quarta-feira, agosto 26, 2026

VÍTIMA DE ASSALTO REAGE E LEVA ASSALTANTE ALÓGENO À MORTE

Um assaltante (que estava indocumentado, mas ao que tudo indica é sul-americano e veio para Portugal desde Espanha, com cúmplices, só para roubar relógios de luxo), morreu esta terça-feira após a moto em que se encontrava ter sido abalroada pelo condutor de um BMW que o perseguiu - e que tinha sido assaltado pelo homem que acabou por morrer e por três outros criminosos. A morte do ladrão teve a intervenção casual do condutor de um outro automóvel, que o atropelou após o homem abalroado ter caído para a frente da sua viatura. A Polícia Judiciária (PJ) foi chamada a investigar, já que o assaltante e os três cúmplices roubaram dois relógios Rolex e um fio em ouro (avaliados em 100 mil euros) ao condutor (e amigos) que depois viria a perseguir as motos, até causar o acidente fatal na Avenida de Berlim.
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Fonte: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/vitima-persegue-gang-dos-relogios-de-luxo-e-mata-um-dos-ladroes

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Felizmente que nesta interacção multicultural não morreu nenhum português, ou qualquer outro europeu, valha isso; se tudo correr bem, o condutor do automóvel que deitou abaixo um criminoso pode safar-se sem problemas de maior, enquanto Portugal fica com criminoso a menos.
Entretanto, os grandessíssimos mé(r)dia revelam carradas de detalhes sobre o português que perseguiu o criminoso, até a matrícula do seu carro se via numa foto recente... se entretanto o nacional vier a ser vítima de alguma vingança de gangue, é só mais sangue europeu nas mãos dos «jornalistas»...

PCP VOLTA A CONVIDAR TERRORISTAS PARA A SUA FESTA ANUAL...

Há convidados que se anunciam com pompa e outros que chegam de ombros encolhidos. O PCP, que se prepara para a 50.ª Festa do Avante, em Setembro, optou pela segunda modalidade — convidou a Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP).
A organização palestiniana figura na lista de entidades terroristas da União Europeia — a mesma União onde o partido tem eurodeputados — e é igualmente classificada assim pelos Estados Unidos, Canadá, Japão e Israel. A FPLP, marxista-leninista, ficou célebre nas décadas de 1960 e 1970 por operações armadas em nome de um Estado palestiniano. Em 1976 sequestrou um avião da Air France com mais de uma centena de reféns e desviou-o para Entebbe. No início do milénio assinou cinco atentados suicidas. Em 2023 participou no massacre de 7 de Outubro, levado a cabo pelo Hamas, que matou mais de 1200 pessoas e fez 251 reféns. É este o curriculum que o PCP considera compatível com o cartaz da Atalaia, entre concertos, bifanas e debates sobre o futuro do trabalho.
Nada disto surpreende. Quando as FARC apareciam no recinto, o PCP encolhia os ombros e declarava que tinha ‘uma concepção diferente de terrorismo’ da UE e dos EUA, e que os convites se regiam pela ‘solidariedade’ com quem resiste ao ‘imperialismo’. A fórmula sobrevive intacta, o que uns chamam organização terrorista, outros chamam resistência. O pormenor inconveniente é que Portugal, enquanto Estado-membro, está vinculado à lista comunitária. Congelar fundos e não disponibilizar recursos económicos a essas entidades não é um pormenor de Bruxelas, é obrigação legal.
Resta saber se um convite institucional a uma festa partidária de massas se entende como hospitalidade cultural ou como um aceno político a quem a União Europeia continua a tratar como grupo terrorista. Uma festa que se vende como espaço de paz, internacionalismo e solidariedade, convidar uma organização terrorista cujo historial inclui sequestros aéreos, atentados suicidas e a participação no massacre do 7 de Outubro é grotesco.
O PCP pode chamar-lhe solidariedade. Os restantes podem chamar-lhe, com o mesmo direito, esgoto político. Encolher os ombros não é um argumento, é apenas uma pose que causa repulsa.
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Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=3950833788557599&set=a.1395605220747148

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Mais uma vez se vê o que é a obscena impunidade moral do PCP e, se calhar, também impunidade legal... então podem trazer terroristas a Portugal?...

MAIS UMA INTERACÇÃO MULTICULTURAL: EM SOLO ITALIANO, ESPOSA POLACA ASSASSINADA POR MARIDO TUNISINO


Durante uma discussão conjugal, um tunisino de 69 anos, Mohamed Habib Rouissi, teria assassinado a sua esposa polaca de 50 anos, Joanna Rouissi, esfaqueando-a quatro vezes na garganta, na cidade de Colleferro, perto de Roma. Durante a discussão e o assassínio a 18 de Agosto, o filho de nove anos testemunhou o brutal homicídio da mãe, e o filho mais velho do casal, de 20 anos, também estava no apartamento e não conseguiu impedir o pai. Após matar Joanna, o marido dela teria largado a faca e fugido do local. A filha, que voltou para casa momentos depois, encontrou o irmão mais novo aterrorizado e a mãe agonizando. Apesar da intervenção dos paramédicos e das tentativas de reanimação, a vítima morreu no local, segundo o jornal italiano Il Fatto Quotidiano.
Como parte das actividades operacionais imediatas realizadas, policiais da esquadra de Colleferro detiveram Mohamed Habib a algumas centenas de metros do local do crime. O homem não resistiu e confessou o crime durante o interrogatório. O tunisino encontra-se agora em prisão preventiva. 
A promotoria de Velletri está a conduzir uma investigação sobre o homicídio, apurando o desenrolar dos acontecimentos e os motivos do autor. 
O autarca da cidade também se pronunciou. “Pelo que apurámos, a senhora era bastante conhecida na região e por algumas famílias de Colleferro. Pelo que se depreende, havia alguns indícios dessa situação que, no entanto, evidentemente passaram despercebidos pelas autoridades ou não foram considerados tão perigosos”, disse o autarca de Colleferro, Giulio Calamita, em entrevista ao jornal LaPresse. “Este é o primeiro feminicídio que a nossa cidade presencia na sua história recente. Um homem, supostamente com problemas mentais, matou a sua companheira. Esta é mais uma tragédia após uma semana difícil, uma notícia terrível que abalou uma família de cinco filhos, um dos quais menor de idade. Nestas últimas horas, prestámos todo o apoio possível à família e continuaremos a fazê-lo nos próximos dias. Tenho certeza de que a cidade também encontrará uma maneira de reagir a esta triste notícia.”
Os investigadores também estão a verificar se a família já tinha relatado casos de violência doméstica. De acordo com as conclusões preliminares, as tensões entre o casal vinham aumentando há algum tempo. Os cinco filhos do casal foram colocados num abrigo.
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Fonte: https://rmx.news/article/this-is-the-first-femicide-our-city-has-seen-tunisian-migrant-arrested-for-stabbing-his-polish-wife-4-times-in-the-throat-near-rome/

