segunda-feira, setembro 14, 2026
ALEMANHA - CHANCELER ACUSA ULTRA-DIREITA DE QUERER FAZER «LIMPEZA ÉTNICA!»
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Lamentável é a posição da AfD relativamente à Ucrânia, e talvez ainda mais no que se refere à Rússia - admiração por impérios é sempre mau sinal - como já aqui foi dito, o que não pode servir para desviar a atenção da imundice despudorada vocalizada por Merz, que, como típico representante da elite reinante neste tema, ajudou o país a ficar carregado de alógenos e agora faz chantagem com os Nacionalistas: «já conseguimos construir uma economia baseada na imigração, agora já não podemos mandar embora os imigrantes, ou então morremos todos de fome.»
Ao olhar nacionalista, isto só significa uma coisa - todo o mal económico que o país possa vir a sofrer com deportações em massa deverá ser pago pelo grande capital que ajudou à iminvasão, o que justifica, só por si, uma rápida semi-nacionalização das grandes empresas, de maneira a que os seus proprietários, conquanto continuem a geri-las, não possam retirá-las do país ou esconder capitais em países estrangeiros. Situações drásticas exigem medidas drásticas, que devem ser tomadas de acordo com as prioridades - e, acima de qualquer direito individual de propriedade, está a salvaguarda da Nação e a qualidade de vida das classes populares.
SUÉCIA - QUEM FEZ O PARTIDO DOS DEMOCRATAS SUECOS PERDER DEPUTADOS?
- Desgaste político (Apoio ao Governo): Nos últimos quatro anos, o SD apoiou formalmente a coligação de centro-direita do Primeiro-Ministro Ulf Kristersson a partir de fora do gabinete. Esse papel de suporte obrigou o partido a fazer concessões políticas, gerando algum descontentamento na sua base eleitoral mais firme. [1, 2]
- Voto táctico da oposição: Analistas políticos apontam que a queda se deveu principalmente ao voto estratégico. Eleitores da oposição de centro-esquerda mobilizaram-se em massa para travar o avanço da extrema-direita, concentrando votos no bloco liderado pelos Social-Democratas de Magdalena Andersson. [1, 2]
- Eficácia das medidas migratórias actuais: A própria coligação de governo que o SD apoiava já tinha implementado restrições severas à imigração e ao asilo (reduzindo-as para mínimos de 40 anos). Isto esvaziou parte do discurso de urgência do SD, fazendo com que eleitores conservadores moderados regressassem aos partidos tradicionais de direita. [1]
- Rejeição do passado do partido: Dirigentes do SD reconheceram publicamente que uma parte dos eleitores concorda com as suas políticas actuais, mas continua a ter dificuldades emocionais em aceitar o partido devido às suas raízes históricas associadas à extrema-radicalidade branca. [1]
- Década de 2000 a 2010: A Suécia concedia uma média estável de 30000 a 40000 cidadanias por ano.
- Década de 2010 a 2020: O ritmo acelerou substancialmente com a chegada em massa de refugiados (sobretudo da Síria, Iraque e Afeganistão). Em anos de pico, como 2021 e 2022, a Suécia chegou a naturalizar cerca de 80000 e 92000 novos cidadãos por ano, respectivamente. [1, 2, 3]
- Em 2024: Foram concedidas cerca de 65600 cidadanias. [1]
- Em 2025: O número despencou 41%, fixando-se em apenas 38800 concessões, reflexo de controlos de segurança e de identidade muito mais rigorosos introduzidos pela Agência de Migração. [1]
- Mudança na lei (2026): Para conter ainda mais este crescimento, a Suécia aumentou oficialmente o tempo de residência obrigatório para pedir a nacionalidade de 5 para 8 anos, além de exigir testes de língua e de cultura cívica. [1, 2]
- Uma fatia muito significativa desses 1,1 milhão de naturalizados nos últimos vinte anos chegou ao país em vagas de refugiados compostas por crianças e menores de idade, ou tiveram filhos que obtiveram a nacionalidade automaticamente.
- Aqueles que ainda não atingiram a maioridade civil permanecem excluídos dos cadernos eleitorais. [1]
- Muitos novos cidadãos idosos já faleceram.
- Outros decidiram emigrar da Suécia após obter o passaporte europeu (deslocando-se para outros países da União Europeia ou regressando às suas terras natais). Embora os suecos no estrangeiro mantenham tecnicamente o direito de voto, precisam de estar ativamente registados no recenseamento eleitoral a cada 10 anos, algo que muitos não fazem. [1, 2]
- Cerca de 650000 a 750000 pessoas: Estima-se que, do total de 1,1 milhão de estrangeiros que obtiveram a cidadania nas últimas duas décadas, esta seja a fatia que cumpria cumulativamente todos os requisitos (maiores de 18 anos, vivos e a residir ativamente na Suécia). [1]
- A fatia excluída: Os restantes (cerca de 350000 a 450000) correspondem a menores de idade que ainda não atingiram os 18 anos, pessoas que faleceram ao longo destes 20 anos ou novos cidadãos que emigraram da Suécia após obterem o passaporte. [1, 2]
- Cidadãos suecos com origens fora da Europa (especialmente de origens integradas nas grandes vagas de asilo) tendem a votar de forma esmagadora em partidos do bloco de esquerda, sobretudo nos Sociais-Democratas (Socialdemokraterna) e no Partido da Esquerda (Vänsterpartiet). [1, 2]
- Este comportamento eleitoral deve-se à rejeição natural à retórica anti-imigração da direita radical (SD) e a uma maior preferência por políticas de forte protecção social e subsídios estatais promovidos pela esquerda. [1]
- Crescimento nas urnas: Os Moderados subiram para 19,9% dos votos (um aumento de quase um ponto percentual em relação aos 19,1% obtidos em 2022). [1]
- Recuperação do 2.º lugar: Com a queda drástica dos Democratas Suecos (SD) para os 17,6%, os Moderados conseguiram recuperar o estatuto de segunda maior força política da Suécia e o maior partido dentro do bloco de direita. [1, 2]
- Canibalização de votos: Analistas apontam que o aumento de votos dos Moderados deveu-se precisamente à migração de eleitores conservadores e de direita que, descontentes com o SD ou satisfeitos com as medidas migratórias já aplicadas pelo governo, decidiram "votar útil" no partido do Primeiro-Ministro. [1]
«degeneração» vem do latim «de + genus», que significa
«para fora de» + «Gente, Povo».
Ou seja, a descendência a afastar-se da sua própria gente.
Do mesmo modo, quando uma elite importa milhares, milhões de alógenos e lhes dá nacionalidade, está evidentemente a diluir o valor étnico da nacionalidade. É assim que uma elite corrupta, moralmente corrupta, ideologicamente corrupta, abissalmente corrupta na sua sensibilidade, está a levar um Povo inteiro à morte.
Pode o Povo reagir? Pode, tem-no feito. Sucede que, em Democracia, há sempre avanços e recuos. Neste momento, e já depois das eleições, o partido dos Democratas Suecos tem ainda sessenta e dois deputados (sim, 62), constituindo-se assim como o terceiro maior partido do Riksdag ou parlamento sueco.
