quarta-feira, agosto 26, 2026

«TUGA» ANGOLANO ATROPELA EM OURA

O presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, diz “estavam baias a obstruir o acesso à Rua da Oura”, onde, na madrugada desta Martes, várias pessoas foram atropeladas"O condutor com cartão de cidadão português, de origem angolana, terá conseguido ultrapassar as barreiras colocadas pelas autoridades para impedir a circulação automóvel naquela zona", diz o autarca à RenascençaDe acordo com o autarca, o veículo envolvido "passou por cima do passeio” e, já na Rua da Oura, foi interceptado por dois militares da GNR: "O condutor desrespeitou por completo esses guardas e acabou por circular naquela rua, desrespeitando também a polícia de intervenção que lá estava." 
Rui Cristina diz que a autarquia de Albufeira tem como “prioridade absoluta acompanhar, antes de mais, o estado da saúde das vítimas e garantir-lhes todo o apoio possível”.
O autarca adiantou ainda que, para já, não são conhecidas outras motivações para o incidente além do consumo de álcool. Foi realizado um teste de estupefacientes, estando ainda os resultados a aguardar confirmação.
Questionado sobre a necessidade de reforçar a segurança numa das zonas mais movimentadas de Albufeira, Rui Cristina lembrou que o local já dispõe de um dispositivo reforçado durante o Verão: “Esta zona já tem um reforço bastante forte”, afirmou, referindo o reforço policial recebido durante o Verão e o programa municipal “Noite Segura”, que inclui patrulhamento na Rua da Oura.
Segundo o autarca, no local estavam ainda polícia de intervenção, barreiras de segurança, Cruz Vermelha e bombeiros. “E mesmo assim aconteceu isto. Vamos ter que reavaliar o que é que se poderá mais fazer para que este tipo de situação não aconteça”, disse.
De acordo com a informação transmitida pelo presidente da Câmara, 10 dos feridos serão portugueses e dois serão estrangeiros, turistas.
Rui Cristina reconhece que um incidente desta natureza pode ter impacto na imagem turística de Albufeira, mas considera tratar-se de “um caso pontual”: “Já sabe que benéfico não será, mas eu acho que este é um caso pontual e que tudo nós faremos para que não volte a acontecer”, afirmou.
Até ao momento, não há indicação de que o número de vítimas seja superior às 12 pessoas inicialmente identificadas. Uma delas encontra-se em estado grave.
O condutor, "com nacionalidade portuguesa e de origem angolana", de acordo com o presidente da Câmara de Albufeira, foi detido pelas autoridades e apresentava uma taxa de alcoolemia de 1,29 g/l.
*
Fonte: https://rr.pt/noticia/amp/pais/2026/08/25/atropelamento-na-oura-camara-de-albufeira-quer-reavaliar-seguranca-na-zona/482929/?fbclid=IwY2xjawT7NXlwZG9mBWV4dG4DYWVtAjExAGJyaWQRMDZHZjA2amxBb1E1UFRDd1RzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeqEkXciOwravq3N_KfUuY9VDwwVmkVa0XIqdD3w52QCsrAZZuF8LmCuABprc_aem_tbV5_zHlcRmBNo14GytzzA

* * *

Saudações à Rádio Renascença por deixar saber que o atropelador é angolano...
É uma coincidência curiosa que esteja a viver em Inglaterra. Já houve pelo menos seis afros que, da zona de Sintra, foram viver para território inglês, onde depois se radicalizaram em mesquitas, seguidamente marcharam para o califado (um deles foi apanhado antes de o conseguir fazer).
Este de Oura é pelo menos o sétimo afro de Sintra que vai para Inglaterra e comete crimes violentos.
A diferença mais visível entre o atropelador angolano e estes seis terroristas muçulmanos africanos é que o que atropelou em Oura estava alegadamente alcoolizado, enquanto os muçulmanos não bebem álcool, em princípio...

A própria situação de atropelamento cometido por indivíduo alcoolizado também dá que pensar. Portugal tem desde sempre uma considerável taxa de alcoolismo, é o décimo país da Europa com mais alcoólicos; é também um país onde há muita sinistralidade rodoviária - agora, quantos casos de atropelamento em massa se registaram em território português ao longo de todo este tempo? 


