quarta-feira, fevereiro 11, 2026

UE - GRANDE VITÓRIA NACIONALISTA NO PARLAMENTO EUROPEU CONTRA A IMINVASÃO

Ewa Zajączkowska-Hernik, a eurodeputada que encabeçou esta vitória do Nacionalismo na UE

O Parlamento Europeu aprovou novas regulamentações para reforçar a política da UE em matéria de migração e asilo, incluindo o conceito de "país terceiro seguro", com 396 eurodeputados a favor das alterações e 226 contra.
As novas regras permitirão que os Estados-Membros da UE considerem inadmissíveis os pedidos de asilo se o requerente tiver transitado por um país considerado “seguro”, onde poderia ter procurado protecção. Também facilitam a transferência de requerentes de asilo para países terceiros (fora da UE), mesmo que o requerente não tenha qualquer ligação directa com esse país, desde que exista uma ligação de trânsito ou vínculo semelhante.

A eurodeputada da Confederação, Ewa Zajączkowska-Hernik, recorreu ao canal X para celebrar a vitória e explicar o que significa isto para a imigração:

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Fonte: https://rmx.news/poland/no-more-asylum-tourism-right-wing-victory-in-brussels-as-eu-parliament-votes-to-ease-transfer-of-migrants-to-third-countries/


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CONSEGUIMOS! ❗️ Acabamos de GANHAR a votação crucial no Parlamento Europeu sobre a aplicação do conceito de "país terceiro seguro" no qual tenho trabalhado nos últimos meses! ✌️🇵🇱
Por favor, partilhe e divulgue isto para que o máximo de pessoas possível fique a saber, porque os grandes média estão em silêncio!
Apesar das tentativas desesperadas de sabotagem da esquerda, dos Verdes e dos Socialistas, conseguimos romper o muro e demos aos Estados-Membros uma arma real na luta contra a imigração ilegal. Chega de impotência e de procedimentos burocráticos fictícios!
O que mudou?
❌ Acaba-se com os abusos – não precisamos mais de procurar por "laços especiais" que um imigrante tenha com um determinado país. Se eles entraram na UE em trânsito por um país seguro (por exemplo, Turquia ou Tunísia), o seu pedido de asilo é inadmissível. Eles devem retornar imediatamente!
🛡️ Acaba-se com o "turismo de asilo" – recorrer de uma decisão não mais impedirá automaticamente a deportação. Chega de anos a viver de graça à custa do contribuinte enquanto advogados de esquerda prolongam o processo.
🤝 Soberania nos acordos – A Polónia e outros Estados-membros obterão o direito de celebrar os seus próprios acordos com países terceiros sobre o retorno de imigrantes. Bruxelas não mais poderá bloquear as nossas negociações; basta informá-los antes que o acordo entre em vigor.
🔒 Detenção enquanto aguarda remoção – Os Estados agora podem usar restrições e detenção para impedir que os imigrantes se "dissolvam" no sistema antes da deportação. A segurança dos cidadãos é uma prioridade.
Este é o primeiro passo para deter a imigração ilegal e em massa! Trabalho para vocês e mostro que o direito pode vencer na luta pela segurança dos nossos cidadãos e das nossas fronteiras! 🇵🇱
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Fonte: https://x.com/EwaZajaczkowska/status/2021272746336936173?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2021272746336936173%7Ctwgr%5E63307cf440f630f899407c10b49f1c98e0723ca8%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frmx.news%2Fpoland%2Fno-more-asylum-tourism-right-wing-victory-in-brussels-as-eu-parliament-votes-to-ease-transfer-of-migrants-to-third-countries%2F

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Urge divulgar o sucedido, caros leitores, para que se celebre em todos os lares da Nação onde haja verdadeira consciência nacional e para que se perceba que a resistência à iminvasão é possível, e, também, para que se entenda que afinal a UE está já a ser útil aos verdadeiros nacionalistas europeus.



12 Comments:

Blogger Afonso de Portugal said...

Repare-se que isto foi conseguido através do Parlamento Europeu, não através da Comissão Europeia. É por isso que eu defendo que a Comissão devia ser pura e simplesmente extinta e o Conselho devia ser apenas um órgão consultivo, se tanto.

Só o Parlamento Europeu tem a legitimidade concedida pelo voto popular e, concomitantemente, só o Parlamento Europeu tem o potencial de um dia vir a ser maioritariamente nacionalista.

