sexta-feira, junho 26, 2026

INGLATERRA - PARTIDO NACIONALISTA DIVULGA NO PARLAMENTO NACIONAL DETALHES DE HORROR A RESPEITO DOS GANGUES DE PEDOFILIA MUÇULMANA AO LONGO DE DÉCADAS

O líder do movimento Restore Britain, Rupert Lowe, usou um debate no Westminster Hall na Lues para confrontar os parlamentares com depoimentos angustiantes de meninas e mulheres brancas que foram estupradas, torturadas, traficadas e degradadas por gangues de aliciamento de imigrantes, e abandonadas pelas próprias autoridades que deveriam tê-las protegido.
O debate foi garantido depois de 260974 britânicos assinaram uma petição pedindo ao Parlamento que abordasse o escândalo das gangues de estupro. Lowe começou agradecendo aos signatários e dando as boas-vindas às sobreviventes que estavam presentes no plenário, dizendo que o debate não era sobre política, mas sobre elas. “Quero que o mundo ouça o que ouvimos durante as duas semanas das nossas audiências independentes sobre o grupo de violadores, uma investigação que nunca deveria ter acontecido”, disse Lowe.
Em seguida, ele leu uma série de depoimentos gráficos que expuseram a dimensão do abuso sofrido por meninas quase exclusivamente brancas. Uma sobrevivente disse que tinha apenas “cerca de 12, quase 13 anos” quando um homem a estuprou antes de enfiar à força uma garrafa vazia de Jack Daniel's dentro dela e quebrar o vidro. Outra descreveu ter sido imobilizada por grupos de homens enquanto se revezavam para estuprá-la, antes de espancá-la e ameaçá-la de morte e de ferir os seus entes queridos caso ela denunciasse o ocorrido.
Lowe disse aos parlamentares que as evidências apresentadas na sua investigação incluíam alegações repetidas de que meninas brancas britânicas eram alvos deliberados. Uma sobrevivente afirmou que os abusadores faziam referências constantes a "meninas brancas" e "meninas cristãs", alegando que elas tinham "menos moral ou valores inferiores", enquanto as meninas muçulmanas eram descritas como tendo "dignidade e um estatuto moral superior".
Outra suposta vítima afirmou que a raça "desempenhou um papel" na selecção das vítimas, acrescentando que as meninas que encontrou durante a exploração eram "quase exclusivamente brancas".
Os depoimentos também incluíram alegações de que crianças sob tutela eram efectivamente entregues a abusadores. Uma sobrevivente disse que homens buzinavam em frente a um orfanato antes que um funcionário levasse uma criança até à porta da frente. Outra disse: "Eram todas as meninas brancas em todos os lares que visitei".
Num dos relatos mais perturbadores lidos aos parlamentares, uma sobrevivente recordou ter visto a traseira de uma carrinha aberta, revelando “15, 20 meninas trancadas em gaiolas para cães”. Outra disse que cães foram trazidos durante um ataque enquanto homens ficavam ao redor filmando, rindo e apostando no que aconteceria. Ela disse que não tinha para onde ir e foi estuprada por um cão enquanto um homem segurava o seu rosto e a encarava nos olhos porque “ele queria ver-me quebrar”.
Lowe também leu o depoimento de uma sobrevivente que disse ter sido estuprada por “provavelmente cerca de seiscentos ou setecentos homens diferentes” ao longo de três anos, após o início dos abusos quando ela tinha 13 anos. Outra vítima disse que os abusos se intensificaram durante o Eid e outros feriados, quando as festas se tornaram “maiores, piores e mais violentas”, com mais homens e mais meninas envolvidos.
O líder do movimento Restore Britain afirmou que as instituições falharam repetidamente com as vítimas. Uma jovem relatou que, aos 15 anos, foi ao hospital a sangrar, inchada e incapaz de se sentar após uma agressão, mas recebeu comprimidos e foi mandada embora depois de dizer à equipa que a sua bebida tinha sido adulterada, pois estava com muito medo de contar o que realmente tinha acontecido. "Eles não fizeram nenhuma pergunta", disse ela.
Outra sobrevivente alegou ter sido estuprada por vários polícias em diferentes partes do país. Um outro depoimento afirmou que um homem apagou um cigarro no rosto de um bebé.
Lowe afirmou que o abuso também era usado para atacar a fé e a identidade das vítimas. Uma sobrevivente cristã relatou que a sua cruz foi usada como forma de destruí-la, com os agressores a perguntar: “Onde está o teu Deus agora? O teu Deus abandonou-te?”
O político afirmou que poderia ter continuado a ler os depoimentos “por horas e horas”, alertando que o Parlamento já não tinha mais desculpas para a inacção.
“Todos nós neste prédio temos a responsabilidade de finalmente agir. Não de falar, mas de agir”, disse ele. “O relatório da nossa investigação sobre gangues de estupro será divulgado nos próximos dias. Mudará a Grã-Bretanha para sempre.”
Lowe lançou a sua própria investigação independente antes que o governo do Reino Unido anunciasse uma investigação nacional obrigatória sobre gangues de aliciamento sexual, uma investigação que identificou evidências de exploração sexual infantil em dezenas de áreas de autoridades locais.
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Fonte: https://rmx.news/article/white-girls-raped-by-dogs-whisky-bottles-and-hundreds-of-men-britains-migrant-grooming-gang-scandal-exposed/

