quarta-feira, maio 27, 2026

PETIÇÃO PELO FIM DA IMINVASÃO E INÍCIO DA REMIGRAÇÃO

Nas últimas décadas, Portugal tem sido sujeito a uma experiência sem precedentes na sua história.
Os sucessivos governos perseguiram uma estratégia de aumento indiscriminado e ad aeternum do número de imigrantes no País através de políticas irresponsáveis e radicais, com um impacto extremamente disruptivo para a população, sem que a mesma fosse consultada.

Em apenas dez anos, o número de imigrantes legais em Portugal passou de cerca de 400 mil para mais de 1,54 milhões em 2024 — um aumento explosivo de cerca de 285%.
Este número oficial data de 2024, devendo ser revisto em alta, podendo aproximar-se dos 2 milhões de imigrantes legais em Portugal.

Se somarmos as estimativas de imigrantes ilegais e nacionalidades atribuídas nos últimos anos, o número total de imigrantes aproxima-se dos 2,5 a 3 milhões — ou seja, quase 30% da população residente.

As consequências desta transformação são nefastas: deterioração dos transportes públicos, colapso nos serviços de saúde, aumento inédito do preço da habitação, estagnação dos salários, queda da produtividade e estagnação económica.
Para além disso, assiste-se a uma substituição progressiva dos Portuguezes nas vilas, cidades e aldeias de norte a sul do país por povos, culturas e religiões incompatíveis com a nossa identidade nacional.

Esta imigração em massa implica também sérios riscos para a Democracia, com a importação de povos provenientes de Estados falhados ou corruptos, que desconhecem ou rejeitam os princípios do Estado de Direito.

É assim fundamental reverter os fluxos de imigração massiva que ameaçam tanto a cultura e identidade nacional, como o dia-a-dia da população, hipotecando gravemente as gerações futuras.

Os cidadãos signatários desta petição exigem:
1. Suspensão imediata da imigração.

2. Remigração obrigatória dos imigrantes ilegais e de todos os delinquentes e criminosos, independentemente da data em que entraram no país.

3. Programa nacional de remigração que incentive e facilite a repatriação voluntária daqueles que não possuem capacidade ou vontade de se assimilar aos valores e à cultura da sociedade Portugueza.

Exigimos que esta petição seja debatida e votada na Assembleia da República. Comprometemo-nos a recolher dezenas de milhares de assinaturas para que o Povo Portuguez seja finalmente ouvido e recupere o controlo do seu destino.

Para assinar, aceder a esta página: https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT131230&fbclid=IwY2xjawSExF5leHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEe3YIRXFKGLanbWTchVxUuMbzxPlz9jxqd170zdcAoYSNZHjFuDT_C-_ciU24_aem_qhLykNBWi_qkfiW3AaNW-Q

DEZOITO MANEIRAS DE TRAVAR A IMINVASÃO

Devido a anos de imigração em massa descontrolada, muitos europeus questionam que opções concretas existem para reverter o curso da crise, com muitos a acreditar que a situação é desesperadora e não pode ser revertida de forma significativa. No entanto, um novo relatório intitulado “Retomando o Controle de Bruxelas: A Renacionalização das Políticas de Migração e Asilo da UE ” — produzido pelo Mathias Corvinus Collegium (MCC), pelo Instituto de Pesquisa sobre Migração da Hungria e pelo Instituto Ordo Iuris da Polóônia — oferece soluções abrangentes para a crise. A tese central do artigo oferece soluções ousadas e práticas para os dias de hoje, observando que o poder ainda reside nos Estados-membros. Os autores escrevem: “Os Estados-membros da União Europeia podem recuperar a autoridade efectiva sobre as políticas de imigração e asilo sem alterar os tratados da UE.

O relatório descreve como a política de asilo “entrou em colapso total” na UE, chegando a um ponto de “fracasso absoluto”. Os autores argumentam que o sistema actual carece de legitimidade democrática e transformou o espaço Schengen numa “peneira” que facilita a imigração ilegal e impede a protecção eficaz das fronteiras. Diante das recentes acções de legalização do governo espanhol de Extrema-Esquerda, que visam regularizar cerca de 500 mil imigrantes, permitindo-lhes circular livremente pela Europa, as propostas do documento podem ser mais relevantes do que nunca. O artigo defende uma “mudança de paradigma” fundamental para restaurar a soberania migratória dos Estados-Nação individuais, afirmando que a renacionalização é uma necessidade para que a Europa recupere o controle sobre as suas fronteiras e território.
As 18 propostas seguintes, da segunda parte do documento, delineiam um roteiro para esta renacionalização. O próprio documento fornece detalhes muito maiores sobre cada proposta e é leitura recomendada para qualquer partido europeu que busque um plano para retomar o controle da imigração.


