quarta-feira, janeiro 28, 2026

RÚSSIA - IGREJA ORTODOXA LANÇA UM ATAQUE SISTEMÁTICO AO NEO-PAGANISMO ÉTNICO RUSSO, CONSIDERANDO-O MAIS PERIGOSO QUE O ISLÃO E O BUDISMO

A imagem é a capa do álbum ou material promocional da banda russa de folk/pagan metal Stozhar. A banda Stozhar é de Yaroslavl, Rússia, e a sua música mistura estilos de metal extremo com paganismo eslavo e música folk. O nome "Stozhar" (Стожар) refere-se ao asterismo das Plêiades na cultura eslava. A arte da capa apresenta uma mulher acorrentada em frente a cruzes, com uma figura semelhante a um deus pagão acima. O número "988" na parte inferior refere-se provavelmente à data da Cristianização da Rus' de Kyiv.

Diante do ressurgimento dos chamados  
rodnovery, ou “crentes nativos”, Kirill formou uma comissão especial liderada pelo arcebispo russo-francês Savva, a estrela em ascensão da sua equipa, para combater este novo desafio. Mas, segundo o professor Šiženskij, um dos principais estudiosos religiosos da Rússia, a única resposta verdadeira é o trabalho missionário que transcenda as avaliações ideológicas.
O Patriarcado Ortodoxo de Moscovo decidiu combater sistematicamente as várias formas de Neo-Paganismo que se espalham cada vez mais na Rússia, especialmente aquelas que remetem à antiguidade russa pré-cristã, cujos seguidores se auto-denominam Rodnovery, ou 'crentes autóctones'.
Também são muito populares as formas de devoção ao politeísmo militante escandinavo chamado Asatru (As = Deus, Tru = fé), que remonta às representações das tribos germânicas na época das migrações antes e durante o domínio romano, e posteriormente transmitidas por manuscritos islandeses desde a formação da Rus' de Kyiv, com o 'chamado dos Varegues' tendo início no século IX.
De acordo com os ortodoxos, este problema é considerado um dos mais importantes na actividade missionária da Igreja hoje, ainda mais do que a concorrência das religiões tradicionais dos trabalhadores imigrantes, como o Islamismo e o Budismo. O próprio Patriarca Kirill já se referiu diversas vezes às questões do Neo-Paganismo e às dificuldades do diálogo inter-religioso. Por isso, foi formado um grupo de trabalho que reúne representantes de diversas entidades patriarcais, com o objectivo de “prevenir o Neo-Paganismo”. A primeira reunião desta comissão, composta por membros de 12 departamentos sinodais, foi realizada no início de Outubro, com um relatório resumido publicado no site informativo do patriarcado. O relatório afirma que o presidente da comissão é o chefe do departamento sinodal para missões, o arcebispo russo-francês Savva (Tutunov), uma estrela em ascensão na equipa do Patriarca Kirill. Entre as “tarefas principais” da comissão estão “a preparação de materiais científicos e metodológicos, a organização de programas de formação e educação e o desenvolvimento de medidas para combater a influência destrutiva das doutrinas neo-pagãs”.
A novidade reside precisamente na abordagem sistemática, embora o desafio do Neo-Paganismo já tenha vindo a ser discutido há algum tempo, com actividades missionárias já em andamento pelo departamento sinodal, que também inclui um secretariado para a "missão apologética". Trata do combate a seitas, ensinamentos pseudo-ortodoxos, subculturas destrutivas e vários cultos, recolhendo e analisando informações sobre 'diversas formas de confusão religiosa' e desenvolvendo métodos de resposta apologética. O novo órgão, que envolve outros sectores do patriarcado, foi solicitado pessoalmente pelo Patriarca Kirill, que o anunciou no concílio eclesiástico de 10 de Abril, afirmando que “hoje testemunhamos tentativas de distorcer o nosso passado, substituindo a autêntica tradição espiritual por substitutos construídos artificialmente”. O Patriarca expressou a sua preocupação com o facto de que "o Neo-Paganismo é frequentemente apresentado aos jovens como uma espécie de alternativa à Ortodoxia, sendo apresentado como uma forma mais histórica, natural e autenticamente nacional, quando na verdade estamos diante de uma mistura ecléctica de fantasias e elementos de outras culturas, e ideias verdadeiramente destrutivas". Nessa 'pseudocultura', entre outras coisas, 'forma-se uma relação especial com o uso da força', como acontece em grupos étnicos fechados, onde a força é considerada um factor decisivo para preservar a identidade, o que tem efeitos reais na vida da maioria das pessoas.
Kirill relembra a ligação entre as diásporas étnicas e o "politeísmo brutal, ao qual os seguidores do Islamismo radical estão frequentemente associados", o que também exige a intervenção das forças da lei.
No entanto, Roman Shizensky, o principal especialista do Centro de Estudos Étnicos e Religiosos da Universidade Lgu de São Petersburgo, mostra-se bastante céptico quanto à possibilidade de "alcançar mudanças significativas por meio do trabalho da nova comissão", acreditando que "uma mobilização genuína das instituições eclesiásticas em trabalho missionário que não se limite a avaliações ideológicas" é necessária para evitar que a própria Igreja Ortodoxa seja considerada meramente um "culto de Estado", para o qual alternativas mais eficazes devem ser buscadas, inclusive na "defesa da Pátria com o verdadeiro culto da força".

