quarta-feira, fevereiro 04, 2026

EUA - MUSLO (CONVERSO?) PREPARAVA ATENTADO CONTRA JUDEUS EM NOME DO CALIFADO

Um homem de Maryland, acusado de planear ataques nos EUA contra judeus e apoiantes de Israel, declarou-se culpado de tentar fornecer apoio material a uma organização terrorista estrangeira designada. 
Michael Teekaye, de 22 anos, manteve diversas conversas com um agente infiltrado entre Março e Abril de 2023, nas quais afirmou desejar viajar para África para se juntar ao Estado Islâmico como combatente.
Teekaye também disse à UCO que o seu “plano B” era realizar um ataque nos EUA contra judeus e pessoas que apoiam Israel. Ele afirmou ter pesquisado prédios próximos que apoiam Israel e ter pensado em como “abater a tiro membros ou qualquer pessoa envolvida”.
Em meados de 2024, comprou munição e reservou tempo para praticar numa carreira de tiro em Maryland, o que, segundo ele disse a um agente de segurança não autorizado, fazia parte do seu "treino" para o Estado Islâmico. Em seguida, tentou comprar uma metralhadora Kalashnikov, mas teve o pedido negado devido à liberdade condicional decorrente de um processo criminal estadual.
Teekaye informou então a UCO que tinha entrado em contacto com um combatente somali do ISIL e que planeava viajar para a Somália para se juntar ao ISIL. Enviou à UCO capturas de tela do seu itinerário de viagem e dos vistos necessários para a viagem.
Em 10 de Outubro, Teekaye enviou à UCO uma foto sua a usar uma máscara preta, armado com um grande punhal, com a legenda: “vitória ou shahada [martírio]… ou você faz isto aqui ou lá, ou em ambos os lugares”.
O agente da UCO perguntou a Teekaye se ele tinha “certeza” de que se queria juntar ao ISIL, e ele respondeu que “tinha certeza porque tinha pesquisado bastante” e que “eles são o único grupo que tem as intenções mais verdadeiras e sinceras”.
Foi preso por agentes do FBI no Aeroporto Internacional de Baltimore-Washington (BWI) a 14 de Outubro de 2024 e enfrenta uma pena máxima de 20 anos de prisão federal e liberdade condicional vitalícia. A sua sentença está marcada para 8 de Julho de 2026, às 10h (horário do leste dos EUA).
Após a sua detenção, Teekaye disse: “Vou sair daqui a 20 anos e vou fazer isto aqui mesmo. Entendeu? Nunca vai parar. A jihad nunca vai parar. Vou fazer isto aqui mesmo, quando sair... Vocês acham que 20 anos é alguma coisa? Vou ter uns 40 quando sair, aí vou fazer isto. Não me importo. Nunca vai parar. A jihad nunca vai parar. Vou voltar e matar os vossos soldados. Vou-vos matar.”
Kelly Hayes, procuradora dos EUA para o Distrito de Maryland, explicou que "Teekaye tomou medidas concretas para realizar um ataque terrorista em Maryland, incluindo a tentativa de comprar uma metralhadora e pesquisar locais onde poderia matar judeus e apoiantes de Israel".
Isto ocorre pouco depois de um relatório do FBI, de Agosto de 2025, revelar que 70% dos crimes de ódio com motivação religiosa nos EUA, em 2024, tiveram como alvo judeus. O relatório mostrou que 1938 crimes de ódio anti-semitas foram cometidos, o maior número desde que o FBI começou a recolher dados, em 1991.
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Fontes:
https://www.jpost.com/diaspora/antisemitism/article-885220
https://jihadwatch.org/2026/02/maryland-muslim-pleads-guilty-to-planning-jihad-attack-on-jews

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Numa das fotos, em que se vê a turva a sua fuça, dá-me ideia que é afro, mas não tenho certeza... de qualquer modo, este é mais um daqueles que não percebeu que o Islão é a «religião da paz», e que promete festa rija depois de sair da pildra, o que só pode fazer desejar que nunca mais de lá saia vivo, por motivos óbvios, e/ou que, entretanto, se considere a eventualidade, em todo o Ocidente, de prevenir situações destas, contemplando um regime de detenção que a retenção por tempo indefinido de quem constitua ameaça mortal para os cidadãos, que é a única alternativa séria à sua simples eliminação física, estando evidentemente fora de questão permitir que uma coisa destas fique à solta em solo ocidental.


