sexta-feira, setembro 30, 2016

PROFESSORA SUECA DE ÉTICA DENUNCIA: «IMIGRANTES NÃO EUROPEUS SÃO RACISTAS CONTRA AS LOIRAS»


Conforme aqui se lê http://www.breitbart.com/london/2016/09/26/migrants-racist-blonde-women-sweden/, uma professora sueca de Ética, Ann Heberlein, que dá aulas na Universidade de Lund, teve a coragem de dizer em público o que já há muito tempo silenciava por medo de parecer racista - as loiras são vítimas de ódio racial por parte dos alógenos do terceiro-mundo estabelecidos em solo sueco. Disse-o num programa de rádio depois de ter tido uma discussão com um amigo antirra e outros que tais que acabam por censurá-la quando ela narrou no Facebook um episódio de racismo em que foi vítima: ia ela pela rua com a filha, uma adolescente, e de um automóvel que passou perto ouviu um insulto racista: «loiras de merda».
A professora, que aparece regularmente nos programas radiofónicos «Pensamentos do Dia» e «Sala Filosófica», afirmou que as vítimas loiras e suecas de racismo usualmente escolhem permanecer em silêncio sobre tal situação porque receiam ser acusadas de racismo por parte do anti-racistame, o qual insiste que os Suecos constituem um «grupo privilegiado» e por isso é como se não tivessem direito a queixar-se... Às loiras, adianta a docente, os alógenos chamam «prostituta Svenne (sueca)» e «maldita pura racista». E quando os suecos têm a ingenuidade de responder, têm de enfrentar «mais epítetos insultuosos e às vezes violência física.»
Ann Heberlein diz também que até agora tinha preferido manter-se em silêncio sobre o assunto mas que as reacções das pessoas ao incidente por si narrado levaram-na a reagir doutro modo: «um dos meus amigos no Facebook, um poeta bem conhecido e activista anti-racista, contou a minha história no seu mural. A discussão que se seguiu lembrou-me do porquê que eu tinha escolhido nada dizer quando exposta a um tratamento degradante devido à minha aparência, a minha "raça", se quiserem. Fiquei tão cansada disto: coisas do tipo "Estará ela a falar a sério?" e «Racista" foram algumas das reacções.»
Salientando que a sua experiência foi «questionada e menorizada» por «anti-racistas», recorda que quando se meteu na discussão foi-lhe dito que «devia calar-se e parar de se lamentar.» E quando disse que «todas as pessoas, independentemente do género, etnicidade, orientação sexual e opinião política» deveriam ser respeitadas em público, responderam-lhe que ela não podia ser vítima de racismo porque, como branca, era «privilegiada»...
Embora admita que «provavelmente é mais comum» que as pessoas de origem estrangeira sejam vítimas de ataques racistas do que os suecos, estes últimos não são poupados. E aproveita para lembrar dois casos em que as pessoas que se queixaram de crimes de ódio não viram os seus casos a serem assim tratados pelo promotor público. Um destes episódios foi a degolação de uma mãe e homicídio do seu filho no IKEA, em que o homicida disse que escolheu as suas vítimas por «parecerem suecas». Outro episódio foi o de uma violação em grupo na localidade de Strängnäs - nesta, os agressores disseram à vítima «vamos f.-te, pequenita sueca.»
A professora diz que numa sociedade justa ninguém pode ser discriminado devido à raça ou ao sexo e acrescenta: «que esta premissa básica e óbvia não seja partilhada por toda a gente na nossa sociedade é chocante.»
Sobre a discussão com os anti-racistas, Ann H. garante que não a esquecerá.
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Fonte: http://www.breitbart.com/london/2016/09/26/migrants-racist-blonde-women-sweden/

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É uma loira a acordar, a pouco e pouco, do seu estado entre a ingenuidade politicamente correcta e a intimidação anti-racista... começa a aperceber-se do terrorismo psicológico anti-racista que a elite político-cultural reinante impõe ou tenta impor na sociedade, o da tentativa de silenciamento dos autóctones europeus que tiverem o atrevimento «racista» de na sua própria terra se queixarem de opressão cometida por alógenos do terceiro-mundo. Este silenciamento é um imperativo do procedimento anti-racista porque quanto mais os «racistas» do seu país disserem a verdade sobre o real racismo alógeno, mais «racistas» haverá a sentirem-se suficientemente confiantes para se expressarem em público, e assim mais «direito de cidadania» o «racismo» europeu ganha. E isso é que é uma chatice para o anti-racistame: que a opinião «racista» europeia seja cada vez mais encarada como uma opinião política ao nível de qualquer outra, porque esta igualdade de condições à partida depois conhece novos desenvolvimentos... porque se todas as opiniões ideológicas estiverem em igualdade de circunstâncias diante da lei e da opinião pública, depois o «racismo» pode competir democraticamente... e quanto mais isto acontecer, mais poder a Democracia dará ao Nacionalismo, e o anti-racistame sabe disso, porque no seu dia-a-dia como que «pressente» a terra a tremer - ouve a opinião «racista» na boca do homem da rua e percebe que esta é a opinião com mais potencial de crescimento e disseminação...
Esta professora de Ética acabou por ter a coragem de dizer a verdade sobre a sua realidade - de uma maneira ou doutra, percebeu que essa de dizerem que ela pertence a um «grupo privilegiado» é uma treta pegada que ganha contornos de revoltante abjecção quando se percebe que na realidade real, não a «realidade» inventada por sociólogos antirras, mas a realidade mesmo real a sério, as coisas passam-se no concreto - na prática social urbana, o cidadão autóctone está isolado dos outros da sua estirpe, não tem pois como se proteger quando é agredido por alógenos que andam sempre em grupo e têm uma vivência muito mais comunitária e coesa, o que lhes dá maior poder no quotidiano quando se fala em intimidação e agressão. Ou seja, se uma loira é insultada e agredida numa sofisticada cidade sueca ou em qualquer outra grande urbe ocidental, fica com o insulto ou a agressão em cima e não tem quem a vingue; a «Justiça», se condenar o(s) agressor(es) - coisa eventualmente pouco provável... - mais não fará do que colocá-los escassos anitos, ou até mesitos, numa prisão, ou seja, num sítio onde o(s) agressor(es) alógeno(s) está(ão) entre os seus, está (ão) praticamente em casa, e lá dentro é (são) reizinhos, vive(m) à conta do Estado - e quando de lá sai (em), para além de estar(em) ainda mais agressivo(s), não será(ão) expulso(s) do País... com as consequências que isso poderá ter para os cidadãos autóctones em geral. Estes sim, estes são os verdadeiros desfavorecidos, pelo menos os que não puderem viver em condomínios fechados e tiverem, por escassez de meios, de viver entre alógenos. As maiores vítimas do racismo na Europa são pois, e eventualmente serão, as loiras como Ann Heberlein que não puderem sequer falar na rádio para se defenderem - e a sua única defesa é, e provavelmente será, o voto nas formações partidárias nacionalistas.





1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

"ia ela pela rua com a filha, uma adolescente, e de um automóvel que passou perto ouviu um insulto racista: «loiras de merda»."

É o resultado de ter políticos traidores que dão pérolas a porcos, neste caso pérolas a beduínos do Norte de África. De certo, um branco que na Nigéria se atrevesse a abrir o vidro do carro para gritar "pretos de merda" ou que na Argélia grita-se "magrebinos do caralho" ía terminar o dia muito mal, quiçá sem vida.

1 de outubro de 2016 às 13:49:00 WEST  

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