Conceder aos Estados-Membros a opção de adesão/recusa 
Permitir que todos os Estados-Membros solicitem a adesão ou exclusão individual da política comum da UE em matéria de imigração e asilo, de forma semelhante ao estatuto actual da Dinamarca e da Irlanda.

Insira uma “Cláusula de Não Obstante” 
Alterar o tratado para permitir que os parlamentos nacionais suspendam temporariamente as regras de imigração da UE quando a ordem pública, a segurança ou interesses nacionais prementes estiverem em risco.

Desaplicar unilateralmente o acervo comunitário problemático da UE. 
Caso as reformas dos tratados sejam bloqueadas, os Estados-Membros devem deixar unilateralmente de aplicar os elementos mais problemáticos do actual quadro jurídico da UE em matéria de imigração. 

Retirar-se ou suspender a CEDH.   
Considerar a retirada parcial ou total da jurisdição do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos ou a suspensão temporária da sua aplicação para recuperar a flexibilidade no controlo das fronteiras.

Derrogação do Protocolo de 1967 à Convenção de Genebra  Denuncie este protocolo para restaurar a flexibilidade nacional e afastar-se de "dogmas intocáveis" em relação às obrigações universais de asilo.



II. Um Novo Paradigma de IMigração e Asilo


Restaurar a Competência Nacional para Acordos de Readmissão  
Devolver aos Estados-Membros individualmente o poder de negociar e concluir acordos de readmissão com países terceiros, uma vez que o modelo centralizado da UE falhou.

Condicionar o financiamento da UE à cooperação com países terceiros.   
Determinar legalmente que o financiamento da UE a países terceiros esteja estritamente condicionado à sua cooperação efectiva em matéria de imigração, particularmente no que diz respeito aos retornos e readmissões.

Restaurar a competência nacional em relação aos retornos. 
Conceder aos Estados-Membros o controlo total sobre a detenção e expulsão de imigrantes ilegais, sem interferência da UE ou do Tribunal de Justiça da União Europeia.

Terceirizar o processamento de pedidos de asilo para países terceiros seguros.   
Permitir que os Estados-Membros estabeleçam mecanismos para terceirizar o processamento de pedidos de asilo para países terceiros seguros fora do território da UE.

Alterar o Código das Fronteiras Schengen     
Rever o código para eliminar as ambiguidades legais que actualmente dificultam o trabalho dos guardas de fronteira e levam a alegações "abusivas" de expulsão compulsória.

Limitar a livre circulação aos cidadãos europeus   
Restringir estritamente o direito à livre circulação dentro do espaço Schengen aos cidadãos da UE para impedir deslocamentos secundários ilegais.

Proibir pedidos de asilo após entrada ilegal.   
Promulgar regras que impeçam indivíduos de apresentar pedidos de asilo caso tenham entrado ilegalmente no território da União.

Alterar radicalmente o quadro de busca e salvamento (SAR)   
Alterar as regras de Busca e Salvamento para garantir que o dever de resgate não se equipare a um direito de entrada e proibir qualquer conluio com contrabandistas.

Abolir a competência da UE em matéria de reagrupamento familiar e integração.   
Devolver o controle total sobre as políticas de reunificação e integração familiar aos governos nacionais, argumentando que estas áreas não trazem "nenhum valor agregado" em nível da UE.

Destinar fundos da UE para infraestrutura física de fronteiras.  
Destinar especificamente fundos europeus para financiar barreiras físicas, como cercas e muros, nas fronteiras externas.

III. Reconsiderando os papéis da sociedade civil e das agências


Reformar a Frontex para ajudar os Estados-Membros   
Garantir que a agência de controle de fronteiras da UE, Frontex, sirva para auxiliar, e não para controlar, os Estados-Membros, e eliminar toda a presença de ONGs das suas estruturas internas.

Transparência e prestação de contas rigorosas para as ONGs  Submeter qualquer organização que receba fundos europeus a regras rigorosas de transparência, rastreabilidade e prestação de contas. 


Proibir o financiamento da UE para organizações pró-imigração 
Proibir qualquer financiamento directo ou indirecto da UE para organizações que promovam ou facilitem a imigração ilegal.

“A hora de agir com decisão é agora.”


