segunda-feira, maio 04, 2026

MAIS INTERACÇÃO MULTICULTURAL - NA ALEMANHA, ÁRABE SAFA-SE DA PILDRA DEPOIS DE ASSASSINAR ADOLESCENTE UCRANIANA

Eis, então, mais uma «surpresa» multicultural, caros leitores:

A mãe de uma refugiada ucraniana de 16 anos que foi empurrada para a morte na frente de um comboio por um imigrante iraquiano disse que já não acredita no sistema judiciário alemão depois de o iraquiano ser poupado da prisão e enviado para um hospital psiquiátrico.
Liana K. foi morta na estação de Friedland, na Baixa Saxónia, em Agosto de 2025, depois de Muhammed A., solicitante de asilo iraquiano de 31 anos que teve negado o seu pedido, a empurrar para os trilhos diante de um comboio de carga em movimento.
A adolescente, que tinha fugido da guerra na Ucrânia, estava a conversar com o avô na estação momentos antes do ataque.
Um tribunal em Göttingen decidiu na Mércores que Muhammed A. seria internado permanentemente em instituição psiquiátrica de segurança máxima, após a promotoria argumentar que ele sofria de esquizofrenia paranoide e não poderia ser responsabilizado criminalmente pelo assassínio. As provas de ADN ligaram-no a Liana, com vestígios encontrados no ombro da adolescente, disseram os promotores.
A sua mãe, Alisa K., reagiu com raiva após a sentença, declarando ao jornal Junge Freiheit que desejava que o homem que matou a sua filha fosse condenado a prisão perpétua. “Como deveria eu sentir-me? Sinto-me péssima. Agora ele vai para um hospital psiquiátrico. Eu queria que o assassino da minha filha fosse para a prisão. Deveria ser uma sentença sem possibilidade de liberdade condicional”, disse ela. Acrescentou que se recompôs pelo bem da filha e que agora está preparada para continuar a batalha judicial. “Sim, pretendo recorrer. Discordo da decisão do tribunal. Se necessário, estou preparada para recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos e a qualquer outro tribunal de recurso para alcançar justiça não só para a minha Liana, mas também para todas as outras vítimas cujos agressores permaneceram impunes até agora”, disse ela.
O caso intensificou a indignação contra o sistema de asilo e deportação da Alemanha, após ter sido revelado que Muhammed A. não tinha direito legal de permanecer no país. Chegou à Alemanha em 2022 e solicitou asilo, mas o seu pedido foi negado. Estava sujeito a uma ordem de deportação executável desde Março de 2025 e vivia no centro de refugiados de Friedland na altura do assassínio. Semanas antes da morte de Liana, estava sob custódia em Hanover e deveria ser transferido para a Lituânia, o país da UE por onde entrou no bloco. No entanto, um tribunal rejeitou a sua deportação e ele foi libertado de volta para a Baixa Saxónia. Liana foi assassinada três semanas depois.
Alisa K. afirmou que as famílias das vítimas tiveram de arcar com o ónus financeiro do processo judicial, enquanto os custos do agressor foram cobertos“Infelizmente, todas as custas judiciais do agressor são cobertas, enquanto nós – quero dizer, nós, as partes afectadas, as vítimas – temos de arcar com tudo isto sozinhos. Não temos os fundos necessários e, portanto, somos obrigados a pedir doações aos cidadãos comuns e ao público em geral para cobrir as custas judiciais”, disse ela. Questionada se ainda acreditava no Estado de Direito alemão, ela respondeu: "Não, já não acredito no sistema judiciário alemão." “Aqui, as pessoas são severamente punidas por estacionamento ilegal ou descarte inadequado de lixo, mas assassinos são enviados para hospitais psiquiátricos para que se possam recuperar à custa de cidadãos normais e honestos que pagam os seus impostos em dia”, acrescentou ela.
A co-líder do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), Alice Weidel, criticou a decisão no início deste ano, depois de os promotores sinalizarem que buscariam o internamento psiquiátrico em vez de uma pena de prisão, uma medida agora aprovada pelos tribunais. “O iraquiano que estava sujeito à deportação na altura do crime e que matou Liana empurrando-a para a frente de um comboio de carga ficará impune”, escreveu Weidel no X. “Nenhuma sentença exemplar, nenhuma prisão seguida de deportação — em vez disso, o contribuinte terá que arcar com os custos do internamento do criminoso em hospital psiquiátrico. Isto é um escândalo!
Muhammed A. entrou ilegalmente na União Europeia pela Lituânia em Agosto de 2021, onde solicitou asilo alegando ser homossexual e temer ser executado no Iraque. O seu pedido foi rejeitado duas vezes.
A Alemanha apresentou posteriormente um pedido de Dublin para que ele fosse devolvido à Lituânia, mas o processo foi atrasado por contestações judiciais. Ele também já tinha chamado a atenção das autoridades anteriormente. Em Novembro de 2024, foi condenado por um acto exibicionista após abordar uma mulher, passar o braço em volta dela, abrir o zípe da calça e expôr-se. Foi multado, mas a pena foi considerada muito leve para gerar antecedentes criminais que pudessem afectar ainda mais a sua situação imigratória.
A mãe de Liana disse que o caso a deixou com medo pela segurança dos filhos que sobreviveram e exigiu que o governo alemão mudasse de rumo: “A situação chegou a um ponto em que tenho medo pelos meus outros filhos quando eles saem sem mim”, disse ela. “Quero dizer ao governo: Abram os olhos e reconsiderem as vossas prioridades! Porque com essa atitude, vocês estão a destruir o próprio país! Precisamos de finalmente proteger as nossas crianças e criar para elas um mundo seguro.”
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Fonte: https://rmx.news/germany/im-afraid-for-my-other-children-mother-of-ukrainian-teen-shoved-under-train-by-iraqi-migrant-slams-german-justice-system-after-killer-dodges-prison/

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Mais uma notícia que não vereis nos grandessíssimos mé(r)dia nem vai haver alegadas feministas a guinchar que é «feminicídio!» cometido por um representante do patriarcado mais violento do planeta nem nada que se pareça...