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Fonte: https://www.asianews.it/news-en/Moscow-Patriarchate's-battle-against-neo-paganism--64251.html?fbclid=IwY2xjawPJXslleHRuA2FlbQIxMABicmlkETBrSE5FdVVyVmZUSjVxRzZPc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHoYrvxVtKZQZJ0ILnYnX52O8fa_dlGJZHqpEBmGKCJgFvjn8bNG0-T-m-9oP_aem_G7FSU3OQuZlj7p9xJ0zWww#google_vignette

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Numa coisa tem o vigário do Judeu Morto razão - o Neo-Paganismo eslavo, o Rodnovery, é mais perigoso para a Cristandade do que o Islão e o Budismo, e porquê?, porque, mercê da sua natureza étnica, tem muito maior potencial de disseminação no seio do Povo eslavo do que os dois referidos credos estrangeiros.
Quanto à charla segundo a qual o Rodnovery é hoje uma amálgama de «fantasias e elementos de outras culturas», é o habitual modus operandi cristão que já vem de há dois mil anos - primeiro, há dois milénios e nos séculos subsequentes, os servidores do carpinteiro crucificado sempre quiseram destruir todas as outras religiões e diabolizar e/ou negar os Deuses pagãos, isto para deixar claro que nenhum Deles era válido; agora, depois de terem ou julgarem ter destruído todos os cultos pagãos da Europa, agora voltam a insistir que tais prácticas não são válidas porque as originais já não se conhecem, quase gabando-se de as terem destruído, e nalguns casos gabam-se mesmo, orgulhosos do zelo totalitário cristão...
Ora a verdade é que os Deuses são eternos e os ritos existem para conveniência da humanidade, não dos Deuses, os Quais de nada necessitam; cabe pois ao humano encontrar, reencontrar ou criar os seus próprios ritos. Acresce que há nisto uma questão de lealdade e de integridade da raça - a Kiril, e a todos os kiriles, pode e deve-se sempre responder que, em última análise, e se o actual Paganismo eslavo, ou de qualquer outra etnia europeia, não conduz a nada senão ao vazio, ou ao «inferno», pois neste caso aplica-se, mutatis mutandis, o que Radbod, rei dos Frísios, disse ao missionário cristão que estava prestes a baptizá-lo antes de o monarca frísio recuar e recusar o baptismo declarando «prefiro ir parar ao inferno na companhia dos meus ancestrais do que estar no céu juntamente com escravos». 

Entretanto, a Rodnovery avança em ambos os lados da fronteira russo-ucraniana, independentemente do conflito militar actual; paralelamente, Putin vai tendo de fazer a vontade à Igreja para forjar ou reforçar uma aliança «civilizacional» de Estado e Igreja, um dos fundamentos da ideologia putineira para justificar a anexação da Ucrânia, porquanto o ex-KGB afirmou já, em discurso oficial (2021), que a conversão cristã do rei Vladimir de Kyiv em 988 é uma das bases comuns da Ucrânia e da Rússia. Do lado ucraniano, por seu turno, reforça-se um Paganismo de cariz nacionalista.

PORTUGAL - AUTÓCTONES CONTRIBUEM MAIS NOVENTA E SETE POR CENTO (97%) PARA A SEGURANÇA SOCIAL DO QUE OS IMIGRANTES NÃO OCIDENTAIS


Os Portugueses contribuem +97% para a Segurança Social que os imigrantes não-ocidentais e +129% comparado aos imigrantes indianos. Enquanto que, os imigrantes espanhóis contribuem +174% que os PALOP e os franceses +205% que os asiáticos, segundo um relatório de indicadores de imigrantes publicado em 2023.
Em comparação, os imigrantes de países da União Europeia e Reino Unido, excepto Europa do Leste, apresentam rácios de contribuição superiores à média dos contribuintes estrangeiros.



Rácio de contribuições

Segundo um relatório do Observatório de Migrações, os Portugueses têm rácios de contribuição 97% superiores aos de imigrantes não-ocidentais e 129% superiores aos de imigrantes indianos. Relativamente aos PALOP, os Portugueses contribuem +87% que os imigrantes da lusofonia.
Abaixo analisaremos os rácios de contribuições mais elevados e baixos (distância face ao total de contribuintes estrangeiros de 2022):

🟢Espanha: +2.041

🟢França: +1.880

🟢Reino Unido: +1.378

🟢Alemanha: +1.139

🟢Oceânia: +1.026

🔻Moldávia: -2.608

🔻Índia: -2.458

🔻S. T. Príncipe: -2.176

🔻Angola: -2.141

🔻Cabo Verde: -2.034

Todos os imigrantes de países da União Europeia e Reino Unido apresentam rácios de contribuição superiores à média de contribuintes estrangeiros, excepto os países da Europa de Leste. Igualmente, imigrantes da Oceânia têm rácios de contribuição positivos.

