quarta-feira, julho 29, 2026
ALEMANHA - DEPOIS DO ATAQUE TERRORISTA A MARCHA GAY EM BERLIM, O AUTARCA ACHA QUE É PRECISO INTRODUZIR NAS ESCOLAS O ENSINO DO... ISLÃO...
A intervenção ocorre na sequência de um ataque perpetrado por Abdul Ballout, um conhecido islamita que já tinha sido processado pelas autoridades alemãs por tentar juntar-se ao Estado Islâmico. Ballout foi detido no Líbano enquanto tentava chegar à Síria, retornou à Alemanha e foi preso no Aeroporto de Berlim Brandenburg em novembro de 2025. Em Maio de 2026, um tribunal juvenil de Berlim condenou-o por preparar um acto grave de violência que coloca em risco o Estado, distribuir propaganda do Estado Islâmico e outros crimes. A promotoria pediu uma pena de dois anos e dez meses, mas o tribunal impôs uma pena juvenil de um ano e dez meses, suspendendo-a provisoriamente. Foi libertado enquanto os promotores recorriam da decisão. Ballout foi posteriormente acusado de matar uma mulher e ferir 29 pessoas após atropelar uma multidão com uma carrinha alugada no Tiergarten, em Berlim, e atacar pessoas com um punhal.
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Repare-se que este autarca não é de Extrema-Esquerda, nem sequer de Esquerda, nem do Centro, mas sim do maior partido de «Direita» do país...
Se isto não for uma medida ditada pelo medo - e muitos islamistas vão interpretá-la assim - é, na melhor das hipóteses, determinada pela ingenuidade mais suicidária. O fulano acredita eventualmente que o verdadeiro Islão não é radical e não mata gays e tal. Ora a homossexualidade é punida por lei na maioria dos países muçulmanos, há condenação à morte por este acto em pelo menos dez países do planeta, e todos eles são de forte influência islâmica, mas os kaiwegners das elites acham que se calhar não é bem assim, porque não, e porque os muçulmanos a viver no Ocidente são mais civilizados, porque são, porque se vieram para o Ocidente, é porque gostam do Ocidente (não é por viverem materialmente melhor e terem tudo de bandeja e não levarem porrada da polícia), pois 'tá claro, mas como é que eles não haviam de gostar do Ocidente... ou então acreditam, os kaiwegners, que há um composto na atmosfera europeia que torna as pessoas mais brandas e democráticas, deve ser disso...
Pode dar-se o caso de os kaiwegners acharem que podem dar a volta à questão e ensinar um Islão assim à maneira, tolerante e tal. As falsificações rapidamente se identificam como tal, especialmente quando há milhões de clérigos muçulmanos de olho na coisa. Dar instrução islâmica nas escolas é só abrir a porta para que depois estes pastores de muslos possam orientá-los como entenderem.
Tudo isto se evitava facilmente num governo nacionalista, cuja solução não seria «simplista», como dizem as elites me(r)diáticas, seria simplesmente salutar e normal - deportação imediata de toneladas de alógenos do terceiro-mundo. Sim, é mesmo assim tão simples e não o perceber é estar iludido ou então gravemente doente de sida cultural.
SUÉCIA - PIVETE «SUECO» SÍRIO VIOLA MIÚDA DEFICIENTE DE 15 ANOS, FILMA O ACTO, MAS NÃO PODE SER EXPULSO PORQUE «É SUECO»...
FRANÇA - FRANCÊS PRÓ-IMIGRAÇÃO ACOLHEU IMIGRANTES EM SUA CASA E AGORA ESTÁ ELE PRÓPRIO NO OLHO DA RUA
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Mais uma notícia que não passa nos grandessíssimos mé(r)dia, apesar de ter um toquezito de insólito algo cómico que os jornalistas tanto apreciam, e expõem por vezes no final do jornal da noite, e pelos vistos já são vários, e até tinha piada mostrar este fulano sem tecto e com cara de parvo, mas mostrá-lo nos mé(r)dia podia alertar demasiado o «povinho» para os riscos da imigração e portantos é melhor não...
