quarta-feira, junho 10, 2026

DIA DA RAÇA


Celebre-se o Dia da Raça, décimo do mês de Juno, sito na altura do ano em que na antiga Roma se honrava a Deusa do Fogo Sagrado da Pátria e do Lar, Vesta. 
É, como tenho dito há uma catrefa de anos, o «Natal dos Nacionalistas», tanto mais importante quanto mais se der importância à portugalidade. Tal como acontece há milhares de anos, tudo o que mereça respeito tem um dia do ano que lhe é consagrado, o que faz com que a tendência tradicional para sacralizar fique a pairar acima do espírito relativista e formalmente dessacralizador da época contemporânea. Convenção ou não, um dia consagrado é um dia em que a existência do que se consagra parece multiplicada na sua vitalidade. Os padrões mentais do homem arcaico perduram e por isto mesmo se percebe, conscientemente ou não, que o tempo não é todo igual. Pode medir-se, relativizar-se, considerar-se na perspectiva meramente quantitativa, mas, pelo menos ao nível humano, há no tempo algum sentido qualitativo. Por isso há um momento especial para tudo. Este é o momento do ano em que a condição de se ser desta Nação se afirma com mais premência, como quem faz anos ou saboreia a mística do Natal no ar, «só» porque o calendário assim o indica. É um dia para se levar-se ainda mais a sério o facto de se ser português, muito acima de qualquer justificação em torno de uma cena de vinte e dois gajos de calções a correr atrás de uma bola num relvado. É um dia para ser-se grandiloquente à vontade, comemorando o facto óbvio, imediato, central e vital de a sua própria existência se enquadrar no contexto de uma Grei caucasóide de língua indo-europeia que vive no extremo ocidente europeu, com séculos de História e milénios de estirpe, firmada por entre as rochas castrejas envoltas na álgida bruma do Atlântico Norte, erguida na sua soberania contra o Mouro e apesar do paternalismo imperial do irmão vizinho, Castelhano, de pé por si mesma com sangue e sacrifício, ou não fosse verdade que já os seus ancestrais declaravam ter o ferro para defender a sua liberdade em vez de oiro para a comprar.
Não há pois nada melhor para fazer neste dia senão proclamar a glória de Portugal e a honra devida ao maior dos seus vates, Luís Vaz de Camões, a quem também é dedicado o dia, o poeta que teve o bom gosto e grandeza de espírito de, apesar da intimidação inquisitorial que lhe foi movida, contemplar a presença dos Numes na Gesta Nacional, elevando-a às alturas etéreas e adamantinas a que se situavam já as obras clássicas da literatura latina e helénica.

Óleo de Carlos Alberto Santos representando as Tágides evocadas por Camões na obra «Os Lusíadas»

Também é um bom dia para acender velas, melhor do que a maioria dos outros dias, que hoje pode com mais propriedade saudar-se o que pode e deve chamar-se o Génio da Estirpe, no seu sentido original, a saber, o espírito fundador do Povo, e vem mesmo a calhar, dado que, por feliz coincidência, mais ou menos por esta altura do ano os antigos Romanos celebravam o culto de Vesta, Deusa do Fogo Sagrado do Lar e da Pátria, e também o de Mater Matuta, Grande Mãe, Cujo culto se associa à Aurora... 


Hino Nacional «A Portuguesa»
(letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil)
 I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu novos mundos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar

terça-feira, junho 09, 2026

IRLANDA - NEGRO ESFAQUEIA BRANCO AUTÓCTONE TENTANDO CORTAR-LHE A CABEÇA ENQUANTO BERRA EM ÁRABE

Uma investigação forense está em andamento no norte de Belfast após um imigrante tentar decapitar um homem branco, deixando a vítima em estado crítico antes que populares agredissem o agressor. De acordo com o Serviço Policial da Irlanda do Norte (PSNI), os serviços de emergência foram accionados para a área da Avenida Kinnaird por volta das 22h30, onde a vítima foi localizada e posteriormente transportada para o hospital para tratamento.
Um vídeo do incidente, que mostra um homem a esfaquear brutalmente a sua vítima e a tentar decapitar-lhe a cabeça, viralizou nas redes sociais. Alguns relatos indicam que o homem é africano. O suspeito parece gritar algo em Árabe antes de tentar decapitar a vítima. O vídeo foi censurado na plataforma X.
As autoridades confirmaram que um segundo homem foi detido no local em conexão com o ataque com faca e permanece sob custódia policial. Peritos forenses e policiais mantiveram uma presença visível no local isolado até à manhã de Martes.
Vale ressaltar que o ataque só terminou após a intervenção de pessoas que estavam no local e que agrediram o agressor.
O vereador Paul McCusker descreveu as cenas como "horríveis" e disse que "a coragem daqueles moradores foi louvável". “Conversei com a polícia e o homem que realizou o ataque foi preso. A vítima está em estado crítico no hospital. Espero sinceramente que ele sobreviva a este ataque e que a sua família esteja a receber apoio”, acrescentou.
Os detectives estão a fazer um apelo público, instando qualquer pessoa que possa ter testemunhado a agressão, ou que possua imagens relevantes de câmaras de segurança (CCTV) ou de câmaras veiculares, a apresentar-se imediatamente.
As consequências do violento confronto geraram grande ansiedade na comunidade local, mas as autoridades europeias parecem ter optado por censurar o vídeo nas plataformas de redes sociais.
O vereador local do DUP, Jordan Doran, declarou publicamente que ficou "chocado e profundamente preocupado" com as imagens que circularam online após o esfaqueamento.
“Muitos moradores entraram em contacto comigo expressando preocupação com a segurança da comunidade e buscando tranquilidade após este incidente”, disse ele. “Estas preocupações são totalmente compreensíveis. As pessoas merecem sentir-se seguras nas suas casas e comunidades, independentemente de onde morem.”
*
Fonte: https://rmx.news/article/uk-video-shows-migrant-man-attempting-to-behead-a-white-male-in-north-belfast-victim-in-critical-condition/