terça-feira, agosto 25, 2026

BATALHA DO GOLFO DE OMÃ - VITÓRIA PORTUGUESA CONTRA O IMPÉRIO OTOMANO EM 1554


O ataque português à armada turca, de acordo com o Livro de Lisuarte de Abreu

No ano de 1546 os Turcos haviam conquistado aos Persas a cidade de Baçorá. Provavelmente com a intenção de estabelecer comunicações por mar entre o mar Vermelho e aquela cidade, Solimão, O Magnífico, em Julho de 1552 enviou uma armada de vinte e cinco galés para o golfo Pérsico que, aparecendo de surpresa em Ormuz ocupou a cidade, obrigando os portugueses a refugiarem-se na fortaleza. Saqueada a cidade, os navios turcos tomaram o rumo de Baçorá. 
Por essa altura o poder naval português no Índico estava no zénite. Ao saber da presença de uma armada turca no golfo Pérsico, o vice-rei D. Afonso de Noronha organizou à pressa uma armada, de que assumiu pessoalmente o comando, constituída por trinta galeões e caravelas, acompanhados por setenta navios de remo, onde iam embarcados mais de três mil portugueses. Porém, ao chegar a Diu, sendo informado de que os turcos já tinham deixado Ormuz, regressou a Goa destacando para aquela cidade o seu sobrinho D. Antão de Noronha com cinco galeões, sete caravelas e vinte fustas.
Em fins de Janeiro do ano seguinte o capitão-mor da armada turca, o célebre corsário e cartógrafo Piri-Reis, decidiu regressar ao mar Vermelho com três das suas galés carregadas com o despojo do saque de Ormuz. Tendo perdido uma delas por encalhe, conseguiu iludir a vigilância dos navios portugueses e chegar a salvo a Judá. Entretanto D. Afonso de Noronha enviara para a boca do mar Vermelho uma outra armada que, nesse ano, impediu a passagem das «naus de Meca» para o oceano Índico. 
A reacção dos Portugueses com forças esmagadoras levou Solimão a rever a sua estratégia e a dar ordem para que quinze das suas galés que estavam em Baçorá regressassem ao mar Vermelho. 
Em meados de Agosto de 1553 essas quinze galés fizeram uma primeira tentativa para passar o estreito de Ormuz mas foram interceptadas pela armada portuguesa e, depois de uma batalha que durou várias horas, obrigadas a retroceder. 
Em Agosto do ano seguinte as quinze galés turcas voltaram a fazer-se ao mar e com grande habilidade conseguiram escapar à armada portuguesa que as esperava no cabo Mussandão. Mas alguns dias depois voltaram a ser interceptadas no golfo de Omã, um pouco a norte de Mascate, pela armada de D. Antão de Noronha. 
Após um curto combate com as caravelas portuguesas, seis galés foram tomadas. As outras nove, não tendo vento para regressar ao Mar Vermelho, escaparam-se para golfo de Cambaia perseguidas pelas nossas caravelas. Sendo alcançadas já com a costa indiana à vista, duas delas, que iam mais atrasadas, foram obrigadas a varar em terra onde se desfizeram. As restantes sete conseguiram refugiar-se em Surrate. 
Ao ter conhecimento da sua presença naquela cidade o vice-rei D. Pedro de Mascarenhas, que sucedera a D. Afonso de Noronha, despachou para lá uma armada de dois galeões e trinta navios de remo com ordem para exigir do governador de Surrate a entrega dos Turcos e das galés nos termos do tratado de paz que vigorava ente o reino de Cambaia e o Estado Português da Índia. Replicou aquele que os turcos já se tinham metido pela terra dentro e não era fácil localizá-los.
Quanto às galés disse que não lhe convinha entregá-las nem queimá-las para evitar represálias sobre as naus de Cambaia que iam ao mar Vermelho. Em contrapartida prontificou-se a mandá-las cortar em três partes por forma a ficarem inutilizadas. Posto ao corrente da situação, o Vice-Rei concordou com a proposta do governador de Surrate e as sete galés turcas, na presença dos capitães portugueses, foram serradas cada uma delas em seis partes. 
E assim, das vinte e cinco galés que Solimão enviou para o golfo Pérsico em 1552, seis foram perdidas em combate, sete foram internadas em Surrate e posteriormente destruídas, três perderam-se por encalhe, duas regressaram ao mar Vermelho e sete ficaram no Shatt al-Arab onde nada fizeram de especial. Duas delas foram queimadas pelos Persas por volta de 1555 e outras duas capturadas pelos Portugueses em Barém, em 1559. 
Seja ou não pura coincidência, a batalha do golfo de Omã marca o fim da expansão do Império Otomano para Leste.
-
Marinha 2009, todos os direitos reservados
*
Fonte: https://groups.google.com/forum/#!topic/tradicional/8iOouIETpBw

* * *

Não deixa de ser estranho que no ensino em Portugal pouco ou nada se fale das guerras Luso-Otomanas, cujo final foi de valor indefinido mas que acabaram por limitar a expansão otomana, levando o império dos Turcos a evitar o confronto directo com as forças lusas, preferindo apoiar o sultanato de Aceh, inimigo de Portugal, enquanto por seu turno os Portugueses passaram a desenvolver bons contactos comerciais e diplomáticos com a Pérsia dos Safávidas, inimiga da hoste turca. É toda uma página da intervenção de Portugal contra um poderio oriental que passa em quase total silêncio cá pelo burgo.

ONU - GUTERRES ACENDEU UM FACHO ETERNO A UM LÍDER TERRORISTA DO HAMAS QUE TRABALHAVA NA ONU

O director executivo da UN Watch, Hillel Neuer, está a pedir ao secretário-geral da ONU, António Guterres, e à presidente da Assembleia Geral da ONU, Annalena Baerbock, que retirem a homenagem prestada a Imad El Samhouri, professor e director de escola de longa data da UNRWA, recentemente exposto como comandante de campo do Hamas. Clique aqui para ver fotos e vídeos. Em cerimónia memorial da ONU a 8 de Junho de 2026, ambos os funcionários ajudaram a acender uma chama eterna em homenagem aos funcionários da ONU falecidos em serviço, com o nome de El Samhouri a ser lido em voz alta diante deles.
Segundo um vídeo de um mártir do Hamas, El Samhouri serviu como comandante de campo no Batalhão Muhammad al-Shamali das Brigadas Al-Qassam do Hamas. As imagens mostram-no emergindo de túneis terroristas e declarando que a jihad era o caminho que tinha escolhido. O histórico de El Samhour nas redes sociais, que estava disponível publicamente, também documentou laços estreitos com autoridades do Hamas, glorificação do terrorismo e o uso de escolas da UNRWA para receber figuras do Hamas e direccionar estudantes para organizações ligadas ao Hamas.
Na carta aberta abaixo, Neuer exige uma investigação independente sobre como um comandante do Hamas foi autorizado a administrar escolas da UNRWA por mais de uma década — e quem dentro da agência sabia ou deveria saber. Ele também pede que Guterres e Baerbock peçam desculpas às vítimas do Hamas, divulguem os nomes de todos os funcionários da UNRWA que tenham ligações ao terrorismo e responsabilizem os supervisores e altos funcionários envolvidos.