Um dos pontos centrais que o artigo procura destacar é que “ao contrário da crença popular, a UE não possui competência exclusiva nesta área. Embora o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia preveja uma política comum de asilo, não elimina a soberania nacional sobre o controle de fronteiras, a segurança interna ou a determinação de quem pode entrar e permanecer em território nacional”. Por outras palavras, os Estados-membros da UE podem realizar muito na área da política migratória se houver um governo nacional determinado. 
Um dos autores do relatório, Jerzy Kwaśniewski, advogado e presidente do Instituto Ordo Iuris de Cultura Jurídica, afirmou: «A Europa enfrenta uma crise jurídica sem precedentes que está a privar os Estados-membros da capacidade de proteger as suas próprias fronteiras e cidadãos. Após anos de uma política comum da UE em matéria de imigração e asilo, o sistema entrou em colapso total. O espaço Schengen transformou-se num filtro por onde circulam livremente os imigrantes ilegais. Os procedimentos de retorno para imigrantes ilegais são, em grande parte, ilusórios. Entretanto, a sobreposição de obrigações internacionais tornou a protecção eficaz das fronteiras praticamente impossível do ponto de vista jurídico. Para piorar a situação, os contribuintes europeus estão a financiar ONGs que facilitam directamente a imigração ilegal e obstruem o controle eficaz das fronteiras. Dado o fracasso total da política comum de imigração e asilo da União Europeia, novas reformas no âmbito actual da UE já não são possíveis. É necessária uma mudança de paradigma fundamental: a restauração da soberania migratória aos Estados-Nação, que são os únicos que possuem a legitimidade democrática para decidir quem tem o direito de entrar e residir no seu território.» Acrescentou que “a renacionalização da política migratória já não é uma opção; é uma necessidade. A alternativa é a perda completa do controle sobre as fronteiras da Europa e o fim definitivo da nossa capacidade de gerir o nosso próprio território. O tempo do debate acabou. O tempo da acção decisiva é agora.”
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Fonte: https://rmx.news/article/18-ways-to-reverse-the-eus-immigration-disaster-and-give-power-back-to-member-states/

