quarta-feira, abril 15, 2026

PRESIDENTE DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL PORTUGUESA - «DEVIA EXISTIR UM TRIBUNAL DE NUREMBERGA PARA OS POLÍTICOS CRISTÃOS QUE TÊM DISCURSO DE EXCLUSÃO DE MINORIAS»

Devia existir um novo tribunal de Nuremberga para os políticos que invocam valores cristãos para defenderem discursos de ódio e exclusão de minorias ou outras religiões, disse neste sábado o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).
Em entrevista à Lusa, quando está no fim do seu segundo mandato à frente da CEP, José Ornelas considerou que "dizer que em nome de Deus se vai fazer uma luta de perseguição e de exclusão" está errado. Ornelas propõe um discurso de agregação de quem é diferente numa sociedade democrática.
"Eu não concordo contigo, mas concordo que tu tenhas o direito de exprimir que não concordas comigo", resumiu o bispo de Leiria-Fátima, que contestou o uso da religião para promover guerras ou perseguir outras pessoas. "Radicalmente isso não é ser católico, eu não posso usar a Igreja para fazer um discurso de ódio, um discurso da exclusão, um discurso de monolitismo de que eu é que tenho razão e todos os outros estão errados", disse, propondo um "caminho de agregação e caminho comum".
Ornelas recordou que "Jesus actuou fora da caixa dentro da religiosidade do tempo" e "qualquer que seja um discurso que, em nome de Deus, faça discriminação de pessoas" está "errado". E acrescentou: muitos políticos que se dizem católicos promovem discursos de ódio e "completas aberrações sobre a racionalidade da fé".
"A Igreja foi perseguida e continua a ser perseguida em várias partes do mundo precisamente por isso, por ser um território que apela aos valores da humanidade, aos valores fundamentais" e hoje ouve-se "um discurso de responsáveis políticos que deveriam estar nas barras do Tribunal de Nuremberga", porque o que "propõem está completamente fora daquilo que é a razão, a racionalidade do ser humano e da fé" cristã. "Temos de colaborar na construção de um mundo aceitável para todos e, para isso, a justiça e o direito são fundamentais".
Na mesma entrevista à Lusa, José Ornelas defendeu o primado da vida humana, mas sublinhou: "A Igreja tem sido muito clara: eu não quero ver ninguém ir para a cadeia, muito menos uma mamã que esteja com dificuldades e que já sofre o que sofre" e "gostaria era que tivesse oportunidades para poder ter o seu filho e cuidar dele como deve ser", disse. Por isso, devem ser dadas "condições às famílias para ter os seus filhos" e não cabe à Igreja julgar as "difíceis decisões pessoais" de muitas mulheres.
Sobre a eutanásia, e os que optam por essa solução: "têm toda a minha atenção e solidariedade", bem como o "amor de Deus". "Não quero ninguém na cadeia, mas também não aceito que a solução também seja simplesmente despachar o problema pela via menor" ou "mais fácil", em vez de investir nos cuidados paliativos, explicou José Ornelas.
Numa outra frente, sobre o debate interno relacionado com as alterações na Igreja, Ornelas disse que o processo terá de terminar com decisões do Papa, sem colocar em causa a capacidade da instituição agregar os fiéis. "Têm de haver decisões, claro", afirmou.
O sínodo, um processo de auscultação das bases sobre temas fracturantes como a ordenação de mulheres, o celibato dos padres ou o lugar dos divorciados e dos gays, foi iniciado por Francisco e caberá agora a Leão XIV tomar as decisões.
No final, será necessário definir o que deve ser aceite como prática religiosa, sem desvirtuar os valores católicos, procurando distinguir "o essencial" do resto, defendeu Ornelas.
"A diversidade não é inimiga da unidade" e "a Igreja não é um albergue onde cabe tudo, mas onde todos, todos, todos são convidados e onde participam à medida do seu caminho", disse José Ornelas, numa referência à expressão "todos, todos, todos", utilizada por Francisco em Lisboa.
Em todo o mundo, há "modos muito diferentes" de viver a fé e "o Evangelho tem de ser traduzido em cada uma das culturas".
E deu o exemplo do celibato dos sacerdotes: a "ordenação de homens casados é mais fácil de resolver e de perceber, até porque nós, dentro da mesma Igreja Católica, temos ritos diferentes e igrejas de tipo diferente", algumas das quais com essa prática.
Durante o debate sinodal em Roma, Ornelas foi abordado por um bispo ucraniano que lhes disse que os padres casados "são um grande serviço à Igreja" no seu país, que tem uma grande comunidade católica de rito oriental e em que se permite o casamento de sacerdotes.
"Dentro da mesma igreja temos disciplinas diferentes e temos também ritos diferentes", resumiu, recordando que "não está escrito em nenhum Evangelho que os padres tenham de ser solteiros e Jesus tinha homens casados e solteiros na sua companhia".
Sobre a ordenação de mulheres, o presidente da CEP admite que o debate está mais atrasado, mas a criação do diaconado feminino (uma primeira ordenação sacerdotal como diácono, que tem menos poderes que os padres) é uma "forma de começar a perceber" o fenómeno e "vem ajudar a Igreja a fazer caminho" na reflexão interna.
Nestas matérias como outras, existe "um debate que está em causa e não se pode adiar eternamente" a decisão, "mas também não se pode tomar apressadamente".
Nos últimos dois mandatos à frente da CEP, que iniciou como bispo de Setúbal antes de ter transitado para Leiria-Fátima, Ornelas enfrentou a crise de abusos sexuais na Igreja ou a pandemia e recebeu o Papa na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Lisboa.
A par disso, viveu "crises económicas e sociais que a economia provocou", primeiro em Setúbal e depois em Leiria-Fátima com a violência do comboio de tempestades que assolou a diocese, em Janeiro deste ano.
Mas olhando para o passado, destaca a responsabilidade de ter liderado a Igreja num tempo em que o Papa Francisco iniciou o processo de auscultação das bases. "Foi uma abertura na Igreja a chegada do Papa Francisco" e "algo de novo começou na Igreja, um vento novo começou a soprar".
Estes seis anos constituíram experiências "novas e interessantes" e "não foi um tempo para se dormir na formatura", porque a sociedade exigia novas respostas da Igreja.
Depois da JMJ, a Igreja sentiu um "retorno de um tipo diferente" da prática religiosa, particularmente entre os jovens portugueses. "Não quer dizer imediatamente o retorno a ir à missa", mas "há movimentos muito interessantes que surgiram" e verifica-se o aumento do baptismo de adultos, em particular de jovens.
Em "momentos decisivos de mudança de cultura", como os que se vivem hoje, em "tempos radicais de mudança, em termos ideológicos e em termos tecnológicos, que criam instabilidade", o regresso da fé torna-se mais natural, salientou o bispo, considerando que a Igreja terá de se adaptar a esta nova procura de fiéis, mais centrados na espiritualidade e menos nos ritos.
O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa disse ainda esperar a visita de Leão XIV a Fátima em 2027, por ocasião dos 110 anos das aparições marianas na Cova da Iria. "Espero que sim. Aliás, isso já foi um convite que lhe foi feito mais do que uma vez por mim e por outras pessoas, também membros da Conferência Episcopal."
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://www.publico.pt/2026/04/11/sociedade/noticia/jose-ornelas-nao-catolico-defende-discurso-odio-exclusao-2170907