ESPANHA - POVO E AUTARCA QUERIAM REJEITAR A VINDA DE PETIZES ALÓGENOS MAS A ELITE OBRIGA A POPULAÇÃO LOCAL A ACEITÁ-LA

Lorena Cueto, alcaide de Cartes, na terra dos antigos Cântabros

A autarca socialista de Cartes, no norte de Espanha, reverteu a sua oposição ao acolhimento de menores
imigrantes desacompanhados, após tentar impedir a sua chegada, emitindo um pedido público de desculpas na sequência da pressão da liderança do seu partido.
Lorena Cueto, autarca da cidade cantábrica de cerca de 6000 habitantes, descreveu inicialmente a transferência de menores imigrantes para o seu município como "uma punição" e emitiu uma ordem municipal de emergência buscando interromper o acolhimento de 18 menores estrangeiros transferidos pelo sistema nacional de redistribuição da Espanha. A medida provocou protestos na cidade e atraiu duras críticas tanto do governo regional quanto de figuras do próprio partido socialista de Cueto, que a acusaram de criar alarme público e obstruir uma realocação legalmente determinada.
O conflito começou quando o governo regional da Cantábria, liderado pelo Partido Popular (PP), de Centro-Direita, prosseguiu com os planos de abrir um centro de acolhimento em Cartes para realocar menores. Ironicamente, a medida só foi tomada em cumprimento do mandato emitido pelo governo do primeiro-ministro Pedro Sánchez, o mesmo Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) no qual Cueto é filiada.
Segundo a Canarias7, dois menores chegaram ao centro no início desta semana, e outras chegadas estão previstas para os próximos dias. Em resposta, Cueto assinou uma ordem municipal alegando supostas deficiências no planeamento urbano do local e exigindo a suspensão imediata da chegada dos menores. A ordem, segundo relatos, ameaçava lacrar o prédio e cortar o fornecimento de água e electricidade caso os menores fossem acolhidos.
A ministra da Inclusão Social da Cantábria, Begoña Gómez del Río, rejeitou as alegações da autarca, afirmando que o estabelecimento tinha passado por inspecções e possuía as licenças necessárias para operar. Ela acusou a autatca de tentar obstruir o processo e de inflamar as tensões na cidade: “A autarca de Cartes fez manobra após manobra para obstruir o acolhimento e a protecção dos menores (...) Ela criou alarme público e alertou todos os municípios da Cantábria para ficarem em alerta”, disse Del Río em conferência de imprensa urgente.
As autoridades regionais recorreram à justiça para contestar a ordem da autarca.
Diante das crescentes críticas e da pressão de membros mais influentes do seu partido de Esquerda, Cueto mudou abruptamente de posição no dia seguinte, publicando um pedido de desculpas nas redes sociais. Expressou pesar "por tudo o que está a acontecer" e prometeu o compromisso da sua cidade em acolher os menores "antes, agora e no futuro", conforme citado pelo Democrata.
Cueto insistiu que a sua “prioridade máxima” era a protecção e o bem-estar das crianças, para que elas pudessem “encontrar na nossa cidade as oportunidades de vida que merecem”.
Pedro Casares, secretário-geral do PSOE na Cantábria, reconheceu publicamente que a câmara municipal “cometeu um erro” e “agiu precipitadamente”, embora tenha indicado que o partido não estava a considerar a expulsão de Cueto.
Anteriormente, a Ministra da Infância de Espanha, Sira Rego, criticou a posição da autarca, afirmando que descrever a chegada de menores como um castigo ou ameaçar com cortes de serviços era “absolutamente intolerável”. “Os direitos das crianças não são algo com que se deva brincar”, disse ela, instando a autarca a retificar a situação e a cumprir a lei.
Os moradores locais continuaram a realizar manifestações, argumentando que a cidade não possui infraestrutura e serviços suficientes para acolher os menores. Preocupações com a segurança também foram levantadas, visto que, segundo relatos, a polícia local opera apenas até ao meio da tarde, deixando as noites sem patrulhamento. Um morador disse ao El País: “Não estamos a dizer que eles são criminosos, mas este não é um lugar adequado para integrá-los. Eles têm problemas psicológicos devido a tanto sofrimento, e não é fácil.”
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Fonte: https://rmx.news/article/socialist-mayor-in-spain-vowed-to-block-arrival-of-migrant-minors-then-quickly-reversed-course-amid-political-pressure/

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Portanto, o povo não quer lá alógenos, uma autarca, uma, isolada, atreve-se a querer fazer a vontade do povo... mas eis que a elite reinante em peso lhe cai em cima, obrigando-a a obedecer à ordem iminvasora... nada de novo, isto é a actual política do Ocidente num microcosmo europeu como outro qualquer. A senhora Lorena Cueto pode então escolher entre continuar a militar no seu partido imigracionista ou largá-lo para integrar uma força partidária que partilhe realmente a sua perspectiva relativamente à iminvasão... isto se a questão for para ela suficientemente relevante para justificar tal procedimento, bem entendido.


