IRÃO - O REGIME AIATOLA É FUNDAMENTALMENTE INIMIGO DA NAÇÃO ARIANA DO IRÃO
«A relação dos Ayatollahs com a herança pré-islâmica do Irão tem sido marcada por uma tensão profunda, variando entre a hostilidade ideológica inicial e uma aceitação pragmática mais recente.
Hostilidade Pós-Revolucionária (1979)
Imediatamente após a Revolução Islâmica, a herança pré-islâmica foi vista com desconfiança por ser associada à monarquia e ao nacionalismo do Xá.
Tentativas de Destruição: O clérigo Sadegh Khalkhali tentou, sem sucesso, demolir as ruínas de Persepolis e o Túmulo de Ciro, o Grande, alegando que eram símbolos de tirania.
Intervenção Popular: Estes monumentos só foram salvos porque moradores locais e trabalhadores da conservação formaram escudos humanos contra as escavadoras.
Censura Ideológica: Ayatollah Khomeini expressou desdém pelo passado pré-islâmico, focando a identidade nacional exclusivamente no Islão e nos rituais xiitas.
Políticas Actuais e Negligência
Embora a destruição física directa tenha parado, críticos apontam para uma estratégia de "apagamento suave" através da gestão estatal.
Sub-financiamento Crítico: Especialistas alertam para a falta de fundos para a preservação de locais como Pasárgada e Persépolis, com orçamentos de manutenção extremamente baixos em comparação com padrões internacionais.
Remoção de Manuais Escolares: Referências a reis e impérios antigos foram reduzidas ou removidas dos livros didácticos para enfatizar a história islâmica.
Repressão do Nacionalismo: Celebrações como o "Dia de Ciro" (7 de Aban) são frequentemente proibidas, e o acesso a locais históricos é restringido em datas de significado nacionalista.
Adopção Pragmática
Recentemente, o regime tem tentado cooptar figuras históricas para fins de legitimidade geopolítica.
Reinterpretação Religiosa: Alguns clérigos modernos, incluindo o Ayatollah Khamenei, visitaram Persepolis e tentaram reenquadrar Ciro, o Grande, como um "servo monoteísta de Deus" mencionado no Alcorão como Dhu al-Qarnayn.
Identidade de "Império": Em discursos de poder regional, o regime por vezes evoca a "grandeza histórica" do Irão para sustentar a sua influência actual no Médio Oriente.»
Fonte: IA Google

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