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Tribunal de Nuremberga, não o faz por menos... repare-se que o tribunal de Nuremberga julgou crimes de guerra... então um gajo na sua terra que diz «não quero cá pessoal de fora» já teria, só por isso, de ir a tribunal, porque é cristão? É um ganda pecado-crime blasfémia ou lá a merda que o vigário do Crucificado resolver dizer?... Como «isto» está, caros leitores...
Não é surpresa nenhuma, claro, para quem souber o que é o Cristianismo e tiver memória do que a(s) Igreja(s) cristã(s) têm consistentemente declarado desde há mais de cem anos. Confirma a sua coerência com a sua matriz ideológica, especificamente moralista, que é militantemente universalista, logo, anti-racista, portanto, incontornavelmente inimiga do Nacionalismo, em particular no que respeita à acção de expulsão de alógenos e protecção das fronteiras. Só a(s) religião(ões) anterior(es), pagã(s), é que sacraliza a fronteira, derivada do Deus Terminus; o Cristianismo existe para ultrapassar, aliás, violar todas as fronteiras. Esta incontornabilidade da oposição entre Nacionalismo e Cristianismo é repetidamente brandida pelas autoridades eclesiásticas ao mais alto nível, logo a começar pelos papas, e incluindo os Ornelas dos vários países onde a Cristandade ainda tem voz, e é também referida, de quando em vez, pelas forças partidárias de Esquerda. Ornelas, aliás, envereda desta feita por uma via pretensamente democrática, o que tem piada vindo de uma instituição baseada num credo notoriamente anti-democrático, e a parte em que se afirma contra um «
discurso de monolitismo de que eu é que tenho razão e todos os outros estão errados», isto então é um fartote, considerando que o Cristianismo herda do Judaísmo precisamente a posição de declarar que só um Deus é verdadeiro e todos os outros são falsos, ou demónios, e isto foi sempre, não apenas teoria, mas também prática, e de que maneira, tanto que em toda a parte as forças da Cristandade se impuseram pela força, e, onde quer que não tivessem poder para isso, falharam a conversão dos Povos...
Enfim, voltando à matéria em epígrafe, a incompatibilidade entre Nacionalismo e Cristianismo declara-se uma vez mais e constitui um problema para os nacionalistas ditos cristãos resolverem; não tem, até agora, sido obstáculo intransponível à ascensão nacionalista, talvez porque, como já Berdyaev dizia há cem anos, à medida que o Cristianismo recua, aumenta o Nacionalismo e a Democracia...



ITÁLIA - TRIBUNAL DEIXA IMPUNES IMIGRANTES QUE INCENDEIAM CENTRO DE DEPORTAÇÃO PORQUE O INCÊNDIO FOI PEQUENO E NÃO INTENCIONAL APESAR DE O IMIGRANTE QUE COMEÇOU O INCÊNDIO DIZER «VOU PEGAR FOGO A ISTO»...

Quatro homens, tunisinos e egípcios, são acusados ​​de atear fogo num centro de deportação em Turim, Itália. No entanto, após a detenção, foram libertados pela juiza, que considerou que, legalmente, não se tratava de um "incêndio" por não ter sido suficientemente destrutivo, apesar de várias pessoas terem ficado feridas e inalado fumaça tóxica. Além disso, os imigrantes em questão teriam impedido os funcionários de apagar o fogo. A decisão causou choque devido ao facto de um dos homens ter avisado diretamente antes de atear fogo com um isqueiro, supostamente anunciando: “Agora, vou incendiar tudo”. O principal suspeito teria acendido uma chama que iniciou um incêndio nos lavabos da sala 2 da Ala Amarela do centro de detenção para deportados (CRS) no Corso Brunelleschi, em Turim. Após a propagação do fogo, uma nuvem de fumaça “invadiu toda a área, colocando em risco a segurança de todos os funcionários”.
O jornal La Stampa descreve um "tumulto" no centro de deportação, um dos muitos que ocorreram nos últimos meses.
No entanto, após quatro detenções durante estes tumultos, todos os suspeitos foram libertados depois de apenas duas noites na prisão de Vallette, após uma ordem da juíza de instrução Francesca Morelli determinar que a acusação contra eles não poderia ser "incêndio", mas sim "dano seguido de incêndio". Esta acusação mais branda permitiu a "libertação imediata" dos suspeitos.
A juiza observou que, legalmente, não se tratava de um "incêndio", pois não se tornou um "incêndio destrutivo de proporções notáveis", conforme previsto na "legislação penal". A juíza questionou o plano de iniciar um motim entre os quatro homens, afirmando que era "ultrapassado à luz das suas declarações". O incêndio, reiterou ela, não foi "um evento realizado voluntariamente" nem "uma combustão de grandes proporções".
No entanto, a polícia apresentou uma versão diferente dos factos, e a promotora Elisa Buffa acusou os homens de incêndio criminoso, lesão corporal grave e ameaças. O documento judicial afirmava: “O fogo também se alastrou e contaminou cómodos ocupados por outras pessoas, gerando fumaça tóxica que tornava a respiração impossível, mesmo após o incêndio ter sido extinto com hidrantes, também graças à intervenção dos bombeiros.”
Segundo relatos, o incidente começou com um tunisino de 40 anos que estava no centro de detenção há 40 dias e estava cada vez mais desesperado para voltar para casa. Ele ficou irritado porque o seu passaporte ainda não tinha chegado e disse a outros detentos que estava a ficar nervoso, antes de lhes dizer que iria atear fogo a algo. A polícia afirma que ele agiu com outros três imigrantes para iniciar um incêndio no centro e promover um tumulto. Quando o incêndio começou, o grupo atacou um funcionário que tentou apagá-lo, inclusivamente atirando uma garrafa de plástico. Outro funcionário foi ameaçado. Os bombeiros chegaram e tiveram dificuldade em controlar as chamas, que espalharam fumaça devido a um vento forte que "causou a dispersão da fumaça por toda a área e colocou em risco a segurança dos trabalhadores que intervieram". O funcionário agredido foi levado para o Hospital Martini, enquanto os quatro suspeitos foram presos. Um dos homens presos disse: “Estou em Itália há 16 anos e mesmo assim colocaram-me no Centro de Detenção Provisória. O meu documento expirou e não o renovaram porque eu não compareci no dia certo. O meu amigo passa a vida a prometer que vai voltar para a Tunísia, mas ele também é obrigado a ficar lá. Qual é o sentido disto?”
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Fonte: https://rmx.news/article/the-fire-was-small-4-migrants-arrested-for-arson-in-italian-deportation-center-in-turin-judge-releases-them-almost-immediately/