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Mais detalhes de pesadelo que só podem ser devidamente vingados se houver consequências maciças, nomeadamente as penas de prisão pesadas para os culpados, a sua eliminação física se necessário ou pelo menos expulsão definitiva de solo europeu - e a responsabilização de quem, tendo o dever de agir para defender as crianças do Povo, não o fez, e, também, a responsabilização dos grandessíssimos mé(r)dia que, apesar de usualmente adorarem escandaleiras sexuais, terem ficado em silêncio ao longo de décadas sobre o sucedido.
Como os leitores mais antigos deste blogue podem saber, começou-se aqui a noticiar este
 caso em 2008 ou 2009. Constatei desde essa altura o silêncio dos grandessíssimos mé(r)dia tugas sobre este escândalo sexual de pedofilia muçulmana em massa. Sim, a imprensa «livre», sempre solícita para esmiuçar tudo o que sejam escândalos sexuais, sobretudo se tiverem a ver com a Igreja, pois nestoutro caso a envolver religiosos nem piou. Severo moita-carrasco. Em 2011, o líder do BNP e eurodeputado, Nick Griffin, falou sobre a pedofilia de paquistaneses sobre raparigas brancas, isto numa sessão parlamentar que pode ser vista no Youtube. Mesmo assim, nem um comentário se ouviu sobre o tema, pelo menos cá. Confirmei então que o «anti-racismo» é mesmo uma «religião» e os seus clérigos e acólitos são de uma disciplina que faria inveja aos comandantes das SS. Até podem, individualmente, ter um ar descontraído, «livre», porreiro - mas «aquilo» ali obedece ferreamente ao ideal antirra. Podem estar nas lonas sem notícias para dar, mas não falam nisto, porque é pecado, e porque se alguém falasse, logo apareceria algum Diácono Remédios da «igreja» anti-racista a dizer que «não havia nechechidade» de estar agora a dizer que havia uma rede de pedofilia dirigida por muçulmanos a vitimar crianças brancas, com a diferença que o Diácono Remédios de Herman José é um velhote que fala em tom conciliador enquanto os Diáconos Remédios do anti-racismo espumam-se de ódio e guinchos diversos.
A notícia em epígrafe mostra, destarte, que é mesmo preciso haver a chamada Ultra-Direita no parlamento para que o «povinho» possa ser defendido...


quarta-feira, junho 24, 2026

ITÁLIA - «««JOVEM»»» DE 44 ANOS DETIDO DEPOIS DE VIOLAR UMA IDOSA E ESPANCAR UM IDOSO

Um tunisino que já tinha sido condenado pelo espancamento brutal de um idoso aposentado em Varese, em Itália, agora enfrenta novas acusações após ter sido revelado que ele teria estuprado uma mulher duas vezes poucas horas antes do ataque. O homem de 44 anos, que já foi condenado definitivamente a dez anos e seis meses de prisão por tentativa de homicídio contra a idosa, é acusado de outros actos durante uma noite de violência que remonta a 30 de Dezembro de 2023. Segundo a promotoria, o tunisino atacou o aposentado de 67 anos na Corso Moro, deixando-o a sangrar no chão, no centro de Varese. Um gari que testemunhou a agressão prestou socorro à idosa, relatando: “Vi um homem pontapear um senhor que já estava no chão”. O tribunal determinou que a agressão brutal ocorreu sem aviso prévio e sem provocação. O idoso foi hospitalizado com ferimentos graves. Utilizando imagens de câmaras de segurança e vestígios de sangue encontrados nos sapatos do agressor, a polícia conseguiu identificá-lo e prendê-lo, de acordo com o jornal Il Giorno.
Entretanto, as autoridades estão agora a dar seguimento às acusações relacionadas com uma queixa apresentada por uma vítima, que afirmou ter conhecido o homem pouco antes num bar e que foram juntos para casa dela. Ela alega que ele a forçou a ter dois encontros sexuais na mesma noite. O acusado nega as acusações, que serão agora analisadas pelo Tribunal.
A mulher entrou no processo como parte civil.
No entanto, estes não são os únicos casos em que o tunisino de 44 anos foi condenado. Nos últimos dias, o homem foi condenado noutro caso por resistência a um funcionário público, referente a um incidente anterior na Via Veratti, onde teria feito ameaças graves contra um dos polícias envolvidos no seu processo de deportação.
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Fonte: https://rmx.news/article/italy-tunisian-man-convicted-for-nearly-killing-an-elderly-man-is-now-on-trial-for-raping-a-woman-just-hours-earlier/

COMISSÁRIO EUROPEU AFIRMA QUE UCRÂNIA JÁ ESTÁ A ALCANÇAR VITÓRIAS NA GUERRA INICIADA PELA RÚSSIA

A Ucrânia está a ganhar vantagem no campo de batalha, no ar e no mar, enquanto os drones ucranianos travaram o avanço terrestre da Rússia e estão a causar graves perturbações na logística russa, afirmou na Martes, em Bruxelas, o Comissário Europeu para a Política de Defesa e Espaço, Andrius Kubilius. No seu discurso de abertura da cúpula europeia de defesa e segurança, o comissário destacou que os drones ucranianos podem paralisar o abastecimento do exército russo a até 300 quilómetros das linhas da frente. Segundo o comissário da UE, a Ucrânia deixou de ser apenas beneficiária de subsídios internacionais e também contribui para a protecção de outros paísesKubilius afirmou que o presidente russo, Vladimir Putin, está a reagir aos sucessos ucranianos com ataques cada vez mais desesperados. Citou o ataque da semana passada ao mosteiro de Kyiv como exemplo, que classificou como um ataque à cultura, à religião e à civilização.
Segundo o comissário, a Rússia continua a representar uma ameaça à segurança da Europa, e Moscovo poderá testar o Artigo 5.º da NATO, que estabelece a defesa colectiva. Ao mesmo tempo, sublinhou que os sucessos da Ucrânia não significam o fim da guerra, nem que a Rússia esteja fraca. Como afirmou, a Rússia ainda é capaz de produzir armas e drones em grandes quantidades, portanto a Europa deve-se preparar para fortalecer as suas próprias capacidades de defesa.
Segundo Kubilius, os Estados Unidos estão a incentivar cada vez mais a Europa a assumir maior responsabilidade pela sua própria segurança. Enfatizou: “A Europa deve estar preparada para o facto de que algumas capacidades das forças americanas podem ser reagrupadas noutras regiões, portanto, as capacidades de defesa europeias devem ser reforçadas com urgência.” Kubilius alertou que, sem o reabastecimento das capacidades estratégicas americanas, as defesas e o poder de dissuasão da Europa poderiam ser enfraquecidos. “Se os países europeus não preencherem estas lacunas de capacidade, isto poderá ser um convite aberto para a Rússia testar a determinação do Ocidente”, disse ele. Acrescentou que os recursos necessários para isso podem ser obtidos principalmente a nível nacional. Lembrou que, com base nos seus compromissos com a OTAN, os Estados-membros podem gastar um total de cerca de €7 triliões para fins de defesa nos próximos dez anos.
Ao mesmo tempo, o Comissário sublinhou a necessidade de estes recursos serem utilizados de forma coordenada e dentro de um quadro europeu. Também enfatizou que a UE deveria integrar a Ucrânia no âmbito de uma futura união de defesa. “Seria difícil entender se nós, europeus, não considerássemos de vital importância integrar o poderio militar da Ucrânia ao sistema de defesa europeu”, afirmou.
Também observou que a Comissão Europeia deverá apresentar as primeiras propostas para uma maior integração do mercado de defesa europeu já na próxima semana, incluindo uma análise detalhada e ideias para os próximos passos.
Kubilius acrescentou que ainda este ano irão propor alterações às regras de aquisição de defesa e a outros regulamentos de mercado.
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Fonte: https://rmx.news/article/eu-commissioner-ukraine-is-starting-to-gain-the-upper-hand-on-the-battlefield-in-the-air-and-at-sea/

