quarta-feira, setembro 23, 2026

A AFD, A UCRÂNIA E OS PROFETAS DA DESGRAÇA

Mais uma vitória, há três dias, na Alemanha, do partido nacionalista AfD, desta feita na Pomerânia Ocidental, põe os opinadeiros mediáticos, porta-vozes das elites reinantes, a tecer os seus habituais lamentos & alertas. 

Antes de mais nada, interessa deixar claro que há neste caso motivo para preocupação a respeito da salvaguarda da Europa, mais concretamente no que toca à situação ucraniana. A aparente simpatia deste partido pela Rússia putineira e a sua crítica feroz aos gastos alemães com a Ucrânia pode, a médio prazo, pôr em perigo o apoio alemão à causa de Kyiv, o que acaba por implicar uma ameaça à arquitectura de segurança europeia. 

Significa isto que o povo alemão favorece a Rússia? Nada o indica, pelo contrário. As sondagens mostram que a população alemã não apoia Putin, nem sequer a do leste do país.

No que é que uma crescente percentagem dos Alemães vota afinal? Na causa anti-imigração. As sondagens mostram que a população alemã é fortemente contrária à imigração, sobretudo a do leste do país. 

Esta é a grande prioridade do Povo - a sua própria defesa contra a iminvasão terceiro-mundista. 

A AfD não teria a força que tem se o cerne do seu discurso não fosse anti-imigração. 

Não é por antipatizar com a Ucrânia que a AfD ganha votos alemães - ganha votos alemães por prometer sistemática e credivelmente a defesa das classes populares nacionais contra a actual enchente populacional oriunda do chamado «sul global». 

Sintomaticamente, alguns dos que se inquietam - e se indignam, ou se babam de ódio - diante da ascensão eleitoral da AfD revelam-se moralmente culpados pela crescente fragilização do apoio europeu à Ucrânia. Ontem ou anteontem ouviram-se as suas habituais charlas críticas nos média contra a «Extrema-Direita»: que horror, o «povinho» já se esqueceu do que foi o Nazismo!, estes eleitores gostam é de ditaduras, eles gostam é dos Russos, e, pelo meio, lá houve um dos comentadeiros a reparar que tanto a AfD como o partido esquerdista alemão BWG têm em comum ser contra a imigração e a favor da Rússia. Lá está portanto um típico representante da elite a «empurrar» o «povinho» anti-imigração para o lado das ditaduras, mais concretamente a entregá-lo de bandeja a Putin, depois queixa-se de que o «povinho» vota pelos tiranos. Na esteira deste tipo de observações, há uns quantos adolescentes, bullyófilos, nazis e outras figuras desagradáveis nas fileiras da Extrema-Direita a aproveitar a deixa para dizer aos indecisos e aos ingénuos «Se és contra a imigração, então não podes ser contra o Putin...», o que acaba, neste contexto, por parecer verosímil, mas que, de resto, constitui imbecilidade pegada que nenhuma análise séria das ideias e dos factos permite sustentar, dado que o Kremlin, para além de condenar aberta e oficialmente o Nacionalismo étnico, pois para além disto, acolhe neste momento milhares de peões terceiro-mundistas, um destes, militar angolano, já concorre pelo partido de Putin para a câmara da cidade de Belgorod...

Felizmente que a actuação da líder governamental anti-imigração Georgia Meloni é das que mais apoia a Ucrânia - valha isso, haja Deus, para «lembrar» (evidenciar o fdp do óbvio) que ser contra a imigração não é ser pró-Putin... Com Meloni está, nesta gesta, a primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen, igualmente contrária à imigração e ostensivamente favorável à defesa europeia das fronteiras ucranianas.

Sublinhe-se - a culpa de a AfD ameaçar a unidade da OTAN e da UE não é apenas de alguns militantes neo-nazis fascinados por impérios, imbuídos com a mística bully da lei do mais forte, que existem de facto na AfD, mas sim, também, de quem «obriga» o povo a votar na AfD. 

