteriores por agressão sexual, atentado ao pudor e furto. Não se sabe porque continua ele a morar em Espanha.
O caso Palma surge num ambiente de uma série de denúncias de crimes violentos e sexuais em Espanha envolvendo suspeitos marroquinos.
Na semana passada, um imigrante marroquino acusado de agredir sexualmente uma mulher inconsciente numa rua de Lleida foi libertado por um tribunal espanhol, sob a condição de manter uma distância de 200 metros da suposta vítima. Segundo relatos, a polícia encontrou o suspeito deitado sobre a mulher, que estava com as calças abaixadas, enquanto lhe tocava nas partes íntimas. A mulher relatou ao tribunal que tinha medo do suspeito e que estava a sofrer desconforto físico após o suposto ataque, mas o tribunal, mesmo assim, ordenou a sua libertação sob medidas cautelares, em vez de colocá-lo em prisão preventiva.
No mês passado, um tribunal espanhol ordenou a prisão preventiva imediata de um cidadão marroquino após uma série de alegados ataques com faca em Almería. O suspeito foi acusado de três tentativas de roubo com violência e uma agressão, após supostamente ter atacado várias vítimas em curto período de tempo. Segundo os investigadores, ele primeiro abordou dois casais com uma faca perto da Avenida Cabo de Gata e, posteriormente, atacou uma estudante de 17 anos que voltava para casa a pé. A adolescente teria sido perseguida, agarrada, jogada ao chão, pontapeada repetidamente, puxada pelos cabelos e esfaqueada na coxa depois de o suspeito exigir o seu telemóvel. Os seus gritos alertaram os moradores próximos, forçando o agressor a fugir.
A polícia informou que outra mulher foi posteriormente atacada perto de um ginásio, quando o suspeito supostamente a derrubou da sua motocicleta num semáforo e a ameaçou com uma faca antes que ela conseguisse fugir para um prédio próximo. Os polícias prenderam o suspeito mais tarde, após encontrá-lo escondido em arbustos num terreno baldio.
Também no mês passado, um homem marroquino foi preso por um violento ataque com machado em Montefrío, no sul de Espanha, que deixou duas mulheres em estado crítico e outra pessoa ferida. O suspeito teria atacado três pessoas em plena luz do dia, incluindo idosos que sofreram graves ferimentos na cabeça. Ele foi preso após uma longa busca. O caso desencadeou uma reacção política negativa depois de o líder do Vox, Santiago Abascal, acusar o primeiro-ministro Pedro Sánchez e a emissora estatal espanhola de suprimirem detalhes sobre o ataque. O jornal espanhol La Bandera noticiou posteriormente que o suspeito teria afirmado, enquanto estava sob custódia, ter “ouvido o chamado de Alá” e que “todos os cristãos devem morrer”.
*
Fonte: https://rmx.news/article/moroccan-man-accused-of-stalking-9-year-old-girl-for-days-in-spain-released-with-restraining-order/


0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home