FRANÇA - MOUROS AGRIDEM SEXUALMENTE TURISTAS JAPONESES, UM DELES JÁ TINHA ORDEM DE DEPORTAÇÃO

O ataque sexual contra duas turistas japonesas em Paris intensificou as críticas à segurança pública na capital francesa, depois de a polícia confirmar que um dos suspeitos já estava fora de França no momento do ataque.
As duas turistas de 22 anos registaram queixa após serem agredidas no bairro de Pigalle, na madrugada de Soles. Segundo os investigadores, as mulheres foram abordadas perto do hotel por dois homens que supostamente fizeram propostas sexuais e continuaram a segui-las quando tentaram sair.
Os dois suspeitos são Moustafa N., de 31 anos, um egípcio com ordem de expulsão do território francês (QQTF), e Mohamed D., um cidadão marroquino de 31 anos.
As vítimas relataram que os dois homens as assediaram numa paragem de autocarro perto do hotel, ofereceram-lhes relações sexuais numa sauna ou no quarto delas e, em seguida, beijaram-nas à força antes de apalpar os seus seios, nádegas e rosto. Ambas as vítimas japonesas registaram queixa.
Por volta das 4h30 da manhã, polícias avistaram os dois suspeitos assediando e tentando abraçar duas jovens de aparência asiática. Os polícias intervieram e prenderam os dois suspeitos, descritos como homens de aparência norte-africana.
Mais tarde, foi confirmado que as turistas, que apresentaram queixas, eram japonesas, segundo informações da Valeurs Actuelles.
Um dos suspeitos foi encontrado em posse de um saco contendo resina de canabis. Constatou-se também que Moustafa N. era cidadão egípcio e estava obrigado a deixar o território francês (OQTF).
O segundo suspeito disse à polícia que se chamava Mohamed D., que tinha 31 anos e que nasceu em Marrocos; essa identidade, no entanto, é incerta e está a ser verificada. O seu estatuto imigratório é actualmente desconhecido.
A investigação está em curso.
O incidente alimenta um debate em curso na França sobre a segurança das mulheres em espaços públicos. As preocupações intensificaram-se após diversos casos de grande repercussão no último ano.
Mulheres que utilizam o comboio suburbano RER C de Paris relataram um aumento do medo após uma tentativa de estupro em Choisy-le-Roi, envolvendo um imigrante ilegal egípcio no Outono passado. Diversas passageiras disseram ao Le Figaro que agora evitam viajar sozinhas, tiram os fones de ouvido para ficarem alertas ou carregam itens de defesa pessoal, como spray de pimenta. Uma passageira, Alicia, afirmou: "Toda a mulher tem uma história para contar sobre o RER".
Imagens do ocorrido viralizaram no ano passado, envolvendo a turista brasileira Jhordana, que disse ter escapado por pouco de um estupro em comboio suburbano após a intervenção de um passageiro. Ao relembrar o ataque, ela disse: “Ele caminhou na minha direcção sem dizer uma palavra. Entrei em pânico e levantei-me. Então ele empurrou-me, ainda sem dizer nada. Tentei escapar, mas ele abaixou-me as calças. Ficou claro que ele estava a tentar violar-me.” Ela acrescentou: “Estrangulou-me para me silenciar. Foi quando senti que já não tinha forças. Vi-me a morrer.”
Outro caso que atraiu a atenção nacional envolveu o imigrante da República Centro-Africana, Jordy Goukara, que confessou em tribunal, em Setembro passado, ter violado duas mulheres à mão armada em ataques separados, com 45 minutos de intervalo, em Paris. De acordo com o depoimento em tribunal, Goukara disse aos juízes que sofria de "desejos sexuais incontroláveis". Uma das vítimas, Claire Geronimi, tornou pública a agressão e fundou uma associação de apoio a mulheres em situações semelhantes, embora tenha afirmado que a sua decisão de falar publicamente gerou uma reacção negativa por parte do público.
Noutro caso, o tunisino Nidhal O. foi condenado em Setembro a 11 anos de prisão e banido permanentemente de França após ser considerado culpado de seis agressões sexuais e uma tentativa de estupro, a maioria delas cometidas no metro de Paris.
Dados do Observatório Nacional de Violência contra a Mulher mostram que a violência sexual nos transportes públicos aumentaram drasticamente na última década. Em 2024, 3374 pessoas foram vítimas de violência sexual nos transportes públicos em todo o país, um aumento de 6% em comparação com o ano anterior. As mulheres representam 91% das vítimas, com quase metade dos incidentes a ocorrer na região de Paris.
A maioria das mulheres na região relata sentir-se insegura ao usar os transportes públicos, com pesquisas a mostrar que 56% afirmam ter medo de usar as redes ferroviárias e 80% dizem permanecer em constante estado de alerta durante as viagens.
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Fonte: https://rmx.news/article/france-2-japanese-tourists-sexually-assaulted-in-paris-2-north-african-migrants-arrested/

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Medo de simplesmente andar no rame-rame dos transportes públicos, estado de alerta permanente no que deveria ser um quotidiano marcado pela regularidade, o que seria dos Europeus sem este calor humano, que se manifesta até mesmo contra a mais elementar cautela por parte de alguns agressores, mormente o exemplo do egípcio que, mesmo tendo ordem de expulsão, dá-se ao luxo de agredir sexualmente uma turista, em vez de por exemplo andar escondido ou a esgueirar-se por entre as esquinas disfarçado com gabardina comprida e barba falsa, mas claro que o fulano não precisa disso, tem bem quentes as costas com todo um sistema que só no papel diz que o expulsa e depois vai-lo deixando ficar...


