quarta-feira, junho 17, 2026

ANÁLISE DE DEZENAS DE ESQUELETOS DE GUERREIROS DA IDADE DO BRONZE DO CENTRO-NORTE EUROPEU INDICA QUE ESTA POPULAÇÃO AINDA NÃO ERA TOLERANTE À LACTOSE

Há cerca de 3000 anos, milhares de guerreiros lutaram nas margens do rio Tollense, no norte da Alemanha. Empunhavam armas de madeira, pedra e bronze com efeitos mortais: na última década, arqueólogos desenterraram os restos mortais de centenas de pessoas enterradas em solo pantanoso. É um dos maiores conflitos pré-históricos já descobertos.
Agora, testes genéticos nos esqueletos revelam as terras natais dos guerreiros — e desenterram uma informação chocante sobre a dieta dos primeiros europeus: estes soldados não conseguiam digerir leite fresco.
Em busca de mais informações sobre a batalha, os pesquisadores sequenciaram o ADN de 14 esqueletos. Descobriram que os guerreiros eram todos originários da Europa Central — o que hoje corresponde à Alemanha, Polónia e Chéquia. Infelizmente, a semelhança genética entre eles oferece poucas pistas sobre os motivos que os levaram a lutar. "Esperávamos encontrar dois grupos diferentes de pessoas com origens étnicas distintas, mas não encontrámos", diz o co-autor do estudo, Joachim Burger, geneticista da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz. "É decepcionantemente entediante."
No entanto, dois dos 14 esqueletos eram de mulheres, sugerindo uma cena mais complexa do que a reconstruída pelos arqueólogos. 
O estudo, publicado hoje na revista Cell Biology, revelou também outra surpresa. Nenhum dos guerreiros possuía a mutação genética que permite aos adultos digerir leite, uma capacidade conhecida como persistência da lactase, comum em muitos europeus. 
Outros estudos mostraram que a persistência da lactase era comum em partes da Alemanha por volta de 500 d.C. e disseminada por toda a região por volta de 1000 d.C. Portanto, o gene deve ter-se espalhado antes desse período, mas apenas após a batalha ocorrida 2000 anos antes. Isto significa que, em cerca de 100 gerações, a mutação se tinha disseminado por populações em toda a Europa. "Esta é a selecção mais forte encontrada no genoma humano", afirma Burger.
A descoberta apenas aprofunda o mistério da persistência da lactase. Num estudo de 2007, Burger mostrou que os primeiros agricultores da Europa, que viveram há mais de 8000 anos, também não eram resistentes à lactase. Na altura, argumentou que a mutação se espalhou gradualmente com o desenvolvimento da agricultura e da pecuária, uma teoria apoiada por indícios de ordenha e produção de queijo e iogurte na Europa da Idade da Pedra. O argumento era que as pessoas capazes de digerir leite conseguiriam obter mais calorias dos seus rebanhos do que aquelas que não conseguiam, e mais descendentes sobreviveriam para transmitir o gene. Mas os esqueletos de Tollense mostram que pelo menos mais 6000 anos se passaram antes que o gene da persistência da lactase se disseminasse. Os resultados do ADN também refutam a teoria, proposta inicialmente em 2015, de que o gene da persistência da lactase foi importado para a Europa Ocidental por volta de 5000 a.C. por nómadas pastores de gado das estepes da atual Ucrânia e Rússia, o povo Yamnaya. 
Os resultados deixam os cientistas ainda mais intrigados sobre quando e porquê exactamente começaram os Europeus a beber leite. "A deriva genética natural não explica isto, e também não há evidências de que tenha sido devido à rotatividade populacional", afirma Christina Warinner, geneticista da Universidade Harvard e do Instituto Max Planck para a Ciência da História Humana, que não participou do estudo. "É quase constrangedor que este seja o exemplo mais forte de selecção que temos e não consigamos explicá-lo."
Burger especula que talvez algo no leite fresco ajudasse as pessoas a se protegerem de doenças nas cidades e vilas europeias cada vez mais populosas e infestadas de patógenos durante a Idade do Ferro e o período romano. Mas ele admite que também está perplexo. "Precisamos de descobrir porque precisaria alguém desta bebida."
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://www.science.org/content/article/warrior-skeletons-reveal-bronze-age-europeans-couldn-t-drink-milk

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Julgava eu que os Indo-Europeus eram tolerantes à lactose. E eram-no, de facto - mas em potencial. «Inicialmente», isto é, quando se começaram a disseminar a partir da margem norte do Mar Negro, nessa altura ainda o não eram, mas já tinham em si essa possibilidade latente. Leia-se o que diz a IA:

«Os Indo-Europeus da cultura dos Kurgans (associados principalmente aos Yamnaya) eram maioritariamente intolerantes à lactose. [1, 2]
Análises de ADN antigo revelam que a mutação genética da persistência da lactase (gene LCT), que permite digerir leite cru na idade adulta, era escassa ou quase inexistente nestas populações durante a Idade do Bronze. [1, 2]
Apesar de o seu estilo de vida pastoril ser focado no gado, os Kurgans consumiam produtos lácteos de formas processadas (como queijo, iogurte e leite fermentado), o que reduzia drasticamente os níveis de lactose e evitava o desconforto intestinal. [1, 2]
🧬 O paradoxo dos Kurgans e o leite
Embora os indo-europeus da estepe tenham sido os principais responsáveis por trazer a mutação da tolerância à lactose para a Europa, o processo de evolução genética funcionou da seguinte forma: [1, 2]
  • O gene surgiu na estepe: A mutação europeia mais comum para a tolerância à lactose (-13,910*T) apareceu originalmente em indivíduos com ancestralidade da estepe. No entanto, a sua frequência na população Yamnaya original era muito baixa (estimada em menos de 5% a 25% em algumas amostras). [1, 2, 3, 4]
  • Eram pastores nómadas: Análises de proteínas preservadas no tártaro dentário dos esqueletos dos Kurgans comprovam que eles consumiam quantidades massivas de leite de vaca, ovelha, cabra e até de égua. Conseguiram fazê-lo sem a mutação devido às técnicas de fermentação. [1, 2]
  • A grande selecção ocorreu mais tarde: A tolerância à lactose só se tornou verdadeiramente maioritária na Europa Central e do Norte muito depois das migrações indo-europeias há cerca de 3000 anos, ou seja, só se efectivou no final da Idade do Bronze e início da Idade do Ferro. Fomes, epidemias e crises climáticas criaram uma pressão selectiva brutal: quem tinha a mutação conseguia sobreviver bebendo leite cru contaminado ou em períodos de escassez alimentar. [1, 2, 4]»

ISRAEL ANUNCIA INSTALAÇÃO EM SOLO ISRAELITA DE ESTÁTUA DE HERÓI HINDU CONTRA O DOMÍNIO ISLÂMICO


Como já foi neste blogue referido, Chhatrapati Shivaji Maharaj (1630–1680) foi o grande reconquistador hindu que, há uns séculos atrás, travou a conquista muçulmana da Índia e recuperou território indiano que tinha sido roubado pelas forças do Islão. 
Israel anuncia agora que irá instalar uma estátua deste soberano em solo israelita como símbolo da crescente amizade entre a Índia e o Estado do Magen David. 

HISPÂNICOS RECEBERAM AFINAL POUCA INFLUÊNCIA GENÉTICA DE FENÍCIOS E CARTAGINESES

Tinha tudo para contar uma história de encontros e fusões. Portos movimentados, ânforas gregas, joias fenícias, a sombra crescente de Cartago. Os Povos ibéricos viveram durante séculos no cruzamento de civilizações. E, no entanto, o seu ADN ficou quase intacto.
É essa a conclusão surpreendente de um estudo publicado na revista iScience, liderado por investigadores da Universitat Autònoma de Barcelona. A equipa analisou os restos de 54 recém-nascidos enterrados há entre 2.700 e 2.100 anos em três sítios arqueológicos da atual Catalunha, e o que encontrou contraria décadas de especulação sobre as origens dos povos que habitavam a península que hoje partilhamos entre Portugal e Espanha.
Há uma razão para a investigação se centrar em recém-nascidos: os Povos ibéricos cremavam os seus mortos adultos. Esse ritual, profundamente enraizado na cultura da época, deixou muito poucos restos humanos aptos para análise genética. Os bebés, enterrados sob habitações e espaços de trabalho, tornaram-se assim uma janela única para o passado dos antepassados dos portugueses.
De 54 bebés analisados, 22 forneceram dados genómicos suficientes para estudos detalhados. O retrato que emergiu foi inesperado: geração após geração, a composição genética das populações manteve-se estável. Os antepassados destes Povos eram os mesmos de sempre, caçadores-recolectores ocidentais, agricultores vindos da Anatólia durante o Neolítico e grupos da estepe ligados às migrações da Idade do Bronze.
A cultura ibérica, com toda a sua sofisticação, não nasceu de uma invasão nem de uma substituição de Povos. Nasceu de dentro.
Isso não significa que estes Povos vivessem isolados. Os arqueólogos sabem que não. O estudo também o confirma: alguns indivíduos apresentam marcadores genéticos do Mediterrâneo oriental ou do norte de África. Mas são casos pontuais, não uma transformação de fundo.
Um dos exemplos mais curiosos surge em Sant Miquel d'Olèrdola, no Penedès. Um recém-nascido ali encontrado tinha um perfil mitocondrial raro na Península Ibérica, provavelmente ligado ao mundo púnico ou cartaginês. A localização do sítio, com acesso relativamente directo à costa mediterrânica, ajuda a explicar esse contacto.
Dois bebés enterrados juntos nesse mesmo local tinham sido considerados durante anos possíveis gémeos, pela forma como os esqueletos estavam dispostos. O ADN desfez a teoria: não eram gémeos, nem sequer familiares próximos.
A grande transformação genética só aconteceu com a chegada de Roma. Os dados de El Camp de les Lloses, em Tona, mostram uma população notavelmente mais diversa do que a dos séculos anteriores. É precisamente quando o poder romano se consolida na região que começam a aparecer com mais frequência marcadores do Mediterrâneo e do norte de África.
Mesmo assim, o legado ibérico não desapareceu. A romanização sobrepôs-se a uma base genética local que persistia há séculos, a mesma que está na raiz do que hoje reconhecemos como o Povo Português.
O que este estudo mostra, no fundo, é que a história raramente se faz por grandes rupturas. Durante 600 anos, os Povos ibéricos absorveram ideias, técnicas e produtos vindos de fora. A sua cultura transformou-se. O seu ADN, quase não.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://sol.iol.pt/geral/noticias/adn-de-bebes-enterrados-ha-2-700-anos-revelou-um-segredo-sobre-os-antepassados-dos-portugueses/20260615/6a3022d30cf27f6588a6cbd3