Nota: Os rácios de contribuição apresentados são por pessoas singulares. O relatório dos indicadores de imigrantes utilizado como base para este artigo foi publicado pelo Observatório das Migrações, sendo que a versão mais actualizada é a de 2023. Dado não existir um rácio publicado especificamente para os nativos portugueses, o rácio médio do total de contribuintes foi utilizado como proxy para efeitos comparativos. A categoria ‘não-ocidentais’ corresponde ao conjunto de países fora da Europa e Oceânia.

Fontes:

Relatórios Indicadores de Integração de Imigrantes – Observatório das Migrações. (2023). Aima.gov.pt. https://om.aima.gov.pt/index.php/2025/04/12/1190/

Segurança Social. Imigrantes contribuíram afinal menos de metade do que o valor médio dos Portugueses? — Polígrafo. (2023, December 28). Polígrafo. https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/seguranca-social-imigrantes-contribuiram-afinal-menos-de-metade-do-que-o-valor-medio-dos-portugueses/

Fontes Multimédia: “Chicago Airport – ND0_5463” by Nicola since 1972 is licensed under CC BY 2.0.

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Fonte: https://medialobo.com/2026/01/14/portugueses-contribuem-97-seguranca-social-imigrantes-nao-ocidentais/

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Depois é só somar os números do terceiro-mundo aos dos imigrantes europeus e dizer ao «povinho» que «os imigrantes até dão lucro ao País!»... enquanto a iminvasão continua, para satisfação tanto da elite capitalista a construir uma economia baseada em mão-de-obra barata como da elite woke, a construir o seu paraíso de mundo sem fronteiras... e o «povinho» que aguente e vá sendo apertado e assustado com a converseta das pensões e tal e coisa...



ESPANHA - ULTRA-DIREITA APOIA GREVES NACIONAIS CONTRA AMNISTIA EM MASSA PARA IMIGRANTES; EM PORTUGAL, VENTURA DIZ QUE SE IRÁ OPÔR A QUALQUER TENTATIVA DE REGULARIZAÇÃO DE ALÓGENOS ANÁLOGA À DE ESPANHA

O candidato nacionalista português à presidência, André Ventura, afirmou que vetaria qualquer tentativa do parlamento português de seguir o exemplo da vizinha Espanha na regularização de um grande número de imigrantes ilegais, visto que a imigração se tornou num tema central nos últimos dias da campanha presidencial.
Durante o último debate televisionado antes do segundo turno das eleições, em 8 de Fevereiro, Ventura criticou o governo socialista espanhol liderado pelo primeiro-ministro Pedro Sánchez pela decisão de legalizar cerca de 500 mil imigrantes. Afirmou que simplesmente “não pode haver uma entrada em massa de pessoas desta forma”, alertando que Portugal não deve replicar o que descreveu como a abordagem de Espanha.
O opositor socialista de Ventura, António José Seguro, não descartou uma política semelhante em Portugal. Argumentou que a imigração precisava de ser gerida de forma pragmática, sublinhando a importância da supervisão estatal. Afirmou ser necessário “controlar e regular a entrada de imigrantes” e assegurar a organização “ao nível do acolhimento e da integração”. Seguro acrescentou que as realidades económicas não podiam ser ignoradas, questionando: “Se existe uma necessidade e uma emergência, no sentido de que a nossa economia requer mais mão-de-obra e que essa mão-de-obra não existe no país, qual é a solução? O país fecha?”. Apontou também para o papel fiscal dos imigrantes, alegando que “os imigrantes em Portugal dão um contributo indispensável, por exemplo, para a Segurança Social”.
Conforme noticiado pelo Entrerios, Ventura afirmou que as declarações de Seguro “mostram claramente o quão despreparado ele está para o cargo”. O líder do Chega acusou o seu rival de não entender o papel constitucional da presidência, acrescentando que Seguro não sabia “o que deveria fazer se isso acontecesse. Se deveria promulgar ou não, se deveria vetar, se deveria reanalisar, se deveria devolver ao parlamento”.
O debate em Portugal coincidiu com uma discussão política cada vez mais acirrada em Espanha, após o anúncio de Sánchez. A medida provocou uma forte reacção dos nacionalistas espanhóis, particularmente do partido de Direita Vox, que acusou o primeiro-ministro de tentar promover uma mudança demográfica, ou substituição populacional, para obter ganhos políticos. O líder do Vox, Santiago Abascal, disse aos seus apoiantes que Sánchez era “odiado pelos Espanhóis” e afirmou: “O próprio povo o odeia, então ele decide que eles precisam de ser substituídos. Dão-lhes alguns benefícios para mantê-los felizes, e então eles estão prontos para votar na Esquerda.”
Abascal afirmou que o Vox apoiaria uma greve nacional em resposta ao plano de regularização. Relacionou a decisão com alegações mais amplas de corrupção contra o governo socialista, a quem culpou pelas falhas na rede ferroviária espanhola após uma série de acidentes fatais de grande repercussão no último mês.
“Após 46 mortes, imediatamente após 46 vítimas fatais da corrupção deste governo, Sánchez anuncia o processo de regularização de meio milhão de imigrantes ilegais”, disse Abascal. “A corrupção mata, como vimos. A máfia de Sánchez está directamente implicada no horror e no caos da rede ferroviária. E a invasão também mata.” “Essas 500 mil regularizações levarão a milhões mais, o que agravará ainda mais o colapso da saúde, da habitação e da segurança. Nós, Espanhóis, temos de reagir”, acrescentou.
Ventura é um crítico ferrenho do actual governo espanhol. Em comício do grupo Patriotas pela Europa, realizado em Setembro do ano passado, o candidato à presidência portuguesa pediu que Sánchez fosse "preso" por trair a sua pátria em questões económicas e de imigração, e por facilitar a alegada corrupção em curso.
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Fonte: https://rmx.news/article/spains-abascal-backs-national-strikes-over-mass-migrant-amnesty-as-portuguese-presidential-hopeful-ventura-vows-to-veto-any-similar-move/