«Obriga» - entre aspas, mas a grosso, porque é, no essencial, disto que se trata. 

«Obriga» - porque enche a Europa de homens em idade militar vindos de alguns dos países mais violentos do globo.

«Obriga» - porque, a partir daí, o europeu comum, que não vive em zonas privilegiadas, precisa então, soberanamente, de garantir a sua própria segurança diária - nas ruas, nas escolas, nos transportes públicos, nos bares, nas noites que deveriam ser de divertimento despreocupado, saudavelmente boémio, e acabam amiúde por se cifrar em horas de tensão diante de ameaça iminente, quando não de violência real ou mesmo de tragédia pessoal.

Neste momento, há já gente alemã de Esquerda a votar na AfD - alguma desta gente é LGBT, e, mesmo assim, vota na AfD, e porquê?, porque se apercebe de que as suas cidades estão-se a encher de  massas alógenas dominadas por valores e credos absolutamente incompatíveis com as liberdades públicas de que os gays europeus têm usufruído nas últimas décadas. Percebem, portanto, que não têm mais defesa rigorosamente nenhuma senão o voto em quem garanta o fim da enchente que brota das Áfricas e das Arábias.

Perante as evidências, as elites bem-pensantes continuam a pregar abertamente o ódio à Extrema-Direita e a alimentar «subtilmente» o desprezo dos seus pares para com o «povinho» que se atreve a desobedecer aos seus auto-nomeados tutores morais anti-racistas; elites que nutrem porventura a esperança de que o «povinho» acabe por ir aceitando a imigração ou, sabe-se lá, seja progressivamente substituído por massas humanas mestiças que apreciem o ideal do mundo sem fronteiras, o que deixará sem apoio popular os partidos «fachos». 

N É M E S I S

                           

Estátua de Némesis com grifo, de Pérgamo, datada do segundo século da era comum, exposta ao público no Museu Antropológico de Antália.

A vinte e três de Setembro os Gregos celebravam o culto de Némesis, a Deusa da Justa Vingança, também conhecida como «A Inevitável», tão bela como Afrodite, que é a própria Deusa da Beleza.
Também foi adorada na região que é hoje Portugal, em Évora, até ao século V, como se pode ler na valiosa obra de Stephen McKenna «Paganism and Pagan Survivals in Spain up to the Fall of the Visigothic Kingdom», em que se faz referência a uma espécie de sociedade, religiosa ou talvez não, que talvez prestasse culto a Némesis - os Nemesiaci. Na adoração de Némesis, os adoradores dançavam em torno de uma imagem de madeira da Deusa, praticavam a adivinhação e recolhiam dinheiro dos espectadores.
O nome do grupo faz por outro lado lembrar a raiz céltica «Nem-», que significa «sagrado» e «celestial» e que entre na composição do substantivo céltico «Nemeton», com o significado de bosque sagrado.
Numa das deambulações por paragens internáuticas onde se divulga o conhecimento da antiga e verdadeira cultura europeia, pude ouvir um eco vindo do passado milenar gentio: um hino a Némesis (http://f1.grp.yahoofs.com/v1/AB7VSL3H1wG8aeilUIy1UvLYjWD7Leh_0S2fuGvQIhQb3UIHPW5We8-Qc_4RCpA05cKzmJWad1YP1yR2sWi6mZUYSz5_g0XWC0nLOQ/Nemesis.MP3).

O hino é das poucas músicas romanas antigas actualmente conhecidas, aqui reconstituída por investigadores do tema e editado neste CD.