12 de fevereiro de 2026 às 13:31:00 WET  
Blogger Caturo said...

Sim, concordo por inteiro, seria uma UE muito mais democrática e menos controlada pelas elites.

12 de fevereiro de 2026 às 23:39:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

No entanto foi a Comissão Europeia que abriu um processo contra Portugal pela politica imigracionista de descalabro da geringonça com a CPLP (vistos): https://sicnoticias.pt/pais/2023-10-03-Comissao-Europeia-abre-processo-contra-vistos-CPLP-em-Portugal-20fe6cb0

13 de fevereiro de 2026 às 14:18:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

A Comissão Europeia tem de ser aprovada por maioria pelo Parlamento Europeu, logo, com um parlamento nacionalista, a comissão também o passaria a ser.

Não está muito longe do que temos por cá: nós não votamos num governo ou num Primeiro-Ministro, votamos num representante distrital na assembleia que aprova ou não um governo e um Primeiro-Ministro.

13 de fevereiro de 2026 às 18:36:00 WET  
Blogger Afonso de Portugal said...

E esse processo deu em quê, exactamente? Em nada, como não podia deixar de ser! Nestas coisas, convém olhar para os efeitos práticos, as consequências, as sanções. Não havendo consequências, então o processo é pífio, na melhor das hipóteses… e para inglês ver, na hipótese mais provável.

Porém, quando é para favorecer a imigração, as penalizações de facto aparecem num instante. Por exemplo, a multa de 8,4 milhões de euros que a CE aplicou a Portugal recentemente por não acolher imigrantes:

https://observador.pt/2026/01/12/para-evitar-receber-420-requerentes-de-asilo-governo-paga-84-milhoes-de-euros-a-bruxelas/


Para não mencionar a multa escandalosa que o TJUE aplicou à Hungria, aplicando leis concebidas pela CE, pelo mesmo motivo, uns míseros 200 milhões de euros:

https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/pm-hungaro-diz-que-multa-de-200-milhoes-de-euros-de-tribunal-europeu-e-escandalosa-e-inaceitavel


Outro exemplo igualmente flagrante, a mesma CE que abriu o processo por “excesso de imigração” a Portugal, autorizou depois o governo português a suspender o controlo de fronteiras em nome do Natal:

https://observador.pt/2025/12/06/sistema-de-controlo-de-fronteiras-podera-ser-suspenso-no-natal-para-evitar-filas-nos-aeroportos/


E aqui fica outro exemplo mais recente. O Costa e a von der Leyen foram à Índia em Janeiro e assinaram um acordo que, entre muitas outras coisas, prevê a “mobilidade de trabalhadores qualificados” da Índia para a Europa:

https://sicnoticias.pt/economia/2026-01-27-video-o-que-preve-o-mega-acordo-comercial-entre-a-ue-e-a-india--8625e2d5


E, é claro, temos o orwelliano Regulamento dos Serviços Digitais (RSD), proposto inicialmente pela CE, cuja transposição para a legislação nacional nos proporcionou a mais recente lei de censura das redes sociais, com os portugueses a terem, no futuro, de apresentar a sua chave móvel digital para poderem aceder a blogues como este:

https://observador.pt/2026/02/11/livre-acesso-as-redes-sociais-e-plataformas-sera-vedado-a-menores-de-16-anos/


Para além de muitas outras iniciativas que visam limitar fortemente a liberdade de expressão dos europeus:

https://brussels.mcc.hu/uploads/default/0001/01/9fcfc904bd2e930bef107b7725b7f3ff9d0779d0.pdf


Em suma, quando se procura determinar a benignidade de uma entidade, é preciso olhar para tudo o que ela faz, não apenas para o que nos parece bom. O historial da CE, bem como das restantes instituições não-eleitas da UE, Conselho Europeu, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas Europeu, etc., mostra um viés fortemente pró-imigração, não contra.

E eu escrever isto não é estar contra a UE. É eu estar contra a CE, o que é totalmente diferente. Um modelo de governação em que os líderes mais poderosos da EU não têm que se sujeitar a eleições mediante sufrágio universal é um modelo em que os derrotados e os corruptos podem sempre chegar ao poder e, ainda pior do que isso, tomar as rédeas do destino dos europeus.

16 de fevereiro de 2026 às 13:09:00 WET  
Blogger Afonso de Portugal said...

«(…) com um parlamento nacionalista, a comissão também o passaria a ser.»

