sábado, junho 27, 2015

CELEBRAÇÃO RELIGIOSA ESLAVA DO SOLSTÍCIO DE VERÃO EM OMSK, RÚSSIA





Cerca de duas mil pessoas participaram na celebração religiosa, pagã, do solstício de Verão, em Omsk, Rússia.

Para ver mais fotos aceder a esta página: http://sputniknews.com/photo/20150623/1023731675.html?utm_source=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2F&utm_medium=short_url&utm_content=vKH&utm_campaign=URL_shortening

9 Comments:

Anonymous Anónimo said...


Dinamarca proíbe matança ritual de animais para alimentação


http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=139336

27 de junho de 2015 às 21:33:00 WEST  
Blogger João José Horta Nobre said...

Sei que este blog segue uma linha pan-europeísta. Talvez este artigo meu lhe interesse:

http://historiamaximus.blogspot.pt/2015/06/por-um-movimento-europeu-dos-paises-nao.html

P.S. - Ocasionalmente publico alguns artigos meus no Diário de Notícias, o mais curioso é que quando lhes envio artigos considerados de "direita" ou que coloquem em causa a Nova Ordem Mundial, raramente são publicados...


27 de junho de 2015 às 22:08:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

festival pagao na ucrania:

http://uatoday.tv/politics/ukrainian-pagan-fest-festivities-kick-off-despite-stormy-weather-446878.html

28 de junho de 2015 às 15:10:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

http://www.pnas.org/content/early/2015/06/17/1503530112

«greater endorsement of political conservatism (versus liberalism) was associated with greater attention regulation and task persistence.»


Isto pode explicar porque os esquerdistas, especialmente aqueles tipo "hippie", parecem ter um comportamento indolente; por outro lado, pode explicar também a rigidez e firmeza que normalmente se associa à Direita, características estas pelas quais se pautavam também os regimes fascistas, com o todo o seu militarismo de "costas direitas".

28 de junho de 2015 às 22:16:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Ora bem: a Noruega tem um problema de racismo porque a maioria da população, que por acaso é constituída por Noruegueses, não conhece as minorias? Não há problema, encham a Noruega com imigração extra-europeia e acaba-se o racismo.

Lógica da batata...

https://www.youtube.com/watch?v=x5Ntc42QpjQ&feature=youtu.be

O racismo é uma defesa instintiva face ao Estranho. Não é uma questão de medo nem uma questão, em princípio, de intolerância. Não se combate o racismo obrigando um país a acolher comunidades que lhe são estranhas; isso é apenas lançar achas na fogueira. O racismo deixa de existir quando as fronteiras são respeitadas e cada um sabe ficar no seu galho. Mas claro, depois temos políticos e estes sujeitos de organizações anti-racistas, tudo gente na vanguarda do pensamento elitista, a forçarem a agenda pró-imigração...

28 de junho de 2015 às 23:15:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«O racismo deixa de existir quando as fronteiras são respeitadas e cada um sabe ficar no seu galho.»

Pois... mas ficar cada um no seu galho é que está fora de questão, porque assim não há chiqueirinho quente de misturazinha racial nem há mão-de-obra barata para quem não quer aguentar as exigências dos trabalhadores europeus. Vai daí, ficar cada um no seu galho... é pecado...

29 de junho de 2015 às 04:19:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«http://historiamaximus.blogspot.pt/2015/06/por-um-movimento-europeu-dos-paises-nao.html»

Obrigado, concordo na generalidade e saúdo a lucidez, relativamente rara, de perceber que ser contra o poderio ianque não obriga a ficar debaixo de Moscovo, do mesmo modo que ser contra o imperialismo russo no leste não implica ser-se defensor de qualquer agenda americana. E há muito que também considero essencial a união dos países europeus mais pequenos para enfrentar imperialismos diversos, entre os que existem e os que podem facilmente retornar. Penso, de igual modo, que se deve salientar o carácter essencialmente europeu da Rússia, mas mais no sentido de a tomar como país europeu igual a outro qualquer do que de seguir a sua liderança.

Saudações e passe palavra, se não for através do DN que seja de mil e um outros meios.

Já agora... tentou que este seu artigo fosse publicado nesse jornal?

29 de junho de 2015 às 04:20:00 WEST  
Blogger João José Horta Nobre said...

Tentei que o artigo fosse publicado e até hoje não publicaram anda. Por vezes pode levar meses até o "gabinete de censura" do DN se decidir a publicar um artigo.

O último artigo meu a sair no DN foi este em Abril:

http://www.dn.pt/inicio/opiniao/jornalismocidadao.aspx?content_id=4503975&page=-1

Enviei-lhes esse artigo em Fevereiro e só o publicaram quase dois meses depois...

30 de junho de 2015 às 01:17:00 WEST  
Blogger Caturo said...

É curioso que esse artigo tenha sido publicado no actual regime abrilista, que demoniza o Estado Novo. E eu, digo sinceramente, mal por mal prefiro o actual. Independentemente disso, não deixa de ter o seu interesse que as passagens do artigo que elogiam a conduta de Salazar passem na censura enquanto os conteúdos verdadeiramente europeístas - no sentido étnico e civilizacional - quase não aparecem na imprensa tuguesa da actualidade.

Quanto à organização, é de notar que ao fim ao cabo o povo mais organizado da História do Ocidente era precisamente o ancestral formal dos actuais novilatinos - o de Roma. Aliás, recordo ter lido, numa publicação dos anos sessenta, creio, que actualmente os Europeus mais parecidos com os antigos Romanos eram... os Alemães...
De resto, a alegadamente superior organização alemã não impediu a Alemanha de ser totalmente batida duas vezes seguidas, no espaço de trinta anos - diante de outras potências de similar origem germânica, é certo (os Anglo-Saxões, ao fim a cabo, também são de raiz germânica), mas também contra os «selváticos» Russos, que tantas levaram que acabaram por ganhar.

Sobre não termos outra nação senão Portugal, lembro-me de essa ter sido a passagem mais edificante dos Maias, de Eça de Queiroz - a dada altura, uma das personagens, que personificava a «facção» mais patriótica da época, disse no essencial isso mesmo: «que diabo, sendo mau ou bom, este é o único país que temos.» Enfim, não somos o único povo que diz mal de si mesmo, mas que é capaz de se sentir imensamente ofendido se estrangeiros proferirem as mesmas críticas que este tece sobre si próprio. O que, bem vistas as coisas, até pode ser saudável, quando a auto-crítica leva à auto-superação, não quando tanta crítica leva ao a um tal ódio à terra que conduza à emigração sem retorno ou ao desprezo militante para com a sua própria gente.

30 de junho de 2015 às 03:59:00 WEST  

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