* * *


Mais calor humano oriundo do Sul Global para aquecer o frio quotidiano europeu. Apesar de tudo, teve alguma sorte o branco agredido por haver brancos nas imediações com capacidade física para deitar abaixo o alógeno. Estivesse a população autóctone já mais envelhecida e talvez isso não fosse possível. É o que pode acontecer daqui a duas gerações, ou só uma, e nessa altura só mesmo com armas bio-étnicas podem os Europeus defender-se na sua própria terra.

segunda-feira, junho 08, 2026

MARCO DO TOTALITARISMO CRISTÃO NO OCIDENTE - TEODÓSIO II DEMONIZA E CASTIGA COM TORTURA A PRÁTICA DO CULTO PAGÃO

Oito de Junho do ano 423 e.c.: o imperador Teodósio II declara que a religião dos gentios é nada mais do que «adoração dos demónios» e ordena que todos os que nela persistam sejam castigados com prisão e tortura.
Esta foi uma das muitas leis emitidas pelo poder controlado pela Cristandade para, em nome do culto a um judeu morto, perseguir e proibir a adoração das Divindades da herança étnica ocidental.
Este foi pois mais um dos muitos testemunhos de que no Ocidente o totalitarismo começou com uma doutrina oriunda do oriente semita - o que de resto bate certo com o que dizia Aristóteles sobre a falta de amor à liberdade por parte dos orientais, em contraste com os Gregos e os ocidentais.
Este foi, por isso, o início da tendência ideológica da elite para em nome de um universalismo impingir ao povo a aceitação do alógeno dado como universal e abandonar o apego à sua própria raiz...

ÁUSTRIA - MULHER QUE FOI GUARDA PRISIONAL ALERTA SOBRE O DOMÍNIO ISLÂMICO NAS PRISÕES

Uma agente penitenciária austríaca aposentada afirmou que gangues muçulmanos controlam agora o mercado negro nas prisões e que as agentes femininas enfrentam um clima de intimidação cada vez pior atrás das grades. Sabine K., que trabalhou em prisões em Viena e na Baixa Áustria antes de se aposentar precocemente por motivos de saúde no ano passado, disse ao Exxpress que o sistema prisional austríaco mudou drasticamente durante a sua carreira, principalmente para as mulheres que trabalham nas alas. “Todo o comércio e as trocas estão firmemente nas mãos dos muçulmanos; você ainda pode conseguir papel higiénico de um austríaco”, disse ela. “Gangues muçulmanos dividiram tudo o que é lucrativo e criminoso.” 
A agente, que trabalha há muitos anos no sistema prisional, afirmou que a mudança foi acompanhada por uma acentuada deterioração da segurança e do respeito pelas funcionárias. Ela disse que, quando ingressou no sistema prisional de Viena, após trabalhar numa creche, as condições eram, em geral, mais suportáveis. Foi somente com o aumento do número de detentos chechenos que começaram os sérios problemas de desrespeito e ataques contra nós, polícias femininas”, disse ela. “Não estou a falar de agressão sexual, mas de insultos, pessoas a atirar coisas ao chão à nossa frente e comentários e gestos de desprezo dirigidos a nós, mulheres.”
Ela disse que o ambiente em Viena piorou progressivamente, o que a levou a mudar-se para a Baixa Áustria, onde o ambiente prisional era muito mais tranquilo do que na capital. Afirmou que as condições eram lá "incomparavelmente melhores" a princípio, com relativamente poucos problemas por parte dos detentos. Mas afirmou também que isso mudou por volta de 2017, quando o número de detentos de origem muçulmana começou a aumentar rapidamente após a crise migratória de dois anos antes. “Cerca de dois anos depois da abertura das fronteiras, fomos literalmente invadidos, e isso continuou até ao final da minha estadia lá”, disse ela.
Sabine reconheceu que os detentos austríacos também se podiam comportar mal, mas disse que o nível de hostilidade em relação aos agentes penitenciários tinha atingido uma intensidade diferente. "Muitos detentos austríacos também têm maus modos, mas nunca fomos cuspidos, insultados ou ameaçados a esse ponto", disse ela.
Mais informou que a situação de segurança se tornou tão grave que as agentes femininas já não conseguem desempenhar funções que antes eram rotineiras, como levar grupos de detentos ao supermercado da prisão. Esta prática, segundo ela, é agora proibida por motivos de segurança. “Não há mais nada a fazer; o comboio já partiu e a situação só vai piorar”, disse ela. Os nossos polícias estão sob imensa pressão, em grande desvantagem numérica e a enfrentar uma horda de homens à espera do menor deslize para lhes fazer mal”, disse ela.
*
Fonte: 
https://rmx.news/article/female-prison-officer-warns-muslim-gangs-have-taken-control-inside-austrian-jails/