COMISSÃO EUROPEIA REJEITA INICIATIVA DE CIDADÃOS CONTRA IMIGRAÇÃO NÃO OCIDENTAL
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Sim, esta legislação proposta é discriminatória com base racial e étnica. Discriminar racial etnicamente é um direito e, consoante as circunstâncias, um dever, porque toda a ética normal, universal e não universalista, manda dar prioridade à sua própria gente - e claro que a elite mais doente da história da humanidade tinha de diabolizar este conceito, e diaboliza-o em nome do seu universalismo militante, assumido como valor inquestionável, dando-se por isso ao despudor de o categorizar como um dos «valores da União», mas quais «valores da União»?, os valores dos Povos?, não, os valores de uma elite que se arroga ao direito de ditar os seus próprios valores da elite ao «povinho». Este procedimento da comissão europeia é, formalmente falando, um acto anti-democrático, pois que se trata de meia dúzia de representantes da elite a invalidar a vontade de mais de meio milhão de cidadãos, não querendo sequer que o povo, o povo autêntico, possa votar esta iniciativa. Democracia é, precisamente, o poder do povo, não é o poder do povo mais a merda dos valores da elite, é mesmo só a parte do poder do povo, só isso, e sempre o foi, desde a Grécia antiga - povo não é «toda a gente», não é qualquer gajo que vá ali a passar; povo é quem pertence à estirpe do povo, pois que o próprio conceito de Povo é, à partida, de cariz étnico. O que veio diluir este conceito de etnia como elemento determinante na definição da Democracia foi a moral cristã, uma corrente ideológica que se foca no indivíduo «em si», independentemente da sua raiz étnica; é ao indivíduo que se dirige a mensagem cristã, o indivíduo contra a sua própria gente (família) se for caso disso, como o próprio Jesus disse quando declarou que vinha virar filho contra pai e filha contra mãe; é aqui que reside o cerne do HIV que hoje mata por dentro a Europa, precisamente a partir da sua elite, a parte da população mais influenciada pela doutrina moral universalista do Cristianismo.
Resta aos Nacionalistas continuar o seu combate, esforçando-se por todos os meios, inclusivamente o de pugnar para que a comissão europeia perca poder diante do parlamento europeu, onde os partidos nacionalistas, estes sim, eleitos pelos Povos, têm conseguido fazer passar medidas contra a iminvasão da Europa.
EUROPA - MENOS CULPABILIZAÇÃO, MAIS REARMAMENTO
ALEMANHA - MILITANTE DIZ QUE OS BRANCOS DEVEM DEIXAR DE TER FILHOS PARA ASSIM DESAPARECEREM PORQUE SÃO CULPADOS
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Estive para não publicar este artigo, que já é de há um mês, mas acabei por aqui o colocar, para ilustrar aquilo com que os Europeus se deparam hoje. Esta fulana dá aulas a jovens, dado que é professora de línguas (Alemão e Inglês) e Filosofia/Ética numa escola secundária na Baviera. Doutorou-se em Filosofia pela Universidade de Ratisbona (Regensburg) em 2007.
Não é nenhuma maluquinha. Não é nenhuma ignorante. A conversa de os «brancos a controlarem as suas mulheres» não a leva a condenar o mundo islâmico onde os homens controlam em tudo as suas esposas e filhas, e vizinhas, porque a questão real não é essa. O argumento de que «os brancos é que deram cabo do mundo com o aquecimento global», de aparência sobejamente atrasada mental, é, por seu turno, um argumento como outro qualquer - claro que não tem sustentação possível, claro que são os Europeus quem hoje se preocupa mais precisamente com o alegado «aquecimento global», claro que quem mais polui são os Chineses, e, claro, claro, claro, que quem anda há décadas a sustentar incontáveis milhões de Africanos são os Europeus e só os Europeus, a sustentar com alimentos e medicamentos, mas isso conta menos diante do que realmente interessa: é um pretexto como outro qualquer para expressar o mais importante, que é o ódio etno-masoquista, eurofóbico, endofóbico, leucofóbico. Esta é a «religião» das elites reinantes do Ocidente, das quais esta stôra constitui representante caricatural, aliás, caricatural mas verdadeira. Quando uma «religião» está viva e forte, surgem no seu seio intelectuais capazes de argumentar a seu favor, contra toda a racionalidade e todos os obstáculos. Tal como a adoração de um judeu morto numa cruz contra o culto dos Deuses Nacionais teve figuras altamente intelectuais do seu lado, «Santo» Agostinho foi um deles, «santo» Ambrósio foi outro, também agora o anti-racismo reúne nas suas fileiras alguns dos maiores nomes da intelectualidade da sua época.
