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segunda-feira, outubro 05, 2026
DIA DA SOBERANIA, DIA DA REPÚBLICA
Cinco de Outubro de 1143: a coroa de Castela e Leão reconhece a independência de Portugal. Cinco de Outubro de 1910: Portugal torna-se numa república. Ou seja, primeiro livrámo-nos de um rei estrangeiro, mais tarde livrámo-nos de todos os reis, boa evolução... evolução no sentido da Liberdade: primeiro, a liberdade nacional face ao estrangeiro; depois, a liberdade do povo face a quem não pode ser escolhido democraticamente...
Quanto à implantação da República, é preciso dizer que, independentemente de se ter tratado ou não de uma iniciativa maçónica, e de a época ter sido subsequentemente marcada por violência e instabilidade, o feito não deixa a meu ver de se revelar meritório. A República é, por princípio, uma instituição mais democrática do que a Monarquia, o que está longe de significar, obviamente, que toda a república seja democrática ou que toda a monarquia seja anti-democrática. É verdade, admita-se, que o país europeu com mais tradição democrática na Idade Contemporânea, o da velha Albion, é monárquico; enquanto isso, os dois expoentes máximos do totalitarismo no século XX foram as repúblicas comunistas soviéticas e chinesa. Tais factos históricos não ofuscam contudo a essência da diferença entre República e Monarquia - é incontornável que um dos regimes permite a escolha e, mais importante do que isso, a remoção dos líderes, ao passo que no outro tal substituição é notoriamente mais difícil. Acresce que, entretanto, afigura-se muito mais democraticamente edificante ser cidadão do que ser súbdito...
Por mais que as tradições de governo indo-europeias sejam todas originariamente monárquicas, não me sai da cabeça que a República é um modo de governo tipicamente indo-europeu. Surgiu entre Povos indo-europeus: formalmente na Grécia e na Roma antiga; em esboço, no seio de certas tribos gaulesas e celtibéricas... Atente-se por exemplo na propaganda de guerra helénica contra os Persas (que frequentemente diz mais sobre a própria mentalidade de quem a faz do que sobre o seu inimigo propriamente dito) aquando das Guerras Médicas: os Gregos comparavam-se com os Persas para destacarem a sua própria liberdade, que alegadamente os distinguiria dos Asiáticos, orgulhando-se os Helenos de obedecerem, não a um homem, como o «rei dos reis» persa, mas unicamente à Lei...
É oportuno lembrar, a propósito, que já foi observada a diferença, na Ibéria pré-romana, entre, por um lado, os reis e príncipes tendencialmente divinizados do sul e oriente, de influência marcadamente mediterrânica, e, por outro, as assembleias e líderes eleitos das áreas centro, norte e ocidente da Ibéria, ou seja, da grande zona indo-europeia da Península Hispânica, sendo esta característica tendencialmente «republicana», passe o anacronismo, particularmente visível entre os Lusitanos - todos os seus líderes cujos nomes são actualmente conhecidos, nomeadamente Púnico, Caucainos, Caisaros, Viriato, Tautalos, foram escolhidos pelo seu mérito, não consta que tivessem qualquer estatuto de carácter real.
De resto, um bom nacionalista, isto é, um racialista-etnicista, sabe bem o perigo que as famílias reais europeias andam a representar para a Europa... compostas de gente completamente educada na Igreja e no consenso politicamente correcto das elites, facilmente se moldam pela mentalidade da abertura ao alógeno, como se constata no apreço que o eventual herdeiro da coroa real portuguesa tem por África e especialmente por Timor, pela militante receptividade à imigração e à ligação africana da parte de outro que diz ser seu rival e verdadeiro herdeiro do trono, e também de um príncipe do Mónaco que já tem um filho mulato e ainda do herdeiro da coroa britânica, sempre tão simpatizante do Islão... e do recente apoio declarado do rei de Espanha à imigração... Imagine-se o que era esta gente ter mais influência na Europa do que tem actualmente, a relativa facilidade, por exemplo, de algum mestiço vir a ser monarca português ou monegasco, o modo como isso poderia ser utilizado para abater de vez toda a resistência «racista» do pobre cidadão ingénuo e psicologicamente indefeso diante dos mestres e propagandistas da retórica anti-racista... rapidamente se ouviria aos quatro ventos a conversa totalitária do «todo-o-nacional-que-se-preze-tem-que-ser-anti-racista!» a ser duplicada, multiplicada e elevada ao cubo...
Outra vantagem da República é que os Portugueses até ficaram brilhantemente bem servidos com o Hino «da República», A Portuguesa, cuja letra é simplesmente uma das mais belas coisas que o País tem...