ALEMANHA - ESTRANGEIROS DESPROPORCIONALMENTE REPRESENTADOS ENTRE OS VIOLADORES

Estatísticas da polícia alemã para 2025 revelam que o número de estupros registados na Alemanha atingiu o seu nível mais alto em vários anos, chegando a aproximadamente 13920 casos, de acordo com os parágrafos legais específicos. O que está a impulsionar este número explosivo de estupros? Segundo diversos especialistas, estrangeiros e pessoas com histórico de imigração são os principais autores destes actos.
Isto representa um aumento de 9% em comparação com o ano anterior e dá continuidade a uma tendência de alta de longo prazo. Em 2018, foram registados 8106 casos, um aumento de 71,72%.

“A violência sexual contra as mulheres é um problema grave na Alemanha. O estupro é um crime horrível e uma forma particularmente séria de violência sexual”, disse a ministra da Justiça Federal, Stefanie Hubig (SPD), ao jornal Welt, que obteve os dados.
O ministro do Interior de Hesse, Roman Poseck (CDU), afirmou que, embora a maioria dos autores de estupro tenha cidadania alemã, "a verdade é que os autores com histórico de imigração estão sobre-representados".
Embora a percentagem exacta de imigrantes envolvidos em estupro ainda não tenha sido divulgada, visto que os dados oficiais do Ministério do Interior federal só estarão disponíveis a 15 de Abril, anos anteriores já revelaram o papel desproporcional dos imigrantes nestes casos.
Em 2024, aproximadamente 41% dos suspeitos de crimes contra a auto-determinação sexual, incluindo estupro, eram cidadãos não alemães.
Nas estatísticas alemãs, existe uma subcategoria específica denominada "Zuwanderer", que engloba requerentes de asilo, refugiados e pessoas com permanência tolerada. Em 2024, cerca de 15 a 18% dos suspeitos de estupro enquadravam-se nesta categoria, apesar de representarem aproximadamente 2 a 3% da população total.
“Entre os imigrantes, há pessoas que se caracterizam por uma compreensão completamente equivocada dos papéis sociais e que, portanto, desrespeitam o direito das mulheres à auto-determinação”, disse Poseck.
Os Estados começaram a publicar individualmente os seus dados de 2025, que confirmam a tendência citada pelo jornal Welt. Na Renânia do Norte-Vestfália, o Ministro do Interior, Herbert Reul, informou recentemente que os crimes sexuais no Estado aumentaram 5,2% em 2025. A proporção de suspeitos não alemães em crimes violentos e crimes sexuais permanece desproporcionalmente alta, chegando a quase 50% em algumas categorias de crimes violentos.
Relatórios semelhantes da Baviera e de Hesse indicaram que suspeitos não alemães estão sobre-representados em cerca de três a quatro vezes em relação à sua participação na população na categoria de crimes sexuais graves.
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Fonte: https://rmx.news/article/rapes-in-germany-soar-to-nearly-14000-cases-in-2025-migrants-vastly-overrepresented/

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Só por absurdo resultado do rigor ideológico das elites e seu poder intelectual e me(r)diático de persuasão é que pode haver mulheres ocidentais a votar em partidos que apoiam abertamente a iminvasão.

ITÁLIA - MOURO COM HISTÓRICO DE VIOLÊNCIA ASSASSINA JOVEM FRANCESA E ESCAPA À PRISÃO PERPÉTUA


Sohaïb Teima ignorou uma ordem de restrição contra a sua companheira para drogá-la e esfaqueá-la diversas vezes no cemitério de uma igreja isolada em Itália.
O homem condenado pelo assassínio de uma francesa de 22 anos, cujo corpo foi encontrado numa igreja abandonada no norte de Itália, teve a sua pena reduzida para 25 anos, apesar do seu histórico de violência e de uma ordem de restrição contra ele.
Sohaïb Teima, de 24 anos, foi condenado pelo Tribunal de Justiça de Aosta pelo assassínio de Auriane Laisné em Abril de 2024. Conforme relatado pela Actu, a jovem da região metropolitana de Lyon foi drogada com benzodiazepínicos antes de ser levada para um local remoto e esfaqueada diversas vezes.
O seu corpo foi encontrado a 5 de Abril de 2024, dentro de uma igreja abandonada acima de La Salle. Segundo o jornal La Stampa, ela sofreu ferimentos fatais por arma branca no pescoço e no abdómen.
A promotoria tinha pedido prisão perpétua. O procurador-geral Manlio D'Ambrosi declarou ao tribunal que os investigadores construíram uma “reconstrução lógica, coerente, precisa e oportuna dos factos”, rejeitando as alegações da defesa de que o caso era baseado em provas circunstanciais. Ele afirmou que a investigação produziu “evidências sérias” e descartou as sugestões de que as conclusões dos peritos teriam sido influenciadas.
Teima mantinha um relacionamento com a vítima e
já tinha sido alvo de diversas queixas por violência. Estava sujeito a uma ordem de restrição que o proibia de entrar em contacto com Laisné, mas os dois ainda foram vistos juntos pouco antes do assassínio.
Dez dias antes do assassínio, o casal foi interpelado no Túnel do Mont Blanc, mas a restrição não apareceu no sistema, permitindo que eles continuassem a viagem juntos.
Após o assassínio, Teima fugiu e foi posteriormente preso em Lyon, perto de Perrache, antes de ser extraditado para Itália. Ele também enfrentou processos adicionais por crimes violentos em Grenoble após o homicídio.
Apesar do pedido da promotoria por prisão perpétua, o tribunal impôs uma pena de 25 anos. O advogado de defesa, Luca Tommaso Calabrò, afirmou que a equipa jurídica estava "apenas parcialmente satisfeita", argumentando que a prisão perpétua seria desproporcional, ao mesmo tempo que defendia a inocência do seu cliente.
A família da vítima descreveu o julgamento como profundamente doloroso. O advogado da família disse: "É difícil estar aqui hoje, e todos os nossos pensamentos estão com Auriane no que seria o seu 24º aniversário."

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Fonte: https://rmx.news/article/man-who-stabbed-french-woman-in-abandoned-italian-church-spared-life-sentence-despite-prior-restraining-order/

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É mais uma tragédia que foi menos má por ter sido cometida em Itália do que aqui, não apenas porque, a nosso ver, é sempre pior quando os crimes têm lugar em Portugal, mas também porque, cá, eventualmente nem 25 anos de pildra o mouro apanhava, que 25 anos é o máximo dos máximos... menos mau ainda seria se o caso tivesse tido lugar num dos Estados EUA em que há pena de morte, então aí é que a coisa ainda corria melhor... enfim, pode ser que alguém lhe faça a folha numa penitenciária italiana, nunca se sabe. De caminho, fica mais uma abjecta e hórrida injustiça que nunca poderá ser integralmente paga e, claro, mais um caso em que as elites reinantes têm sangue europeu nas mãos por não expulsarem de imediato um criminoso violento não europeu assim que ele cometeu o seu primeiro acto de violência registado...