* * *


Mais um sinal de que as prisões de hoje podem vir a ser o que foram as catacumbas na Romanidade - um foco de infecção espiritual alógena onde um credo asiático de índole militantemente universalista cresceu e tomou posse de uma civilização europeia... ontem o culto do Crucificado, hoje a doutrina do profeta pedófilo...
Tirando isso, todo o mal da iminvasão fosse este, o das prisões... estando tantos deles juntos, atrás de grades e desarmados, é fácil executá-los em linha, de uma só vez, caso se torne necessário, isto desde que haja nesse país um governo onde os Nacionalistas tenham peso suficiente para dar aos guardas prisionais esse direito à auto-defesa, bem entendido...

ESLOVÉNIA - LÍDER NACIONALISTA VENCE ELEIÇÕES E DE IMEDIATO RETIRA BANDEIRA PLESTINIANA DO EDIFÍCIO PRINCIPAL DO GOVERNO

Janez Janša é o recém-empossado Primeiro-Ministro da Eslovénia e a afirmação apresentada no texto é verdadeira. [1, 2Logo após o parlamento esloveno confirmar o seu novo governo de direita, Janez Janša ordenou a retirada imediata da bandeira da Palestina do edifício principal do governo em Ljubljana. A bandeira foi removida escassos minutos após a tomada de posse. [1, 2]
A bandeira palestiniana tinha sido hasteada há cerca de dois anos (em Maio de 2024), quando o anterior governo liderado pelo centro-esquerda de Robert Golob reconheceu formalmente a Palestina como Estado independente. [1, 2]
Janša, um forte apoiante de Israel e aliado próximo de Donald Trump, implementou a medida para sinalizar uma inversão total na política externa eslovena. Actualmente, a fachada do edifício exibe apenas as bandeiras da Eslovénia, da Ucrânia e da União Europeia. [1Em resposta directa a este acto, a Presidente da Eslovénia, Nataša Pirc Musar, mandou hastear a bandeira da Palestina no palácio presidencial, classificando a remoção por parte do novo Primeiro-Ministro como uma afronta à dignidade humana e ao direito internacional. [1, 2]
(Informação de IA)

Janša mostra assim o que é nacionalismo europeu coerente em toda a linha:
 - solidariedade para com a Ucrânia, Nação eslava, europeia, branca e democrática invadida por um império eurasiático multirracial;
 - solidariedade para com Israel, Nação branca e democrática atacada por uma internacional universalista inimiga de todas as Nações, que é a aliança esquerdo-islamista.
Nacionalismo europeu coerente é realmente isto - qualquer posição contrária a isto ou não é nacionalista ou é uma atrasadice mental pegada.

INGLATERRA - NEGRO ESQUIZOFRÉNICO VIOLENTO FOI LIBERTADO ANTES DE COMETER TRIPLO HOMICÍDIO NUM PAÍS ONDE O SNS TINHA PRESSÕES PARA NÃO INTERNAR DEMASIADOS NEGROS...