CONSELHO DA EUROPA CONDENOU CRIME DE GUERRA RUSSO CONTRA CRIANÇAS UCRANIANAS


A notícia já tem um mês e picos mas interessa registá-la, a dar conta de um dos actos genocidas de Putin, porque é realmente disto que se trata, de uma tentativa de levar a cabo profunda lavagem cerebral étnica de maneira a que milhares de crianças sejam culturalmente separadas da sua própria Nação, de maneira ou a dilui-la ou, mais provavelmente, introduzir posteriormente no seio da Nação Ucrania os germes de uma futura aderência à ordem putineira, o que só torna mais obsceno o apoio que certos alegados nacionalistas têm andado a manifestar para com a invasão putineira da Ucrânia.

NEDERLÂNDIA OU HOLANDA - AFRICANO AGRIDE UMA MULHER, TENTA VIOLÁ-LA, AMEAÇA-A DE MORTE E APANHA... TRÊS ANOS DE CADEIA...

Uma mulher que sobreviveu a uma tentativa de estupro violenta em Amsterdão, em Maio de 2024, saiu do tribunal em lágrimas e com raiva na Marte, depois de os juízes se recusarem a condenar o seu agressor por tentativa de homicídio ou homicídio culposo, apesar das evidências de que ela foi estrangulada por vários minutos e repetidamente ameaçada de morte.
A AT5 noticiou que o tribunal de Amsterdão condenou Mohammed H. a três anos e meio de prisão e tratamento psiquiátrico obrigatório por tentativa de agressão sexual. O Ministério Público tinha solicitado uma pena de cinco anos de prisão, além do tratamento psiquiátrico obrigatório, argumentando que os factos sustentavam condenações tanto por tentativa de estupro quanto por tentativa de homicídio.
Enquanto o veredicto era lido, a vítima ficou visivelmente angustiada e saiu do tribunal, gritando com o juiz. “Eu não consigo fazer isto. Eu não aguento mais! O que o senhor está a dizer não é verdade! Eu fui estrangulada, por muito tempo e com muita força”, disse ela. O juiz respondeu: “Concordamos com essa avaliação”. A mulher respondeu: “Não ouço o senhor concordar”, ao que o juiz respondeu: “Hum”.
O ataque ocorreu na noite de 10 de Maio de 2024, quando a mulher voltava para casa de um café. Ela percebeu que um homem a seguia e, em seguida, ele agarrou-a pelo pescoço e arrastou-a para o Westerpark, em Amsterdão, onde a agrediu e tentou estuprá-la. Durante o ataque, ameaçou-a repetidamente de morte, dizendo: “Você vai morrer esta noite. Esta é a sua última noite!”
Segundo o processo, a mulher foi imobilizada com uma forte chave de braço e espancada por cerca de quatro minutos. Dois moradores próximos ouviram os seus gritos, e um deles ligou imediatamente para o 911, relatando posteriormente à polícia que parecia que a mulher estava a lutar pela sua vida. Após a ligação, a testemunha não ouviu mais nada por vários minutos.
Os promotores argumentaram que a combinação de estrangulamento prolongado, violência e ameaças de morte explícitas demonstrava a intenção de matar. "Foi apenas graças ao incrível espírito de luta da vítima, à adrenalina que ela sentiu e à intervenção da polícia que ela ainda está viva", afirmou o Ministério Público ao solicitar uma pena de cinco anos.
O tribunal, no entanto, discordou. Na sua decisão, afirmou: “Com base nos autos, o tribunal não pode afirmar que ele tenha tentado matar a mulher de forma deliberada e consciente”. Embora Mohammed H. tenha dito repetidamente que a mataria, os juízes disseram que essas ameaças também se poderiam encaixar num cenário no qual ele estivesse a tentar forçar actos sexuais e intimidar a vítima. O tribunal decidiu ainda que não havia como comprovar que existia uma probabilidade significativa de a mulher morrer.
O advogado da vítima disse que a sentença foi devastadora para a sua cliente. "É extremamente importante para ela ter sentido o estrangulamento e ter ouvido as palavras de que ele a mataria", explicou. "Ela sentiu o aperto no pescoço e, depois, ser informada de que a tentativa de homicídio culposo não pode ser comprovada é especialmente decepcionante." Ele acrescentou que ela não se sente reconhecida como vítima pelo veredicto.
Tanto o suspeito quanto o Ministério Público têm duas semanas para recorrer da decisão. Como a vítima não é parte no processo criminal, não tem direito a recurso.
O veredicto provocou fortes reacções de figuras políticas e activistas holandeses. A comentarista conservadora Eva Vlaardingbroek escreveu no X: “Isto continua a acontecer repetidamente, em toda a Europa. Os nossos sistemas jurídicos protegem os agressores, não as vítimas. Estes juízes devem ser levados à justiça pela sua contínua traição às raparigas europeias que são agredidas, violadas e assassinadas por imigrantes.
Geert Wilders, líder do Partido da Liberdade, acrescentou: "Este país está doente. Gravemente doente."
Conforme noticiado pelo Het Parool, o imigrante fugiu da Somália e chegou à Holanda aos nove anos de idade. Tinha extensa ficha criminal na altura do crime, incluindo condenações anteriores por roubo de rua e furto de veículos. Não tinha residência fixa, era usuário de drogas e foi diagnosticado com transtorno de personalidade com traços anti-sociais.