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Claro que o candidato presidencial das elites tinha de dizer que a imigração é necessária caso contrário «o País fecha», como se não houvesse centenas de milhares de desempregados em Portugal e como se pelo menos trinta por cento deles não fossem alógenos...

De resto, é o costume, a fartar vilanagem habitual. Alea jacta est, já não há dúvidas do que se joga actualmente em toda a Europa Ocidental.

ESPANHA - ALÓGENOS COMETEM QUINHENTOS POR CENTO (500%) MAIS VIOLAÇÕES E QUATROCENTOS E CATORZE (414%) MAIS HOMICÍDIOS DO QUE OS AUTÓCTONES

Um novo estudo destaca o papel desproporcional de estrangeiros nos crimes graves em Espanha, país que tem apresentado um crescimento preocupante de estupros, tentativas de homicídio e outros crimes graves nos últimos cinco a seis anos. O relatório do Observatório Demográfico CEU-CEFAS, intitulado “Demografia do Crime em Espanha”, examina a evolução da criminalidade em diversos grupos demográficos e áreas geográficas do país, e os pesquisadores alertam para o “crime importado” devido à imigração em massa.
Ao confirmar o estatuto de Espanha como um dos países mais seguros do mundo em relação a crimes graves contra pessoas, o estudo destaca diversas tendências referentes ao envolvimento de estrangeiros em actividades criminosas.

Algumas das principais conclusões indicam que os estrangeiros, que representam 31% da população carcerária de Espanha, cometem, per capita, 500% mais estupros e 414% mais homicídios do que os cidadãos espanhóis. As taxas mais elevadas são observadas entre árabes e «latinos», muitos dos quais oriundos de países da América do Sul conhecidos pelos seus altíssimos índices de criminalidade.
Embora o número de homicídios em Espanha esteja estável em 300 por ano, houve um crescimento explosivo nas tentativas de homicídio. Entre 2019 e 2023, em apenas quatro anos, os casos de tentativa de homicídio quase dobraram, passando de 836 para 1507.
Em apenas cinco anos, os casos de estupro com penetração também aumentaram 143%, passando de 22143 em 2019 para 5206 em 2024.
Como a Remix News já noticiou anteriormente, em muitos Estados espanhóis as estatísticas criminais mostram uma sobre-representação maciça de estrangeiros em crimes graves como agressão sexualinclusive no País Basco.
Espanha também enfrenta uma grave crise relacionada com a ocupação ilegal de propriedades, com 170000 casos registados entre 2010 e 2024. Dos detidos, 51,8% eram estrangeiros, o que representa 610% a mais do que espanhóis.
Em casos de roubo com violência, estrangeiros têm 440% mais probabilidade de cometer este tipo de crime. Muitos destes casos foram notícia nos meios de comunicação espanhóis.
Os autores do estudo indicam que o envelhecimento da população espanhola deveria ter levado a uma diminuição dos índices de criminalidade, mas o fluxo de imigrantes, que chega a 3,8 milhões por década, resultou num problema de "criminalidade importada".
O relatório confirma um padrão consistente: crimes violentos são predominantemente cometidos por homens jovens. Especificamente em relação à nacionalidade, o estudo indica que estrangeiros apresentam taxas de criminalidade muito mais elevadas do que espanhóis, particularmente para os crimes mais graves contra a pessoa, como homicídio, estupro e roubo. Esta sobre-representação é especialmente acentuada entre indivíduos de origem africana e latino-americana.
Os dados sobre a população carcerária corroboram esta constatação: em 2024, 31% da população carcerária era composta por estrangeiros (excluindo imigrantes naturalizados ou de segunda geração). Esta proporção é mais que o dobro da sua participação na população geral na faixa etária de 20 a 69 anos, com norte-africanos e latino-americanos a apresentar uma sobre-representação significativa.
O relatório introduz o conceito de “crime importado”, que inclui crimes violentos, crimes contra o património, jihadismo, gangues «latinas» e redes de tráfico de drogas. O estudo analisa especificamente dois tipos de crimes. O terrorismo jihadista tem sido associado à imigração muçulmana, predominantemente marroquina. Ao mesmo tempo, os gangues «latinos» representam uma ameaça crescente. Estão associados a jovens imigrantes hispânicos de primeira e segunda geração, com forte presença observada em Madrid. O estudo indica que o aumento da população imigrante — um saldo positivo de 3,8 milhões de pessoas na última década — influenciou o aumento de muitas categorias de crimes graves. 
O relatório conclui apelando à regulamentação dos fluxos migratórios em Espanha e na Europa, citando a segurança pública como uma razão imperativa. Defende ainda o aumento dos recursos policiais e judiciais e penas mais severas para os crimes crescentes, de forma a preservar as baixas taxas de criminalidade em geral em Espanha.
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Fonte: https://rmx.news/article/imported-crime-foreigners-commit-500-more-rapes-than-spaniards-400-more-murders-according-to-new-study/