FLANDRES - MAIORIA DO POVO ACHA QUE ESTÁ A SER SUBSTITUÍDO POR ALÓGENOS

Um importante estudo social encomendado pela VRT, conhecido como "A Foto da Flandres", revela que a maioria dos Flamengos teme estar a ser gradualmente substituída por imigrantes. Este estudo junta-se a outros semelhantes realizados em França e na Alemanha, que revelam um temor generalizado na Europa em relação à Grande Substituição em curso. A pesquisa da VRT mostra que 56% dos entrevistados concordam com a afirmação: "Tenho receio de que os Flamengos estejam a ser gradualmente substituídos por imigrantes/pessoas do estrangeiro". Nesta categoria, indivíduos de 45 a 64 anos obtiveram uma pontuação de 58%, enquanto aqueles com mais de 65 anos alcançaram 59%. Adolescentes entre 12 e 17 anos também demonstraram um alto nível de concordância, com 58%. 
O estudo também mostrou que 52% dos Flamengos temem a construção de uma mesquita no seu bairro. Apenas 23% dos Flamengos afirma explicitamente que seria favorável ​​à construção de uma mesquita na sua região. Curiosamente, 22% das pessoas que afirmam não ter medo de serem substituídas por imigrantes também dizem que não gostariam de ter uma mesquita no seu bairro. 
Segundo a VRT, o estudo mostra que o receio de que “os Flamengos sejam substituídos por imigrantes” continua a ser grande.
A Bélgica também tem apagado activamente símbolos tradicionais do Cristianismo, o que se constata em atitudes como renomear os mercados de Natal para "mercados de Inverno", o que, segundo o estudo da VRT, levou a divisões na sociedade, especialmente entre as gerações mais velhas e mais jovens. Discussões sobre convenções de nomenclatura inclusivas também geram resistência. A maioria dos Flamengos, 57%, defende que um mercado de Natal deve simplesmente continuar a ser um mercado de Natal. A resistência a termos neutros como "mercado de Inverno" é maior entre as faixas etárias mais velhas, com 64% das pessoas entre 45 e 64 anos e 67% das pessoas com mais de 65 anos a opôr-se à mudança. Esta oposição diminui entre os mais jovens, com 41% dos jovens de 18 a 24 anos e 45% dos jovens de 25 a 44 anos a opôr-se à substituição do nome tradicional.
O projecto "A Foto da Flandres" é um estudo de acompanhamento contínuo que a VRT realiza desde 2009 para observar os temas sociais que preocupam os residentes flamengos. 
Com relação a estatísticas específicas sobre o Islão, 60% dos Flamengos relatam sentir-se preocupados com a presença do Islão na Flandres. Esta preocupação atinge o pico entre indivíduos de 45 a 64 anos, com 65%, e entre aqueles com mais de 65 anos, com 67%, embora estas percentagens tenham diminuído ligeiramente em comparação com 2023 e 2024. Para jovens entre 12 e 17 anos, o número é ligeiramente menor, de 61%, embora os pesquisadores observem uma tendência de alta nesta faixa etária mais jovem.
Patrick Loobuyck, filósofo da ética da Universidade de Antuérpia/UGent, afirma que estes índices de anti-diversidade são "bastante elevados" e que o Povo Flamengo está a enfrentar "rápidas mudanças sociais". “Eles estão preocupados com temas importantes para a nossa sociedade: quem somos, qual o futuro da Flandres e qual o lugar da população que lá vive hoje”, disse Loobuyck. “A população mudou muito nas últimas décadas. Esta diversidade já não se limita às cidades, mas é sentida em quase todos os lugares. As pessoas vêem e sentem isto, e também percebem as consequências na educação e na sociedade.” No entanto, apesar desta clara substituição demográfica, que é quantificável e observável, Loobuyck afirma que as "teorias" apresentadas pela Direita identitária, como a da Grande Substituição, não devem ser acolhidas: “Às vezes, finge-se que há um plano por trás disso, como se as elites estivessem a permitir conscientemente que a imigração em massa nos destruísse. Isto aumenta a incerteza que já existe”, disse ele.
Frequentemente, é assim que a Esquerda e a corrente dominante tentam "desmascarar" a Grande Substituição, atribuindo-lhe todo o tipo de significado que não estava implícito no sentido original, articulado pelo próprio autor do termo. Por exemplo, alegações de que os Judeus estão por trás da substituição, ou de que uma conspiração de elites está por trás dela, não correspondem ao que Renaud Camus expressou. Contudo, se aqueles que se opõem ao termo conseguem atribuir-lhe significados extraordinários, tornam-se mais fáceis de "desmascarar" qualquer que seja o verdadeiro significado que atribuem ao termo. No entanto, em muitos aspectos, isto tem sido um "plano". Um grupo de reflexão da ONU, por exemplo, promoveu a chegada de 60 milhões de imigrantes à Europa até 2050. A ONU, que há muito defende a "imigração de reposição" como solução para o envelhecimento da população europeia, agora alerta que a Europa não atrairá estes imigrantes "se não deixar de ser uma fortaleza contra a imigração". 
A principal líder europeia, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, está a apelar a uma maior imigração legal, na sequência de números recorde de chegadas de imigrantes. Se alguém pertence à "elite", é sem dúvida von der Leyen, que detém um enorme poder dentro da UE. Mesmo entre as elites que são alvos frequentes de teorias da conspiração, como George Soros, também existem declarações registadas em que ele promove e apoia abertamente a imigração em massa. Ao falar sobre os esforços do ex-primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán para controlar a imigração, Soros afirmou: “O plano de Orbán considera a protecção das fronteiras nacionais como o objectivo e os refugiados como um obstáculo. O nosso plano considera a protecção dos refugiados como o objectivo e as fronteiras nacionais como o obstáculo.” No auge da crise migratória, Soros afirmou: “[A Europa] terá de aceitar pelo menos um milhão de requerentes de asilo anualmente num futuro próximo.” Em artigo que escreveu para o MarketWatch em 2015, Soros chegou a propor que a Europa contraísse dívidas para financiar um "auxílio emergencial" para refugiados e imigrantes, sugerindo que os Estados-membros da UE implementassem um pacote de gastos maciço de €45 biliões. Soros afirma ainda no artigo que isso poderia não ser suficiente e que gastar mais seria "justificado". No artigo, Soros escreveu que pagar um valor extra aos imigrantes antecipadamente "nos permitiria lidar de forma mais eficaz com as consequências mais perigosas da crise — incluindo o sentimento anti-imigração nos países receptores e o desânimo e a marginalização entre os refugiados". Soros também escreveu que um grande fluxo de refugiados resulta em pânico, o que pode levar a "medidas caras e contraproducentes, como a construção de cercas e muros". Também houve inúmeros políticos de Esquerda de alto escalão que, há muito tempo, promovem a imigração em massa como meio de obter mais poder, enquanto jornalistas também promoveram esta mesma tendência em milhares de artigos e publicações. 
Curiosamente, diversas pesquisas realizadas em toda a Europa mostram que a maioria dos Europeus deseja o fim da imigração em massa, e, no entanto, ela continua sem controle. A maioria ou quase a maioria dos Europeus sente que está a ser substituída nos seus países de origem. Por exemplo, quase metade dos Alemães também concorda com a afirmação: "Acredito que os Europeus estão a ser gradualmente substituídos por imigrantes de África e do Médio Oriente". Enquanto isso, em França, 60% dos eleitores acreditam que o país está a testemunhar "uma substituição da população francesa por populações não europeias" num momento em que a imigração atingiu níveis recordes. Na própria Bélgica, Bruxelas já presenciou uma substituição populacional massiva, com 72% das crianças e adolescentes em Bruxelas a ter agora origem imigratória não pertencente à UE, enquanto apenas 10,5% são belgas de origem belga.
Pode-se debater abertamente qual é o motivo desta imigração em massa, mas a realidade é que há muitos actores por trás dela, desde interesses comerciais a ideólogos radicais, o que significa que não há uma única razão para a imigração em massa. Em resumo, existem muitos motivos e muitos actores, e eles não estão necessariamente trabalhando em conjunto. No entanto, a mudança demográfica por trás da Grande Substituição, que simplesmente afirma que os não europeus estão a substituir os Europeus nos seus países de origem, é uma realidade estatística. Não precisa de haver uma elite "nefasta" a conspirar em segredo, mas sem dúvida existe uma elite que deseja mais imigração e que não esconde este desejo. Ao mesmo tempo, o termo "Grande Substituição" continuará a ser promovido pela Direita por ser notavelmente apropriado para a situação que se desenrola. A Europa, que valoriza a liberdade de expressão, deve permitir um debate aberto sobre os motivos, os actores e os movimentos ideológicos por trás deste desenvolvimento demográfico, bem como sobre as razões pelas quais está a acontecer, quem se beneficia e até mesmo como pode ser revertido. Caso contrário, simplesmente não estaremos a viver na democracia liberal em que os políticos e jornalistas mais poderosos da Europa nos dizem constantemente que vivemos.
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Fonte: https://rmx.news/article/great-replacement-fears-in-belgium-56-of-flemings-are-afraid-they-are-being-slowly-replaced-by-foreigners/

