O imigrante marroquino de segunda geração Salim El Koudri, que teria atropelado várias pessoas em Modena, Itália, no domingo, enviou uma série de e-mails violentos para a Universidade de Modena em 2021. Os e-mails continham mensagens hostis como "Seus bastardos cristãos... Vocês e o vosso Jesus Cristo, eu vou queimá-lo." A ameaça adicional só aumentará a pressão sobre as autoridades italianas, que não conseguiram impedir o ataque. Koudri foi preso após supostamente conduzir um Citroën C3 pelo centro da cidade, onde atropelou sete pessoas e deixou duas vítimas com ferimentos tão graves que precisaram de ter os membros inferiores amputados. Uma das vítimas permanece em estado grave. Rinaldo Frignani relata que o autor do ataque em Modena, que actualmente está preso, entrou em contacto com a alta administração da universidade onde concluiu a sua graduação em administração de empresas para solicitar um emprego. A investigação concentrou-se principalmente nessas mensagens chocantes, incluindo uma em que ele escreveu: “Seus bastardos cristãos… vocês e o vosso Jesus Cristo (escrito em minúsculas) na cruz, queimá-lo-ei.”
Este e-mail foi enviado a 27 de Abril, há cinco anos, como parte de uma série de e-mails dirigidos à universidade, de acordo com o jornal italiano Corriere. Os investigadores estão a analisar quatro destas mensagens para reconstruir o seu perfil psicológico. Estão a tentar estabelecer se o recente ataque no centro da cidade da Emília-Romanha foi um acto de emulação, imitando massacres semelhantes realizados por indivíduos na Europa. Em alguns casos, tratava-se de indivíduos com problemas de saúde mental, mas muitos dos ataques envolveram extremistas islâmicos.
O e-mail teria sido enviado devido ao desejo do homem de trabalhar na universidade. Naquela mesma noite, ele afirmou claramente: "Quero trabalhar". Ele exigiu um cargo compatível com as suas qualificações, escrevendo: “Vocês têm de me contratar como escriturário, não como operário de armazém — entenderam? E aqui mesmo em Modena, não no meio do nada, onde você fica com 500 euros por mês no bolso, se tiver sorte”, antes de repetir: “Eu quero trabalhar”. Apesar das ameaças repletas de ódio, ele posteriormente enviou e-mails de acompanhamento com pedidos de desculpas à administração. "Peço desculpas pela minha grosseria", escreveu ele num dos e-mails subsequentes.
A sua mensagem final pareceu adoptar um tom mais civilizado, escrevendo: “Não consigo encontrar um emprego compatível com os meus estudos e não sei o que fazer. Estou sozinho; tenho 27 anos e moro com os meus pais imigrantes. O que me aconselha a fazer? Obrigado.”
As autoridades estão actualmente a examinar este aspecto da sua personalidade, juntamente com os dados recuperados do seu telemóvel. Estão a investigar vários factores, como o seu desemprego crónico, e aguardando também uma resposta da Meta sobre as postagens em redes sociais que a plataforma removeu nos últimos meses por violações das suas políticas. A gigante da comunicação digital optou, então, por desactivar permanentemente a sua conta na noite de sábado.
Segundo o jornal Il Giornale , El Koudri disse aos investigadores: "Sou intimidado, marginalizado e vivo num país racista." El Koudri nasceu em Seriate, perto de Bergamo, filho de pais marroquinos, e vivia sozinho em Ravarino, na província de Modena. Está desempregado, é formado em economia e não possui antecedentes criminais. Em 2022, recebeu tratamento psiquiátrico para transtorno de personalidade esquizoide.
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Fonte: https://rmx.news/article/you-christian-bastards-you-and-your-jesus-ill-burn-him-italy-car-ram-attacker-salim-el-koudri-threatened-university-staff-with-violent-emails-5-years-ago/* * *
E, por causa de um esterco destes, que não se consegue controlar e não admitia estar na mesma situação que milhões de outros europeus que ocupam postos de trabalho abaixo do seu nível de estudos, por causa dele duas pessoas ficaram sem pernas.
Mais um crime que cai sobre as cacholas de quem importa imigração do terceiro-mundo à tripa-forra - e não a expulsa ao menor sinal de perigo, e um claro sinal de perigo foram os seus e-mails de ameaça que, pelos vistos, nem na prisão o meteram, pelo que se deduz do último parágrafo do texto: «não tem antecedentes criminais». Ai ele é isso... ai «não tem antecedentes criminais»... portanto, ameaça de violência com teor doutrinal, repetida, não é crime...
Nem sequer está em causa se o fulano era islamista ou não. Sucede que quis manifestar desrespeito e ódio por aquilo que lhe parece, na sua miopia, ser o cerne e o topo do país onde vive, Jesus Cristo. Já a maior parte dos Italianos não liga grande coisa a JC, mas, repita-se, a questão não é esta e sim a intenção de ofender e destruir o que lhe parece ser «a alma» do País onde vive, isto porque, note-se, não lhe dão um trabalho que ele quer e porque se sente racialmente discriminado, se calhar houve alguém que lhe disse que ele era um italiano como outro qualquer e ele acreditou, depois viu que, na prática, a maioria caga de alto em tal classificação, visto que ele não é europeu.
Pode ser que alguém um dia pague por tudo isto, e não deverá ser só ele mas também quem criou condições para que ele não fosse de imediato expulso assim que mostrou merecê-lo.
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