ALEMANHA - MINISTRA DA JUSTIÇA QUER QUE NÃO PAGAR BILHETE NOS TRANSPORTES DEIXE DE SER CRIME...
A evasão de tarifas nos transportes públicos alemães tem aumentado constantemente na última década, com estrangeiros representados de forma desproporcional nas estatísticas, mas, em vez de reprimir o problema, a ministra da Justiça da Alemanha pediu a descriminalização da evasão de tarifas.
Stefanie Hubig, do Partido Social Democrata (SPD), argumentou que processar passageiros por viajarem sem bilhete sobrecarrega desnecessariamente o sistema judicial, questionando se aqueles que não podem pagar multas deveriam ser presos. Ela afirmou que os tribunais estão sobrecarregados com casos menores que consomem tempo e recursos, os quais poderiam ser melhor direccionados para questões criminais mais graves, uma visão não partilhada pelos operadores de transportes públicos. “Do meu ponto de vista, existem bons motivos para a descriminalização”, disse ela, acrescentando que os legisladores devem considerar se a evasão de tarifas deve continuar a ser tratada como crime.
Conforme noticiado pelo Bild, viajar sem bilhete válido constitui crime, nos termos do artigo 265a do Código Penal. Os infractores estão sujeitos a multas ou pena de prisão de até um ano, e aqueles que não têm condições de pagar podem ser encarcerados sob penas alternativas à prisão. Anualmente, entre 7000 e 9000 pessoas são presas apenas com base nessa disposição legal.
Alguns argumentam que o sistema é ineficiente e socialmente contraproducente. A Ordem dos Advogados da Alemanha apoiou os apelos pela descriminalização, com especialistas jurídicos questionando se a punição traz algum benefício significativo para a sociedade. Eles argumentam que a abordagem actual afecta desproporcionalmente os indivíduos mais pobres, ao mesmo tempo que oferece um valor dissuasor limitado.
Parlamentares dos Partidos Verde e de Esquerda já apresentaram um projecto de lei para eliminar as penalidades criminais por evasão de tarifas e, em vez disso, tratá-la como uma infracção civil.
No entanto, a proposta foi ridicularizada pelos conservadores, que argumentam que o enfraquecimento da fiscalização envia uma mensagem errada num momento em que o descumprimento das regras nos transportes públicos já está a aumentar. O deputado da CDU, Günter Krings, rejeitou a iniciativa, afirmando que não haverá fim para a punição criminal sob a coligação CDU/CSU.
Operadores de transporte público alertaram que a remoção das penalidades criminais apenas encorajaria ainda mais os evasores de tarifas, especialmente os reincidentes, enquanto deixaria as empresas e os passageiros cumpridores da lei arcando com as consequências financeiras.
Em algumas regiões, como no Estado da Turíngia, no leste do país, fiscais e cobradores teriam recebido ordens para evitar a verificação de bilhetes devido ao aumento da violência contra os funcionários.
Em 2023, o sistema ferroviário alemão testemunhou uma explosão de violência, com 75 crimes violentos e sexuais por dia. Foram registados 25640 crimes violentos em 2023, um aumento de 42% em relação a 2019. Houve 1898 crimes sexuais, um aumento de 60%, e 555 crimes com faca.
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Pois o que as Esquerdas e sectores afins mais querem é mesmo isto, o enfraquecimento da autoridade no espaço público, o que só beneficiará a parte da população mais violenta e conflituosa, que é, por coincidência, a dos alógenos terceiro-mundistas. Eis pois uma maneira agradável, simpática e cultural de fomentar a «integração», enquanto por outro lado se «reduz» extraordinariamente a criminalidade, pelo menos nos registos oficiais, que é isso que mais conta quando for altura de mostrar os cabrões dos números ao «povinho», e depois se algum oponente político diz «ah, mas isso foi porque agora andar à borla nos transportes já não é crime», isso é explicação demasiado comprida e parece um detalhe de menor relevância, e assim segue mais lesta a epopeia de impingir iminvasão ao «povinho»...


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