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A primeira parte do artigo mostra o que acontece na Nação germânica com a língua mais bela da Europa (depois do Português, bem entendido) - o mesmo que nas demais Nações europeias: a elite impinge imigração ao «povinho», o «povinho» não gosta. 
O autor passa daí à análise do que é de facto a Grande Substituição em curso na Europa, e diz muito do que é mais importante dizer-se. É, neste aspecto, um dos textos mais lúcidos que tenho encontrado. Acrescento ao que é dito no artigo, limitando-me a repetir o que já tenho afirmado uma carrada de vezes: a Grande Substituição não é necessariamente uma conspiração; é, na verdade, muito mais forte do que isso - é uma mentalidade. Uma conspiração é um plano, um plano é composto de partes e exige o bom desempenho de todos os envolvidos ao mesmo tempo, o que o torna frágil; uma mentalidade, pelo contrário, suscita um procedimento algo espontâneo, como que natural, o qual, a médio e longo prazo, surte efeitos muito mais abrangentes e profundos. Em qualquer mesa de café da classe média para cima já na década de oitenta era de bom tom dizer que «no futuro, seremos todos mestiços e assim é que é bonito», e ai de quem no grupo discordasse. Isto não era conspiração, não tinha secretismo algum, declarava-se mui amenamente em qualquer esplanada apinhada de gente. Se a iminvasão não estava como está hoje, era só porque, evidentemente, se encontrava ainda numa fase menos avançada, embora não essencialmente diferente no que respeita à sua causa. Quando algum militante nacionalista suficientemente ingénuo para acreditar em conspirações diz que há um «plano Kalergi para acabar com a Europa!», as sofisticadamente sonsas elites acham isso soberanamente ridículo, cómico até, pura e simplesmente porque para elas não é plano nenhum, é simplesmente a evolução natural da vida. Não se reuniram em nenhuma catacumba para receber ordens de algum mestre oculto - em vez disso, são quotidianamente educadas assim à luz do dia desde o berço até à universidade e mais além. 


ÁUSTRIA - ÁRABES EXPLORAM JOVENS MENORES DE IDADE ALICIADAS E EXPLORADAS SEXUALMENTE POR MEIO DO VÍCIO DA TOXICODEPENDÊNCIA

