terça-feira, março 10, 2026

ITÁLIA - MELONI DECLARA: «COMO É QUE UMA MULHER PODE CONFIAR NO SISTEMA SE O SEU VIOLADOR NEM SEQUER PODE SER EXPULSO?»


A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, criticou duramente as
decisões judiciais que bloqueiam a detenção de
imigrantes transferidos para a Albânia, citando o caso de um estuprador marroquino com extensos antecedentes criminais, que as autoridades afirmam não poder deter ou deportar após ter solicitado protecção internacional.
Em declarações à RTL 102.5, Meloni afirmou que algumas decisões judiciais que impediam a continuação da detenção de imigrantes transferidos para centros de processamento italianos na Albânia eram "surreais" e comprometiam a segurança pública: Também me pergunto onde estão as feministas diante destes acontecimentos”, disse Meloni durante a entrevista, referindo-se ao caso de um dos imigrantes, o marroquino Fathallah Ouardi, que tinha sido transferido para a Albânia, mas posteriormente devolvido à Itália depois de os juízes se recusarem a validar a sua detenção. Meloni afirmou que o homem tinha uma longa ficha criminal. "A ficha de um desses imigrantes inclui condenações por tráfico de drogas, resistência a funcionário público, conspiração para cometer agressão sexual e estupro colectivo", disse ela, conforme citado pelo Secolo d'Italia.
Segundo a primeira-ministra, o tribunal rejeitou a ordem de detenção depois de o imigrante solicitar protecção internacional. “Este é um indivíduo que entrou ilegalmente em Itália, começou a traficar drogas e estuprou uma mulher em grupo — não podemos detê-lo, não podemos enviá-lo para a Albânia, não podemos repatriá-lo e somos praticamente obrigados a conceder-lhe protecção internacional”, disse ela, acrescentando que tais decisões levantam sérias questões sobre a protecção das vítimas e a confiança pública no sistema de justiça: Como podemos garantir a segurança dos cidadãos dessa forma?”, perguntou ela. “Essas decisões são surreais; afectam não o trabalho do governo, mas os direitos dos cidadãos, principalmente o direito à segurança.” Que confiança pode ter uma mulher que foi vítima de estupro colectivo no sistema se o seu estuprador sequer pode ser deportado?”, acrescentou. “Também me pergunto qual é a posição das feministas do 'Non una di meno' sobre essas questões.
A líder italiana também defendeu as políticas migratórias do seu governo, incluindo o uso controverso de centros de processamento de imigrantes em alto-mar, na Albânia.
“Estou determinada a fazer o que os cidadãos me pediram: uma política rigorosa contra a imigração irregular, inclusive com novas ferramentas como os centros na Albânia”, disse Meloni. “Embora alguns estejam a tentar de tudo para impedi-la, estou determinada e disposta a trabalhar três, quatro, dez vezes mais, se necessário.”
O Remix News noticiou esta semana o caso de mais um cidadão marroquino acusado de estuprar uma mulher de 26 anos em Bottanuco, num ataque prolongado que durou uma noite inteira. O suspeito nasceu em 1987 e acumula uma série de acusações e condenações criminais em Itália há mais de uma década. As autoridades afirmam que ele foi investigado por tráfico de drogas entre 2014 e 2015 e acusado de imigração ilegal em 2015. Os registos também listam entrada e residência ilegais em Trentino em 2016 e furto em 2017. Documentos judiciais listam ainda condenações, incluindo resistência a funcionário público e tráfico de drogas em 2014, bem como participação em agressão sexual e agressão sexual em grupo em 2018. Uma condenação adicional por tráfico de drogas foi registada em 2025.
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Fonte: https://rmx.news/article/how-can-women-trust-the-system-if-gang-rapists-cant-be-deported-meloni-slams-italian-judges-for-blocking-expulsion-of-dangerous-foreign-criminals/

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Mais uma vez, mais outra, mais outra ainda - o povo escolheu o fim da imigração e a expulsão de alógenos criminosos, mas claro que quem controla os tribunais não pode admitir que o «povinho» faça realmente o que quer, era o que mais faltava levar-se a sério a Democracia... confirma-se portanto que o anti-racismo das elites não eleitas continua a sabotar o próprio teor democrático do sistema e a ameaçar, e insultar, o povo, na sua dignidade e na sua mais elementar segurança.

segunda-feira, março 09, 2026

ESPANHA - SENEGALÊS VIOLA MIÚDA DE 14 ANOS E É PRESO PARA DEPOIS SER EXTRADITADO, NÃO, É SÓ PRESO, NÃO, NEM SEQUER É PRESO...