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Fonte: https://rmx.news/article/i-was-strangled-very-long-and-very-hard-dutch-victim-storms-out-of-court-after-somali-migrant-escapes-attempted-murder-charge/

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E cá, como seria? A agressão sexual não foi consumada, a agressão não lhe partiu nada... se fosse num tribunal tuga, o afro provavelmente ficava em «pena suspensa» e já era uma «sorte» ser condenado...
Quanto a expulsarem o somali para o seu país de origem, evidentemente que isso está fora de questão, a elite que legisla e controla os tribunais é aquilo que é e casos destes são para ser contabilizados de maneira a servirem para alguma coisa, ou seja, para disseminar a notícia e ganhar votos no Nacionalismo. Sim, é mesmo esta a única consolação, de momento. 


terça-feira, fevereiro 03, 2026

VOZES CURDAS EM PÚBLICO: «SOMOS CURDOS, SOMOS ARIANOS, NÃO SOMOS MUÇULMANOS, TÍNHAMOS OUTRA(S) RELIGIÃO(ÕES) ANTES»



Podem ser só dois exemplos, mas talvez não haja fumo sem fogo e, de facto, já existem sinais de que mais e mais curdos. e iranianos estão a abandonar o Islão e a regressar aos credos das suas identidades étnicas, nomeadamente o Mazdeísmo, ou Zoroastrismo, e o Yazidismo. 
Trata-se aqui do fenómeno que na Índia se designa como GharWapsi, que em Hindi significa «Retorno a Casa» e aplica-se originalmente aos indianos que abandonam o Islão e/ou o Cristianismo para regressarem à sua religião ancestral, o Hinduísmo - e que, pela mesma ordem de razão, se pode e deve aplicar a todo o Ocidente.


segunda-feira, fevereiro 02, 2026

CANDELÁRIA

Festeja-se hoje no folclore nacional a Candelária, Festa da Nossa Senhora da Luz ou das Candeias... o que veio substituir, pela força, antigas celebrações religiosas da Europa antiga, que na Celticidade viriam a dar o Imbolc e na Romanidade as purificações de Fevereiro e não só.
O papa Inocêncio XII escreveu o seguinte, glorificando uma possível senão provável usurpação:
«Porque é que nesta festa transportamos velas? Porque os gentios dedicaram o mês de Fevereiro aos Deuses infernais, e como no princípio disso Plutão raptou Prosérpina, e a Sua mãe Ceres procurou-A na noite com candeias acesas, assim eles, no início do mês, andavam pela cidade com velas acesas. Porque os santos padres não conseguiram extirpar este costume, ordenaram que os cristãos deveriam andar com velas em honra da Virgem Abençoada; e assim o que fora feito antes em honra de Ceres, é agora feito em honra da Virgem Maria.» (Fonte: Wikipedia)
Quanto à supracitada Imbolc, é festa céltica que tem Brigid ou Brígida como centro, Deusa dos Rebanhos mas também do Fogo, dos Ferreiros, da Poesia, das Curas. O termo «Imbolc» parece vir do céltico irlandês ou goidélico «na barriga», referindo a gravidez das ovelhas. Trata-se pois de uma ocasião de exaltação da luz nascente, a vinda, ainda longínqua, da Primavera. Pode ser lido mais sobre esta Divindade, e a provável celebração de Imbolc na Hispânia céltica, neste tópico: http://gladio.blogspot.pt/2009/02/imbolc-2009-e-celebracao-de-juno-e-de.html, que refere, entre outras coisas, o santuário-calendário rupestre de Ulaca, na Vetónia, paredes meias a leste da Lusitânia. No que toca a Brígida, Cujo nome poderá ter como versão alternativa Brigântia, que talvez tenha dado o nome a Bragança, habitada pelos Brigantinos, bem como a Bregenz (Áustria) e à antiga tribo dos Brigantes (situados onde hoje é o norte de Inglaterra), é valiosa a série de pormenores que uma investigadora portuguesa encontrou a respeito da possível presença de elementos referentes a esta Deusa no Lumiar, como aqui foi noticiado: http://gladio.blogspot.pt/2012/06/brigida-no-lumiar-celticidade-sagrada.html
Aqui há tempos embarquei numa proposta que circulava na Internet para que se compusesse um poema em honra de Brígida e saiu-me o seguinte, por causa da Sua potestade sobre a gravidez, a protecção do lar, a própria fortaleza do mesmo («-briga» é terminação de várias cidades-fortificações da Hispânia romana de fundo céltico, como por exemplo Conímbriga, Miróbriga ou Talábriga), além do Seu carácter trinitário, e do Fogo e dos Ferreiros, e das Alturas, e da Luminosidade sobre o espírito, e da saúde, e da Via Láctea... :
Abriga nos ventres a vida
Abriga o lar e o berço
Abriga e nunca é vencida
Senhora que é una em terço
Rútila face, semblante d'alvor
Brilho que o espírito acende
Eleva o olhar ao Singelo Fulgor
Cintila no Alto e entende

Láctea corrente virtude

À pala, grei e saúde
Visão de cristal rompe o véu
Do tempo debaixo do céu
Ouve, Brigit,

Sopro de luz hiperbórea
Vibrante chama marmórea
Primeva nos baluartes
Rainha da Forja e das Artes

Do Castro Celeste que guarda tesoiros
Riquezas da alma mais ferros e oiros
Mestria do verso e do aço
Conduz aquilo que faço...


