quarta-feira, setembro 23, 2026
FRANÇA - «««JOVEM»»» (SÍRIO BRASUCA DE 40 ANOS) ACUSADO DE VIOLAR MULHER EM CASA-DE-BANHO PÚBLICA
DINAMARCA - PALESTINIANO ACUSADO DE RAPTOS E VIOLAÇÕES, ANTERIORMENTE PRESO EM REGIME PERMANENTE DEVIDO À SUA PERICULOSIDADE, FICA AGORA PRESO POR DOIS ANOS E MEIO...
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Vê-se muito - quanto mais altos os representantes da elite, maior é a sua queda moral porque maior é a probabilidade de estar mui dentro do «clero» da «religião» dominante, a do anti-racismo...
A AFD, A UCRÂNIA E OS PROFETAS DA DESGRAÇA
Mais uma vitória, há três dias, na Alemanha, do partido nacionalista AfD, desta feita na Pomerânia Ocidental, põe os opinadeiros mediáticos, porta-vozes das elites reinantes, a tecer os seus habituais lamentos & alertas.
Antes de mais nada, interessa deixar claro que há neste caso motivo para preocupação a respeito da salvaguarda da Europa, mais concretamente no que toca à situação ucraniana. A aparente simpatia deste partido pela Rússia putineira e a sua crítica feroz aos gastos alemães com a Ucrânia pode, a médio prazo, pôr em perigo o apoio alemão à causa de Kyiv, o que acaba por implicar uma ameaça à arquitectura de segurança europeia.
Significa isto que o povo alemão favorece a Rússia? Nada o indica, pelo contrário. As sondagens mostram que a população alemã não apoia Putin, nem sequer a do leste do país.
No que é que uma crescente percentagem dos Alemães vota afinal? Na causa anti-imigração. As sondagens mostram que a população alemã é fortemente contrária à imigração, sobretudo a do leste do país.
Esta é a grande prioridade do Povo - a sua própria defesa contra a iminvasão terceiro-mundista.
A AfD não teria a força que tem se o cerne do seu discurso não fosse anti-imigração.
Não é por antipatizar com a Ucrânia que a AfD ganha votos alemães - ganha votos alemães por prometer sistemática e credivelmente a defesa das classes populares nacionais contra a actual enchente populacional oriunda do chamado «sul global».
Sintomaticamente, alguns dos que se inquietam - e se indignam, ou se babam de ódio - diante da ascensão eleitoral da AfD revelam-se moralmente culpados pela crescente fragilização do apoio europeu à Ucrânia. Ontem ou anteontem ouviram-se as suas habituais charlas críticas nos média contra a «Extrema-Direita»: que horror, o «povinho» já se esqueceu do que foi o Nazismo!, estes eleitores gostam é de ditaduras, eles gostam é dos Russos, e, pelo meio, lá houve um dos comentadeiros a reparar que tanto a AfD como o partido esquerdista alemão BWG têm em comum ser contra a imigração e a favor da Rússia. Lá está portanto um típico representante da elite a «empurrar» o «povinho» anti-imigração para o lado das ditaduras, mais concretamente a entregá-lo de bandeja a Putin, depois queixa-se de que o «povinho» vota pelos tiranos. Na esteira deste tipo de observações, há uns quantos adolescentes, bullyófilos, nazis e outras figuras desagradáveis nas fileiras da Extrema-Direita a aproveitar a deixa para dizer aos indecisos e aos ingénuos «Se és contra a imigração, então não podes ser contra o Putin...», o que acaba, neste contexto, por parecer verosímil, mas que, de resto, constitui imbecilidade pegada que nenhuma análise séria das ideias e dos factos permite sustentar, dado que o Kremlin, para além de condenar aberta e oficialmente o Nacionalismo étnico, pois para além disto, acolhe neste momento milhares de peões terceiro-mundistas, um destes, militar angolano, já concorre pelo partido de Putin para a câmara da cidade de Belgorod...
Felizmente que a actuação da líder governamental anti-imigração Georgia Meloni é das que mais apoia a Ucrânia - valha isso, haja Deus, para «lembrar» (evidenciar o fdp do óbvio) que ser contra a imigração não é ser pró-Putin... Com Meloni está, nesta gesta, a primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen, igualmente contrária à imigração e ostensivamente favorável à defesa europeia das fronteiras ucranianas.
Sublinhe-se - a culpa de a AfD ameaçar a unidade da OTAN e da UE não é apenas de alguns militantes neo-nazis fascinados por impérios, imbuídos com a mística bully da lei do mais forte, que existem de facto na AfD, mas sim, também, de quem «obriga» o povo a votar na AfD.