ESPANHA - AMNISTIA EM MASSA PARA MEIO MILHÃO DE IMIGRANTES ILEGAIS

O primeiro-ministro socialista de Espanha, Pedro Sánchez, que enfrenta dificuldades políticas, concordou com a Extrema-Esquerda em aprovar, por decreto real, uma amnistia em massa para cerca de 500 mil imigrantes ilegais, ignorando o parlamento e evitando qualquer votação vinculativa no Congresso.
A regularização extraordinária, negociada entre o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) de Sánchez e o partido de Extrema-Esquerda Podemos, deverá ser aprovada pelo Conselho de Ministros na Martes. Através de um decreto real, o governo pode impor a medida directamente, apesar de uma proposta quase idêntica estar parada no parlamento há mais de um ano por falta de apoio da maioria.
Nos termos do acordo, imigrantes ilegais que comprovarem estar em Espanha antes de 31 de Dezembro de 2025 e terem permanecido no país por pelo menos cinco meses terão direito a autorizações provisórias de residência e trabalho, desde que não tenham antecedentes criminais graves. Assim que o pedido for apresentado, qualquer processo de deportação ou retorno será suspenso. Se aprovado, o solicitante receberá uma autorização de residência com validade de um ano, renovável. O Podemos estima que mais de meio milhão de pessoas será beneficiado.
Figuras do Podemos celebraram abertamente a medida. Conforme citado pelo El País, Irene Montero, ex-ministra da Igualdade e agora eurodeputada, descreveu a amnistia como uma “medida urgente de justiça social” e afirmou que o seu partido garantiria que o processo fosse “rápido”. Ela alegou que a regularização era necessária para proteger os imigrantes daquilo que descreveu como “violência racista” e apresentou a política como a concessão de direitos a pessoas que alegadamente lhes são negados devido ao “racismo institucional”.
O governo argumenta que o decreto apenas oferece segurança jurídica para uma “realidade social existente”. Os críticos, no entanto, classificaram a medida como anti-democrática e catastrófica pela mensagem que transmite aos imigrantes ilegais que continuam a chegar em grande número.
A amnistia reflecte uma Iniciativa Legislativa Popular apoiada por mais de 700000 assinaturas, mas esta proposta está bloqueada no Congresso há mais de um ano por falta de apoio suficiente. Em vez de negociá-la ou abandoná-la, o executivo optou por aprová-la à força, sem supervisão parlamentar.
A decisão surge num contexto de explosão da imigração ilegal em Espanha. Segundo estimativas do think tank Funcas, citadas pelo jornal La Gaceta, o número de imigrantes indocumentados subiu de cerca de 107000 em 2017 para quase 840000 em 2025, um aumento de quase 685%. O Funcas estima que os imigrantes ilegais representam agora 17,2% da população estrangeira não pertencente à UE em Espanha. O think tank alerta que as regularizações em massa não reduzem a imigração ilegal se as práticas actuais de entrada e legalização se mantiverem.
Santiago Abascal, líder do partido de Direita espanhol Vox, escreveu no X: “500 mil ilegais! O tirano Sánchez odeia o Povo Espanhol. Quer substituí-lo. Por isso, pretende criar um factor de atracção por decreto, para acelerar a invasão. Isto tem de ser impedido. Repatriações, deportações e imigração.
O eurodeputado Hermann Tertsch, do partido Vox, que também é vice-presidente do grupo Patriotas pela Europa no Parlamento Europeu, acusou o governo de tentar importar eleitores, afirmando: "Estes criminosos querem trazer toda a África para ver se conseguem, pelo menos, comprar os votos daqueles que não falam Espanhol."
O analista de imigração Rubén Pulido também condenou a medida, chamando-lhe “um ataque directo à nossa segurança” que desencadearia um novo factor de atracção. “Regularizar meio milhão de imigrantes ilegais é recompensar a ilegalidade, conceder indulto àqueles que violam as nossas leis de imigração e afrontar aqueles que as respeitam”, afirmou.
Facilitar a imigração ilegal para a União Europeia através da Espanha tornou-se num grande negócio, com números recordes de chegadas às Ilhas Canárias nos últimos anos, e os críticos da medida de Sánchez argumentam que isto só incentivará mais pessoas a embarcarem na jornada.
Diversas redes de fraude foram descobertas nos últimos meses, ligadas a autorizações de residência falsas e casamentos de fachada para regularizar a situação de imigrantes ilegais, incluindo uma em Outubro do ano passado, na qual 12 pessoas foram presas por fabricar laços familiares falsos para legitimar a permanência de imigrantes ilegais.
A crise migratória em Espanha também se manifesta em questões de segurança pública, com estrangeiros a ser desproporcionalmente suspeitos de crimes. Em Novembro do ano passado, a Ertzaintza, a polícia autônoma do País Basco, revelou que 64% dos presos por crimes na região eram estrangeiros, incluindo 68% dos suspeitos de agressão sexual e roubo. Isto apesar de os imigrantes representarem apenas 14% da população basca.
Em Dezembro, um relatório do Observatório Demográfico CEU-CEFAS, intitulado “Demografia do Crime em Espanha, constatou que os estrangeiros, que representam 31% da população carcerária espanhola, cometem per capita 500% mais estupros e 414% mais homicídios do que os cidadãos espanhóis. As taxas mais elevadas são observadas entre árabes e «latinos», muitos dos quais oriundos de países da América do Sul conhecidos pelos seus altíssimos índices de criminalidade.
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Fonte: https://rmx.news/article/spanish-nationalists-rage-as-socialist-sanchez-agrees-mass-amnesty-for-500000-illegal-immigrants-by-royal-decree-bypassing-parliament/