ESPANHA - AFRICANO TENTA VIOLAR ALEMÃ, A SEGUIR ESPANCA-A E ESFAQUEIA-LHE O ROSTO

Um caso chocante e brutal de violência sexual voltou a abalar Espanha. Desta vez, um homem africano de 21 anos é acusado de invadir o veículo recreativo de uma turista alemã de 44 anos na cidade espanhola de Almería e de espancá-la até a desfigurar. O africano tentou estuprar a mulher sob a mira de uma faca no dia 21 de Junho, por volta das 17h30, perto da foz do rio Andarax, que desagua no oceano. Quando ela resistiu, ele esmurrou-a repetidamente e cortou-lhe o rosto diversas vezes. Também usou um pedaço de pau para golpeá-la pelo corpo. Devido à resistência da mulher, o homem não conseguiu penetrá-la. A mulher só foi salva depois de um motorista ouvir os gritos e intervir. Ele encontrou o homem seminú em cima da mulher e começou a buzinar para assustá-lo e fazê-lo fugir, segundo o jornal espanhol Diaro del Almeria. O africano fugiu para um matagal próximo enquanto a polícia chegava ao local. A mulher foi levada para o hospital local em Almería, onde recebeu tratamento para ferimentos graves e foi examinada pela equipa de medicina legal. Entretanto, a polícia realizou buscas na área próxima e um dos agentes encontrou o homem escondido num arbusto. O suspeito correu para o mar, mas após cerca de 100 metros, começou a afundar e apresentou sinais de afogamento. Cinco polícias, ficando apenas de roupa interior, correram para a água para salvar a vida do suspeito. Na praia, ele vomitou água e voltou a respirar. Contudo, o esforço extremamente exaustivo para salvar a vida do homem deixou os cinco polícias a precisar de atendimento médico. O suspeito também recebeu atendimento hospitalar e foi posteriormente acusado de agressão e agressão sexual. Não está claro se o homem é de origem senegalesa ou gambiana.
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Fonte: https://rmx.news/article/spain-african-migrant-attempts-to-rape-german-tourist-inside-her-motorhome-and-then-brutally-beats-her-until-her-face-is-disfigured/

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É, portanto, mais um cenário multicultural - em solo espanhol, um africano tenta violar uma alemã, e a seguir espanca-a. Uma interacção cujos contornos e resultado só um «racista» poderia adivinhar. 

REINO UNIDO - NEGROS DESPROPORCIONALMENTE REPRESENTADOS NA POPULAÇÃO CRIMINOSA


Os «««jovens»»» (jovens de certo grupo étnico) são quatro por cento (4%) da população mas cometem onze por cento (11%) dos crimes...
Sabe-se isto num país europeu onde há liberdade para estudar e divulgar factos destes. Cá, só se pode «adivinhar»...

ITÁLIA - MILHARES DE AUTÓCTONES MARCHAM EM ROMA PARA EXIGIR REMIGRAÇÃO DE ALÓGENOS


Uma manifestação com milhares de pessoas ocorreu em Roma no Sáturnes [13 de Junho], em defesa da remigração e de controles mais rigorosos sobre a imigração
Vinda de diversas regiões de Itália, uma multidão de aproximadamente 3000 pessoas desfilou pela capital do país atrás de uma faixa proeminente com os dizeres "Remigração e Recaptura", um slogan usado para exigir a deportação obrigatória de imigrantes de volta aos seus países de origem. A marcha contou com a participação de várias organizações de Direita, incluindo a Casapound.
Segundo Luca Marsella, porta-voz da Casapound, o objectivo deles é claro: "Queremos expulsar os imigrantes ilegais porque eles não deveriam estar aqui.Ele observou ainda que as suas reivindicações vão além daqueles sem estatuto legal, acrescentando: "E, como não somos politicamente correctos, também dizemos que queremos mandar de volta para casa os imigrantes legais que obviamente não se adaptaram ou se integraram.
Simultaneamente, Roma acolheu o congresso inaugural do partido Futuro Nazionale (Futuro Nacional), um grupo político de Direita recém-criado e organizado por Roberto Vannacci, um antigo general que agora é eurodeputado. Em declarações à imprensa, Vannacci expressou uma posição intransigente sobre o controlo das fronteiras, afirmando: "Se dependesse de mim, ninguém deveria ter permissão para entrar em Itália." Vannacci já se tinha alinhado com o partido anti-imigração Liga, liderado pelo vice-primeiro-ministro Matteo Salvini. A sua ascensão política significa que a primeira-ministra Giorgia Meloni, líder do partido de Direita Irmãos de Itália (Fratelli d'Italia), juntamente com os seus aliados de coligação, terá de lidar com novos rivais à Direita. As sondagens de opinião pública sugerem que o Futuro Nazionale poderá conquistar 4,5% do eleitorado, obtendo o seu apoio mais forte entre os cidadãos que anteriormente votaram na Liga. O movimento de Vannacci já possui uma base no parlamento, uma vez que oito deputados em exercício já se juntaram às suas fileiras.
A questão da imigração é controversa, sendo os imigrantes responsáveis ​​por 43% dos crimes sexuais e 60% dos roubos e furtos.
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Fonte: https://rmx.news/article/italy-thousands-of-protesters-demand-remigration-in-rome/