Prezado Secretário-Geral António Guterres,
Prezada Presidente da Assembleia Geral da ONU, Annalena Baerbock,

Desculpar-se-ão por terem acendido uma pira olímpica em recente cerimónia da ONU em homenagem a um comandante terrorista do Hamas perante o mundo?
Reconhecerão finalmente que a UNRWA simplesmente não quer ou não consegue erradicar os terroristas que tomaram conta das suas escolas?
A 8 de Junho de 2026, no aniversário de um ano da morte do professor da UNRWA, Imad El Samhouri, vocês acenderam uma chama eterna para “prestar homenagem” à sua memória e à de outros “membros da família” da ONU. (O nome dele foi lido em voz alta à frente de vocês dois, aos 27:45 deste vídeo, como pode ser visto aqui.) 
Mas El Samhouri não era apenas professor e director em várias escolas da UNRWA. Ele era um comandante militar da organização terrorista Hamas, visto com granadas, metralhadoras e entrando e saindo de túneis terroristasAo usar o uniforme de educador da UNRWA, o seu colega levou funcionários do Hamas às escolas da UNRWA para discursar aos alunos e presidir a cerimónias. Ele usou as suas escolas para recrutar "talentos" para clubes ligados ao Hamas.
Uma rápida olhadela às redes sociais do seu colega — fotos dele com membros do Hamas, postagens a glorificar o sequestro e assassínio de judeus — mostra que ele estava-se a esconder à vista de todos. Funcionários e colegas da UNRWA sabiam disso.
De acordo com um vídeo de mártir publicado recentemente, o Hamas confirmou que o colega da ONU que vocês homenagearam — como "caído em serviço" — detinha a patente de Comandante de Campo do Hamas no Batalhão Muhammad al-Shamali da Brigada Al-Qassam Rafah. O professor e director da UNRWA que vocês homenagearam aparece no vídeo declarando que "Morrer pela causa de Alá é anossa maior aspiração".
Excelências, não é isto a antítese completa dos valores da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que consagra o direito à vida? 
A pessoa que actuou como professor e director da ONU em várias escolas de Gaza por mais de uma década disse: "Escolhemos a Jihad como o nosso caminho".
Excelências, não é isto uma traição à Carta das Nações Unidas, cujo preâmbulo nos exorta a “praticar a tolerância e viver juntos em paz”?O professor da UNRWA a quem vocês acenderam a chama eterna diz: “Louvado seja Alá pelos túneis… o inimigo sionista jamais imaginou que emergiríamos de debaixo da terra, dos escombros.”
Excelências, quantos professores da UNRWA precisam de sair dos túneis do Hamas antes que vocês admitam que os terroristas não estão apenas em baixo das escolas da UNRWA, mas sim dentro delas?
Excelências, se um director de escola infantil da UNRWA saindo de túneis do Hamas não os compelir a confrontar a infiltração terrorista na agência, o que possivelmente o fará?
Secretário-Geral Guterres, devo lembrar-lhe: o senhor não só homenageou este professor da UNRWA com a chama eterna, como também afirmou que foi “o privilégio da minha vida” trabalhar ao lado de pessoas como ele; que o senhor “se compromete a dar continuidade ao seu trabalho”; que pessoas como El Samhouri “tornaram o nosso mundo um lugar melhor”.
Agora que o homem que você elogiou foi exposto como comandante de campo do Hamas, mantém você o que disse? O trabalho de Imad El Samhouri — a jihad, os túneis terroristas, a doutrinação de crianças — é o trabalho que você pretende levar adiante?
Você irá retirar a sua homenagem, pedir desculpas às vítimas do Hamas e ordenar uma investigação independente sobre como um comandante terrorista pôde administrar escolas da UNRWA por mais de uma década?
Senhor Secretário-Geral, o senhor responsabilizará — inclusive apoiando processos criminais por acusações de apoio material ao terrorismo — todos os colegas, supervisores e altos funcionários cúmplices da UNRWA, incluindo Philippe Lazzarini?
Presidente Baerbock, esta pergunta também se dirige à senhora. Durante os anos em que a senhora foi Ministra das Relações Exteriores da Alemanha, o seu governo forneceu à UNRWA 570 milhões de euros (620 milhões de dólares). A Alemanha foi um dos maiores doadores da agência. Senhora Presidente, depois de destinar quase 570 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes alemães à UNRWA, como é que a senhora não descobriu que um dos directores de escola de longa data da agência — que fazia parte de uma rede de mais de 400 outros funcionários da UNRWA — estava abertamente envolvido com o Hamas? Nos nossos relatórios do UN Watch, alertámos o seu governo diversas vezes. Porque retomaram vocês o financiamento da UNRWA antes de exigir uma responsabilização genuína pela infiltração terrorista na agência?
Reconhecerá você agora que as garantias da Alemanha sobre a supervisão da UNRWA estavam catastroficamente erradas?
Desculpar-se-á você por participar na homenagem ao comandante do Hamas que o seu governo ajudou a contratar?
Excelências, estejam cientes de que escreveremos aos ministros das Relações Exteriores de todos os doadores da UNRWA — incluindo a União Europeia (que doou US$134 milhões à UNRWA no ano passado), Alemanha (US$119 milhões), Espanha (US$38 milhões), Noruega (US$38 milhões), França (US$31 milhões), Irlanda (US$21 milhões), Dinamarca (US$21 milhões), Suíça (US$17 milhões), Holanda (US$16 milhões), Luxemburgo (US$16 milhões) e Bélgica (US$13 milhões) — para instar os seus governos a cessarem o financiamento de terroristas do Hamas que actuam como professores e directores de escolas da UNRWA, os quais ensinam ódio e jihad a crianças palestinianas.
Instamos o senhor a retirar a homenagem a Imad El Samhouri, a pedir desculpas às vítimas do Hamas, a encomendar uma investigação verdadeiramente independente e a divulgar a identidade de todos os funcionários da UNRWA que tenham ligações com o terrorismo, bem como de todos os supervisores e altos funcionários que sabiam ou deveriam saber.
Não pode haver imunidade, impunidade ou chama eterna para terroristas que se infiltram nas Nações Unidas.