A afirmação apresentada no texto mistura factos de uma investigação jornalística recente com conclusões imprecisas e disputadas sobre um caso criminal específico.
O caso gerou um intenso debate público no Reino Unido após a publicação de uma reportagem exclusiva The Telegraph. Abaixo detalha-se o que é factual e o que está em disputa: [1]
Uma investigação jornalística detalhada revelou que psiquiatras e profissionais de saúde mental do serviço público britânico (NHS) relataram pressões institucionais para reduzir o internamento forçado de doentes psiquiátricos negros. [1, 2Estatisticamente, cidadãos de origem africana e caribenha são cerca de 3,5 vezes mais susceptíveis de serem internados compulsivamente em comparação com cidadãos brancos. [1, 2Para tentar corrigir esta disparidade estatística, vários documentos de políticas internas encorajavam os médicos a evitar o internamento forçado (conhecido no Reino Unido como "sectioning"). No entanto, vários psiquiatras criticaram publicamente estas medidas, apelidando-as de "analfabetismo científico" e alertando que misturar sociologia com medicina põe em risco os próprios pacientes e o público. [1, 2, 3]
O texto afirma categoricamente que os médicos se recusaram a internar Valdo Calocane "por causa da sua raça". Esta conclusão não é factual e foi formalmente contestada no inquérito público: [1, 2]
Valdo Calocane, que sofre de esquizofrenia paranoide, assassinou os estudantes Barnaby Webber e Grace O'Malley-Kumar, e o funcionário escolar Ian Coates, nos trágicos ataques de Nottingham em 2023. [1, 2Durante as audiências do inquérito público oficial sobre os homicídios, foi revelado que, em Maio de 2020 (três anos antes dos ataques), uma equipa médica avaliou Calocane após um episódio psicótico violento. A acusação e os advogados das famílias confirmaram que a equipa médica de crise chegou a avaliar estudos académicos sobre a sobre-representação de jovens negros no sistema antes de optar por um tratamento comunitário em vez do internamento fechado. [1, 2, 3]
No entanto, os psiquiatras envolvidos directamente na avaliação negaram categoricamente sob juramento que a raça tenha influenciado a decisão. Eles argumentaram que a decisão de o manter em liberdade monitorizada baseou-se puramente em critérios clínicos da altura (por ser o seu primeiro episódio documentado de psicose e pelo facto de o paciente ter concordado inicialmente em tomar a medicação em casa). [1, 2]
Embora seja verdade que existem directrizes formais do NHS a pressionar os médicos para reduzirem as taxas de internamento de minorias étnicas para equilibrar as estatísticas, não há provas factuais de que a cor da pele de Valdo Calocane tenha sido o fator decisivo para a sua libertação em 2020. O inquérito apontou o caso como uma sucessão catastrófica de falhas clínicas e de monitorização por parte de múltiplas agências de saúde. [1, 2, 3, 4]
(Informação de IA)


Ai não há provas de que foi por causa do anti-racismo institucional... portanto, a pressão existe, os médicos em causa consultaram estudos a fazer choradinho por haver tanto preto maluco internado... mas os médicos dizem que a sua decisão não se deveu a isso e esperam que neles se acredite, tal como eles acreditaram num negro esquizofrénico violento ia ficar sossegadinho em casa e tomar a medicação sem ser preciso chibata...

Confirma-se, caros leitores - o anti-racismo mata.

INGLATERRA - «PORTUGUÊS» QUE VIOLOU RAPARIGA DE 14 ANOS... ERA O DA FOTO ABAIXO...

 

Sim, a notícia apresentada na imagem é verdadeira. Um cidadão português foi formalmente acusado e detido em Inglaterra pelas autoridades britânicas por graves crimes sexuais contra uma menor de idade. [1, 2
O homem na fotografia chama-se Miguel Dasilva (ou da Silva), tem 39 anos e reside em Eastbourne, Inglaterra. Foi acusado pela Polícia de Sussex de múltiplos crimes, incluindo atividade sexual penetrativa com uma jovem de 14 anos e comunicação sexual com uma criança. [1, 2]
Além do cidadão português, um homem britânico de 40 anos, identificado como Adam Hendrick, também foi detido e acusado de violação da mesma menor. [1]
Os abusos terão ocorrido na madrugada do dia 23 de Maio num endereço na localidade costeira de Eastbourne, no sul de Inglaterra. [1, 2]
Ambos os arguidos foram presentes ao Tribunal de Magistrados de Brighton e encontram-se em prisão preventiva. O julgamento está agendado para começar no Tribunal da Coroa de Lewes. [1, 2]
(Informações de IA)

Ai este é que é o «português»... surpresa do camandro... só mesmo um racista poderia adivinhar uma destas...
Eu já há uns dias tinha ouvido a notícia mas sem ver foto alguma. «Suspeitei» logo que o dito «português» teria uma aparência análoga a esta, mas não o podia confirmar. Fosse como fosse, tive uma pontita de fé que a verdade haveria de surgir, que isto agora com as redes sociais estão cada vez mais verdades destas a vir ao de cima, por isto mesmo é que os nervos das elites reinantes estão em frangalhos, fazendo-os guinchar que o facto de o «povinho» ser informado de coisas destas «põe em perigo a Democracia!!!», pois que, nas cacholas dirigentes da maior parte dos partidos e dos grandessíssimos mé(r)dia, a Democracia não tem propriamente de ser, enfim, concretamente, rigorosamente, especificamente, estritamente, o «poder do povo», ora o «poder do povo», pfff!, que saloiice, isso é mesmo um literalismo primário, credo, porque para mioleiras, sei lá, mais sofisticadas, a Democracia é mais propriamente a garantia de que os valores da elite não são postos em causa e que o «povinho» pode simplesmente escolher entre versão a) e versão b) da Boa e Sã Doutrina da Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente. 
Ora então foi este o «««português»»» que violou em Inglaterra... mais um «««jovem»»»... grandessíssimo filho da AIMA... 
Desta vez, sabe-se quem é o «««português»»» que no estrangeiro comete crimes destes. E das outras todas?...


