segunda-feira, fevereiro 02, 2009

EX-MUÇULMANO REVELA ATÉ QUE PONTO TEM WILDERS TODA A RAZÃO

Tem interesse dar uma vista de olhos a este longo mas interessante artigo da autoria do Dr. Sami Alrabaa, um ex-muçulmano que lecciona Sociologia e é um especialista em cultura árabe e muçulmana, deu aulas na Universidade do Kuwait e na Universidade King Saud no Michigan, antes de ir para a Alemanha, onde vive agora.
Afirma Alraaba que se o actual processo em tribunal contra Geert Wilders acabar em condenação, então isso significará que os muçulmanos radicais terão conseguido silenciar a crítica ao Islão, impondo num tribunal holandês as normas da charia ou lei islâmica.
Porque, de acordo com o professor, tudo o que Wilders mostrou no seu filme «Fitna» é inteiramente verdade - e ele próprio, Alraaba, oferece um resumo de citações do Alcorão que incitam claramente ao ódio e à violência, como aqui se pode ler.
Segundo Alraaba, a abundância de fatwas (éditos religiosos) emitidos por autoridades muçulmanas a incitar ao genocídio e aos ataques suicidas contra cristãos e judeus é toda ela bsaseada no Alcorão e no Hadith (ditos de Maomé).
Ali Gom'a, o grande mufti do Egipto, é a maior autoridade religiosa muçulmana do mundo e apoia o assassínio de não muçulmanos. Num jornal de Abril de 2008, Gom'a diz categoricamente que «os muçulmanos têm de matar os não crentes onde quer que estes estejam a menos que eles se convertam ao Islão», além de comparar os infiéis a porcos e a macacos (e não apenas os Judeus).
Muhammad Sayyid Al Tantawi, presidente da Universidade Al Azhar, no Cairo, aprova também a matança e mutilação de cristãos, de judeus e de outros infiéis, acrescentando que «esta não é a minha visão pessoal. Isto é o que a lei da charia diz, a lei de Alá, a única lei válida da Terra
Yousef Al Qaradhawi, líder espiritual da organização Irmandade Muçulmana, apelou no dia 9 de Janeiro de 2009, na televisão da Al Jazeera, a que os muçulmanos matassem os Judeus, não apenas em Israel mas em todo o mundo. E acrescentou «Nenhuma paz pode ser feita entre nós (muçulmanos) e os infiéis. Isto é o que o nosso livro sagrado diz. Isto é o que Alá diz.»
O Sheik Abdulaziz Bin Abdullah Bin Mohamed al Sheikh disse, num canal saudita (Iqra' TV), que «matar os produtores de programas com mulheres sem véu é legal». O Sheik Saleh Al-Lehadan, líder do Supremo Conselho Judiciário saudita, disse, em Março do ano passado, que «depois de nos livrarmos dos Judeus na nossa terra árabe, temos de nos virar para os cristãos. Eles têm três opções: ou se convertem ao Islão, ou se vão embora, ou pagam a jizia (imposto de «protecção»). Além diso, não há isso de sufis, xiitas, etc.. Só há sunitas. Todas estas seitas têm de renunciar às suas crenças pagãs e retornar à Sunna, o caminho correcto do Islão

Recentemente, vários manifestantes em Berlim, Munique e noutras cidades alemãs, mostraram cartazes a dizer «Hamas! Hamas! Judeus para o gás!» A polícia alemã não deteve nenhum destes manifestantes e ninguém apresentou queixa contra esta incitação à matança de Judeus, que na Alemanha é crime.

No entanto, um nacionalista pode ser preso só por ostentar uma suástica em público...


Argumenta Alraaba que afinal não é Wilders que tem de ser processado - em vez disso, são os Gom'as, os Al Qaradhawi e afins que têm de ser levados à justiça em Tribunal Internacional por incitação ao genocídio.

E agora o mais interessante...

O famoso intelectual muçulmano Tarek Ramadan, conhecido mundialmente pelo seu carácter moderado e pela sua cultura e inteligência, fez em Maio de 2008 um discurso, no Centro Islâmico de Bilelefeld, na Alemanha, no princípio do qual perguntou à sala se havia jornalistas na audiência. Como a resposta fosse negativa, disse «Ok, agora estou à vontade para dizer o que quero realmente.»

Porque este Ramadan é bem conhecido por dizer uma coisa perante audiências infiéis e outra perante audiências muçulmanas...

E disse o intelectual que, passo a citar, «meus irmãos e irmãs, temos de explorar a chamada democracia e liberdade de expressão no Ocidente para alcançarmos os nossos objectivos. O nosso profeta Maomé e o Alcorão ensinam-nos de que devemos usar todos os meios possíveis e oportunidades para derrotar os inimigos de Alá. Digam aos infiéis em público, "respeitamos as vossas leis e as vossas constituições", que nós muçulmanos consideramos serem tão inúteis como o papel em que estão escritas. A única lei que devemos respeitar e aplicar é a da charia. Os Alemães dizem que querem integrar-vos na sua sociedade. Nós dizemos-lhes que iremos integrá-los a eles na Umma (mundo islâmico) depois de os convertermos ao Islão.»

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

If Geert Wilders falls, then Freedom of speech is dead in Europe. We are launching an extensive International Action SITA including two possible texts ; one comparing Wilders and Winston Churchill and another Wilders and Charlie Chaplin:

http://sitamnesty.wordpress.com/2009/01/23/i-support-democrat-geert-winston-wilders-against-islamic-fascism-and-its-dhimmis (Winston Eng)

http://sitamnesty.wordpress.com/2009/01/23/i-support-democrat-geert-charlie-wilders-against-islamic-fascism (Charlie Eng)

To support Geert Wilders and our dearly acquired freedoms please participate to the 2 suggested actions and transmit this message to your friends owners of a website in order they publish it..

3 de fevereiro de 2009 às 00:35:00 WET  

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