ALEMANHA - CRESCIMENTO DO ISLÃO NAS ESCOLAS POR MEIO DA IMINVASÃO VIOLENTA
Um proeminente assistente social de Berlim fez um alerta contundente de que o sistema escolar alemão está a criar "mini-islamistas", alegando que alguns estudantes muçulmanos estão a impor as suas rígidas normas religiosas aos colegas e a criar um clima de medo nas salas de aula. Wolfgang Büscher, porta-voz da organização beneficente para jovens Arche, afirmou que funcionários de toda a organização estão a relatar cada vez mais casos de bullying religioso ligados à crescente influência do Islamismo político entre os jovens: “Quero alertar a sociedade: a pressão que o Islamismo político exerce sobre os colegas por meio de crianças muçulmanas nas nossas escolas está constantemente a aumentar”, disse ele à revista Focus, acrescentando que os educadores estão a ver o surgimento de “pequenos muçulmanos radicais, mini-islamistas”. Segundo Büscher, o problema é mais visível em áreas desfavorecidas, onde algumas escolas têm populações estudantis com até 90% de origem imigrante. Nesses ambientes, disse ele, os alunos que não seguem práticas religiosas rigorosas — incluindo outros muçulmanos — são ostracizados, assediados e, em alguns casos, pressionados a converter-se.
Ele também apontou para comunidades específicas, afirmando que a questão não é motivada por estudantes de origem turca, mas sim por aqueles com raízes familiares em regiões como Palestina, Gaza, Síria e Iraque. Nesses casos, os estudantes que não aderem a interpretações rígidas do Islão são rotulados de “infiéis” e sujeitos a intimidação.
A sua intervenção ocorre enquanto as autoridades de Berlim aguardam o resultado de um estudo de grande escala sobre violência e conflitos nas escolas, encomendado pela senadora da Educação Katharina Günther-Wünsch e que abrange cerca de 450 escolas.
Tentativas anteriores de lidar com tensões religiosas fracassaram devido à pressão de organizações islâmicas. Em 2021, o autarca de Neukölln, Martin Hikel, tentou criar um gabinete de denúncias para comportamentos religiosos de confronto, mas a iniciativa foi abandonada após críticas de que poderia estigmatizar estudantes muçulmanos.
Apesar das crescentes evidências, Büscher disse que não espera grandes mudanças. "Independentemente do que o estudo revele, no final das contas haverá falta de coragem", afirmou, argumentando que não existe nem vontade política nem financiamento para enfrentar o problema de frente.
Ele sugeriu redistribuir os alunos das escolas mais afectadas para outras com menor concentração de alunos imigrantes como uma possível solução, com o apoio de transporte subsidiado. No entanto, reconheceu que tais medidas enfrentarão provavelmente forte oposição.
“O islamismo político poderá tornar-se num problema muito maior em poucos anos se medidas preventivas não forem tomadas agora”, acrescentou Büscher.
Como noticiado pela Remix News no mês passado, um estudo recente do Departamento Federal de Polícia Criminal da Alemanha revelou que 45,1% dos muçulmanos com menos de 40 anos exibem o que descreveu como “atitudes islamistas latentes ou manifestas”, incluindo o apoio à lei islâmica (charia) em detrimento da Constituição. O político do Partido Democrático Liberal (FDP), Wolfgang Kubicki, classificou as conclusões como uma “bomba-relógio social”.
Casos individuais também chamaram a atenção. Em Berlim, o professor Oziel Inácio-Stech disse ter sofrido meses de abusos e ameaças por parte de alunos após revelar que era casado com um homem. "Estou a viver um pesadelo", disse ele, descrevendo o impacto na sua saúde mental.
Os alunos começaram a espalhar boatos, recusando-se a assistir às suas aulas e gritando pelas portas das salas de aula que ele era uma “vergonha para a família” e “impuro”. Um aluno chegou a dizer-lhe sem rodeios: “Seu gay, vaza daqui. Aqui quem manda é o Islão.”
Em Julho do ano passado, a Associação Alemã de Educação e Formação defendeu a expansão do ensino religioso islâmico nas escolas, argumentando que um ensino estruturado poderia proporcionar equilíbrio e reduzir o apelo de interpretações extremistas. Uma iniciativa semelhante foi observada em Espanha, onde, no ano passado, foi noticiado que aproximadamente 200 escolas na comunidade autónoma da Andaluzia passaram a incluir o Islão no seu currículo, o que gerou indignação por parte da secção local do partido nacionalista Vox, que alegou que o Estado havia “sucumbido à imigração em massa”.
Preocupações semelhantes foram levantadas em outras partes da Europa. Na Áustria, o educador veterano Christian Klar alertou para o aumento das tensões religiosas e dos incidentes anti-semitas nas escolas, particularmente em áreas com grande população ímigrante.
“A cultura islâmica tem valores básicos completamente diferentes dos nossos. Acredito que os nossos valores básicos, a nossa sociedade aberta e liberal, representam o modo de vida correcto e melhor”, alertou Klar. “Esta é uma forma de vida diferente (...) e aborda, por exemplo, a igualdade entre homens e mulheres, o combate à violência e a defesa da honra familiar. Acho que precisamos de nos posicionar firmemente contra isto.”
No mês passado, o Remix News noticiou um caso ocorrido em Viena, no qual um estudante cristão, o único da turma, foi repetidamente chamado de "porco" por estudantes muçulmanos e sofreu assédio constante.
Na escola em questão, 230 dos 390 alunos são muçulmanos, quase 60%. No total, a escola tem 99% de alunos com origem imigrante. Apenas cinco dos 390 alunos não têm origem imigrante.
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Fonte: https://rmx.news/article/intervene-now-or-regret-it-berlin-youth-leader-warns-german-schools-are-a-breeding-ground-for-mini-islamists-who-force-their-religion-on-others/


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