UE - GRANDE VITÓRIA NACIONALISTA NO PARLAMENTO EUROPEU CONTRA A IMINVASÃO
Ewa Zajączkowska-Hernik, a eurodeputada que encabeçou esta vitória do Nacionalismo na UE
O Parlamento Europeu aprovou novas regulamentações para reforçar a política da UE em matéria de migração e asilo, incluindo o conceito de "país terceiro seguro", com 396 eurodeputados a favor das alterações e 226 contra.
As novas regras permitirão que os Estados-Membros da UE considerem inadmissíveis os pedidos de asilo se o requerente tiver transitado por um país considerado “seguro”, onde poderia ter procurado protecção. Também facilitam a transferência de requerentes de asilo para países terceiros (fora da UE), mesmo que o requerente não tenha qualquer ligação directa com esse país, desde que exista uma ligação de trânsito ou vínculo semelhante.
A eurodeputada da Confederação, Ewa Zajączkowska-Hernik, recorreu ao canal X para celebrar a vitória e explicar o que significa isto para a imigração:
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Fonte: https://rmx.news/poland/no-more-asylum-tourism-right-wing-victory-in-brussels-as-eu-parliament-votes-to-ease-transfer-of-migrants-to-third-countries/
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CONSEGUIMOS!
Acabamos de GANHAR a votação crucial no Parlamento Europeu sobre a aplicação do conceito de "país terceiro seguro" no qual tenho trabalhado nos últimos meses! 

Por favor, partilhe e divulgue isto para que o máximo de pessoas possível fique a saber, porque os grandes média estão em silêncio!
Apesar das tentativas desesperadas de sabotagem da esquerda, dos Verdes e dos Socialistas, conseguimos romper o muro e demos aos Estados-Membros uma arma real na luta contra a imigração ilegal. Chega de impotência e de procedimentos burocráticos fictícios!
O que mudou?
Este é o primeiro passo para deter a imigração ilegal e em massa! Trabalho para vocês e mostro que o direito pode vencer na luta pela segurança dos nossos cidadãos e das nossas fronteiras! 
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Fonte: https://x.com/EwaZajaczkowska/status/2021272746336936173?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2021272746336936173%7Ctwgr%5E63307cf440f630f899407c10b49f1c98e0723ca8%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frmx.news%2Fpoland%2Fno-more-asylum-tourism-right-wing-victory-in-brussels-as-eu-parliament-votes-to-ease-transfer-of-migrants-to-third-countries%2F
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Urge divulgar o sucedido, caros leitores, para que se celebre em todos os lares da Nação onde haja verdadeira consciência nacional e para que se perceba que a resistência à iminvasão é possível, e, também, para que se entenda que afinal a UE está já a ser útil aos verdadeiros nacionalistas europeus.


12 Comments:
Repare-se que isto foi conseguido através do Parlamento Europeu, não através da Comissão Europeia. É por isso que eu defendo que a Comissão devia ser pura e simplesmente extinta e o Conselho devia ser apenas um órgão consultivo, se tanto.
Só o Parlamento Europeu tem a legitimidade concedida pelo voto popular e, concomitantemente, só o Parlamento Europeu tem o potencial de um dia vir a ser maioritariamente nacionalista.
Sim, concordo por inteiro, seria uma UE muito mais democrática e menos controlada pelas elites.
No entanto foi a Comissão Europeia que abriu um processo contra Portugal pela politica imigracionista de descalabro da geringonça com a CPLP (vistos): https://sicnoticias.pt/pais/2023-10-03-Comissao-Europeia-abre-processo-contra-vistos-CPLP-em-Portugal-20fe6cb0
A Comissão Europeia tem de ser aprovada por maioria pelo Parlamento Europeu, logo, com um parlamento nacionalista, a comissão também o passaria a ser.
Não está muito longe do que temos por cá: nós não votamos num governo ou num Primeiro-Ministro, votamos num representante distrital na assembleia que aprova ou não um governo e um Primeiro-Ministro.