BÉLGICA - ALÓGENOS VIOLAM RAPARIGA DE 14 ANOS E NÃO SÃO PRESOS

Nove menores imigrantes foram considerados culpados pelo estupro colectivo repetido de uma estudante belga de 14 anos em Kortrijk, na Bélgica, mas nenhum deles enfrentará pena de prisão, com sentenças que variam de liberdade condicional a 30 horas de serviço comunitário. O abuso ocorreu durante o feriado da Páscoa, em Abril de 2024, em Kabouterbos, uma área arborizada em Kortrijk. A vítima tinha 14 anos na altura, enquanto os suspeitos tinham entre 11 e 16 anos. Como relatámos anteriormente na altura em que as acusações foram feitas, o então namorado da garota, que tinha 16 anos, atraiu-a repetidamente para a floresta para ter relações sexuais com ela. Quando ela chegou, um grupo de amigos dele, que, segundo o jornal Het Nieuwsblad, eram de origem imigrante, emboscou-a. A vítima foi abusada sexualmente em três incidentes distintos entre 2 e 6 de Abril. Ela foi estuprada pelo menos duas vezes, e os abusos teriam sido filmados com smartphones e partilhados no Snapchat. “A garota foi emprestada e estuprada diversas vezes e de diferentes maneiras”, disse uma fonte ao jornal belga na época. A menina acabou por ir à polícia após o terceiro ataque. Os investigadores identificaram 11 suspeitos, embora o mais novo, de 11 anos, fosse menor de idade para comparecer perante o tribunal de menores. Outro suspeito não precisou de comparecer perante o juiz após novas investigações. Os nove adolescentes restantes compareceram perante o tribunal juvenil e foram todos considerados culpados de estupro, informou a VRT na Vernes. A maioria foi condenada a cumprir 30 horas de serviço comunitário obrigatório. O ex-namorado da vítima também foi considerado culpado de fazer ameaças e foi descrito como o instigador do abuso. Tinha sido internado numa instituição de segurança máxima logo após a denúncia, mas o juiz da vara da infância e juventude decidiu não o mandar de volta. Em vez disso, ele deverá cumprir rigorosas condições de liberdade condicional pelos próximos dois anos. Outro jovem também deverá seguir o mesmo programa sobre sexualidade e relacionamentos, enquanto um dos adolescentes foi encaminhado para tratamento contra o vício em drogas. Quando o caso veio à tona em 2024, foi relatado que dez menores imigrantes tinham sido presos. Quatro foram colocados em prisão domiciliar, enquanto seis foram detidos numa instituição para jovens infractores. Três dos detidos foram posteriormente libertados sob fiança condicional após uma audiência inicial no tribunal. O advogado do namorado afirmou na época que o seu cliente permanecia sob custódia e que o caso também tinha afectado a família do rapaz. “Ele entende que agora está preso, mas isso também é traumatizante para ele. É muito difícil também para os seus pais, pessoas ricas que tentaram dar ao filho uma boa educação”, disse o advogado. Os pais não entendem como pôde isso acontecer. Também me impressiona o facto de os suspeitos deste tipo de crimes estarem a ficar cada vez mais jovens. Isto é muito preocupante”, acrescentou o advogado. 
Kelly Decaluwé, advogada que defende um dos suspeitos, supostamente de origem somali, afirmou na altura que nunca se tinha deparado com um caso semelhante nos seus 15 anos de carreira. “São factos horríveis. A questão é como é possível que estas crianças terem perdido completamente o senso de normas. O que devemos fazer a respeito? Como vamos resolver isto? É uma pergunta que deve ser feita não apenas ao juiz da infância e juventude, mas também à sociedade como um todo. Nos meus 15 anos de carreira, nunca me deparei com algo assim”, disse Decaluwé.
O autarca de Kortrijk, Vincent Van Quickenborne, também expressou choque quando as alegações se tornaram públicas. “O Ministério Público não me permite falar sobre os factos em si, mas eu já estava ciente da investigação há algum tempo. São actos desprezíveis, para os quais não há palavras. Digo isto não apenas como político, mas também como pai de três filhos pequenos”, afirmou.
A vítima recebeu uma indemnização provisória de €15000. O juiz da vara da infância e juventude também nomeou um perito para examiná-la e determinar uma indemnização adicional.
Elise Standaert, a advogada que representa a menina e seus pais, disse que a audiência durou um dia inteiro e foi extremamente difícil para a vítima, pois ela teve de ver os suspeitos novamente. “A vida dela foi completamente destruída; ela já não é a mesma adolescente de antes. Passou por momentos infernais diversas vezes e carregará este trauma para o resto da vida”, disse ela.
*
Fonte: https://rmx.news/article/the-girl-was-loaned-out-nine-migrant-minors-avoid-prison-over-gang-rape-of-14-year-old-belgian-schoolgirl/

* * *


Como não há-de a escumalha do terceiro-mundo ter tanta vontade de vir para a Europa... pois se a elite jurídico-política, isto é, a elite reinante, é doentia até à medula e oferece constantemente impunidade prática aos mais revoltantes criminosos alógenos, só por isto está tudo dito...