terça-feira, setembro 22, 2026

GRÉCIA - CELEBRAÇÃO DO EQUINÓCIO E DA BATALHA DE MARATONA NO BERÇO DA CULTURA OCIDENTAL


O Supremo Conselho da Religião Nacional Helénica celebrou o Equinócio de Outono e homenageou a memória dos guerreiros do Maratona de acordo com o calendário oficial da Religião Nacional Helénica a 20 de Setembro de 2026, e prestou homenagem à memória dos nossos ancestrais que lutaram na Batalha do Maratona.
Basil e flores foram colocados pelo Conselho Nacional Helénico, o Conselho Nacional Helénico de Cípyr e a Casa dos Nacionalistas Helénicos "Thyrso".
Durante o Equinócio de Outono, o Sol afasta-se do hemisfério norte (...)
É a época em que Perséfone, a Filha Livre, abandona o Mundo e desce para o Submundo para Se unir em casamento sagrado com Plutão. Com a Sua própria cooperação, Ela dará cuidadosamente poder para as sementes da terra para serem preservadas e renascidas no futuro próximo. Ela oferece vida inspirando os imortais.
"A nossa história, do nacional Helenismo, é escrita pelos proeminentes que, mesmo em pé, conseguiram enfrentar a agitação que estava prestes a destruir a civilização, a mudar o curso da história. Spartacus, Leónidas, Themistocles, Gelon, Leonidas Sgouras, Markantonis "Cleomenes" Renessas, Platon Gemitos, Vlasis Rassias.
Esta é a nossa própria narrativa que atinge os nossos dias, trazendo o invisível, aos certos monoteístas, o Sol da Deusa Perséfone, o Sol que já fez a semente tomar raiz e, em alguns anos, vai madurar. Enquanto existirmos e lutarmos pela restauração completa da Nação Helénica nos lugares onde nasceu, e protegida sem ser suprimida e trazida aos nossos dias.
Como disse Vlasis Rassias: "Tudo é uma cadeia. Somos um elo numa grande cadeia, que traz a Nação Grega das profundezas da antiguidade, da era que foi coberta com os mitos mais simples, até agora. É assim que todos vocês devem ver-se a vocês próprios. Somos um elo numa grande cadeia que garante a continuidade do Grego com uma letra maiúscula e do homem com uma letra maiúscula. Os mortos são aqueles que precederam, os elos anteriores. Juntos com a nossa História, honramos os nossos mortos. O que devemos saber, no entanto, é que existe uma missão. O elo desempenha um papel específico: conecta o anterior ao próximo. E este elo nunca se deve quebrar. A qualquer custo, alguns de nós devem, se necessário, ignorar o fim e a morte e defender, a todo o custo, este sagrado elo."
Desejamos a todos os Gregos um Boa Outono com Força Mental e Prudência.
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Fonte: https://www.facebook.com/YSEEHELLAS/posts/pfbid02n9PUK4kX6ctcs58vkQQPgNT36EjPL4dWSdtxP5uUaX2HCv7EGGDdPND6P1h632W5l

FRANÇA - ENSAÍSTA AFIRMA QUE DOIS TERÇOS DA CRIMINALIDADE SÃO COMETIDOS POR ALÓGENOS

A relação entre crime e imigração tem fascinado a França há anos e intensificou-se nos últimos meses. Agora, o renomado escritor, ensaísta e comentarista francês Laurent Obertone afirma que o problema é muito mais grave do que o próprio Estado está disposto a admitir: Os imigrantes e seus descendentes são responsáveis ​​por dois terços da criminalidade, porque a criminalidade e a delinquência estão ligadas, na maioria dos casos, a pessoas com histórico de imigração. Pode-se dizer que as estatísticas étnicas são proibidas e assim por diante, que não se deve falar sobre isso, e que devemos falar apenas da pequena minoria criminosa, e nada mais”, disse Obertone durante sua participação no CNews.
https://twitter.com/walZemm/status/1588982543583707136
Obertone destaca declarações recentes do presidente francês Emmanuel Macron, que admitiu no mês passado que estrangeiros são responsáveis ​​por metade dos crimes em Paris. “Sim, quando analisamos a delinquência em Paris, podemos ver que metade dos actos delinquentes são cometidos por estrangeiros em situação irregular ou a aguardar aprovação de asilo”, disse Macron em entrevista ao canal de televisão France 2. As declarações de Macron provocaram um acalorado debate na sociedade francesa sobre o papel da imigração e da insegurança.
O ministro do Interior de França, Gérald Darmanin, também fez uma admissão semelhante; no entanto, tanto Macron quanto Darmanin negaram que a imigração esteja de facto ligada ao aumento da criminalidade. “Jamais estabelecerei uma ligação existencial entre imigração e insegurança”, disse Macron na mesma entrevista.
No entanto, os dados de Macron e Darmanin podem representar apenas metade da história. Em França, as estatísticas de criminalidade abrangem apenas estrangeiros e cidadãos franceses, o que dificulta determinar quantos cidadãos franceses com histórico de imigração também são responsáveis ​​por crimes no país.
“Isso é uma admissão parcial, porque é preciso ressaltar que (Gérald) Darmanin está a falar de crimes cometidos por estrangeiros. Eu, por outro lado, estava a falar da criminalidade de indivíduos com histórico imigratório”, disse Obertone. “Isto significa não apenas aqueles que são estrangeiros, mas também aqueles que são descendentes directos de imigrantes: aqueles que nasceram em França, são franceses, mas que têm um histórico imigratório recente. E quando somamos essas duas populações, chegamos ao número de que dois terços dos crimes cometidos no nosso território são perpetrados por esses indivíduos, indivíduos com histórico imigratório.
Obertone afirma que somente esta estatística revela a verdadeira dimensão dos crimes cometidos por estrangeiros e seus descendentes, mesmo que possuam cidadania francesa. Ele argumenta que, como a França não mantém estatísticas sobre a etnia ou o histórico imigratório de criminosos, o país tem uma visão incompleta de quem é responsável pela criminalidade no seu território. “Portanto, essa admissão não me satisfaz, pois não aborda a raiz do problema”, disse ele.
A comunidade imigrante de França foi responsável por alguns dos actos de violência mais hediondos dos últimos anos, incluindo os tumultos ocorridos no Stade de France, nos quais gangues de imigrantes atacaram e roubaram brutalmente adeptos de futebol da Grã-Bretanha e da Espanha. Além disso, a França tem sido assolada por ataques terroristas, decapitações e, mais recentemente, pelo estupro e assassínio de Lola, de 12 anos, por uma imigrante argelina que já tinha ordens de deportação em aberto.
Dados do Ministério do Interior do país também mostram que estrangeiros cometem metade dos crimes em Paris e 55% dos crimes em Marselha; no entanto, dados sobre qual a percentagem de crimes cometidos por pessoas de origem estrangeira ainda são escassos.
“O que vemos hoje é o caos. Para mim, está muito claro que ninguém na administração (estadual), nos principais meios de comunicação e no que eu chamo 'Grande Irmão', ou seja, essa imensa máquina que controla o nosso país — ninguém parece perceber a magnitude do caos que reina nas ruas e as consequências dessa imigração em massa, que nunca foi planeada nem desejada”, disse Obertone à CNews.
https://twitter.com/Je_Puig/status/1589238297448321025
“As forças policiais estão a fazer o seu trabalho da melhor maneira possível. Mas, por trás disso, não há uma resposta administrativa e judicial concreta. É uma grande falha do Estado.”
https://twitter.com/Je_Puig/status/1589234900431171589
Recentemente, Macron promoveu um plano para inundar o interior de França com imigrantes, apesar dos fortes protestos dos cidadãos franceses contra o plano.
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Fonte: Fonte: https://rmx.news/crime/shock-claim-2-out-of-3-crimes-in-france-committed-by-people-with-immigration-background/

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Só um «racista primário» o poderia prever...


NEDERLANDA - UM «ALI» ATROPELA MORTALMENTE UMA HOLANDESA GRÁVIDA, MATANDO-A A ELA E À FUTURA CRIANÇA, TALVEZ SEJA CONDENADO A 8... MESES...

Ali A. tinha acabado de completar 18 anos quando decidiu conduzir o seu BMW X1 novinho em folha a mais do que o dobro da velocidade permitida, sob o efeito de spray anti-poeira, atropelando a holandesa Elisabeth, de 33 anos, em Rotterdam.
Na Lues, os promotores disseram no tribunal que apenas dois dias após o seu aniversário de dezoito anos, em Março do ano passado, Ali A. dirigia a 115 km/h em zona de 50 km/h, ou 71 mph em zona de 30 mph, com o carro que o seu pai lhe dera de presente.
Os promotores afirmam que querem que ele seja condenado a oito meses de prisão e tenha a carteira de habilitação suspensa por cinco anos.
O canal de notícias holandês NOS escreveu que Ali A. estava  a conduzir o seu carro em zigue-zague, na contra-mão, e suspeita-se que estivesse sob o efeito de spray anti-poeira, um tipo de narcótico usado por jovens.
Imagens de vídeo mostram-no a ultrapassar um carro a alta velocidade e a quase colidir com um veículo que vinha na direcção oposta. Em seguida, atingiu o carro de Elisabeth, que estava a caminho do seu clube de hóquei, fazendo com que o veículo dela se chocasse directamente contra uma árvore. Os médicos tentaram salvar-lhe a vida, mas ela morreu naquele mesmo dia. Ela estava grávida de catorze semanas do seu primeiro filho, que também morreu.
O suspeito, agora com 19 anos, apresentou uma versão diferente do acidente no tribunal de Roterdão. Ele disse que perdeu o controle do carro e estava a tentar evitar outros veículos, mas uma das suas declarações parece contradizer essa alegação: “Eu ainda não conhecia bem o carro e queria testá-lo. Talvez eu tenha sido ambicioso demais e achado que era um piloto melhor, mas não consegui controlá-lo”, disse ele. Após a colisão, Ali A. foi parar à vala com o seu carro. Ele afirma que pensou ter ficado inconsciente por um tempo e que estava "em estado de choque terrível" após o acidente.
A acusação argumenta que o homem estava sob o efeito de spray anti-poeira, mas Ali nega veementemente ter inalado qualquer droga. No entanto, a polícia registou imagens dele a fugir do local do acidente e a jogar fora duas latas de aerossol. Ele alega que, se a polícia tivesse encontrado as latas de aerossol, isso ter-lhes-ia dado uma “impressão errada”. “Eu sei que o spray é usado para ficar chapado. Tinha medo que suspeitassem de mim se encontrassem as latas no carro”, afirmou.
Quando questionado sobre porque não foi ajudar Elisabeth ou chamar os serviços de emergência, ele disse: “Eu estava em choque”. O promotor partiu para o ataque, dizendo que Ali A. alega estar em estado de choque e incapaz de ajudar Elisabeth ou chamar os serviços de emergência, mas que teve a presença de espírito de fugir e jogar fora as duas latas de pó.
Ele tinha comprado recentemente duas latas do spray porque percebeu — logo após voltar de uma curta viagem internacional para comemorar o seu aniversário — que tinha um pouco de poeira na sua PlayStation. Ele alega que a sua intenção era apenas limpar a consola. Quando questionado sobre o motivo de ter comprado duas latas, disse que não fazia ideia da quantidade de produto de limpeza necessária. A promotora rejeitou essa explicação. “Não vejo nenhuma surpresa, vejo alguém a descartar provas deliberadamente”, disse ela.
A advogada que representa a família, Anne Bleeker, disse que Ali A é "atencioso, astuto e egocêntrico". Ela acrescentou que não acredita numa palavra da história de Ali.
Incrivelmente, a suposta intoxicação de Ali não pode ser comprovada legalmente porque a amostra de sangue foi destruída devido a um erro hospitalar.
Durante os interrogatórios policiais, Ali A. afirmou anteriormente que não se lembrava do acidente. Disse que não percebeu em momento algum que tinha atropelado alguém. “Amnésia temporária”, disse ele na ocasião. Agora consegue-se lembrar, disse ao juiz.
“Esta é a pior coisa que já me aconteceu”, disse ele, acrescentando que também ficou muito abalado com o acidente. Esta afirmação foi recebida com incredulidade no tribunal lotado.
Quando Ali repetiu, nas suas palavras finais, o quanto ele próprio tinha sofrido e o quanto estava stressado por causa do acidente, vários parentes de Elisabeth saíram da sala.
O companheiro, a mãe e o irmão de Elisabeth pediram, nos seus depoimentos como vítimas, que ele assumisse a responsabilidade. “É uma total falta de respeito para connosco. Você diz que ficou em choque após o acidente e não se lembra de nada. Eu também fiquei em choque ao saber do acidente, mas ainda me lembro de tudo exactamente”, disse o companheiro de Elisabeth, segundo o jornal De TelegraafA mãe dela disse que não deveria ter estado no tribunal hoje: "Eu deveria ter escolhido um presente para o primeiro aniversário do meu neto... Você dirigiu como um louco. Há muitos jovens como você por aí. Testosterona demais, cérebro de menos." “Ficámos felizes em nos tornarmos avós novamente, eram [os outros pais do pai] que se estavam a preparar para se tornarem avós pela primeira vez. Eles já tinham separado algumas roupinhas de bebé antigas”, acrescentou ela. O irmão dela também falou, dizendo: “Uma bela visão do futuro num dia ensolarado. Transformou-se em horror no hospital. Ficámos completamente devastados.”
O tribunal emitirá a sua decisão em duas semanas, no dia 28 de Setembro.
Diversos comentaristas e figuras políticas estão indignados com o caso, incluindo Eva Vlaardingerbroek: “Ali A. (18) atropelou e matou Elisabeth (33), que estava grávida do seu primeiro filho. Ele conduzia a 115 km/h em zona de 50 km/h e estava sob efeito de óxido nitroso. O promotor holandês está a pedir 8 meses de prisão. Aparentemente, é tudo o que vale a vida de uma mulher grávida holandesa”, escreveu ela no X.
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Fonte: https://rmx.news/article/we-were-completely-devastated-ali-a-kills-pregnant-33-year-old-dutchwoman-elisabeth-while-driving-double-the-speed-limit-prosecution-demands-only-8-months-in-prison/

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Desta vez, a imigração terceiro-mundista não fez bem nenhum à natalidade europeia, não fez não...


FRANÇA - ALÓGENOS COMETEM 61% DOS CRIMES SEXUAIS EM TRANSPORTES PÚBLICOS

Segundo novos dados do governo, estrangeiros serão responsáveis ​​por uma parcela significativa de furtos, violência sexual e roubos no transporte público de Paris em 2025.
Segundo dados compilados a partir dos arquivos do SSMSI, em 2025, os estrangeiros representavam 87% dos furtos simples no transporte público da Île-de-France, 60% dos roubos e 38% das agressões físicas.
Além disso, estrangeiros representam 61% dos casos de violência sexual nos transportes públicos de Paris e nas regiões vizinhas.
Os números nacionais relativos a estrangeiros que cometem crimes em transportes públicos são menores, mas ainda elevados: aproximadamente 76% dos suspeitos de furtos simples são estrangeiros e 71% de todos os suspeitos de furtos são estrangeiros.
Alguns grupos estão altamente sobre-representados entre os estrangeiros. Os cidadãos do Magrebe, por exemplo, representam cerca de 40% dos suspeitos de roubo em transportes em todo o país, embora constituam aproximadamente 2% da população nacional, de acordo com o analista de dados Marc Vanguard.
A estimativa mais recente do INSEE aponta que os estrangeiros representarão 9,1% da população de França em 2025, ou cerca de 6,3 milhões de pessoas. A sua participação é maior na Île-de-France, especialmente no departamento multicultural de Seine-Saint-Denis, mas a criminalidade de estrangeiros ainda é desproporcionalmente alta.
No total, a polícia e a gendarmaria registaram 104880 vítimas de roubo, violência ou fraude em pagamentos no transporte público em todo o país em 2025, uma queda de 2% em relação a 2024 e de 22% em relação a 2016 — o nível mais baixo numa década, incluindo os anos da pandemia.
O furto sem violência ainda representa 77% dessas vítimas. Os furtos e fraudes em pagamentos diminuíram, mas os casos de violência física e sexual registados aumentaram ligeiramente, com um salto de 3%. O número de suspeitos de uso e tráfico de drogas em trânsito aumentou outros 5% após o forte aumento observado no ano olímpico de 2024.
É importante notar que, entre os autores de crimes considerados “franceses”, a sua possível origem migratória não é registada. Há aproximadamente 10 milhões de pessoas em França com ascendência estrangeira, incluindo cidadãos de segunda geração com histórico de imigração. Consequentemente, um cidadão francês de etnia argelina, por exemplo, seria registado como autor de crime francês em todas as estatísticas criminais. A França não mantém dados sobre a raça de suspeitos de crimes, conforme exigido pela legislação nacional.
De um modo mais amplo, estima-se que estrangeiros e cidadãos franceses com histórico de imigração sejam responsáveis ​​por dois em cada três crimes na França.
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Fonte: https://rmx.news/article/france-foreigners-responsible-for-87-of-thefts-61-of-sexual-violence-on-paris-public-transport/

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Mais uns quantos factos que dificilmente veríeis expostos nos grandessíssimos mé(r)dia, cujos «jornalistas» são os chamados «jornalistas de causas», ou seja, propagandistas do sistema - mais do que servirem uma elite, servem um ideal, que lhes metem cornos adentro nas universidades, e faz deles disciplinados clérigos da Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente. Logo, não podem querer, ou sequer deixar, que o «povinho» saiba coisas destas, por motivos eleitorais e políticos já mais que óbvios.


EKHLAS, VÍTIMA YAZIDI DO CALIFADO


Ela tinha apenas 14 anos quando viu o pai ser executado diante de seus olhos. O que aconteceu depois é um dos capítulos mais sombrios da história recente.
Em Agosto de 2014, o grupo extremista auto-denominado Estado Islâmico (EI) lançou um ataque devastador contra a região do Monte Sinjar, no norte do Iraque, onde vivia a minoria religiosa yazidi.
Milhares de homens foram assassinados.
Mulheres e crianças foram capturadas e levadas como prisioneiras.
Entre elas estava Ekhlas, uma adolescente de apenas 14 anos.
Enquanto a sua família tentava fugir pelas montanhas, ela viu o próprio pai ser morto pelos extremistas.
Pouco depois, foi capturada ao lado da mãe.
As duas foram separadas.
E nunca mais voltariam a viver a mesma vida.
Ekhlas foi levada para uma prisão improvisada, onde, segundo contou anos depois à BBC, o único som que se ouvia era o de gritos e choro.
Ela fazia parte de um grupo com cerca de 150 mulheres e adolescentes mantidas em cativeiro.
Então veio o momento que mudaria a sua vida para sempre.
Ela foi escolhida por um dos combatentes do Estado Islâmico.
Ao recordar aquele instante, descreveu o homem como alguém que lhe causava terror apenas pela presença. "Ele parecia um monstro. Tinha cabelos compridos, um cheiro muito forte e eu tinha tanto medo que nem conseguia olhar para ele."
A partir daquele dia, Ekhlas passou seis meses como prisioneira.
Segundo o seu relato, sofreu abusos repetidos durante todo o período em que permaneceu em cativeiro.
A oportunidade de escapar surgiu apenas quando o homem que a mantinha presa deixou o local para participar em combates.
Ela aproveitou aquele instante e fugiu.
Depois de dias de incerteza, conseguiu chegar a um campo de refugiados. Foi ali que conheceu a advogada norte-americana Jacqueline Isaac, que trabalhava ajudando mulheres e crianças yazidis sobreviventes a recomeçar as suas vidas em países europeus. Com este apoio, Ekhlas foi levada para a Alemanha.
Longe da guerra, iniciou um longo processo de recuperação.
Passou a viver num centro especializado no atendimento de crianças e adolescentes refugiados, onde recebeu acompanhamento psicológico e participou de terapias em grupo.
Em entrevista concedida à BBC em 2017, ela resumiu a sua dor numa única frase: "Eu já chorei tanto... que já não tenho lágrimas."
A história de Ekhlas, infelizmente, não é um caso isolado.
Entre 2014 e 2017, milhares de mulheres e meninas yazidis foram sequestradas, escravizadas e submetidas a violência pelo Estado Islâmico.
Diante das evidências reunidas, a Comissão Internacional Independente de Inquérito das Nações Unidas concluiu que a campanha promovida contra o Povo Yazidi constituiu um genocídio.
A história de Ekhlas não representa apenas a sobrevivência de uma jovem.
Ela representa a voz de milhares de meninas que nunca tiveram a oportunidade de contar o que viveram.
Porque algumas guerras terminam nos campos de batalha.
Mas outras continuam, silenciosamente, na memória de quem conseguiu sobreviver.
Na sua opinião, histórias como a de Ekhlas deveriam ser mais conhecidas para que atrocidades como esta jamais sejam esquecidas?
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Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=122340068432199301&set=a.122137836416199301

segunda-feira, setembro 21, 2026

ARMÉNIA - CELEBRAÇÃO DA NAVASARD



No dia 11 de Agosto, no dia das celebrações de Navasard, os Arordins estavam na estátua do herói Hayk de manhã, o discurso histórico-tradicional foi mencionado, o Herói foi elogiado, e depois um ritual e celebração dedicados às férias de Navasard foram realizados no templo Garnu.
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Fonte: https://www.facebook.com/arordiner.ukht/posts/pfbid0EtPhqoJ6fg917ffdBPvboDLdCe3MJFA9AwHfiQsK1sjCtg6uT1oSQmgn6hyUninwl

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Navasardyan (ou Navasardian) refere-se primariamente a uma forma adjectivada ou ao sobrenome associado a Navasard, o primeiro mês do antigo calendário arménio. O termo tem profundas raízes na cultura e na história da Arménia, derivando originalmente das palavras em língua avéstica (uma antiga língua iraniana) nava ("novo") e sard ("ano"), significando literalmente "Ano Novo". [1, 2, 3, 4]
Historicamente, o ano novo arménio era celebrado no dia 11 de Agosto. A data comemora a lenda da vitória do herói nacional e patriarca Hayk contra o tirano babilónico Bel em 2492 a.C., um marco considerado a fundação simbólica da Nação Arménia. Por essa razão, a data é formalmente celebrada na Arménia como o Dia da Identidade Nacional. [1, 2, 3, 4]
No período pré-cristão da Arménia, o festival de Navasard era dedicado aos Deuses pagãos do panteão arménio, e Anahit (a versão arménia da Deusa persa Anahita) desempenhava um papel central. Ela era venerada como a Deusa da Fertilidade, da cura, da sabedoria e da água. [1, 2, 3]
Durante as celebrações de Navasard em Agosto (mês em que as colheitas amadureciam), o culto a Anahit manifestava-se de várias formas:
  • A Grande Peregrinação: Reis, exércitos e cidadãos de toda a Arménia viajavam em massa para os grandes templos da Deusa, especialmente o de Erez (na província de Akilisene), que era o mais rico e nobre do país. [1, 2]
  • Oferendas e Festividades: Grandes banquetes, danças, recitais de poesia e competições atléticas eram organizados em Sua honra. Ofereciam-se-Lhe os primeiros frutos das colheitas. [1, 2, 3, 4]
  • A Bênção das Uvas: O Navasard funcionava também como um festival da colheita. O ritual antigo de abençoar as uvas e os campos estava directamente ligado a Anahit para agradecer a abundância. [1, 2]
Com a cristianização da Arménia (a partir de 301 d.C.), o culto pagão foi suprimido. No entanto, muitos dos costumes de Navasard dedicados a Anahit foram absorvidos pela Igreja Arménia, transformando-se na festa cristã da Bênção das Uvas e na celebração da Assunção da Virgem Maria (a quem foram atribuídas as qualidades de maternidade e pureza outrora associadas a Anahit). [1, 2]