quarta-feira, outubro 07, 2026
terça-feira, outubro 06, 2026
FRANÇA - «««JOVENS»»» AGRIDEM GRAVEMENTE MULHERES FRANCESES QUE TENTAM IMPEDI-LOS DE EXERCER ACÇÕES DESTRUTIVAS
Dois incidentes chocantes revelam como mulheres brancas também estão a ser alvo de ataques nos protestos estudantis em França. Num dos casos, uma mulher que tentou impedir o vandalismo na periferia de um protesto numa escola de ensino secundário foi atingida no rosto pelas chamas de uma lata de aerossol usada como lança-chamas improvisado. Noutro vídeo partilhado online, uma supervisora escolar branca foi cercada e agredida durante um bloqueio em Seynod, enquanto a agitação estudantil em relação às condições escolares se espalhava pela França nesta semana.
O ataque em Marselha com um lança-chamas caseiro ocorreu na tarde de Joves, perto da Praça 4 de Setembro, no 7º arrondissement da cidade, segundo fontes policiais. Imagens autenticadas pela emissora BFMTV mostram uma francesa branca a tentar impedir que estudantes destruíssem o ponto de autocarro com uma barra de ferro. Um indivíduo vestido inteiramente de preto, com um capuz sobre a cabeça, então "usou uma lata de spray com um isqueiro para transformá-la em lança-chamas, direccionado para a cabeça da sua vítima", relatou a BFMTV. As chamas atingiram o rosto da mulher enquanto a multidão gritava no vídeo. Ela apresentou uma queixa na Vernes em Marselha, mas a extensão de eventuais ferimentos permanece desconhecida.
Um vídeo separado mostra uma supervisora branca na Escola Secundária Baudelaire em Seynod, perto de Annecy, durante um bloqueio. A mulher está completamente cercada quando um homem negro a agride com vários murros no rosto. Os incidentes ocorrem durante dias de bloqueios e confrontos em escolas secundárias francesas que atendem alunos com idades entre 15 e 18 anos, aproximadamente. Embora os protestos fossem presumivelmente sobre as más condições de ensino e a má conservação das escolas, expandiram-se para tumultos em massa, ataques incendiários e tentativas de homicídio, incluindo outro incidente em Marselha, onde gasolina foi jogada sobre um director e um vice-director durante uma tentativa de incêndio criminoso em frente a um escritório administrativo de uma escola secundária.
O Ministério do Interior informou que 1027 escolas de ensino secundário foram afectadas pelas manifestações, com bloqueios em 222 delas. Somente na Joves, as autoridades registaram 1949 detenções e 305 polícias feridos, segundo o ministério.
O ministro da Educação, Édouard Geffray, afirmou que 65 funcionários da área da educação ficaram feridos, incluindo 40 directores, e que houve "danos significativos" nas instalações escolares. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, disse que 625 pessoas, a maioria jovens, foram detidas na Mércores e que 83 polícias ficaram feridos naquele dia. Dados do governo apontam para 159 feridos entre alunos e funcionários durante os dias de protesto, incluindo um aluno que perdeu parte da mobilidade de uma das mãos após acender um fogo de artifício.
Outros ataques contra funcionários foram relatados. Em La Ciotat, um director foi encharcado com gasolina e espancado, e em Belfort um comandante da polícia foi jogado ao chão e espancado até perder a consciência, conforme também noticiado pela Remix News. Este caso também está a ser tratado como investigação de tentativa de homicídio.
O Ministério da Educação informou que 564 escolas tiveram as suas aulas interrompidas desde a manhã de Vernes. Mais de 400 escolas de ensino secundário foram fechadas preventivamente naquele dia. Funcionários do gabinete do primeiro-ministro, após uma reunião de crise na Joves, descreveram o movimento como “uma manobra organizada pela França Insubmissa e seus aliados de extrema-esquerda”. Jean-Luc Mélenchon, líder do partido, exortou os jovens a utilizarem “apenas métodos de luta não violenta”. No entanto, relatórios de inteligência citados pelo governo francês alegam que o partido está a apoiar a violência de forma secreta.
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Fonte: https://rmx.news/article/france-white-female-hit-with-homemade-flamethrower-attack-another-white-female-school-supervisor-beaten-by-mob-during-student-riots/
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A ingenuidade das senhoras, então vão tentar impedir «««jovens»»» destes de destruir património? E se aparecesse uma cobra ou um enxame de moscas, também se lhes opunham?
Muitos franceses e outros europeus de classe média têm a mania do diálogo e da intervenção. Quase aposto que estas duas mulheres julgaram que podiam demover os «««jovens»»» de vandalizar a zona, ou que, como mulheres indignadas, iriam afastar os tolos pivetes. Ora a única verdadeira solução naqueles momentos seria o trabalho de snipers da polícia, ou de cargas de polícia de choque. Claro que é fácil falar quando se está de fora, mas os casos devem ser maximamente divulgados e servir de exemplo sobre o que o cidadão deve fazer numa situação daquelas: idealmente, retirar-se e, se possível, filmar o sucedido e pô-lo imediatamente nas redes sociais, para alertar a população. É assim que se faz a Resistência:
- protecção da população autóctone,
- recolha e divulgação de informação sobre o que o invasor está a fazer.
Só posteriormente, quando/se se tiver poder policial de intervenção, é que há acção física.
- protecção da população autóctone,
- recolha e divulgação de informação sobre o que o invasor está a fazer.
Só posteriormente, quando/se se tiver poder policial de intervenção, é que há acção física.
Em Portugal, por exemplo, oiço cada bojarda de ingenuidade em comentários televisivos relativamente aos «««jovens»»» que é de bradar aos céus. Isto às vezes preocupa-me, porque sai da boca de psicólogos e de outras pessoas com autoridade e influência, chega a parecer a situação de estar num avião, ver passar no corredor um invisual com uma bengala e ouvir alguém dizer «olha, é o novo comandante, dizem que continua a ser tão bom como era antes de ter aquele problema ocular». É este pessoal que depois vai implementar ou influenciar o processo de implementação de políticas educacionais e «soluções».
Se as senhoras são adultas e querem realmente fazer alguma coisa para impedir o alastrar da infra-humanidade, então votem na RN e ponham-se fora de perigo. Sem isso, tudo o que fizerem é futilidade suicida. Um desperdício obsceno, sobretudo quando os brancos de origem europeia precisam de toda a vantagem numérica que puderem ter, porque é assim que mais se influenciam as votações.
ÁUSTRIA - ACTIVISTA PELA REMIGRAÇÃO É AMEAÇADO DE MORTE POR «RAPPERS» A DECLARAR QUE A ALEMANHA «NÃO TEM DIREITO DE EXISTIR»
O activista austríaco pela remigração e CEO do Instituto para a Remigração, Martin Sellner, declarou no Soles que um vídeo de rap que circula no Instagram incita que ele seja caçado. Ele contrastou a disponibilidade do vídeo online com as restrições que, segundo ele, as plataformas impuseram às contas de pessoas ligadas à Extrema-Direita anti-imigração. Sellner publicou o vídeo de aproximadamente 26 segundos no X. No vídeo, vários homens imigrantes estão numa passagem subterrânea pichada, sob luzes coloridas, e fazem diversas ameaças e declarações contrárias à Alemanha. O texto em Inglês sobreposto ao vídeo de rap inclui frases como: "Martin Sellner está em perigo a partir de hoje", "Estamos a disparar com AKs" e "Estou a caçar Martin Sellner". Além disso, os rappers afirmam que “a Alemanha não tem o direito de existir”. Outros textos na tela referem as ruas em chamas e a bombas "como em Dresden em 1945". Dresden foi bombardeada pelos Aliados no final da Segunda Guerra Mundial, resultando na morte de pelo menos 25000 civis alemães. Em resposta ao vídeo, Sellner escreveu: “Rappers imigrantes de carne misteriosa estão a apelar para que me cacem. Esta música não é censurada, enquanto nós somos banidos de todas as plataformas. A única coisa mais vergonhosa do que o 'rap' deles é que esse radicalismo reles deles é divulgado por todos os meios de comunicação e financiado indirectamente com dinheiro público.”
O direito penal alemão considera certas ameaças públicas como crimes, independentemente de serem ou não concretizadas. A liberdade artística não pode servir como defesa neste caso quando as ameaças são específicas, dirigidas a um indivíduo e descrevem actos violentos. O artigo 241 do Código Penal alemão, relativo a ameaças, penaliza quem ameaça alguém com um crime contra a liberdade sexual, a integridade física, a liberdade pessoal ou bens de valor significativo. A pena agrava-se se o acto ameaçado constituir um crime grave ou se a ameaça for feita publicamente ou através da divulgação de conteúdo, podendo atingir penas máximas de três anos nos casos de ameaça pública agravada. O artigo 126 penaliza a ameaça de crimes graves específicos, incluindo homicídio, agressão qualificada ou certos crimes relacionados com explosivos, de forma a perturbar a paz pública, com pena máxima de três anos de prisão.
A legislação austríaca prevê um crime paralelo de ameaça perigosa no Artigo 107 do Código Penal Austríaco, que se aplica quando uma pessoa é ameaçada de morte, lesão grave ou outro dano grave de forma a causar medo razoável.
Nos últimos anos, figuras públicas e políticos alemães levaram milhares de alemães aos tribunais por diversas declarações online que não constituíam ameaças directas, mas sim meros insultos. Em alguns casos, esses usuários de redes sociais apenas criticaram duramente esses políticos.
Sellner, de 37 anos, liderou o Movimento Identitário da Áustria durante anos e promoveu o retorno em larga escala de imigrantes. Mais recentemente, fundou o Instituto para a Remigração. A Alemanha e a Suíça, por vezes, impuseram-lhe proibições de entrada relacionadas com preocupações de ordem pública. Algumas dessas medidas foram posteriormente limitadas ou anuladas pelos tribunais.
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Fonte: https://rmx.news/article/mystery-meat-migrant-rappers-are-calling-to-hunt-me-austrian-remigration-activist-martin-sellner-faces-hunting-threats-in-new-rap-video/
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Mais um episódio para contar aos eventuais vindouros europeus, como exemplo do que era a política e a sociedade na Europa antes da formação da Resistência Nacionalista em toda a Europa...
FRANÇA - GRUPO ORGANIZADO ENCERRAM MAIS DE CEM PESSOAS DENTRO DE UMA ESCOLA PARA DEPOIS A INCENDIAR
Na Lues, homens mascarados atearam fogo às portas de uma escola profissionalizante em Paris, deixando cerca de 100 alunos e funcionários presos no interior do prédio. Os protestos estudantis em todo o país contra as condições nas escolas entraram em mais uma semana, com milhares de pessoas já presas e centenas de feridos.
Na Escola Secundária Nicolas-Louis Vauquelin, no 13º arrondissement, a directora Carole Zerbib disse que um grupo de cerca de 10 pessoas encapuzadas, mascaradas e vestidas de preto chegou por volta das 7h50, no mesmo horário em que os alunos chegavam. Ela contou à BFMTV que eles pareciam “muito determinados, muito rápidos” e que os funcionários “imediatamente entenderam que não conseguiríamos conversar com eles”. Zerbib disse que o grupo jogou latas de lixo cheias e outros materiais inflamáveis em frente à entrada, trouxe um sofá e bicicletas para barricar a porta, quebrou vidros com um par de muletas e ateou fogo do lado de fora usando um líquido inflamável. Um funcionário foi atingido no rosto por um estilhaço de vidro, informou a BFMTV. Bombeiros e polícias foram recebidos com fogo de morteiro. As aulas foram canceladas para o dia. Uma equipa de vídeo da BFMTV registou chamas na entrada e descreveu funcionários a ser impedidos de usar um extintor, com o director a ser ouvido dizendo aos alunos confinados para subirem para o primeiro andar. Na sequência do vídeo, um apresentador da BFMTV afirmou: “Os funcionários da escola não conseguiram apagar o fogo. Os manifestantes bloquearam-nos no exacto momento em que o bocal do extintor foi accionado; eles bloquearam a saída.” Funcionários que falaram de dentro do prédio confirmaram que estavam “sob cerco”. A directora Carole Zerbib disse: “Foi terrível para os alunos e funcionários, que testemunharam uma explosão de violência… Acho que raramente vimos uma violência tão intensa diante dos nossos olhos.” Ela disse que os agressores “estavam bastante organizados e tinham preparado o ataque”, e que tinha sido alertada por alunos e professores sobre convocações nas redes sociais para incendiar a escola. “Esses não são alunos meus. São grupos.”
O secretário de Estado do Interior, Jean-Didier Berger, falando à BFMTV após os incêndios terem sido extintos e a escola evacuada, classificou as imagens como "particularmente chocantes" e afirmou: "Trata-se de actos criminosos que estão sujeitos à lei e devem ser reprimidos com o máximo rigor".
Do lado de fora da escola danificada, Zerbib respondeu a perguntas de repórteres, mas parou ao ver um microfone da CNews. “Qual é o veículo de comunicação?”, perguntou ela. Quando lhe disseram que era a CNews, ela respondeu: “Ah, não, eu já tinha dito que não”. Quando o jornalista retrucou que era a imprensa, ela disse: “Discordo. Porque não concordo com a linha editorial da CNews. Acho que vocês não fazem nada de bom. Não fazem nada de bom para os jovens”.
Ela tinha dito anteriormente a outros repórteres que, enquanto a polícia permanecesse do lado de fora, "eu digo a mim mesma que tudo ficará bem", acrescentando que "não é impossível que eles voltem, já que querem atacar os símbolos do Estado".
O confronto ocorreu no mesmo dia em que o Ministro da Educação, Édouard Geffray, anunciou a suspensão total ou parcial das aulas em 400 a 500 das cerca de 3700 escolas de ensino secundário de França, na Lues, devido ao descumprimento das normas de segurança. Ele afirmou que 24 escolas foram incendiadas ou saqueadas desde que os protestos se espalharam da região de Paris, em meados de Setembro. Os organizadores convocaram mais um dia de protestos para Martes, que os sindicatos estudantis denominaram "acto III".
Geffray afirmou no Soles que 78 funcionários da área da educação ficaram feridos desde o início dos protestos, incluindo “alguns deles por alunos do ensino secundário”. Além disso, 170 estudantes também ficaram feridos. Ele disse que activistas de extrema-esquerda “sequestraram” o movimento. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, afirmou que mais de 5000 pessoas foram presas desde a última Lues, cerca de 85% delas menores de idade, e que mais de 300 polícias e gendarmes ficaram feridos. A polícia registou 1747 prisões somente na Vernes, disse ele à TF1.
Entre os casos já abertos, inclui-se a detenção de um jovem de 17 anos sob suspeita de tentativa de homicídio após um polícia ter sido agredido em Belfort, e a detenção de um jovem de 16 anos no Soles pelo ataque a uma professora de 59 anos em La Ciotat, que foi atingida e encharcada com gasolina.
Em Tours, os promotores disseram que um jovem manifestante perdeu a visão de um olho durante um confronto com a polícia.
Os estudantes e a Union Syndicale Lycéenne afirmam estar a protestar contra a redução do corpo docente, salas de aula superlotadas, horários extensos, o sistema de admissão Parcoursup e prédios em mau estado de conservação. O governo considerou legítimas algumas dessas queixas, ao mesmo tempo que condenou o que Nuñez descreveu como uma escalada rumo à “violência urbana e aos distúrbios”.
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Fonte: https://rmx.news/article/under-siege-rioters-set-fire-to-the-entrance-of-vauquelin-high-school-in-paris-and-block-the-exit-with-100-students-and-staff-inside/
ALEMANHA - SÍRIO COMETE VÁRIOS CRIMES VIOLENTOS MAS NUNCA FOI DEPORTADO
Um sírio de 22 anos é acusado de agredir gravemente vários passageiros de comboio em Colónia, em Junho, durante um ataque violento. No entanto, detalhes sobre a gravidade do histórico criminal deste homem vieram à tona após uma solicitação parlamentar do político Markus Wagner, do partido Alternativa para a Alemanha (AfD). Actualmente, o sírio permanece internado num hospital psiquiátrico enquanto os promotores investigam o caso, mas o seu extenso histórico criminal é realmente notável.
O Ministério da Justiça da Renânia do Norte-Vestfália descreveu o caso numa resposta publicada a 25 de Setembro.
A polícia federal informou que os ataques começaram por volta das 15h10 do dia 21 de Junho, na estação Cologne-Trimbornstrasse. Uma porta-voz da polícia disse que um homem de 22 anos “agarrou um passageiro e tentou puxá-lo em direcção aos trilhos”. Ambos caíram no chão. Pessoas que estavam no local separaram-nos, mas a vítima sofreu apenas contusões e escoriações. A polícia informou a Westdeutscher Rundfunk que as testemunhas "agiram correctamente" ao cooperarem e separarem o agressor da vítima. O suspeito embarcou então num comboio S19 em direcção à Estação Central de Colónia, informou a polícia. Perto da parada Cologne Messe/Deutz, ele repentinamente agrediu dois passageiros com murros no rosto, de acordo com testemunhas e vídeos.
Na esquadra principal, em restaurante de fast-food, ele deu murros e pontapés a um homem de 47 anos e continuou a agredi-lo no chão mesmo após a chegada dos agentes federais. Os agentes conseguiram deter o homem e, posteriormente, afirmaram que ele estava sob o efeito de narcóticos. Ele foi levado para uma unidade psiquiátrica. O Ministério da Justiça informou que ele “está actualmente internado provisoriamente num hospital psiquiátrico”, de acordo com o Artigo 126a do Código de Processo Penal, uma medida utilizada quando os investigadores acreditam que um suspeito possa ter agido sem plena responsabilidade criminal.
O Ministério Público de Colónia está a investigar, entre outras acusações, lesão corporal intencional, tentativa de lesão corporal grave e tentativa de interferência perigosa no tráfego ferroviário, informou o ministério.
Questionada sobre o que a polícia já sabia sobre o suspeito, a promotoria listou supostos delitos anteriores que tinham resultado em denúncias ou investigações: cinco furtos, um caso de receptação, um roubo, uma ofensa, três ameaças, 11 agressões, 13 agressões graves, 11 violações de leis sobre narcóticos, uma acusação de estupro, uma acusação de resistência à prisão, dois casos de danos à propriedade e dois casos de fraude. No entanto, nenhuma destas detenções resultou em condenações. O ministério ressaltou que os registos policiais “se baseiam em suspeitas” e “não permitem concluir sobre a veracidade da alegação”. Em relação às condenações anteriores formais, o governo afirmou que o extracto do Registo Central Federal do homem "mostra exclusivamente sanções previstas na legislação penal juvenil, que não constam no certificado de boa conduta". Por outras palavras, a maioria destas infracções foi tratada em tribunais de menores ou nunca chegou a ser formalmente julgada devido ao estado psicológico do indivíduo. As medidas tomadas pelos tribunais de menores alemães geralmente não constam na certidão de antecedentes criminais que empregadores e agências costumam solicitar, o que significa que estes registos criminais não estariam disponíveis para potenciais empregadores.
Questionado sobre a cidadania, o ministério escreveu que, “tanto quanto se sabe”, o suspeito tem nacionalidade síria.
Curiosamente, ele nunca foi deportado, apesar do rasto de destruição que deixou para trás.
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Fonte: https://rmx.news/article/germany-despite-syrians-long-history-of-violent-rampages-assaults-robbery-fraud-and-rape-he-has-never-been-deported/
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Evidentemente que não pode ser deportado mesmo depois de cometer uma data de crimes violentos, a Europa morria sem ele e as elites ocidentais bem podem garantir que há leis para expulsar delinquentes estrangeiros não têm vontade absolutamente nenhuma de cumprir seja toda e qualquer legislação que sirva para expulsar alógenos criminosos.
FRANÇA - «««JOVENS»»» EM BORDÉUS PEGAM FOGO A BOMBEIRO E FILMAM O SUCEDIDO
«««Jovens»»» mui franceses, como se pode ver - e só um «racista» podia prever uma destas.
Se calhar acontece porque os «««jovens»»», além de serem oprimidos pela «violência racista policial!», também são oprimidos pela «violência racista bombeiral!!»
Pode por outro lado colocar-se a possibilidade de terem feito o que fizeram porque odeiam ver brancos de farda, acham que a autoridade do branco na sua própria terra é para deitar abaixo...
Pode por outro lado colocar-se a possibilidade de terem feito o que fizeram porque odeiam ver brancos de farda, acham que a autoridade do branco na sua própria terra é para deitar abaixo...
FRANÇA - POLÍCIA FICA INCONSCIENTE COM PONTAPÉS NA CABEÇA DEPOIS DE JÁ ESTAR NO CHÃO
Um oficial superior da polícia, à paisana, foi espancado até perder a consciência na Vernes, 2 de Outubro, após ser perseguido e violentamente agredido com pontapés na cabeça por uma multidão multicultural durante protestos estudantis na cidade de Belfort. A promotoria de Belfort abriu uma investigação por tentativa de homicídio doloso de funcionário público em resposta ao incidente.
O ataque ocorreu na manhã de Vernes, enquanto os protestos em escolas secundárias continuavam em todo o país. O vídeo mostra várias pessoas num campo esfumaçado, em pé sobre um homem caído no chão, pontapeando-o. A BFMTV identificou-o como oficial de alta patente que não estava fardado e informou que ele perdeu a consciência devido aos golpes repetidos. Os jovens pontapearam-no várias vezes na cabeça depois de ele já estar no chão, como mostra o vídeo. “Um polícia de alta patente, à paisana, foi atacado”, informou a BFMTV. “Ele perdeu a consciência devido aos golpes. Foi aberta uma investigação por tentativa de homicídio doloso.”
O nome e o estado de saúde do polícia não foram divulgados. A BFMTV não informou se alguém foi preso em relação ao ataque.
A acusação está entre as mais graves possíveis em casos de violência contra um funcionário público. Se os suspeitos forem encontrados e condenados, podem enfrentar prisão perpétua. No entanto, devido à provável pouca idade deles, é provável que recebam uma pena bem menos severa — se é que a polícia conseguir encontrá-los.
A crise em França chegou a um ponto crítico. A 2 de Outubro, o Ministério do Interior francês anunciou o envio da unidade BRAV-M para Paris, uma força policial de elite motorizada especializada em repressão pesada durante distúrbios em massa e outras situações de emergência. Em todo o país, as autoridades relatam que 305 polícias ficaram feridos somente ontem.
A agressão ao polícia à paisana também ocorreu após vários dias de confrontos nos arredores das escolas de ensino secundário de Belfort. A agência de notícias ICI Belfort-Montbéliard informou que projécteis foram arremessados na Joves perto das escolas Follereau e Courbet, e que a polícia respondeu com gás lacrimogéneo.
O procurador Paul-Edouard Lallois afirmou que 16 pessoas, a maioria menores de idade, foram detidas. Ele declarou que “todos os telemóveis dos detidos foram apreendidos para possível confisco judicial”. A autarquia informou que cinco membros das forças de segurança sofreram ferimentos leves.
Este incidente em Belfort também ocorre depois de uma polícia ser perseguida por uma multidão e pontapeada na cabeça várias vezes ontem, o que foi condenado pela líder da Reunião Nacional, Marine Le Pen, e pelo Ministro do Interior, Laurent Nuñez.
Em todo o país, o Ministério do Interior informou que 1949 pessoas foram presas na Joves. O Ministro da Educação, Édouard Geffray, afirmou que o movimento estudantil foi "feito refém por pequenos grupos extremamente violentos" e que 235 pessoas do sector educacional ficaram feridas, incluindo 65 funcionários de escolas. Além disso, 400 escolas foram fechadas na Vernes.
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Fonte: https://rmx.news/article/france-attempted-murder-investigation-opened-after-plainclothes-police-officer-beaten-unconscious-during-student-riots-in-belfort/
FRANÇA - LÍDER NACIONALISTA CONDENA AGRESSÃO A MULHER-POLÍCIA E ACUSA EXTREMA-ESQUERDA DE ESTAR ENVOLVIDA NOS MOTINS «««JUVENIS»»» ESTUDANTIS
A líder do partido de Direita Reunião Nacional, Marine Le Pen, classificou na Joves como "insuportáveis" as imagens de uma jovem polícia francesa a ser perseguida, derrubada e pontapeada durante protestos em escolas de ensino secundário, e afirmou que os agressores merecem punição exemplar. O vídeo surge num momento em que 305 polícias ficaram feridos até 2 de Outubro e 400 escolas permanecem fechadas. Em publicação no X, Le Pen escreveu: “A imagem desta jovem policial, perseguida por uma turba que uivava de ódio, jogada ao chão e agredida, é insuportável. Estes actos merecem penas exemplares. Que ela saiba que, esta noite, milhões de franceses lhe oferecem o seu apoio incondicional.” O vídeo, que se espalhou rapidamente online, mostra uma tenente em treinamento da autarquia de polícia de Paris a ser perseguida a pé por várias pessoas perto da Avenida Gambetta, no 20º arrondissement. Vozes na gravação gritam insultos, chamando-lhe "ordinária" e berrando: "Matem-na!" Uma pessoa deita-a ao chão; outras pontapeiam-na enquanto ela está no chão, de acordo com relatos da autarquia de polícia de Paris e dos média franceses. Um vídeo posterior mostra a mulher a ser espancada e pontapeada na cabeça enquanto está no chão. As autoridades disseram que a polícia parou para recuperar um rádio que tinha caído durante um confronto tenso envolvendo cerca de 100 manifestantes e foi então cercada. Posteriormente, ela apresentou uma queixa-crime. A promotoria de Paris abriu uma investigação na Vernes sobre violência colectiva contra uma pessoa em posição de autoridade pública.
O ministro do Interior, Laurent Nuñez, escreveu no X que atacar um representante da lei e da ordem dessa maneira era intolerável. Afirmou que apoiava a mulher polícia e os outros 305 polícias e gendarmes feridos nas intervenções daquele dia, e que os responsáveis seriam encontrados e processados.
O ataque ocorreu durante uma onda de bloqueios de escolas e manifestações que se tornaram violentas em diversas cidades, resultando em quase 2000 detenções. Le Pen, presidente do grupo Reunião Nacional na Assembleia Nacional e favorita para vencer a eleição presidencial de 2027, tinha publicado anteriormente que os distúrbios já não eram protestos estudantis comuns, mas sim tumultos organizados envolvendo profissionais e parlamentares do partido de esquerda França Insubmissa. Ela pediu uma nova lei contra tumultos que definisse claramente a participação em motins como crime.
A presidente do conselho regional, Valérie Pécresse, também descreveu as cenas como tumultos urbanos, e não como reivindicações estudantis, e disse que as imagens da mulher polícia a ser atacada eram assustadoras.
Ontem, escolas foram incendiadas, camiões de bombeiros e bombeiros foram atacados e professores foram agredidos. Uma equipa de gestão escolar chegou a ser banhada com gasolina em Marselha. Esta manhã, foram relatados mais incêndios criminosos, bem como saques em massa. Não há indícios de que os protestos estejam a diminuir com a aproximação do fim de semana.
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Fonte: https://rmx.news/article/unbearable-le-pen-condemns-viral-video-of-french-policewoman-hunted-and-beaten-by-multicultural-youths-during-violent-student-blockades/
segunda-feira, outubro 05, 2026
DIA DA SOBERANIA, DIA DA REPÚBLICA
Cinco de Outubro de 1143: a coroa de Castela e Leão reconhece a independência de Portugal.
Cinco de Outubro de 1910: Portugal torna-se numa república.
Ou seja, primeiro livrámo-nos de um rei estrangeiro, mais tarde livrámo-nos de todos os reis, boa evolução... evolução no sentido da Liberdade: primeiro, a liberdade nacional face ao estrangeiro; depois, a liberdade do povo face a quem não pode ser escolhido democraticamente...
Quanto à implantação da República, é preciso dizer que, independentemente de se ter tratado ou não de uma iniciativa maçónica, e de a época ter sido subsequentemente marcada por violência e instabilidade, o feito não deixa a meu ver de se revelar meritório. A República é, por princípio, uma instituição mais democrática do que a Monarquia, o que está longe de significar, obviamente, que toda a república seja democrática ou que toda a monarquia seja anti-democrática. É verdade, admita-se, que o país europeu com mais tradição democrática na Idade Contemporânea, o da velha Albion, é monárquico; enquanto isso, os dois expoentes máximos do totalitarismo no século XX foram as repúblicas comunistas soviéticas e chinesa. Tais factos históricos não ofuscam contudo a essência da diferença entre República e Monarquia - é incontornável que um dos regimes permite a escolha e, mais importante do que isso, a remoção dos líderes, ao passo que no outro tal substituição é notoriamente mais difícil. Acresce que, entretanto, afigura-se muito mais democraticamente edificante ser cidadão do que ser súbdito...
Por mais que as tradições de governo indo-europeias sejam todas originariamente monárquicas, não me sai da cabeça que a República é um modo de governo tipicamente indo-europeu. Surgiu entre Povos indo-europeus: formalmente na Grécia e na Roma antiga; em esboço, no seio de certas tribos gaulesas e celtibéricas...
Atente-se por exemplo na propaganda de guerra helénica contra os Persas (que frequentemente diz mais sobre a própria mentalidade de quem a faz do que sobre o seu inimigo propriamente dito) aquando das Guerras Médicas: os Gregos comparavam-se com os Persas para destacarem a sua própria liberdade, que alegadamente os distinguiria dos Asiáticos, orgulhando-se os Helenos de obedecerem, não a um homem, como o «rei dos reis» persa, mas unicamente à Lei...
É oportuno lembrar, a propósito, que já foi observada a diferença, na Ibéria pré-romana, entre, por um lado, os reis e príncipes tendencialmente divinizados do sul e oriente, de influência marcadamente mediterrânica, e, por outro, as assembleias e líderes eleitos das áreas centro, norte e ocidente da Ibéria, ou seja, da grande zona indo-europeia da Península Hispânica, sendo esta característica tendencialmente «republicana», passe o anacronismo, particularmente visível entre os Lusitanos - todos os seus líderes cujos nomes são actualmente conhecidos, nomeadamente Púnico, Caucainos, Caisaros, Viriato, Tautalos, foram escolhidos pelo seu mérito, não consta que tivessem qualquer estatuto de carácter real.
De resto, um bom nacionalista, isto é, um racialista-etnicista, sabe bem o perigo que as famílias reais europeias andam a representar para a Europa... compostas de gente completamente educada na Igreja e no consenso politicamente correcto das elites, facilmente se moldam pela mentalidade da abertura ao alógeno, como se constata no apreço que o eventual herdeiro da coroa real portuguesa tem por África e especialmente por Timor, pela militante receptividade à imigração e à ligação africana da parte de outro que diz ser seu rival e verdadeiro herdeiro do trono, e também de um príncipe do Mónaco que já tem um filho mulato e ainda do herdeiro da coroa britânica, sempre tão simpatizante do Islão... e do recente apoio declarado do rei de Espanha à imigração... Imagine-se o que era esta gente ter mais influência na Europa do que tem actualmente, a relativa facilidade, por exemplo, de algum mestiço vir a ser monarca português ou monegasco, o modo como isso poderia ser utilizado para abater de vez toda a resistência «racista» do pobre cidadão ingénuo e psicologicamente indefeso diante dos mestres e propagandistas da retórica anti-racista... rapidamente se ouviria aos quatro ventos a conversa totalitária do «todo-o-nacional-que-se-preze-tem-que-ser-anti-racista!» a ser duplicada, multiplicada e elevada ao cubo...
Outra vantagem da República é que os Portugueses até ficaram brilhantemente bem servidos com o Hino «da República», A Portuguesa, cuja letra é simplesmente uma das mais belas coisas que o País tem...
«A Portuguesa» cantada por Isabel Silvestre e tocada com gaita de foles https://www.youtube.com/watch?v=CflKSgVMAew
«A Portuguesa» cantada pelo povo
https://www.youtube.com/watch?v=5fLF9m4t7bc
https://www.youtube.com/watch?v=5fLF9m4t7bc
A Portuguesa cantada na íntegra (três 3 partes)
https://www.youtube.com/watch?v=bpb5zF185Sc
https://www.youtube.com/watch?v=bpb5zF185Sc
O carácter mais positivo do que negativo da queda da Monarquia não deve de qualquer modo permitir que se continue a esquecer outra efeméride que na mesma data se assinala, ou deveria assinalar - a da fundação oficial da independência portuguesa: 5 de Outubro de 1143, assinatura do Tratado de Zamora, em que Castela e Leão reconheceu o estatuto de reino a Portugal.
A celebração deste evento por parte do pessoal monárquico em Coimbra constitui obviamente uma espécie de provocação e bofetada sem mão dada à República, mas o total esquecimento, por parte da República, do feito de 1143, nunca foi bom sinal da sua boa vontade para com a herança histórica da Pátria.
De ambos os «lados» há quem tenha por certo que as duas celebrações se contradizem, o que só pode entender-se numa lógica de mesquinho, e sobejamente cretino, espírito de partidarismo, ou aliás, pior ainda, de clubice daquela mais primária e mentecapta.
A oposição que alguns querem fazer crer que existe entre as duas efemérides dá sempre a impressão de que há demasiados caganifrates da bola a contaminar questões pátrias com o seu padrão mental rasteiramente futeboleiro, de quem dá por adquirido que não se pode elogiar o estádio ou o presidente ou uma boa jogada da equipa adversária porque do «outro lado» é tudo para abater.
Essa primarice poderá ter o seu lugar numa tarde de sábado diante do televisor, ou no estádio, ou, num outro extremo, nalgum campo de batalha real em que seja mesmo preciso matar ou morrer, mas torna-se soberanamente idiota quando aplicada ao debate histórico, político e ideológico.
A vitória política de 1143 não foi uma vitória «da monarquia», mas sim da soberania de um Povo, e obviamente que tal vitória teria de se revestir de uma forma monárquica, pois se nessa altura todos os poderes políticos soberanos eram monárquicos, seguramente que não iria passar por baixo do elmo de D. Afonso Henriques a ideia de subitamente se declarar presidente ou primeiro-ministro... do mesmo modo, a vitória política contra a monarquia em 1910 não foi a vitória sobre todo o passado português, muito menos a sua rejeição, mas tão somente a alteração interna, entre concidadãos, da forma de governação.
Já é mais que tempo de se entender que tanto o feito de 1143 como o de 1910 serviram para dignificar a liberdade desta estirpe da faixa ocidental ibérica, como se estivesse no destino da gente lusa não se submeter nem a forças externas nem a donos internos, tendência que Júlio César, agastado pela crónica resistência lusitana, condensou em famosa frase: Há, na parte mais ocidental da Ibéria, um Povo muito estranho que não se governa nem se deixa governar»... E, fosse neste contexto ou em qualquer outro, não devem esquecer-se as palavras atribuídas a Viriato: «A Pátria está na liberdade.»
Não deixa entretanto de constituir coincidência valiosa que o dia de hoje fosse, na Antiguidade Romana, religiosamente consagrado ao «Mundus Patet», ou Abertura do Poço do Mundo dos Mortos, para que estes, os Ancestrais, voltassem temporariamente ao contacto com os vivos, que faz vir à memória a passagem do Hino Nacional que fala em escutar a voz dos Egrégios Avós...
Não deixa entretanto de constituir coincidência valiosa que o dia de hoje fosse, na Antiguidade Romana, religiosamente consagrado ao «Mundus Patet», ou Abertura do Poço do Mundo dos Mortos, para que estes, os Ancestrais, voltassem temporariamente ao contacto com os vivos, que faz vir à memória a passagem do Hino Nacional que fala em escutar a voz dos Egrégios Avós...
domingo, outubro 04, 2026
FRANÇA - FRANCESA AMEAÇADA DE MORTE DEZENAS DE MILHARES DE VEZES É INSULTADA POR NEGRO CAIXA DE SUPERMERCADO CARREFOUR
Uma influenciadora digital francesa, conhecida pelas suas críticas ao Islã e à imigração, afirmou que uma caixa de um supermercado Carrefour lhe chamou "vadia imunda" e "racista" enquanto ela passava as compras, de acordo com seu relato do ocorrido.
Na Vernes, Mila Orriols publicou um vídeo de uma discussão tensa numa loja do Carrefour City na Rue de la République, no centro de Lyon. Nas imagens, Orriols diz ao funcionário que não incomoda as pessoas enquanto está a trabalhar e que falará com o supervisor dele. Ao sair, ela diz: “Colidimos sempre. Boa noite.”
A imprensa francesa que analisou o vídeo relatou que os supostos insultos não eram claramente audíveis, embora seja possível ouvir a funcionária usando a palavra "racista" durante a discussão, segundo o portal francês LyonMag. Orriols afirmou que o funcionário a reconheceu antes de insultá-la, momento em que ela começou a filmar. A Remix News produziu um vídeo sobre o encontro com legendas em Inglês, porém, o vídeo original de Orriols obteve mais de 9 milhões de visualizações no X. Em resposta, o Carrefour pediu a Orriols que removesse o vídeo e afirmou que tomaria medidas contra ela. Ela descreveu a rede como abertamente apoiante do partido de extrema-esquerda La France Insoumise. Disse que pretende apresentar a sua própria queixa.
A empresa não se pronunciou publicamente sobre se irá disciplinar a funcionária. O Carrefour não respondeu imediatamente aos questionamentos da imprensa francesa.
Orriols chamou a atenção nacional pela primeira vez em 2020, aos 16 anos, após publicar vídeos criticando o Islão. Ela recebeu dezenas de milhares de ameaças de morte e mensagens de ódio online, foi obrigada a abandonar a escola e viveu por um período sob protecção policial 24 horas por dia. Várias pessoas foram posteriormente condenadas em conexão com as ameaças.
Ela afirmou que não mais deseja protecção policial constante, argumentando que prefere viver livremente, mesmo que isso signifique uma vida mais curta.
Orriols continua a ser uma figura controversa em França e enfrentou os seus próprios processos judiciais por comentários que tribunais franceses consideraram racistas. Em Dezembro de 2025, um tribunal de Lyon condenou-a por insulto racista em publicação nas redes sociais.
A postagem dela de 2024 no X dizia: “Notei que muitas pessoas com histórico de consanguinidade têm testas muito pequenas. Grande parte das famílias do Norte de África são consanguíneas, e muitas delas têm rostos deformados e bastante feios, além de testas muito pequenas. Isso aplica-se especialmente aos imigrantes deformados que nos atacam na rua todos os dias.” Ela apagou a publicação 10 minutos depois de escrevê-la, mas alguém tirou uma captura de tela e apresentou uma queixa. Após o julgamento, Mila manteve-se desafiadora, afirmando que se arrepende da forma como fez os seus comentários, mas não do conteúdo. Ela também disse que estudos científicos apoiam a sua alegação de que os norte-africanos têm altas taxas de consanguinidade.
Ela recorreu da decisão judicial contra si.
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Fonte: https://rmx.news/france/france-anti-immigration-influencer-says-supermarket-employee-called-her-a-racist-and-dirty-whore-but-supermarket-chain-threatens-her-instead/