As quadrilhas de aliciamento sexual do Reino Unido, onde as autoridades fecharam os olhos diante de milhares de meninas abusadas por drogas e exploração sexual, chegaram à Áustria, e o impacto foi fatal. Em Innsbruck, meninas jovens estão a ser levadas ao vício em drogas e à prostituição, com três adolescentes, de 13, 14 e 16 anos, mortas por suspeita de overdose desde Fevereiro deste ano. No caso da mais jovem, a autópsia revelou que ela morreu após consumir diversas drogas pesadas, incluindo cocaína, opiáceos e medicamentos psicotrópicos. Klaus Kapelari, director médico do Centro de Competência em Proteção contra a Violência, declarou ao jornal Tiroler Tageszeitung, citado pela revista Freilich Magazin: “As três meninas conheciam-se. Faziam parte do mesmo grupo de amigas”, um círculo conhecido por ser formado por meninas vulneráveis ​​que se viciam em drogas e são forçadas a praticar actos sexuais para obter mais drogas que não podem comprar. “Primeiro, as vítimas recebem drogas baratas e, em seguida, são solicitadas a enviar fotos explícitas em troca”, disse Klaus ao jornal. Algumas acabam por desmaiar devido ao uso de drogas. Outras acabam mortas. De qualquer forma, elas ficam presas num ciclo vicioso explorado por gangues de aliciamento sexual em Innsbruck.
Desde o final de Fevereiro, foram registradas cinco mortes no total, incluindo as três de menores. 
A principal estação ferroviária de Innsbruck funciona como um ponto central onde meninas de famílias com dificuldades ou sob tutela do Estado são aliciadas. A mãe da menina de 13 anos também culpou as autoridades por não protegerem a filha, segundo o jornal Heute.
Uma crise semelhante ocorre em Salzburgo, onde uma jovem de 14 anos descreveu apartamentos de um cómodo repletos de colchões, onde meninas do "grupo da estação de comboio" recebem drogas em troca de sexo. Mas a realidade é que estas meninas são aliciadas, visadas, recebem drogas, incluindo heroína, até se tornarem viciadas, e então são forçadas a fazer sexo quando inevitavelmente precisam de mais. "Eu percebi que três homens estavam a fazer coisas comigo", relatou ela. "Quero que as pessoas entendam que tudo isto é real." 
Por medo, muitas vítimas não denunciam os crimes, enquanto os agressores frequentemente sabem onde as meninas moram e às vezes até confiscam os seus documentos de identificação.
Viena também tem sido vítima, com meninas frequentemente visadas por homens árabes em Salzburgo. De acordo com reportagens citadas por Freilich, sete pessoas com menos de 18 anos, que estavam sob os cuidados do Serviço de Protecção à Criança e ao Adolescente (MA 11), morreram em decorrência do abuso de drogas em 2025. Belinda Plattner, chefe de psiquiatria infantil e adolescente em Salzburgo, alertou: “As meninas dizem que são abordadas na estação ferroviária principal de Salzburgo por jovens de origem árabe que lhes oferecem drogas e prometem mais drogas em Viena.” “As meninas são frequentemente persuadidas a ficar por vários dias. Servem chá aos homens e vivem com eles. Inicialmente, os homens respeitam-nas, mas muitas vezes isto leva a abusos sexuais e comportamentos muito humilhantes em relação às meninas”, disse Plattner.
Em resposta às mortes recentes, o governo do Estado do Tirol está a criar três novos centros de atendimento 24 horas por dia, 7 dias por semana, para menores viciados em drogas com menos de 14 anos de idade, e destinando um orçamento de €800000.
Segundo relatórios preliminares de 2026 da Polícia Criminal Federal Austríaca, mais de 60% das mortes por overdose entre mulheres jovens em contextos de tráfico humano envolvem opioides sintéticos "de designer", chamados nitazenos. 
Entretanto, a Áustria e o Reino Unido estão longe de ser os únicos países europeus a enfrentar uma epidemia de abusos contra menores por parte de gangues estrangeiras. Estima-se que existam 20000 prostitutas menores de idade em França. Um número impressionante de 75% provém do sistema de protecção à infância (ASE). Por outras palavras, as crianças estão a ser recrutadas directamente de abrigos administrados pelo Estado. A prostituição infantil em França aumentou 43% nos últimos quatro anos, com a polícia a identificar meninas cada vez mais jovens a ser traficadas. Redes de cidadãos chineses, norte-africanos, balcânicos e nigerianos estão entre os maiores traficantes de meninas no país.
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Fonte: https://rmx.news/article/uk-grooming-gangs-hit-austria-with-fatal-consequences-5-girls-dead-in-less-than-2-months/