«A Portuguesa» cantada por Isabel Silvestre e tocada com gaita de foles https://www.youtube.com/watch?v=CflKSgVMAew
«A Portuguesa» cantada pelo povo https://www.youtube.com/watch?v=5fLF9m4t7bc
A Portuguesa cantada na íntegra (três 3 partes) https://www.youtube.com/watch?v=bpb5zF185Sc
O carácter mais positivo do que negativo da queda da Monarquia não deve de qualquer modo permitir que se continue a esquecer outra efeméride que na mesma data se assinala, ou deveria assinalar - a da fundação oficial da independência portuguesa: 5 de Outubro de 1143, assinatura do Tratado de Zamora, em que Castela e Leão reconheceu o estatuto de reino a Portugal.
A celebração deste evento por parte do pessoal monárquico em Coimbra constitui obviamente uma espécie de provocação e bofetada sem mão dada à República, mas o total esquecimento, por parte da República, do feito de 1143, nunca foi bom sinal da sua boa vontade para com a herança histórica da Pátria.
De ambos os «lados» há quem tenha por certo que as duas celebrações se contradizem, o que só pode entender-se numa lógica de mesquinho, e sobejamente cretino, espírito de partidarismo, ou aliás, pior ainda, de clubice daquela mais primária e mentecapta.
A oposição que alguns querem fazer crer que existe entre as duas efemérides dá sempre a impressão de que há demasiados caganifrates da bola a contaminar questões pátrias com o seu padrão mental rasteiramente futeboleiro, de quem dá por adquirido que não se pode elogiar o estádio ou o presidente ou uma boa jogada da equipa adversária porque do «outro lado» é tudo para abater.
Essa primarice poderá ter o seu lugar numa tarde de sábado diante do televisor, ou no estádio, ou, num outro extremo, nalgum campo de batalha real em que seja mesmo preciso matar ou morrer, mas torna-se soberanamente idiota quando aplicada ao debate histórico, político e ideológico.
A vitória política de 1143 não foi uma vitória «da monarquia», mas sim da soberania de um Povo, e obviamente que tal vitória teria de se revestir de uma forma monárquica, pois se nessa altura todos os poderes políticos soberanos eram monárquicos, seguramente que não iria passar por baixo do elmo de D. Afonso Henriques a ideia de subitamente se declarar presidente ou primeiro-ministro... do mesmo modo, a vitória política contra a monarquia em 1910 não foi a vitória sobre todo o passado português, muito menos a sua rejeição, mas tão somente a alteração interna, entre concidadãos, da forma de governação.
Já é mais que tempo de se entender que tanto o feito de 1143 como o de 1910 serviram para dignificar a liberdade desta estirpe da faixa ocidental ibérica, como se estivesse no destino da gente lusa não se submeter nem a forças externas nem a donos internos, tendência que Júlio César, agastado pela crónica resistência lusitana, condensou em famosa frase: Há, na parte mais ocidental da Ibéria, um Povo muito estranho que não se governa nem se deixa governar»... E, fosse neste contexto ou em qualquer outro, não devem esquecer-se as palavras atribuídas a Viriato: «A Pátria está na liberdade.»
Não deixa entretanto de constituir coincidência valiosa que o dia de hoje fosse, na Antiguidade Romana, religiosamente consagrado ao «Mundus Patet», ou Abertura do Poço do Mundo dos Mortos, para que estes, os Ancestrais, voltassem temporariamente ao contacto com os vivos, que faz vir à memória a passagem do Hino Nacional que fala em escutar a voz dos Egrégios Avós...
FRANÇA - FRANCESA AMEAÇADA DE MORTE DEZENAS DE MILHARES DE VEZES É INSULTADA POR NEGRO CAIXA DE SUPERMERCADO CARREFOUR
Uma influenciadora digital francesa, conhecida pelas suas críticas ao Islã e à imigração, afirmou que uma caixa de um supermercado Carrefour lhe chamou "vadia imunda" e "racista" enquanto ela passava as compras, de acordo com seu relato do ocorrido.
Na Vernes, Mila Orriols publicou um vídeo de uma discussão tensa numa loja do Carrefour City na Rue de la République, no centro de Lyon. Nas imagens, Orriols diz ao funcionário que não incomoda as pessoas enquanto está a trabalhar e que falará com o supervisor dele. Ao sair, ela diz: “Colidimos sempre. Boa noite.”
A imprensa francesa que analisou o vídeo relatou que os supostos insultos não eram claramente audíveis, embora seja possível ouvir a funcionária usando a palavra "racista" durante a discussão, segundo o portal francês LyonMag. Orriols afirmou que o funcionário a reconheceu antes de insultá-la, momento em que ela começou a filmar. A Remix News produziu um vídeo sobre o encontro com legendas em Inglês, porém, o vídeo original de Orriols obteve mais de 9 milhões de visualizações no X. Em resposta, o Carrefour pediu a Orriols que removesse o vídeo e afirmou que tomaria medidas contra ela. Ela descreveu a rede como abertamente apoiante do partido de extrema-esquerda La France Insoumise. Disse que pretende apresentar a sua própria queixa.