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Tomei a iniciativa de colocar aspas sem itálico na palavra «latinos», que aquilo não são latinos e sim latino-americanos, ou, mais concretamente, e na maioria dos casos, mestiços da América Latina, conforme aqui se vê neste mapa, sacado de algures e feito com base não sei em quê, mas parece credível:
Quanto ao cerne do artigo, pode bem servir de preparação para o que pode vir a acontecer noutros países da Europa, Portugal incluído. Por cá, é só o Chega perder um bocadito de terreno para vir aí uma obscenidade destas por parte da Extrema-Esquerda, que eventualmente pode já estar por tudo para encher a Europa de alógenos, enquanto a «Direitinha» pode eventualmente fazer o frete de fingir que contém a imigração a ver se o «povinho» não vota tantas vezes na Ultra-Direita...

 

IRÃO - DEZENAS DE MILHARES DE IRANIANOS ASSASSINADOS PELO REGIME DOS AIATOLAS


O que se passa no campo espiritual - o Irão ariano diante do Islão




O que se passa no plano material - massacre do Povo Iraniano em revolta contra as autoridades totalitárias islamistas.

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O gordo loiro que se despache com o porta-aviões que supostamente vai a caminho do Irão...

SUÉCIA - IDADE DE RESPONSABILIDADE PENAL DESCERÁ PARA OS 13 ANOS DE IDADE

O governo sueco dará prosseguimento a uma proposta para reduzir temporariamente a idade de responsabilidade penal para 13 anos nos crimes mais graves, anunciou na Lues o ministro da Justiça, Gunnar Strömmer, apesar da forte oposição de diversas organizações durante o período de consulta.
A proposta, apoiada pelos partidos Tidö, teria vigência de cinco anos e representa uma mudança significativa em relação ao sistema actual da Suécia, no qual a idade de responsabilidade penal é de 15 anos. Um total de 126 autoridades e organizações foram consultadas durante o processo legislativo, e a maioria expressou críticas ou oposição directa.
Apesar disso, o governo optou por prosseguir. "As mudanças que estamos a implementar agora são desejáveis ​​e necessárias", disse Strömmer em conferência de imprensa, conforme citado pelo Aftonbladet. Ele argumentou que a medida deve ser ponderada em relação ao que descreveu como a realidade de um número crescente de crimes violentos graves cometidos por jovens infractores. "Trata-se de proteger a sociedade", afirmou, acrescentando que, embora atribuísse "grande valor" aos riscos identificados pelos órgãos de consulta, o governo acreditava que era preciso agir.
Em publicação no Instagram, o Partido Moderado de Strömmer escreveu: “52 crianças menores de 15 anos foram processadas por homicídio ou tentativa de homicídio no ano passado. Um número estarrecedor e doloroso. Não devia ser assim na nossa sociedade. Uma coisa é certa: se continuarmos como temos feito até agora, as coisas continuarão como estão. E não há alternativa. Portanto, a sociedade precisa de encontrar uma maneira melhor de lidar com os jovens de 13 e 14 anos que cometem os crimes mais graves, como homicídio e tentativa de homicídio.”
O Serviço Penitenciário e de Liberdade Condicional da Suécia opôs-se à proposta em princípio, assim como muitos procuradores públicos. Na sua resposta à consulta pública em Novembro passado, a autoridade alertou que encarcerar crianças de apenas 13 anos poderia ter graves consequências negativas. 
Juntamente com a proposta de reduzir a idade de responsabilidade penal, os partidos do Tidö também querem abolir o chamado desconto para jovens nas penas. Com esta mudança, todos com mais de 18 anos seriam julgados como adultos. "Se você é adulto e comete um crime, também deve ser punido como adulto", disse a deputada democrata-cristã Camilla Brodin em conferência de imprensa.
As propostas surgem durante a crescente pressão política sobre a violência juvenil na Suécia. Nos últimos anos, as autoridades têm relatado que redes criminosas organizadas recrutam cada vez mais menores para cometer crimes violentos graves, explorando o fato de que eles não podem ser presos de acordo com a legislação actual.
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Fonte: https://rmx.news/article/swedish-government-moves-to-lower-age-of-criminal-responsibility-to-13-despite-widespread-criticism/

