quarta-feira, maio 27, 2026

SOBRE UM DOS MUITOS SILÊNCIOS SELECTIVOS DO ESQUERDALHAME ACTIVISTA


A verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima - sobretudo quando é uma verdade azeiteira: o invertebrado despudor com que o Esquerdalhame guincha impropérios de ódio a Israel por causa das piadas de um ministro enquanto não pia, nem piou, sobre atrocidades incomparavelmente piores do que tudo o que Israel alguma vez tenha feito.
Há muito tempo que o estilo «justiceiro» anti-ocidental, e anti-israelita em particular, inspira particular nojo, fedor de sarjeta misturado com bejeca. Quando, aqui há vinte e tal anos, os «anti-imperialistas» se exaltavam em brados de cobras e lagartos contra os Américas que invadiram o Iraque por causa de armas químicas que não existiam!!!!, ou contra Israel por «assassinar crianças!», essa histeria já nessa altura tinha o seu vago eco de desonestidade e uso de pretextos para odiar forças do Ocidente, mas pronto, ia passando... Com o tempo, a natureza deste pessoal foi-se revelando, porque, como diz o povo, quem o alheio veste, na praça o despe - e cada um dos minutos de silêncio dessa maralha ovina e eticamente infra-humanizada a respeito dos horrores cometidos por governos ou grupos com os quais simpatizam implicitamente - quando não explicitamente - deixa claro que nunca foi o atropelo aos direitos humanos aquilo que motiva o seu histérico cagaçal mas sim a repulsa por princípio a tudo o que seja branco e europeu. É toda uma sensibilidade criada, formada, formatada, no ódio à sua própria gente e no desejo constante de proclamar a «vergonha!!!» que têm em pertencer, por raça, a determinado grupo humano (o Ocidental, grosso modo) e a constante vontade de agredir o seu semelhante, entenda-se, o seu racialmente semelhante, enquanto dá a outra face, e quer obrigar os seus semelhantes, a dar a outra face, ao Sagrado Alógeno.
Este foi o motivo pelo qual esta sensibilidade esquerdista, anti-ocidental de princípio, nunca motivou protestos nas ruas ou exigências de destruição do califado diante de crimes como o que o cartaz denuncia.