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É portanto possível evoluir, adquirir conhecimentos vindos de fora, sem todavia perder ou sequer diluir a identidade étnica - olha que surpresa do camandro que qualquer «racista» ou pessoa com senso comum já sabe há que tempos...
Entretanto, parece aqui demonstrado que, afinal, houve relativamente pouca salganhada étnica na Hispânia, ao contrário do que a generalidade do meio académico andou décadas a dizer, e, afinal, o elemento semita do Mediterrâneo Oriental acabou por ter pouca influência no sangue dos Hispânicos, pelo menos durante a vinda e presença de Fenícios e de Cartagineses. Outra surpresa...

PODIA UM DIA ACONTECER...


Não aconteceu, pelo menos ainda, mas que ficava bem, isso ficava... já agora, não se chama a isto «bandeira de supremacia» mas sim bandeira de orgulho... que, ao contrário de muitos outros orgulhos, é um orgulho que diz respeito, não a uma minoria, mas sim a toda a Nação...

OBJECTIVO ESQUERDISTA DE AUMENTAR A REPRESSÃO IDEOLÓGICA EM PORTUGAL FALHOU GRAÇAS AO CHEGA

Um projeto de lei para reforçar o combate à discriminação e aos crimes de ódio, apresentado por um conjunto de cidadãos, foi hoje rejeitado no parlamento com os votos contra do PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS. Um dos pontos do documento era o agravamento das penas para o crime de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, que contou, além dos votos contra da Direita, com a abstenção do deputado socialista Filipe Neto Brandão.
Actualmente o Código Penal prevê uma pena de prisão entre os seis meses e os cinco anos e projecto de lei hoje votado pretendia o aumento da pena para entre os seis meses e os oito anos.
O objectivo do projecto de lei era, segundo o documento, "reforçar o combate à discriminação e aos crimes praticados em razão da origem étnico-racial, origem nacional ou religiosa, cor, nacionalidade, ascendência, território de origem, religião, língua, sexo, orientação sexual, identidade ou expressão de género ou características sexuais, deficiência física ou psíquica".
No debate na generalidade que decorreu hoje, marcado por interrupções de vários deputados, o Chega e o CDS negaram a existência de racismo, com o deputado João Almeida do CDS a dizer que "Portugal não é racista" e com a deputada Rita Matias do Chega, que levou para o parlamento um sapo de loiça [objecto conotado com a rejeição de ciganos], a falar de "um alegado discurso de ódio".
O Livre apresentou um projecto de lei para reforçar o enquadramento penal dos crimes de ódio em Portugal e o Bloco de Esquerda um projecto de lei para a criação da lei da Promoção da Igualdade e do Combate à Discriminação Racial - ambos rejeitados com os votos contra do PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS.
O Chega avançou com um projecto de lei para alterar o Código Penal balizando os limites da acção penal no respeito pela liberdade de expressão e o PSD avançou com um projecto de resolução para recomendar ao Governo a autonomização dos crimes de ódio no Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) - ambos baixaram sem votação à comissão para discussão na especialidade.
O PAN apresentou um projecto de resolução pelo combate a todo o tipo de discriminação, que foi rejeitado com os votos contra do PSD, do Chega e do CDS.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://www.rtp.pt/noticias/politica/parlamento-rejeita-projeto-de-lei-de-cidadaos-para-combater-crimes-de-odio_n1746734 (artigo originariamente escrito sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)