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Donde serão estes jovens agressores, donde serão eles... tratar-se do retorno dos vikings, ou estes «vikings» são um bocado mais escuros, encarapinhados/atoalhados e meridionais?...


ALEMANHA - PAI DE RAPARIGA ASSASSINADA À FACADA POR ÁRABE RECORDA A TRAGÉDIA E DIZ QUE NÃO SE TRATA DE CASO ISOLADO: «OS AGRESSORES SÃO SEMPRE OS MESMOS E SEMPRE COM A MESMA ARMA E SEMPRE PELO MESMO MOTIVO»

A 25 de Janeiro de 2023, a vida de Michael Kyrath foi irremediavelmente destruída. Um polícia chegou ao seu consultório para lhe dar a notícia impensável: a sua filha de 17 anos, Ann-Marie, tinha sido esfaqueada até à morte num comboio regional perto de Brokstedt. Ela foi morta juntamente com o seu namorado de 19 anos, Danny, por um palestiniano apátrida que tinha sido libertado da custódia apenas alguns dias antes, apesar de um histórico de crimes violentos. Desde aquele dia, Kyrath emergiu como uma voz assombrosamente eloquente no cenário político alemão — não como um ideólogo partidário, mas como um pai que exige responsabilidade a um sistema que, na sua opinião, está a falhar com os seus cidadãos, inclusivamente em relação à imigração: “As pessoas falam sempre destes casos como incidentes isolados e lamentáveis. Mas estamos em contacto com mais de mil famílias que perderam entes queridos em crimes violentos nos últimos anos. O perfil do agressor é sempre o mesmo. Quase sempre a mesma arma. Quase sempre a mesma sequência de eventos. Os motivos são sempre os mesmos. E são sempre as mesmas platitudes dos mesmos políticos que, depois de um acto desses, choram copiosamente diante das câmaras. E então nada acontece”, disse ele ao jornal FAZ em nova entrevista.
Ao mesmo tempo, tornou-se numa voz para milhares de vítimas, fazendo aparições regulares na televisão alemã e falando com veículos de comunicação. Afirma estar em contacto com mais de mil famílias e diz que são sempre os mesmos agressores, sempre a mesma arma, e depois as mesmas promessas vazias dos políticos, repetidas vezes.
As críticas de Kyrath à política migratória alemã têm origem nas falhas específicas que levaram à morte da sua filha. O agressor, Ibrahim A., tinha antecedentes criminais que remontavam a 2016, incluindo múltiplos ataques com faca. Devido a falhas burocráticas, esses crimes nunca foram devidamente comunicados ao Escritório Federal para Migração e Refugiados (BAMF): «Em 2014, ele chegou à Alemanha via Turquia. O seu pedido de asilo foi negado, mas ele recebeu protecção subsidiária. Usou drogas e meteu-se no crime. Em 2016, feriu um homem com um objecto cortante em Bad Münstereifel. O Ministério Público de Bonn não comunicou o crime ao Escritório Federal para Migração e Refugiados (BAMF). Em 2022, Ibrahim A. esfaqueou um homem em Hamburgo e, dois dias depois, golpeou outra vítima na nuca com o cabo de uma faca. Foi mantido sob custódia, comparou-se ao agressor da Breitscheidplatz e, mais uma vez, o Escritório Federal para Migração e Refugiados (BAMF) foi mantido no escuro. A 19 de Janeiro de 2023, foi libertado, apesar de apresentar distúrbios psicológicos extremos. Poucos dias depois, esfaqueou pessoas indiscriminadamente no comboio perto de Brokstedt. Em 2024, foi condenado a prisão perpétua, e o tribunal determinou que o crime foi particularmente hediondo.»
No entanto, Kyrath rejeita a tendência do governo de classificar estas violências como anomalias estatísticas ou os chamados “casos isolados”. Por meio do seu trabalho de defesa, conectou-se com mais de 1000 famílias que sofreram destinos semelhantes. Critica especialmente os políticos que continuam "a repetir os seus mantras" após mais um assassínio: "Então nada acontece. Duas, três, quatro semanas depois, com o próximo incidente, os políticos estão de volta, a recitar o mesmo mantra. Qualquer pessoa que trabalhe sabe o ónus da prova que recai sobre nós", disse Kyrath.
A frustração de Kyrath estende-se à própria filosofia da integração alemã. Ele argumenta que a abordagem actual — alojar imigrantes em vilas de contentores com subsídios, mas pouca supervisão ou educação cultural — é um fracasso moral tanto para os recém-chegados quanto para a sociedade anfitriã. “Há pessoas a circular neste país cujas origens não conhecemos. Não sabemos se elas estão dispostas a aceitar o nosso modo de vida. E então amontoamo-las em vilas de contentores, damos-lhes uma mesada e achamos que isso é integração”, diz Kyrath. “Isso não tem nada a ver com Cristianismo ou integração, mas apenas satisfaz a auto-estima moral de uma casta mimada, ideologicamente determinada e desconectada da realidade.”