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A ideia, patente numa das declarações de Marsella, de que os imigrantes que não se integraram devem ir-se embora, facilmente se torna traiçoeira... então o critério nacionalista é a integração de alógenos ou a salvaguarda da identidade étnica, evitando por isso a miscigenação, logo, fazendo os possíveis para evitar a integração de alógenos, genericamente falando?... 
Enfim, de um modo ou doutro, sempre é um avanço que se fale cada vez mais em remigração.
Mais Povo está portanto a acordar, o Organismo tem os seus glóbulos brancos e resiste à doença que o corrói. 

SUÉCIA - GOVERNO APROVA LEI QUE PERMITE EXPULSAR IMIGRANTES QUE NÃO SE PORTEM BEM, MESMO QUE NÃO TENHAM CADASTRO

A Suécia aprovou uma nova lei de imigração que permitirá a recusa ou revogação de autorizações de residência caso se considere que os estrangeiros não viveram de forma ordeira, representando mais um importante endurecimento do sistema de imigração do país. O Parlamento sueco aprovou na Lues as alterações propostas pelo governo às leis de imigração vigentes, por 302 votos a 44, com o Partido da Esquerda e o Partido Verde votando contra a medida. As mudanças entrarão em vigor principalmente no próximo mês. De acordo com as novas regras, a conduta de um estrangeiro terá maior peso quando as autoridades decidirem sobre a concessão, prorrogação ou revogação de uma autorização de residência. A lei não estabelece uma lista exaustiva de comportamentos que serão considerados inaceitáveis, deixando à Agência de Migração a avaliação individual de cada caso. Isto significa que um imigrante que pode não ter antecedentes criminais, mas que se tenha comportado de maneira desordeira em outros aspectos, poderá ser obrigado a deixar o país.
As decisões podem ser contestadas perante um tribunal de imigração.
Representantes do governo e investigadores citaram vários exemplos de condutas que podem prejudicar um candidato, incluindo o descumprimento das leis e regulamentos suecos, o desrespeito das decisões das autoridades públicas, a evasão sistemática de dívidas ou multas, o trabalho ilegal, a sonegação de impostos, antecedentes criminais e ligações com organizações extremistas.
O ministro da Migração, Johan Forssell, defendeu a proposta quando esta foi apresentada em Março, afirmando que a Suécia deveria exigir mais daqueles que desejam permanecer no país. “Quem não se esforça para fazer a coisa certa não deveria ter a chance de permanecer no cargo”, disse Forssell.
A medida faz parte de uma mudança mais ampla na política migratória sueca sob o actual governo, que passou a tornar as regras de residência, cidadania e asilo mais restritivas.
No início deste mês, o Parlamento também aprovou a revogação das autorizações de residência permanente para diversas categorias relacionadas com pedidos de asilo, incluindo pessoas que receberam protecção, residentes de longa duração na Suécia e seus familiares.
Comemorando a medida, o partido de Direita Democratas Suecos escreveu no X: “Os Democratas Suecos estão a cumprir as suas promessas eleitorais! Hoje, o parlamento sueco votou a favor da duplicação das penas para criminosos ligados a gangues, da reintrodução da responsabilidade oficial e da exigência de antecedentes criminais para a obtenção de autorizações de residência.
Embora o partido não faça parte do governo, apoia a actual administração sob a condição de que as reformas restritivas de imigração continuem a ser implementadas.
No início deste ano, a Suécia também aprovou um pacote reforçado de medidas de retorno, concedendo à polícia e às autoridades de imigração mais ferramentas para fazer cumprir as decisões de deportação. Diversas autoridades públicas serão obrigadas a partilhar informações com a polícia caso suspeitem que um estrangeiro não tenha o direito de permanecer no país. O pacote também amplia o uso de impressões digitais, fotografias e verificação de telemóveis em casos de imigração.

Outras mudanças recentes incluem regras mais rigorosas para autorizações de trabalho, incluindo um limite salarial de pelo menos 90% do salário médio sueco para a maioria dos candidatos, e regras de cidadania mais rígidas.
O período de residência habitual exigido para a cidadania aumentou recentemente de cinco para oito anos, juntamente com requisitos mais rigorosos em matéria de auto-suficiência, conduta e conhecimento da língua e da sociedade suecas.
O governo também aumentou os auxílios para repatriação voluntária no início do ano, permitindo que adultos elegíveis com autorizações de residência relacionadas com protecção recebam até 350000 coroas suecas caso retornem permanentemente ao seu país de origem.

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Fonte: https://rmx.news/article/sweden-passes-law-to-revoke-residence-permits-from-migrants-who-fail-good-behavior-test/


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É, mais uma vez, a Democracia a mostrar como é aliada do Nacionalismo. É assim que se faz política nacionalista eficiente.