Uma série de casos violentos envolvendo estrangeiros intensificou o debate nacional em Espanha sobre imigração e segurança pública, a propósito de planos do governo para regularizar centenas de milhares de imigrantes indocumentados.
Um senegalês de 26 anos escapou da prisão após confessar ter estuprado uma menina de 14 anos que conheceu no Instagram, caso que provocou indignação generalizada em Palma. O estupro ocorreu a 23 de Fevereiro de 2020, quando o então jovem de 20 anos conheceu a estudante pelo Instagram. Convidou-a para sua casa no bairro de Son Gotleu, na capital de Maiorca, e rapidamente exigiu que ela tirasse a roupa. Quando ela se recusou, ele violou-a diversas vezes, sabendo que ela era menor de idade. A jovem apresentou queixa à polícia local e ele foi preso pouco depois.
Segundo o OKdiario, o réu chegou a um acordo com o Ministério Público, no qual não cumprirá pena de prisão, desde que não cometa nenhum crime nos próximos três anos, complete 60 dias de serviço comunitário e pague uma indemnização no valor de €7500.
O réu admitiu em juízo ter forçado a menor a ter relações sexuais completas com penetração e declarou-se culpado de agressão sexual. O Ministério Público tinha inicialmente solicitado que ele fosse condenado a nove anos de prisão e fosse obrigado a pagar €5000 em indemnização.
Em incidente separado, um colombiano de 22 anos, residente ilegal em Madrid e com antecedentes criminais, foi preso após supostamente estuprar, agredir e roubar uma jovem de 20 anos em jardins no bairro do Retiro, na capital. Segundo o jornal El Mundo, o suspeito atacou a vítima num parque público antes de ser detido pela polícia. Em resposta ao caso Retiro, Isabel Pérez Moñino, porta-voz do VOX em Madrid, disse: “Colombiano, sem documentos e com antecedentes criminais. E assim, tranquilamente, circula por Madrid, estuprando mulheres espanholas. As fronteiras abertas transformaram as nossas ruas em refúgio para criminosos do mundo todo, onde se sentem livres para agir impunemente. O VOX vai livrar Madrid dos criminosos. Que fiquem bem claros sobre isso.”
Outros incidentes relatados no início deste mês aumentaram a controvérsia. Em Xilxes, Valência, um argelino de 39 anos foi preso pela Guarda Civil após supostamente violar uma ordem de restrição e degolar a sua esposa e o filho dela, de 12 anos. A mulher estava cadastrada no sistema de monitorização de violência de género Viogen e classificada como de “risco médio”. A ordem de restrição contra o suspeito deveria permanecer em vigor até 2027.
Em Calella, na província de Barcelona, ​​um marroquino de 24 anos foi preso após supostamente agredir a sua companheira com um objecto contundente, deixando-a em estado de morte cerebral e ferindo gravemente a mãe dela. Ele era alvo de um mandado de busca e apreensão por tentativa de duplo homicídio antes de ser localizado e detido.
Em Barakaldo, perto de Bilbao, um homem de 27 anos, de origem marroquina, foi preso provisoriamente após ser acusado de estuprar e assassinar Josune MD, de 54 anos, no seu apartamento. De acordo com os resultados preliminares da autópsia, a causa provável da morte foi estrangulamento, e os investigadores identificaram traumatismo craniano e lesões genitais. A polícia alega que o suspeito retornou ao apartamento após o crime para recuperar seu telemóvel e, posteriormente, relatou o extravio da sua carteira sem mencionar o incidente. O líder do VOX, Santiago Abascal, escreveu no X em resposta: “Regularização… um crime contra os Espanhóis”. Essa observação fazia referência ao anúncio do governo socialista espanhol sobre uma ampla regularização de imigrantes ilegais. Embora as autoridades tenham afirmado que cerca de 500 mil pessoas devem ser beneficiadas, uma análise de risco da polícia, vazada pelo Centro Nacional de Imigração e Fronteiras, sugeriu que o número real poderia variar entre 1 milhão e 1,35 milhão, incluindo entre 250 mil e 350 mil solicitantes de asilo.
Os dados sobre criminalidade alimentaram ainda mais o debate político. Um relatório interno da Polícia Regional de Navarra, citado pelo El Español, constatou que estrangeiros representaram 62,96% das prisões por crimes sexuais, 73,3% das prisões por homicídio e tentativa de homicídio e 71,77% das prisões por crimes relacionados com roubo em 2024 e até 25 de Novembro do ano passado, apesar de os estrangeiros constituírem cerca de 13,2% da população da região.
De forma semelhante, no País Basco, a Ertzaintza informou que 64% dos detidos entre Janeiro e Setembro de 2024 eram estrangeiros, enquanto os estrangeiros representam aproximadamente 14,1% da população.
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Fonte: https://rmx.news/article/senegalese-migrant-handed-fine-and-community-service-after-pleading-guilty-to-raping-14-year-old-in-spain/