Atenciosamente,
Hillel C. Neuer
Observatório das Nações Unidas
Genebra, Suíça

-

Transcrição do vídeo de El Samhouri sobre os mártires do Hamas:
[Canção] Ó homens livres marchando para Jerusalém, quem é como vocês, ó povo de sacrifício? Ó procissão dos puros, ó mártires dentre o nosso nobre povo. Com amor e saudações, Heróis do Dilúvio.
Samhouri: “Este é o caminho para a libertação e a vitória gloriosa; nós trilhamo-lo com o nosso sangue e avançamos com resistência inabalável.”
Uma jornada matinal ou vespertina pela causa de Allah é melhor do que este mundo e tudo o que ele contém. O chamado às armas ressoou nos corações dos fiéis e eles atenderam ao chamado. Allah é o Maior. Eis-me aqui por ti, ó Cidade Sagrada. Eis-me aqui, ó local da jornada nocturna do Mensageiro de Allah.
Eis-me aqui por ti, ó amada Palestina. Os sóis dos meus amados puseram-se; eles desmontaram e partiram. Nós prosseguimos na nossa jihad, os nossos corações ansiando por Al-Quds Al-Sharif, os nossos olhos fixos nos nossos heróicos prisioneiros e a situação dos refugiados viva nos nossos corações.
Escolhemos a jihad como nosso caminho; o nosso hino é que a morte pela causa de Alá é a nossa maior aspiração, e a nossa determinação não vacilará, não importa quão longa seja a jornada ou quão grandes sejam os sacrifícios. A nossa dor é profunda — portanto, tenha paciência.
Eles estavam aqui; estávamos juntos, mas eles partiram deste lugar. Louvado seja Alá, Senhor dos Mundos, que nos honrou com os túneis e os tornou um meio de resistência, um meio pelo qual o inimigo sionista jamais imaginaria que emergiríamos de debaixo da terra, de debaixo dos escombros, de entre as casas demolidas.
Com o meu coração, a minha alma e a minha consciência, meus irmãos, eu choro por vocês. Eu vejo-os, camada sobre camada, ó nosso refúgio.
Companheiros na jornada de Alá nesta vida, vocês são o nosso orgulho. A minha família e os meus irmãos, por Alá, amo-os com um amor que só Alá conhece; mas este é o chamado, o chamado para a jihad, ao qual os profetas, os justos e os mártires atenderam e que, com seu sangue, traçaram o caminho para nós.
Em conclusão, presto testemunho perante Allah, o Exaltado e Glorioso, que perdoei a todos os que me ofenderam, mesmo que com uma única palavra. Meus irmãos, este testamento foi escrito na terça-feira, 11 de Dezembro de 2007.
Este não foi o meu primeiro testamento — talvez tenha sido o segundo ou terceiro, em 2007, às 16h25. E enquanto partes, meu coração, antes desolado, agora estás em paz. Seu irmão, um mártir vivo, se Deus quiser: Abu Yusuf, Imad Yusuf al-Samhouri.
Os sóis dos meus amados puseram-se; eles desmontaram e partiram. E o meu coração, antes desolado, agora encontrou consolo.

*

Fontes:
https://unwatch.org/un-leaders-lit-an-eternal-flame-for-a-hamas-commander/
https://jihadwatch.org/2026/08/un-top-dog-antonio-guterres-light-eternal-flame-in-tribute-to-hamas-commander

* * *

É a total impunidade do esquerdalhame, tendo como principal suporte uma «imprensa livre», os grandessíssimos mé(r)dia, que nem piam sobre mais este escândalo da ONU, pelo menos os de cá nem uma palavra disseram, que eu tenha notado.
Imagine-se agora o que era se Trump acendesse uma vela, uma velita, nem era preciso que fosse um facho - ainda lhe chamavam «fachista!», que ainda seria pior que «fascista»... - ora então imagine-se que o presidente dos EUA acendia uma pequena vela a um líder do KKK, por exemplo, ou a um comandante das SS, quantos Carmos e Trindades não cairiam por aí...



MÉDICA E ENFERMEIRA AGREDIDAS POR BRASUCA

Uma médica e uma enfermeira foram agredidas com violência, na passada quinta-feira, em pleno horário de atendimento na Extensão de Saúde de Vila Nova de Milfontes, no concelho de Odemira. 
A agressão aconteceu quando uma utente invadiu as instalações e, por motivos que estão ainda sob investigação, atacou a médica de serviço com grande violência. Ao tentar travar as agressões e proteger a colega, uma enfermeira acabou por ser também agredida. Devido aos ferimentos sofridos, ambas as profissionais tiveram de ser transportadas para o serviço de urgência do Centro de Saúde de Odemira, onde receberam tratamento médico.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) de Vila Nova de Milfontes foi acionada de imediato e identificou a agressora, uma mulher de nacionalidade brasileira residente na localidade.
Segundo testemunhas no local, a suspeita já vinha a proferir ameaças verbais contra as administrativas, enfermeiras e médicas daquela unidade de saúde ao longo dos últimos meses.
Na sequência deste episódio, e por motivos de segurança, o funcionamento do posto de saúde sofreu alterações drásticas: o atendimento geral ao público passa a ser efectuado através de uma janela, ficando a entrada no edifício estritamente reservada a utentes com consulta previamente agendada.
Em comunicado enviado ao Correio da Manhã, a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA) confirmou a ocorrência e garantiu que "foram imediatamente desencadeadas as diligências adequadas, estando a situação a ser acompanhada pelos serviços competentes da instituição".
A ULSLA reiterou ainda o seu compromisso com "a segurança dos seus profissionais e utentes", sublinhando a urgência de "promover um ambiente de respeito e confiança em todas as suas unidades".
*
Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/medica-e-enfermeira-violentamente-agredidas-por-utente-em-vila-nova-de-milfontes

* * *

Ai já andava a ameaçar o pessoal médico... mas nenhuma autoridade foi ter com ela, uma vez que ameaçar é contra a lei (ou já não é?)... claro que convidá-la a sair imediatamente do País depois disso estaria fora de questão numa sociedade dirigida por uma elite nada saudável, mas pelo menos punham-na de sobreaviso e rédea curta... mas não...
Resta saber como será punida, se é que não fica impune...