SUÍÇA - MAIS DE OITENTA POR CENTO DOS «REFUGIADOS» NORTE-AFRICANOS COMETE CRIME

Cerca de 80,5% dos requerentes de asilo provenientes de países do Norte de África foram acusados ​​de um ou mais crimes na Suíça, o que evidencia a elevada criminalidade presente nessa população estrangeira. Os dados são da Secretaria de Estado para as Migrações (SEM).
Para os requerentes de asilo em geral, a taxa de criminalidade é muito menor, com apenas 12,5% tendo sido acusados ​​de um ou mais crimes. Os cidadãos da Argélia, Marrocos e Tunísia estão, portanto, extremamente sobre-representados em comparação com outros grupos de requerentes de asilo.
Os norte-africanos também têm poucas chances de terem os seus pedidos de asilo aceites pelas autoridades suíças, com 99% de todos os pedidos a serem rejeitados, de acordo com o jornal suíço Blick.
Em 2024, foi introduzida uma regra de "24 horas" para procedimentos acelerados de asilo para países do Norte de África, que permite às autoridades suíças processar pedidos de asilo com baixa probabilidade de sucesso mais rapidamente. Os requerentes ainda podem recorrer das decisões, o que pode aumentar significativamente o atraso na obtenção de uma decisão final.
“Os criminosos devem deixar a Suíça rapidamente. Esta é uma prioridade da estratégia de asilo”, afirmou o porta-voz da SEM, Daniel Bach.
No entanto, o processo é frequentemente atrasado pelas acções dos requerentes de asilo, incluindo a recusa em fornecer impressões digitais e o não comparecimento a entrevistas de deportação.
Muitos requerentes também dificultam o procedimento acelerado: recusam-se a fornecer as suas impressões digitais, não comparecem às marcações ou saem rapidamente da Suíça. Nestes casos, o seu pedido pode ser apresentado sem formalidades.
As autoridades estão a trabalhar para implementar novas medidas para deportar rapidamente os solicitantes de asilo, incluindo o “uso sistemático de medidas coercitivas contra os autores de crimes reincidentes”. As autoridades também planeiam introduzir regras mais rígidas para a detenção administrativa.
O SEM também pretende aumentar a cooperação com os países do Norte de África e assinou recentemente um acordo com Marrocos para acelerar o processo de repatriação de requerentes de asilo com ordem de deportação e ajudar a facilitar o seu regresso.
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Fonte: https://rmx.news/article/switzerland-80-5-of-north-african-asylum-seekers-have-been-accused-of-one-or-more-crimes/

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Mais calor humano do sul global expresso em números que só um «racista» poderia prever.

ALEMANHA - AFRICANO TENTA VIOLAR TRÊS MULHERES E APALPA UMA POLÍCIA

Um homem de 24 anos, originário da Gâmbia, permanece sob custódia após ser preso pela polícia em conexão com uma série de supostos ataques sexuais contra três mulheres em Heidelberg. Durante os incidentes, ele teria tentado estuprar as três mulheres em rápida sucessão, arrastando-as para um milharal.
As autoridades afirmam que os incidentes ocorreram num intervalo de aproximadamente meia hora na manhã de Martes, 18 de Agosto de 2026, em área aberta ao lado do cemitério de Pfaffengrund.
Segundo declarações da polícia de Mannheim e da promotoria de Heidelberg, o suspeito caminhava pelos campos por volta das 10h da manhã quando abordou uma mulher que passeava com o seu cão. Ele é acusado de agarrá-la pelo peito e tentar arrastá-la para um milharal próximo. A mulher gritou e reagiu, conseguindo-se libertar e fugir, de acordo com o jornal alemão Wochenblatt Minutos depois, entre aproximadamente 10h25 e 10h30, o mesmo homem teria abordado outras duas mulheres que caminhavam pelo local. Em ambos os casos, ele agarrou-lhes as mãos ou pulsos e tentou forçá-las a ir em direcção ao milharal. As duas mulheres resistiram vigorosamente, e ele acabou soltando-as sem conseguir levá-las.
Testemunhas que presenciaram os confrontos contactaram os serviços de emergência. Os polícias iniciaram uma busca imediata e detiveram o suspeito pouco tempo depois. Durante a detenção, ele também é acusado de ter apalpado a virilha de uma polícia. 
No dia seguinte, o jovem de 24 anos compareceu perante um juiz de instrução no Tribunal Distrital de Heidelberg. A pedido do promotor, o juiz expediu um mandado de prisão sob suspeita de múltiplas tentativas de agressão sexual, assédio sexual e outros crimes relacionados. Ele foi então transferido para um centro de detenção.
Os investigadores indicaram que estão a examinar possíveis outros incidentes ligados ao mesmo indivíduo. A investigação conjunta do Ministério Público de Heidelberg e da Polícia Criminal continua.
O caso apresenta paralelos com muitos outros casos cobertos pela Remix News ao longo dos anos, incluindo um caso em que uma mulher conseguiu-se defender com um chicote de cavalo de um imigrante que tentou derrubá-la do cavalo e estuprá-la.
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Fonte: https://rmx.news/article/germany-african-migrant-tries-to-rape-3-women-in-a-matter-of-minutes-then-grabs-policewomans-crotch-during-arrest/