Há entretanto quem diga que neste dia 2 se honrava também Juno Februra, Deusa Celestial da Paixão e dos Prazeres.


domingo, fevereiro 01, 2026

... COMEÇA FEVEREIRO...

Fevereiro, altura propícia para os rituais purificatórios da cidade e para honrar os mortos, antes do início do novo ano (Março, no calendário romano mais arcaico, de dez meses). O seu nome pode derivar ou de Fébruo («Purificador»), confundido por alguns com o Pai Dite, mais conhecido por um teónimo de origem grega, Plutão, Deus dos Mortos e do Inferno (não no sentido maligno que o Cristianismo lhe dá), ou de Febris, Deusa romana da febre, ou ainda de Fébrua, epíteto de Juno como Deusa das Purificações, eventual esposa de Fébruo ou Februus.
Juno
Sérvio escreve o seguinte:
«duo mensis a Iano et Februo nominati sunt. Februus autem est Ditis Pater cui eo mense sacrificabatur», ou seja, «dois meses (Janeiro e Fevereiro) receberam o nome de Jano e de Fébruo. Este, porém, é o Pai Dite (Dis Pater), ao Qual se fazem sacrifícios neste mês.» (in «Mitologia e Religião Romana - Dicionário Mítico-Etimológico», de Junito Brandão, editora Edunb).
Pai Dite ou Dis Pater significa, à letra, o «Pai Rico», porque as profundezas são a fonte das riquezas (alimentos, pedras preciosas). O nome grego Plutão, ou Pluton, significa o mesmo, «Rico».

Segundo Júlio César, na sua obra «A Guerra das Gálias», os Gauleses acreditavam ser descendentes de Dis Pater (interpretatio romana), o que pode ou não tratar-se de uma confusão com algum Dies Pater céltico, dada a semelhança do teónimo: de notar que o próprio Varrão, famoso autor romano, considerava que, passo a citar (Brandão, op. cit.), «dives a divo qui, ut deus, nihil indigere videtur», ou seja, «dives (rico) origina-se de divo (céu) que, como deus, parece não carecer de coisa alguma
Para se dirigirem a Dis Pater, as pessoas batiam com as mãos na terra; a este Deus sacrificavam-se cordeiros negros, e quem o fazia desviava a cara. Tendo poucos adoradores, o Deus tem igualmente poucas estátuas, tanto em Roma como na Grécia. Nesta última, a Sua consorte é Perséfone, que em Roma Se chama Prosérpina. A esposa do Dis Pater céltico poderá ou não ser Aerecura, que por acaso parece ter semelhanças com a lusitana Ataegina, à Qual, note-se, foi associado o nome de Prosérpina (interpretatio romana).
Plutão, acompanhado por Cérbero, cão tricéfalo guardião do Inferno

Seria Endovélico o Dis Pater «lusitano»? Logo se vê o que é que se descobre nos próximos tempos em Terena... Recentemente foi aí encontrada uma estátua, sem cabeça, e com um enorme haste na mão, que a equipa de arqueólogos julga ser uma lança. Mas nem todas as hastes compridas têm de ser lanças, como na imagem acima se constata.

quarta-feira, janeiro 28, 2026

RÚSSIA - IGREJA ORTODOXA LANÇA UM ATAQUE SISTEMÁTICO AO NEO-PAGANISMO ÉTNICO RUSSO, CONSIDERANDO-O MAIS PERIGOSO QUE O ISLÃO E O BUDISMO

A imagem é a capa do álbum ou material promocional da banda russa de folk/pagan metal Stozhar. A banda Stozhar é de Yaroslavl, Rússia, e a sua música mistura estilos de metal extremo com paganismo eslavo e música folk. O nome "Stozhar" (Стожар) refere-se ao asterismo das Plêiades na cultura eslava. A arte da capa apresenta uma mulher acorrentada em frente a cruzes, com uma figura semelhante a um deus pagão acima. O número "988" na parte inferior refere-se provavelmente à data da Cristianização da Rus' de Kyiv.