Reforço: esta Verena B. não é uma personagem caricatural inventada por um romancista «racista» para diabolizar a elite - é uma pessoal real, de carne e osso. «Isto» existe, não é nem alucinação nem invenção de «conspiranóicos» racistas. «Isto» existe e, como bem se vê, anda moral e legalmente impune. Não lhe cai em cima nenhum processo por incitação ao genocídio, que é exacta e rigorosamente o que a fulana está a fazer. Se um líder nacionalista diz «Estamos fartos de pretos», despencam cento e vinte e sete Carmos e duzentas e quarenta Trindades, vai já a tribunal porque o seu desabafo é de imediato classificado, sem contraditório, como «incentivo ao ódio», mesmo que ele não diga «vamos fazer com que os negros desapareçam da face da Terra»; agora, se um figura do anti-racismo diz «vamos fazer com que os brancos desapareçam da face da Terra», nem os dirigentes do maior partido nacionalista do seu país a põem em tribunal, ou por falta de combatividade ou porque acham que isso iria fazer dela uma «mártir». Entretanto, os «moderados» de Esquerda, e de «Direita», também não parecem indignados com este apelo ao ódio genocida, o que não surpreende absolutamente nada quem saiba qual é o «espírito do tempo» em matéria de «religião».
FRANÇA - MUSLO FERE GRAVEMENTE TRÊS MULHERES À FACADA E DIZ QUE O FEZ SOB O COMANDO DE ALÁ
terça-feira, julho 28, 2026
GREGOS E TROIANOS SIM, BASTARDIZADOS É QUE NÃO
DISTRIBUIÇÃO DA RAÇA BRANCA AO NÍVEL PLANETÁRIO NO SÉCULO
- Origem: Foi produzido em Milão, Itália, pela editora Litografía Corbetta.
- Autores: Teve a colaboração de F. Corbetta, Giuseppe Civelli e Paolo Bezzera.
- Contexto: A obra servia para acompanhar o livro educativo "La geografia a colpo d'occhio: ossia primarie nozioni di geografia storica e statistica". [1]
- Foco no "Estado de Natureza": Os cientistas e cartógrafos do século XIX procuravam classificar a humanidade segundo a sua distribuição geográfica ancestral. Para eles, a população de origem europeia na América do Sul pertencia à "Raça Caucásica", cujo "berço" ou território original mapeado era a Europa.
- Teorias de Classificação Antiga: Este mapa baseia-se fortemente em modelos como o de Johann Friedrich Blumenbach (pt.wikipedia.org), que dividia a humanidade em cinco grandes grupos taxonómicos associados a continentes fixos. Sob essa lógica, a América pertencia exclusivamente à "Raça Americana" (indígena) e a África à "Raça Negra". [1]
- Demografia da Época: Embora a colonização portuguesa e espanhola já durasse há séculos, a grande vaga de imigração europeia em massa para o Brasil (en.wikipedia.org) (com a chegada de milhões de italianos, alemães e espanhóis) só ganhou verdadeira expressão demográfica a partir das décadas de 1870 e 1880, ou seja, anos após a publicação deste mapa em 1853. [1]
- Percepção de Miscigenação: Muitos relatos europeus do século XIX viam a população colonial da América Latina como profundamente misturada (miscigenada (en.wikipedia.org)), preferindo focar a sua categorização "pura" nas tribos indígenas que ainda habitavam ou dominavam visualmente o interior do continente. [1]
- Soberania e Independência Anglo-Saxónica: Os Estados Unidos tornaram-se independentes em 1776 e, por volta de 1853, já se tinham afirmado como uma potência global emergente industrializada, governada e habitada predominantemente por populações de origem britânica e germânica. Para a mentalidade eurocêntrica do século XIX, o leste dos EUA já não era visto como uma "colónia", mas sim como uma extensão direta da própria civilização europeia ocidental.
- Marginalização Demográfica dos Nativos: No leste da América do Norte, as populações indígenas americanas foram sistematicamente dizimadas ou empurradas para o oeste através de violentas políticas de deportação (como a Lei de Remoção de Índios (pt.wikipedia.org) de 1830). Como o mapa mostra a "distribuição actual" na época (1853), os autores pintaram o leste de azul porque os povos nativos já quase não existiam ali em termos numéricos.
- A Visão Europeia sobre a América Latina: Em contraste, o Brasil e a América do Sul eram vistos na Europa como territórios de fronteira geográfica onde o interior profundo permanecia sob controlo ou forte presença de povos indígenas (daí a cor castanha da "Raça Americana"). Além disso, as elites europeias da época olhavam para as novas repúblicas hispânicas e para o Império do Brasil como sociedades maioritariamente miscigenadas (en.wikipedia.org) (com fortes componentes indígenas e africanas), recusando-se a classificá-las como "puramente" caucásicas, ao contrário do projeto de segregação estrita que observavam nos EUA.