ALEMANHA - HOSPITAL DE CAPITAL DA MAIOR POTÊNCIA ECONÓMICA EUROPEIA ESTÁ ASSOBERBADO COM VIOLÊNCIA CRIMINOSA ALÓGENA

Quando vítimas da violência organizada de clãs imigrantes chegam aos prontos-socorros de Berlim, o impacto vai muito além das salas de emergência. Segundo Felix Wolf (pseudónimo), enfermeiro de emergência veterano com uma década de experiência num hospital de Berlim, o tratamento de membros feridos de clãs submete a equipa médica a medidas de segurança rigorosas, intimidação crescente nas ruas e stress sistémico. Segundo Wolf, que falou ao jornal Welt, incidentes violentos envolvendo facas e armas de fogo estão-se a tornar rotineiros e frequentemente passam despercebidos pelas estatísticas oficiais de crimes. “Estamos nas clínicas a lidar cada vez mais com ferimentos por arma de fogo e facadas”, disse Wolf. “Nem todos os casos se tornam públicos ou entram para as estatísticas criminais, porque, especialmente em casos de ferimentos simples por arma branca, a polícia nem sempre é accionada. Temos casos assim várias vezes por semana.
Os dados oficiais já mostram um aumento acentuado da violência não só em Berlim, mas em toda a Alemanha. Berlim, em particular, foi duramente atingida por uma onda de guerras violentas entre gangues, que registou um número recorde de tiroteios em 2025. Os relatórios indicam que o número de tiroteios só aumentou em 2026.
Wolf observou uma tendência de agressores mais jovens que demonstram letalidade intencional nos seus ataques: “Não só a quantidade está a aumentar, mas também a qualidade: especialmente entre os agressores com faca, os perpetradores estão a ficar cada vez mais jovens. Frequentemente trato jovens de 15 ou 16 anos que sabem exactamente onde mirar para causar o maior dano possível.
A violência não se limita às ruas, estende-se frequentemente aos hospitais. Quando vítimas de ferimentos de bala ou faca chegam – muitas vezes sem aviso prévio ou trazidas directamente pelos seus associados – o protocolo hospitalar exige medidas de segurança rápidas para proteger as instalações. Para reduzir o risco de represálias ou assédio direccionado caso um paciente membro do clã venha a falecer, a equipa do hospital ajusta as suas rotinas diárias e a distribuição de tarefas: “Isto deixa-nos, na enfermagem, com grande incerteza: até que ponto podemos contar com apoio quando precisamos de nos defender? Até agora, sempre tivemos sorte de nada pior ter acontecido. Mas talvez vocês se lembrem das imagens da câmara de segurança da véspera de Ano Novo, quando uma enfermeira foi nocauteada noutro hospital? Isto também acontece”, alertou Wolf. “Não uso crachá na sala de emergência há anos porque não quero ser identificada. Tomamos precauções: se dois rapazes árabes precisam de cuidados, não envio duas raparigas, mas pelo menos um homem. Também tento manter colegas com apelidos judeus fora desses casos.”
Segundo Wolf, quando uma vítima de ferimento de bala pertencente a um clã chega ao hospital, a polícia é imediatamente informada: “Na maioria dos casos, os feridos chegam a pé ou são arrastados por algum parente. Assim que certos apelidos são mencionados, chamamos a polícia.”
A resposta policial envolve frequentemente grandes mobilizações para prevenir conflitos secundários nas dependências do hospital. “Felizmente, até agora, os polícias sempre chegaram mais rápido do que os familiares no nosso país. Então, chegam de 15 a 20 viaturas com centenas de polícias, e tudo o que se ouve por cinco a dez minutos são sirenes”, disse Wolf. “Tudo é isolado, não apenas o terreno do hospital, mas ruas inteiras até à estação de metro mais próxima. Isto é impressionante. Eles verificam com antecedência exactamente quem pode conduzir em cada lugar, param os carros e fazem verificações de identidade.” Durante estes incidentes, as operações do pronto-socorro são frequentemente interrompidas. “A pessoa ferida geralmente já está deitada connosco, acompanhada pelos dois ou três homens que a trouxeram. Então a polícia chega e recolhe informações pessoais, fotografa e confisca evidências. O procedimento costuma levar várias horas – durante este período, o pronto-socorro fica temporariamente fechado. Novos pacientes de emergência não podem ser admitidos durante este tempo.”
Por outras palavras, estes gangues criminosos de imigrantes não apenas transformaram as ruas de Berlim no «far-west», mas, devido às medidas de segurança envolvidas nestes casos, salas de emergência inteiras são fechadas, deixando os pacientes impossibilitados de entrar e receber tratamento na sua própria cidade.
Quando os familiares começam a chegar, geralmente significa que o problema está apenas a começar. Wolf descreveu casos em que até 40 familiares chegaram, muitas vezes organizados por meio de canais do Telegram, onde "querem marcar presença de forma frequentemente agressiva"“Nesses círculos, é comum que mães e mulheres gritem alto e dramaticamente. Esse alto nível de ruído é um factor de stress para a equipa e também para as pacientes. Na clínica, isso ainda pode ser controlado até certo ponto; no local de implantação, é significativamente mais difícil”, disse Wolf.