Não necessariamente. Como pareces saber, é o Conselho Europeu – e não o Parlamento Europeu – que, na ausência ou perante a rejeição de candidatos, sugere/nomeia os integrantes da Comissão Europeia. Isto significa que, mesmo com uma maioria de deputados nacionalistas no PE, ainda será possível ao Conselho nomear alguém anti-nacionalista ou, pelo menos, não tão nacionalista como seria desejável.

Foi assim que o Barroso e a von der Leyen chegaram a Presidentes da CE. No seu primeiro mandato, eles nunca integraram nenhuma lista eleita por sufrágio popular, foram simplesmente indicados pelo Conselho. E o “nosso” Costa das Índias também lá chegou através de um processo semelhante, em que houve acordo entre a CE e o Conselho, sem que o Costa se tivesse sujeitado a eleições.

O problema com este processo é que se presta a abusos. Quando “foi eleita”, em 2019, a von der Leyen estava a ser investigada na Alemanha por contratos fraudulentos enquanto Ministra da Defesa. E o Josep Borrell, que serviu como vice-presidente durante o primeiro mandato da von der Leyen, tinha sido condenado em Espanha por insider trading. Já o “nosso” Costa estava a ser investigado no âmbito da “operação influencer”. Há muitos outros casos semelhantes.

Se tivessem de se sujeitar a um sufrágio popular, estas pessoas teriam sido muito provavelmente rejeitadas. Mas, mediante o processo em vigor, entraram pela porta do cavalo, fizeram um bypass à vontade dos europeus e agora representam a Europa ao mais alto nível.



«Não está muito longe do que temos por cá»

Pelo contrário, está muitíssimo longe do que temos em Portugal. Aqui em Portugal, é um dado adquirido que o Primeiro-ministro a indigitar é o secretário-geral do partido vencedor. A única excepção foi a ‘geringonça’, mas até mesmo nesse caso o Costa era o líder do maior partido da coligação.

O que a UE fez é o exacto oposto. Os europeus não sabem, nem têm forma de saber quem vão ser os futuros Presidentes da CE e do Conselho Europeu. O processo é tudo menos transparente e os membros do Conselho tendem a favorecer os amigalhaços caídos em desgraça nos seus países de origem.

E outra coisa, quando votamos em legislativas, não votamos num representante distrital, votamos num representante nacional. A constituição é bem clara a esse respeito:

«Artigo 152.º
Representação política~
1. A lei não pode estabelecer limites à conversão dos votos em mandatos por exigência de uma percentagem de votos nacional mínima.

2. Os Deputados representam todo o país e não os círculos por que são eleitos.
»

16 de fevereiro de 2026 às 13:13:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Afonso de Portugal, Como se costuma dizer, "Roma e Pavia não se fizeram num dia", ter o respaldo da comissão europeia contra os vistos da CPLP, não só reforçou a visão que por exemplo o Chega tinha afirmado: https://www.youtube.com/watch?v=0W84O8VJ1ic o que lhe serviu de "arma" politica para uso doméstico, como solidificou a mesma na opinião publica, reforçando o campo de resistência na medida do possível a qualquer projecto imigracionista e que certamente ajudou o Chega a ter os resultados que teve em 2024, 2025 e 2026. Se não teve 'resultados praticos' nenhuns, o que é discutível - todos ouvimos o que o PSD diz e fez para tentar ganhar o eleitorado do Chega: https://postimg.cc/PpYRK7dY . Se na prática, pouco mudou, ou o que mudou não foi substancial ou não - é precisamente porque quem nos governa continua a colaborar com tal, mas reforçou o campo de quem resiste a tais politicas imigracionistas e vindo dos que supostamente iriam estar do lado do que foi definido

18 de fevereiro de 2026 às 12:54:00 WET  
Blogger Caturo said...

«reforçou o campo de quem resiste a tais politicas imigracionistas» «o que lhe serviu de "arma" politica para uso doméstico,»

Exactamente, é assim que se vai construindo Roma e Pavia, tijolo a tijolo.

18 de fevereiro de 2026 às 22:46:00 WET  
Blogger Afonso de Portugal said...

«e não teve 'resultados praticos' nenhuns, o que é discutível»

Ninguém votou no Chega por causa da Comissão Europeia. Os portugueses, na sua esmagadora maioria, nem sequer sabem o que é a Comissão Europeia, nem são capazes de nomear as suas competências sem irem a correr ao ChatGPT.