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Mais uma carrada de casos a mostrar o que é de facto o contributo da imigração terceiro-mundista para um país europeu: ardente calor humano ao nível mais baixo e visceral.


domingo, março 08, 2026

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Juno na Casa dos Sonhos
de Luis López Y Piquer, século XIX



Uma boa iniciativa, sem dúvida, independentemente da sua origem. Por coincidência ou não, celebra-se no dia a seguir ao da Junonália, festival em honra de Juno, Deusa das Mulheres do Casamento e do Céu, na antiga Roma... ao mesmo tempo, era crença romana que, tal como cada homem tinha o seu Genius, cada mulher tinha a sua Juno individual, o que só reforça a semelhança entre esta data e uma herança religiosa romana pagã.


sábado, março 07, 2026

SOBRE A SINGELA LEGITIMAÇÃO DO TERRORISMO DE CUNHO GENOCIDA

Afonso Moura, anteontem à hora de almoço no NOW - «o Hezbollah também são pessoas normais, como eu, como o telespectador, que não querem viver debaixo da bota sionista».
Ora aí está mais um comentadeiro a defender, sem pudor ou limite, uma organização terrorista que há décadas vitima intencionalmente civis de um Estado soberano, Israel. Para ele, «viver debaixo da bota sionista» traduz-se no horror que é não poder destruir o Estado vizinho, que nunca invade país algum sem ser atacado. A posição de AM é objectivamente indefensável, mas a racionalidade não é o maior dos valores numa época como esta. Fica pois demonstrado que qualquer pacato cidadão europeu pode ser cúmplice moral do terrorismo genocida.
E é isto um soberanista, segundo se diz por aí - um alegado soberanista que fala afinal como qualquer inimigo das Nações.

sexta-feira, março 06, 2026

ESPANHA - UM EXEMPLO DO PIOR UNIVERSALISMO, PELO MENOS EM CERTOS SECTORES...


Diz o comentador que Espanha se revela universalista não apenas quando é católica mas também quando é maçónica. Não há contradição nisso, ao contrário do que análises superficiais podem levar a concluir.
Com efeito, tanto a Esquerda mundialista como o Catolicismo são universalistas, logo, inimigos do Nacionalismo e, cada vez mais, inimigos também dos interesses etno-civilizacionais do Ocidente, interesses estes que incluem uma solidariedade ocidental para com a OTAN e uma defesa do Estado de Israel, ponte para que se libertem Nações áricas no Médio Oriente, nomeadamente a dos Yazidis e a dos Curdos.
Mais uma vez, o(s) Universalismo(s) a lixar a Europa.

quarta-feira, março 04, 2026

IRÃO - O REGIME AIATOLA É FUNDAMENTALMENTE INIMIGO DA NAÇÃO ARIANA IRANIANA


«A relação dos Ayatollahs com a herança pré-islâmica do Irão tem sido marcada por uma tensão profunda, variando entre a hostilidade ideológica inicial e uma aceitação pragmática mais recente.

Hostilidade Pós-Revolucionária (1979)
Imediatamente após a Revolução Islâmica, a herança pré-islâmica foi vista com desconfiança por ser associada à monarquia e ao nacionalismo do Xá.
Tentativas de Destruição: O clérigo Sadegh Khalkhali tentou, sem sucesso, demolir as ruínas de Persepolis e o Túmulo de Ciro, o Grande, alegando que eram símbolos de tirania.
Intervenção Popular: Estes monumentos só foram salvos porque moradores locais e trabalhadores da conservação formaram escudos humanos contra as escavadoras.
Censura Ideológica: Ayatollah Khomeini expressou desdém pelo passado pré-islâmico, focando a identidade nacional exclusivamente no Islão e nos rituais xiitas.