O prognóstico clínico de um paciente pode determinar o nível de perigo imediato enfrentado pelos profissionais de saúde e socorristas. “Graças a Deus, nenhum membro do clã jamais morreu aqui. Isto pode soar cruel, mas ficamos sempre felizes quando a pessoa ferida morre no local e não aqui”, afirmou Wolf. “O stress a que os polícias são submetidos num caso como este é enorme: como normalmente não há mais ninguém do clã rival por perto, os polícias e os serviços de emergência acabam por ser atacados.
Devido às limitações orçamentárias de segurança nas clínicas, os funcionários precisam de contar principalmente com a protecção da polícia municipal, ao mesmo tempo que implementam os seus próprios protocolos de segurança pessoal.
“Precisamos de confiar na polícia. Dinheiro para serviços de segurança particulares não é fácil. Conheço clínicas onde se fica feliz se houver pelo menos um segurança no local à noite”, observou Wolf. “Felizmente, a polícia de Berlim está bem preparada e não hesita. É deplorável as condições em que os polícias têm de lidar com essas situações – e como, nos dias seguintes, imagens individuais são repetidamente tiradas de contexto e usadas contra eles."
Wolf também aborda uma sociedade alemã que se tenta adaptar rapidamente ao aumento da violência, na qual as vítimas são ensinadas a lidar com a condição de vítimas, em vez de os agressores, muitas vezes violentos, serem responsabilizados pelos seus actos.
Wolf expressou cepticismo em relação aos cursos institucionais de desescalada, argumentando que eles transferem indevidamente a responsabilidade para os profissionais de saúde: “Muitas clínicas oferecem treinamento em auto-defesa ou desescalada. Mas eu não sou muito fã disso. Muitos cursos tentam profissionalizar situações perigosas de tal forma que ocorre uma espécie de inversão de papéis entre agressor e vítima. Porque deveria eu adaptar-me a uma situação que surge do facto de a outra pessoa não ter aprendido a comportar-se decentemente?
A crise é ainda mais profunda, ameaçando todo o sistema de saúde ao contribuir para o esgotamento profissional da equipa médica, o que provavelmente está a custar vidas. A combinação de stress no trabalho e preocupações com a segurança levou a altas taxas de rotatividade entre os profissionais de atendimento de emergência, com muitos a abandonar a área em cinco ou seis anos. “A brutalização é um problema social”, afirmou Wolf, acrescentando que o tempo de permanência dos funcionários está a cair para, no máximo, cinco ou seis anos, com a maioria a migrar para outras áreas. “Em certa medida, isto deve-se a uma falha política: as autoridades e o sistema de saúde estão a ser decepcionados. Mas esta brutalização também é uma questão social.”
Wolf destacou a dificuldade de discutir dados demográficos específicos de pacientes sem enfrentar críticas públicas ou acusações de parcialidade“Qualquer pessoa que aborde estes temas e identifique claramente a clientela que os provoca será imediatamente repreendida. 'Não é assim que se deve dizer; isso é generalizar demais', dizem. Pode até ser verdade, mas simplesmente não temos essas dificuldades com outros grupos de pessoas. O facto de não conseguirmos abordar isto é um problema. Constantemente recebo acusações de racismo. Colegas da área médica e também da polícia entendem o que quero dizer. No entanto, em certos círculos de Berlim, esta questão é considerada socialmente inaceitável.”
Respondendo às narrativas políticas, Wolf rejeitou a ideia de que votar em partidos de Extrema-Direita como o AfD seja uma solução, citando a hostilidade passada contra os profissionais de saúde durante a pandemia de Covid-19. “Durante a pandemia, essas mesmas pessoas declararam-nos alvos legítimos”, disse ele.
Foi realizada uma investigação exaustiva e não há provas de que qualquer membro do AfD tenha incitado a ataques contra profissionais de saúde. Houve críticas à forma como o sistema de saúde lidou com a crise da Covid-19, mas não há evidências de que tenha havido qualquer tentativa de incitar à violência contra esses profissionais.
Wolf também afirmou que nem todos os imigrantes podem ser culpados pelos ataques contra a equipa médica, alegando que os membros do AfD “podem-se perguntar se gostariam de vir limpar o nosso hospital por esse salário. Portanto, não quero transformar os nossos problemas com membros de clãs em debate geral sobre imigração”.
Certamente, em todo o país, há eleitores e membros da AfD que trabalham na área de limpeza. Aliás, a AfD tem a maior parcela de eleitores de baixa renda e da classe trabalhadora entre todos os partidos da Alemanha.
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Fonte: https://rmx.news/article/if-two-arab-boys-need-to-be-taken-care-of-im-not-sending-in-two-girls-hospital-staff-under-threat-in-germany-due-to-mass-immigration/