ALEMANHA - PIVETE PALESTINIANO FERE GRAVEMENTE ADOLESCENTE A PONTO DE O DEIXAR DEPENDENTE DE CUIDADOS MÉDICOS PARA O RESTO DA VIDA

Um menino de 13 anos esfaqueado em frente a uma escola em Hamburgo pode nunca mais conseguir falar ou respirar sozinho, e os médicos alertam que ele pode ficar permanentemente dependente de cuidados após o ataque.
O estudante de 13 anos ficou gravemente ferido num ataque com faca no final de Março, em frente à sua escola, na área de Groß Flottbek, na cidade portuária alemã. Um menino sírio foi inicialmente detido e libertado, antes de um jovem de 15 anos, originário da Faixa de Gaza, ser preso e permanecer sob custódia.
Segundo o jornal Bild, a vítima permanece em coma e os médicos temem que os danos causados ​​pelo ataque possam deixá-la incapaz de viver de forma independente para o resto da vida.
O Remix News noticiou inicialmente que o incidente começou com uma série de insultos antes de se transformar em confronto físico entre a vítima e o adolescente imigrante de Gaza. Durante a altercação, o agressor, identificado como Omar A., ​​teria sacado uma faca e esfaqueado o estudante mais jovem antes de fugir do local.
Os socorristas prestaram os primeiros socorros à vítima no local, que apresentava ferimentos graves. Acredita-se que a faca tenha perfurado o coração e o fígado da vítima, causando uma grande perda de sangue. Os paramédicos precisaram de reanimar o menino antes que ele fosse levado à pressa para o Centro Médico Universitário de Hamburgo-Eppendorf para uma cirurgia de emergência.
Embora os cirurgiões tenham conseguido estabilizá-lo, os médicos agora acreditam que o prognóstico a longo prazo é sombrio. Um nervo pode ter sido danificado no ataque, enquanto a privação prolongada de oxigénio causada pela perda de sangue é considerada a causa de uma grave lesão cerebral.
O suspeito, originário de Gaza, foi preso logo após uma grande operação policial. Um segundo jovem de 15 anos, supostamente sírio, também foi detido, mas libertado no mesmo dia.
Omar A. permanece sob custódia, suspeito de tentativa de homicídio culposo e agressão agravada. Segundo o jornal Bild, ele já era conhecido da polícia por crimes violentos anteriores. Não está claro porque permaneceu em liberdade para cometer mais actos de violência na escola.
A mãe do suspeito disse ao tabloide alemão que seu filho ficou traumatizado após fugir de Gaza e está em tratamento. Ele agora parece ter infligido ainda mais traumas a outras pessoas.
A polícia indicou que a vítima e os suspeitos se conheciam e que já tinham tido desavenças anteriores, embora os investigadores ainda não tenham confirmado um motivo definitivo. A arma usada no ataque ainda não foi recuperada, apesar de uma busca policial abrangente nas dependências da escola.
Após o ataque, vários alunos precisaram de apoio psicológico de conselheiros, e funcionários e seguranças adicionais foram mobilizados nas dependências da escola como medida de precaução.
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Fonte: https://rmx.news/article/hamburg-school-stabbing-leaves-boy-unable-to-speak-or-breathe-independently-as-gaza-suspect-remains-in-custody/


ITÁLIA - AFRICANO SEQUESTRA IDOSA, VIOLA-A E AGUARDA NOVO JULGAMENTO EM LIBERDADE PORQUE O TRIBUNAL NÃO LHE FALOU NUMA LÍNGUA ESTRANGEIRA...

Um homem de 22 anos do Mali, acusado de estuprar uma mulher de setenta anos em sua casa em Pistoia, foi libertado depois de um tribunal italiano anular a sua prisão preventiva por questões técnicas. Os juízes constataram que a ordem de prisão original não tinha sido traduzida para o Francês, idioma que o réu compreende.
O ataque ocorreu a 19 de Junho de 2025, quando o agressor supostamente seguiu a mulher até ao seu prédio, ameaçou-a com uma faca e manteve-a em cárcere privado antes de estuprá-la. Ele fugiu do local, mas foi localizado dois dias depois na estação ferroviária principal de Florença e preso. Desde o final de Junho, ele estava sob custódia aguardando julgamento.
O processo contra ele começou na semana passada em Pistoia, onde a vítima teve de relatar o ataque em juízo. Ela testemunhou sobre o que os promotores descreveram como uma agressão prolongada e traumática dentro da sua própria casa.
No entanto, na Martes, o tribunal de revisão de Florence anulou a ordem de detenção depois de a defesa argumentar com sucesso que a falha em traduzir o documento para o idioma principal do réu constituía uma grave violação processual.
O homem já está livre em Itália e o processo deve ser reiniciado.
A família da vítima disse temer que o homem possa buscar vingança e que agora reluta em sair de casa: “Ela identificou-o e testemunhou contra ele, e agora somos nós que vivemos com medo”, disse a filha da vítima, citada pelo jornal La Nazione. Ela expressou preocupação com o facto de o suspeito não ter endereço fixo e não estar sob monitorização electrónica, o que torna muito provável que ele possa fugir ou atacar a família.
A controvérsia surge em época de críticas mais amplas em Itália sobre a forma como o sistema judiciário lida com crimes graves envolvendo estrangeiros e requerentes de asilo. Num caso separado, no início deste ano, um tribunal de apelações italiano recusou-se a extraditar um paquistanês acusado de assassínio na Grécia, alegando que as condições prisionais naquele país poderiam violar as protecções da Convenção Europeia dos Direitos Humanos. A decisão levou à sua libertação em Itália, apesar de haver um mandado de prisão europeu em vigor.
O judiciário também tem enfrentado crescente pressão política do governo da primeira-ministra Giorgia Meloni, com figuras importantes argumentando que um padrão de decisões judiciais tem prejudicado os esforços para reforçar os controles de imigração e efectivar as deportações. Intervenções judiciais anteriores bloquearam políticas de transferência de imigrantes e anularam ordens de detenção para indivíduos destinados à deportação, provocando fortes críticas de ministros, incluindo o vice-primeiro-ministro Matteo Salvini, que afirmam que tais decisões enfraquecem a confiança pública no sistema.
Mesmo muitos daqueles que são condenados por crimes estão a cumprir as suas penas fora da prisão. Em Janeiro de 2026, mais de 30000 estrangeiros que tinham recebido penas de prisão estavam a cumprir as suas penas em regime semi-aberto.
Em Janeiro deste ano, Rosita Solano, cujos pais foram assassinados na Sicília em 2015 por um requerente de asilo da Costa do Marfim, afirmou que as vítimas muitas vezes ficam sem protecção ou apoio adequados. Ela argumentou que, enquanto os agressores recebem assistência jurídica e apoio do Estado, as vítimas frequentemente enfrentam consequências a longo prazo com apoio limitado: “Em Itália, quem comete crimes é protegido, recebe assistência jurídica gratuita, alimentação e alojamento, enquanto quem sofre um crime não tem importância”, disse ela. “As vítimas são abandonadas e invisíveis.” “Nenhum apoio médico ou psicológico imediato, nenhuma ajuda, nenhuma protecção”, disse ela quando questionada sobre que serviços lhe foram disponibilizados após o brutal duplo homicídio, revelando ainda que as famílias tiveram de arcar sozinhas com os custos legais e terapêuticos.
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Fonte: https://rmx.news/article/italian-court-frees-migrant-accused-of-raping-elderly-woman-because-a-legal-document-wasnt-translated-into-his-native-language/

