quarta-feira, maio 20, 2026

NORUEGA - MÉ(R)DIA ABAFAM VÍDEO DE ESPANCAMENTO DE JOVEM BRANCO POR PARTE DE GANGUE ALÓGENO

Durante o fim de semana, circularam imagens de violência num Burger King no centro de Bergen, onde um jovem de 17 anos teria sido brutalmente espancado por várias pessoas. A polícia, que aparece a chegar ao local no vídeo, teria informado que o jovem apresentava ferimentos no rosto e que vários jovens entre 18 e 20 anos tinham deixado o local antes da chegada dos polícias. As imagens também mostram claramente o jovem a ser pontapeado repetidamente enquanto estava no chão. O portal de notícias Bergensavisen publicou um vídeo do incidente na sua página do Facebook, mas removeu-o posteriormente após comentários de leitores que afirmavam que o vídeo revelava uma história muito diferente daquela que tinham lido no site do portal, conforme observa o Rabulisten. Desde então, o vídeo foi republicado no X por outros, incluindo o grupo activista Patriot BergenNas imagens, é possível ver claramente quatro homens estrangeiros a atacar o único homem branco nas ruas do centro de Bergen, de acordo com a conta do Facebook que publicou o vídeo. A cobertura da British Airways não mencionou nada sobre a etnia dos agressores. O vídeo está agora disponível apenas mediante pagamento no site da British Airways, o que irritou alguns leitores e grupos que defendem que os grandes média minimizam ou censuram sistematicamente quaisquer incidentes violentos envolvendo pessoas de etnias estrangeiras. As pessoas também estão a criticar a British Airways por remover o que é uma clara evidência do que muitos considerariam um ataque racista, dada a sua cobertura anterior das alegações de racismo de Hamse Ali em Bergen, que foram amplamente divulgadas em 2024. Naquela altura, o jornal publicou uma extensa matéria na qual Ali alegava ter sido vítima de um ataque racista brutal no Nygårdsparken. Descrevendo o incidente como "violência racista", o artigo da BA também mencionava que Ali afirmava ter sido chamado "negro de merda" antes de ser supostamente atacado por seis homens. Não havia, segundo relatos, nenhum vídeo que comprovasse qualquer parte da sua história. Na altura, a polícia afirmou não ter motivos para duvidar das suas alegações, mas, no fim, descobriu-se que a história de Ali era uma completa invenção. Após ter sido comprovado que o incidente nunca ocorreu, a BA actualizou a sua versão dos factos. No caso em questão, as evidências em vídeo aparentemente não foram suficientes nem mesmo para fornecer detalhes adequados sobre o ocorrido.
No ano passado, a Remix News cobriu o caso de discriminação racial apresentado pela Amnistia Internacional contra a polícia norueguesa. Nessa reportagem, a Remix News citou um jornalista que, entre muitos outros, procurou destacar o crescente problema dos crimes cometidos por pessoas com histórico de imigração: “Estatísticas do SSB (2020–2023) mostram que os filhos de imigrantes (segunda geração) cometem ainda mais crimes violentos do que os seus pais. Os somalis, marroquinos e iraquianos de segunda geração têm uma taxa de criminalidade de 7 a 9 vezes maior do que os homens noruegueses. O mesmo acontece na Suécia: um estudo da BRÅ, na Suécia, mostra que os filhos de imigrantes frequentemente têm taxas de criminalidade mais altas do que os seus pais”, escreveu a jornalista Rebecca Mistreggen no X.
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Fonte: https://rmx.news/article/norway-media-removes-video-showing-teen-brutally-beaten-by-foreign-gang/

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É pois mais uma manifestação de calor humano que a iminvasão traz do «sul global» que não vereis nos grandessíssimos mé(r)dia, para depois as elites me(r)diáticas continuarem a guinchar que o voto anti-imigrante não tem justificação nenhuma, pois se essas elites tanto se esforçam por sistematicamente esconder factos destes, e até tem directivas ao nível oficial para abafar estas notícias, como é que o «povinho» pode «adivinhar» que acontecem?...