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A Democracia a salvar a liberdade de expressão... este é um dos motivos pelos quais a Esquerda «bem-pensante» está em peso contra o Chega, é que o partido dos «fachos» não lhe deixa exercer poder à maneira de um Diácono Remédios canhoto, a censurar quem diz o que a sua «bíblia» proíbe que se diga... um poder que a Esquerda julga dever ter, antes de mais nada porque continua a julgar-se dona da autoridade moral, só que o caraças do «povinho» cada vez menos lhe reconhece esse papel, pois que, de facto, a Democracia é cada vez mais uma aliada natural do Nacionalismo...

terça-feira, junho 16, 2026

CHEGA QUER MAIOR LIBERDADE DE EXPRESSÃO

O Chega quer alterar o Código Penal para que quaisquer formas de expressão de crenças ou opiniões não possam ser punidas.
O partido propõe que seja acrescentada uma frase ao artigo que pune a discriminação e o incitamento ao ódio e à violência. Considera que a actual lei criminaliza os delitos de opinião.
O projecto do Chega vai ser discutido e votado amanhã.
Segundo o jornal Público, o PS vai votar contra. O sentido de voto do PSD é ainda uma incógnita.
Em discussão vão estar também propostas que preveem penas mais duras para os crimes de ódio.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://sicnoticias.pt/pais/politica/2026-06-11-chega-propoe-alteracao-ao-codigo-penal-para-que-opinioes-ou-crencas-nao-possam-ser-punidas-898985bc#

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Ora isto foi notícia de 11 de Junho, a votação aconteceu, o projecto do Chega foi rejeitado porque o PSD se absteve, como seria de esperar, já se sabe a merda que quase sempre foi a «direitinha» antes do Chega chegar à Assembleia da República. Publico a notícia porque merece registo, para futura referência, sobre o único partido que defende a liberdade de expressão em Portugal, ou seja, a expressão popular nacionalista, a única que a elite quer e sempre quis limitar, em nome do seu catecismo anti-racista, a desgraça do costume.

AUTOR ANGOLANO DIZ QUE A CPLP DEVE ACABAR

Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://mercado.co.ao/quase-inutil-para-adebayo-vunge-a-cplp-merece-ser-extinta-nao-celebrada/
de cujo texto retiro este trecho:

Adebayo Vunge não vê razões para celebrar o aniversário da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. O consultor e escritor angolano considera que a organização falhou política e culturalmente — e que só a “prudência diplomática” impede que os países admitam em voz alta o que já pensam em privado.
(...)
A questão dos vistos é, para o autor, o exemplo mais “flagrante” do falhanço da CPLP. Uma organização fundada na língua e na história comum que não conseguiu garantir mobilidade efectiva entre os seus membros revela, na sua leitura, uma contradição de fundo. A nova lei da nacionalidade portuguesa surge nesse contexto como um caso sensível: Vunge considera que, olhando para o histórico da relação entre Angola e Portugal, “esperava-se que a lei não vingasse nestes termos.” Cada Estado “deve preservar o seu melhor interesse”, reconhece — mas admite que os países prejudicados podem responder de forma que “sirva quase como retaliação”, com consequências nas relações entre pessoas que são, sublinha, “mais profundas e mais antigas do que a relação entre os Estados.”
(...)
Adebayo Vunge é autor de quatro livros, consultor estratégico, docente e administrador independente na Unitel Money. Tem passagem pela TPA, Novo Jornal e Jornal de Angola, foi director de Comunicação Institucional do Ministério das Finanças e adido de imprensa da Embaixada de Angola em França.

Primeira coisa a dizer - viva, viva, viva, um milhão de vivas ao Chega, ao Chega viva...
Nacionalismo é isto. Democracia é isto. Trabalho político nacionalista e democrático é mesmo isto. Não fosse o Chega e ainda estariam a entrar angolanos pelas fronteiras portuguesas adentro e Vunge estava se calhar mais contente.
A CPLP não interessa de facto a Portugal, pelo contrário, só o arrasta para o terceiro-mundo, logo a começar pela iminvasão, mas não só. Sintomaticamente, alguns dos seus países, logo os mais representativos, como Brasil e Angola, estão ao lado dos inimigos do Ocidente, nomeadamente a Rússia de Putin, como o anónimo que aqui trouxe a notícia bem salientou. Serve isto para que Portugal seja ao menos escolhido como árbitro do conflito da Ucrânia? Claro que não. Então, pode o Brasil e/ou Angola preencher essa função? Dificilmente... Se o pudesse fazer com vantagem para a Ucrânia e para a Europa, pois isso era bem bem, sem que tal virtude justificasse a alteração da lei da Nacionalidade em proveito de mais iminvasão, bem entendido... o mais provável é que nem para isso sirva, nem para qualquer outra coisa. O 25 de Abril de 1974 teve a virtude de distanciar Portugal desse mundo, mas, pelos vistos, não foi suficiente, pois que o grosso da elite tuga (portuguesa, não) continua agarrada ao ideal da alegada «vocação» de Portugal para se dirigir às Afro-Américas, à direita porque se quer retornar à glória da expansão, à Esquerda porque se ama o «sul global». Valha, nisto, a pressão europeia que contraria essa tendência e, sobretudo, a ascendente vontade popular, a da Tribo, que quer ficar em paz na terra que é sua.