Diante do ressurgimento dos chamados  
rodnovery, ou “crentes nativos”, Kirill formou uma comissão especial liderada pelo arcebispo russo-francês Savva, a estrela em ascensão da sua equipa, para combater este novo desafio. Mas, segundo o professor Šiženskij, um dos principais estudiosos religiosos da Rússia, a única resposta verdadeira é o trabalho missionário que transcenda as avaliações ideológicas.
O Patriarcado Ortodoxo de Moscovo decidiu combater sistematicamente as várias formas de Neo-Paganismo que se espalham cada vez mais na Rússia, especialmente aquelas que remetem à antiguidade russa pré-cristã, cujos seguidores se auto-denominam Rodnovery, ou 'crentes autóctones'.
Também são muito populares as formas de devoção ao politeísmo militante escandinavo chamado Asatru (As = Deus, Tru = fé), que remonta às representações das tribos germânicas na época das migrações antes e durante o domínio romano, e posteriormente transmitidas por manuscritos islandeses desde a formação da Rus' de Kyiv, com o 'chamado dos Varegues' tendo início no século IX.
De acordo com os ortodoxos, este problema é considerado um dos mais importantes na actividade missionária da Igreja hoje, ainda mais do que a concorrência das religiões tradicionais dos trabalhadores imigrantes, como o Islamismo e o Budismo. O próprio Patriarca Kirill já se referiu diversas vezes às questões do Neo-Paganismo e às dificuldades do diálogo inter-religioso. Por isso, foi formado um grupo de trabalho que reúne representantes de diversas entidades patriarcais, com o objectivo de “prevenir o Neo-Paganismo”. A primeira reunião desta comissão, composta por membros de 12 departamentos sinodais, foi realizada no início de Outubro, com um relatório resumido publicado no site informativo do patriarcado. O relatório afirma que o presidente da comissão é o chefe do departamento sinodal para missões, o arcebispo russo-francês Savva (Tutunov), uma estrela em ascensão na equipa do Patriarca Kirill. Entre as “tarefas principais” da comissão estão “a preparação de materiais científicos e metodológicos, a organização de programas de formação e educação e o desenvolvimento de medidas para combater a influência destrutiva das doutrinas neo-pagãs”.
A novidade reside precisamente na abordagem sistemática, embora o desafio do Neo-Paganismo já tenha vindo a ser discutido há algum tempo, com actividades missionárias já em andamento pelo departamento sinodal, que também inclui um secretariado para a "missão apologética". Trata do combate a seitas, ensinamentos pseudo-ortodoxos, subculturas destrutivas e vários cultos, recolhendo e analisando informações sobre 'diversas formas de confusão religiosa' e desenvolvendo métodos de resposta apologética. O novo órgão, que envolve outros sectores do patriarcado, foi solicitado pessoalmente pelo Patriarca Kirill, que o anunciou no concílio eclesiástico de 10 de Abril, afirmando que “hoje testemunhamos tentativas de distorcer o nosso passado, substituindo a autêntica tradição espiritual por substitutos construídos artificialmente”. O Patriarca expressou a sua preocupação com o facto de que "o Neo-Paganismo é frequentemente apresentado aos jovens como uma espécie de alternativa à Ortodoxia, sendo apresentado como uma forma mais histórica, natural e autenticamente nacional, quando na verdade estamos diante de uma mistura ecléctica de fantasias e elementos de outras culturas, e ideias verdadeiramente destrutivas". Nessa 'pseudocultura', entre outras coisas, 'forma-se uma relação especial com o uso da força', como acontece em grupos étnicos fechados, onde a força é considerada um factor decisivo para preservar a identidade, o que tem efeitos reais na vida da maioria das pessoas.
Kirill relembra a ligação entre as diásporas étnicas e o "politeísmo brutal, ao qual os seguidores do Islamismo radical estão frequentemente associados", o que também exige a intervenção das forças da lei.
No entanto, Roman Shizensky, o principal especialista do Centro de Estudos Étnicos e Religiosos da Universidade Lgu de São Petersburgo, mostra-se bastante céptico quanto à possibilidade de "alcançar mudanças significativas por meio do trabalho da nova comissão", acreditando que "uma mobilização genuína das instituições eclesiásticas em trabalho missionário que não se limite a avaliações ideológicas" é necessária para evitar que a própria Igreja Ortodoxa seja considerada meramente um "culto de Estado", para o qual alternativas mais eficazes devem ser buscadas, inclusive na "defesa da Pátria com o verdadeiro culto da força".

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Fonte: https://www.asianews.it/news-en/Moscow-Patriarchate's-battle-against-neo-paganism--64251.html?fbclid=IwY2xjawPJXslleHRuA2FlbQIxMABicmlkETBrSE5FdVVyVmZUSjVxRzZPc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHoYrvxVtKZQZJ0ILnYnX52O8fa_dlGJZHqpEBmGKCJgFvjn8bNG0-T-m-9oP_aem_G7FSU3OQuZlj7p9xJ0zWww#google_vignette

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Numa coisa tem o vigário do Judeu Morto razão - o Neo-Paganismo eslavo, o Rodnovery, é mais perigoso para a Cristandade do que o Islão e o Budismo, e porquê?, porque, mercê da sua natureza étnica, tem muito maior potencial de disseminação no seio do Povo eslavo do que os dois referidos credos estrangeiros.
Quanto à charla segundo a qual o Rodnovery é hoje uma amálgama de «fantasias e elementos de outras culturas», é o habitual modus operandi cristão que já vem de há dois mil anos - primeiro, há dois milénios e nos séculos subsequentes, os servidores do carpinteiro crucificado sempre quiseram destruir todas as outras religiões e diabolizar e/ou negar os Deuses pagãos, isto para deixar claro que nenhum Deles era válido; agora, depois de terem ou julgarem ter destruído todos os cultos pagãos da Europa, agora voltam a insistir que tais prácticas não são válidas porque as originais já não se conhecem, quase gabando-se de as terem destruído, e nalguns casos gabam-se mesmo, orgulhosos do zelo totalitário cristão...
Ora a verdade é que os Deuses são eternos e os ritos existem para conveniência da humanidade, não dos Deuses, os Quais de nada necessitam; cabe pois ao humano encontrar, reencontrar ou criar os seus próprios ritos. Acresce que há nisto uma questão de lealdade e de integridade da raça - a Kiril, e a todos os kiriles, pode e deve-se sempre responder que, em última análise, e se o actual Paganismo eslavo, ou de qualquer outra etnia europeia, não conduz a nada senão ao vazio, ou ao «inferno», pois neste caso aplica-se, mutatis mutandis, o que Radbod, rei dos Frísios, disse ao missionário cristão que estava prestes a baptizá-lo antes de o monarca frísio recuar e recusar o baptismo declarando «prefiro ir parar ao inferno na companhia dos meus ancestrais do que estar no céu juntamente com escravos». 

Entretanto, a Rodnovery avança em ambos os lados da fronteira russo-ucraniana, independentemente do conflito militar actual; paralelamente, Putin vai tendo de fazer a vontade à Igreja para forjar ou reforçar uma aliança «civilizacional» de Estado e Igreja, um dos fundamentos da ideologia putineira para justificar a anexação da Ucrânia, porquanto o ex-KGB afirmou já, em discurso oficial (2021), que a conversão cristã do rei Vladimir de Kyiv em 988 é uma das bases comuns da Ucrânia e da Rússia. Do lado ucraniano, por seu turno, reforça-se um Paganismo de cariz nacionalista.

PORTUGAL - AUTÓCTONES CONTRIBUEM MAIS NOVENTA E SETE POR CENTO (97%) PARA A SEGURANÇA SOCIAL DO QUE OS IMIGRANTES NÃO OCIDENTAIS


Os Portugueses contribuem +97% para a Segurança Social que os imigrantes não-ocidentais e +129% comparado aos imigrantes indianos. Enquanto que, os imigrantes espanhóis contribuem +174% que os PALOP e os franceses +205% que os asiáticos, segundo um relatório de indicadores de imigrantes publicado em 2023.
Em comparação, os imigrantes de países da União Europeia e Reino Unido, excepto Europa do Leste, apresentam rácios de contribuição superiores à média dos contribuintes estrangeiros.



Rácio de contribuições

Segundo um relatório do Observatório de Migrações, os Portugueses têm rácios de contribuição 97% superiores aos de imigrantes não-ocidentais e 129% superiores aos de imigrantes indianos. Relativamente aos PALOP, os Portugueses contribuem +87% que os imigrantes da lusofonia.
Abaixo analisaremos os rácios de contribuições mais elevados e baixos (distância face ao total de contribuintes estrangeiros de 2022):

🟢Espanha: +2.041

🟢França: +1.880

🟢Reino Unido: +1.378

🟢Alemanha: +1.139

🟢Oceânia: +1.026

🔻Moldávia: -2.608

🔻Índia: -2.458

🔻S. T. Príncipe: -2.176

🔻Angola: -2.141

🔻Cabo Verde: -2.034

Todos os imigrantes de países da União Europeia e Reino Unido apresentam rácios de contribuição superiores à média de contribuintes estrangeiros, excepto os países da Europa de Leste. Igualmente, imigrantes da Oceânia têm rácios de contribuição positivos.

Nota: Os rácios de contribuição apresentados são por pessoas singulares. O relatório dos indicadores de imigrantes utilizado como base para este artigo foi publicado pelo Observatório das Migrações, sendo que a versão mais actualizada é a de 2023. Dado não existir um rácio publicado especificamente para os nativos portugueses, o rácio médio do total de contribuintes foi utilizado como proxy para efeitos comparativos. A categoria ‘não-ocidentais’ corresponde ao conjunto de países fora da Europa e Oceânia.

Fontes:

Relatórios Indicadores de Integração de Imigrantes – Observatório das Migrações. (2023). Aima.gov.pt. https://om.aima.gov.pt/index.php/2025/04/12/1190/

Segurança Social. Imigrantes contribuíram afinal menos de metade do que o valor médio dos Portugueses? — Polígrafo. (2023, December 28). Polígrafo. https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/seguranca-social-imigrantes-contribuiram-afinal-menos-de-metade-do-que-o-valor-medio-dos-portugueses/

Fontes Multimédia: “Chicago Airport – ND0_5463” by Nicola since 1972 is licensed under CC BY 2.0.

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Fonte: https://medialobo.com/2026/01/14/portugueses-contribuem-97-seguranca-social-imigrantes-nao-ocidentais/

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Depois é só somar os números do terceiro-mundo aos dos imigrantes europeus e dizer ao «povinho» que «os imigrantes até dão lucro ao País!»... enquanto a iminvasão continua, para satisfação tanto da elite capitalista a construir uma economia baseada em mão-de-obra barata como da elite woke, a construir o seu paraíso de mundo sem fronteiras... e o «povinho» que aguente e vá sendo apertado e assustado com a converseta das pensões e tal e coisa...