segunda-feira, agosto 24, 2026

24 DE AGOSTO - DIA DE INDEPENDÊNCIA DA UCRÂNIA


Uma saudação à Nação Ucraniana, irmã das demais Nações Europeias, que agora luta pela sua soberania contra um império meio asiático e multirracial.
A Nação de Kyiv, uma das mais antigas da Europa eslava, merece a solidariedade de todos os nacionalistas coerentes, na verdade de todos os europeus que respeitem o primado da Nação e da Liberdade.
SLAVA UKRAYINI

sexta-feira, agosto 21, 2026

PADEIRA SEQUESTRADA E VIOLADA POR «««JOVEM»»» DE QUARENTA ANOS




Mais um detalhe daqueles que não se noticia nos grandessíssimos mé(r)dia, feitos por lacaios saídos das universidades controladas pelas elites, mas que a imprensa local, feita eventualmente por gente do «povinho», deixa o povo saber.

quarta-feira, agosto 19, 2026

ESCOLHA FÁCIL ALGURES NA AMÉRICA - E EM TODO O OCIDENTE


FRANÇA - PALESTINIANO AGRIDE SEXUALMENTE UMA MIÚDA DE QUINZE ANOS


Após um julgamento, um palestiniano de 29 anos foi condenado por abusar sexualmente de uma menina de 15 anos num autocarro na cidade francesa de Toulouse. A menina, chamada Clara para proteger a sua identidade, chorou abertamente no tribunal enquanto estava sentada ao lado de sua mãe.
No dia 18 de Junho, a jovem estava no autocarro L11 na cidade quando o imigrante palestiniano, Ahmed, sentou-se ao lado dela. Ahmed falou no tribunal por meio de um intérprete, alegando que achou ter visto a adolescente dar-lhe um "sinal" de que queria conhecê-lo. Ahmed disse que se sentiu atraído por Clara "à primeira vista".
Após entrar no autocarro, Ahmed sentou-se ao lado da vítima e começou a esfregar os seus ombros antes de agarrar no seu cartão de transporte, que ela segurava entre as pernas, segundo o jornal francês La Dépêche. Em seguida, agarrou-a pelas coxas antes de levar as mãos ao seu peito. O palestiniano foi preso após uma denúncia criminal.
Em juízo, após relatar que se sentia atraído por Clara, ele pediu desculpas pelo abuso sexual cometido no tribunal criminal, dizendo: “Pensei bem. Gostaria de pedir desculpas. Tenho dificuldade em me comportar perto de garotas. Naquele dia, eu estava noutro lugar e portei-me mal.”
"Você percebe que ela está traumatizada?", respondeu o juiz.
Ahmed fugiu de Gaza e chegou a França em Março de 2025. Ele disse que tem tido uma existência difícil em França, vivendo nas ruas e em ocupações irregulares. Também afirma que tem consumido cocaína e álcool activamente "para sofrer menos psicologicamente".
Recebeu então apoio social financiado pelos contribuintes e foi-lhe oferecida acomodação em Cugnaux. Ahmed relatou ao tribunal que vivenciou guerra e violência durante a sua infância e adolescência.
O tribunal considerou Ahmed culpado e condenou-o a seis meses de prisão, com possibilidade de prisão preventiva. Ele também está proibido de entrar em território francês por dois anos e não mais poderá participar em qualquer actividade que envolva menores. Além disso, será registado como agressor sexual.
Um processo civil também pode determinar indemnizações adicionais relacionadas com a menina de 15 anos que foi alvo dele.
Este está longe de ser o único incidente em Toulouse. No ano passado, a Remix News noticiou o caso de um imigrante senegalês de 54 anos que cometeu uma série de agressões sexuais nas linhas de autocarro da cidade ao longo de três anos, tendo como alvo várias mulheres em diferentes ocasiões.
Em 2025, a Remix News noticiou que os casos de agressão sexual nos transportes públicos franceses tinham aumentado 86% nos dez anos anteriores.
*
Fonte: https://rmx.news/article/i-have-trouble-behaving-around-girls-palestinian-migrant-convicted-for-sexually-assaulting-15-year-old-french-girl-on-a-bus/

