quarta-feira, junho 03, 2026

INGLATERRA - AMNISTIA INTERNACIONAL MANIFESTA-SE CONTRA POLITIZAÇÃO NACIONALISTA DO HOMICÍDIO DO JOVEM BRANCO HENRY NOWAK

A reacção da Amnistia Internacional ao assassínio de Henry Nowak provocou indignação. A organização não se manifestou sobre as acções atrozes e desumanas da polícia durante o incidente, mas condenou veementemente os "comentários políticos" feitos após a morte de Nowak: “Num momento em que os crimes de ódio estão a aumentar e a violência e o medo se tornam numa realidade diária para pessoas negras e imigrantes, os apelos à 'fúria fria e implacável' são completamente irresponsáveis. O assassínio de Henry Nowak é uma tragédia terrível e a sua família afirmou: 'Não queremos que a sua morte seja usada para criar mais divisão, ódio ou tensão'. O mínimo que os políticos podem fazer é respeitar isso”, escreveu a Amnistia Internacional.
Nem todos estão satisfeitos com as declarações da Amnistia Internacional sobre o caso, que até agora não mencionou a forma como a polícia algemou Nowak enquanto ele agonizava devido a oito facadas.
O eurodeputado sueco Charlie Weimers escreveu no X: "A Amnistia Internacional está moralmente falida há muito tempo. Uma organização puramente de Esquerda." Estava a responder a um comentário de Lauren Chen, que escreveu: “Declaração incrível da Amnistia Internacional do Reino Unido sobre Henry Nowak: nem uma palavra expressando indignação ou horror pelo assassínio brutal, ou por como a polícia o deixou morrer sem dignidade. Em vez disso, a declaração deles trata de controlar os comentários políticos em torno do caso. Não estou a brincar. Que traição grotesca a qualquer propósito moral. Essas ONGs não são apenas inúteis – elas activamente desprezam-vos. São hostis a tudo o que vocês valorizam e a tudo o que vocês consideram importante.”
A Amnistia Internacional, entretanto, é conhecida pelas suas posições pró-imigração e de Esquerda, e tem um longo histórico de financiamento da Fundação Open Society de George Soros. Ainda assim, a organização costuma criticar a conduta policial, o que torna ainda mais surpreendente o facto de não se ter manifestado sobre as acções da polícia neste caso. Os polícias de Southampton responsáveis ​​pelo caso ignoraram os pedidos de ajuda de Nowak e aceitaram imediatamente como verdadeiras as alegações de Vickrum Digwa, que afirmou ter recebido comentários racistas de Nowak. Notoriamente, Nowak disse à polícia diversas vezes que tinha sido esfaqueado e alertou-os: "Não consigo respirar". Quando ele confirmou ter sido esfaqueado, o polícia respondeu: "Acho que não, amigo". Ao mesmo tempo, a arma do crime foi entregue à mãe dele, e a polícia encontrou-a posteriormente na casa da família, juntamente com mais de 20 outras armas. A mãe dele deverá ser sentenciada por ter removido a arma do crime da cena do crime.
O caso Nowak apresenta muitos paralelos com o caso de George Floyd, em que o polícia Derek Chauvin foi controversamente condenado pelo assassínio de Floyd após algemá-lo e ajoelhar-se sobre as suas costas enquanto Floyd dizia: "Não consigo respirar". Embora a Esquerda tenha instrumentalizado o caso, desencadeando protestos em massa que resultaram em biliões de dólares em prejuízos nos Estados Unidos, a Amnistia Internacional jamais condenou a retórica política da Esquerda no caso Floyd. A organização financiada por Soros também nunca condenou os protestos em massa, que deixaram lojas e casas incendiadas em grandes cidades americanas. Na verdade, os "comentários políticos" da Amnistia Internacional sobre o caso só serviram para inflamar as tensões e colocar as comunidades vulneráveis ​​sob maior ameaça. Esta hipocrisia não passou despercebida pelos manifestantes ingleses, que se reuniram nas ruas e gritaram "Eu não consigo respirar" para os polícias em Southampton ontem, antes do início dos distúrbios. Vale ressaltar que nenhuma loja foi incendiada e nenhum estabelecimento comercial sofreu danos durante os pequenos protestos — um contraste gritante com os tumultos em massa que se seguiram à morte de Floyd.
assassínio de Nowak provocou indignação em toda a Grã-Bretanha; os partidos de Direita, em particular, foram os mais críticos. A Amnistia Internacional parece descontente com o facto de comentaristas políticos estarem a apontar o duplo padrão racial em acção, incluindo a decisão da polícia de tomar imediatamente o partido do assassino por ele ter gritado "racista".
Entretanto, o líder do movimento Restore Britain, Rupert Lowe, está a ser notícia pelo seu apelo ao regresso da pena de morte para assassinos como Digwa.
Tudo isto explica a posição da Amnistia Internacional e porque jamais tentará esta organização responsabilizar a polícia pelas suas acções no caso do assassínio de Nowak.
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Fonte: https://rmx.news/article/i-cant-breathe-after-murder-of-henry-nowak-amnesty-international-condemns-political-commentary-from-the-right/

