sábado, janeiro 11, 2020

PNR CONDENA CAMPANHA «ANTI-RACISTA» EM TORNO DE UM HOMICÍDIO

Num par de dias, ao cair do pano de 2019, dois jovens foram vítimas de homicídio num país que se gaba de ser dos mais seguros… Crime é sempre crime, mas foram bem distintos os contornos destes dois casos.
Aquele que se refere ao cabo-verdiano assassinado em Bragança, que envolve rixas entre grupos e de vida nocturna, foi logo instrumentalizado pelos do costume, forçando o “racismo” onde ele não existe. Assim, os habituais biltres esquerdistas surfaram logo a onda do “racismo”, desde os inefáveis mamadous a isabéis moreiras, como sempre, até que agora, eis que a cantora Carolina Deslandes sobe à liça com uma canção de homenagem ao referido jovem.
Tanto a polícia judiciária como a associação de estudantes estrangeiros afirmam que o jovem cabo-verdiano não foi assassinado por questões raciais, mas a indústria do racismo tem de continuar, independentemente da verdade, e assim, aproveitando a boleia de um crime fútil e pouco claro, urram que ele foi vítima da sociedade “racista” e convocam manifestações em algumas cidades. Alimentar e promover o racismo é imperioso para essa gente poder “justificar” o seu ordenado, pago por todos nós, através de associações “anti-racistas”. E nos casos em que não se trate desse tipo de “emprego”, trata-se, no entanto, da promoção da agenda multicultural, anti-branco, anti-ocidental, de destruição dos nossos valores, das nações e das identidades. Crime, fanatismo, mentira e insanidade estão por trás de todo o alarido sempre que alguma vítima não é de cá.
O outro homicídio, em Lisboa, resultou de um assalto feito por três imigrantes guineenses. Homicídio é sempre homicídio, mas as circunstâncias em que se deu este último são bem mais revoltantes! Porém, essas mesmas pessoas – mamadous, joacines, deslandes e companhia – nada dizem a propósito do estúpido assassinato de um jovem português, inocente, às mãos do grupo de delinquentes imigrantes. Este não merece manifestações, nem canções de homenagem, nem publicações indignadas nas redes sociais. Apenas merece o insólito de uma estranha “mensagem” subliminar da inenarrável comunicação social que faz questão de mencionar sempre que se trata do filho de um ex-inspector da Polícia Judiciária. Será que o jornalismo-terrorista quer insinuar que isso é uma atenuante? Os órgãos de imprensa, zelosos combatentes “anti-racistas”, peritos em manipular emoções, desonestos até à quinta casa, tratam sempre o jovem de Bragança pelo seu nome próprio, já o que morreu às mãos de imigrantes, Pedro Fonseca, é tratado quase sempre como um engenheiro de vinte e quatro anos e filho de um ex-PJ. Só não vê esta dualidade de tratamento quem não quer. O primeiro é uma pessoa palpável; o segundo é um caso…
No entanto, é sabido que o número de portugueses vítimas de estrangeiros e de seus filhos (falsos “portugueses”!) é incomparavelmente superior ao seu inverso. Nós, portugueses, nunca fomos racistas, sempre soubemos acolher quem nos procurou, mas a existir racismo na nossa comunidade, tal resulta da imposição da sociedade multirracial e de uma permissiva política de imigração que introduz em Portugal indivíduos que não se inserem nem se deixam inserir, indivíduos que não partilham os nossos valores, hábitos e costumes.
O racismo é resultado do imigracionismo, é gerado pelo “paraíso multicultural” a que nos sujeitam. O racismo é insuflado pela comunicação social, é criado e aproveitado por esquerdistas e por liberais para condicionar a reacção dos portugueses e mais facilmente importar mais imigrantes para o nosso solo. A indústria do racismo é uma poderosa arma anti-nacional nas mãos da comunicação social e dos donos do poder. Só acabando com o imigracionismo se mata o fantasma do “racismo”!
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Fonte: http://www.pnr.pt/2020/01/a-industria-do-racismo/