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Famílias inteiras a irem gritar para o hospital quando um dos seus «««jovens»»» lá está, e, de caminho, ameaçam o pessoal médico... onde será que já ouvi isto...

Entretanto, Wolf demarca-se da única força política que combate a causa do seu maior problema nos hospitais, pode ser que assim a Inquisição Anti-Racista o ataque menos... terá, entretanto, de escolher se prefere pagar salários de merda ao pessoal da limpeza ou se, em vez disso, quer ter seguro o seu próprio coirame, não vá um dia destes algum cigano, aliás, algum agreste gritador das Ásias, aliás, algum mouro, árabe ou turco encher-lhe as tripas com metal deveras afiado... 
Verdade seja dita, a saloiada anti-vacinas bem podia não ter o apoio da AfD, mas o que está agora em causa é muito mais relevante para o bem-estar dos Europeus e o Wolf que não queira perceber isso pode acabar a ser caçado por alógenos, depois queixe-se, se ainda estiver vivo para isso, bem entendido...

«TUGA» ANGOLANO ATROPELA EM OURA

O presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, diz “estavam baias a obstruir o acesso à Rua da Oura”, onde, na madrugada desta Martes, várias pessoas foram atropeladas"O condutor com cartão de cidadão português, de origem angolana, terá conseguido ultrapassar as barreiras colocadas pelas autoridades para impedir a circulação automóvel naquela zona", diz o autarca à RenascençaDe acordo com o autarca, o veículo envolvido "passou por cima do passeio” e, já na Rua da Oura, foi interceptado por dois militares da GNR: "O condutor desrespeitou por completo esses guardas e acabou por circular naquela rua, desrespeitando também a polícia de intervenção que lá estava." 
Rui Cristina diz que a autarquia de Albufeira tem como “prioridade absoluta acompanhar, antes de mais, o estado da saúde das vítimas e garantir-lhes todo o apoio possível”.
O autarca adiantou ainda que, para já, não são conhecidas outras motivações para o incidente além do consumo de álcool. Foi realizado um teste de estupefacientes, estando ainda os resultados a aguardar confirmação.
Questionado sobre a necessidade de reforçar a segurança numa das zonas mais movimentadas de Albufeira, Rui Cristina lembrou que o local já dispõe de um dispositivo reforçado durante o Verão: “Esta zona já tem um reforço bastante forte”, afirmou, referindo o reforço policial recebido durante o Verão e o programa municipal “Noite Segura”, que inclui patrulhamento na Rua da Oura.
Segundo o autarca, no local estavam ainda polícia de intervenção, barreiras de segurança, Cruz Vermelha e bombeiros. “E mesmo assim aconteceu isto. Vamos ter que reavaliar o que é que se poderá mais fazer para que este tipo de situação não aconteça”, disse.
De acordo com a informação transmitida pelo presidente da Câmara, 10 dos feridos serão portugueses e dois serão estrangeiros, turistas.
Rui Cristina reconhece que um incidente desta natureza pode ter impacto na imagem turística de Albufeira, mas considera tratar-se de “um caso pontual”: “Já sabe que benéfico não será, mas eu acho que este é um caso pontual e que tudo nós faremos para que não volte a acontecer”, afirmou.
Até ao momento, não há indicação de que o número de vítimas seja superior às 12 pessoas inicialmente identificadas. Uma delas encontra-se em estado grave.
O condutor, "com nacionalidade portuguesa e de origem angolana", de acordo com o presidente da Câmara de Albufeira, foi detido pelas autoridades e apresentava uma taxa de alcoolemia de 1,29 g/l.
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Fonte: https://rr.pt/noticia/amp/pais/2026/08/25/atropelamento-na-oura-camara-de-albufeira-quer-reavaliar-seguranca-na-zona/482929/?fbclid=IwY2xjawT7NXlwZG9mBWV4dG4DYWVtAjExAGJyaWQRMDZHZjA2amxBb1E1UFRDd1RzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeqEkXciOwravq3N_KfUuY9VDwwVmkVa0XIqdD3w52QCsrAZZuF8LmCuABprc_aem_tbV5_zHlcRmBNo14GytzzA

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Saudações à Rádio Renascença por deixar saber que o atropelador é angolano...
É uma coincidência curiosa que esteja a viver em Inglaterra. Já houve pelo menos seis afros que, da zona de Sintra, foram viver para território inglês, onde depois se radicalizaram em mesquitas, seguidamente marcharam para o califado (um deles foi apanhado antes de o conseguir fazer).
Este de Oura é pelo menos o sétimo afro de Sintra que vai para Inglaterra e comete crimes violentos.
A diferença mais visível entre o atropelador angolano e estes seis terroristas muçulmanos africanos é que o que atropelou em Oura estava alegadamente alcoolizado, enquanto os muçulmanos não bebem álcool, em princípio...

A própria situação de atropelamento cometido por indivíduo alcoolizado também dá que pensar. Portugal tem desde sempre uma considerável taxa de alcoolismo, é o décimo país da Europa com mais alcoólicos; é também um país onde há muita sinistralidade rodoviária - agora, quantos casos de atropelamento em massa se registaram em território português ao longo de todo este tempo? 