NEDERLANDA - MOURO TENTA VIOLAR DUAS MULHERES AO ACASO, ALÉM DE ESPANCAR GRAVEMENTE O NAMORADO DE UMA DELAS

Um requerente de asilo que supostamente tentou estuprar duas mulheres desconhecidas em Roterdão foi preso depois de funcionários do Abrigo Central para Requerentes de Asilo o reconhecerem em fotos. O namorado de uma das vítimas quase morreu durante o primeiro ataque, após ser estrangulado. O suspeito, de 22 anos, também é acusado de tentativa de homicídio culposo após uma noite violenta na região de Roterdão.
A violência ocorreu na noite de 27 para 28 de Fevereiro, durante a qual o homem preso teria tentado agredir duas mulheres diferentes, escolhidas aleatoriamente, na rua, num intervalo de poucas horas. O Remix News já tinha noticiado o segundo incidente, envolvendo a tentativa de estupro de uma jovem de 19 anos, mas, segundo o veículo de comunicação holandês AD, esta não foi a única tentativa de estupro naquela noite.
A primeira tentativa ocorreu por volta das 3h da manhã no Schoterboshof, no bairro de Agniesebuurt, em Roterdão. Lá, ele teria atacado primeiro um homem de 22 anos que estava acompanhado por uma mulher de 24 anos. Segundo o Ministério Público, o suspeito imobilizou o homem com uma chave de braço pelas costas até que ele desmaiasse, pontapeando-o várias vezes no rosto. Enquanto o homem jazia no chão gravemente ferido, o agressor correu atrás da mulher e tentou abaixar-lhe as calças. Quando a tentativa de estupro falhou, ele fugiu do local. Algumas horas depois, por volta das 5h da manhã, o homem fez outra tentativa de agredir uma mulher. Em Schiebroek, a poucos quilómetros de distância, ele avistou uma estudante de 19 anos que caminhava pela rua. Perseguiu-a e ameaçou-a com uma faca, dizendo: “Tudo bem se você me obedecer”. Na Secretariestraat, agarrou-a pelo pescoço, abriu-lhe o zip das calças e tentou estuprá-la. A tentativa falhou quando um morador local, alarmado pelos gritos, veio em seu auxílio, permitindo que o homem escapasse mais uma vez.
A polícia iniciou uma investigação e determinou que o homem tinha embarcado num comboio na Estação Central de Rotterdam após os diversos crimes que cometeu. No entanto, nos dias seguintes, tornou-se incontactável, e a polícia decidiu divulgar fotos. Posteriormente, o homem foi rapidamente identificado. Vários funcionários do Centro de Acolhimento para Requerentes de Asilo reconheceram um requerente de asilo marroquino e notificaram a polícia. No mesmo dia, o suspeito foi detido. A polícia descobriu que ele tinha nascido em Marrocos e estava na Holanda havia apenas alguns meses quando foi preso. É considerado um "residente sem autorização", ou seja, alguém que não tem hipótese de obter um visto de residência, pois o governo holandês considera Marrocos um país seguro.
O homem foi preso no seu quarto num barco-hotel para requerentes de asilo em Hendrik-Ido-Ambacht, onde a polícia encontrou roupas e uma mochila que tinham sido vistas nas imagens de segurança durante o ataque.
Durante a primeira audiência preliminar do processo criminal, o Ministério Público anunciou que o homem “tinha sido claramente identificado” pelas câmaras da Estação Central de Roterdão e que estas imagens nítidas levaram ao seu reconhecimento por parte dos funcionários do Abrigo Central para Requerentes de Asilo. O promotor também afirmou que o ADN do homem foi encontrado na bochecha e nas roupas da segunda vítima, uma mulher.
Um especialista em psiquiatria examinou o suspeito e afirmou não ter diagnosticado nenhum transtorno mental. No entanto, a probabilidade de reincidência é estimada como "moderada a alta".
O caso será analisado em detalhes no dia 4 de Setembro, e o suspeito permanecerá detido até lá.
Um caso semelhante chocou os Países Baixos no ano passado, envolvendo um imigrante nigeriano que estuprou e assassinou Lisa, de 17 anos, em Amsterdão.
Em Janeiro deste ano, a vítima de um suspeito somali saiu furiosa do tribunal quando a acusação de tentativa de homicídio contra o homem foi retirada por um tribunal holandês, apesar de a vítima ter afirmado que foi estrangulada durante vários minutos pelo agressor. O juiz condenou o homem a três anos e meio de prisão por tentativa de agressão sexual.
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Fonte: 
https://rmx.news/article/netherlands-moroccan-asylum-seeker-tried-to-rape-two-random-women-in-one-night-and-nearly-kills-boyfriend/

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Mais calor humano oriundo do «sul global» ou o que quer que seja aquela merda donde veio o «««jovem»»». Calor humano e, claro, heteropatriarcado do mais violento, como dirão as militantes feministas se tiverem um pingo de vergonha na cara. Repare-se entretanto no trabalho que o fulano deu às autoridades - tanto esforço, e, provavelmente, dinheiro, para dar conta de apenas um alógeno. Será que os demais imigrantes/refugiados do sul global compensam, com o seu trabalho, o que este faz, ou o prejuízo que dá nem sequer é contabilizado como tal?...

«SÓ TEREMOS CÁ MESQUITAS QUANDO NA ARÁBIA SAUDITA CONSTRUÍREM IGREJAS!»

Trata-se de um estribilho que muito se lê por aí nas redes sociais, disseminado por nacionalistas e patriotas europeus da vertente mais populista. Afigura-se bem intencionado - revela-se, todavia, traiçoeiro. 