ESPANHA - MOURO DETIDO POR PERSEGUIÇÃO SEXUAL A MIÚDA DE NOVE ANOS DE IDADE

A polícia espanhola prendeu em Maiorca um marroquino de 52 anos sob suspeita de tentativa de abuso sexual, após ele supostamente ter perseguido uma menina de 9 anos durante vários dias, monitorizado a sua rotina e esperado por ela à saída da escola e das aulas particulares. Segundo relatos, o suspeito viajou de autocarro até à capital das Ilhas Baleares para seguir a criança na área de Pere Garau, em Palma. De acordo com o jornal Última Hora, ele sabia onde ela morava, onde estudava e onde frequentava aulas de reforço. Após comparecer perante um juiz, o homem foi libertado sob uma ordem de restrição que o proíbe de entrar em contacto com a menina. Na Mércores passada, a criança avistou o homem na vizinhança e alertou uma amiga da sua mãe, que encontrou na rua. A menina disse que era o mesmo homem que a tinha vindo a segui-la há dias, inclusivamente em frente à escola, perto das suas aulas de reforço e próximo à entrada do prédio. Os pais dela foram imediatamente para o local onde ela o tinha visto e, segundo relatos, viram o suspeito a fugir. Diversas testemunhas perseguiram o homem e alcançaram-no, imobilizando-o no chão até à chegada da polícia, que o prendeu sob suspeita de assédio. Na esquadra, a jovem contou aos investigadores que, numa ocasião, o homem tentou agarrá-la pelo braço na entrada do prédio onde morava, enquanto tocava nas suas partes íntimas. Ela disse tê-lo visto em vários dias consecutivos em locais que faziam parte da sua rotina diária.
O cidadão marroquino é, segundo relatos, bem conhecido pelas autoridades policiais da ilha. Tem diversas condenações anteriores por agressão sexual, atentado ao pudor e furto. Não se sabe porque continua ele a morar em Espanha.
O caso Palma surge num ambiente de uma série de denúncias de crimes violentos e sexuais em Espanha envolvendo suspeitos marroquinos
Na semana passada, um imigrante marroquino acusado de agredir sexualmente uma mulher inconsciente numa rua de Lleida foi libertado por um tribunal espanhol, sob a condição de manter uma distância de 200 metros da suposta vítima. Segundo relatos, a polícia encontrou o suspeito deitado sobre a mulher, que estava com as calças abaixadas, enquanto lhe tocava nas partes íntimas. A mulher relatou ao tribunal que tinha medo do suspeito e que estava a sofrer desconforto físico após o suposto ataque, mas o tribunal, mesmo assim, ordenou a sua libertação sob medidas cautelares, em vez de colocá-lo em prisão preventiva.
No mês passado, um tribunal espanhol ordenou a prisão preventiva imediata de um cidadão marroquino após uma série de alegados ataques com faca em Almería. O suspeito foi acusado de três tentativas de roubo com violência e uma agressão, após supostamente ter atacado várias vítimas em curto período de tempo. Segundo os investigadores, ele primeiro abordou dois casais com uma faca perto da Avenida Cabo de Gata e, posteriormente, atacou uma estudante de 17 anos que voltava para casa a pé. A adolescente teria sido perseguida, agarrada, jogada ao chão, pontapeada repetidamente, puxada pelos cabelos e esfaqueada na coxa depois de o suspeito exigir o seu telemóvel. Os seus gritos alertaram os moradores próximos, forçando o agressor a fugir.
A polícia informou que outra mulher foi posteriormente atacada perto de um ginásio, quando o suspeito supostamente a derrubou da sua motocicleta num semáforo e a ameaçou com uma faca antes que ela conseguisse fugir para um prédio próximo. Os polícias prenderam o suspeito mais tarde, após encontrá-lo escondido em arbustos num terreno baldio. 
Também no mês passado, um homem marroquino foi preso por um violento ataque com machado em Montefrío, no sul de Espanha, que deixou duas mulheres em estado crítico e outra pessoa ferida. O suspeito teria atacado três pessoas em plena luz do dia, incluindo idosos que sofreram graves ferimentos na cabeça. Ele foi preso após uma longa busca. O caso desencadeou uma reacção política negativa depois de o líder do Vox, Santiago Abascal, acusar o primeiro-ministro Pedro Sánchez e a emissora estatal espanhola de suprimirem detalhes sobre o ataque. O jornal espanhol La Bandera noticiou posteriormente que o suspeito teria afirmado, enquanto estava sob custódia, ter “ouvido o chamado de Alá” e que “todos os cristãos devem morrer”.
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Fonte: https://rmx.news/article/moroccan-man-accused-of-stalking-9-year-old-girl-for-days-in-spain-released-with-restraining-order/

