ÍNDIA - MILITANTE DA RELIGIÃO DA PAZ ASSASSINA POLÍCIA QUE GUARDAVA PEREGRINAÇÃO RELIGIOSA HINDU
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Resta saber se a culpa é do «racismo!!!» europeu, do Trump, de Israel, dos sionistas!!!, dos Judeus!!!!!!!!!!!!, ou, se calhar, de islamistas...
Local internético onde se diz o que me dá na telha e me parece importante dizer-se. Os leitores podem, se quiserem, enviar comentários privados para o endereço de correio electrónico GLADIOLUSO@sapo.pt
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Resta saber se a culpa é do «racismo!!!» europeu, do Trump, de Israel, dos sionistas!!!, dos Judeus!!!!!!!!!!!!, ou, se calhar, de islamistas...
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Mais um caso em que se confirma que a Europa não sobrevive sem o calor humano oriundo do terceiro-mundo... Pela forma de composição da notícia acima, lê-se que Kyrath fala sobre a possibilidade de reabilitação dos três árabes que fizeram o que fizeram à criança de dez anos, ora com que cara é que se fala somente em «reabilitação» dos criminosos num caso destes?, qual é a mensagem que isso passa a criminosos de similar jaez no que toca à impunidade e às «segundas oportunidades» que lhes são porventura oferecidas?, e, mais importante do que isso, qual é a mensagem que isto passa ao povo? «Os que cometem horrores contra as vossas crianças se calhar ainda podem voltar a andar por aí depois de a gente os reabilitar»? Enfim, vivêssemos nós numa sociedade primitiva da Europa Ocidental, com sacrifícios humanos, e os culpados do crime seriam queimados vivos caso fossem de pele clara, ou talvez enterrados vivos caso tivessem pele escura, imagino eu, mas isto agora não se começava a fazer assim do pé para a mão, pelo que a prisão perpétua, incluindo tratamentos punitivos, poderia facilmente alcançar a aprovação popular caso um governo nacionalista pudesse dirigir o sector da Justiça, a seu devido tempo, que ainda não está perto de acontecer, mas que já esteve mais longe.
O único obstáculo a esta justiça é o actual controlo que a elite reinante mantém sobre os países ocidentais, grosso modo. Uma elite cuja «religião» é o «anti-racismo» militante, como o texto da notícia confirma, no essencial, quando Kyrath faz notar que a prioridade moral de quem manda é, acima de todos os deveres que os governantes têm para com os governados, pois acima disso, a cruzada moral contra «a Direita», ou seja, traduzido, a repressão inquisitorial contra a parte do próprio Povo que se revolta contra esta «igreja» do anti-racismo:
1)o povo está farto de ser iminvadido e agredido pelo alógeno,
2)o povo reage politicamente de forma hostil para com o alógeno e para com a elite que impinge ao povo a convivência forçada com o alógeno,
3)a elite chama a isso «Direita» e tenta impedir que esta reacção possa alcançar os efeitos pretendidos pelo povo.
Não há todavia mal que sempre dure, não há miséria que não dê em fartura, de hora em hora, Deus melhora, para citar um provérbio português que tem pelo menos quatrocentos anos, pode ser que se venha a fazer qualquer coisa de jeito a nível europeu, logo se vê.
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Salienta-se em particular a acusação de «obesocídio». Não estou a brincar quando confirmo que já li esquerdistas ocidentais a defender seriamente esta narrativa. Portanto, como a treta da «fome em Gaza» já convence pouco, e começa a ser desmentida, os propagandistas não vão de modas, porque a falta de vergonha é completa e a dignidade nunca neles morou, pelo que tau!, se não é preso por ter cão, é preso por não ter, e esta expressão popular portuguesa, «preso por ter cão, preso por não ter», que expressa obviamente o absurdo de culpar alguém seja de que maneira for, acaba por ser menos extrema na sua absurdidade do que esta nova, de «genocídio por fome e por obesidade», não há mãos a medir quando é total a invertebralidade e, sobretudo, a impunidade moral. Dir-se-ia que quem atira com esta obscenamente imbecil acusação tem as costas quentes, como se soubesse que não seria sequer ridicularizada pelos grandessíssimos mé(r)dia e seus humoristas de serviço. Suponho que, se, na Mossad, algum agente se atrevesse a propor aos seus colegas e superiores esta forma de genocídio, «vamos matar uma parte de fome e outra parte de obesidade», provavelmente provocar-lhes-ia um coro de gargalhadas; caso estes percebessem que o fulano estava a falar a sério, eventualmente ficariam preocupados por o processo de selecção da Mossad não ter filtrado os seus agentes, permitindo que um doente mental ou um idiota chapado alcançasse esse cargo, mas nas fileiras do anti-sionismo há espaço para todas as aberrações mentais, como se tem visto.
Ora pelos vistos a multidão tinha bem razão em precaver-se contra os alógenos que ali traziam culto alógeno universalista. Com efeito, os Actos de João do século II incluem um conto apócrifo da destruição do templo: o apóstolo João orou publicamente no Templo de Ártemis, exorcizando os seus demónios e «de repente o altar de Ártemis partiu-se em muitos pedaços ... e metade do templo caiu», convertendo instantaneamente os Efésios, que choraram, oraram ou fugiram. Mais tarde, Cirilo de Alexandria viria a atribuir a destruição do templo ao arcebispo de Constantinopla, João Crisóstomo, referindo-se a ele como «o destruidor dos demónios e o destruidor do templo de Diana». Um arcebispo de Constantinopla posterior, Proclo, observou os feitos de João, dizendo «Em Éfeso, ele saqueou a arte de Midas»... Em suma, vários cristãos regozijaram-se de tal modo com a destruição do templo que até o reivindicaram orgulhosamente, cada qual à sua maneira...
Perdura doravante o exemplo de uma Nação em armas que, pela sua independência, enfrentou um oponente cuja superioridade numérica ganha laivos de inverosimilhança quando se sabe que perdeu a batalha; entretanto, os Portugueses, é bom lembrar, tinham boa parte da elite do seu próprio país contra si, uma vez que o grosso da nobreza e do alto clero de Portugal estavam por Castela.
Esta foi pois uma vitória do povo, até mesmo ao nível do aspecto técnico-militar, uma vez que parece ter-se tratado de uma das primeiras ocasiões na história medieval militar da Europa em que uma massa de combatentes a pé - em princípio de origem plebeia - conseguiu, mesmo contra números esmagadores, levar de vencida a cavalaria.
Uma vitória que só pôde acontecer porque, quem parecia estar na iminência da derrota, insistiu em manter livre a Nação, conseguindo assim fazer história que ainda não estava feita, permitindo que brilhassem os defensores da Nacionalidade em todos os níveis sociais, do mestre de Avis que, mesmo sendo bastardo lutou pelo seu poder, e também de D. Nuno Álvares Pereira, sempre inspirado na pérola da cultura tradicional europeia que é a literatura arturiana - mais concretamente na figura de Galaaz ou Galaaz, cavaleiro do Graal, modelo pessoal do Condestável - à padeira de Aljubarrota, Brites, figura emblemática, como que telúrica, talvez ecoando a presença de antigas Deusas da Guerra Cujo sopro move a Grei.
Avançava do lado oposto o irmão de D. Nuno Álvares Pereira - D. Pedro Álvares Pereira, que liderou tropas castelhanas contra Portugal, ou não fosse frequente no seio da nobreza a traição à Nação, que a essa nobreza interessava inequivocamente menos do que as suas linhagens e relações transfronteiriças, daí a incompatibilidade, tarde ou cedo, entre um regime autenticamente nacionalista e uma sociedade hierarquizada em que os membros da classe dirigente devem mais lealdade aos seus homólogos estrangeiros do que à sua própria Nação. A vitória de Aljubarrota não é «o nascimento» de uma Nação, que nesta altura já tinha séculos de história, mas sim uma vitória da Nacionalidade sobre os princípios tradicionais medievais de aristocracia.