Volto a insistir: ver apenas o pouco de positivo que fez a CE e recusar-se a ver as montanhas de negativo que nos impôs é miopia, na melhor das hipóteses, e extrema desonestidade, na hipótese mais provável.

Uma coisa é defender a UE sob a justificação de que precisamos do resto da Europa para mitigar o minho-timorismo doentio que, infelizmente, ainda é a norma em Portugal. Estou plenamente de acordo a esse respeito. Somos um país demasiado pequeno e demasiado saudosista dos tempos do Império.

Outra coisa completamente diferente é legitimar a CE em nome desse objectivo. A UE não é a CE e não tem nada que ser a CE. Aliás, se não houvesse CE, é bem possível que o Brexit nunca tivesse ocorrido, porque um dos grandes argumentos dos defensores do Brexit foi precisamente a falta de transparência e a corrupção da CE e do Conselho.


«todos ouvimos o que o PSD diz e fez para tentar ganhar o eleitorado do Chega»

Isso não teve nada a ver com a CE. Teve única e exclusivamente a ver com o Chega e com o trabalho do Chega.


«mas reforçou o campo de quem resiste a tais politicas imigracionistas e vindo dos que supostamente iriam estar do lado do que foi definido»

Não só não é líquido que tenha reforçado grande coisa, como o prejuízo decorrente das coisas más que a CE tem feito ao longo dos anos excede largamente o pequeno benefício desse reforço.

O que o PSD fez em relação à imigração teria sido sempre feito para combater o Chega. Não foi feito por causa da CE, mesmo que o processo da CE tenha ajudado um bocadinho.

A prova de que a CE não está interessada em acabar com a imigração é que continua a impor quotas – e multas – aos estados-membros que se recusam a receber imigrantes. Se seguirmos a tua lógica, então a CE está a reforçar os argumentos do PS e da extrema-esquerda.

A explicação para o que aconteceu é muito simples: a CE não está de todo contra a imigração, mas percebeu que o ritmo a que a imigração se estava a processar em Portugal, num contexto de crescimento do Nacionalismo na Europa, era insustentável. Já havia líderes de outros países a queixar-se da política de vistos de Portugal, como por exemplo a primeira-ministra dinamarquesa. Ou seja, a CE cedeu porque estava a ser pressionada, não por convicção ideológica.

À primeira oportunidade (época de Natal), a CE permitiu imediatamente que Portugal reabrisse as fronteiras. Foi tudo uma encenação, ou pouco mais do que isso. E ainda estamos para ver os números actualizados da imigração desde que o PSD chegou ao poder…

19 de fevereiro de 2026 às 12:36:00 WET  
Blogger Caturo said...

«continua a impor quotas – e multas – aos estados-membros que se recusam a receber imigrantes»

Não é tanto assim. A CE impõe a distribuição de refugiados pelos vários países europeus, mas isto diz respeito aos refugiados que já entraram. Entretanto, a Dinamarca tem uma política de imigração cada vez mais restritiva e a CE não a castiga.

20 de fevereiro de 2026 às 03:43:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Afonso de Portugal, diz-me uma só medida/politica feita pela UE, ou imposta pela UE a Portugal, via CE ou via o que for, que tenha resultado no que se tem visto de imigração massiva em Portugal, a resposta, é zero ou perto de zero. O caos imigratório que ocorreu em Portugal, sobretudo na ultima década, tem culpa única e exclusiva da 'nossa' própria classe politica. Quem é que fez a lei da nacionalidade mais fácil de toda a Europa? foram os "nossos" politicos na Geringonça, quem fez a Lei dos estrangeiros? quem fez os acordos com a CPLP? foram uma e outra vez a 'nossa' classe politica, nada disto foi-nos imposto ou definido por Bruxelas, pela CE, nada, nem a treta da distribuição de refugiados, pois teve quase zero impacto cá, sabes o que é a % de refugiados que Portugal recebeu? nem é 0,01% dos números de imigração que Portugal recebeu. Com isto para dizer, que as pessoas não votaram necessariamente Chega por causa do parecer da CE contra os vistos com a CPLP, mas deram ao Chega esse "campo moral", tanto que te mostrei um video do Presidente do Chega, a fazer uma conferencia de imprensa a explicar que "até a CE estava do lado dele". Convém percebermos que há muito boa gente, que ainda estava, ou ainda está, em cima do muro, a decidirem quem é que tem razão, e ao ouvirem que até a CE abre um processo contra Portugal por causa dos vistos da CPLP, faz o cidadão comum pensar: "Então se a até órgãos da UE, estão contra isto, imaginem bem o descalabro que tem sido o governo da Geringonça em matéria de imigração". Apenas e só isto, deu ao Chega respaldo argumentativo e daí a conferencia de imprensa do Ventura, quantas vezes não ouvi eu, isso ser dito e usado como argumento: "Qualquer dia somos expulsos de Schengen", ao ponto que o próprio governou andou semanas atarantado com isso, e teve que vir falar: https://observador.pt/2023/10/02/governo-diz-que-vistos-cplp-vao-continuar-a-rejeitar-qualquer-incompatibilidade-com-o-espaco-schengen/ Pois era isso que se dizia por todo o lado, se teve zero consequências na real politik, é porque continuamos a ser governados pelos mesmos, mas já têm menos margem de manobra, tanto que por exemplo uma Polónia está na UE e não tem as nossas leis da nacionalidade, nem este tipo de acordos. E eu não espero que a UE nos venha salvar, eu espero que os povos europeus possam dentro da UE mudar a mesma e a médio prazo, ajudarem-se uns aos outros para reverter as politicas de imigração, sem serem sancionados, e acho que toda a gente já percebeu qual é o caminho: https://www.eunews.it/en/2025/12/22/europe-2027-meloni-le-pen-and-others-possible-assault-of-the-right-in-brussels/

20 de fevereiro de 2026 às 17:24:00 WET  
Blogger Caturo said...

Exactamente, a Polónia está na UE e nem sequer recebe imigrantes, e até chapa no focinho do resto da maralha parlamentar o seu sucesso, como aqui se pode ver:
https://www.facebook.com/reel/4309488555963136
e, com a importância que a Polónia está a conquistar na UE (e na OTAN, que não está totalmente separada de tudo isto), sobretudo no campo militar, é pouco provável que a obriguem seja ao que for no que respeita à iminvasão. Aliás, se nem à pequena Dinamarca impõem imigração, quanto mais à Polónia.

Foi também com subtil contentamento que assisti à converseta do governo de 2023 a dizer que «não ia haver incompatibilidade entre o espaço Schengen e os vistos CPLP», porque isto é a tugaria governamental a mostrar que está a ser pressionada pela UE contra este nível de iminvasão.

Repito: isto não quer dizer que a elite da UE seja melhor que a tuga (portuguesa é outra coisa).
A elite é basicamente a mesma em todo o Ocidente.
O luso-tropicalismo é só uma versão diferente, local, da mesma mentalidade universalista anti-racista e, em muitos casos, pró-miscigenação, que também abunda noutros países, como bem se constata em França e nos EUA, no RU, etc.. Quando, em 2016, a BBC fez um desenho animado a representar a Britânia romana no qual se via um soldado romano negro com uma mulher branca (coincidência do camandro, a elite adora parelhas destas em todo o caralho de todo o Ocidente actual), isto quase de certeza que nada teve a ver com luso-tropicalistas...

O que tudo isto quer dizer é que, em vários países da UE, o Movimento Nacionalista já tem força suficiente para pôr a elite a ter cuidadinho com o excesso visível de imigração, porque
ou tem cuidadinho ou então perde (ainda) mais votos, é tão simples como isto,
enquanto por cá esta situação não era importante até uma época relativamente recente, por isso a elite de cá podia desfrutar de um poder e de uma impunidade que os seus colegas doutros países europeus não têm há bem mais de uma década. O PNR andou vinte anos a bradar contra a imigração, mas era muitíssimo fácil ignorar o PNR.

Há demasiado pessoal no Nacionalismo de cá que não percebe algo tão evidente, acham que nunca nada muda e que fica sempre tudo na mesma porque «eles» (os políticos) são «todos iguais». O nosso pessoal não percebe a Democracia, e isto não se aplica ao Afonso de Portugal, sucede simplesmente que o ódio à UE é maioritariamente redigido por observadores que não percebem mesmo a Democracia. O nosso pessoal não percebe que a Democracia funciona e a votação popular está já a influenciar o rumo da Europa contra a imigração, e se não o fez antes foi por manifesta incompetência de quem dirigia o Nacionalismo.

21 de fevereiro de 2026 às 16:28:00 WET  

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