É verdade que na Arábia Saudita não se podem construir quaisquer templos religiosos que não sejam mesquitas, uma restrição que se deve ao facto de o país ter no seu território Meca e Medina, as duas cidades mais santas do Islão, e de Maomé ter escrito, num «hadith» (declaração atribuída ao profeta do Islão), que «não devem coexistir duas religiões na Península Arábica». É também verdade que em mais três países muçulmanos está proibida ou praticamente inviabilizada a construção de igrejas - ou qualquer outro templo não muçulmano: Afeganistão, Somália e Maldivas.
Sucede, entretanto, que, na maioria dos países muçulmanos, é oficialmente permitida a construção de igrejas: Emirados Árabes Unidos, Catar, Barém, Omã, Kuwait, Jordânia, Líbano, Síria, Iraque, Egipto, Turquia, etc.. Se uma comunidade turca quiser construir em solo europeu uma mesquita paga pelo governo turco, como é que se faz, diz-se «não vamos aceitar essa construção turca porque na Arábia Saudita não deixam fazer igrejas!» ? Como se costuma dizer, o que tem o cu a ver com as calças, ou, melhor dizendo, o que tem um cu a ver com outro? 
Aliás, por essa ordem de ideias, também os muslos podem dizer que vários Estados europeus não têm mesquitas, sendo que em dois deles está proibida ou inviabilizada a construção de tais locais de culto: um, o Vaticano, por motivos óbvios, outro, a Eslováquia, que há pouco tempo, 2017, passou a ter
 leis de registo religioso extremamente rígidas (exigindo dezenas de milhares de assinaturas de cidadãos filiados) que impedem o Islão de obter o estatuto oficial de religião, inviabilizando a concessão de alvarás para erguer templos. A comunidade utiliza centros culturais discretos para rezar. [1, 2, 3], conforme informação da IA, e esta alteração legislativa foi frontalmente proposta e descrita pelo Partido Nacionalista Eslovaco, SNS, como forma de travar o Islão - conforme diz a IA, «o líder do partido SNS, Andrej Danko, declarou abertamente na altura que a lei era uma medida preventiva necessária para garantir que nenhuma comunidade muçulmana pudesse alguma vez registar-se oficialmente, construir mesquitas ou ensinar o Islão nas escolas públicas do país. [1, 2]»

Já agora - e se, por mais estranho que parecesse, a Arábia Saudita, o Afeganistão, etc., passassem a admitir a construção de igrejas no seu território, como é que era? Iriam os patriotas da Europa aceitar doravante a construção de mesquitas nos seus respectivos países europeus?

Repare-se que os muçulmanos tinham provavelmente muito mais a ganhar com esta reciprocidade do que os cristãos. Na Europa, as igrejas esvaziam-se - porque se encheriam nas Arábias? Enquanto isso, a religiosidade dos muçulmanos em solo europeu aumenta, quase tanto como aumenta a sua explosiva natalidade. 

Deixe-se pois de lado essa conversa que, de resto, até pode interessar aos cristãos, sempre a postos para ir evangelizar tudo o que puderem, indiferentes às fronteiras étnicas; mas não interessa, seguramente, aos nacionalistas europeus. 

Qual deve então ser o critério? Mais coisa menos coisa, deve aplicar-se o raciocínio de John Locke - todos os credos devem ser tolerados, mas aqueles cuja doutrina é contrária à segurança do Estado devem ser vigiados de perto, quando não suprimidos, e deu como exemplo precisamente o de um súbdito muçulmano de um príncipe cristão europeu (no século XIX): politicamente, o súbdito devia lealdade ao soberano europeu, mas, religiosamente, devia obedecer ao sultão turco, tornando-o potencialmente subversivo, um potencial membro de uma possível quinta-coluna, um potencial inimigo interno. 

De resto, para que servem as mesquitas? Os poucos alógenos que poderão estar em solo europeu de um país nacionalista precisarão de uma mesquita para quê se puderem rezar no seu domicílio, enquanto durar o seu contracto de trabalho nesse país?...

BATALHA DE S. MAMEDE A 24 DE JUNHO DE 1128 - PRIMEIRO MOMENTO DA SOBERANIA NACIONAL


Tinha o primeiro momento da soberania nacional de ser assinalado com um sóbrio monumento pétreo. A Nação nasceu dos castros, que são só rocha e névoa nos confins do extremo ocidente. Nasceu portanto bem antes de D. Afonso Henriques, antes até de o seu pai vir parar ao Condado Portucalense.
A primeira batalha dos Portucalenses foi a de Pedroso em 18 de Janeiro de 1071, quando Nuno Mendes morreu ao tentar alcançar a soberania de Portuscale.
Uma Nação não é criada por um rei, seja ele qual for, porque uma Nação não é um Estado. Uma Nação é um Povo com uma língua própria e isso nem foi criado por D. Afonso Henriques nem poderia ser criado por nenhum outro líder. O Estado existe para dar soberania à Nação. O que D. Afonso Henriques fez foi dar soberania a uma Nação que em tudo o precedia.

Sobre o monumento que acima se vê (http://www.guimaraesturismo.com/pages/154?geo_article_id=118):
«Segundo a tradição de muitas gerações, foi em S. Torcato que teve início, em 24 de Junho de 1128, a Batalha de S. Mamede, na qual D. Afonso Henriques conquistou a chefia do Condado Portucalense e iniciou o processo político da independência de Portugal, ao afastar a tentativa de hegemonia galega. Não deixa de ser significativo que o nome do lugar seja o de "Campo da Ataca" - ou do ataque - designação guerreira bem sugestiva.
Em 1996 foi inaugurado o actual arranjo artístico-monumental, que celebra este acontecimento.»