sábado, junho 06, 2026

UE - NOVO ACORDO PARA DEPORTAR ALÓGENOS

O Parlamento Europeu e os Estados-Membros da UE chegaram a um acordo sobre um novo regulamento relativo à deportação de imigrantes que se encontram na UE sem direito de residência. Os regulamentos preveem, entre outras coisas, a possibilidade de estabelecer centros de deportação fora da UE, prolongar os períodos de detenção e endurecer as regras para o retorno de pessoas sujeitas a uma ordem de saída da UE. As novas regulamentações são consideradas uma das reformas mais restritivas à política migratória europeia em décadas. Segundo a Comissão Europeia, o seu objectivo é aumentar a eficácia das deportações e reduzir a escala da imigração irregular.
Dados da UE mostram que actualmente apenas cerca de 29% das pessoas que receberam ordem de deixar a UE retornam efectivamente ao seu país de origem.
A disposição que mais gerou indignação na Esquerda foi a que permite aos Estados-Membros criar os chamados centros de retorno em países terceiros. Estes centros destinam-se a acolher pessoas a quem foi negado o direito de residência ou de protecção internacional no território da União. A solução não será obrigatória, mas os países interessados ​​em implementá-la poderão celebrar acordos adequados com países não pertencentes à UE, com o apoio da Comissão Europeia. Soluções semelhantes já estão a ser testadas por alguns Estados-Membros. A Itália está a implementar um projecto relacionado com o tratamento de imigrantes na Albânia, enquanto a Alemanha, a Dinamarca, a Áustria, os Países Baixos e a Grécia lançaram actividades conjuntas com o objectivo de encontrar países preparados para estabelecer futuros centros de deportação.
As novas regulamentações também preveem a ampliação dos poderes dos serviços responsáveis ​​pela execução das decisões de deportação. As soluções propostas incluem a possibilidade de realizar buscas para encontrar imigrantes sem residência regularizada, o aumento do período máximo de detenção e o endurecimento das proibições de reentrada na UE.
De acordo com o texto acordado, as pessoas sujeitas a uma decisão de deportação serão obrigadas a cooperar com as autoridades. Em caso de recusa ou risco de fuga, poderão ser detidas por um período de até 30 meses.
São previstas medidas adicionais para estrangeiros considerados uma ameaça à segurança, incluindo a possibilidade de imposição de proibições de entrada na UE a longo prazo e, em alguns casos, por tempo indeterminado.
O acordo foi alvo de fortes críticas por parte de organizações não governamentais e alguns grupos políticos. Activistas de direitos humanos afirmam que as novas regulamentações podem levar a violações dos direitos dos imigrantes e a um aumento das detenções de longa duração. A possibilidade de enviar famílias com crianças para centros de deportação fora da UE também gerou particular controvérsia.
Os defensores da reforma argumentam que o actual sistema de retorno é ineficiente e mina a credibilidade da política migratória da UE. Representantes de grupos conservadores e de Direita enfatizam que os Estados-membros precisam de ferramentas mais eficazes para fazer cumprir as decisões sobre a deportação de pessoas sem direito de residência.
As novas regulamentações podem entrar em vigor já em Julho. Algumas delas entrarão em vigor dentro de 12 meses.
*
Fonte: 
https://rmx.news/article/there-is-a-new-agreement-to-deport-migrants-from-the-eu/

* * *

Parece que, efectivamente, a UE é bem capaz de funcionar como deve ser, caros leitores... faz lembrar um anúncio a um spray ambientador da década de setenta, quando a dada altura um dos intervenientes pergunta a outro «E isso resulta?...», ao que o outro responde «Se resulta!...», e depois dizem todos em uníssono «Ar Purooo!»... 