«Obriga» - entre aspas, mas a grosso, porque é, no essencial, disto que se trata.
«Obriga» - porque enche a Europa de homens em idade militar vindos de alguns dos países mais violentos do globo.
«Obriga» - porque, a partir daí, o europeu comum, que não vive em zonas privilegiadas, precisa então, soberanamente, de garantir a sua própria segurança diária - nas ruas, nas escolas, nos transportes públicos, nos bares, nas noites que deveriam ser de divertimento despreocupado, saudavelmente boémio, e acabam amiúde por se cifrar em horas de tensão diante de ameaça iminente, quando não de violência real ou mesmo de tragédia pessoal.
Neste momento, há já gente alemã de Esquerda a votar na AfD - alguma desta gente é LGBT, e, mesmo assim, vota na AfD, e porquê?, porque se apercebe de que as suas cidades estão-se a encher de massas alógenas dominadas por valores e credos absolutamente incompatíveis com as liberdades públicas de que os gays europeus têm usufruído nas últimas décadas. Percebem, portanto, que não têm mais defesa rigorosamente nenhuma senão o voto em quem garanta o fim da enchente que brota das Áfricas e das Arábias.
Perante as evidências, as elites bem-pensantes continuam a pregar abertamente o ódio à Extrema-Direita e a alimentar «subtilmente» o desprezo dos seus pares para com o «povinho» que se atreve a desobedecer aos seus auto-nomeados tutores morais anti-racistas; elites que nutrem porventura a esperança de que o «povinho» acabe por ir aceitando a imigração ou, sabe-se lá, seja progressivamente substituído por massas humanas mestiças que apreciem o ideal do mundo sem fronteiras, o que deixará sem apoio popular os partidos «fachos».
N É M E S I S
O nome do grupo faz por outro lado lembrar a raiz céltica «Nem-», que significa «sagrado» e «celestial» e que entre na composição do substantivo céltico «Nemeton», com o significado de bosque sagrado.
terça-feira, setembro 22, 2026
GRÉCIA - CELEBRAÇÃO DO EQUINÓCIO E DA BATALHA DE MARATONA NO BERÇO DA CULTURA OCIDENTAL
FRANÇA - ENSAÍSTA AFIRMA QUE DOIS TERÇOS DA CRIMINALIDADE SÃO COMETIDOS POR ALÓGENOS
NEDERLANDA - UM «ALI» ATROPELA MORTALMENTE UMA HOLANDESA GRÁVIDA, MATANDO-A A ELA E À FUTURA CRIANÇA, TALVEZ SEJA CONDENADO A 8... MESES...
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Desta vez, a imigração terceiro-mundista não fez bem nenhum à natalidade europeia, não fez não...
FRANÇA - ALÓGENOS COMETEM 61% DOS CRIMES SEXUAIS EM TRANSPORTES PÚBLICOS
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Mais uns quantos factos que dificilmente veríeis expostos nos grandessíssimos mé(r)dia, cujos «jornalistas» são os chamados «jornalistas de causas», ou seja, propagandistas do sistema - mais do que servirem uma elite, servem um ideal, que lhes metem cornos adentro nas universidades, e faz deles disciplinados clérigos da Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente. Logo, não podem querer, ou sequer deixar, que o «povinho» saiba coisas destas, por motivos eleitorais e políticos já mais que óbvios.
EKHLAS, VÍTIMA YAZIDI DO CALIFADO
segunda-feira, setembro 21, 2026
ARMÉNIA - CELEBRAÇÃO DA NAVASARD
Historicamente, o ano novo arménio era celebrado no dia 11 de Agosto. A data comemora a lenda da vitória do herói nacional e patriarca Hayk contra o tirano babilónico Bel em 2492 a.C., um marco considerado a fundação simbólica da Nação Arménia. Por essa razão, a data é formalmente celebrada na Arménia como o Dia da Identidade Nacional. [1, 2, 3, 4]
- A Grande Peregrinação: Reis, exércitos e cidadãos de toda a Arménia viajavam em massa para os grandes templos da Deusa, especialmente o de Erez (na província de Akilisene), que era o mais rico e nobre do país. [1, 2]
- Oferendas e Festividades: Grandes banquetes, danças, recitais de poesia e competições atléticas eram organizados em Sua honra. Ofereciam-se-Lhe os primeiros frutos das colheitas. [1, 2, 3, 4]
- A Bênção das Uvas: O Navasard funcionava também como um festival da colheita. O ritual antigo de abençoar as uvas e os campos estava directamente ligado a Anahit para agradecer a abundância. [1, 2]