A empresa não se pronunciou publicamente sobre se irá disciplinar a funcionária. O Carrefour não respondeu imediatamente aos questionamentos da imprensa francesa.
Orriols chamou a atenção nacional pela primeira vez em 2020, aos 16 anos, após publicar vídeos criticando o Islão. Ela recebeu dezenas de milhares de ameaças de morte e mensagens de ódio online, foi obrigada a abandonar a escola e viveu por um período sob protecção policial 24 horas por dia. Várias pessoas foram posteriormente condenadas em conexão com as ameaças.
Ela afirmou que não mais deseja protecção policial constante, argumentando que prefere viver livremente, mesmo que isso signifique uma vida mais curta.
Orriols continua a ser uma figura controversa em França e enfrentou os seus próprios processos judiciais por comentários que tribunais franceses consideraram racistas. Em Dezembro de 2025, um tribunal de Lyon condenou-a por insulto racista em publicação nas redes sociais.
A postagem dela de 2024 no X dizia: “Notei que muitas pessoas com histórico de consanguinidade têm testas muito pequenas. Grande parte das famílias do Norte de África são consanguíneas, e muitas delas têm rostos deformados e bastante feios, além de testas muito pequenas. Isso aplica-se especialmente aos imigrantes deformados que nos atacam na rua todos os dias.” Ela apagou a publicação 10 minutos depois de escrevê-la, mas alguém tirou uma captura de tela e apresentou uma queixa. Após o julgamento, Mila manteve-se desafiadora, afirmando que se arrepende da forma como fez os seus comentários, mas não do conteúdo. Ela também disse que estudos científicos apoiam a sua alegação de que os norte-africanos têm altas taxas de consanguinidade.
FRANÇA - PROSSEGUE A VIOLÊNCIA «««JOVEM»»» ALEGADAMENTE POR CAUSA DAS ESCOLAS...
Imagens de escolas e autocarros em chamas, além de agressões violentas, e relatos de uma tentativa de homicídio, voltaram a impactar a França na manhã de 1 de Outubro, enquanto os bloqueios de escolas de ensino secundário completam a sua segunda semana em todo o país. O que começou como protestos exigindo melhores condições para alunos e professores degenerou em violência em dezenas de locais, concentrada em escolas com grande população imigrante.
Na manhã de anteontem, 1 de Outubro, foram relatados novos confrontos, autocarros incendiados e ataques incendiários. O canal de notícias francês BFMTV chegou a mencionar tentativas de assassínio por parte de alguns estudantes, num incidente no qual a direcção de uma escola em Marselha foi encharcada com gasolina. Em resposta, o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, convocou uma reunião interministerial de emergência às 13h para conter a crise. Em Marselha, o governo regional afirmou que uma "linha inaceitável" foi cruzada no Liceu Victor Hugo, onde "o director, o vice-director, o secretário-geral e o chefe de equipa foram agredidos e encharcados com gasolina", segundo a região de Provence-Alpes-Côte d'Azur, citada pela BFMTV. A BFMTV também noticiou que um veículo dos bombeiros navais foi saqueado e incendiado na cidade. Vídeos que viralizaram também mostram um autocarro em chamas com vários jovens negros e árabes a atirar pedras ao veículo e a dançar em cima deste. A RTM, empresa responsável pelos transportes públicos de Marselha, afirmou que vários dos seus autocarros “foram alvos de ataques perto de escolas de ensino secundário nas zonas norte e leste de Marselha”, que “os motoristas tiveram de abandonar os seus veículos à pressa e um deles foi agredido”.
A autoridade de transportes condenou “esses actos irresponsáveis”. A ICI informou que dois autocarros pegaram fogo no norte de Marselha e que outros dois foram danificados perto do Liceu Floride, no 14º arrondissement. Uma caçamba de lixo também foi incendiada em frente ao Liceu Victor Hugo. As autoridades disseram que 40 liceus no departamento de Bouches-du-Rhône foram afectados na Joves, e 18 deles ficaram totalmente bloqueados.
A autoridade regional afirmou que a violência deixou de ser um protesto. "Disparos de morteiro contra funcionários, incêndios em veículos, portões derrubados, apedrejamento e invasões intoleráveis: isto não é contestação, é delinquência", declarou, segundo a ICI. "Aqueles que incendeiam as nossas escolas secundárias estão a atacar a República."
Em Nantes, o salão principal do Liceu Nelson-Mandela foi destruído por um incêndio que a vice-directora Gaëlle Cordier classificou como "criminoso" e que se alastrou pela fachada antes de os bombeiros conseguirem controlá-lo, informaram a RTL e a Ouest-France. A previsão era de que a escola permanecesse fechada por dias, e a RTL afirmou que a administração esperava um fechamento de várias semanas.
A Escola Secundária Nelson Mandela de Nantes tinha acabado de passar por uma grande reforma "ecológica e inclusiva". O prédio custou €77 milhões, dinheiro dos contribuintes. No entanto, a estrutura toda em madeira, com o interior supostamente projectado para "energia positiva", foi consumida pelas chamas. A reconstrução pode custar dezenas de milhões.