terça-feira, agosto 25, 2026

BATALHA DO GOLFO DE OMÃ - VITÓRIA PORTUGUESA CONTRA O IMPÉRIO OTOMANO EM 1554


O ataque português à armada turca, de acordo com o Livro de Lisuarte de Abreu

No ano de 1546 os Turcos haviam conquistado aos Persas a cidade de Baçorá. Provavelmente com a intenção de estabelecer comunicações por mar entre o mar Vermelho e aquela cidade, Solimão, O Magnífico, em Julho de 1552 enviou uma armada de vinte e cinco galés para o golfo Pérsico que, aparecendo de surpresa em Ormuz ocupou a cidade, obrigando os portugueses a refugiarem-se na fortaleza. Saqueada a cidade, os navios turcos tomaram o rumo de Baçorá. 
Por essa altura o poder naval português no Índico estava no zénite. Ao saber da presença de uma armada turca no golfo Pérsico, o vice-rei D. Afonso de Noronha organizou à pressa uma armada, de que assumiu pessoalmente o comando, constituída por trinta galeões e caravelas, acompanhados por setenta navios de remo, onde iam embarcados mais de três mil portugueses. Porém, ao chegar a Diu, sendo informado de que os turcos já tinham deixado Ormuz, regressou a Goa destacando para aquela cidade o seu sobrinho D. Antão de Noronha com cinco galeões, sete caravelas e vinte fustas.
Em fins de Janeiro do ano seguinte o capitão-mor da armada turca, o célebre corsário e cartógrafo Piri-Reis, decidiu regressar ao mar Vermelho com três das suas galés carregadas com o despojo do saque de Ormuz. Tendo perdido uma delas por encalhe, conseguiu iludir a vigilância dos navios portugueses e chegar a salvo a Judá. Entretanto D. Afonso de Noronha enviara para a boca do mar Vermelho uma outra armada que, nesse ano, impediu a passagem das «naus de Meca» para o oceano Índico. 
A reacção dos Portugueses com forças esmagadoras levou Solimão a rever a sua estratégia e a dar ordem para que quinze das suas galés que estavam em Baçorá regressassem ao mar Vermelho. 
Em meados de Agosto de 1553 essas quinze galés fizeram uma primeira tentativa para passar o estreito de Ormuz mas foram interceptadas pela armada portuguesa e, depois de uma batalha que durou várias horas, obrigadas a retroceder. 
Em Agosto do ano seguinte as quinze galés turcas voltaram a fazer-se ao mar e com grande habilidade conseguiram escapar à armada portuguesa que as esperava no cabo Mussandão. Mas alguns dias depois voltaram a ser interceptadas no golfo de Omã, um pouco a norte de Mascate, pela armada de D. Antão de Noronha. 
Após um curto combate com as caravelas portuguesas, seis galés foram tomadas. As outras nove, não tendo vento para regressar ao Mar Vermelho, escaparam-se para golfo de Cambaia perseguidas pelas nossas caravelas. Sendo alcançadas já com a costa indiana à vista, duas delas, que iam mais atrasadas, foram obrigadas a varar em terra onde se desfizeram. As restantes sete conseguiram refugiar-se em Surrate. 
Ao ter conhecimento da sua presença naquela cidade o vice-rei D. Pedro de Mascarenhas, que sucedera a D. Afonso de Noronha, despachou para lá uma armada de dois galeões e trinta navios de remo com ordem para exigir do governador de Surrate a entrega dos Turcos e das galés nos termos do tratado de paz que vigorava ente o reino de Cambaia e o Estado Português da Índia. Replicou aquele que os turcos já se tinham metido pela terra dentro e não era fácil localizá-los.
Quanto às galés disse que não lhe convinha entregá-las nem queimá-las para evitar represálias sobre as naus de Cambaia que iam ao mar Vermelho. Em contrapartida prontificou-se a mandá-las cortar em três partes por forma a ficarem inutilizadas. Posto ao corrente da situação, o Vice-Rei concordou com a proposta do governador de Surrate e as sete galés turcas, na presença dos capitães portugueses, foram serradas cada uma delas em seis partes. 
E assim, das vinte e cinco galés que Solimão enviou para o golfo Pérsico em 1552, seis foram perdidas em combate, sete foram internadas em Surrate e posteriormente destruídas, três perderam-se por encalhe, duas regressaram ao mar Vermelho e sete ficaram no Shatt al-Arab onde nada fizeram de especial. Duas delas foram queimadas pelos Persas por volta de 1555 e outras duas capturadas pelos Portugueses em Barém, em 1559. 
Seja ou não pura coincidência, a batalha do golfo de Omã marca o fim da expansão do Império Otomano para Leste.
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Marinha 2009, todos os direitos reservados
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Fonte: https://groups.google.com/forum/#!topic/tradicional/8iOouIETpBw

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Não deixa de ser estranho que no ensino em Portugal pouco ou nada se fale das guerras Luso-Otomanas, cujo final foi de valor indefinido mas que acabaram por limitar a expansão otomana, levando o império dos Turcos a evitar o confronto directo com as forças lusas, preferindo apoiar o sultanato de Aceh, inimigo de Portugal, enquanto por seu turno os Portugueses passaram a desenvolver bons contactos comerciais e diplomáticos com a Pérsia dos Safávidas, inimiga da hoste turca. É toda uma página da intervenção de Portugal contra um poderio oriental que passa em quase total silêncio cá pelo burgo.

ONU - GUTERRES ACENDEU UM FACHO ETERNO A UM LÍDER TERRORISTA DO HAMAS QUE TRABALHAVA NA ONU

O director executivo da UN Watch, Hillel Neuer, está a pedir ao secretário-geral da ONU, António Guterres, e à presidente da Assembleia Geral da ONU, Annalena Baerbock, que retirem a homenagem prestada a Imad El Samhouri, professor e director de escola de longa data da UNRWA, recentemente exposto como comandante de campo do Hamas. Clique aqui para ver fotos e vídeos. Em cerimónia memorial da ONU a 8 de Junho de 2026, ambos os funcionários ajudaram a acender uma chama eterna em homenagem aos funcionários da ONU falecidos em serviço, com o nome de El Samhouri a ser lido em voz alta diante deles.
Segundo um vídeo de um mártir do Hamas, El Samhouri serviu como comandante de campo no Batalhão Muhammad al-Shamali das Brigadas Al-Qassam do Hamas. As imagens mostram-no emergindo de túneis terroristas e declarando que a jihad era o caminho que tinha escolhido. O histórico de El Samhour nas redes sociais, que estava disponível publicamente, também documentou laços estreitos com autoridades do Hamas, glorificação do terrorismo e o uso de escolas da UNRWA para receber figuras do Hamas e direccionar estudantes para organizações ligadas ao Hamas.
Na carta aberta abaixo, Neuer exige uma investigação independente sobre como um comandante do Hamas foi autorizado a administrar escolas da UNRWA por mais de uma década — e quem dentro da agência sabia ou deveria saber. Ele também pede que Guterres e Baerbock peçam desculpas às vítimas do Hamas, divulguem os nomes de todos os funcionários da UNRWA que tenham ligações ao terrorismo e responsabilizem os supervisores e altos funcionários envolvidos.