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Nada disto causa estranheza a quem esteja com atenção à sociedade em que vive. Quando neste artigo se lê, a meio, que é surpreendente a atitude da Amnistia Internacional por, tendo o hábito de condenar a polícia, desta vez não o fazer, de imediato se considera que ou há aqui da parte do autor ou grossa ingenuidade ou a mais pura ironia; o fim do texto confirma a veracidade da segunda hipótese.
Efectivamente, a Esquerda ocidental raramente se preocupa verdadeiramente com a alegada brutalidade policial em si. Ponha-se uma parelha de bófias anti-racistamente amestrados a agredir violentamente um skinhead facho e dificilmente se ouvirá um único pio de crítica esquerdista. Sucede simplesmente que, até ver, a esmagadora maioria dos agentes da polícia no Ocidente é de raça branca, enquanto a maioria esmagadora dos que precisam de ser contidos pela força policial é composta de, ou pessoal não branco, ou antifaria. Se, entretanto, um branco não ideologicamente identificado for agredido pelas autoridades, isso também é porreiro para os activistas anti-bófia - mas apenas porque serve de combustível para queimar a polícia a propósito de casos mais racializados/politizados... «estão a ver, brancos anónimos?, a vossa polícia também é vossa inimiga, vocês e as minorias raciais estão do mesmo lado contra a autoridade estatal e policial branca...»... Dá, efectivamente, um jeitaço. 
Sendo então os dirigentes da Amnistia Internacional verdadeiros «clérigos» da «religião» do anti-racismo militante, estão tão somente a agir com toda a sinceridade e honestidade que a sua sensibilidade lhes dita. O problema reside precisamente no facto de a quinta-essência da sua sensibilidade ser a aberração nojenta que já se conhece. Uma vez que, na sua Boa e Sã Doutrina da Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente (SMIARMUDO), está garantido, como fundamento ontológico, que o branco (europeu/ocidental) tem em si o pecado original do «racismo» (por causa da escravatura e do colonialismo, embora só o europeu tenha resolvido abolir a escravatura e o colonialismo, mas não interessa, dogma é dogma, não se discute, em vez disso vive-se, sente-se), todo o mal que aconteça ao comum branco é, quando muito, uma tristeza, mas não suscita revolta se quem causa este mal for não branco. A revolta é um sentimento - e se o próprio sentimento está formatado na direcção contrária, então não haverá naqueles corpos lugar algum para essa revolta. Desta maneira, o assassínio de um branco pela mão de um alógeno é simplesmente de lamentar, acontece, todos os dias há pessoas a morrer, «é a vida», como diria Guterres. Pronto, mais uma fatalidade, fatalidades há muitas, adiante, passe-se à frente. Não é preciso insistir no assunto. Dá-se os pêsames de uma forma mui profissional e acabou, ponto final. Está evidentemente fora de questão politizar o caso, politizar o quê, um indivíduo matar outro? (atenção: esquecer de imediato a raça desta vez), pois se há tantos homicídios por aí... O caso do negro Floyd, esse sim, esse é que é para politizar, por motivos óbvios - porque, ao ver um branco matar um negro, a sensibilidade dos «clérigos» da SMIARMUDO é de imediato activada, como seria em tempos antigos activada a sensibilidade de um cristão devoto ao contemplar a vandalização de uma igreja, por exemplo, ou a morte de um mártir cristão às mãos de não cristãos. É claro que a morte de Floyd tem de se politizar!, aliás, isto sai-lhes naturalmente das beiças falantes e das gânfias escreventes, precisamente porque aquilo para eles nem é verdadeiramente politizar mas sim agir com a indignação que o seu sentido de decência lhes impõe. 
Enquanto isso, o «povinho» revoltado por ver um dos seus familiares a ser morto por um alógeno, este «povinho»
só tem é de se calar, caso contrário apanha com uma acusação de «incitação ao ódio!», e reserva-se a isto o vocábulo «ódio» porque, no dicionário da SMIARMUDO, «ódio» significa apenas e exclusivamente a hostilidade que os «maus» 
têm pelas vítimas boas, definindo-se os «maus» como sendo os brancos hereges, blasfemos, que não foram devidamente «evangelizados» pela SMIARMUDO e por isso não fazem fé no Santíssimo Dogma da Inegabilidade da Sua Própria Culpa Colectiva. Deste dogma se deduz que o pecado capital começa quando o branco sente hostilidade contra o não branco. Isto é profundamente sentido como pior do que tudo - pior do que qualquer crime cometido por um não branco.
Quando, em vez disso, são os anti-racistas que odeiam um «mau», a isso não se chama então «odiar» mas sim «indignar-se». 
Até nisto, é que até nisto, são os antirras moralmente herdeiros dos cristãos: o cristão pode incitar à destruição de um exército herege, mas nunca dirá que isto é ódio e sim indignação ou determinação no serviço a Cristo, etc.. «Ódio» é palavra que nunca usará, pois que, na sua moral, há o dever de unir sem fronteiras, e o «ódio» separa, e, se Deus é amor e o amor é o contrário do ódio, então o ódio é do diabo, logo, o bom cristão não pode sentir ódio...
Em suma: se o branco vitima o não branco, isto é automaticamente político; se o não branco vitima o branco, isto não é nunca político, ou sequer politizável, precisamente porque a boa moral diz que tal situação não pode ser politizada, e não pode ser politizada porque, acima de tudo, há o dever de erodir todas as fronteiras entre os Povos, enquanto estes ódios só criam distâncias «racistas».

A existência das «amnistias internacionais» e dos demais «sacerdócios» organizados do anti-racismo, constituindo uma herança moral em versão laica da Cristandade, constituem por isso mais uma chusma de motivos pelos quais a cristianização da Europa foi, garantidamente, a maior tragédia da história europeia.


INGLATERRA - POLÍCIA INSTRUÍDA PARA DISCRIMINAR EM PROL DE NÃO BRANCOS


Segundo o que acima se lê, o Plano de Acção Racial da Polícia de 2025 no Reino Unido diz o seguinte:
«O nosso compromisso para com a equidade racial significa
 - Produzir igualdade de resultados policiais para pessoas de diferentes grupos étnicos ao responder a indivíduos e comunidades de acordo com as suas necessidades, circunstâncias e experiências específicas, com compreensão de que isto será racializado, com o objectivo de reduzir o dano.
Não significa tratar toda a gente "da mesma maneira" ou ser "daltónico" (igualdade racial).»

É a velha distinção entre igualdade e equidade, que a Esquerda representa assim (até os bonecos são escuros, se calhar para associar empatia pró-afro e equidade):


Ora quando se parte do princípio antirra de que no Ocidente o branco já é favorecido só por ser branco, e que isso não é justo, como se a natural primazia do autóctone fosse injusta, como se fosse pecado o indivíduo ter natural prioridade na sua própria terra, depois dão-se monstruosidades como a que vitimou o jovem branco Henry Nowak, porque as próprias forças da autoridade do Estado nas ruas são formalmente incitadas a discriminar a favor dos não brancos, como acima se lê, ignorando evidentemente os detalhes da vida real que não interessam às elites anti-racistas, ou que estas querem ignorar ou negar, tais como a geral maior agressividade de não ocidentais, bem como o contexto sócio-cultural em que se encontram os indivíduos destas minorias, caracterizado pela pujança grupal que se impõe no quotidiano das cidades mais «multiculturais», enquanto o típico cidadão branco urbano tende muito mais ao isolamento e ao comportamento pacífico. Nem de propósito, Nowak estava sozinho quando foi atacado pelo homicida alógeno, o qual estava acompanhado por familiares seus...
O único privilégio que Nowak pôde então ter foi o da solidariedade da maior parte do seu povo para consigo, enquanto à sua família cabe a consolação de que o homicida passará o resto da sua asquerosa existência na pildra. Se o caso tivesse sucedido cá, nem isso teria a família da vítima, o alógeno não apanhava mais de 25 anos, e, tendo 23, estava portanto solto antes dos cinquenta, e o mais provável é que a sua condenação nem a vinte anos chegasse. 
De qualquer forma, tanto cá como lá, é cada vez mais óbvio que ao povo não resta defesa activa absolutamente nenhuma excepto o voto em partidos nacionalistas que prometem endurecer a acção policial, acabar com a discriminação contra brancos, travar a iminvasão oriunda do terceiro-mundo e remigrar os alógenos do terceiro-mundo que se encontram em solo europeu. Nunca foi pois tão verdade a famosa asserção de que
o voto é a arma do Povo.

PORTUGAL FEZ-SE SEM IMIGRANTES DO TERCEIRO-MUNDO - E NUNCA TEVE TANTA GENTE COMO TEM HOJE


Só é preciso dizer o óbvio quando há forte campanha ideológica de "evangelização" anti-racista em acção.É entretanto sintomático que o autor do meme tenha escrito «migrantes» em vez de «imigrantes» - de tal modo está a confusão estabelecida nos grandessíssimos mé(r)dia a respeito do termo correcto para migrantes oriundos de fora, ou seja, imigrantes, que até há militantes anti-imigração a serem contaminados nessa imprecisão linguística, que dá imenso jeito a quem quer relativizar a diferença entre ser-se autóctone e ser-se estrangeiro, para que se pense mais facilmente que «somos todos estrangeiros»...
De resto, Portugal contou com muitos imigrantes durante a sua formação, sim - os cavaleiros de além-Pirinéus que vieram ajudar os Portugueses a expulsar os invasores de além-Mediterrâneo; mas os ditos migrantes trans-pirenaicos eram europeus, o que, evidentemente, muda tudo.

