quarta-feira, abril 01, 2026

GALES - GOVERNO LOCAL GASTA 1,2 MILHÃO DE LIBRAS NO SISTEMA DE ENSINO PARA «COMBATER O RACISMO»

O Governo do País de Gales investiu mais de 1,2 milhão de libras numa plataforma educacional de realidade virtual projectada para ensinar os alunos sobre "privilégio branco".
Descrito como o "primeiro mundo virtual anti-racista do mundo", o ambiente 3D imersivo tem sido implementado em faculdades em todo o País de Gales para alunos com 16 anos ou mais desde 2024.
Os alunos exploram um espaço digital com um átrio central decorado com retratos de figuras dos direitos civis, incluindo Malcolm X, Nelson Mandela e Betty Campbell.
A plataforma contém lições interactivas sobre "feminismo negro" e "descolonização da política", com uma secção que examina "a sociologia sob uma perspectiva anti-racista ".
O estudo também explora como a "branquitude" se manifesta na linguagem, nas políticas e nas pesquisas, e como o privilégio afecta os contextos sociais, educacionais e de trabalho.
Entre os termos-chave que os alunos são incentivados a aprender estão "patriarcado" e "imperialismo", juntamente com o conceito de "privilégio branco", que a plataforma define como "vantagens inerentes possuídas por uma pessoa branca, o que significa que, no seu dia a dia, não precisa de levar em consideração a sua raça".
Uma sala na plataforma do meta-verso é dedicada a uma "linha do tempo mundial", projectada para ensinar aos alunos sobre o colonialismo e as histórias interligadas da Europa, África e Índia.
Na secção sobre a Índia, a fome de Bengala de 1770 é explicitamente comparada ao Holocausto. “Embora em parte devido às condições climáticas e às secas, a maioria dos historiadores concorda que a enorme perda de vidas foi consequência direta das políticas britânicas”, afirma um narrador. “Durante a fome de 1770, o imposto agrícola aumentou de 10% sob o domínio dos Mughals para 50% sob o domínio da Companhia Britânica das Índias Orientais, levando à perda de 10 milhões de vidas em Bengala, o equivalente à Peste Negra na Europa ou ao Holocausto”, afirma a plataforma.
O metaverso também apresenta várias vertentes do pensamento feminista, incluindo o feminismo psicanalítico, uma teoria da década de 1970 que se baseia na obra de Sigmund Freud. A plataforma descreve isso como uma "teoria da opressão que afirma que os homens têm uma necessidade psicológica inerente de subjugar as mulheres". O texto acrescenta: "Este ramo do feminismo busca compreender como as nossas vidas psíquicas se desenvolvem, a fim de melhor entender e mudar a opressão das mulheres." O currículo argumenta ainda que o feminismo continua a ser ensinado de forma insuficiente nas escolas, atribuindo isso em parte à influência patriarcal sobre a educação convencional.
A plataforma classificou um folheto de campanha do ex-secretário de Estado para o País de Gales, David TC Davies, como um exemplo de "mensagem subliminar" devido aos seus apelos por maior consulta sobre o desenvolvimento de acampamentos para viajantes. As referências ao Sr. Davies foram posteriormente removidas após questionamentos dos média, informou o The Telegraph.
Noutro ponto do espaço virtual, um outdoor exibe um folheto distribuído em 2022 como "parte de uma campanha colaborativa para impedir que Jimmy Carr se apresentasse no País de Gales", após a controvérsia sobre comentários anti-ciganos num de seus programas da Netflix. A iniciativa faz parte do plano de acção anti-racista mais amplo do País de Gales, divulgado em 2022, que visa tornar a nação o primeiro país anti-racista do mundo até 2030. Um relatório oficial que fundamenta a estratégia identificou "desigualdades raciais profundamente enraizadas vivenciadas por pessoas negras, asiáticas e de minorias étnicas no País de Gales". Afirmou que "as pessoas pertencentes a minorias étnicas são desproporcionalmente desfavorecidas em praticamente todos os níveis de todos os sistemas". 
O presidente do Partido Conservador, Kevin Hollinrake, condenou o projecto, descrevendo o uso de material de campanha política na plataforma como "ultrajante" e equivalente a acusar parlamentares de racismo. Ele disse: "Os contribuintes galeses, já sobrecarregados, ficarão indignados ao saber que o Partido Trabalhista Galês está a gastar o seu dinheiro com esse tipo de absurdo." "É também ultrajante que o Governo galês esteja a usar fundos públicos para apoiar ataques contra parlamentares de outros partidos, acusando-os de racismo simplesmente por defenderem os seus eleitores." O Sr. Hollinrake declarou que o "metaverso woke" demonstrava que o Partido Trabalhista galês estava "a viver numa realidade virtual".
O Governo galês defendeu o seu investimento, com um porta-voz a afirmar: "Investimos 1,2 milhões de libras no currículo de ensino superior para o combate ao racismo desde 2022." "Este projecto pioneiro apresentou resultados extremamente positivos e reflecte o nosso compromisso com um País de Gales anti-racista, além de reflectir iniciativas semelhantes em instituições inglesas."
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Fontes: 
https://www.gbnews.com/news/woke-madness-white-privilege-anti-racist-virtual-reality-metaverse
https://jihadwatch.org/2026/03/welsh-government-spends-1600000-to-extirpate-white-privilege

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É a já previsível barracada inquisitorial anti-racista, conhecida em todo o Ocidente, tentativa de convencer o comum ocidental a virar-se contra si mesmo, sempre a querer inculcar-lhe a chamada «culpa branca», complexo de culpa em jeito de pecado original colectivo de todo o seu Povo diante do Sagrado Alógeno. 
Confirma-se que a Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente é a mesma, mesmíssima, em toda parte, variando apenas nos pormenores concretos do seu discurso consoante as localidades onde se dissemine - por cá, bate na tecla da escravatura nas ex-colónias portuguesas, bem como no «dever» de se ser anti-racista «porque temos muito sangue negro!»; por lá, em terras címricas, salienta o mal feito pelos Britânicos na Índia, sob o comando dos Ingleses, não dos Galeses, que pura e simplesmente iam na onda dirigida pelos Anglo-Saxões, mas não fa' mal, pega-se naquilo que for possível para se diabolizar o próprio Povo e já 'tá, é o que há, e se calhar a «coisa» até resulta com meia dúzia de jovens. Age-se desta feita a nível muito local, na ambição de transformar uma pequenita e circunscrita Nação num farol da causa, como o Cristianismo fez outrora um pouco por toda a parte onde se estabeleceu, começando na Arménia, onde criou o «orgulho» de ser esta a primeira Nação «cristã» do mundo, e passando por Portugal, onde, mercê do meio relativamente pequeno e centralizado, conseguiu, por exemplo, eliminar a nomenclatura hebdomária pagã, substituindo-a na totalidade por uma cristã, o que também logrou alcançar noutro meio pequeno, a Islândia, mas falhou em áreas mais extensas, ou seja, na maior parte das outras Nações do ocidente europeu... de uma maneira ou doutra, em vários países europeus conseguiu impor a cruz como cerne do estandarte nacional, nomeadamente na primeira bandeira portuguesa; e a bandeira inglesa, o que é?, uma cruz, e a sueca?, uma cruz, e a dinamarquesa?, pois a Dinamarca tem o seu altivo Danebrog, símbolo branco em fundo vermelho, e que símbolo é?, a cruz, evidentemente, e não faltam cruzes nas bandeiras norueguesa, finlandesa, islandesa, córnica, escocesa e suíça, entre outras...