NEDERLÂNDIA - PRAIAS VIOLENTAS DEVIDO À ACÇÃO DE «««JOVENS»»» DO CONTINENTE AFRICANO

Duas áreas de praia holandesas foram colocadas sob medidas de segurança de emergência após dias de desordem, violência e perturbação da ordem pública envolvendo grupos de jovens, muitos dos quais com origem em imigrantes. A zona pedonal, a área da estação e a praia adjacente em Zandvoort foram designadas como área de risco de segurança após distúrbios no último fim de semana, quando proprietários de bares de praia disseram que já não se sentiam seguros e alguns fecharam mais cedo. A polícia recebeu agora poderes adicionais na cidade costeira, a oeste de Haarlem e Amsterdão, incluindo a autoridade para realizar buscas preventivas. A medida foi implementada após consulta entre a autarquia, a polícia e o Ministério Público. 
O autarca David Moolenburgh afirmou que o grupo responsável pela desordem demonstrou flagrante desprezo pela autoridade. “O grupo em questão não tem respeito pela autoridade”, disse ele. “Gostaria que pudéssemos manter essas pessoas detidas por mais tempo. 
O especialista em segurança Sander Schaepman, citado pelo jornal Nieuws van de Dag, afirmou que o mesmo problema se repete constantemente. "Eles são apanhados, mas não processados", disse ele. A mesma fonte informou que "especialmente marroquinos" estavam por trás do tumulto em Zandvoort. 
A autarquia informou que a classificação de risco para a segurança foi imposta após grupos de jovens causarem distúrbios e cometerem actos de violência na praia e na zona pedonal. A medida será reavaliada diariamente para determinar se deve permanecer em vigor.
Zandvoort ficou extremamente movimentada durante o feriado prolongado devido ao clima quente. Segundo autoridades locais, a aglomeração causou problemas em diversas áreas. Sete pessoas foram presas por delitos como perturbação da ordem pública, agressão, furto e embriaguez em via pública. Os suspeitos tinham entre 19 e 34 anos. 
O porta-voz municipal, Walter Sans, disse que a decisão foi tomada após alertas de empresas e autoridades locais. As restrições visam restabelecer a ordem na zona pedonal, na praia e nos terraços dos quiosques de praia, onde os proprietários tinham alertado que o ambiente se tornara ameaçadorPoderes semelhantes também foram impostos em Rotterdam-Nesselande, onde a praia e a área circundante foram designadas como zona de risco de segurança com efeito imediato pela autarca Carola Schouten, conforme relatado pelo Open Rotterdam.
A Remix News também noticiou na semana passada cenas semelhantes na vizinha Bélgica.
A medida em Roterdão surge na sequência de vários incidentes ocorridos durante um período de calor intenso, quando grandes grupos de jovens se reuniram na praia e causaram tumultos. Na quarta-feira à noite, duas pessoas ficaram feridas num ataque com faca.
Os moradores exigiram medidas mais rigorosas após a recente onda de violência. "Revistas preventivas em todos e medidas enérgicas", disse um morador local preocupado ao veículo de comunicação.
A zona de risco de segurança em Nesselande entrou em vigor na Joves. A polícia pode realizar buscas preventivas, parar veículos para inspecção e abrir embalagens, se necessário.
A autarquia afirmou esperar que as medidas garantam um "desenvolvimento ordenado e seguro dos dias de praia". As medidas permanecerão em vigor por duas semanas e expiram a 12 de Junho.
Nesselande enfrenta problemas recorrentes em dias quentes há anos. A praia também foi considerada área de risco para a segurança duas vezes no ano passado, após a divulgação de festas ilegais e o receio das autoridades em relação a distúrbios.
Jan Lemmers, presidente do conselho de bairro de Nesselande, disse esperar que a área não precise de permanecer sob restrições de segurança permanentes, mas reconheceu a necessidade de medidas para evitar novos confrontos. “Mas se isto mantiver os jovens e os confrontos longe daqui, então talvez seja uma boa alternativa, pelo menos no que nos diz respeito”, disse ele.
*
Fonte: https://rmx.news/article/dutch-beaches-put-under-security-crackdown-after-violence-and-disorder-by-migrant-youth-gangs/

* * *


Quem haveria de dizer que também por lá há arrastões levados a cabo por «««jovens»»», ou pivetes oriundos do Sul Global... agora é preciso que vá daqui uma comissão do BE ou «coisa» quejanda para dizer que não houve arrastão nenhum e que todos esses tumultos foram invenção dos fachos...


