sexta-feira, agosto 21, 2026
quarta-feira, agosto 19, 2026
FRANÇA - PALESTINIANO AGRIDE SEXUALMENTE UMA MIÚDA DE QUINZE ANOS
FRANÇA - CRIANÇAS VÊEM O PAI A SER ASSASSINADO POR UM MOHAMED, QUATRO ANOS DEPOIS VÊEM O MOHAMED A SER SOLTO
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Confirma-se: os Europeus não têm mais defesa absolutamente nenhuma a não ser votarem nos partidos anti-imigração mais poderosos dos seus países.
De resto, além de precisarem de defesa, devem também ter memória, para que juízes como os que tomam decisões destas possam ulteriormente pagar pelo que fizeram, de uma maneira ou doutra.
EUROPEIA QUE DAVA LIÇÕES CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA EM ESPANHA É ASSASSINADA PELO MARIDO MARROQUINO
FRANÇA - ALÓGENO VIOLA ALEGADAMENTE DUAS COLEGAS IMIGRANTES MAS SAFA-SE DEVIDO A QUESTÃO TÉCNICA...
SOBRE O QUE REALMENTE SE PASSOU EM GAZA HÁ VINTE E UM ANOS - E AGORA
ÍNDIA - MILITANTE DA RELIGIÃO DA PAZ ASSASSINA POLÍCIA QUE GUARDAVA PEREGRINAÇÃO RELIGIOSA HINDU
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Resta saber se a culpa é do «racismo!!!» europeu, do Trump, de Israel, dos sionistas!!!, dos Judeus!!!!!!!!!!!!, ou, se calhar, de islamistas...
terça-feira, agosto 18, 2026
ALEMANHA - ÁRABES VIOLAM MIÚDA DE DEZ ANOS...
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Mais um caso em que se confirma que a Europa não sobrevive sem o calor humano oriundo do terceiro-mundo... Pela forma de composição da notícia acima, lê-se que Kyrath fala sobre a possibilidade de reabilitação dos três árabes que fizeram o que fizeram à criança de dez anos, ora com que cara é que se fala somente em «reabilitação» dos criminosos num caso destes?, qual é a mensagem que isso passa a criminosos de similar jaez no que toca à impunidade e às «segundas oportunidades» que lhes são porventura oferecidas?, e, mais importante do que isso, qual é a mensagem que isto passa ao povo? «Os que cometem horrores contra as vossas crianças se calhar ainda podem voltar a andar por aí depois de a gente os reabilitar»? Enfim, vivêssemos nós numa sociedade primitiva da Europa Ocidental, com sacrifícios humanos, e os culpados do crime seriam queimados vivos caso fossem de pele clara, ou talvez enterrados vivos caso tivessem pele escura, imagino eu, mas isto agora não se começava a fazer assim do pé para a mão, pelo que a prisão perpétua, incluindo tratamentos punitivos, poderia facilmente alcançar a aprovação popular caso um governo nacionalista pudesse dirigir o sector da Justiça, a seu devido tempo, que ainda não está perto de acontecer, mas que já esteve mais longe.
O único obstáculo a esta justiça é o actual controlo que a elite reinante mantém sobre os países ocidentais, grosso modo. Uma elite cuja «religião» é o «anti-racismo» militante, como o texto da notícia confirma, no essencial, quando Kyrath faz notar que a prioridade moral de quem manda é, acima de todos os deveres que os governantes têm para com os governados, pois acima disso, a cruzada moral contra «a Direita», ou seja, traduzido, a repressão inquisitorial contra a parte do próprio Povo que se revolta contra esta «igreja» do anti-racismo:
1)o povo está farto de ser iminvadido e agredido pelo alógeno,
2)o povo reage politicamente de forma hostil para com o alógeno e para com a elite que impinge ao povo a convivência forçada com o alógeno,
3)a elite chama a isso «Direita» e tenta impedir que esta reacção possa alcançar os efeitos pretendidos pelo povo.
Não há todavia mal que sempre dure, não há miséria que não dê em fartura, de hora em hora, Deus melhora, para citar um provérbio português que tem pelo menos quatrocentos anos, pode ser que se venha a fazer qualquer coisa de jeito a nível europeu, logo se vê.
domingo, agosto 16, 2026
GAZA - ESTUDO DA ONU MOSTRA QUE SUBNUTRIÇÃO DAS CRIANÇAS É DAS MAIS BAIXAS DO MÉDIO ORIENTE
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Salienta-se em particular a acusação de «obesocídio». Não estou a brincar quando confirmo que já li esquerdistas ocidentais a defender seriamente esta narrativa. Portanto, como a treta da «fome em Gaza» já convence pouco, e começa a ser desmentida, os propagandistas não vão de modas, porque a falta de vergonha é completa e a dignidade nunca neles morou, pelo que tau!, se não é preso por ter cão, é preso por não ter, e esta expressão popular portuguesa, «preso por ter cão, preso por não ter», que expressa obviamente o absurdo de culpar alguém seja de que maneira for, acaba por ser menos extrema na sua absurdidade do que esta nova, de «genocídio por fome e por obesidade», não há mãos a medir quando é total a invertebralidade e, sobretudo, a impunidade moral. Dir-se-ia que quem atira com esta obscenamente imbecil acusação tem as costas quentes, como se soubesse que não seria sequer ridicularizada pelos grandessíssimos mé(r)dia e seus humoristas de serviço. Suponho que, se, na Mossad, algum agente se atrevesse a propor aos seus colegas e superiores esta forma de genocídio, «vamos matar uma parte de fome e outra parte de obesidade», provavelmente provocar-lhes-ia um coro de gargalhadas; caso estes percebessem que o fulano estava a falar a sério, eventualmente ficariam preocupados por o processo de selecção da Mossad não ter filtrado os seus agentes, permitindo que um doente mental ou um idiota chapado alcançasse esse cargo, mas nas fileiras do anti-sionismo há espaço para todas as aberrações mentais, como se tem visto.