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Mais e mais casos que, num futuro possível em que os Nacionalistas tenham tomado o poder em toda a Europa, poderão e deverão ser contados às gerações vindouras para que estas percebam como era o tempo em que as elites universalistas governavam os países europeus e porque é que tantos dos seus representantes tiveram de ser julgados e punidos em tribunal popular.

PAÍSES EUROPEUS DEPORTAM BEM MENOS ALÓGENOS DO QUE AQUELES QUE DECLARAM OFICIAL EXPULSAR

Espanha, França e Holanda são os países com pior desempenho na União Europeia no que diz respeito à execução de ordens de deportação de estrangeiros sem direito de residência no bloco, de acordo com os dados mais recentes do Eurostat para 2025.
Os conjuntos de dados completos para todos os trimestres do ano passado foram agora publicados pela agência de estatísticas da União Europeia, mostrando que o número de cidadãos de países terceiros que receberam ordens de expulsão é mais de três vezes superior ao número de cidadãos efectivamente deportados.
Em toda a União Europeia, um total de 492175 cidadãos de países terceiros receberam ordens de deportação no ano passado, mas apenas 152610 dessas ordens foram efectivamente cumpridas. Isto equivale a uma taxa de cumprimento geral de aproximadamente 31%.
Aqueles que receberam ordem de deportação em 2025 e aqueles que foram devolvidos são provavelmente pessoas diferentes, visto que os processos de deportação costumam levar anos para serem executados. Os dados, contudo, ainda revelam a realidade de que, a cada ano, o número de imigrantes ilegais que recebem ordens de deportação é muito maior do que o número de imigrantes de facto deportados.
Em termos percentuais, a Espanha apresenta o pior desempenho entre todos os Estados-membros da UE — o governo socialista emitiu 53695 ordens de deportação no ano passado, mas repatriou apenas 5705 pessoas que receberam ordens de saída, resultando numa taxa de cumprimento de apenas 11%.
A França é igualmente pobre, mas em escala maior. O país emitiu 137550 ordens de deportação em 2025, de longe o maior número do bloco, mas registou apenas 18925 retornos efectivos, a uma taxa de 14%.
Da mesma forma, os Países Baixos emitiram 30970 ordens de expulsão, das quais apenas 4855 foram cumpridas, ou seja, 16%.
Em contrapartida, a Alemanha, que apresentou taxas de cumprimento de 35% e 33% em 2023 e 2024, respectivamente, registou um aumento expressivo no número de deportações no ano passado, com 36075 retornos em relação às 55240 ordens de deportação emitidas — uma taxa de cumprimento de 65%.
Os países com melhor desempenho em termos de taxas de cumprimento das ordens de deportação foram Malta (97%) e a Eslováquia (89%), enquanto várias Nações bálticas também apresentaram resultados expressivos em comparação com o número de ordens emitidas. A Lituânia teve uma taxa de cumprimento de 87%, a Estónia de 82% e a Suécia devolveu 76% das ordens emitidas, resultando em deportação.
O que os dados não nos dizem é quanto tempo as pessoas que retornaram permaneceram no país em questão, apenas que os retornos em alguns países, como a Alemanha, aumentaram em comparação com o número de ordens de repatriação emitidas. Em termos simples, porém, os retornos na Alemanha estão em ascensão, passando de 15440 em 2023 para 18695 em 2024 e 36075 em 2025.
Marine Le Pen, figura importante do partido Reunião Nacional, de França, destacou os números referentes apenas ao último trimestre do ano passado, para expor as falhas na abordagem do governo francês: Esta enorme lacuna demonstra não apenas a evidente incompetência dos nossos líderes, mas, sobretudo, contradiz a narrativa daqueles que repetem incessantemente que não é possível retomar o controle da nossa política migratória”, escreveu ela no X.
No entanto, é importante notar que o número de ordens de deportação emitidas anualmente em toda a União Europeia é muito maior do que o número de pessoas que efectivamente retornam aos seus países de origem. No ano passado, ainda assim houve um aumento líquido de cerca de 340000 imigrantes ilegais residentes em território da UE que receberam ordens de deportação.

Como mostra o gráfico do Eurostat acima, a cada trimestre dezenas de milhares de imigrantes ilegais são notificados para deixar o país e não o fazem — e apenas uma fracção deles é removida à força.
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Fonte: https://rmx.news/article/france-and-spain-enforce-just-1-in-10-deportations-as-over-two-thirds-of-expulsion-orders-go-ignored-across-europe/

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Claro que as elites reinantes não têm pressa alguma em expulsar alógenos... mas tal é a pressão democrática dos partidos nacionalistas cada vez mais votados pelo povo que não resta grande alternativa a quem manda excepto começar a fazer realmente alguma coisa que se veja... e, entretanto, vai-se provando que, como bem observa Marine Le Pen, afinal é mesmo possível controlar a iminvasão, ao contrário do que pretendiam, e pretendem, os que querem convencer o «povinho» de que a iminvasão é um dado adquirido e um facto consumado com o qual «temos todos de lidar». Não é.


CHINA - EMPRESA QUE QUASE SÓ TEM CHINESES MOSTRA AVANÇOS CONSIDERÁVEIS RELATIVAMENTE ÀS SUAS CONGÉNERES OCIDENTAIS

A Remix News tem vindo a publicar uma série contínua que compara a China, que adopta uma política de imigração profundamente restritiva, com Nações ocidentais como a Alemanha, que abraçou completamente a imigração em massa. Como relatado anteriormente, a China está à frente em termos de inovação em áreas como tecnologia verde, máquinas-ferramenta e, o que é importante para a Alemanha, também na produção automobilística.
Em mais um golpe para as montadoras ocidentais, a chinesa BYD lançou uma tecnologia de carregamento rápido capaz de carregar carros em apenas 9 minutos, rivalizando com o tempo de reabastecimento de combustíveis convencionais. O tempo necessário para recarregar a bateria de um veículo eléctrico tem sido um grande problema para muitos consumidores. Agora, esta barreira está a desaparecer, pelo menos com os carros desta fabricante chinesa.
Esta novidade surge após Wang Chuanfu, presidente da BYD, ter afirmado que a sua empresa, assim como outras grandes fabricantes chinesas, está anos à frente das montadoras europeias.
“A nossa vantagem actual é de três a cinco anos em comparação com outros fabricantes”, referindo-se também a japoneses e americanos”, disse Chuanfu, químico e fundador da BYD.
Chanfu não é o único a fazer tais afirmações. O CEO da Ford, Jim Farley, afirmou recentemente que a tecnologia chinesa de veículos eléctricos (VE) está até uma década à frente das montadoras ocidentais.
Como conseguiu a China isso? Em vez de recorrer à imigração em massa, voltou-se para a sua própria população e agora está a superar o Ocidente. Chuanfu atribuiu o mérito aos engenheiros da sua empresa.  “Temos 110 mil engenheiros, que é o maior trunfo da BYD”, disse ele. 
Notavelmente, a BYD não importou estes engenheiros. Quase todos eles são de etnia Han chinesa. Os que não são Han estão quase todos localizados fora da China continental, em polos como a Hungria. Por outras palavras, a China conta com a experiência em engenharia de que precisa, sem alterar o seu perfil demográfico, o que prejudicaria a coesão social. Em vez disso, a China investiu no seu próprio povo.
Como observou a Remix News na sua extensa reportagem, "A grande mentira da imigração: a China desmascara o mito de que estrangeiros são necessários para garantir o futuro económico do Ocidente", há menos imigrantes na China do que estrangeiros em apenas uma cidade alemã, Berlim.
Apesar de toda a propaganda de Esquerda sobre os benefícios da diversidade, as manchetes da Alemanha são desanimadoras semana após semana, incluindo a derrocada da Volkswagen, a principal fabricante de automóveis do país, que acaba de anunciar o fechamento de fábricas e o corte de 50000 empregos.
Considerando a força de trabalho altamente diversificada da Volkswagen na Alemanha, a "teoria" liberal de Esquerda é que essa diversidade deveria ser o "ponto forte" da empresa. No entanto, a realidade, mais uma vez, é que a empresa está-se a deteriorar rapidamente, o que pode ser um reflexo da sociedade alemã em geral.
Em relação à inovação da BYD, a empresa apresentou o seu sistema de carregamento rápido de 1500 kW e uma bateria Blade aprimorada, que permite que os veículos sejam carregados a 97% em menos de 10 minutos, segundo a Mandiner. Os engenheiros também aumentaram a densidade energética das baterias em 5%, graças a inovações estruturais internas. Na práctica, a nova tecnologia pode garantir uma autonomia de até 1000 quilómetros, sem comprometer a vida útil e os indicadores de segurança das células.
Uma demanda máxima de recarga de 1500 kW levanta imediatamente a questão da capacidade de suporte das redes eléctricas. Um dos problemas é que a infra-estrutura actual na Europa e na Ásia, na maioria dos lugares, não está preparada para atender a uma demanda de recarga de 1500 kW.
No entanto, a gigante chinesa verticalmente integrada também apresentou uma solução interna. Para superar as limitações de rede, a BYD desenvolveu estações de carregamento integradas com os seus próprios sistemas de armazenamento de energia em baterias, que estão a ser implantadas em ritmo acelerado, principalmente na China por enquanto, observa Mandiner.
Estes sistemas de buffer aliviam a carga na rede eléctrica principal, garantindo continuamente a potência de pico necessária para o carregamento de veículos eléctricos. Com base nos planos e nos investimentos já em andamento, a empresa colocará 20000 destas estações integradas em operação até ao final do ano, principalmente no mercado chinês. 
Os clientes europeus poderão adquirir o modelo premium Denza Z9GT, que estará disponível com motorizações totalmente eléctricas e híbridas plug-in e será lançado no continente nas próximas semanas.
Com base em informações preliminares do sector, o preço inicial do veículo poderá ficar entre €75000 e €100000.
O recente avanço da China no domínio tecnológico da electromobilidade destaca a actual vulnerabilidade da região na competição industrial global, observa Mandiner. E embora a Hungria se tenha tornado num importante polo de produção de baterias eléctricas e também tenha conquistado contractos para fabricar carros da BYD, a velocidade de inovação dos gigantes asiáticos verticalmente integrados deixa permanentemente vulneráveis ​​as economias nacionais que baseiam o seu modelo económico exclusivamente em funções de montagem e capital importado.
O enorme salto na tecnologia de baterias na Ásia e o desenvolvimento interno de ecossistemas completos demonstram claramente que os processos de pesquisa de alto valor agregado e o conhecimento de engenharia continuam concentrados no Oriente. As competências de engenharia nacionais devem ser canalizadas para as cadeias de valor da inovação global de forma institucionalizada e direccionada, afirma o portal.
Isto exigirá fábricas na Hungria para produzir, bem como para realizar pesquisa e desenvolvimento com especialistas húngaros.
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Fonte: https://rmx.news/article/the-big-immigration-lie-chinas-byd-head-says-his-company-is-3-5-years-ahead-of-western-carmakers-introduces-9-minute-charging-blade-battery-in-major-breakthrough/

PACHECO PEREIRA X ANDRÉ VENTURA

No momento em que desafiou André Ventura (AV) para um debate depois de o acusar de mentir «de três maneiras diferentes» ao declarar que houve mais presos políticos no curto período pós-25 de Abril do que antes, parecia que Pacheco Pereira (PP) estava prestes a desfechar magna lição de honestidade ao sinistro líder da Ultra-Direita. Afigurava-se PP uma espécie de versão televisiva de intelectual íntegro, puro, que «diz as verdades!» e desmascara o político «demagogo» e «populista», cena que ofereceria decerto lauto banquete moral a toda a Esquerda, talvez mesmo àquela que não gosta de PP. 
Ora o comparativamente quase juvenil Ventura foi então à aventura enfrentar o parlador opinadeiro que em tudo se afigura como um arquétipo, se calhar estereótipo, de professor de Religião Laica e Moral - e não se saiu mal. Começou por corrigir a insinuação que PP tinha feito, a de que AV comparara todo o regime democrático ao Estado Novo, o que nunca foi verdade, uma vez que o líder do Chega se tinha referido apenas ao período pós-revolução; pelo meio, AV ferrou-lhe «umas» quantas bem ferradas, nomeadamente quando lhe atirou à barbada e quase solene face o papel que PP teve em safar juridicamente o coiro a Otelo Saraiva de Carvalho, mui garboso terrorista das FP25. 
PP dissera previamente, antes do debate, que esperava ser possível poder debater sem ataques pessoais nem insultos. A meio do programa fartou-se de dizer que AV o interrompia e, numa ocasião, até disse, «não insulte a Alexandra Leitão», coisa que AV não tinha feito de forma alguma. Lá que AV foi mais enérgico a falar, isso foi, pudera, tem 43 anos, é bem mais novo que PP, que já deve ser sexagenário
, e esta atitude afoita do líder do Chega facilmente passa por desrespeitadora diante de um interlocutor a falar mui lenta e pausadamente, e usufruindo de uma aura de maior respeitabilidade mercê da sua diferença etária e da fama de «trauliteiro» atribuída a AV - o que de forma alguma significa que PP tivesse sido realmente mais respeitador do que o seu interlocutor, aliás, PP partiu de uma posição essencialmente hostil muito próxima do ataque pessoal pela forma como se tinha referido a AV, acusando-o continuamente de mentir de várias maneiras.