Apesar da ameaça à vida e à propriedade, o partido de extrema-esquerda pró-imigração França Insubmissa (LFI) tentou fortalecer o movimento estudantil, que agora está a sair do controle.
Um incêndio na escola particular Talensac High School, no centro da cidade, destruiu as portas de entrada.
“Os mesmos destruidores em todo o lugar. A mesma violência em todo o lugar. A mesma exploração política em todo o lugar”, escreveu Christelle Morançais, presidente da região do Pays de la Loire. “Nenhuma reivindicação a ser satisfeita, apenas a vontade de semear o caos e destruir tudo. Esta não é a juventude de França.”
Funcionários também foram atacados repetidamente noutras escolas por estudantes imigrantes que caçavam em grupos.
Noutros locais, na Joves, a autarquia informou que a fachada do Liceu Lumière, no 8º arrondissement de Lyon, foi incendiada, segundo o jornal Actu Lyon. Em Annecy, incêndios foram provocados nas fachadas dos liceus Berthollet, Baudelaire e Sommeiller. Os bombeiros disseram que estavam a trabalhar para impedir que as chamas atingissem os edifícios.
Os distúrbios aumentaram ao longo da semana. Na Mércores, o Ministro do Interior, Laurent Nuñez, afirmou que 356 escolas secundárias foram afectadas, 625 pessoas foram presas e 83 polícias e gendarmes ficaram feridos, num balanço que ele descreveu como ainda não definitivo, segundo a Europe 1. O Ministro da Educação, Édouard Geffray, disse que 119 alunos e funcionários ficaram feridos desde o início dos bloqueios, incluindo 34 funcionários. "Isto é inédito no sistema nacional de educação", afirmou.
Além disso, foram relatados os seguintes casos:
Em Wattrelos, na região de Nord, um carro foi jogado contra os portões da escola de ensino fundamental e médio Émile-Zola e incendiado na Mércores. A escola foi fechada e a promotoria abriu um inquérito por incêndio criminoso, informou o jornal Le Figaro.
Em Montpellier, na Martes, um incêndio destruiu a casa do zelador numa das entradas laterais da Escola Secundária Jean-Mermoz, e a escola foi evacuada.
Em Bordéus, na Mércores, um incêndio num caixote do lixo junto à Escola Secundária Gustave-Eiffel alastrou-se às fachadas de duas casas do outro lado da rua, e foram disparados fogos de artifício contra a escola, informou a ICI. Dez pessoas foram detidas na região da Gironda por incêndio criminoso, danos materiais e lançamento de projécteis.
Na escola secundária Paul-Éluard, em Saint-Denis, nos arredores de Paris, um incêndio danificou o portão principal. A presidente da região da Île-de-France, Valérie Pécresse, afirmou que a substituição, a segurança e a limpeza custariam cerca de 100 mil euros, elevando o prejuízo total nas escolas secundárias da região para perto de 1 milhão de euros, incluindo cerca de 10 portões fora de serviço.
Geffray também citou um professor agredido em Nord, um director de escola ferido por um morteiro de fogos de artifício em Hauts-de-Seine e outro que foi ameaçado de morte em Essonne.
Conforme noticiado ontem pela Remix News , Geffray afirmou: "Esta violência é indescritível". No entanto, apesar das suas ameaças de iniciar processos judiciais contra os manifestantes, a violência só piorou, anteontem, 1 de Outubro.
O primeiro-ministro Sébastien Lecornu classificou qualquer escalada como "irresponsável". Nuñez descreveu parte da violência como mais próxima de tumultos urbanos do que de um protesto trabalhista.
ITÁLIA - JOVEM ITALIANO VIOLENTAMENTE AGREDIDO E DESFIGURADO POR MOUROS COM CIDADANIA ITALIANA
Um estudante italiano de 15 anos chamado Matteo foi atacado por oito adolescentes de origem imigrante em frente à sua escola em Cesena, na província de Forlì-Cesena, Itália, segundo reportagem do portal de notícias italiano Fuori dal Coro. Durante o ataque, Matteo sofreu ferimentos graves causados por golpes de punhal e faca, que o deixaram desfigurado, exigiram mais de 100 pontos e o impediram de realizar o seu sonho de se tornar piloto. Desde então, a sua mãe apareceu na televisão nacional, afirmando que o seu filho "já não é o mesmo de antes".
Matteo morava no internato da escola enquanto frequentava o Instituto Técnico de Aeronáutica na cidade vizinha de Forlì. Ele estava-se a exercitar com dois amigos quando um grupo de oito menores, com idades entre 15 e 17 anos na altura e todos da região de Cesena, se aproximou. Chegaram em quatro ciclomotores ou scooters, alguns usando capuzes ou balaclavas. Inicialmente, dois deles exigiram o pagamento de uma dívida de €45 referente ao haxixe que um "jovem estrangeiro" do grupo lhes tinha vendido. Matteo recusou, alegando que o produto era de má qualidade. O restante do grupo juntou-se ao que os promotores descreveram como uma expedição punitiva premeditada.