BÉLGICA - NEGRO QUE ASSASSINOU JOVEM POLACO E, MAIS TARDE, A SOGRA E A PRÓPRIA FILHA, ESTÁ NOVAMENTE EM LIBERDADE

Junior Pashi Kabunda, apelidado de "o monstro de Bruxelas", foi libertado da prisão sob condições, uma decisão que gerou grande controvérsia. Agora, Pashi Kabunda, de 36 anos, foi recentemente autorizado a deixar a prisão de Huy, onde cumpria pena de prisão perpétua por múltiplos homicídios.
A lista dos seus crimes é verdadeiramente chocante. Nascido no Congo a 6 de Maio de 1990, mudou-se para a Bélgica e, aos 16 anos, assassinou Benjamin Rawitz-Castel, um pianista judeu de ascendência polaca que retornava de um recital. Cometeu o ataque a 29 de Agosto de 2006, com a ajuda de Laurent Oniema, de 22 anos, que espancou a vítima até deixá-la inconsciente, arrastou-a para um porão e espancou-a novamente quando acordou. Antes de morrer, Rawitz-Castel perguntou aos homens: "O que fiz eu?". Em vez de ajudá-lo, eles roubaram-lhe o Honda Civic. Este foi apenas o primeiro assassínio, mas muitos outros se seguiriam. Em vez de ser preso, ele foi institucionalizado num orfanato após ser julgado em Março de 2008.
Em Setembro de 2009, Kabunda recebeu uma autorização para sair do orfanato e visitar a família da sua namorada, Céline Mamadou-Hendrickx, em Woluwe-Saint-Lambert. Isto acabou por se revelar um erro fatal por parte das autoridades belgas. A 20 de Setembro de 2009, enquanto estava de licença do centro, ele estuprou e assassinou Marcelle Deconinck, de 79 anos, avó da sua namorada, Céline. Pashi Kabunda espancou e sufocou a sua própria filha de 18 meses, Anaïs, até à morte, sob a suspeita de que ela não fosse sua filha. No entanto, um teste de ADN comprovou posteriormente que era de facto sua filha. Durante o incidente, ele também tentou estrangular Céline e deixou-a para morrer. Em Dezembro de 2010, o sistema judicial condenou Pashi Kabunda à prisão perpétua, o que, legalmente, equivalia a 30 anos e um mês. Durante o julgamento, ele não demonstrou remorso e foi considerado culpado de duplo homicídio e tentativa de homicídio. No entanto, de acordo com a lei belga, os presos que cumpriram mais da metade da sua pena têm direito à liberdade condicionalEm 2024, ele tornou-se elegível para liberdade condicional. Este ano, 2026, os tribunais concordaram em libertá-lo, apesar dos protestos das vítimas e da promotoria. A promotoria já alegou que ele violou a sua liberdade condicional e está a lutar para garantir que ele seja preso novamente. As suas condições actuais incluem o uso de tornozeleira electrónica, supervisão de um agente de liberdade condicional e terapia.
As vítimas estão em completo choque com o facto de "O Monstro de Bruxelas" estar novamente a circular livremente pelas ruas com apenas 36 anos, o que significa que ele tem uma longa vida de liberdade pela frente. Segundo o Brussels Today, os familiares das vítimas afirmam que a libertação condicional trouxe de volta imensa dor e ansiedade. Durante uma avaliação anterior de liberdade condicional em 2022, David Mamadou-Hendrickx — que perdeu a mãe e a neta nas matanças, enquanto a sua filha Céline sobreviveu — expressou a sua profunda angústia. Criticou duramente a terminologia usada no sistema judicial, direccionando-se explicitamente ao uso da expressão "prisão perpétua", que, segundo ele, perde o sentido se um condenado for libertado antes da sua morte natural. Para aumentar o choque, familiares e amigos de Céline, que ainda está viva, só souberam por acaso que ele tinha permissão para sair da prisão sem supervisão durante o dia já em 2021. Isso significa que ele estava nas ruas e poderia ter atacado Céline ou qualquer outra pessoa se quisesse — tudo isto sem qualquer supervisão das autoridades durante o tempo em que esteve fora da prisão. Pashi Kabunda já tinha recebido permissão para passeios diurnos sem supervisão a partir de 2021. Uma audiência de revisão sobre a libertação do homem está marcada para breve, cabendo ao juiz a decisão final. Os advogados de defesa que representaram Pashi Kabunda durante todo o processo legal recusaram-se a comentar o assunto.
Pashi Kabunda está longe de ser o único "monstro" na Europa. Conhecido como o "Monstro de Cherbourg", um dos criminosos mais terríveis da França, Oumar Ndiaye, ficou infame pela sua brutalidade. A 4 de Agosto de 2023, Ndiaye, então  com 18 anos, invadiu a casa de Mégane, de 29 anos, em Cherbourg-en-Cotentin. Com 1,90 metro de altura, Ndiaye usou o seu tamanho para dominar a vítima, espancando-a brutalmente pelo corpo e rosto. Estuprou-a repetidamente, tanto por meio de relações sexuais quanto com um cabo de vassoura de 74 centímetros de comprimento. Mégane chegou ao hospital com ferimentos internos que ameaçavam a sua vida, incluindo perfurações no cólon, intestino delgado, peritónio e diafragma. Ela também sofreu um colapso pulmonar e fracturas nas costelas. Os socorristas que atenderam à ocorrência receberam apoio e assistência psicológica, e muitos deles chegaram a chorar ao ver a situação da vítima, informou a France Bleu na altura. “Os investigadores estão chocados, nunca viram tanta barbárie”, disse uma fonte familiarizada com o caso à France Bleu. Após passar um mês em coma à beira da morte, ela finalmente recuperou a consciência a 6 de Setembro de 2023. Pouco depois de sair do coma, o pai dela disse: “O facto de o governo não se pronunciar sobre este ataque dá crédito a todos esses predadores sexuais e outros parasitas da sociedade que infestam as ruas. Seria bem-vindo um alerta ao governo sobre o facto de deixarmos esse tipo de indivíduo, com um passado criminal tão extenso, em completa liberdade. 'Confiem na justiça', disseram-nos... É só isso que queremos.” Embora tenha sobrevivido, a sua vida foi destruída. Ela passou por inúmeras cirurgias e foi obrigada a voltar a morar com a mãe. Hoje, sofre de pesadelos recorrentes e depressão grave, necessitando de medicação contínua. Já não sai de casa sozinha e teve de abandonar tanto a carreira quanto a paixão pelo desporto.
*
Fonte: Https://rmx.news/article/the-monster-of-brussels-congolese-serial-killer-released-from-prison-despite-killing-his-infant-daughter-raping-and-murdering-her-grandmother-and-leaving-his-girlfriend-for-dead/

* * *

Quando será possível castigar devidamente tais representantes paradigmáticos da escumalha criminosa alógena - juntamente com a classe política que os traz e a classe jurídica que não só não deixa que sejam expulsos como ainda por cima os põe em liberdade, tudo em nome do anti-racismo militante que lhes é metido cornos adentro na evangelização da Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente?