quarta-feira, fevereiro 04, 2026

FRANÇA - MOUROS AGRIDEM SEXUALMENTE TURISTAS JAPONESES, UM DELES JÁ TINHA ORDEM DE DEPORTAÇÃO

O ataque sexual contra duas turistas japonesas em Paris intensificou as críticas à segurança pública na capital francesa, depois de a polícia confirmar que um dos suspeitos já estava fora de França no momento do ataque.
As duas turistas de 22 anos registaram queixa após serem agredidas no bairro de Pigalle, na madrugada de Soles. Segundo os investigadores, as mulheres foram abordadas perto do hotel por dois homens que supostamente fizeram propostas sexuais e continuaram a segui-las quando tentaram sair.
Os dois suspeitos são Moustafa N., de 31 anos, um egípcio com ordem de expulsão do território francês (QQTF), e Mohamed D., um cidadão marroquino de 31 anos.
As vítimas relataram que os dois homens as assediaram numa paragem de autocarro perto do hotel, ofereceram-lhes relações sexuais numa sauna ou no quarto delas e, em seguida, beijaram-nas à força antes de apalpar os seus seios, nádegas e rosto. Ambas as vítimas japonesas registaram queixa.
Por volta das 4h30 da manhã, polícias avistaram os dois suspeitos assediando e tentando abraçar duas jovens de aparência asiática. Os polícias intervieram e prenderam os dois suspeitos, descritos como homens de aparência norte-africana.
Mais tarde, foi confirmado que as turistas, que apresentaram queixas, eram japonesas, segundo informações da Valeurs Actuelles.
Um dos suspeitos foi encontrado em posse de um saco contendo resina de canabis. Constatou-se também que Moustafa N. era cidadão egípcio e estava obrigado a deixar o território francês (OQTF).
O segundo suspeito disse à polícia que se chamava Mohamed D., que tinha 31 anos e que nasceu em Marrocos; essa identidade, no entanto, é incerta e está a ser verificada. O seu estatuto imigratório é actualmente desconhecido.
A investigação está em curso.
O incidente alimenta um debate em curso na França sobre a segurança das mulheres em espaços públicos. As preocupações intensificaram-se após diversos casos de grande repercussão no último ano.
Mulheres que utilizam o comboio suburbano RER C de Paris relataram um aumento do medo após uma tentativa de estupro em Choisy-le-Roi, envolvendo um imigrante ilegal egípcio no Outono passado. Diversas passageiras disseram ao Le Figaro que agora evitam viajar sozinhas, tiram os fones de ouvido para ficarem alertas ou carregam itens de defesa pessoal, como spray de pimenta. Uma passageira, Alicia, afirmou: "Toda a mulher tem uma história para contar sobre o RER".
Imagens do ocorrido viralizaram no ano passado, envolvendo a turista brasileira Jhordana, que disse ter escapado por pouco de um estupro em comboio suburbano após a intervenção de um passageiro. Ao relembrar o ataque, ela disse: “Ele caminhou na minha direcção sem dizer uma palavra. Entrei em pânico e levantei-me. Então ele empurrou-me, ainda sem dizer nada. Tentei escapar, mas ele abaixou-me as calças. Ficou claro que ele estava a tentar violar-me.” Ela acrescentou: “Estrangulou-me para me silenciar. Foi quando senti que já não tinha forças. Vi-me a morrer.”
Outro caso que atraiu a atenção nacional envolveu o imigrante da República Centro-Africana, Jordy Goukara, que confessou em tribunal, em Setembro passado, ter violado duas mulheres à mão armada em ataques separados, com 45 minutos de intervalo, em Paris. De acordo com o depoimento em tribunal, Goukara disse aos juízes que sofria de "desejos sexuais incontroláveis". Uma das vítimas, Claire Geronimi, tornou pública a agressão e fundou uma associação de apoio a mulheres em situações semelhantes, embora tenha afirmado que a sua decisão de falar publicamente gerou uma reacção negativa por parte do público.
Noutro caso, o tunisino Nidhal O. foi condenado em Setembro a 11 anos de prisão e banido permanentemente de França após ser considerado culpado de seis agressões sexuais e uma tentativa de estupro, a maioria delas cometidas no metro de Paris.
Dados do Observatório Nacional de Violência contra a Mulher mostram que a violência sexual nos transportes públicos aumentaram drasticamente na última década. Em 2024, 3374 pessoas foram vítimas de violência sexual nos transportes públicos em todo o país, um aumento de 6% em comparação com o ano anterior. As mulheres representam 91% das vítimas, com quase metade dos incidentes a ocorrer na região de Paris.
A maioria das mulheres na região relata sentir-se insegura ao usar os transportes públicos, com pesquisas a mostrar que 56% afirmam ter medo de usar as redes ferroviárias e 80% dizem permanecer em constante estado de alerta durante as viagens.
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Fonte: https://rmx.news/article/france-2-japanese-tourists-sexually-assaulted-in-paris-2-north-african-migrants-arrested/

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Medo de simplesmente andar no rame-rame dos transportes públicos, estado de alerta permanente no que deveria ser um quotidiano marcado pela regularidade, o que seria dos Europeus sem este calor humano, que se manifesta até mesmo contra a mais elementar cautela por parte de alguns agressores, mormente o exemplo do egípcio que, mesmo tendo ordem de expulsão, dá-se ao luxo de agredir sexualmente uma turista, em vez de por exemplo andar escondido ou a esgueirar-se por entre as esquinas disfarçado com gabardina comprida e barba falsa, mas claro que o fulano não precisa disso, tem bem quentes as costas com todo um sistema que só no papel diz que o expulsa e depois vai-lo deixando ficar...


UE CONDENOU CRIME DE GUERRA RUSSO CONTRA CRIANÇAS UCRANIANAS


A notícia já tem um mês e picos mas interessa registá-la, a dar conta de um dos actos genocidas de Putin, porque é realmente disto que se trata, de uma tentativa de levar a cabo profunda lavagem cerebral étnica de maneira a que milhares de crianças sejam culturalmente separadas da sua própria Nação, de maneira ou a dilui-la ou, mais provavelmente, introduzir posteriormente no seio da Nação Ucrania os germes de uma futura aderência à ordem putineira, o que só torna mais obsceno o apoio que certos alegados nacionalistas têm andado a manifestar para com a invasão putineira da Ucrânia.

NEDERLÂNDIA OU HOLANDA - AFRICANO AGRIDE UMA MULHER, TENTA VIOLÁ-LA, AMEAÇA-A DE MORTE E APANHA... TRÊS ANOS DE CADEIA...

Uma mulher que sobreviveu a uma tentativa de estupro violenta em Amsterdão, em Maio de 2024, saiu do tribunal em lágrimas e com raiva na Marte, depois de os juízes se recusarem a condenar o seu agressor por tentativa de homicídio ou homicídio culposo, apesar das evidências de que ela foi estrangulada por vários minutos e repetidamente ameaçada de morte.
A AT5 noticiou que o tribunal de Amsterdão condenou Mohammed H. a três anos e meio de prisão e tratamento psiquiátrico obrigatório por tentativa de agressão sexual. O Ministério Público tinha solicitado uma pena de cinco anos de prisão, além do tratamento psiquiátrico obrigatório, argumentando que os factos sustentavam condenações tanto por tentativa de estupro quanto por tentativa de homicídio.
Enquanto o veredicto era lido, a vítima ficou visivelmente angustiada e saiu do tribunal, gritando com o juiz. “Eu não consigo fazer isto. Eu não aguento mais! O que o senhor está a dizer não é verdade! Eu fui estrangulada, por muito tempo e com muita força”, disse ela. O juiz respondeu: “Concordamos com essa avaliação”. A mulher respondeu: “Não ouço o senhor concordar”, ao que o juiz respondeu: “Hum”.
O ataque ocorreu na noite de 10 de Maio de 2024, quando a mulher voltava para casa de um café. Ela percebeu que um homem a seguia e, em seguida, ele agarrou-a pelo pescoço e arrastou-a para o Westerpark, em Amsterdão, onde a agrediu e tentou estuprá-la. Durante o ataque, ameaçou-a repetidamente de morte, dizendo: “Você vai morrer esta noite. Esta é a sua última noite!”
Segundo o processo, a mulher foi imobilizada com uma forte chave de braço e espancada por cerca de quatro minutos. Dois moradores próximos ouviram os seus gritos, e um deles ligou imediatamente para o 911, relatando posteriormente à polícia que parecia que a mulher estava a lutar pela sua vida. Após a ligação, a testemunha não ouviu mais nada por vários minutos.
Os promotores argumentaram que a combinação de estrangulamento prolongado, violência e ameaças de morte explícitas demonstrava a intenção de matar. "Foi apenas graças ao incrível espírito de luta da vítima, à adrenalina que ela sentiu e à intervenção da polícia que ela ainda está viva", afirmou o Ministério Público ao solicitar uma pena de cinco anos.
O tribunal, no entanto, discordou. Na sua decisão, afirmou: “Com base nos autos, o tribunal não pode afirmar que ele tenha tentado matar a mulher de forma deliberada e consciente”. Embora Mohammed H. tenha dito repetidamente que a mataria, os juízes disseram que essas ameaças também se poderiam encaixar num cenário no qual ele estivesse a tentar forçar actos sexuais e intimidar a vítima. O tribunal decidiu ainda que não havia como comprovar que existia uma probabilidade significativa de a mulher morrer.
O advogado da vítima disse que a sentença foi devastadora para a sua cliente. "É extremamente importante para ela ter sentido o estrangulamento e ter ouvido as palavras de que ele a mataria", explicou. "Ela sentiu o aperto no pescoço e, depois, ser informada de que a tentativa de homicídio culposo não pode ser comprovada é especialmente decepcionante." Ele acrescentou que ela não se sente reconhecida como vítima pelo veredicto.
Tanto o suspeito quanto o Ministério Público têm duas semanas para recorrer da decisão. Como a vítima não é parte no processo criminal, não tem direito a recurso.
O veredicto provocou fortes reacções de figuras políticas e activistas holandeses. A comentarista conservadora Eva Vlaardingbroek escreveu no X: “Isto continua a acontecer repetidamente, em toda a Europa. Os nossos sistemas jurídicos protegem os agressores, não as vítimas. Estes juízes devem ser levados à justiça pela sua contínua traição às raparigas europeias que são agredidas, violadas e assassinadas por imigrantes.
Geert Wilders, líder do Partido da Liberdade, acrescentou: "Este país está doente. Gravemente doente."
Conforme noticiado pelo Het Parool, o imigrante fugiu da Somália e chegou à Holanda aos nove anos de idade. Tinha extensa ficha criminal na altura do crime, incluindo condenações anteriores por roubo de rua e furto de veículos. Não tinha residência fixa, era usuário de drogas e foi diagnosticado com transtorno de personalidade com traços anti-sociais.

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Fonte: https://rmx.news/article/i-was-strangled-very-long-and-very-hard-dutch-victim-storms-out-of-court-after-somali-migrant-escapes-attempted-murder-charge/

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E cá, como seria? A agressão sexual não foi consumada, a agressão não lhe partiu nada... se fosse num tribunal tuga, o afro provavelmente ficava em «pena suspensa» e já era uma «sorte» ser condenado...
Quanto a expulsarem o somali para o seu país de origem, evidentemente que isso está fora de questão, a elite que legisla e controla os tribunais é aquilo que é e casos destes são para ser contabilizados de maneira a servirem para alguma coisa, ou seja, para disseminar a notícia e ganhar votos no Nacionalismo. Sim, é mesmo esta a única consolação, de momento. 


terça-feira, fevereiro 03, 2026

VOZES CURDAS EM PÚBLICO: «SOMOS CURDOS, SOMOS ARIANOS, NÃO SOMOS MUÇULMANOS, TÍNHAMOS OUTRA(S) RELIGIÃO(ÕES) ANTES»



Podem ser só dois exemplos, mas talvez não haja fumo sem fogo e, de facto, já existem sinais de que mais e mais curdos. e iranianos estão a abandonar o Islão e a regressar aos credos das suas identidades étnicas, nomeadamente o Mazdeísmo, ou Zoroastrismo, e o Yazidismo. 
Trata-se aqui do fenómeno que na Índia se designa como GharWapsi, que em Hindi significa «Retorno a Casa» e aplica-se originalmente aos indianos que abandonam o Islão e/ou o Cristianismo para regressarem à sua religião ancestral, o Hinduísmo - e que, pela mesma ordem de razão, se pode e deve aplicar a todo o Ocidente.


segunda-feira, fevereiro 02, 2026

CANDELÁRIA

Festeja-se hoje no folclore nacional a Candelária, Festa da Nossa Senhora da Luz ou das Candeias... o que veio substituir, pela força, antigas celebrações religiosas da Europa antiga, que na Celticidade viriam a dar o Imbolc e na Romanidade as purificações de Fevereiro e não só.
O papa Inocêncio XII escreveu o seguinte, glorificando uma possível senão provável usurpação:
«Porque é que nesta festa transportamos velas? Porque os gentios dedicaram o mês de Fevereiro aos Deuses infernais, e como no princípio disso Plutão raptou Prosérpina, e a Sua mãe Ceres procurou-A na noite com candeias acesas, assim eles, no início do mês, andavam pela cidade com velas acesas. Porque os santos padres não conseguiram extirpar este costume, ordenaram que os cristãos deveriam andar com velas em honra da Virgem Abençoada; e assim o que fora feito antes em honra de Ceres, é agora feito em honra da Virgem Maria.» (Fonte: Wikipedia)
Quanto à supracitada Imbolc, é festa céltica que tem Brigid ou Brígida como centro, Deusa dos Rebanhos mas também do Fogo, dos Ferreiros, da Poesia, das Curas. O termo «Imbolc» parece vir do céltico irlandês ou goidélico «na barriga», referindo a gravidez das ovelhas. Trata-se pois de uma ocasião de exaltação da luz nascente, a vinda, ainda longínqua, da Primavera. Pode ser lido mais sobre esta Divindade, e a provável celebração de Imbolc na Hispânia céltica, neste tópico: http://gladio.blogspot.pt/2009/02/imbolc-2009-e-celebracao-de-juno-e-de.html, que refere, entre outras coisas, o santuário-calendário rupestre de Ulaca, na Vetónia, paredes meias a leste da Lusitânia. No que toca a Brígida, Cujo nome poderá ter como versão alternativa Brigântia, que talvez tenha dado o nome a Bragança, habitada pelos Brigantinos, bem como a Bregenz (Áustria) e à antiga tribo dos Brigantes (situados onde hoje é o norte de Inglaterra), é valiosa a série de pormenores que uma investigadora portuguesa encontrou a respeito da possível presença de elementos referentes a esta Deusa no Lumiar, como aqui foi noticiado: http://gladio.blogspot.pt/2012/06/brigida-no-lumiar-celticidade-sagrada.html
Aqui há tempos embarquei numa proposta que circulava na Internet para que se compusesse um poema em honra de Brígida e saiu-me o seguinte, por causa da Sua potestade sobre a gravidez, a protecção do lar, a própria fortaleza do mesmo («-briga» é terminação de várias cidades-fortificações da Hispânia romana de fundo céltico, como por exemplo Conímbriga, Miróbriga ou Talábriga), além do Seu carácter trinitário, e do Fogo e dos Ferreiros, e das Alturas, e da Luminosidade sobre o espírito, e da saúde, e da Via Láctea... :
Abriga nos ventres a vida
Abriga o lar e o berço
Abriga e nunca é vencida
Senhora que é una em terço
Rútila face, semblante d'alvor
Brilho que o espírito acende
Eleva o olhar ao Singelo Fulgor
Cintila no Alto e entende

Láctea corrente virtude

À pala, grei e saúde
Visão de cristal rompe o véu
Do tempo debaixo do céu
Ouve, Brigit,

Sopro de luz hiperbórea
Vibrante chama marmórea
Primeva nos baluartes
Rainha da Forja e das Artes

Do Castro Celeste que guarda tesoiros
Riquezas da alma mais ferros e oiros
Mestria do verso e do aço
Conduz aquilo que faço...


Há entretanto quem diga que neste dia 2 se honrava também Juno Februra, Deusa Celestial da Paixão e dos Prazeres.


domingo, fevereiro 01, 2026

... COMEÇA FEVEREIRO...

Fevereiro, altura propícia para os rituais purificatórios da cidade e para honrar os mortos, antes do início do novo ano (Março, no calendário romano mais arcaico, de dez meses). O seu nome pode derivar ou de Fébruo («Purificador»), confundido por alguns com o Pai Dite, mais conhecido por um teónimo de origem grega, Plutão, Deus dos Mortos e do Inferno (não no sentido maligno que o Cristianismo lhe dá), ou de Febris, Deusa romana da febre, ou ainda de Fébrua, epíteto de Juno como Deusa das Purificações, eventual esposa de Fébruo ou Februus.
Juno
Sérvio escreve o seguinte:
«duo mensis a Iano et Februo nominati sunt. Februus autem est Ditis Pater cui eo mense sacrificabatur», ou seja, «dois meses (Janeiro e Fevereiro) receberam o nome de Jano e de Fébruo. Este, porém, é o Pai Dite (Dis Pater), ao Qual se fazem sacrifícios neste mês.» (in «Mitologia e Religião Romana - Dicionário Mítico-Etimológico», de Junito Brandão, editora Edunb).
Pai Dite ou Dis Pater significa, à letra, o «Pai Rico», porque as profundezas são a fonte das riquezas (alimentos, pedras preciosas). O nome grego Plutão, ou Pluton, significa o mesmo, «Rico».

Segundo Júlio César, na sua obra «A Guerra das Gálias», os Gauleses acreditavam ser descendentes de Dis Pater (interpretatio romana), o que pode ou não tratar-se de uma confusão com algum Dies Pater céltico, dada a semelhança do teónimo: de notar que o próprio Varrão, famoso autor romano, considerava que, passo a citar (Brandão, op. cit.), «dives a divo qui, ut deus, nihil indigere videtur», ou seja, «dives (rico) origina-se de divo (céu) que, como deus, parece não carecer de coisa alguma
Para se dirigirem a Dis Pater, as pessoas batiam com as mãos na terra; a este Deus sacrificavam-se cordeiros negros, e quem o fazia desviava a cara. Tendo poucos adoradores, o Deus tem igualmente poucas estátuas, tanto em Roma como na Grécia. Nesta última, a Sua consorte é Perséfone, que em Roma Se chama Prosérpina. A esposa do Dis Pater céltico poderá ou não ser Aerecura, que por acaso parece ter semelhanças com a lusitana Ataegina, à Qual, note-se, foi associado o nome de Prosérpina (interpretatio romana).
Plutão, acompanhado por Cérbero, cão tricéfalo guardião do Inferno

Seria Endovélico o Dis Pater «lusitano»? Logo se vê o que é que se descobre nos próximos tempos em Terena... Recentemente foi aí encontrada uma estátua, sem cabeça, e com um enorme haste na mão, que a equipa de arqueólogos julga ser uma lança. Mas nem todas as hastes compridas têm de ser lanças, como na imagem acima se constata.

quarta-feira, janeiro 28, 2026

RÚSSIA - IGREJA ORTODOXA LANÇA UM ATAQUE SISTEMÁTICO AO NEO-PAGANISMO ÉTNICO RUSSO, CONSIDERANDO-O MAIS PERIGOSO QUE O ISLÃO E O BUDISMO

A imagem é a capa do álbum ou material promocional da banda russa de folk/pagan metal Stozhar. A banda Stozhar é de Yaroslavl, Rússia, e a sua música mistura estilos de metal extremo com paganismo eslavo e música folk. O nome "Stozhar" (Стожар) refere-se ao asterismo das Plêiades na cultura eslava. A arte da capa apresenta uma mulher acorrentada em frente a cruzes, com uma figura semelhante a um deus pagão acima. O número "988" na parte inferior refere-se provavelmente à data da Cristianização da Rus' de Kyiv.

Diante do ressurgimento dos chamados  
rodnovery, ou “crentes nativos”, Kirill formou uma comissão especial liderada pelo arcebispo russo-francês Savva, a estrela em ascensão da sua equipa, para combater este novo desafio. Mas, segundo o professor Šiženskij, um dos principais estudiosos religiosos da Rússia, a única resposta verdadeira é o trabalho missionário que transcenda as avaliações ideológicas.
O Patriarcado Ortodoxo de Moscovo decidiu combater sistematicamente as várias formas de Neo-Paganismo que se espalham cada vez mais na Rússia, especialmente aquelas que remetem à antiguidade russa pré-cristã, cujos seguidores se auto-denominam Rodnovery, ou 'crentes autóctones'.
Também são muito populares as formas de devoção ao politeísmo militante escandinavo chamado Asatru (As = Deus, Tru = fé), que remonta às representações das tribos germânicas na época das migrações antes e durante o domínio romano, e posteriormente transmitidas por manuscritos islandeses desde a formação da Rus' de Kyiv, com o 'chamado dos Varegues' tendo início no século IX.
De acordo com os ortodoxos, este problema é considerado um dos mais importantes na actividade missionária da Igreja hoje, ainda mais do que a concorrência das religiões tradicionais dos trabalhadores imigrantes, como o Islamismo e o Budismo. O próprio Patriarca Kirill já se referiu diversas vezes às questões do Neo-Paganismo e às dificuldades do diálogo inter-religioso. Por isso, foi formado um grupo de trabalho que reúne representantes de diversas entidades patriarcais, com o objectivo de “prevenir o Neo-Paganismo”. A primeira reunião desta comissão, composta por membros de 12 departamentos sinodais, foi realizada no início de Outubro, com um relatório resumido publicado no site informativo do patriarcado. O relatório afirma que o presidente da comissão é o chefe do departamento sinodal para missões, o arcebispo russo-francês Savva (Tutunov), uma estrela em ascensão na equipa do Patriarca Kirill. Entre as “tarefas principais” da comissão estão “a preparação de materiais científicos e metodológicos, a organização de programas de formação e educação e o desenvolvimento de medidas para combater a influência destrutiva das doutrinas neo-pagãs”.
A novidade reside precisamente na abordagem sistemática, embora o desafio do Neo-Paganismo já tenha vindo a ser discutido há algum tempo, com actividades missionárias já em andamento pelo departamento sinodal, que também inclui um secretariado para a "missão apologética". Trata do combate a seitas, ensinamentos pseudo-ortodoxos, subculturas destrutivas e vários cultos, recolhendo e analisando informações sobre 'diversas formas de confusão religiosa' e desenvolvendo métodos de resposta apologética. O novo órgão, que envolve outros sectores do patriarcado, foi solicitado pessoalmente pelo Patriarca Kirill, que o anunciou no concílio eclesiástico de 10 de Abril, afirmando que “hoje testemunhamos tentativas de distorcer o nosso passado, substituindo a autêntica tradição espiritual por substitutos construídos artificialmente”. O Patriarca expressou a sua preocupação com o facto de que "o Neo-Paganismo é frequentemente apresentado aos jovens como uma espécie de alternativa à Ortodoxia, sendo apresentado como uma forma mais histórica, natural e autenticamente nacional, quando na verdade estamos diante de uma mistura ecléctica de fantasias e elementos de outras culturas, e ideias verdadeiramente destrutivas". Nessa 'pseudocultura', entre outras coisas, 'forma-se uma relação especial com o uso da força', como acontece em grupos étnicos fechados, onde a força é considerada um factor decisivo para preservar a identidade, o que tem efeitos reais na vida da maioria das pessoas.
Kirill relembra a ligação entre as diásporas étnicas e o "politeísmo brutal, ao qual os seguidores do Islamismo radical estão frequentemente associados", o que também exige a intervenção das forças da lei.
No entanto, Roman Shizensky, o principal especialista do Centro de Estudos Étnicos e Religiosos da Universidade Lgu de São Petersburgo, mostra-se bastante céptico quanto à possibilidade de "alcançar mudanças significativas por meio do trabalho da nova comissão", acreditando que "uma mobilização genuína das instituições eclesiásticas em trabalho missionário que não se limite a avaliações ideológicas" é necessária para evitar que a própria Igreja Ortodoxa seja considerada meramente um "culto de Estado", para o qual alternativas mais eficazes devem ser buscadas, inclusive na "defesa da Pátria com o verdadeiro culto da força".

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Fonte: https://www.asianews.it/news-en/Moscow-Patriarchate's-battle-against-neo-paganism--64251.html?fbclid=IwY2xjawPJXslleHRuA2FlbQIxMABicmlkETBrSE5FdVVyVmZUSjVxRzZPc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHoYrvxVtKZQZJ0ILnYnX52O8fa_dlGJZHqpEBmGKCJgFvjn8bNG0-T-m-9oP_aem_G7FSU3OQuZlj7p9xJ0zWww#google_vignette

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Numa coisa tem o vigário do Judeu Morto razão - o Neo-Paganismo eslavo, o Rodnovery, é mais perigoso para a Cristandade do que o Islão e o Budismo, e porquê?, porque, mercê da sua natureza étnica, tem muito maior potencial de disseminação no seio do Povo eslavo do que os dois referidos credos estrangeiros.
Quanto à charla segundo a qual o Rodnovery é hoje uma amálgama de «fantasias e elementos de outras culturas», é o habitual modus operandi cristão que já vem de há dois mil anos - primeiro, há dois milénios e nos séculos subsequentes, os servidores do carpinteiro crucificado sempre quiseram destruir todas as outras religiões e diabolizar e/ou negar os Deuses pagãos, isto para deixar claro que nenhum Deles era válido; agora, depois de terem ou julgarem ter destruído todos os cultos pagãos da Europa, agora voltam a insistir que tais prácticas não são válidas porque as originais já não se conhecem, quase gabando-se de as terem destruído, e nalguns casos gabam-se mesmo, orgulhosos do zelo totalitário cristão...
Ora a verdade é que os Deuses são eternos e os ritos existem para conveniência da humanidade, não dos Deuses, os Quais de nada necessitam; cabe pois ao humano encontrar, reencontrar ou criar os seus próprios ritos. Acresce que há nisto uma questão de lealdade e de integridade da raça - a Kiril, e a todos os kiriles, pode e deve-se sempre responder que, em última análise, e se o actual Paganismo eslavo, ou de qualquer outra etnia europeia, não conduz a nada senão ao vazio, ou ao «inferno», pois neste caso aplica-se, mutatis mutandis, o que Radbod, rei dos Frísios, disse ao missionário cristão que estava prestes a baptizá-lo antes de o monarca frísio recuar e recusar o baptismo declarando «prefiro ir parar ao inferno na companhia dos meus ancestrais do que estar no céu juntamente com escravos». 

Entretanto, a Rodnovery avança em ambos os lados da fronteira russo-ucraniana, independentemente do conflito militar actual; paralelamente, Putin vai tendo de fazer a vontade à Igreja para forjar ou reforçar uma aliança «civilizacional» de Estado e Igreja, um dos fundamentos da ideologia putineira para justificar a anexação da Ucrânia, porquanto o ex-KGB afirmou já, em discurso oficial (2021), que a conversão cristã do rei Vladimir de Kyiv em 988 é uma das bases comuns da Ucrânia e da Rússia. Do lado ucraniano, por seu turno, reforça-se um Paganismo de cariz nacionalista.

PORTUGAL - AUTÓCTONES CONTRIBUEM MAIS NOVENTA E SETE POR CENTO (97%) PARA A SEGURANÇA SOCIAL DO QUE OS IMIGRANTES NÃO OCIDENTAIS


Os Portugueses contribuem +97% para a Segurança Social que os imigrantes não-ocidentais e +129% comparado aos imigrantes indianos. Enquanto que, os imigrantes espanhóis contribuem +174% que os PALOP e os franceses +205% que os asiáticos, segundo um relatório de indicadores de imigrantes publicado em 2023.
Em comparação, os imigrantes de países da União Europeia e Reino Unido, excepto Europa do Leste, apresentam rácios de contribuição superiores à média dos contribuintes estrangeiros.



Rácio de contribuições

Segundo um relatório do Observatório de Migrações, os Portugueses têm rácios de contribuição 97% superiores aos de imigrantes não-ocidentais e 129% superiores aos de imigrantes indianos. Relativamente aos PALOP, os Portugueses contribuem +87% que os imigrantes da lusofonia.
Abaixo analisaremos os rácios de contribuições mais elevados e baixos (distância face ao total de contribuintes estrangeiros de 2022):

🟢Espanha: +2.041

🟢França: +1.880

🟢Reino Unido: +1.378

🟢Alemanha: +1.139

🟢Oceânia: +1.026

🔻Moldávia: -2.608

🔻Índia: -2.458

🔻S. T. Príncipe: -2.176

🔻Angola: -2.141

🔻Cabo Verde: -2.034

Todos os imigrantes de países da União Europeia e Reino Unido apresentam rácios de contribuição superiores à média de contribuintes estrangeiros, excepto os países da Europa de Leste. Igualmente, imigrantes da Oceânia têm rácios de contribuição positivos.

Nota: Os rácios de contribuição apresentados são por pessoas singulares. O relatório dos indicadores de imigrantes utilizado como base para este artigo foi publicado pelo Observatório das Migrações, sendo que a versão mais actualizada é a de 2023. Dado não existir um rácio publicado especificamente para os nativos portugueses, o rácio médio do total de contribuintes foi utilizado como proxy para efeitos comparativos. A categoria ‘não-ocidentais’ corresponde ao conjunto de países fora da Europa e Oceânia.

Fontes:

Relatórios Indicadores de Integração de Imigrantes – Observatório das Migrações. (2023). Aima.gov.pt. https://om.aima.gov.pt/index.php/2025/04/12/1190/

Segurança Social. Imigrantes contribuíram afinal menos de metade do que o valor médio dos Portugueses? — Polígrafo. (2023, December 28). Polígrafo. https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/seguranca-social-imigrantes-contribuiram-afinal-menos-de-metade-do-que-o-valor-medio-dos-portugueses/

Fontes Multimédia: “Chicago Airport – ND0_5463” by Nicola since 1972 is licensed under CC BY 2.0.

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Fonte: https://medialobo.com/2026/01/14/portugueses-contribuem-97-seguranca-social-imigrantes-nao-ocidentais/

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Depois é só somar os números do terceiro-mundo aos dos imigrantes europeus e dizer ao «povinho» que «os imigrantes até dão lucro ao País!»... enquanto a iminvasão continua, para satisfação tanto da elite capitalista a construir uma economia baseada em mão-de-obra barata como da elite woke, a construir o seu paraíso de mundo sem fronteiras... e o «povinho» que aguente e vá sendo apertado e assustado com a converseta das pensões e tal e coisa...



ESPANHA - ULTRA-DIREITA APOIA GREVES NACIONAIS CONTRA AMNISTIA EM MASSA PARA IMIGRANTES; EM PORTUGAL, VENTURA DIZ QUE SE IRÁ OPÔR A QUALQUER TENTATIVA DE REGULARIZAÇÃO DE ALÓGENOS ANÁLOGA À DE ESPANHA

O candidato nacionalista português à presidência, André Ventura, afirmou que vetaria qualquer tentativa do parlamento português de seguir o exemplo da vizinha Espanha na regularização de um grande número de imigrantes ilegais, visto que a imigração se tornou num tema central nos últimos dias da campanha presidencial.
Durante o último debate televisionado antes do segundo turno das eleições, em 8 de Fevereiro, Ventura criticou o governo socialista espanhol liderado pelo primeiro-ministro Pedro Sánchez pela decisão de legalizar cerca de 500 mil imigrantes. Afirmou que simplesmente “não pode haver uma entrada em massa de pessoas desta forma”, alertando que Portugal não deve replicar o que descreveu como a abordagem de Espanha.
O opositor socialista de Ventura, António José Seguro, não descartou uma política semelhante em Portugal. Argumentou que a imigração precisava de ser gerida de forma pragmática, sublinhando a importância da supervisão estatal. Afirmou ser necessário “controlar e regular a entrada de imigrantes” e assegurar a organização “ao nível do acolhimento e da integração”. Seguro acrescentou que as realidades económicas não podiam ser ignoradas, questionando: “Se existe uma necessidade e uma emergência, no sentido de que a nossa economia requer mais mão-de-obra e que essa mão-de-obra não existe no país, qual é a solução? O país fecha?”. Apontou também para o papel fiscal dos imigrantes, alegando que “os imigrantes em Portugal dão um contributo indispensável, por exemplo, para a Segurança Social”.
Conforme noticiado pelo Entrerios, Ventura afirmou que as declarações de Seguro “mostram claramente o quão despreparado ele está para o cargo”. O líder do Chega acusou o seu rival de não entender o papel constitucional da presidência, acrescentando que Seguro não sabia “o que deveria fazer se isso acontecesse. Se deveria promulgar ou não, se deveria vetar, se deveria reanalisar, se deveria devolver ao parlamento”.
O debate em Portugal coincidiu com uma discussão política cada vez mais acirrada em Espanha, após o anúncio de Sánchez. A medida provocou uma forte reacção dos nacionalistas espanhóis, particularmente do partido de Direita Vox, que acusou o primeiro-ministro de tentar promover uma mudança demográfica, ou substituição populacional, para obter ganhos políticos. O líder do Vox, Santiago Abascal, disse aos seus apoiantes que Sánchez era “odiado pelos Espanhóis” e afirmou: “O próprio povo o odeia, então ele decide que eles precisam de ser substituídos. Dão-lhes alguns benefícios para mantê-los felizes, e então eles estão prontos para votar na Esquerda.”
Abascal afirmou que o Vox apoiaria uma greve nacional em resposta ao plano de regularização. Relacionou a decisão com alegações mais amplas de corrupção contra o governo socialista, a quem culpou pelas falhas na rede ferroviária espanhola após uma série de acidentes fatais de grande repercussão no último mês.
“Após 46 mortes, imediatamente após 46 vítimas fatais da corrupção deste governo, Sánchez anuncia o processo de regularização de meio milhão de imigrantes ilegais”, disse Abascal. “A corrupção mata, como vimos. A máfia de Sánchez está directamente implicada no horror e no caos da rede ferroviária. E a invasão também mata.” “Essas 500 mil regularizações levarão a milhões mais, o que agravará ainda mais o colapso da saúde, da habitação e da segurança. Nós, Espanhóis, temos de reagir”, acrescentou.
Ventura é um crítico ferrenho do actual governo espanhol. Em comício do grupo Patriotas pela Europa, realizado em Setembro do ano passado, o candidato à presidência portuguesa pediu que Sánchez fosse "preso" por trair a sua pátria em questões económicas e de imigração, e por facilitar a alegada corrupção em curso.
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Fonte: https://rmx.news/article/spains-abascal-backs-national-strikes-over-mass-migrant-amnesty-as-portuguese-presidential-hopeful-ventura-vows-to-veto-any-similar-move/

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Claro que o candidato presidencial das elites tinha de dizer que a imigração é necessária caso contrário «o País fecha», como se não houvesse centenas de milhares de desempregados em Portugal e como se pelo menos trinta por cento deles não fossem alógenos...