E esse processo deu em quê, exactamente? Em nada, como não podia deixar de ser! Nestas coisas, convém olhar para os efeitos práticos, as consequências, as sanções. Não havendo consequências, então o processo é pífio, na melhor das hipóteses… e para inglês ver, na hipótese mais provável.
Porém, quando é para favorecer a imigração, as penalizações de facto aparecem num instante. Por exemplo, a multa de 8,4 milhões de euros que a CE aplicou a Portugal recentemente por não acolher imigrantes:
https://observador.pt/2026/01/12/para-evitar-receber-420-requerentes-de-asilo-governo-paga-84-milhoes-de-euros-a-bruxelas/
Para não mencionar a multa escandalosa que o TJUE aplicou à Hungria, aplicando leis concebidas pela CE, pelo mesmo motivo, uns míseros 200 milhões de euros:
https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/pm-hungaro-diz-que-multa-de-200-milhoes-de-euros-de-tribunal-europeu-e-escandalosa-e-inaceitavel
Outro exemplo igualmente flagrante, a mesma CE que abriu o processo por “excesso de imigração” a Portugal, autorizou depois o governo português a suspender o controlo de fronteiras em nome do Natal:
https://observador.pt/2025/12/06/sistema-de-controlo-de-fronteiras-podera-ser-suspenso-no-natal-para-evitar-filas-nos-aeroportos/
E aqui fica outro exemplo mais recente. O Costa e a von der Leyen foram à Índia em Janeiro e assinaram um acordo que, entre muitas outras coisas, prevê a “mobilidade de trabalhadores qualificados” da Índia para a Europa:
https://sicnoticias.pt/economia/2026-01-27-video-o-que-preve-o-mega-acordo-comercial-entre-a-ue-e-a-india--8625e2d5
E, é claro, temos o orwelliano Regulamento dos Serviços Digitais (RSD), proposto inicialmente pela CE, cuja transposição para a legislação nacional nos proporcionou a mais recente lei de censura das redes sociais, com os portugueses a terem, no futuro, de apresentar a sua chave móvel digital para poderem aceder a blogues como este:
https://observador.pt/2026/02/11/livre-acesso-as-redes-sociais-e-plataformas-sera-vedado-a-menores-de-16-anos/
Para além de muitas outras iniciativas que visam limitar fortemente a liberdade de expressão dos europeus:
https://brussels.mcc.hu/uploads/default/0001/01/9fcfc904bd2e930bef107b7725b7f3ff9d0779d0.pdf
Em suma, quando se procura determinar a benignidade de uma entidade, é preciso olhar para tudo o que ela faz, não apenas para o que nos parece bom. O historial da CE, bem como das restantes instituições não-eleitas da UE, Conselho Europeu, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas Europeu, etc., mostra um viés fortemente pró-imigração, não contra.
E eu escrever isto não é estar contra a UE. É eu estar contra a CE, o que é totalmente diferente. Um modelo de governação em que os líderes mais poderosos da EU não têm que se sujeitar a eleições mediante sufrágio universal é um modelo em que os derrotados e os corruptos podem sempre chegar ao poder e, ainda pior do que isso, tomar as rédeas do destino dos europeus.
«(…) com um parlamento nacionalista, a comissão também o passaria a ser.»
Não necessariamente. Como pareces saber, é o Conselho Europeu – e não o Parlamento Europeu – que, na ausência ou perante a rejeição de candidatos, sugere/nomeia os integrantes da Comissão Europeia. Isto significa que, mesmo com uma maioria de deputados nacionalistas no PE, ainda será possível ao Conselho nomear alguém anti-nacionalista ou, pelo menos, não tão nacionalista como seria desejável.
Foi assim que o Barroso e a von der Leyen chegaram a Presidentes da CE. No seu primeiro mandato, eles nunca integraram nenhuma lista eleita por sufrágio popular, foram simplesmente indicados pelo Conselho. E o “nosso” Costa das Índias também lá chegou através de um processo semelhante, em que houve acordo entre a CE e o Conselho, sem que o Costa se tivesse sujeitado a eleições.
O problema com este processo é que se presta a abusos. Quando “foi eleita”, em 2019, a von der Leyen estava a ser investigada na Alemanha por contratos fraudulentos enquanto Ministra da Defesa. E o Josep Borrell, que serviu como vice-presidente durante o primeiro mandato da von der Leyen, tinha sido condenado em Espanha por insider trading. Já o “nosso” Costa estava a ser investigado no âmbito da “operação influencer”. Há muitos outros casos semelhantes.
Se tivessem de se sujeitar a um sufrágio popular, estas pessoas teriam sido muito provavelmente rejeitadas. Mas, mediante o processo em vigor, entraram pela porta do cavalo, fizeram um bypass à vontade dos europeus e agora representam a Europa ao mais alto nível.
«Não está muito longe do que temos por cá»
Pelo contrário, está muitíssimo longe do que temos em Portugal. Aqui em Portugal, é um dado adquirido que o Primeiro-ministro a indigitar é o secretário-geral do partido vencedor. A única excepção foi a ‘geringonça’, mas até mesmo nesse caso o Costa era o líder do maior partido da coligação.
O que a UE fez é o exacto oposto. Os europeus não sabem, nem têm forma de saber quem vão ser os futuros Presidentes da CE e do Conselho Europeu. O processo é tudo menos transparente e os membros do Conselho tendem a favorecer os amigalhaços caídos em desgraça nos seus países de origem.
E outra coisa, quando votamos em legislativas, não votamos num representante distrital, votamos num representante nacional. A constituição é bem clara a esse respeito:
«Artigo 152.º
Representação política~
1. A lei não pode estabelecer limites à conversão dos votos em mandatos por exigência de uma percentagem de votos nacional mínima.
2. Os Deputados representam todo o país e não os círculos por que são eleitos.»
Afonso de Portugal, Como se costuma dizer, "Roma e Pavia não se fizeram num dia", ter o respaldo da comissão europeia contra os vistos da CPLP, não só reforçou a visão que por exemplo o Chega tinha afirmado: https://www.youtube.com/watch?v=0W84O8VJ1ic o que lhe serviu de "arma" politica para uso doméstico, como solidificou a mesma na opinião publica, reforçando o campo de resistência na medida do possível a qualquer projecto imigracionista e que certamente ajudou o Chega a ter os resultados que teve em 2024, 2025 e 2026. Se não teve 'resultados praticos' nenhuns, o que é discutível - todos ouvimos o que o PSD diz e fez para tentar ganhar o eleitorado do Chega: https://postimg.cc/PpYRK7dY . Se na prática, pouco mudou, ou o que mudou não foi substancial ou não - é precisamente porque quem nos governa continua a colaborar com tal, mas reforçou o campo de quem resiste a tais politicas imigracionistas e vindo dos que supostamente iriam estar do lado do que foi definido
«reforçou o campo de quem resiste a tais politicas imigracionistas» «o que lhe serviu de "arma" politica para uso doméstico,»
Exactamente, é assim que se vai construindo Roma e Pavia, tijolo a tijolo.
«e não teve 'resultados praticos' nenhuns, o que é discutível»
Ninguém votou no Chega por causa da Comissão Europeia. Os portugueses, na sua esmagadora maioria, nem sequer sabem o que é a Comissão Europeia, nem são capazes de nomear as suas competências sem irem a correr ao ChatGPT.
Volto a insistir: ver apenas o pouco de positivo que fez a CE e recusar-se a ver as montanhas de negativo que nos impôs é miopia, na melhor das hipóteses, e extrema desonestidade, na hipótese mais provável.
Uma coisa é defender a UE sob a justificação de que precisamos do resto da Europa para mitigar o minho-timorismo doentio que, infelizmente, ainda é a norma em Portugal. Estou plenamente de acordo a esse respeito. Somos um país demasiado pequeno e demasiado saudosista dos tempos do Império.