EUROPOL TRAVA PRATICAMENTE TODOS OS BOTES DE IMIGRANTES PARA A VELHA ALBION DURANTE UM MÊS INTEIRO...

Uma investigação conjunta realizada no âmbito de uma força-tarefa da Europol resultou numa significativa interrupção da cadeia de abastecimento do tráfico de imigrantes que alimenta as redes criminosas activas ao longo do Canal da Mancha. Esta operação é fruto da estreita cooperação entre as autoridades policiais e judiciais da Bélgica, França, Alemanha, Países Baixos e Reino Unido, com o apoio da Eurojust.
Ao longo da investigação, autoridades da Bélgica, França, Alemanha e Holanda prenderam um total de 17 indivíduos associados à rede criminosa, que desempenhavam funções logísticas de baixo escalão. Quatro suspeitos de serem os organizadores, cidadãos sírios, foram presos durante a operação. A rede criminosa é suspeita de organizar entregas frequentes de equipamentos náuticos.

Resultados de 25 de Março:
Foram pesquisadas 14 localizações (2 na Bélgica e 12 na Alemanha). 
Quatro alvos de alto valor foram presos.
Os itens apreendidos incluem: 11 barcos, 1 motor, caixas de câmaras de ar, coletes salva-vidas, armas, barras de ouro, mais de 30 aparelhos electrónicos e quase 60000 euros em dinheiro.