FRANÇA - CRIANÇAS VÊEM O PAI A SER ASSASSINADO POR UM MOHAMED, QUATRO ANOS DEPOIS VÊEM O MOHAMED A SER SOLTO


Mohamed L. está a ser libertado em França após apenas 4 anos de detenção. É o mesmo homem que assassinou brutalmente Alban Gervaise, um médico militar de 40 anos e pai de família, à frente dos seus filhos pequenos em 2022.
“É uma notícia para a qual nos estamos a preparar, para essa libertação antecipada após o assassínio, apenas quatro anos depois. É uma notícia muito difícil de ouvir, que nos faz voltar ao nosso trabalho de luto pelos filhos e por mim”, disse Christelle Gervaise, esposa de Alban, em entrevista à Legend TV.
“É verdade que é difícil imaginar estar na mesma cidade que ele. É verdade que é bastante insuportável para nós.” 
Alban foi esfaqueado até à morte enquanto esperava do lado de fora da escola católica dos seus filhos para os levar, um de 3 e outro de 7 anos, enquanto a sua filha de 20 meses estava dentro do carro; ocorreu isto em Marselha, em Maio de 2022.
Agora, o assassino poderá desfrutar de liberdade parcial durante as noites e fins-de-semana.
A mãe, Christelle, está apavorada, e até agora os tribunais recusaram ouvir os seus apelos para impedir que Mohamed L. esteja na mesma cidade que ela e seus filhos: “Considero que isto representa uma preocupação adicional nas nossas vidas, algo de que realmente não precisávamos. E tive de anunciar essa soltura antecipada aos meus filhos. Há, inevitavelmente, um sentimento de injustiça. Como pode ele sair da prisão tão cedo depois do assassínio do pai deles? E, sim, há uma grande preocupação por parte dos meus filhos. Isso é certo.”
Este trecho é uma versão condensada da entrevista completa, mas mostra o horror que uma família francesa está a enfrentar, tanto por parte do assassino quanto do sistema judiciário francês.
Na entrevista, Christelle descreve o momento de incredulidade e tristeza quando soube que o seu marido tinha sido esfaqueado: "Isso não é possível, isso não é possível, o que é que está a acontecer?", disse ela para si mesma.
Mas aconteceu, assim como acontece com inúmeros europeus ano após ano. Ao chegar ao local, ela depara-se com um carro vazio e nenhum sinal dos seus filhos. “E, na verdade, vou encontrar um primeiro polícia que vai-me acompanhar até à directora desta vez, que me garante que os meus filhos estão seguros dentro da escola, os três, mas fico a saber por um polícia, que chega depois, que o meu marido está entre a vida e a morte e foi transferido para o hospital para reanimação”, disse ela. Alban passou 17 dias em coma, período em que ela tentou repetidamente dizer-lhe que as crianças não tinham sofrido nenhum dano e que precisavam do pai. “E durante estes 17 dias, conversei muito com ele e ele… espero que me tenha ouvido. Nunca saberei… Repeti várias vezes ao Alban que a nossa filha estava bem, que ela estava segura, que nada tinha acontecido. Porque imagino que, como pai, para ele, tenha sido terrível ser atacado daquela forma com uma faca. E depois ver que ia perder a consciência. Ele deve ter sentido aquilo e imaginado a filha em perigo.” “Eu também lhe digo que ele não pode ir embora, não nos pode deixar. Os nossos filhos são muito pequenos, e eu preciso dele, as crianças precisam dele.” Em seguida, ela descreve o momento em que teve que contar aos seus filhos pequenos que o pai deles havia falecido: "O anúncio da morte para as crianças é algo que nunca vou esquecer e acho que foi o momento mais difícil da minha vida, de verdade." Ela foi obrigada a sentar-se com os filhos e a contar-lhes o que aconteceu com o pai deles. “Disse-lhes então que tinha uma notícia terrível para dar, mas que, infelizmente, o pai deles tinha falecido na noite anterior”, disse Christelle.
Agora, após a terrível provação de perder um pai e marido, o sistema judicial francês está a libertar o assassino do pai sem nenhuma restrição quanto à sua entrada na mesma cidade que a família. Embora haja uma proibição de contacto directo, não há garantia de que eles não encontrem Mohamed L. na rua.
Mohamed L. nem sequer chegou a ser julgado. Porquê? Ele fumou muita maconha e teve um "surto psicótico". Os peritos do tribunal confirmaram isto e, assim, as autoridades concluíram que ele não podia ser responsabilizado criminalmente. Sem julgamento e em liberdade após apenas quatro anos.
“O facto de ele não estar preso como um assassino por 15, 20 anos é terrível para nós. É terrível saber da violência que Alban sofreu. E, além disso, temos de aceitar que, depois de quatro anos, o seu assassino esteja solto à noite e nos fins-de-semana.” “Estou muito preocupada, em primeiro lugar, com o risco de reincidência. E também considero que, para nós, isto é uma preocupação, já que essa pessoa tem o direito de vir a Marselha.” Ela disse que as autoridades envolvidas na decisão afirmam que Mohamed L. "deve poder beneficiar-se disso, ele deve receber os cuidados necessários".
assassínio já tinha levado as crianças a serem expulsas da sua própria escola. Agora, elas podem ter de deixar a sua própria cidade. “Os meus filhos já tiveram de mudar de escola desde que aconteceu. Tiveram de mudar de amigos. Se, além disso, eu lhes disser que estamos a sair da cidade definitivamente porque o assassino do pai deles tem o direito de ir aonde quiser, acho que será difícil para eles entenderem. Não consigo deixar de pensar: não sei onde ele está, não sei o que ele está a fazer”, disse Christelle.
Ela está a lutar desesperadamente com o seu advogado para garantir que esse assassino não mais tenha permissão para entrar na sua cidade. “O objectivo é este, ter uma medida que o proíba de ir a Marselha.” “É algo que carregamos nos ombros juntamente com as crianças e que carregaremos por muito tempo.”
Após a sua detenção, enquanto estava detido na prisão de Baumettes, ele tentou agredir um guarda, o que contribuiu para a sua transferência para uma unidade psiquiátrica para pacientes difíceis (UMD). Isto ocorreu depois do assassínio e, presumivelmente, o uso de cannabis não foi um factor nesta agressão. Surpreendentemente, durante o julgamento, uma das psiquiatras afirmou abertamente que não era possível prever se o assassino teria uma recaída. "A questão do risco de recaída... Uma das psiquiatras respondeu que era como prever um acidente de avião, que era impossível prever. Os psiquiatras que cuidam deste tipo de paciente não têm uma bola de cristal para garantir que não haverá recaída. E este risco ainda precisa de ser levado em consideração nas decisões sobre permitir que essa pessoa esteja nas ruas hoje", disse ela. Por outras palavras, especialistas em psiquiatria admitem que Mohamed L. pode voltar a matar, mas mesmo assim, ele tem permissão para sair à noite e nos fins-de-semana.
Christelle ainda tem dúvidas sobre como foi o homem considerado psicologicamente incapaz de ser julgado. Ela disse que, depois de transeuntes derrubarem Mohamed L., ele gritou: "Em nome de Alá, esfaqueei-o 30 vezes!"
Em resposta, Christelle disse: “Pergunto-me sempre se houve algo mais premeditado do que você quer que eu acredite… Estamos a falar de alguém capaz de matar outra pessoa na rua. O meu marido durou apenas alguns instantes. Não foi uma briga, foi um assassínio.”
“Você pensa que ele vai para a prisão. Mas não acontece como planeado. Isto relaciona-se com a trajectória do assassínio do meu marido”, acrescentou ela. “O que complica, na verdade, esta decisão é que não temos ideia do prazo. Não sabemos quanto tempo ficará ele no hospital em unidade fechada. Não sabemos como responder a esta pergunta. E, apesar de tudo, ainda ouvimos que é difícil anunciar aos filhos que o assassino do pai não será condenado à prisão, mas receberá cuidados por um período indeterminado. Eu também me senti privada de respostas para certas perguntas”, disse ela.
Independentemente disto, três crianças sentem agora falta de um pai amoroso, e a esposa de Alban descreve uma vida familiar feliz antes do seu assassínio: “Tínhamos uma vida com Alban que era bastante típica e muito feliz. Conhecemo-nos em 2009. Eu era estudante de Medicina e ele era interno. Ficámos noivos e depois casámo-nos. Tivemos três filhos. Mudámo-nos várias vezes porque Alban era médico militar. Conhecemo-nos na Lorena. Depois fomos para Paris por causa do trabalho dele. E então para Marselha, em Julho de 2021. E realmente tínhamos uma vida familiar muito feliz porque Alban era um marido muito amoroso, muito amado e um pai realmente presente para os seus filhos e muito dedicado ao seu papel de pai.”
*
Fonte: https://rmx.news/article/its-terrible-for-us-mohamed-l-stabbed-alban-gervaise-to-death-in-front-of-his-young-children-and-now-just-4-years-later-hes-being-released/?fbclid=IwY2xjawT5fClwZG9mBWV4dG4DYWVtAjEwAGJyaWQRMDY0b0t0WXBkbkhzbXNhZ1hzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeGhNBioRnAU3s2yWr9DRBhEAPNr3Y2fATKDdg7lirfW-9D6F-RwlIvzCJ0S4_aem_rM5GcbTIdVoMh7kUSX0Rdw