Sobre a batalha:
A Batalha de São Mamede foi travada a 24 de Junho de 1128, entre D. Afonso Henriques com as tropas dos barões portucalenses e as tropas do Conde galego Fernão Peres de Trava, que se tentava apoderar do governo do Condado Portucalense. As duas facções confrontaram-se no campo de São Mamede, perto de Guimarães.
Antecedentes
Quando o conde D. Henrique morreu, em 1 de Novembro de 1112, ficou D. Teresa a governar o condado, pois achava que este lhe pertencia por direito, mais do que a outrem, porque o seu pai lhe teria dado o território na altura do casamento. Associou ao governo o conde galego Bermudo Peres de Trava e o seu irmão Fernão Peres de Trava. A crescente influência dos condes galegos no governo do condado Portucalense levou à revolta verificada em 1128. Os revoltosos escolheram para seu líder D. Afonso Henriques, filho de D. Henrique e de D. Teresa.
Resultado
Com a derrota, D. Teresa e Fernão Peres abandonaram o governo condal, que ficou então nas mãos do infante e dos seus partidários, o que desagradou ao Bispo de Santiago de Compostela, Diogo Gelmires, que cobiçava o domínio das terras. D. Teresa desistia assim da ambição de ser senhora de Portugal. Há rumores não confirmados que ela teria sido aprisionada no Castelo de Lanhoso. Há até quem relate as maldições que D. Teresa rogou ao seu filho D. Afonso Henriques.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_S._Mamede

Para ler mais pormenores, clicar aqui: http://www.publico.pt/opiniao/jornal/guimaraes-e-a-batalha-de-s-mamede-26731714

Trecho:
Durante os sécs. XIV a XVI, os historiadores passaram a atribuir maior importância à Batalha de Ourique, ligando-a à aclamação de D. Afonso Henriques como rei, sancionada pela visão miraculosa de Cristo. Porém, a partir do séc. XIX, é restituída à Batalha de S. Mamede o significado nacional que lhe havia sido atribuído inicialmente nos referidos Anais.

terça-feira, junho 23, 2026

A CELEBRAÇÃO DO «SÃO» JOÃO...

No dia de Santo António fomos à procura da sua origem. A professora Magda Pinheiro lançou-nos um cenário e ficámos a saber que o grande santo popular foi sempre São João. Até em Lisboa. O culto e as festas do santo lisboeta tal como as conhecemos hoje nasceram muito tardiamente, já nos anos 60, antes eram uma organização institucional que a Igreja levava a cabo para não perder terreno face aos republicanos anticlericais.
 
Quando surge a festa e quando se separa do culto?
O culto de Santo António já é um culto tardio na cidade, só se desenvolve no século XVI. O santo padroeiro de Lisboa é o São Vicente, os cultos mais antigos são os dos santos mártires e o de São Félix, anteriores à Reconquista. Mas o culto de Santo António existe associado às pestes que grassaram a cidade e deu origem a uma procissão importante. Agora a inserção do Santo António nos santos populares é bem mais complexa.
 
Por uma razão específica?
Sim. De facto o São João era muito mais referido em todas as fontes como santo popular no século XIX. Apesar de se falar dos tronos e dos altarzinhos do Santo António.
 
Mas havia o São João também em Lisboa?
Exacto. Os festejos existem quer no passeio público pombalino, quer, por exemplo, no Campo Grande. O São João tinha uma componente mais espontânea, com as fogueiras, enfim, era uma romaria muito importante. Estas romarias são uma tentativa de catolicizar cultos pré-romanos que estão associados à chegada do Verão. O Santo António insere-se aqui um bocadinho menos nitidamente.
 
E como é que nasce a festa?
É preciso pensar que no final do século XIX, como há uma progressiva reinvenção da nação com a valorização dos artesanatos populares e toda uma série de elementos que vão constituir aquilo a que hoje chamamos a identidade portuguesa, há também a valorização dos bairros que não foram reconstruídos depois do terramoto. Nascem os bairros tradicionais. E estas festas emergem. No fim do século XIX há na cidade uma forte tendência anticlerical e nesse contexto cria-se uma comissão de comemoração de Santo António.
 
O que fazia essa comissão?
Essa comissão tem como organizadores personagens importantes como a rainha que tenta demarcar o espaço público numa tentativa de devolver à Igreja o espaço que estava a perder. A festa realiza-se já com fogo de artifício e projecção de luz.
 
Como é que depois associamos o Santo António aos casamentos, às marchas, à festa na rua, às sardinhas e por fora?
Tudo isso vai ser realizado pelo Estado Novo, que não quer imponderáveis. São festas organizadas, com direito a concursos e um pouco distante da festa de massas de hoje e da espontaneidade. É nesse contexto que, em 1932, os olissipógrafos que são clericais não esquecem a necessidade de organização de um culto à volta de Santo António.
 
São essas as festas das colectividades?
Sim, elas desenvolvem-se em pequenas comunidades e nascem as primeiras festas institucionalizadas com desfiles de marchas. Mas isso não exclui que continue a haver os tronos e as sardinhas. A institucionalização das festas é muito mal vista pela intelectualidade de esquerda e será muito mal vista até aos anos 60.
 
A seguir ao 25 de Abril há nova ruptura?
O que acontece é que colectividades que não costumavam participar começam a fazê-lo e nasce uma nova maneira da festa se implantar na cidade.
 
Já com toda a gente na rua, com a cerveja, a sangria, o vinho e as célebres sardinhas, a festa pura e dura que hoje conhecemos? 
Sim, mas essa festa que descreve penso que começa a fundar-se no final dos anos 60 e é nessa altura que o São João morre completamente.
 
Passa definitivamente para o Porto?
A componente de festa de Lisboa é mais cosmopolita do que a do Porto. E, por outro lado, há um bairrismo mais afirmativo.

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Fonte: http://www.imissio.net/v2/noticias/o-santo-antonio-de-hoje-nasceu-nos-anos-60:3404   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Diz Teófilo Braga, na obra «O Povo Português Nos Seus Costumes, Crenças e Tradições», volume II, página 211 e seguintes:
«A festa de São João Baptista em todos os povos europeus está ligada a um fenómeno astronómico, o solstício do Verão, em 24 de Junho. O célebre ritualista Guilherme Durandus, interpretando alegoricamente a festa do Precursor, não pode ocultar o seu sentido mítico: "Faz-se girar uma roda, em certas localidades, para assim designar que o Sol não se pode elevar mais, mas torna a descer no seu círculo, assim também a fama de São João, que era olhado como um Cristo, diminuiu quando este apareceu. Alguns dizem que é porque neste tempo os dias minguam, e que crescem de novo no Natal de Jesus Cristo..."»