A investigação, iniciada em 2025, teve como alvo uma organização criminosa composta por membros curdos iraquianos e sírios. Esta organização fornecia equipamentos para redes que organizavam contrabando marítimo perigoso utilizando pequenos botes infláveis. Os equipamentos eram produzidos na Ásia e importados da Turquia por via marítima e terrestre, chegando em grandes quantidades à Alemanha. Lá, eram armazenados em depósitos controlados pela rede. Os equipamentos eram usados ​​para montar pacotes exclusivos para contrabando marítimo, coordenados por um grupo associado. Vale ressaltar que os pacotes incluíam câmaras de ar para serem usadas pelos imigrantes durante a travessia, em vez de coletes salva-vidas adequados.
Cada pacote de contrabando, avaliado em mais de 10000 euros no mercado negro, incluía itens como um bote inflável, motor, bombas, galões de gasolina e câmaras de ar de pneus. As redes criminosas que operam no norte de França compravam estes kits na Alemanha ou recebiam-nos na costa francesa, frequentemente mediante o pagamento de uma taxa adicional. Utilizavam o equipamento para contrabandear imigrantes através do Canal da Mancha em botes infláveis ​​de baixa qualidade, muitos dos quais originários do Médio Oriente e da África Oriental.
Em 2025, mais de 41000 imigrantes e 670 embarcações chegaram com sucesso ao Reino Unido. Mais de metade deles eram originários da Eritreia, Afeganistão, Sudão, Irão e Somália. A perda de vidas continua a ser uma preocupação – 31 imigrantes foram vítimas das tentativas de contrabando que colocaram as suas vidas em risco através do Canal da Mancha. Em média, havia 66 imigrantes por embarcação que chegou à costa do Reino Unido no ano passado. Cada imigrante paga entre 1000 e 2000 euros pela perigosa viagem. Como os kits náuticos são vendidos por valores entre 10000 e 20000 euros, isto sugere que as redes criminosas podem lucrar até 100000 euros por embarcação.
O tráfico de imigrantes é uma forma grave de crime organizado que põe em risco a vida de imigrantes irregulares e mina a segurança dos cidadãos da UE. As redes criminosas tratam os seres humanos como mercadorias, contrabandeados em barcos de pesca, porta-malas de carros ou camiões frigoríficos. Pessoas vulneráveis ​​muitas vezes pagam dezenas de milhares de euros por essas viagens perigosas. A violência também se tornou numa característica marcante desse modelo de negócio criminoso. As redes de tráfico de imigrantes dependem cada vez mais de ameaças, sequestros, espancamentos, abuso sexual e tortura para extorquir imigrantes e suas famílias em busca de resgate.
Por meio do seu novo Centro Europeu de Combate ao Tráfico de Imigrantes, criado em Março de 2026, a Europol está a intensificar os seus esforços para combater esta actividade criminosa, muitas vezes desumana e que coloca vidas em risco. Os esforços da Europol concentram-se na identificação e priorização de alvos de alto valor, no mapeamento de redes criminosas e seus facilitadores, e no rastreamento, congelamento e confisco de bens provenientes de actividades criminosas trans-fronteiriças. Ao desmantelar as bases financeiras e logísticas destas redes, a Europol visa directamente a lucratividade do tráfico de imigrantes.
As redes de tráfico de imigrantes operam muito além das fronteiras da UE. A Europol reforça a cooperação com países parceiros-chave através da cooperação estratégica e operacional. Este envolvimento externo aumenta a capacidade de desmantelar redes criminosas que operam ao longo de todas as rotas de tráfico e reforça as respostas operacionais, inclusive através de forças-tarefa operacionais. Esta operação baseia-se nos resultados das forças-tarefa operacionais anteriores da Europol focadas no tráfico de imigrantes por meio de pequenas embarcações. Esta última investigação foi conduzida no âmbito de uma nova força-tarefa operacional, criada em 2025, que reúne autoridades da Bélgica, França, Alemanha, Países Baixos e Reino Unido para combater grupos criminosos envolvidos em toda a cadeia organizacional do tráfico de imigrantes, incluindo as travessias perigosas pelo Canal da Mancha. A força-tarefa concentra-se na coordenação logística e nos principais organizadores, com especial atenção aos alvos de alto valor por trás destas redes. 
A Europol apoiou a investigação facilitando a coordenação operacional, organizando reuniões operacionais e permitindo a troca e análise de informações, o que ajudou a identificar ligações entre várias investigações nacionais. A Europol também criou um instrumento financeiro específico para apoiar os países participantes e investigações de grande repercussão. No dia da operação, a Europol destacou dois especialistas no terreno para auxiliar as autoridades alemãs na coordenação operacional e na verificação cruzada de informações operacionais com as bases de dados da Europol em tempo real.
A Eurojust apoiou a cooperação judiciária, facilitando a troca de informações entre as autoridades nacionais e assegurando que os instrumentos jurídicos necessários, incluindo as Ordens Europeias de Investigação e os Mandados Europeus de Detenção, estivessem em vigor.
O tráfico de imigrantes continua a ser uma das principais ameaças criminais para a UE, exigindo uma acção coordenada em toda a cadeia do crime – desde o recrutamento e o trânsito até aos fluxos financeiros que o sustentam. A Europol apoia as investigações através de uma abordagem baseada em dados, reforçando os casos fornecidos pelas autoridades nacionais com análises operacionais e conhecimentos especializados. A Europol também facilita a troca de informações e coordena operações conjuntas para desmantelar as redes criminosas.
Para reforçar os esforços da Europol no combate ao tráfico de imigrantes, o Regulamento (UE) 2025/2611 foi adoptado em Dezembro de 2025. Esta nova legislação da UE sublinha a importância de abordar o tráfico de imigrantes a nível da UE através de uma cooperação reforçada, incluindo a criação do Centro Europeu de Combate ao Tráfico de Imigrantes (ECAMS) da Europol, em Março de 2026.
O ECAMS assegura uma melhor troca sistemática de informações e uma melhor coordenação de esforços. Isto inclui o reforço da especialização em OSINT e investigações financeiras, bem como a melhoria do impacto operacional da rede de agentes de ligação da Frontex, da Eurojust e dos Estados-Membros.

Autoridades policiais envolvidas:
Bélgica: Polícia Federal Belga (Federale Politie / Police Fédérale)
França: Polícia de Fronteira Francesa (OLTIM-Office de lutte contre le trafic illicite de migrants)
Alemanha: Polícia Federal Alemã (Bundespolizei) 
Holanda: Royal Dutch Marechaussee (Koninklijke Marechaussee)
Reino Unido: Agência Nacional de Combate ao Crime

Autoridades judiciais envolvidas:
Bélgica: Juiz de Instrução em Bruges (Parket Brugge); Procuradoria Federal (Federaal Parket) 
Alemanha: Procuradoria-Geral de Hamm (Generalstaatsanwaltschaft Hamm), Procuradoria de Düsseldorf (ZeOS NRW), Procuradoria de Essen (Staatsanwaltschaft Essen)
Países Baixos: Ministério Público Nacional (Openbaar Ministerie)
Reino Unido: Serviço de Procuradoria da Coroa