* * *


Confirma-se: os Europeus não têm mais defesa absolutamente nenhuma a não ser votarem nos partidos anti-imigração mais poderosos dos seus países.
De resto, além de precisarem de defesa, devem também ter memória, para que juízes como os que tomam decisões destas possam ulteriormente pagar pelo que fizeram, de uma maneira ou doutra.


EUROPEIA QUE DAVA LIÇÕES CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA EM ESPANHA É ASSASSINADA PELO MARIDO MARROQUINO


Trágica ironia da vida - andava a educar sobre a violência doméstica e foi unir-se a um indivíduo originário de uma cultura dirigida pelo patriarcado mais violento do mundo e da história.

FRANÇA - ALÓGENO VIOLA ALEGADAMENTE DUAS COLEGAS IMIGRANTES MAS SAFA-SE DEVIDO A QUESTÃO TÉCNICA...

Um funcionário indiano de uma empresa de catering no departamento de Val-d'Oise, na França, perto de Paris, foi indiciado por estupro de duas colegas imigrantes vulneráveis, mas permanecerá em liberdade sob supervisão judicial. A decisão foi mantida após o recurso da promotoria ter sido rejeitado por ter sido apresentado fora do prazo legal, uma questão técnica.
Segundo detalhes divulgados pelo jornal francês Le Parisien, o caso começou em 17 de Abril, quando uma trabalhadora indocumentada de origem cingalesa, empregada pela mesma empresa de catering em Saint-Ouen-l'Aumône, foi à polícia acusar um colega indiano de 34 anos de estupro. Ela alegou que ele se aproveitou da sua situação migratória precária para estuprá-la, contando com o seu silêncio por medo de perder o emprego e qualquer chance de regularizar a sua situação em França.
Pouco tempo depois, uma segunda funcionária da empresa apresentou queixa de estupro contra o mesmo homem, descrevendo circunstâncias essencialmente idênticas. Ambas as mulheres disseram que o homem as estuprou e depois as chantageou devido à sua situação irregular no país para garantir o seu silêncio.
No início de Julho, o homem foi preso em sua casa em Pontoise. Trabalhava para a empresa de catering desde 2015, é pai de três filhos e não tinha antecedentes criminais. Preso, ele negou veementemente as acusações durante o interrogatório e alegou ser vítima de uma conspiração arquitectada pelas mulheres. Apesar das suas alegações, foi posteriormente indiciado por estupro de pessoas vulneráveis. No entanto, o juiz ordenou a sua libertação sob supervisão judicial, exigindo que ele vivesse na Normandia e proibindo qualquer contacto com as duas mulheres imigrantes que ele supostamente estuprou.
O Ministério Público, convencido da necessidade da prisão preventiva, interpôs recurso contra a ordem de soltura. Contudo, uma falha processual nos serviços do Tribunal de Apelação de Versalhes impediu a análise do processo dentro do prazo legal de quinze dias. Consequentemente, a câmara de instrução não teve outra alternativa senão registar o descumprimento do prazo e manter a supervisão judicial já imposta ao acusado.
A empresa do suspeito, que possui escritórios em Paris e no Val-d'Oise, rescindiu o contracto de trabalho do homem imediatamente.
*
Fonte: https://rmx.news/article/france-indian-accused-of-raping-two-coworkers-wins-supervised-release-due-to-legal-technicality/

POPULARIDADE MUNDIAL DE ALGUNS LÍDERES ESTATAIS


Quem diria que Trump não é afinal tão odiado como os grandessíssimos mé(r)dia tentam fazer crer desde 2016... Entretanto, a popularidade de Modi é bom indicativo de segurança da maior aliada natural do Ocidente, a Índia ou Bharat...