Não significa isto que PP tenha errado em tudo o que disse. Acertou quando confrontou AV com a inevitabilidade lógica de, sendo nacionalista, considerar legitima a luta dos nacionalistas africanos contra o Império Português. É, de facto, uma questão de coerência ideológica, pelo que se revela pertinente a comparação que PP fez da guerrilha nas ex-colónias de Portugal com a rejeição portuguesa de ver o seu país governado por «Espanhóis». Demasiados patriotas portugueses - e doutros países - não percebem isto, ou uns quantos talvez não queiram perceber, há demasiado empenho emocional e grupal nisto. Paciência, AV faz o que pode, tendo o público eleitor que tem. 

Eu proclamo abertamente que o 25 de Abril de 1974 foi a melhor data política do século XX e uma das melhores da História de Portugal, precisamente porque, além de ter trazido a Democracia, também acabou com um império que nunca deveria ter existido, tal como nenhum outro império deveria ter alguma vez existido, e tornou o Estado Português exclusivamente europeu novamente, incluindo portanto a Madeira mas não Cabo Verde, por motivos étnicos próprios e nunca formalmente declarados - eu digo tudo isto, mas eu não tenho as responsabilidades partidárias que AV tem, e muito bem faz ele em falar relativamente pouco disso ou em focar apenas os abusos posteriores, não, nunca, o valor da data em si. 


terça-feira, abril 14, 2026

SOBRE A HIPOCRISIA DOS NACIONALISTAS(?) ANTI-SIONISTAS

Está por todo o Ocidente muito na moda diabolizar Israel por dá cá aquela palha. É toda uma propaganda disseminada sobretudo por sectores de Esquerda, que mui naturalmente antipatizam com Estados-Nação e, sobretudo, odeiam o seu próprio Povo ou civilização de que fazem parte. Tal como, por exemplo, a Esquerda indiana ataca os Hindus e defende os muçulmanos, sucede que a Esquerda ocidental incita ao ódio contra o Ocidente e poupa críticas a tudo o que tenha a ver com o Islão. Ora Israel é hoje uma extensão do Ocidente - uma extensão que não se rende, não pede desculpa por existir e paga na mesma moeda, ou seja, não dá a outra face, e a Esquerda ocidental acha que todo o ocidental deve sempre dar a outra face por tudo e por nada. Por este mesmo motivo, esta Esquerda ocidental diz de Israel o que Maomé não diz do toucinho, aliás, diz de Israel o que Maomé não dizia dos Judeus, que nem Maomé pregava tanto contra a malta de David como a Esquerda ocidental vitupera hoje o país da estrela de seis pontas.
Enfim, é a Esquerda a ser Esquerda - é coerente da sua parte.

Agora, que também haja nacionalistas a juntar-se ao balido anti-sionista, eis o que constitui um absurdo, e pior do que isso - uma hipocrisia.
Hipocrisias há muitas. Há toda a espécie de hipocrisias - hipocrisias moderadas, hipocrisias comuns, hipocrisias extremas, hipocrisias despudoradas, hipocrisias subtis. Esta é uma hipocrisia palerma. O actual Estado de Israel só faz neste momento aquilo que todo o nacionalista teria o dever de fazer se estivesse no seu lugar.
O dever. O carvalho do dever.
Se Portugal estivesse cercado de países que oficialmente não o reconhecessem como país, e de alguns desses países manasse terrorismo contra Portugal... Aliás, nem era preciso que Portugal estivesse cercado como está Israel. Bastava, por exemplo, que Marrocos começasse agora a dizer que Portugal não tinha direito de existir porque Portugal era um produto da Reconquista que «roubou» terra aos muçulmanos. Seria uma justificação gritantemente despudorada da parte dos Marroquinos, mas podia acontecer. Ora se, numa situação destas, Marrocos, além de declarar publicamente esta invectiva contra Portugal, também apoiasse publicamente movimentos terroristas que pusessem bombas em ruas, meios de transporte, escolas de Portugal, e matassem intencionalmente crianças e mulheres portuguesas, e se, numa situação destas, Portugal estivesse na posse de armas nucleares, e os nacionalistas portugueses estivessem no governo... é que corriam o norte de África todo à bombada nuclear, era de Marrocos até ao Egipto, ia tudo raso, transformavam toda a área a norte do Saara num deserto radioactivo, e se alguém lhes dissesse «eh pá, o Egipto não tem nada a ver com Marrocos...», a resposta mais provável de muitos desses nacionalistas seria «a gente não quer saber disso para nada!, mouro é mouro, são todos muçulmanos e árabes e assim, mais vale acabar já com aquele pessoal todo».
Eu conheço-os, sei como pensam, e desde já aviso, quem vier aqui dizer que não e mais não sei quê, não vou perder tempo com isso, pelo que escusam de tentar negar.

Outro exercício de imaginação. Suponha-se que agora chegava ao poder em Espanha um partido patrioteiro que dizia que Portugal devia ser anexado a Espanha porque não tinha direito à soberania, porque toda a Ibéria deveria voltar a ser um só reino, como era nos tempos «áureos» da monarquia visigótica. Seria preocupante para todos os Portugueses, se bem que de algum modo expectável, já sabemos como são os Castelhanos.