INGLATERRA - SOCIEDADE POPULAR REAGE AO COMPORTAMENTO DO HOMICIDA ALÓGENO DIGWA E SUA FAMÍLIA

A família de Vickrum Digwa foi acusada de agravar ainda mais a situação após divulgar uma declaração pedindo que o assassínio de Henry Nowak não fosse usado para causar "mais dor", apesar da forte indignação pública pela forma como o jovem de 18 anos foi esfaqueado, falsamente acusado, algemado e deixado para morrer na rua.
Vickrum Digwa foi condenado a prisão perpétua, com um período mínimo de cumprimento de 21 anos, na Lunes, após esfaquear Henry Nowak, de 18 anos, diversas vezes, em Southampton. Segundo o relato apresentado, Henry foi esfaqueado cinco vezes, incluindo duas vezes na parte de trás das pernas, uma vez no rosto e uma vez fatal no peito. 
O caso causou indignação nacional não apenas pelo assassínio em si, mas também pelo contexto mais amplo. Após o esfaqueamento, o irmão de Digwa telefonou para a polícia e alegou que "um homem branco" tinha insultado racialmente o seu irmão. Henry não tinha feito isso, segundo decisão judicial. Em vez disso, Digwa usou uma faca cerimonial para esfaqueá-lo repetidamente.
A polícia prendeu Henry unicamente com base na denúncia de agressão racial contra ele. Imagens da câmara corporal divulgadas pelo Ministério Público após a sentença mostram Henry imóvel no chão enquanto era preso sob suspeita de agressão. Ele disse aos polícias que tinha sido esfaqueado e não conseguia respirar. "Acho que não, amigo", respondeu um dos polícias. Henry morreu minutos depois.
Neste contexto, a declaração da família Digwa foi recebida com incredulidade. A declaração dizia: “A perda de uma vida jovem é uma dor que nenhuma família deveria jamais ter que suportar. Lamentamos profundamente a dor e o sofrimento que a família Nowak teve que enfrentar.” “Nós amamos Vickrum. Continuaremos a amá-lo. Esse amor não se opõe à tristeza que sentimos pela família Nowak. Ambos são reais e permanecerão connosco pelo resto das nossas vidas.” Mas a frase que gerou particular indignação veio depois, quando a família declarou: “Daríamos tudo para voltar atrás no tempo e impedir que os caminhos de Henry e Vickrum se cruzassem naquela noite. Não podemos mudar o que aconteceu; apenas esperamos que nenhuma outra dor seja causada em nome disso.”
Em vez de chamar uma ambulância, Digwa filmou Henry. A arma do crime foi entregue à mãe dele, e a polícia encontrou-a posteriormente na casa da família, juntamente com mais de 20 outras armas. A mãe dele será sentenciada por ter removido a arma do crime da cena do crime. “Pedimos que esta tragédia não seja usada por ninguém para inflamar a divisão ou a hostilidade contra qualquer comunidade. Pedimos agora privacidade enquanto assimilamos o que nos espera”, acrescentou a família.
O apresentador do GB News, Patrick Christys, respondeu: “Vão-se f****. Eles não chamaram uma ambulância, mentiram à polícia, usaram o racismo como arma e criaram um monstro. Eles podem visitar o filho na prisão, mas os Nowaks nunca mais verão o filho.”
O comentarista político Connor Tomlinson escreveu: "A família Digwa não está arrependida. Eles só gostariam de não terem sido apanhados." “Note que eles divulgaram essa declaração para salvar as aparências por meio de uma conta da 'Associação de Imprensa Sikh'”, acrescentou. “Não consigo citar uma organização de defesa dos direitos dos brancos que publicaria uma declaração de uma família que conspirou para encobrir um assassínio.”
A apresentadora da GB News, Michelle Dewberry, disse ter ouvido o que membros do grupo de Digwa disseram e fizeram no tribunal em relação à família Nowak. “Não me pareceu o comportamento de pessoas que estão 'profundamente arrependidas'”, escreveu ela. Dewberry referia-se à conduta da família Digwa no tribunal durante a audiência de sentença de Lunes, na qual continuaram a alegar estarem a ser vítimas de discriminação racial.
O apresentador Dan Wootton também condenou a declaração, escrevendo: "Esta é uma declaração revoltante e repreensível da família de Digwa, o assassino de Henry Nowak."
A conduta dos familiares de Digwa está agora sob maior escrutínio. O deputado Robert Jenrick, do partido Reform UK, ex-ministro do Interior pelo Partido Conservador, questionou porque ainda não foram acusados o irmão e o pai de Digwa. “Espero que a Polícia de Hampshire e o Ministério Público tenham uma boa explicação para o facto de o irmão e o pai de Digwa ainda não terem sido acusados”, escreveu ele. “A mãe dele será sentenciada em breve por remover a arma do crime da cena do crime. Se o irmão e o pai dele sabiam que Henry havia sido esfaqueado, não são eles cúmplices também?” O irmão ligou para o 999 (número de emergência) para denunciar falsamente Henry por agressão racial contra o assassino. O pai conteve Henry, que estava a morrer, até à chegada da polícia. Nenhum deles informou à polícia de que Henry tinha sido esfaqueado. Todos o viram morrer, algemado, no chão”, acrescentou.
A família de Henry divulgou declarações fora do tribunal após a sentença. Descreveu o tratamento que ele recebeu da polícia como “desumano e degradante”. O seu pai disse que Henry “não morreu com dignidade”. A sua irmã, Olivia Nowak, disse: “No dia em que bateram na porta para dizer que o meu irmão tinha falecido, acho que não há palavras para descrever este tipo de dor. Uma grande parte de mim morreu quando ele morreu.” “Henry era o rapaz mais maravilhoso, engraçado, bonito, gentil, precioso e inteligente. Ele iluminava qualquer ambiente em que entrasse”, acrescentou ela.
Na Martes, o líder do Reform UK, Nigel Farage, disse que as pessoas deveriam reagir à morte de Henry Nowak com "pura e fria raiva", chamando-lhe prova de uma "cultura de duas classes".
O líder do movimento Restore Britain, Rupert Lowe, afirmou que Digwa deveria ser condenado à pena de morte. "Um governo Restore Britain, com a aprovação do povo britânico, condenaria Vickrum Digwa à morte", escreveu ele. "Henry Nowak foi esfaqueado por Digwa cinco vezes, incluindo duas vezes na parte de trás das pernas, uma vez no rosto e um ferimento fatal no peito." Em vez de chamar uma ambulância, Digwa filmou Henry. Digwa entregou a faca à mãe dele, e a polícia a encontrou na casa deles junto com mais de 20 outras armas. Manter esse selvagem vivo não beneficia ninguém”, acrescentou. Lowe também afirmou que os polícias presentes no local, "que permitiram que Henry morresse", enfrentariam acusações criminais por homicídio culposo por negligência grave sob um governo pró-Restauração da Grã-Bretanha, e que "a família estrangeira de Digwa será deportada".
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Fonte: https://rmx.news/article/family-of-henry-nowaks-migrant-killer-sparks-outrage-after-asking-for-no-further-pain-in-tone-deaf-statement/

CIMEIRA PELA REMIGRAÇÃO NA FIGUEIRA DA FOZ

O Corpo de Intervenção da Unidade Especial de Polícia (UEP) da Polícia de Segurança Pública (PSP) deslocou-se para a Figueira da Foz no dia 30 de Maio, onde acompanhou a Remigration Summit “para prevenção de qualquer ilícito”. O evento juntou na cidade algumas das principais figuras da Extrema-Direita europeia e internacional e, ao Observador, a PSP detalha que o reforço do Corpo de Intervenção da UEP encaminhou-se para a cidade, “mantendo-se de reserva”, não tendo sido activado.
Também o efectivo do Comando Distrital de Coimbra da PSP acompanhou o evento que reuniu em Portugal pessoas como Gregory Bovino, que comandou a polícia de imigração norte-americana (ou ICE) até ao fim de Janeiro; Martin Sellner, que popularizou o termo “remigração” (usado para justificar a expulsão de imigrantes), inspirou o atirador de Christchurch responsável pela morte de 51 pessoas em 2019 e reconheceu ligações a grupos neonazis na juventude; ou Dries Van Langenhove, condenado pela justiça belga por racismo e negacionismo do Holocausto.
O evento foi organizado por Afonso Gonçalves, líder do movimento político de Extrema-Direita Reconquista que está a ser investigado pelo Ministério Público e pela Polícia Judiciária por suspeitas de crimes de ódio. Em várias ocasiões, foi detido e identificado pelas autoridades em acções junto de comunidades imigrantes em que promove mensagens de apologia ao ódio e xenófobas.
A segunda edição da Remigration Summit estava, segundo informação divulgada no site oficial, prevista para a cidade do Porto. Só poucas horas antes de o evento começar foi revelado nas redes sociais que o encontro teria lugar no hotel Salmanha Residence, na Figueira da Foz. À TVI, Afonso Gonçalves referiu que o dono do espaço recebeu várias ameaças de que lhe iriam vandalizar o espaço.
O Observador contactou o Salmanha Residence, que não quis prestar declarações. Contudo, “a PSP desconhece que tenham existido ocorrências do foro criminal ou contra-ordenacional”, indica fonte oficial ao Observador. No perfil do restaurante Quinta da Salmanha — que se situa no mesmo espaço do alojamento Salmanha Residence — no site de viagens TripAdvisor, as avaliações foram suspensas “devido a um evento recente que atraiu a atenção dos meios de comunicação social e provocou um aumento do envio de avaliações que não descrevem uma experiência directa”.
Apesar de ter sido um evento privado, à PSP coube “acompanhar a situação para prevenir alterações da ordem pública e o cometimento de quaisquer tipos de crime”.
No evento deste ano, não participou nenhum membro do Chega, ao contrário do que aconteceu em 2025 na cidade de Milão, em que marcou presença Pedro Pinto Faria, conselheiro nacional do partido. A ausência mereceu comentários de Afonso Gonçalves: “A organização convidou todos os partidos da Europa de matriz conservadora e aqueles que decidiram não vir — o caso mais proeminente talvez seja o Chega — terão de ser questionados naturalmente, eles e não nós, relativamente aos motivos dessa ausência”, afirmou à TVI.
A Remigration Summit foi anunciada como “o maior evento da Direita internacional”, e o preço dos bilhetes variava entre 45 e 325 euros. Apesar de ter sido feita uma angariação de fundos para o evento, com a qual se pretendia atingir um valor de 15 mil euros, as doações não ultrapassaram os 3400 euros.
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Fonte: https://observador.pt/2026/06/02/corpo-de-intervencao-da-psp-acompanhou-cimeira-internacional-de-extrema-direita-na-figueira-da-foz/
Agradecimentos a quem aqui também trouxe estas notícias:
https://tvi.iol.pt/noticias/video/figueira-da-foz-acolhe-cimeira-sobre-remigracao-com-foco-nas-deportacoes-em-massa/6a1b3e2c0cf27cac6fcf51d7
Pedro Sanchez condena organização da Remigration Summit que ocorreu no Porto/Figueira da Foz: https://elpais.com/espana/2026-05-31/sanchez-cierra-el-congreso-de-las-juventudes-socialistas-en-madrid.html

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O esquerdoso-em-chefe de Espanha tinha obviamente de condenar uma reunião de brancos que não querem ser iminvadidos, pois se ele próprio é um dos agentes dessa iminvasão, a querer impingir ao seu próprio Povo mais de meio milhão de alógenos ilegais assim de uma só vez...
O título da notícia no Observador é paradigmático do actual estado de «espírito» das elites reinantes - algum dia um título de jornal diria «Corpo de intervenção da PSP acompanhou cimeira internacional de Extrema-Esquerda»? Não, que os donos do sistema têm na Extrema-Esquerda um rebanho fiel, não precisam de fazer ver que é preciso policiar essa gente violenta que repetidamente apela ao ódio e à violência...

AVENTURAS DE NOVOS CRUZADOS CLERICAIS



É o que faz estarem habituados a ser reconhecidos como uma espécie de clero do wokismo, depois acham que devem ter privilégios correspondentes.


CRESCIMENTO SEM FIM À VISTA PARA?...

 


É por isto que a histeria a respeito das baixas taxas de natalidade ocidentais é uma história mal contada. A Europa nunca teve tanta gente como tem hoje e a sua população não pode crescer indefinidamente, não há recursos para isso, seguramente não na sua parte meridional.

terça-feira, junho 02, 2026

INGLATERRA - JOVEM INGLÊS É MORTALMENTE ESFAQUEADO POR UM ALÓGENO MAS AINDA TEM TEMPO DE SER ALGEMADO PELA POLÍCIA ANTES DE MORRER

 
https://www.youtube.com/watch?v=Azp_arVHhp8

Pode ver-se acima a filmagem de uma câmara corporal policial da tragédia de Southampton, em Inglaterra, há coisa de dias, quando a polícia algemou um jovem branco moribundo, Henry Nowak, assim que o alógeno que o tinha esfaqueado disse que Nowak o tinha atacado por racismo. Ora o jovem bófia, ao ouvir o seu conterrâneo inglês a dizer «fui esfaqueado», respondeu «Não me parece, companheiro» e algemou-o no chão; antes de morrer, Nowak disse «não consigo respirar».

Disse portanto o mesmo que o criminoso negro George Floyd disse antes de morrer quando nos EUA um grupo de polícias o deteve. Claro que nessa altura houve comoção em todo o Ocidente, leia-se, em todos os grandessíssimos mé(r)dia ocidentais e antifaria adjacente, e, também, entre comentadeiros e responsáveis políticos. Selecções nacionais europeias ajoelharam-se no campeonato do mundo de futebol em memória do «racismo» de que o meliante afro-americano teria sido vítima, apesar de o polícia responsável pela sua morte ser ele próprio casado com uma mulher mestiça, mas não fá' mal, é racista à mesma!, porque o pudor ou a mais elementar noção de vergonha nas fuças não é útil à militância anti-racista, isto sem prejuízo, bem entendido, de serem os «racistas/trumpistas/fachos» aqueles que inventam «fake news».
Dificilmente esta coincidência podia ser mais caricatural - quase parece de propósito para todo o povo ver a infra-humanidade que define a generalidade da militância anti-racista. 
Como se sustenta tanto fanatismo anti-europeu? Basta repetir o que já se anda neste blogue a dizer há anos, e que já outros o tinham dito antes, nomeadamente Jean-Marie Le Pen: há «hoje», desde há umas décadas, toda uma «religião» do anti-racismo, dominante no seio das elites reinantes: um «anti-racismo» etno-masoquista, leucofóbico, endofóbico, que dá por adquirida a culpabilidade do «Nós» (no caso, o Europeu) diante do novo «deus», que é o Amado Outro (todo o não europeu). Uma «fé» desta índole não se verga a meros factos materiais. Quando, em 1506, um judeu disse em Lisboa que determinado fenómeno luminoso num crucifixo era simplesmente um reflexo da luz de uma vela, a multidão cristã ao seu redor chacinou-o, porque uma fé viva ultrapassa todos os obstáculos - e, se é uma fé dogmática e totalitária, isto tem amiúde consequências violentas. 
Ora uma destas já incontáveis consequências violentas, pior que violentas, violentamente abjectas, foi então a 
tragédia de Nowak. Aqui, o jovem bófia branco deve previamente ter tido uma ensaboadela profissional em que lhe explicaram que o anti-racismo era o pior dos crimes e que, na dúvida, o não branco precisava de mais protecção, vai daí o agente do sistema actuou consoante esta forma(ta)ção. Quais eram as probabilidades de lhe morrer um compatriota nas mãos? Não fosse o esfaqueamento tão grave, e tudo se ficaria por mais uma pequenita injustiça contra o Autóctone, coisa pouca para quem manda «nisto». O resultado real foi, desta vez, esta trágica caricatura do anti-racismo: quando uma situação caricatural se torna real, é sintoma de que o mal que a cria se tornou central há muito.

EXPERIÊNCIA DE UM PRESIDENTE DE ESQUERDA NAS NEGOCIAÇÕES ENTRE ISRAEL E RESPONSÁVEIS PALESTINIANOS

 


Sempre foi de Esquerda liberal, Bill Clinton, um sector ideológico que usualmente simpatizava sempre com Arafat e demais militantes anti-israelitas da Palestina...

ALEMANHA - PARTIDO ANTI-IMIGRAÇÃO ALCANÇA POPULARIDADE SEM PRECEDENTES

O partido Alternativa para a Alemanha (AfD) continua a ganhar popularidade em toda a Alemanha e, no leste do país, está agora perto de alcançar a maioria absoluta em dois Estados importantes: Saxónia e Saxónia-Anhalt. Na última pesquisa do Instituto Nacional de Estatística (INSA) para a Saxónia, o partido saltou para 42%, o dobro do apoio do segundo colocado, a União Democrata Cristã (CDU). A pesquisa, realizada a pedido do portal Nius, mostra que a AfD ganhou sete pontos desde a última pesquisa, em Junho de 2025, quase um ano atrás. O CDU agora está com 21%, uma queda de cinco pontos, o pior resultado já registado pelo partido numa pesquisa. A AfD tem exactamente o dobro da percentagem da CDU, que está em segundo lugar.
Se a AfD conseguir 46% na Saxónia, provavelmente terá maioria absoluta para governar o Estado sem nenhum outro partido. A co-líder do AfD, Alice Weidel, comemorou os resultados no X, escrevendo: “A AfD na Saxónia está agora com 42% e é duas vezes mais forte que a CDU! Quem escreve discursos esquerdistas contra a AfD e difama o trabalho voluntário e grandes parcelas da população, em vez de resolver os problemas deste país, não se deveria surpreender com números de pesquisas como estes.”
Em Setembro de 2024, a CDU venceu no Estado com 31,9% dos votos, ficando ligeiramente à frente da AfD, que obteve 30,6% dos votos.
Na semana passada, a AfD alcançou 42% no Estado vizinho da Saxónia-Anhalt, também no leste do país. Lá, as eleições serão realizadas em Setembro. Isto ocorre depois de a AfD obter um crescimento significativo não apenas noutros Estados do leste da Alemanha, mas também a nível nacional, atingindo um recorde de 29%Caso a AfD alcance os mesmos resultados nas eleições na Saxónia, poderá formar uma coligação com qualquer outro partido. No entanto, todos os partidos afirmam manter o compromisso de jamais cooperar com o partido de Direita, incluindo a CDU. No entanto, os cálculos podem ser extremamente difíceis. Para que a CDU forme uma coligação sem a AfD, precisaria do apoio de todos os outros partidos no parlamento. 
Notavelmente, a Esquerda sofreu um colapso total na Saxónia e noutros Estados do leste da Alemanha. Se os partidos de Esquerda fossem somados, obteriam apenas 28% dos votos, mas somente se o BSW fosse incluído, com sete pontos percentuais. O BSW possui uma série de políticas anti-imigração e pró-Rússia que levaram outros partidos de Esquerda a desprezá-lo.
Para a AfD, também existe potencial para crescimento. A pesquisa revelou que 49% dos Saxões afirmaram já ter votado no partido ou cogitam nele votar. Apenas 39% descartaram completamente a possibilidade de votar na AfD. Enquanto isso, somente 36% dos eleitores cogitaram votar na CDU. Entretanto, 35% dos eleitores disseram estar satisfeitos com o governo actual, enquanto 58% disseram estar insatisfeitos.
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Fonte: https://rmx.news/article/germany-anti-immigration-afd-soars-to-record-high-42-in-state-of-saxony-nears-absolute-majorty/

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Uma e outra vez, a Democracia a levar água ao moinho do Nacionalismo.

segunda-feira, junho 01, 2026

COMEÇA JUNHO, MÊS DE JUNO


Pensou-se em tempos que o nome «Juno» derivaria do teónimo Iove, ou Jove (Júpiter), tal como Diuno e Diove derivariam de Diovona. No início do século XX foi proposta uma derivação a partir de Iuven (tal como no latim Iuvenis, «Juventude») através de uma forma sincopada de  Iūn- (como em Iūnix, que é «Vitela», e Iūnior, que é «Júnior»). Esta etimologia tornou-se amplamente aceite.
Iuuen- está relacionado com o latim aevum e com o grego aion (αιών) através de uma raiz comum indo-europeia referindo um conceito de energia vital ou «tempo fértil». O Iuvenis é o que tem a plenitude da força vital. Nalgumas inscrições, o próprio Júpiter é designado Iuuntus, e um dos epítetos de Júpiter é Ioviste, forma superlativa de Iuuen-, significando «O mais jovem». Iuventas, «Juventude», foi uma das duas Deidades que Se recusou a deixar o Capitólio quando o edifício do novo Templo de Júpiter Capitolino exigiu a «exauguratio» ou «profanação», remoção das Divindades que anteriormente ocupavam o sítio. Tal como a Sua equivalente helénica, Hera, Juno é Deusa do Amor e do Casamento. 
Antigas etimologias, na Antiguidade, ligavam o teónimo «Juno» ao latim Iuvare, «Auxiliar, Ajudar» e Iuvenescendo, «Rejuvenescer», por vezes associado à renovação da Lua nova e da minguante, eventualmente indicando uma relação da Lua com a Deusa.
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Fonte: Wikipedia

quarta-feira, maio 27, 2026

PETIÇÃO PELO FIM DA IMINVASÃO E INÍCIO DA REMIGRAÇÃO

Nas últimas décadas, Portugal tem sido sujeito a uma experiência sem precedentes na sua história.
Os sucessivos governos perseguiram uma estratégia de aumento indiscriminado e ad aeternum do número de imigrantes no País através de políticas irresponsáveis e radicais, com um impacto extremamente disruptivo para a população, sem que a mesma fosse consultada.

Em apenas dez anos, o número de imigrantes legais em Portugal passou de cerca de 400 mil para mais de 1,54 milhões em 2024 — um aumento explosivo de cerca de 285%.
Este número oficial data de 2024, devendo ser revisto em alta, podendo aproximar-se dos 2 milhões de imigrantes legais em Portugal.

Se somarmos as estimativas de imigrantes ilegais e nacionalidades atribuídas nos últimos anos, o número total de imigrantes aproxima-se dos 2,5 a 3 milhões — ou seja, quase 30% da população residente.

As consequências desta transformação são nefastas: deterioração dos transportes públicos, colapso nos serviços de saúde, aumento inédito do preço da habitação, estagnação dos salários, queda da produtividade e estagnação económica.
Para além disso, assiste-se a uma substituição progressiva dos Portuguezes nas vilas, cidades e aldeias de norte a sul do país por povos, culturas e religiões incompatíveis com a nossa identidade nacional.

Esta imigração em massa implica também sérios riscos para a Democracia, com a importação de povos provenientes de Estados falhados ou corruptos, que desconhecem ou rejeitam os princípios do Estado de Direito.

É assim fundamental reverter os fluxos de imigração massiva que ameaçam tanto a cultura e identidade nacional, como o dia-a-dia da população, hipotecando gravemente as gerações futuras.

Os cidadãos signatários desta petição exigem:
1. Suspensão imediata da imigração.

2. Remigração obrigatória dos imigrantes ilegais e de todos os delinquentes e criminosos, independentemente da data em que entraram no país.

3. Programa nacional de remigração que incentive e facilite a repatriação voluntária daqueles que não possuem capacidade ou vontade de se assimilar aos valores e à cultura da sociedade Portugueza.

Exigimos que esta petição seja debatida e votada na Assembleia da República. Comprometemo-nos a recolher dezenas de milhares de assinaturas para que o Povo Portuguez seja finalmente ouvido e recupere o controlo do seu destino.

Para assinar, aceder a esta página: https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT131230&fbclid=IwY2xjawSExF5leHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEe3YIRXFKGLanbWTchVxUuMbzxPlz9jxqd170zdcAoYSNZHjFuDT_C-_ciU24_aem_qhLykNBWi_qkfiW3AaNW-Q

DEZOITO MANEIRAS DE TRAVAR A IMINVASÃO

Devido a anos de imigração em massa descontrolada, muitos europeus questionam que opções concretas existem para reverter o curso da crise, com muitos a acreditar que a situação é desesperadora e não pode ser revertida de forma significativa. No entanto, um novo relatório intitulado “Retomando o Controle de Bruxelas: A Renacionalização das Políticas de Migração e Asilo da UE ” — produzido pelo Mathias Corvinus Collegium (MCC), pelo Instituto de Pesquisa sobre Migração da Hungria e pelo Instituto Ordo Iuris da Polóônia — oferece soluções abrangentes para a crise. A tese central do artigo oferece soluções ousadas e práticas para os dias de hoje, observando que o poder ainda reside nos Estados-membros. Os autores escrevem: “Os Estados-membros da União Europeia podem recuperar a autoridade efectiva sobre as políticas de imigração e asilo sem alterar os tratados da UE.

O relatório descreve como a política de asilo “entrou em colapso total” na UE, chegando a um ponto de “fracasso absoluto”. Os autores argumentam que o sistema actual carece de legitimidade democrática e transformou o espaço Schengen numa “peneira” que facilita a imigração ilegal e impede a protecção eficaz das fronteiras. Diante das recentes acções de legalização do governo espanhol de Extrema-Esquerda, que visam regularizar cerca de 500 mil imigrantes, permitindo-lhes circular livremente pela Europa, as propostas do documento podem ser mais relevantes do que nunca. O artigo defende uma “mudança de paradigma” fundamental para restaurar a soberania migratória dos Estados-Nação individuais, afirmando que a renacionalização é uma necessidade para que a Europa recupere o controle sobre as suas fronteiras e território.
As 18 propostas seguintes, da segunda parte do documento, delineiam um roteiro para esta renacionalização. O próprio documento fornece detalhes muito maiores sobre cada proposta e é leitura recomendada para qualquer partido europeu que busque um plano para retomar o controle da imigração.


Conceder aos Estados-Membros a opção de adesão/recusa 
Permitir que todos os Estados-Membros solicitem a adesão ou exclusão individual da política comum da UE em matéria de imigração e asilo, de forma semelhante ao estatuto actual da Dinamarca e da Irlanda.

Insira uma “Cláusula de Não Obstante” 
Alterar o tratado para permitir que os parlamentos nacionais suspendam temporariamente as regras de imigração da UE quando a ordem pública, a segurança ou interesses nacionais prementes estiverem em risco.

Desaplicar unilateralmente o acervo comunitário problemático da UE. 
Caso as reformas dos tratados sejam bloqueadas, os Estados-Membros devem deixar unilateralmente de aplicar os elementos mais problemáticos do actual quadro jurídico da UE em matéria de imigração. 

Retirar-se ou suspender a CEDH.   
Considerar a retirada parcial ou total da jurisdição do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos ou a suspensão temporária da sua aplicação para recuperar a flexibilidade no controlo das fronteiras.

Derrogação do Protocolo de 1967 à Convenção de Genebra  Denuncie este protocolo para restaurar a flexibilidade nacional e afastar-se de "dogmas intocáveis" em relação às obrigações universais de asilo.



II. Um Novo Paradigma de IMigração e Asilo


Restaurar a Competência Nacional para Acordos de Readmissão  
Devolver aos Estados-Membros individualmente o poder de negociar e concluir acordos de readmissão com países terceiros, uma vez que o modelo centralizado da UE falhou.

Condicionar o financiamento da UE à cooperação com países terceiros.   
Determinar legalmente que o financiamento da UE a países terceiros esteja estritamente condicionado à sua cooperação efectiva em matéria de imigração, particularmente no que diz respeito aos retornos e readmissões.

Restaurar a competência nacional em relação aos retornos. 
Conceder aos Estados-Membros o controlo total sobre a detenção e expulsão de imigrantes ilegais, sem interferência da UE ou do Tribunal de Justiça da União Europeia.

Terceirizar o processamento de pedidos de asilo para países terceiros seguros.   
Permitir que os Estados-Membros estabeleçam mecanismos para terceirizar o processamento de pedidos de asilo para países terceiros seguros fora do território da UE.

Alterar o Código das Fronteiras Schengen     
Rever o código para eliminar as ambiguidades legais que actualmente dificultam o trabalho dos guardas de fronteira e levam a alegações "abusivas" de expulsão compulsória.

Limitar a livre circulação aos cidadãos europeus   
Restringir estritamente o direito à livre circulação dentro do espaço Schengen aos cidadãos da UE para impedir deslocamentos secundários ilegais.

Proibir pedidos de asilo após entrada ilegal.   
Promulgar regras que impeçam indivíduos de apresentar pedidos de asilo caso tenham entrado ilegalmente no território da União.

Alterar radicalmente o quadro de busca e salvamento (SAR)   
Alterar as regras de Busca e Salvamento para garantir que o dever de resgate não se equipare a um direito de entrada e proibir qualquer conluio com contrabandistas.

Abolir a competência da UE em matéria de reagrupamento familiar e integração.   
Devolver o controle total sobre as políticas de reunificação e integração familiar aos governos nacionais, argumentando que estas áreas não trazem "nenhum valor agregado" em nível da UE.

Destinar fundos da UE para infraestrutura física de fronteiras.  
Destinar especificamente fundos europeus para financiar barreiras físicas, como cercas e muros, nas fronteiras externas.

III. Reconsiderando os papéis da sociedade civil e das agências


Reformar a Frontex para ajudar os Estados-Membros   
Garantir que a agência de controle de fronteiras da UE, Frontex, sirva para auxiliar, e não para controlar, os Estados-Membros, e eliminar toda a presença de ONGs das suas estruturas internas.

Transparência e prestação de contas rigorosas para as ONGs  Submeter qualquer organização que receba fundos europeus a regras rigorosas de transparência, rastreabilidade e prestação de contas. 


Proibir o financiamento da UE para organizações pró-imigração 
Proibir qualquer financiamento directo ou indirecto da UE para organizações que promovam ou facilitem a imigração ilegal.

“A hora de agir com decisão é agora.”


Um dos pontos centrais que o artigo procura destacar é que “ao contrário da crença popular, a UE não possui competência exclusiva nesta área. Embora o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia preveja uma política comum de asilo, não elimina a soberania nacional sobre o controle de fronteiras, a segurança interna ou a determinação de quem pode entrar e permanecer em território nacional”. Por outras palavras, os Estados-membros da UE podem realizar muito na área da política migratória se houver um governo nacional determinado. 
Um dos autores do relatório, Jerzy Kwaśniewski, advogado e presidente do Instituto Ordo Iuris de Cultura Jurídica, afirmou: «A Europa enfrenta uma crise jurídica sem precedentes que está a privar os Estados-membros da capacidade de proteger as suas próprias fronteiras e cidadãos. Após anos de uma política comum da UE em matéria de imigração e asilo, o sistema entrou em colapso total. O espaço Schengen transformou-se num filtro por onde circulam livremente os imigrantes ilegais. Os procedimentos de retorno para imigrantes ilegais são, em grande parte, ilusórios. Entretanto, a sobreposição de obrigações internacionais tornou a protecção eficaz das fronteiras praticamente impossível do ponto de vista jurídico. Para piorar a situação, os contribuintes europeus estão a financiar ONGs que facilitam directamente a imigração ilegal e obstruem o controle eficaz das fronteiras. Dado o fracasso total da política comum de imigração e asilo da União Europeia, novas reformas no âmbito actual da UE já não são possíveis. É necessária uma mudança de paradigma fundamental: a restauração da soberania migratória aos Estados-Nação, que são os únicos que possuem a legitimidade democrática para decidir quem tem o direito de entrar e residir no seu território.» Acrescentou que “a renacionalização da política migratória já não é uma opção; é uma necessidade. A alternativa é a perda completa do controle sobre as fronteiras da Europa e o fim definitivo da nossa capacidade de gerir o nosso próprio território. O tempo do debate acabou. O tempo da acção decisiva é agora.”
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Fonte: https://rmx.news/article/18-ways-to-reverse-the-eus-immigration-disaster-and-give-power-back-to-member-states/