SOBRE O QUE REALMENTE SE PASSOU EM GAZA HÁ VINTE E UM ANOS - E AGORA

Há vinte e um anos, em Agosto de 2005, Israel iniciou a retirada da Faixa de Gaza. Desmantelou 21 vilas, evacuou os seus cidadãos e o exército, deixou para trás estufas, infra-estruturas e até o sistema de água. Foi um gesto sem precedentes — entregou o território na esperança de alcançar a paz e que os palestinianos aproveitassem a oportunidade para erguer algo.
Uns chamaram-lhe acordo; outros, ingenuidade.
O resultado é uma lição de realismo político que ainda hoje ecoa. Em vez de transformar Gaza numa Singapura mediterrânica, o Hamas — depois de vencer eleições e massacrar a Fatah em 2007 — decidiu investir tudo numa obra de engenharia digna da melhor ficção. Oitocentos quilómetros de túneis, o famoso ‘metro de Gaza’, com salas de comando, depósitos de munições, sistemas de ventilação e até casas de banho com chuveiro. Recursos que podiam ter servido para hospitais, escolas ou empregos foram desviados para construir a maior rede de infra-estruturas de terror subterrâneas do mundo.
A ajuda internacional, os milhões do Qatar e do Irão, o betão e o ferro que entravam – tudo foi enterrado, literalmente. A ironia é estridente. Enquanto a narrativa oficial vendia a propaganda de ‘prisão a céu aberto’ e de ocupação, o Hamas construía, durante duas décadas, uma cidade subterrânea dedicada exclusivamente a atacar Israel, a esconder terroristas e a reter reféns. Mulheres e crianças ficavam à superfície, expostas; os combatentes e o arsenal desciam ao conforto dos túneis. O sistema de água foi também desmantelado para fabricar rockets.
Quando a guerra chegou, descobriu-se que a prioridade nunca tinha sido o bem-estar da população, mas sim a capacidade de sobreviver militarmente enquanto se usava essa mesma população como escudo humano. Surpresa? Só para quem nunca olhou para os factos.
Hoje, quando se fala de Gaza, convém lembrar esta cronologia simples — Israel saiu, o Hamas entrou e, em vez de Estado, preferiu um labirinto de terror.
Vinte anos depois, as infra-estruturas que restam não são as de uma sociedade próspera, mas as de uma organização que preferiu a guerra permanente ao desenvolvimento. E ainda há quem continue a fingir que o problema começou no 7 de Outubro.
*
Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=3942239529417025&set=a.1395605220747148

* * *

Que isto nunca ou raramente seja referido nos grandessísmos média diz o essencial do que interessa saber sobre a honestidade dos "jornalistas de causas" a este respeito.

«LIBERTAR» A PALESTINA E ESQUECER TODAS AS NAÇÕES VERDADEIRAMENTE OPRIMIDAS...


A solidariedade para com a Palestina é maior que a solidariedade para com o Tibete... ou o ódio a Israel é maior que o ódio à China... talvez porque a China pague propaganda em mais larga escala...
Eventualmente, o ódio une mais que o amor... o amor une ao nível pessoal, individual... o ódio tem talvez mais eficiência como elo quando os indivíduos são só números ou abstracções...

ÍNDIA - MILITANTE DA RELIGIÃO DA PAZ ASSASSINA POLÍCIA QUE GUARDAVA PEREGRINAÇÃO RELIGIOSA HINDU

Um polícia de Jammu e Caxemira, destacado para proteger a peregrinação de Amarnath, foi morto na Mércores [15 ou 22 de Julho] após um ataque terrorista na cidade de Anantnag, desencadeando uma grande operação de segurança em toda a região. polícia Ashiq Hussain Qureshi, do 3º Batalhão da Polícia de Reserva da Índia, estava em serviço de segurança durante a peregrinação de Amarnath quando foi baleado por volta das 12h30 na área de Lal Chowk, em Anantnag. Sofreu ferimentos graves e foi levado para o Hospital Universitário de Anantnag, onde faleceu em decorrência dos ferimentos. Após o tiroteio, as forças de segurança isolaram a área e iniciaram uma operação de busca para localizar o(s) agressor(es). O ataque atingiu um posto policial numa das principais cidades do sul de Caxemira, enquanto a segurança permanecia reforçada em torno da peregrinação hindu anual ao santuário da caverna de Amarnath.
A Frente de Resistência (TRF, na sigla em Inglês) reivindicou a autoria do ataque. De acordo com as autoridades indianas, a TRF é uma afiliada da organização terrorista Lashkar-e-Taiba, sediada no Paquistão. Os Estados Unidos designaram a TRF como Organização Terrorista Estrangeira e Terrorista Global Especialmente Designado em julho de 2025. 
O ataque ocorre mais de um ano depois do massacre de 26 civis por terroristas perto de Pahalgam, no distrito de Anantnag, a 22 de Abril de 2025, um dos ataques mais mortais contra civis na Caxemira em anos. A Agência Nacional de Investigação identificou o Lashkar-e-Taiba e seu grupo afiliado TRF como responsáveis ​​pelo ataque em Pahalgam e, no início deste mês, incluiu Hafiz Saeed, fundador do Lashkar-e-Taiba, com base no Paquistão, numa acusação complementar no caso. 
O assassínio de Mércores está a ser noticiado como o primeiro ataque terrorista no Vale de Caxemira desde o massacre de Pahalgam, quebrando um período sem ataque terrorista comparável, mesmo com as forças de segurança a continuar as operações anti-terroristas em toda a região.
O ataque também ocorreu durante o período de segurança da peregrinação de Amarnath. Qureshi tinha sido designado especificamente para funções de segurança relacionadas com a peregrinação, que atrai devotos hindus ao santuário sagrado da caverna de Amarnath, no Himalaia de Caxemira. A peregrinação tinha sido temporariamente suspensa nos últimos dias devido ao mau tempo e às inundações em partes de Jammu e Caxemira.
O vice-governador de Jammu e Caxemira, Manoj Sinha, disse que conversou com o director-geral da polícia, Nalin Prabhat, após o ataque, para avaliar a situação de segurança. “Os meus mais sinceros pêsames à família do polícia Ashiq Hussain Qureshi, que sacrificou a sua vida no cumprimento do dever”, disse Sinha, acrescentando que os responsáveis ​​pelo ataque serão levados à justiça.
O Ministro-Chefe Omar Abdullah também condenou o ataque e prestou homenagem a Qureshi, descrevendo a sua morte como o "sacrifício supremo" no cumprimento do dever.
Altos funcionários da polícia estavam a monitorizar a resposta de segurança enquanto as forças continuavam os esforços para identificar e localizar os responsáveis. Nenhuma detenção relacionada com o ataque tinha sido anunciada publicamente até ao momento da publicação desta notícia.
A investigação continua em andamento.
*
Fontes: 
https://diyatvusa.com/terrorist-kills-police-officer-guarding-amarnath-yatra-in-kashmirs-anantnag-trf-claims-attack/
https://jihadwatch.org/2026/07/india-muslim-opens-fire-outside-hindu-temple-murdering-police-officer-guarding-the-site

* * *

Resta saber se a culpa é do «racismo!!!» europeu, do Trump, de Israel, dos sionistas!!!, dos Judeus!!!!!!!!!!!!, ou, se calhar, de islamistas...