Prezado Secretário-Geral António Guterres,
Prezada Presidente da Assembleia Geral da ONU, Annalena Baerbock,

Desculpar-se-ão por terem acendido uma pira olímpica em recente cerimónia da ONU em homenagem a um comandante terrorista do Hamas perante o mundo?
Reconhecerão finalmente que a UNRWA simplesmente não quer ou não consegue erradicar os terroristas que tomaram conta das suas escolas?
A 8 de Junho de 2026, no aniversário de um ano da morte do professor da UNRWA, Imad El Samhouri, vocês acenderam uma chama eterna para “prestar homenagem” à sua memória e à de outros “membros da família” da ONU. (O nome dele foi lido em voz alta à frente de vocês dois, aos 27:45 deste vídeo, como pode ser visto aqui.) 
Mas El Samhouri não era apenas professor e director em várias escolas da UNRWA. Ele era um comandante militar da organização terrorista Hamas, visto com granadas, metralhadoras e entrando e saindo de túneis terroristasAo usar o uniforme de educador da UNRWA, o seu colega levou funcionários do Hamas às escolas da UNRWA para discursar aos alunos e presidir a cerimónias. Ele usou as suas escolas para recrutar "talentos" para clubes ligados ao Hamas.
Uma rápida olhadela às redes sociais do seu colega — fotos dele com membros do Hamas, postagens a glorificar o sequestro e assassínio de judeus — mostra que ele estava-se a esconder à vista de todos. Funcionários e colegas da UNRWA sabiam disso.
De acordo com um vídeo de mártir publicado recentemente, o Hamas confirmou que o colega da ONU que vocês homenagearam — como "caído em serviço" — detinha a patente de Comandante de Campo do Hamas no Batalhão Muhammad al-Shamali da Brigada Al-Qassam Rafah. O professor e director da UNRWA que vocês homenagearam aparece no vídeo declarando que "Morrer pela causa de Alá é anossa maior aspiração".
Excelências, não é isto a antítese completa dos valores da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que consagra o direito à vida? 
A pessoa que actuou como professor e director da ONU em várias escolas de Gaza por mais de uma década disse: "Escolhemos a Jihad como o nosso caminho".
Excelências, não é isto uma traição à Carta das Nações Unidas, cujo preâmbulo nos exorta a “praticar a tolerância e viver juntos em paz”?O professor da UNRWA a quem vocês acenderam a chama eterna diz: “Louvado seja Alá pelos túneis… o inimigo sionista jamais imaginou que emergiríamos de debaixo da terra, dos escombros.”
Excelências, quantos professores da UNRWA precisam de sair dos túneis do Hamas antes que vocês admitam que os terroristas não estão apenas em baixo das escolas da UNRWA, mas sim dentro delas?
Excelências, se um director de escola infantil da UNRWA saindo de túneis do Hamas não os compelir a confrontar a infiltração terrorista na agência, o que possivelmente o fará?
Secretário-Geral Guterres, devo lembrar-lhe: o senhor não só homenageou este professor da UNRWA com a chama eterna, como também afirmou que foi “o privilégio da minha vida” trabalhar ao lado de pessoas como ele; que o senhor “se compromete a dar continuidade ao seu trabalho”; que pessoas como El Samhouri “tornaram o nosso mundo um lugar melhor”.
Agora que o homem que você elogiou foi exposto como comandante de campo do Hamas, mantém você o que disse? O trabalho de Imad El Samhouri — a jihad, os túneis terroristas, a doutrinação de crianças — é o trabalho que você pretende levar adiante?
Você irá retirar a sua homenagem, pedir desculpas às vítimas do Hamas e ordenar uma investigação independente sobre como um comandante terrorista pôde administrar escolas da UNRWA por mais de uma década?
Senhor Secretário-Geral, o senhor responsabilizará — inclusive apoiando processos criminais por acusações de apoio material ao terrorismo — todos os colegas, supervisores e altos funcionários cúmplices da UNRWA, incluindo Philippe Lazzarini?
Presidente Baerbock, esta pergunta também se dirige à senhora. Durante os anos em que a senhora foi Ministra das Relações Exteriores da Alemanha, o seu governo forneceu à UNRWA 570 milhões de euros (620 milhões de dólares). A Alemanha foi um dos maiores doadores da agência. Senhora Presidente, depois de destinar quase 570 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes alemães à UNRWA, como é que a senhora não descobriu que um dos directores de escola de longa data da agência — que fazia parte de uma rede de mais de 400 outros funcionários da UNRWA — estava abertamente envolvido com o Hamas? Nos nossos relatórios do UN Watch, alertámos o seu governo diversas vezes. Porque retomaram vocês o financiamento da UNRWA antes de exigir uma responsabilização genuína pela infiltração terrorista na agência?
Reconhecerá você agora que as garantias da Alemanha sobre a supervisão da UNRWA estavam catastroficamente erradas?
Desculpar-se-á você por participar na homenagem ao comandante do Hamas que o seu governo ajudou a contratar?
Excelências, estejam cientes de que escreveremos aos ministros das Relações Exteriores de todos os doadores da UNRWA — incluindo a União Europeia (que doou US$134 milhões à UNRWA no ano passado), Alemanha (US$119 milhões), Espanha (US$38 milhões), Noruega (US$38 milhões), França (US$31 milhões), Irlanda (US$21 milhões), Dinamarca (US$21 milhões), Suíça (US$17 milhões), Holanda (US$16 milhões), Luxemburgo (US$16 milhões) e Bélgica (US$13 milhões) — para instar os seus governos a cessarem o financiamento de terroristas do Hamas que actuam como professores e directores de escolas da UNRWA, os quais ensinam ódio e jihad a crianças palestinianas.
Instamos o senhor a retirar a homenagem a Imad El Samhouri, a pedir desculpas às vítimas do Hamas, a encomendar uma investigação verdadeiramente independente e a divulgar a identidade de todos os funcionários da UNRWA que tenham ligações com o terrorismo, bem como de todos os supervisores e altos funcionários que sabiam ou deveriam saber.
Não pode haver imunidade, impunidade ou chama eterna para terroristas que se infiltram nas Nações Unidas.