Outra coisa completamente diferente é legitimar a CE em nome desse objectivo. A UE não é a CE e não tem nada que ser a CE. Aliás, se não houvesse CE, é bem possível que o Brexit nunca tivesse ocorrido, porque um dos grandes argumentos dos defensores do Brexit foi precisamente a falta de transparência e a corrupção da CE e do Conselho.
«todos ouvimos o que o PSD diz e fez para tentar ganhar o eleitorado do Chega»
Isso não teve nada a ver com a CE. Teve única e exclusivamente a ver com o Chega e com o trabalho do Chega.
«mas reforçou o campo de quem resiste a tais politicas imigracionistas e vindo dos que supostamente iriam estar do lado do que foi definido»
Não só não é líquido que tenha reforçado grande coisa, como o prejuízo decorrente das coisas más que a CE tem feito ao longo dos anos excede largamente o pequeno benefício desse reforço.
O que o PSD fez em relação à imigração teria sido sempre feito para combater o Chega. Não foi feito por causa da CE, mesmo que o processo da CE tenha ajudado um bocadinho.
A prova de que a CE não está interessada em acabar com a imigração é que continua a impor quotas – e multas – aos estados-membros que se recusam a receber imigrantes. Se seguirmos a tua lógica, então a CE está a reforçar os argumentos do PS e da extrema-esquerda.
A explicação para o que aconteceu é muito simples: a CE não está de todo contra a imigração, mas percebeu que o ritmo a que a imigração se estava a processar em Portugal, num contexto de crescimento do Nacionalismo na Europa, era insustentável. Já havia líderes de outros países a queixar-se da política de vistos de Portugal, como por exemplo a primeira-ministra dinamarquesa. Ou seja, a CE cedeu porque estava a ser pressionada, não por convicção ideológica.
À primeira oportunidade (época de Natal), a CE permitiu imediatamente que Portugal reabrisse as fronteiras. Foi tudo uma encenação, ou pouco mais do que isso. E ainda estamos para ver os números actualizados da imigração desde que o PSD chegou ao poder…
«continua a impor quotas – e multas – aos estados-membros que se recusam a receber imigrantes»
Não é tanto assim. A CE impõe a distribuição de refugiados pelos vários países europeus, mas isto diz respeito aos refugiados que já entraram. Entretanto, a Dinamarca tem uma política de imigração cada vez mais restritiva e a CE não a castiga.
Afonso de Portugal, diz-me uma só medida/politica feita pela UE, ou imposta pela UE a Portugal, via CE ou via o que for, que tenha resultado no que se tem visto de imigração massiva em Portugal, a resposta, é zero ou perto de zero. O caos imigratório que ocorreu em Portugal, sobretudo na ultima década, tem culpa única e exclusiva da 'nossa' própria classe politica. Quem é que fez a lei da nacionalidade mais fácil de toda a Europa? foram os "nossos" politicos na Geringonça, quem fez a Lei dos estrangeiros? quem fez os acordos com a CPLP? foram uma e outra vez a 'nossa' classe politica, nada disto foi-nos imposto ou definido por Bruxelas, pela CE, nada, nem a treta da distribuição de refugiados, pois teve quase zero impacto cá, sabes o que é a % de refugiados que Portugal recebeu? nem é 0,01% dos números de imigração que Portugal recebeu. Com isto para dizer, que as pessoas não votaram necessariamente Chega por causa do parecer da CE contra os vistos com a CPLP, mas deram ao Chega esse "campo moral", tanto que te mostrei um video do Presidente do Chega, a fazer uma conferencia de imprensa a explicar que "até a CE estava do lado dele". Convém percebermos que há muito boa gente, que ainda estava, ou ainda está, em cima do muro, a decidirem quem é que tem razão, e ao ouvirem que até a CE abre um processo contra Portugal por causa dos vistos da CPLP, faz o cidadão comum pensar: "Então se a até órgãos da UE, estão contra isto, imaginem bem o descalabro que tem sido o governo da Geringonça em matéria de imigração". Apenas e só isto, deu ao Chega respaldo argumentativo e daí a conferencia de imprensa do Ventura, quantas vezes não ouvi eu, isso ser dito e usado como argumento: "Qualquer dia somos expulsos de Schengen", ao ponto que o próprio governou andou semanas atarantado com isso, e teve que vir falar: https://observador.pt/2023/10/02/governo-diz-que-vistos-cplp-vao-continuar-a-rejeitar-qualquer-incompatibilidade-com-o-espaco-schengen/ Pois era isso que se dizia por todo o lado, se teve zero consequências na real politik, é porque continuamos a ser governados pelos mesmos, mas já têm menos margem de manobra, tanto que por exemplo uma Polónia está na UE e não tem as nossas leis da nacionalidade, nem este tipo de acordos. E eu não espero que a UE nos venha salvar, eu espero que os povos europeus possam dentro da UE mudar a mesma e a médio prazo, ajudarem-se uns aos outros para reverter as politicas de imigração, sem serem sancionados, e acho que toda a gente já percebeu qual é o caminho: https://www.eunews.it/en/2025/12/22/europe-2027-meloni-le-pen-and-others-possible-assault-of-the-right-in-brussels/
Exactamente, a Polónia está na UE e nem sequer recebe imigrantes, e até chapa no focinho do resto da maralha parlamentar o seu sucesso, como aqui se pode ver:
https://www.facebook.com/reel/4309488555963136
e, com a importância que a Polónia está a conquistar na UE (e na OTAN, que não está totalmente separada de tudo isto), sobretudo no campo militar, é pouco provável que a obriguem seja ao que for no que respeita à iminvasão. Aliás, se nem à pequena Dinamarca impõem imigração, quanto mais à Polónia.
Foi também com subtil contentamento que assisti à converseta do governo de 2023 a dizer que «não ia haver incompatibilidade entre o espaço Schengen e os vistos CPLP», porque isto é a tugaria governamental a mostrar que está a ser pressionada pela UE contra este nível de iminvasão.
Repito: isto não quer dizer que a elite da UE seja melhor que a tuga (portuguesa é outra coisa).
A elite é basicamente a mesma em todo o Ocidente.
O luso-tropicalismo é só uma versão diferente, local, da mesma mentalidade universalista anti-racista e, em muitos casos, pró-miscigenação, que também abunda noutros países, como bem se constata em França e nos EUA, no RU, etc.. Quando, em 2016, a BBC fez um desenho animado a representar a Britânia romana no qual se via um soldado romano negro com uma mulher branca (coincidência do camandro, a elite adora parelhas destas em todo o caralho de todo o Ocidente actual), isto quase de certeza que nada teve a ver com luso-tropicalistas...
O que tudo isto quer dizer é que, em vários países da UE, o Movimento Nacionalista já tem força suficiente para pôr a elite a ter cuidadinho com o excesso visível de imigração, porque
ou tem cuidadinho ou então perde (ainda) mais votos, é tão simples como isto,
enquanto por cá esta situação não era importante até uma época relativamente recente, por isso a elite de cá podia desfrutar de um poder e de uma impunidade que os seus colegas doutros países europeus já não têm há bem mais de uma década. O PNR andou vinte anos a bradar contra a imigração, mas era muitíssimo fácil ignorar o PNR.
Há demasiado pessoal no Nacionalismo de cá que não percebe algo tão evidente, acham que nunca nada muda e que fica sempre tudo na mesma porque «eles» (os políticos) são «todos iguais». O nosso pessoal não percebe a Democracia, e isto não se aplica ao Afonso de Portugal, sucede simplesmente que o ódio à UE é maioritariamente redigido por observadores que não percebem mesmo a Democracia. O nosso pessoal não percebe que a Democracia funciona e a votação popular está já a influenciar o rumo da Europa contra a imigração, e se não o fez antes foi por manifesta incompetência de quem dirigia o Nacionalismo.
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