FRANÇA - REPRESENTANTES DE ESQUERDA QUEREM CRIMINALIZAR REFERÊNCIA À «GRANDE SUBSTITUIÇÃO»
A reacção da Direita foi aguçada, com Éric Zemmour a escrever:
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A isto se chega, a este grau de imundície, se chega, quando a elite reinante impinge o universalismo militante como dogma obrigatório. Se o Fascismo fez e aconteceu, originou crimes assim e assado, pois então o anti-racismo está a fazer isto aos Europeus: iminvasão, violência criminal a rodos, altos níveis de homicídios e violações de europeus em sua própria casa e, cereja no topo do bolo de quem está mesmo a pedi-las e depois queixa-se, «gente» que, alcandorada em cargos políticos, ou jurídicos (ou ambos...), tem o despautério de querer impedir os Europeus de dizerem o que quiserem em sua própria casa diante do que lhes está a acontecer, «talvez» para não deixar que o alarme circule, que é exactamente uma das coisas que se faz em estado de guerra, tenta-se sabotar a comunicação no seio das tropas inimigas. Tal como os invasores persas sabotaram a comunicação entre as tropas gregas em terra e a marinha de guerra grega, de maneira a que os Gregos, que estavam à defesa, não se pudessem coordenar, também as elites reinantes no Ocidente não querem que o povo autóctone possa reagir à iminvasão e é por isso que precisam de impedir a divulgação daquilo a que chamam «incitação ao ódio!»
Fosse a França dirigida por uma elite saudável, e o mouro Rabeh já estava em tribunal para prestar contas sobre o uso da expressão «suposto Povo Francês branco» - «suposto», diz o mouro... então se negar um genocídio é crime porque, supostamente, é tentativa de destruir a memória das vítimas, e lança as bases ideológicas para novo genocídio, então negar uma identidade étnica é o quê?, pela mesmíssima lógica, é lançar as bases para negar a existência de um Povo, para assim poder depois diluí-lo; isto mesmo confirma-se formalmente no caso do partido «parente» do deste mouro, o partido «França Insubmissa», que diz textualmente, não apenas que os Franceses nativos, os «Français de souche», são «um mito» como Povo, mas também que se deve fazer a chamada «crioulização», ou seja, a miscigenação final, diluição do Povo «que não existe» numa caldeirada de lama racial.

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