Atenciosamente,
Hillel C. Neuer
Observatório das Nações Unidas
Genebra, Suíça

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Transcrição do vídeo de El Samhouri sobre os mártires do Hamas:
[Canção] Ó homens livres marchando para Jerusalém, quem é como vocês, ó povo de sacrifício? Ó procissão dos puros, ó mártires dentre o nosso nobre povo. Com amor e saudações, Heróis do Dilúvio.
Samhouri: “Este é o caminho para a libertação e a vitória gloriosa; nós trilhamo-lo com o nosso sangue e avançamos com resistência inabalável.”
Uma jornada matinal ou vespertina pela causa de Allah é melhor do que este mundo e tudo o que ele contém. O chamado às armas ressoou nos corações dos fiéis e eles atenderam ao chamado. Allah é o Maior. Eis-me aqui por ti, ó Cidade Sagrada. Eis-me aqui, ó local da jornada nocturna do Mensageiro de Allah.
Eis-me aqui por ti, ó amada Palestina. Os sóis dos meus amados puseram-se; eles desmontaram e partiram. Nós prosseguimos na nossa jihad, os nossos corações ansiando por Al-Quds Al-Sharif, os nossos olhos fixos nos nossos heróicos prisioneiros e a situação dos refugiados viva nos nossos corações.
Escolhemos a jihad como nosso caminho; o nosso hino é que a morte pela causa de Alá é a nossa maior aspiração, e a nossa determinação não vacilará, não importa quão longa seja a jornada ou quão grandes sejam os sacrifícios. A nossa dor é profunda — portanto, tenha paciência.
Eles estavam aqui; estávamos juntos, mas eles partiram deste lugar. Louvado seja Alá, Senhor dos Mundos, que nos honrou com os túneis e os tornou um meio de resistência, um meio pelo qual o inimigo sionista jamais imaginaria que emergiríamos de debaixo da terra, de debaixo dos escombros, de entre as casas demolidas.
Com o meu coração, a minha alma e a minha consciência, meus irmãos, eu choro por vocês. Eu vejo-os, camada sobre camada, ó nosso refúgio.
Companheiros na jornada de Alá nesta vida, vocês são o nosso orgulho. A minha família e os meus irmãos, por Alá, amo-os com um amor que só Alá conhece; mas este é o chamado, o chamado para a jihad, ao qual os profetas, os justos e os mártires atenderam e que, com seu sangue, traçaram o caminho para nós.
Em conclusão, presto testemunho perante Allah, o Exaltado e Glorioso, que perdoei a todos os que me ofenderam, mesmo que com uma única palavra. Meus irmãos, este testamento foi escrito na terça-feira, 11 de Dezembro de 2007.
Este não foi o meu primeiro testamento — talvez tenha sido o segundo ou terceiro, em 2007, às 16h25. E enquanto partes, meu coração, antes desolado, agora estás em paz. Seu irmão, um mártir vivo, se Deus quiser: Abu Yusuf, Imad Yusuf al-Samhouri.
Os sóis dos meus amados puseram-se; eles desmontaram e partiram. E o meu coração, antes desolado, agora encontrou consolo.

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Fontes:
https://unwatch.org/un-leaders-lit-an-eternal-flame-for-a-hamas-commander/
https://jihadwatch.org/2026/08/un-top-dog-antonio-guterres-light-eternal-flame-in-tribute-to-hamas-commander

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É a total impunidade do esquerdalhame, tendo como principal suporte uma «imprensa livre», os grandessíssimos mé(r)dia, que nem piam sobre mais este escândalo da ONU, pelo menos os de cá nem uma palavra disseram, que eu tenha notado.
Imagine-se agora o que era se Trump acendesse uma vela, uma velita, nem era preciso que fosse um facho - ainda lhe chamavam «fachista!», que ainda seria pior que «fascista»... - ora então imagine-se que o presidente dos EUA acendia uma pequena vela a um líder do KKK, por exemplo, ou a um comandante das SS, quantos Carmos e Trindades não cairiam por aí...



MÉDICA E ENFERMEIRA AGREDIDAS POR BRASUCA

Uma médica e uma enfermeira foram agredidas com violência, na passada quinta-feira, em pleno horário de atendimento na Extensão de Saúde de Vila Nova de Milfontes, no concelho de Odemira. 
A agressão aconteceu quando uma utente invadiu as instalações e, por motivos que estão ainda sob investigação, atacou a médica de serviço com grande violência. Ao tentar travar as agressões e proteger a colega, uma enfermeira acabou por ser também agredida. Devido aos ferimentos sofridos, ambas as profissionais tiveram de ser transportadas para o serviço de urgência do Centro de Saúde de Odemira, onde receberam tratamento médico.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) de Vila Nova de Milfontes foi acionada de imediato e identificou a agressora, uma mulher de nacionalidade brasileira residente na localidade.
Segundo testemunhas no local, a suspeita já vinha a proferir ameaças verbais contra as administrativas, enfermeiras e médicas daquela unidade de saúde ao longo dos últimos meses.
Na sequência deste episódio, e por motivos de segurança, o funcionamento do posto de saúde sofreu alterações drásticas: o atendimento geral ao público passa a ser efectuado através de uma janela, ficando a entrada no edifício estritamente reservada a utentes com consulta previamente agendada.
Em comunicado enviado ao Correio da Manhã, a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA) confirmou a ocorrência e garantiu que "foram imediatamente desencadeadas as diligências adequadas, estando a situação a ser acompanhada pelos serviços competentes da instituição".
A ULSLA reiterou ainda o seu compromisso com "a segurança dos seus profissionais e utentes", sublinhando a urgência de "promover um ambiente de respeito e confiança em todas as suas unidades".
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/medica-e-enfermeira-violentamente-agredidas-por-utente-em-vila-nova-de-milfontes

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Ai já andava a ameaçar o pessoal médico... mas nenhuma autoridade foi ter com ela, uma vez que ameaçar é contra a lei (ou já não é?)... claro que convidá-la a sair imediatamente do País depois disso estaria fora de questão numa sociedade dirigida por uma elite nada saudável, mas pelo menos punham-na de sobreaviso e rédea curta... mas não...
Resta saber como será punida, se é que não fica impune...