ALEMANHA - SÍRIO ESFAQUEIA GRAVEMENTE UM TRANSEUNTE DEPOIS DE ESTE LHE RECUSAR UM CIGARRO

Um imigrante sírio acusado de esfaquear um passageiro de autocarro pelas costas no pescoço, após ver negado o seu pedido de cigarro, deverá comparecer perante um juiz em Berlim, enquanto a polícia investiga se ele também foi responsável por uma ameaça posterior com faca contra uma mulher noutro autocarro. O primeiro ataque ocorreu por volta das 5h50 da manhã de Joves, no ponto de autocarro Hermannstraße/Sonnenallee, no bairro de Neukölln, em Berlim. Segundo a polícia, um homem de 33 anos preparava-se para embarcar no autocarro M41 quando um homem de 36 anos o atacou repentinamente pelas costas com uma faca, esfaqueando-o no pescoço. O suspeito fugiu inicialmente do local, enquanto a vítima desmaiou com ferimentos graves. O motorista do autocarro accionou os serviços de emergência, e os paramédicos prestaram os primeiros socorros ao homem ferido antes de levá-lo ao hospital, onde foi submetido a uma cirurgia de emergência. Inicialmente, a polícia afirmou que o estado da vítima era crítico. De acordo com uma actualização publicada pelo Tagesspiegel na Vernes, ele permanece gravemente ferido, mas já está consciente e consegue comunicar. Os investigadores disseram que o suspeito abordou o homem de 33 anos pouco antes do ataque e pediu-lhe um cigarro. A vítima recusou. Pouco tempo depois, quando entrava no autocarro, o agressor tê-lo-ia esfaqueado pelas costas. A polícia também está a investigar se o mesmo homem esteve envolvido num segundo incidente ocorrido mais tarde naquela manhã. Por volta das 9h35, uma mulher de 36 anos foi ameaçada com uma faca no autocarro M29, na Pannierstraße, e obrigada a entregar dinheiro. As autoridades ainda estão a tentar verificar a identidade do suspeito, mas vários veículos de comunicação, incluindo o Bild, noticiaram que ele alegava ser sírio e ter nascido em Damasco. O suspeito deverá ser apresentado a um juiz na Vernes, enquanto os promotores buscam um mandado de prisão.
A polícia está a investigar o caso de agressão qualificada. O ataque ocorre durante a crescente preocupação com a violência na rede de transportes públicos da Alemanha, com vários casos graves de agressão relatados em autocarros, comboios e estações nos últimos meses.
No mês passado, um jovem de 13 anos, nascido no Iraque e com histórico de crimes, foi preso após um motorista de autocarro de 62 anos ter sido espancado até entrar em coma em Leipzig. O confronto teria começado depois de o motorista pedir silêncio a um grupo de jovens que estavam a causar tumulto na linha de autocarro 90, perto do ponto Sophienstraße. Inicialmente, a polícia descreveu o incidente apenas como uma altercação física na qual o motorista ficou ferido e precisou de atendimento hospitalar, mas relatos posteriores indicaram que o adolescente o teria atingido com pelo menos três cabeçadas. Devido à sua idade, o jovem de 13 anos não pode ser responsabilizado criminalmente segundo a lei alemã.
Em Março, uma jovem de 18 anos ficou gravemente ferida em ataque com faca num comboio regional perto de Sulzbach, no Sarre. A polícia informou que o suposto agressor, um homem de 21 anos, foi preso no local e que os dois se conheciam antes do incidente. A jovem foi levada para o hospital com ferimentos graves, embora as autoridades tenham afirmado que o seu estado não era crítico. Este caso ocorreu após outro ataque, fatal, no Sarre, em Fevereiro, quando um condutor de comboio foi espancado até à morte na rota entre Landstuhl e Homburg. O cidadão grego responsável golpeou o condutor repetidamente na cabeça com tanta força que a vítima morreu vários dias depois.
Também em Fevereiro, três estrangeiros do Iémen, Eritreia e Serra Leoa foram acusados ​​de agredir um homem de 38 anos na estação de Rosenheim depois de ele pedir que fizessem menos barulho. Os três suspeitos foram indiciados por lesão corporal grave, segundo a Directoria da Polícia Federal de Munique.
Dados oficiais e reportagens dos média apontam para um aumento generalizado da violência no sistema de transportes da Alemanha. O jornal Welt noticiou que os crimes violentos na Estação Central de Berlim triplicaram em 2024 em comparação com 2019, enquanto Colónia registou um aumento de 70% no mesmo período.
Jens Spahn, líder do grupo parlamentar da CDU, relacionou as condições nas principais estações ferroviárias a problemas mais amplos nas cidades alemãs, afirmando em entrevista ao jornal Bild: “Vejam uma estação ferroviária principal em Duisburg, Hamburgo ou Frankfurt. Negligência, traficantes de drogas, jovens, na sua maioria com histórico de imigração, principalmente da Europa Oriental ou de áreas culturais árabes-muçulmanas. Isto também tem a ver com a imigração irregular, como se vê nos centros urbanos, nos mercados.”
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Fonte: https://rmx.news/article/berlin-bus-passenger-in-critical-condition-after-syrian-suspect-stabbed-him-in-the-neck-for-refusing-cigarette/

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Todo o cuidado é pouco para os europeus que no seu dia-a-dia tiverem de partilhar o seu espaço público com os alógenos terceiro-mundistas que a elite aí mete. Os contactos devem ser reduzidos ao mínimo e a distância deve ser aumentada ao máximo. Os Europeus não se podem dar ao luxo de perder, por assassínio (ou de outro modo qualquer), um único dos potenciais eleitores de partidos nacionalistas - isto é absolutamente vital para a salvaguarda da Europa.