Políticas Actuais e Negligência
Embora a destruição física directa tenha parado, críticos apontam para uma estratégia de "apagamento suave" através da gestão estatal.
Sub-financiamento Crítico: Especialistas alertam para a falta de fundos para a preservação de locais como Pasárgada e Persépolis, com orçamentos de manutenção extremamente baixos em comparação com padrões internacionais.
Remoção de Manuais Escolares: Referências a reis e impérios antigos foram reduzidas ou removidas dos livros didácticos para enfatizar a história islâmica.
Repressão do Nacionalismo: Celebrações como o "Dia de Ciro" (7 de Aban) são frequentemente proibidas, e o acesso a locais históricos é restringido em datas de significado nacionalista.

Adopção Pragmática
Recentemente, o regime tem tentado cooptar figuras históricas para fins de legitimidade geopolítica.
Reinterpretação Religiosa: Alguns clérigos modernos, incluindo o Ayatollah Khamenei, visitaram Persepolis e tentaram reenquadrar Ciro, o Grande, como um "servo monoteísta de Deus" mencionado no Alcorão como Dhu al-Qarnayn.
Identidade de "Império": Em discursos de poder regional, o regime por vezes evoca a "grandeza histórica" do Irão para sustentar a sua influência actual no Médio Oriente.»

Fonte: IA Google

«OS JUDEUS É QUE CONTROLAM A AMÉRICA E ENGENDRARAM O ATAQUE AO IRÃO!!!!!!!!!!!!!!»


É a converseta anti-sionista do costume, de quem dá por adquirido que a culpa é sempre do Ocidente, ou, neste caso, de uma sua extensão, Israel. Alimenta-se, desta feita, com o fantasma da conspiração judaica, originalmente formado pela necessidade judaica de viver na clandestinidade, aquilo que certa vez ouvi denominar como «factor alheira», e compreendia-se perfeitamente que os Judeus «manobrassem na sombra», quanto mais não fosse para safarem o coiro.
Se agora existe «manipulação judaica» é, novamente, para que o Povo do Magen David pura e simplesmente sobreviva. Logo, se há mão judaica no ataque ao Irão, isso é óptimo - há semanas que faço votos para que a Mossad actue para deitar abaixo os aiatolas, pois que o sucedido há um mês, com milhares de iranianos a serem chacinados nas ruas sem que as IDF ou pelo menos a USAF resolvessem intervir, teve péssimo aspecto.
Quanto ao regime aiatola, é ele próprio fruto visceral de um imperialismo, o imperialismo muçulmano que no século VII invadiu o Irão e converteu à força a sua população - a época do xá parecia aligeirar essa pressão de séculos mas a rebelião de 1979 actualizou e intensificou essa violência civilizacional, com o aiatola a expressar abertamente desprezo pela herança persa pré-islâmica (para além dos radicais que chegaram a querer destruir a antiga capital aqueménida, Persépolis, e também a tumba de Ciro). O Islão é inerentemente imperialista e só nas versões «laicas», ocidentalizadas, ou limitadas por pressão externa (caso saudita) é que essa vertente imperialista é desactualizada ou (temporariamente) desactivada, por assim dizer.

FRANÇA - AFRICANOS EM CORRIDA NA ESTRADA ASSASSINAM MULHER FRANCESA


Dois estrangeiros foram condenados por homicídio culposo após atropelarem Estelle Roaux, de 32 anos, enquanto disputavam uma corrida em ponte estreita.
Os dois homens não cumprirão pena de prisão, pois receberam uma sentença de três anos, com dois anos suspensos. Além disso, poderão voltar a conduzir em apenas dois anos, ou até antes, considerando o seu histórico de condução sem habilitação. A 15 de J
unho de 2022, os dois homens, Mamadou D., originário do Mali, e Zidane Junior NM, conduziam a alta velocidade no trecho entre Saint-Pierre-d'Oléron e Dolus, em pista de corrida. A condução imprudente, que os levou a atingir 110 km/h em zona de 70 km/h, terminou numa ponte próxima do viaduto da Ilha de Oléron. Segundo testemunhas, os dois estavam a ziguezaguear entre as faixas da ponte estreita, tentando ultrapassar um ao outro, quando Estelle Roaux foi atingida por Mamadou D., que conduzia a sua motocicleta na faixa oposta.

