quarta-feira, fevereiro 28, 2018

MAIORIA DOS HOMENS MARROQUINOS ACHA QUE A MULHER DEVE SUPORTAR A VIOLÊNCIA DO MARIDO PARA MANTER UNIDA A FAMÍLIA

Um estudo realizado em Marrocos pela ONU Mulheres revelou que 38% dos homens, e 20% das mulheres, concordaram em que, "às vezes, a mulher merece ser agredida" e 62% daqueles, bem como 46% destas, consideraram que "uma mulher deveria tolerar a violência para manter unida a sua família".
O inquérito de opinião apurou também que 69% dos homens inquiridos afirmam que são eles que decidem quando é que as esposas podem sair de casa e 91% querem saber em permanência onde está o cônjuge.
A ONU Mulheres, uma agência da Organização das Nações Unidas, apresentou hoje em Rabat este relatório, para cuja elaboração foram feitos 2.500 inquéritos a homens e mulheres, com idades entre 18 e 59 anos, na região de Rabat-Salé-Kenitra, na costa noroeste marroquina.
Outra questão relacionada com a vida conjugal incluída no estudo consistiu na noção, manifestada por 40% dos homens e 38% das mulheres, de que, se o marido sustenta financeiramente a família, a sua mulher está obrigada a ter relações sexuais com ele sempre que este o queira.
Apenas 16% das mulheres afirmou ter tido a liberdade para decidir com quem, quando e como se casar, o que compara com 51% dos homens.
Quanto ao divórcio, apesar de a maioria dos interrogados concordar que é uma ameaça para a sociedade (95% dos homens e 87% das mulheres), nove em cada 10 mulheres defenderam que deveriam ter direito a separar-se dos maridos por sua própria e exclusiva vontade, posição que é subscrita por apenas metade dos homens (52%).
Por outro lado, metade dos inquiridos (50% dos homens e 48% das mulheres) disse que a ideia da igualdade de género não faz parte das "tradições e cultura marroquinas".
A paridade entre os sexos é considerada como uma realidade na sociedade marroquina por 60% dos homens e 50% das mulheres.
Nas conclusões do estudo, a ONU Mulheres sublinhou a existência de "dinâmicas contraditórias" na sociedade marroquina, em que se cruzam uma "crise da masculinidade" e a crescente "autonomia das mulheres" com uma ordem social "que estrutura as desigualdades entre sexos em todos os aspectos sociais".
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Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2018-02-27-As-vezes-a-mulher-merece-ser-agredida

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«Imagine-se», sem que seja necessário demasiado esforço de imaginação, qual é o resultado da imigração em massa oriunda deste e doutros países do género que a elite político-culturalmente reinante quer impingir aos Europeus... 
É o que ando a dizer há anos - o único movimento político organizado que pode defender as liberdades da mulher na Europa é o movimento nacionalista anti-imigração.

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Não e difícil de imaginar que a importação em grande número de gente com esta mentalidade é um flagelo para qualquer país minimamente civilizado. Só os "bem-pensantes" defensores do mundo sem-fronteiras a todo o custo é que estão em negação, como se não fosse de loucos negar as verdades mais evidentes da vida. E a formatação mental no sentido de dirimir qualquer sentido de pertença e identidade etno-cultural continua:

https://mobile.nytimes.com/2018/02/28/world/national-identity-myth.html?referer=http://m.facebook.com/

1 de março de 2018 às 10:20:00 WET  

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