Ou seja, uma forma de diminuir o prestígio do Sol perante o Judeu Morto, primeiro substituindo-O por um sucedâneo («São João») e depois «integrando» na religião do Deus oriental os rituais que ao Sol são devidos. A isto se chama «cristianização».

Não é por acaso que, conforme se lê na obra «Os Solstícios - História e Actualidade», o próprio Justino o Mártir, um dos doutores da Igreja, regista que «os cristãos usurparam o dia do Sol», e que o dia da semana sagrado dos cristãos, o domingo (de «Dominus», «Senhor»), é na tradição pagã ocidental consagrado ao Sol, «Dies Solis» (que os Ingleses conservam no seu «Sunday» e os Alemães no seu «Sontag», entre outros...). Não é igualmente por acaso que o dia mais festejado da Cristandade, o Natal, coincide mais coisa menos coisa com o outro solstício, o de Inverno. Talvez porque o culto solar foi por assim uma das últimas «frentes de combate» pagãs contra o Cristianismo, e porque o primeiro imperador cristão, ou cristianizado, Constantino, era pouco antes, e se calhar ao mesmo tempo, um adorador do Sol...


Claro que durante muito tempo a Igreja tentou proibir a celebração do solstício de Verão, antes de a tentar absorver, isto é, cristianizar... Duas fontes para cada uma das duas asserções:
- no século VI, o bispo de Árles proibiu num sermão o «banharem-se nas fontes, nos pântanos e nos rios na noite de S. João e na madrugada do dia seguinte» porque tal «costume nefasto ressuscita o Paganismo»;
- no século VII, uma obra que circulou em todas as dioceses de França dizia, entre outras coisas, que o fogo de S. João é «a marca do regozijo por S. João» e que teve o seu início nos primeiros séculos do Cristianismo, quando «S. Bernardo testemunha que era mesmo praticado entre os pagãos.»
Significa isto que em não conseguindo extirpar de vez a celebração pagã, tentou apoderar-se dela, dirigindo-a, «domesticando-a», de forma a «controlar os abusos», que eram, não apenas os excessos festivos naturais, mas também as «superstições» pagãs que não pudessem ser «transformadas».

Continuando, novamente com Teófilo Braga...
«É justamente uma tal concepção primitiva que faz com que a festa do solstício de Verão seja comum a todos os Povos indo-europeus, e ainda aos Povos semitas; o fenómeno é diversamente dramatizado, mas entre os povos europeus toma a expressão de um Combate de Verão expulsando o Inverno (24 de Junho), ou a sua inversa, a expulsão do Verão pelo Inverno (24 de Dezembro). (...) nos antigos prazos portugueses notou João Pedro Ribeiro, que o ano era sempre contado de São João a São João, e no Alvará de 1 de Julho de 1774, chamou-se-lhe ano irregular. (...) entre os povos eslavos é onde se apresenta mais completo, correspondendo muitas das suas particularidades a costumes portugueses (...). Por um documento da Câmara de Coimbra, de 1464, citado por Viterbo, se nota a forma de combate: "cavalhada na véspera de São João com sina e bestas muares". Em outros povos, esta cavalgada ficou simplesmente lendária, na Mesnie Furieuse, que tanto se localiza no solstício diurno (circa horam medirianam) como no solstício vernal. (...) Nos costumes provinciais conservam-se quase todas as formas dramáticas desta antiquíssima festa solsticial.
(...)



Na Beira Alta acende-se um facho no cimo dos montes (o galheiro) ou na ceira das azenhas (a roda, que ainda na Alemanha se deixa rolar dos montes). O facho, como escreve Leite de Vasconcelos, é um pouco de lenha em volta de um pau alto. Os rapazes que o vão acender levam músicas de tambores e pífaros, e grandes algazarras. O monte é além disto cercado de pinhas acesas.»
Nos Açores, fazem-se as fogueiras na rua, e os rapazes saltam por cima das labaredas; o mesmo no Algarve e no Alentejo.
»
E, como todos sabem, o mesmo se faz um pouco por toda a Europa nesta data - o salto dos jovens por cima das fogueiras, para dar força e saúde, boa sorte, etc..
Tudo isto só ajuda ao tom despreocupado e livre dos folguedos da data, que é isso que interessa. É pela noite dentro, cambada. Força nos Martelos.

É aliás curioso que o martelo se tenha tornado parte da tradição desta celebração. Consta que assim se estabeleceu nos anos sessenta. Mais do que isso não encontrei. Fico-me por salientar que em Roma e eventualmente no mundo céltico continental antigo, mais concretamente na Gália, realizava-se na altura do solstício a celebração de uma Divindade da tempestade, Sumano em Roma e, possivelmente, Taranis na Gália. Noutros pontos da Europa, mais concretamente no norte germânico e no leste balto-eslavo, o Deus do Trovão tem como arma/símbolo um martelo. Não é impossível que também no oeste europeu houvesse essa identificação. Verifica-se pelo menos que na Irlanda céltica (a área ocidental não latina mais bem conhecida nas suas tradições míticas) uma das maiores Divindades, o polivalente Dagda, sábio, fertilizador e bélico, tem como arma uma imensa clava, além de ter também um gigantesco pénis, a arrastar pelo chão. Na Gália, uma das Divindades mais adoradas seria Sucellos, o «Bom Batedor» (batedor, que bate), representado com um martelo. Ora no norte galaico, mais concretamente no sopé do monte Larouco, foi encontrada numa igreja uma imagem do que se presume ser uma Divindade do Raio, ou da Montanha, que possui, além de um gigantesco pénis, também um martelo de duas extremidades iguais, como aqui se observou: http://gladio.blogspot.pt/2012/11/a-cara-do-deus-do-raio-deste-extremo.html