Mas agora imagine-se mais... imagine-se que, em vez de ser a Espanha a dizer isso, era a... Polónia. A Polónia, com quem Portugal nunca teve qualquer conflito ou disputa territorial, tanto quanto sei. Imagine-se então que um novo governo polaco, ultra-católico, dizia que Portugal não devia existir porque, sei lá, Portugal tinha traído a Cristandade católica quando manteve aliança com Inglaterra, que se tornou protestante e passou a ser inimiga dos reinos católicos. Imagine-se ainda que a Polónia apoiava oficialmente movimentos terroristas que pusessem bombas em Portugal, assassinando intencionalmente mulheres e crianças portuguesas.
Como é que os Portugueses iriam encarar tal dimensão de ódio puramente ideológico da parte de um país sem histórico de conflito com Portugal, ou seja, sem quaisquer espécie de reivindicações territoriais tradicionais entre irmãos? Seria um pesadelo de ódio puro. Ódio puro e actuante. Ódio puro e potencialmente genocida.
E se, entretanto, a Polónia estivesse a enriquecer urânio já a 60%, podendo construir uma arma nuclear em questão de semanas? Eu da minha parte gostaria muitíssimo, mesmo muitíssimo, que os EUA, ou qualquer outro dos nossos aliados, bombardeasse pesadamente a Polónia e, se possível, lhe deitasse abaixo o regime, se tal fosse realmente possível. Seria um alívio do camandro, para dizer o mínimo.
É exacta e rigorosamente o que se passa entre Israel e o Irão - não são países vizinhos, não há entre eles disputas territoriais, nunca os Iranianos e os Israelitas estiveram em guerra antes de 1979, aliás, quem primeiro libertou os Judeus foi um dos maiores soberanos iranianos da História, Ciro, o Grande, rei da Pérsia. Agora, assim de repente, milénios depois, é do Irão que parte a maior ameaça de morte contra o país do Magen David, assim sem mais nem menos, por motivos estritamente ideológicos, ditados pelo Islão. Muito bananamente suicidário seria o Povo Israelita se não fizesse todos os possíveis para deitar abaixo o governo dos aiatolas.
Isto é o óbvio, o elementar, o gritantemente evidente, para qualquer nacionalista coerente ou pelo menos minimamente coerente.
Poder-se-ia então dizer que os Nacionalistas anti-sionistas são antropóides que fogem da coerência como o diabo foge da cruz, mas isto não seria de facto correcto, uma vez que há aqui uma diferença de monta - o diabo conhece a cruz, ao passo que estes «nacionalistas» nunca foram sequer apresentados à Sra. Coerência, se a virem na rua passam por ela sem fazerem ideia de quem possa ser, nem tampouco têm interesse nisso, não a acham sequer bonita.
Vai daí, dão largas a um dos ódios de estimação de muitos deles, o ódio contra o Judeu - aproveitam a onda anti-Israel esquerdista e ficam contentes por ver aumentado o seu rebanho anti-sionista, e o mais irónico é que, numerosas vezes, costumam ter a pretensão de apontar o dedo aos «carneiros». Ora um tipo destes é um carneiro de um rebanho a criticar outros rebanhos, quando não a pura e simplesmente acusar outrem daquilo que ele próprio é sem dar por isso, e não dá por isso porque a auto-consciência não lhe chega para tanto.

Se Israel um dia caísse, o que é que acontecia a seguir? Iam esquerdistas e «fachos» celebrar para o Marquês.
E no dia seguinte, como seria?
A Esquerda continuaria a celebrar, porque, a partir daí, milhões de judeus israelitas teriam de buscar refúgio na Europa, ou na América do Norte, e, assim, o sector das «minorias» étnicas em solo ocidental ficaria aumentado, como a Esquerda gosta, e, com jeitinho, começavam-se a adicionar mais e mais judeus ao «interseccionalismo» esquerdista, ou união «solidária» de todo o «oprimido» contra o homem branco cis hetero etc., o «mau da fita».
Os «nacionalistas», por seu turno, passariam a ter muitos dos exemplares do seu ódio de estimação ao virar da esquina, para os poderem culpar de tudo e mais um par de botas; não me engano muito se, daqui a uns anitos - para já, não, mas daqui a uns anitos - digamos, sete, oito anos, começassem a construir teorias de conspiração, a dizer que os Judeus fizeram de propósito para perder Israel, para depois poderem retornar à Europa como refugiados, quase que já «oiço» o estribilho, «pois é, quiseram um país só deles, mas correu-lhes mal, era uma chatice viver no deserto, depois sabotaram o seu próprio país!, quépara depois voltarem à Europa, c*brõ*s!, sempre com truques e planos!», e não faltariam a estes anti-semitas mil e uma «provas» com base em afirmações anti-israelitas da parte de esquerdistas judeus tiradas do contexto para «provar!» que «os Judeus!» queriam o fim de Israel...
E então, o que aconteceria depois na Europa? Exterminavam-se os Judeus? «Claro que não!», pois se certos ditos «nacionalistas» andaram décadas a insistir que não houve holocausto algum, «claro» que agora não iriam cair no cúmulo da imbecilidade contraditória de querer mesmo, mesmo, mas mesmo a sério, eliminar os Judeus, até lhes ficava mal, seria, digamos, aham, uma incoerência... talvez os quisessem expulsar para África, ou para as Arábias, dizendo «não houve holocausto, mas a gente queria que tivesse havido!!, eles que desapareçam!»...
Uma das coisas que todo o bom nacionalista passa a vida a dizer a todo o estrangeiro é «vai para a tua terra». Eu também digo «vai para a tua terra». Acho que se deve dizer isto mais vezes, muitas vezes, todos os dias - «vai para a tua terra, vai para a tua terra, vai para a tua terra e vai para a tua terra.» Ora os Judeus foram para a terra deles. Fizeram eles bem.
Então e agora não se podem defender na sua terra? Claro que o esquerdista acha que não, é coerente no contexto ideológico da Esquerda, mas só o nacionalista genocida é que também acha que não.
Um nacionalista europeu pode ser anti-semita e ser coerente. Um gajo é livre de não gostar deste ou daquele Povo, por idiota que possa parecer, ou não.
Um nacionalista não pode é ser anti-sionista sem perder a razão.

Falo desta maneira sobretudo para deixar estas reflexões registadas, não tenho grande fé em mudar a opinião dos anti-sionistas de serviço. Aliás, conhecendo-os como os conheço, se algum deles tiver tido o trabalho de começar a ler o texto, de imediato se «perdeu» na parte em que eu disse que todo o nacionalista europeu faria o mesmo que o Estado de Israel faz «... se estivesse no seu lugar» - adivinho-lhes o pensamento: «eu, no lugar de Israel?, foda-se!, eu caguei para Israel, eu nunca ia estar no lugar de Israel, eu 'tou na Europa!, foda-se!..., foda-se!..., nem pensar, eu quero é que eles morram todos!...» e assim, pois que usualmente é mesmo assim que se exprimem, começam por tomar a iniciativa de falar mal de Israel, ou, fulanizando, de Netanyahu, e quando se lhes pergunta «então mas estás do lado dos muçulmanos que o querem destruir?», respondem «para mim nem uns nem outros, não quero saber deles para nada», mas afinal quer realmente saber deles para alguma coisa, pelo menos sobre os Judeus quer evidentemente saber, ou nem começava a falar no assunto...