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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia:
https://www.reddit.com/r/europe/comments/1tw2ngt/number_of_migrant_boats_launched_from_belgium_to/
https://www.europol.europa.eu/media-press/newsroom/news/small-boats-supply-chain-disrupted-21-arrested-for-supplying-channel-smugglers-nautical-equipment

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Como o anónimo que aqui trouxe a notícia bem fez notar, afinal é mesmo possível travar a entrada de alógenos em larga escala... a converseta tipicamente esquerdista de «se lhes fecham as portas, eles entram pelas janelas», tem sido um bocado exagerada, ainda que, aparentemente, continue a ser útil para que alguns dêem por adquirida a impossibilidade de deter a iminvasão e acabem por paulatinamente ir abandonando os esforços para impedir a entrada em solo europeu de toneladas de terceiro-mundagem, que é mesmo isso que mais convém ao esquerdalhame e ao lóbi capitalista, e também cristão, que continua a querer impingir alógenos aos Europeus como «inevitabilidade»...



EUA - PARTE SECRETA DO ACORDO DE OBAMA COM OS AIATOLAS INCLUÍA A CONCESSÃO DE MILHARES DE VISTOS A IRANIANOS DO REGIME AIATOLA

Desde 2017, os iranianos têm discutido amplamente as notícias de que o governo Obama concedeu um número de Green Cards americanos (alguns números são citados como 2500, outros como 2800) a líderes do regime de Khomeini como parte de um adendo secreto ao acordo nuclear de 2015, o JCPOA. Esta alegação foi publicada pela primeira vez em 14 de Fevereiro daquele ano pela Amad News, um veículo fundado pelo dissidente Ruhollah Zam, que mais tarde foi atraído para uma armadilha pela inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), levado à força para o Irão, julgado sumariamente e executado em 2020. Na altura, a história não ganhou repercussão no Ocidente, embora tenha sido noticiada por veículos importantes como a Al Arabiya.
A alegação ganhou maior repercussão em 2018, quando Hojjatoleslam Mojtaba Zolnour, um opositor do então presidente Hassan Rouhani, levantou o assunto em entrevista ao jornal iraniano Etemad. Zolnour acrescentou que entre 30 e 40 filhos de altos funcionários do movimento khomeinista estavam a estudar nos Estados Unidos na altura, enquanto muitos outros "desperdiçavam o património público iraniano" para levar uma "vida extravagante" por lá. As suas declarações foram posteriormente repetidas pela Fox News e aparentemente reforçadas pelo presidente Donald Trump. A 3 de Julho de 2018, Trump tuitou: “Acabei de saber que o governo Obama concedeu cidadania, durante a terrível negociação do acordo com o Irão, a 2500 iranianos – incluindo funcionários do governo. Quão grande (e ruim) é isto?”
Iranianos de todas as tendências políticas também continuaram a apelar ao governo Trump para que confirmasse a história do Green Card e, se aplicável, divulgasse os nomes dos beneficiários. Por exemplo, a 1 de Agosto de 2018, o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad perguntou: “Sr. Donald Trump, divulgue a lista de parentes de funcionários do governo iraniano que possuem Green Cards e contas bancárias nos Estados Unidos, caso o senhor tenha tal lista.”
Representantes tanto do governo Obama quanto do então ministro das Relações Exteriores, Mohammad Javid Zarif, negaram prontamente a alegação de Trump, enquanto veículos da imprensa liberal nos EUA a descartaram na sua maioria como calúnia, sem direito a maiores comentários. Contudo, dentro do Irão, os rivais de Rouhani aproveitaram a questão para desacreditá-lo e aos seus conselheiros, e o parlamento do regime islâmico (Majlis) abriu investigações para identificar possíveis beneficiários do Green Card. Em 2019, Javad Karimi Qoddousi, membro da comissão de segurança nacional do Majlis (Parlamento), publicou no seu site uma lista de 71 figuras influentes do regime que, segundo ele, possuíam residência permanente no exterior documentada para si mesmas ou para membros das suas famílias. 
Hassan Rouhani e uma das suas então vice-presidentes, Massoumeh Ebtekar — tristemente célebre pelo seu papel como porta-voz dos sequestradores da embaixada americana em 1979 — estavam na lista.
Como comentou o Jerusalem Post na altura: “O filho de Ebtekar, Issa Hashemi, mora nos Estados Unidos e é doutorando na filial de Los Angeles da Escola de Psicologia Profissional de Chicago… O sobrinho de Rouhani… estudou no City College de Nova York e agora trabalha na cidade.”
O então enviado especial de Trump para o Irão, Brian Hook, respondeu a estes apelos numa mensagem de vídeo em Dezembro de 2018, dizendo — aparentemente admitindo que os Green Cards tinham sido de facto emitidos — "Tenho que admitir que este é mais um exemplo da hipocrisia do regime", disse Hook. “Enquanto os funcionários do regime gritam 'Morte à América', eles enviam as suas famílias para o chamado 'Grande Satã' para viver e estudar aqui, usando os recursos do Povo Iraniano. Posso afirmar que estamos a trabalhar nisso e, embora não possa discutir casos individuais ou deliberações políticas internas, pode ter certeza de que estamos a explorar todas as opções para pressionar os hipócritas corruptos do seu governo a mudarem o seu comportamento.”
Depois disso, porém, o assunto pareceu estagnar. Nenhuma investigação pública foi iniciada e nenhuma declaração adicional foi emitida por Trump ou seu gabinete. Então vieram as eleições de 2020, e qualquer hipótese de esclarecimento adicional sobre a questão do Green Card pareceu inviável durante o governo de Joe Biden.
Em Junho de 2024, o autor deste artigo propôs a publicação de uma carta aberta ao presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, instando-o a cumprir as promessas de Trump e Hook, investigando se os Green Cards foram de facto negociados como parte do JCPOA. Ao preparar-me para isso, traduzi vários artigos em Farsi sobre o assunto, na esperança de que Johnson ou a sua equipa os lessem e se interessassem. No entanto, um editor de um renomado grupo de pesquisa americano disse-me que o tema era muito especulativo e infundado para ser publicado.
Em 2026, porém, após os EUA e Israel iniciarem ataques contra a República Islâmica, Trump começou a tomar medidas contra parentes de funcionários do regime que viviam nos Estados Unidos, deportando-os para o Irão. Neste contexto, um artigo particularmente interessante foi publicado na Tablet Magazine a 6 de Maio de 2026. Intitulado “Príncipes da Pérsia” e escrito por Peter Theroux, ele começa da seguinte forma: Eu costumava descartar o que considerava um mito urbano de que, para ajudar a convencer Teerão sobre o acordo nuclear, o presidente Barack Obama concedeu a milhares de espiões iranianos uma via alternativa para residência e, por fim, cidadania nos Estados Unidos...
Ao falar sobre o filho de Ebtekar, Eisa Hashemi, Theroux escreve: “Por incrível que pareça, este descendente de dois sequestradores de reféns da embaixada “entrou nos Estados Unidos em 2014 com vistos emitidos pelo governo Obama”, segundo uma declaração do Secretário de Estado Marco Rubio a 11 de Abril…”
Em conjunto, as novas reportagens ajudam a direccionar a discussão de rumores e acusações partidárias para uma questão que pode ser examinada com nomes, datas e acções imigratórias específicas. A questão que permanece é como interpretar este padrão — e que responsabilidades impõe às instituições americanas e à imprensa.
Como Theroux correctamente observa, é difícil acreditar que seja mera coincidência a aparente emissão de tantos Green Cards para parentes de figuras influentes de Teerão no mesmo período. Este padrão circunstancial fornece fortes indícios para concluir que alguma forma de facilitação do Green Card ocorreu na época do JCPOA, mesmo que não tenha sido uma troca de favores precisa, como afirmaram inicialmente as fontes iranianas.
Se a facilitação do Green Card ocorreu em larga escala — mesmo que informalmente — isto torna-se não apenas uma questão histórica sobre a era do JCPOA, mas também uma questão actual de aplicação da lei, transparência e segurança nacional.
Ao ordenar que o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) procure estes indivíduos e os envie de volta ao Irão, o presidente Trump não está apenas a proteger a segurança do seu país de possíveis espiões e infiltrados; também está a atender o desejo do Povo Iraniano.
Tendo assistido à ruína económica do seu país sob o comando de governantes que entoam "Morte à América", muitos só conseguem sorrir com raiva ao verem as famílias destes mesmos governantes — que se apropriaram da riqueza nacional — gastando-a em vidas de luxo no próprio "Grande Satã", a América. As acções do ICE, contudo, são apenas o começo. Se existem mais de 2000 beneficiários do Green Card, muitos outros podem ainda estar por localizar, detidos e deportados.
A resposta dos média a esta questão revela o quanto precisa ainda de ser corrigido no seu trabalho. Se podemos presumir que veículos de comunicação de tendência liberal ignoraram a história por oposição a Trump — ou mesmo por simpatia declarada por Teerão —, o histórico dos chamados média conservadora ou independente não é melhor. A timidez em publicar matérias por medo de serem rotuladas de "notícias falsas" por um coro tendencioso não é a forma como o jornalismo deveria funcionar.
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Fontes:
https://www.thegatewaypundit.com/2026/06/obama-secretly-gifted-thousands-green-cards-radical-iranian/
https://jihadwatch.org/2026/06/obama-secretly-gave-thousands-of-green-cards-to-irans-islamic-regime-leaders-in-disastrous-nuke-deal