De resto, é o costume, a fartar vilanagem habitual. Alea jacta est, já não há dúvidas do que se joga actualmente em toda a Europa Ocidental.

ESPANHA - ALÓGENOS COMETEM QUINHENTOS POR CENTO (500%) MAIS VIOLAÇÕES E QUATROCENTOS E CATORZE (414%) MAIS HOMICÍDIOS DO QUE OS AUTÓCTONES

Um novo estudo destaca o papel desproporcional de estrangeiros nos crimes graves em Espanha, país que tem apresentado um crescimento preocupante de estupros, tentativas de homicídio e outros crimes graves nos últimos cinco a seis anos. O relatório do Observatório Demográfico CEU-CEFAS, intitulado “Demografia do Crime em Espanha”, examina a evolução da criminalidade em diversos grupos demográficos e áreas geográficas do país, e os pesquisadores alertam para o “crime importado” devido à imigração em massa.
Ao confirmar o estatuto de Espanha como um dos países mais seguros do mundo em relação a crimes graves contra pessoas, o estudo destaca diversas tendências referentes ao envolvimento de estrangeiros em actividades criminosas.

Algumas das principais conclusões indicam que os estrangeiros, que representam 31% da população carcerária de Espanha, cometem, per capita, 500% mais estupros e 414% mais homicídios do que os cidadãos espanhóis. As taxas mais elevadas são observadas entre árabes e «latinos», muitos dos quais oriundos de países da América do Sul conhecidos pelos seus altíssimos índices de criminalidade.
Embora o número de homicídios em Espanha esteja estável em 300 por ano, houve um crescimento explosivo nas tentativas de homicídio. Entre 2019 e 2023, em apenas quatro anos, os casos de tentativa de homicídio quase dobraram, passando de 836 para 1507.
Em apenas cinco anos, os casos de estupro com penetração também aumentaram 143%, passando de 22143 em 2019 para 5206 em 2024.
Como a Remix News já noticiou anteriormente, em muitos Estados espanhóis as estatísticas criminais mostram uma sobre-representação maciça de estrangeiros em crimes graves como agressão sexualinclusive no País Basco.
Espanha também enfrenta uma grave crise relacionada com a ocupação ilegal de propriedades, com 170000 casos registados entre 2010 e 2024. Dos detidos, 51,8% eram estrangeiros, o que representa 610% a mais do que espanhóis.
Em casos de roubo com violência, estrangeiros têm 440% mais probabilidade de cometer este tipo de crime. Muitos destes casos foram notícia nos meios de comunicação espanhóis.
Os autores do estudo indicam que o envelhecimento da população espanhola deveria ter levado a uma diminuição dos índices de criminalidade, mas o fluxo de imigrantes, que chega a 3,8 milhões por década, resultou num problema de "criminalidade importada".
O relatório confirma um padrão consistente: crimes violentos são predominantemente cometidos por homens jovens. Especificamente em relação à nacionalidade, o estudo indica que estrangeiros apresentam taxas de criminalidade muito mais elevadas do que espanhóis, particularmente para os crimes mais graves contra a pessoa, como homicídio, estupro e roubo. Esta sobre-representação é especialmente acentuada entre indivíduos de origem africana e latino-americana.
Os dados sobre a população carcerária corroboram esta constatação: em 2024, 31% da população carcerária era composta por estrangeiros (excluindo imigrantes naturalizados ou de segunda geração). Esta proporção é mais que o dobro da sua participação na população geral na faixa etária de 20 a 69 anos, com norte-africanos e latino-americanos a apresentar uma sobre-representação significativa.
O relatório introduz o conceito de “crime importado”, que inclui crimes violentos, crimes contra o património, jihadismo, gangues «latinas» e redes de tráfico de drogas. O estudo analisa especificamente dois tipos de crimes. O terrorismo jihadista tem sido associado à imigração muçulmana, predominantemente marroquina. Ao mesmo tempo, os gangues «latinos» representam uma ameaça crescente. Estão associados a jovens imigrantes hispânicos de primeira e segunda geração, com forte presença observada em Madrid. O estudo indica que o aumento da população imigrante — um saldo positivo de 3,8 milhões de pessoas na última década — influenciou o aumento de muitas categorias de crimes graves. 
O relatório conclui apelando à regulamentação dos fluxos migratórios em Espanha e na Europa, citando a segurança pública como uma razão imperativa. Defende ainda o aumento dos recursos policiais e judiciais e penas mais severas para os crimes crescentes, de forma a preservar as baixas taxas de criminalidade em geral em Espanha.
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Fonte: https://rmx.news/article/imported-crime-foreigners-commit-500-more-rapes-than-spaniards-400-more-murders-according-to-new-study/