"Levaram a minha única filha, a minha princesa... Arruinaram a minha vida", disse Brigitte Roaux, que está devastada pela dor há quase quatro anos desde a morte da filha.

Mamadou D. teve a sua carta de condução suspensa e não poderá solicitar uma nova por dois anos. Zidane Junior NM sequer possuía carta de condução quando Estelle Roaux foi assassinada. Ele também terá de esperar dois anos antes de poder solicitar uma nova. Apesar das suas repetidas infracções de trânsito, inclusive após a morte de Estelle Roaux, eles poderão conduzir novamente em apenas dois anos. Devido à sentença do juiz, o jornal francês Sud Ouest afirmou que os homens não cumpririam pena de prisão.

Os dois eram amigos desde os 16 anos e ambos trabalhavam em empresa de instalação de fibra óptica. Estavam em canteiro de obras no dia do acidente.

Testemunhas descreveram o veículo "conduzindo como um louco", ziguezagueando entre os carros, enquanto motoristas vindo na direcção oposta eram obrigados a desviar-se para evitar uma colisão. Imagens de câmaras de segurança confirmaram a descrição das testemunhas.

Em juízo, os dois réus demonstraram pouco remorso. O comportamento deles após o acidente só agravou a situação — ambos cometeram novas infracções de trânsito durante o período em que estavam em liberdade condicional, apesar de estarem proibidos de conduzir. Um deles acumulou sete multas por excesso de velocidade desde a morte de Estelle Roaux.

A acusação não poupou críticas. Philippe Courtois, advogado dos sogros da vítima, chamou-lhes “irresponsáveis” e “imbecis”. Embora reconhecendo que nenhum dos dois homens tinha a intenção de causar uma morte, o Ministério Público argumentou que eles “adoptaram intencionalmente um comportamento extremamente perigoso em relação a outros usuários da via”. O facto de o motorista sem carteira de habilitação francesa válida não ter sido o responsável pelo atropelamento não o absolveu — afinal, são precisos dois para correr. Este raciocínio levou a promotora Lucile Babin a solicitar a mesma pena de 3 anos de prisão para ambos os homens, com suspensão condicional da pena.

A defesa pediu aos magistrados que “não julgassem com o coração”. O tribunal acabou por proferir sentenças de três anos de prisão, incluindo dois anos suspensos com liberdade condicional por três anos, juntamente com a obrigação de procurar tratamento e manter um emprego.

A pena branda para este tipo de corrida de rua contrasta fortemente com casos semelhantes em outros países, como o da Alemanha, onde Faraz A. recebeu uma sentença de prisão perpétua pelo assassínio de Janine W., de 22 anos.

Em 2019, o então procurador de Berlim, Andreas Winkelmann, foi entrevistado pelo jornal Welt após uma corrida de rua ilegal que resultou em morte e a introdução de uma nova lei para combater a crescente onda de acidentes fatais desse tipo: A maioria dos autores dos crimes são homens, na faixa dos 20 anos, e têm histórico de migração”, disse ele.

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Fonte: https://rmx.news/article/they-took-my-only-child-my-princess-two-men-with-a-migration-background-killed-frenchwoman-brigitte-roaux-during-deadly-street-race-given-mostly-suspended-sentences/

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Mais um caso em que a expansividade e o calor humano do sul global dá emoção ao quotidiano europeu, nomeadamente a infelicidade dos pais da rapariga assassinada pela negligência criminosa dos «««jovens»»», cuja expulsão ou extradição parece nem sequer ter sido considerada como hipótese...

NÚMEROS ÉTNICOS DO MÉDIO-ORIENTE


Ramo Irânico (Ariano) do Indo-Europeu

- Persas 65000000
- Curdos 35000000
- Yazidis (Curdos) 1000000
- Baloch 6500000
- Lors 6000000
- Pashtuns 5500000
- Tajiques 5000000
- Tat 500000
- Talysh 500000
- Ossetas (Geórgia & Rússia) 1000000

Cáucaso Indo-Europeu

- Arménios 2500000


Cáucaso não indo-europeu
Circassianos 1500000


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Semitas

- Árabes 250000000
- Judeus 7000000
- Assírios 2000000

- Druzos 1300000


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Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=10162875312140888&set=gm.1811083906255300&idorvanity=326497734713932