Ele usa uma analogia doméstica simples para explicar a sobrecarga na infraestrutura alemã: "Eu consigo acomodar uma ou duas pessoas em minha casa. Mas se, de repente, 30 pessoas estiverem na minha sala de estar, aí sim terei um problema sério."
Kyrath também aborda a realidade mutável da vida pública alemã, observando que a liberdade de que desfrutou na juventude, na década de 1980, desapareceu por trás de postos de controle de segurança e barreiras de concreto em mercados de Natal. Ele defende políticos como o chanceler Friedrich Merz, que apontaram essas mudanças, apesar da reacção negativa que tais comentários costumam receber.
Em relação ao clima político, Kyrath critica particularmente a estratégia de "firewall" (Brandmauer) usada pelos partidos tradicionais para excluir do discurso vozes de Direita, nomeadamente a Alternativa para a Alemanha (AfD): “Acho que estão a fazer muito trabalho superficial, mas muitos problemas não estão a ser abordados adequadamente. É preciso uma ruptura total quando se trata de imigração. Mas ninguém está a tomar a iniciativa. Sou democrata de corpo e alma. Falo com todos os partidos, sem excepção. É por isso que acredito que uma barreira de protecção é algo para pessoas estúpidas que não se conseguem defender com argumentos. Vivemos em democracia e o aqui interessa são os argumentos. Mas, nos últimos anos, esquecemo-nos de como ter um debate bom e construtivo. Tudo o que restou foi estigmatização, polémicas e levar tudo para o lado pessoal”, disse ele.
Kyrath também afirmou que a população se sentiria atraída por um número cada vez maior de partidos considerados “radicais”, porque os políticos tradicionais parecem incapazes de abordar as questões centrais. Aqueles que as levantam são ostracizados política e socialmente.
“Fundamentalmente, percebemos nos últimos anos que as coisas não melhoraram para nós, cidadãos, independentemente de quem esteja no poder. Tudo está a ficar mais caro, e os partidos antes pacifistas estão-nos a conduzir à guerra. E qualquer pessoa que ouse manifestar-se é imediatamente estigmatizada e silenciada, eliminando assim qualquer discurso democrático que possa ser desesperadamente necessário.”
Além da crítica política, Kyrath concentra-se em construir uma rede de apoio para as vítimas. Destaca a "bolha" de trauma que se segue a um assassínio, onde as famílias ficam soterradas em burocracia e custos funerários — muitas vezes superiores a 25000 euros — sem assistência do Estado: “Quando o seu filho é assassinado, você fica isolado do mundo durante as primeiras quatro semanas. Você não tem absolutamente nenhuma ideia do que está a acontecer”, diz ele. Ele quer criar um sistema onde as vítimas sejam protegidas da imprensa e amparadas durante o período de devastação financeira e emocional do primeiro ano. Para Michael Kyrath, o objectivo é simples, mas profundo: garantir que o "silêncio matinal" vivenciado por famílias como a dele não seja ignorado pelas pessoas que têm o poder de impedi-lo.
Para a família Kyrath, a tragédia resultou numa casa que, ao mesmo tempo, é silenciosa demais e inesperadamente cheia. Ann-Marie era filha única, e Kyrath descreve o “silêncio da manhã” como a parte mais difícil do seu dia. No entanto, todas as Mércores, a casa enche-se dos amigos de Ann-Marie, a quem agora chamam “enteados”. “Alguns ainda estão na escola, outros em cursos profissionalizantes… Jogamos, assistimos a filmes, vamos jogar minigolfe ou visitamos o túmulo da Ann-Marie”, explica Kyrath. “Julian, que era o melhor amigo da Ann-Marie, disse uma vez: 'Há muitas coisas que vocês infelizmente já não poderão vivenciar com a Ann-Marie, mas vamos garantir que vocês as vivenciem connosco.' Achei isso maravilhoso; emocionou-me muito.”
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Fonte: https://rmx.news/article/its-always-the-same-perpetrator-profile-its-almost-always-the-same-weapon-he-lost-his-daughter-to-a-violent-migrant-murderer-but-he-says-he-is-one-of-many/

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Mais duas vidas europeias cujo sangue está nas mãos da elite que impinge imigração do 3º mundo aos Europeus - sangue que talvez um dia seja cobrado e com juros se/quando os responsáveis da iminvasão e da não deportação de criminosos alógenos possam ser sujeitos a julgamento sumário em tribunal popular.