Imagens de câmaras de segurança registaram a agressão, que durou menos de 10 segundos e desde então tem sido exibida repetidamente em canais de notícias italianos.
O grupo cercou Matteo, cujo nome foi alterado para proteger a sua identidade. Um dos agressores usou um punhal no seu rosto e mãos; outros usaram uma faca grande, descrita em alguns relatos como uma faca de cozinha, e um bastão telescópico. Matteo tentou-se proteger com as mãos. Os agressores fugiram então.
Matteo sofreu danos permanentes em três dedos de uma das mãos. Ele também sofreu um corte profundo que começou perto da orelha, atravessou a bochecha esquerda e chegou ao pescoço. Isto exigiu uma cirurgia maxilofacial e danificou a glândula parótida, necessitando de drenagem repetida no Hospital Bufalini, em Cesena. Durante uma reportagem do Fuori dal Coro, a emissora entrevistou a mãe de Matteo, que relatou que ele recebeu mais de 100 pontos no total, e que o ataque resultou em cicatrizes faciais permanentes.
Os médicos observaram que cobrir o rosto com a mão provavelmente salvou a sua vida, impedindo que a lâmina cortasse uma artéria importante. No entanto, ele já não está apto, do ponto de vista médico, a tornar-se piloto comercial, carreira para a qual tinha vindo a preparar-se.
Apesar da gravidade do ataque, o apresentador do Fuori dal Coro afirmou: "O incrível é que esses oito réus estão livres." A mãe de Matteo respondeu: "Sim, os oito réus aguardam julgamento, mas permanecem em liberdade." Ela disse que o filho está a tentar seguir em frente, mas “ele já não é o mesmo de antes. Ele ainda sofre graves consequências físicas e psicológicas. Os ferimentos no rosto e na mão são visíveis e incapacitantes. Além desses, existem feridas mais profundas: o medo, a perda da paz de espírito e a dificuldade em confiar nos outros. Ele teve de reescrever o seu futuro, destruindo completamente todos os seus planos.” A mãe de Matteo relatou esta história enquanto imagens do ataque sofrido pelo seu filho eram exibidas em loop ao fundo da entrevista, destacando o horror que ele vivenciou nas mãos dos jovens de origem estrangeira.
Dado que o ataque ocorreu no internato, ele é apresentado como uma ilustração da deterioração da situação de segurança nas escolas da Itália e da Europa durante a imigração em massa.
Matteo foi obrigado a mudar de escola e deixou o internato após quatro anos. Ele também perdeu um ano lectivo devido ao tratamento e à recuperação. Por conta dos problemas psicológicos contínuos causados pelo ataque, a sua família teve de arcar com os custos de tratamento psicológico particular e despesas médicas.
Fuori dal Coro usa abertamente o termo “maranza”, uma gíria italiana para um estilo de vida de rua frequentemente associado a jovens imigrantes de segunda geração, muitas vezes com ascendência norte-africana.Estes jovens envolvidos com gangues geralmente possuem cidadania italiana, mas estão ligados a pequenos delitos ou a actos de violência mais graves.
Eles não foram mantidos em prisão preventiva e permanecem em liberdade enquanto aguardam o processo. Nem eles nem os seus pais entraram em contacto com a família de Matteo ou pediram desculpas. A promotora Simone Purgato, da Procuradoria da Infância e Juventude de Bolonha, acusou-os de lesões corporais graves agravadas, desfiguração facial permanente, porte de armas, violência privada, tentativa de extorsão e crimes relacionados com drogas.
A mãe descreveu a falta de remorso por parte dos agressores e das suas famílias, bem como o trauma contínuo para ela, seu filho e toda a família. Ela enfatizou que eles buscam responsabilização, e não vingança. Autoridades locais, incluindo o autarca de Medicina, condenaram a “covardia do grupo”.
Devido à idade dos autores, é provável que recebam penas muito mais leves, caso sejam considerados culpados, do que receberiam se fossem adultos.
ISRAEL - DEZANOVE «JORNALISTAS» PALESTINIANOS ERAM AFINAL MEMBROS DO HAMAS
Surpresa do camandro, mais uma carrada de jornalistas que afinal eram terroristas...
Israel revela-se cada vez mais o que disse Salvini - um Estado exemplar, como os que deviam existir na Europa, e eu aqui faço uma ressalva, pois que no país do Magen David cerca de vinte por cento da população é árabe, e isso eu não queria em ponto algum deste nosso Velho Continente...
FRANÇA - «««JOVENS»»» INCENDEIAM ESCOLAS, AGRIDEM CRUELMENTE PROFESSORES, AMEAÇAM ALGUNS DE MORTE, E O LÍDER DA EXTREMA-ESQUERDA DIZ QUE OS «««JOVENS»»» SÃO «INOFENSIVOS» E A REPRESSÃO POLICIAL É «RACISTA»
A polícia francesa deteve 440 pessoas, a maioria menores de idade, na Martes, à medida que os bloqueios de escolas secundárias que começaram na semana passada nos arredores de Paris se espalharam por todo o país e, em várias cidades, deram lugar a confrontos, incêndios criminosos e vandalismo.
Imagens e vídeos da violência espalharam-se rapidamente nas redes sociais, incluindo vídeos angustiantes de professores e funcionários a ser perseguidos por alunos. Um dos vídeos mostra um funcionário da Escola Secundária Stéphane Hessel a ser atacado enquanto tentava apagar um incêndio numa lixeira.
Noutro vídeo, um professor de química foi agredido e perseguido por manifestantes do lado de fora da escola César Baggio.
Noutro vídeo, um professor de química foi pontapeado nas costas e perseguido pelas ruas de Lille.
Outros vídeos mostravam barricadas em chamas e grandes multidões de estudantes, um padrão observado em escolas por todo o país.
O ministro do Interior, Laurent Nuñez, disse à BFMTV que cerca de dois terços dos detidos foram colocados sob custódia policial, principalmente sob suspeita de danos à propriedade ou agressão a agentes da lei.
Quarenta e oito membros das forças de segurança ficaram feridos, disse ele. “A violência nunca é legítima. Nada justifica a violência”, acrescentou Nuñez, descrevendo a resposta policial como “extremamente proporcional”.
O ministro da Educação, Édouard Geffray, afirmou que pelo menos 10 funcionários escolares ficaram feridos e que o Ministério da Educação contabilizou um total de 31 alunos e funcionários feridos. Entre os casos citados, estão o de um professor agredido no norte de França, o de um director atingido por um morteiro de fogos de artifício em Hauts-de-Seine, a oeste de Paris, e o de outro director em Essonne que recebeu uma ameaça de morte.
“Foram iniciados processos judiciais contra essas acções. Essa violência é indescritível”, escreveu Geffray no X. Ele afirmou que o direito de manifestação “não pode servir de desculpa para tais acções” e alertou que qualquer pessoa que “as legitime ou peça a expansão dos bloqueios neste contexto coloca os nossos estudantes e funcionários do sector público em perigo”.
O ministério informou que protestos ou interrupções afectaram 416 escolas durante o dia — de um total de cerca de 3700 liceus em todo o país. Ao anoitecer, 338 locais ainda estavam afectados, incluindo 45 totalmente bloqueados e 46 sob tentativa de bloqueio.
O principal sindicato de estudantes do ensino médio, o Union Syndicale Lycéenne, estimou o número de escolas bloqueadas num valor muito maior, cerca de 400, e convocou os alunos a aderirem a uma greve nacional do sector público já planejada para Martes.
O movimento começou na semana passada nos subúrbios de Paris, com estudantes a denunciar a falta de professores, salas de aula superlotadas, prédios mal conservados e salas de aula abafadas durante as ondas de calor deste ano. Na Lues, as autoridades relataram 164 detenções e interrupções em 180 escolas. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu classificou qualquer escalada da situação como “irresponsável”, afirmando ainda que “as dificuldades das escolas de ensino secundário devem ser ouvidas e atendidas”.
Em diversas cidades, os protestos foram muito além de simples ocupações. Em Lille, jovens mascarados atearam fogo em latas de lixo e bicicletas em frente ao Lycée César Baggio, destruíram pontos de autocarros e derrubaram um semáforo enquanto a polícia disparava gás lacrimogéneo. Confrontos semelhantes foram relatados em Nantes, onde estudantes empilharam lixeiras nos portões do Lycée Gabriel Guist'hau, e no Lycée Arago, em Paris, onde um pequeno grupo enfrentou um cordão policial.
As autoridades informaram que ácido clorídrico foi jogado contra os polícias em sete incidentes.
Os distúrbios escolares de Martes coincidiram com uma greve de um dia dos funcionários públicos, incluindo professores, bombeiros e funcionários de hospitais, dois dias antes de Lecornu apresentar a proposta de orçamento para 2027.
Os sindicatos afirmaram estar a lutar contra uma proposta de congelamento do índice salarial do sector público, o quarto consecutivo, e contra um plano de economia mais amplo de €54 biliões (US$63 biliões), num momento em que a dívida e o déficit da França permanecem sob pressão.
Os sindicatos afirmaram que centenas de milhares de pessoas marcharam em todo o país contra o congelamento salarial.
O ministro da Educação, Geffray, acusou parlamentares do partido de extrema-esquerda França Insubmissa de incentivarem os estudantes a expandir os bloqueios. O líder do partido, Jean-Luc Mélenchon, classificou os adolescentes como “inofensivos” e denunciou aquilo a que chamou repressão “feroz” com “um tom inequivocamente racista”.
Uma nova rodada de bloqueios poderá ocorrer na Joves, quando se espera a divulgação do texto do orçamento.
Incendiar escolas, atirar petardos, queimar pessoas, porque chove dentro das salas de aula? O que seria da Europa sem este calor humano... isto sim, é que é o verdadeiro aquecimento climático, que se faz por via iminvasora... e claro que o esquerdalhame tem de estar contra a mais elementar defesa da população autóctone, é que nem era esquerdalhame se não fizesse isso, ser inimigo mortal da sua própria Nação está-lhes na corrompida mioleira...
FRANÇA - «PLANETA DOS MACACOS» JÁ NÃO É SÓ FICÇÃO CIENTÍFICA...
No filme e nas séries, o domínio simiesco do planeta Terra aconteceu devido ou a um vírus de laboratório ou a uma guerra nuclear. Ora, na realidade, houve uma guerra, sim, mas foi ideológica, uma campanha moral da elite ocidental contra o seu próprio Povo... Ora a história original de há sessenta e tal anos que, por coincidência, foi escrita por um francês - Pierre Boulle - em 1963, aproxima-se mais da realidade... conta que determinado planeta distante, mas muito semelhante à Terra, os humanos desse planeta tinham alcançado um nível civilizacional muito avançado mas acabaram por começar a usar macacos para o desempenho de trabalhos braçais, até ao ponto em que a perda de capacidades e habilidades por parte dos humanos acabou por levar ao triunfo dos símios...
FIDELIDADE, UMA DEUSA DA HERANÇA ETNO-RELIGIOSA OCIDENTAL
Fides e Marte apertando as mãos
No primeiro dia de Outubro celebrava-se na Roma antiga, raiz civilizacional e parcialmente étnica de Portugal e do Ocidente, o «dies natalis» ou «dia do surgimento» de um templo dedicado a Fides, personificação divina da Fidelidade. Nesta data, os três Flâmines Maiores (sacerdotes devotados a um Deus em particular), Flamen Dialis (Flâmine de Júpiter), Flamen Martialis (Flâmine de Marte), e Flamen Quirinalis (Flâmine de Quirinus), guiavam uma procissão ao Capitólio, dentro de um carro coberto. Com os dedos das suas mãos direitas envoltos em tecido branco, realizavam sacrifícios às Divindades Fides e Honos. O poeta Horácio reforça o valor do pormenor da mão coberta de tecido branco ao descrever a estátua da Deusa: «Rara Fidelidade, a Sua mão atada com pano branco».
Isto corrobora a descrição de Tito Lívio [ «Ab Urbe Condita», 1.21.4 ] do culto de Fides instituído pelo rei Numa Pompilius: «Também instituiu um sacrifício anual à Deusa Fides e mandou que os flâmines fossem para o Seu santuário numa biga coberta, e que executassem o serviço religioso com as suas mãos cobertas até aos dedos, para significar que a Fidelidade deve ser protegida e que o Seu assento é santo mesmo quando está nas mãos direitas dos homens».
Os ritos cerimoniais incluíam a purificação e a comemoração do juramento, sendo depois seguidos de festejos.
Trata-se de um ritual que parece ser da maior importância no contexto religioso da Romanidade, e, em termos do estudo de História das Religiões, tem sido um dos elementos cuja análise contribui para a promoção da teoria trifuncional de Georges Dumézil, segundo a qual os Romanos, sendo Indo-Europeus, têm uma tríade divina na qual um dos Deuses representa a primeira função indo-europeia, a da soberania, do poder mágico e da justiça (Júpiter), outra das Deidades representa a segunda função indo-europeia, a da guerra (Marte), e a terceira Divindade representa a terceira função indo-europeia, a da fertilidade e da produção (Quirinus), isto porque neste ritual, de cariz provavelmente muito arcaico, os sacerdotes desta tríade trifuncional participam num ritual que parece fortalecer a coesão da comunidade.
O detalhe da mão direita oculta é, repete-se, de grande relevância, porquanto evoca a importância da mão no juramento, uma vez que o ritual é realizado em honra precisamente da Fides, conceito de valor crucial para a generalidade dos povos Indo-Europeus. Não é certamente por acaso que dois dos mais importantes Deuses arianos da Índia, Mitra e Varuna, sejam padroeiros do Contrato e do Juramento,respectivamente.
Na tradição nórdica, na céltica e na romana, há uma figura mitológica (historicizada em Roma) que não tem a mão direita e representa de algum modo a Fidelidade, a Justiça, o Juramento (o Direito): Tyr, do panteão escandinavo, sacrifica uma das mãos para que o lobo Fenrir, inimigo dos Deuses, possa ser preso; Nuadu, rei (soberano de jurista) dos Tuatha de Dannan, (que são os Deuses irlandeses mais importantes), perdeu um/a braço/mão em combate; o romano Mucius Scaevola sacrificou uma mão sobre um braseiro para mostrar ao inimigo que não tinha medo de sofrer e que por isso não iria trair a Pátria.
A respeito de Nuadu, é interessante notar uma coincidência que pode revestir-se de grande valor simbólico: sabendo-se que foi por vezes considerado o mesmo que Neit, outro Deus irlandês, menos conhecido, mas mais categoricamente ligado à guerra, e sabendo-se que na Ibéria existiu o culto a um Deus da Guerra Luminoso chamado Neton, torna-se particularmente interessante que no norte da Celtibéria tenha sido encontrada uma inscrição na qual se lê a palavra «Neitin», junto da qual se encontra o desenho de uma mão, talvez uma mão cortada; de notar que os Lusitanos cortavam a mão direita aos inimigos vencidos. Na Lusitânia foi achada uma inscrição dedicada a Netus e outra a Netoni.
Disse Silius Italicus, em «Punica» 2.484-87, a respeito da Deusa Fides: «Deusa mais antiga do que Júpiter, virtuosa glória de Deuses e de homens, sem a qual não há paz na Terra, nem nos mares, irmã da Iustitia, Fides, silenciosa Divindade no coração dos homens e das mulheres.»
A Fides é pois um dos principais constituintes da identidade romana, bem como de outros povos indo-europeus.
O motivo de este dia Lhe ser consagrado deriva do facto histórico de ter sido num primeiro de Outubro que se dedicou um templo à Fides Publica no monte Capitólio (em 258 a.c./495 a.u.c., ou em 254 a.c./499 a.u.c.). Este santuário era usado em certas ocasiões para reuniões do Senado, e cópias de acordos internacionais eram afixadas nas suas paredes.
Estátua de guerreiro romano encontrado nas ruínas das termas romanas dos Cássios em Lisboa. Reconstituição de J.Espinho segundo a descrição que se conservou e publicada por Augusto Vieira da Silva na sua obra " Epigrafia de Olisipo: (subsídios para a história da Lisboa romana)" em 1944
É uma coincidência no mínimo interessante que a figura marcial acima exposta não tenha a mão direita, eventualmente por degradação acidental do material... a imagem traz à mente que na Lusitânia se oferecia a mão direita dos guerreiros vencidos aos Deuses, talvez aos da Guerra, tal como sucedia na Cítia, outra nação indo-europeia, com laços que a ligam aos Celtas arcaicos. Os Citas ofereciam o braço direito dos guerreiros inimigos em sacrifício ao Deus da Guerra. Ora na Irlanda uma das principais Divindades é Nuadu do/a Braço/Mão de Prata - Nuadu Airgedlamh - que perdeu um/a braço/mão em combate recebendo em contrapartida um/a braço/mão de prata. E, na Celtibéria, encontram-se várias imagens de mãos direitas num monumento em que aparece o teónimo «Neitin». Neitin é eventualmente o mesmo que Neton, Deus da Guerra celtibérico, Cujo nome tem toda a parecença com o de Net ou Neit, Deus da Guerra Irlandês. Em Conímbriga encontrou-se uma inscrição dedicada a um Netus; em Cáceres, que fazia parte da Lusitânia, outra inscrição é dedicada a um Netoni. Neton é um Deus luminoso, segundo o testemunho de Macróbio, que diz que os Accitani veneravam com a maior devoção um «Marte», portanto, um Deus da Guerra, ao Qual chamavam Neton, que parecia ornada de raios, talvez porque brilhasse. Na figura acima a ideia de brilho está presente no tronco, atrás do escudo.
Marte, o Marte propriamente dito, latino, é tido na tradição romana como o Pai dos Romanos, Mars Pater, devido ao mito de o fundador de Roma, Rómulo, ser filho de Marte e da vestal Reia Sílvia. Na Roma arcaica, Marte formava uma tríade com Júpiter e Quirino, tendo porventura devido a isso um flâmine maior. Os flâmines eram os sacerdotes dedicados ao culto de um Deus em particular. Existiam quinze, três «maiores», e treze ditos «menores». O de Marte, flâmine martialis, é um dos três maiores, segundo em importância relativamente ao de Júpiter. Marte,protector de Roma, é não apenas Deus da Guerra mas também da Agricultura. Nalguns locais é ainda um defensor contra as doenças, como sucede na Gália, onde o culto de Mars Lenus tem carácter salutífero, tratando-Se porventura de um sincretismo com alguma Divindade local céltica. Actualmente, o rico e bem organizado património turístico na Alemanha permite uma visita ao templo de Mars Lenus em Marberg («Monte de Marte» em Alemão) por dois euros, com direito a permanecer no templo por muito tempo, deixar moedas de oferenda, até mesmo queimar incenso. Há até possibilidade de encomendar bolos no café local, com uma semana de antecedência, como se pode ler aqui (em Alemão): http://incipesapereaude.wordpress.com/