quarta-feira, maio 13, 2026

ITÁLIA - NEGRO ASSASSINA CÃO NA RUA PARA O COMER


Um imigrante do Mali foi preso em Itália por supostamente ter abatido um cão chamado Merlin em frente a uma farmácia e depois levado o corpo do animal para casa, em Naro, supostamente para comê-lo, segundo o jornal italiano La Stampa. Na semana anterior, a polícia afirma que ele também torturou outro cão, jogando óleo fervente sobre o animal; no entanto,
o homem foi libertado pela justiça, mas voltou a cometer o mesmo crime quase imediatamente.
O caso está a ser amplamente partilhado nas redes sociais italianas, com italianos chocados com a tortura infligida aos cães. Além disso, grupos de defesa dos animais e o parlamento italiano manifestaram-se sobre o caso.
Segundo relatos, cidadãos testemunharam o ataque brutal a Merlin em frente à farmácia e alertaram a polícia. O homem, um jovem de 27 anos do Mali, levou o cadáver de Merlin para casa. “Ele queria comê-lo”, escreve o jornal italiano La Stampa. O incidente também foi noticiado por diversos jornais italianos, incluindo o Corriere Della SeraO portal de notícias Today.it identificou o cão como Merlin, que era bem cuidado pelos moradores de Nora. Além disso, Michela Vittoria Brambilla, presidente da Liga Italiana para a Defesa dos Animais e do Meio Ambiente (LEIDAA) e membro do Parlamento que integra o Grupo Interparlamentar para os Direitos dos Animais e a Protecção Ambiental, também comentou o caso: “O que aconteceu em Naro, na província de Agrigento, onde um estrangeiro com ordem de deportação vencida matou um cão de rua no centro da cidade, em frente aos cidadãos, é um acto de violência inaceitável e repugnante. A Itália não é terra de ninguém e nunca será. A Lei Brambilla está em vigor desde 1 de Julho; basta aplicá-la. Qualquer pessoa que não tenha o direito de permanecer no país e seja responsável por crimes semelhantes deve ser detida e punida. Agradeço à polícia, que interveio prontamente, mas a indignação persiste pelo facto de um indivíduo com histórico de agressão a funcionários públicos poder circular livremente”, escreveu ela.
Activistas dos direitos dos animais também comentaram o caso, incluindo Enrico Rizzi, que observou que este imigrante já tinha sido preso por atirar óleo fervente a um cão na semana anterior: “Há sete dias, este homem, que não é cidadão da UE, já tinha queimado um pobre cão de rua com óleo fervente e chegou a atacar a polícia italiana que interveio”, disse Rizzi, activista dos direitos dos animais. “O homem foi preso e imediatamente libertado pela justiça. De volta às ruas, apanhou outro cão de rua e matou-o. Ele precisa de ser mandado para casa.”
O abrigo Hope, em Agrigento, também partilhou uma foto de Merlin, escrevendo no Facebook: “Ele vivia livre e era cuidado com carinho pela vizinhança há anos. Como cidadãos e amantes dos animais, não ficaremos em silêncio: formalizaremos uma denúncia às autoridades competentes, exigindo justiça para Merlin e segurança para todos.”
Sabe-se também que o homem "causou estragos" na cidade nas últimas semanas, incluindo a depredação da rua Via Rosa, o que levanta a questão de porque não foi ele levado à justiça há muito tempo.
Entretanto, Brambilla quer que todo o rigor da lei seja usado contra o suspeito: “Matar um animal com tortura não só ofende a nossa civilização e a nossa consciência, como também acarreta uma pena de até quatro anos de prisão e uma multa de 60 mil euros. Esta é a lei de um país que protege os mais fracos, a começar pelos animais”, afirmou Brambilla.
O autarca de Naro, Milco Dalacchi, quer que o homem seja deportado após ser levado à justiça: “Como Administração, reiteramos que fizemos tudo ao nosso alcance e asseguramos aos cidadãos que continuaremos a acompanhar o assunto com a máxima atenção para que todas as medidas necessárias sejam tomadas, incluindo o processo de deportação contra o indivíduo em questão. Confiamos na justiça e nas acções das autoridades policiais, renovando o nosso compromisso contínuo com a segurança e a ordem da nossa comunidade”, disse ele.
O autarca também abordou o destino de Merlin, escrevendo: “Infelizmente, foi uma pequena alma inocente que pagou o preço por toda esta história: um cão dócil que estava de serviço na Via Dante e que foi vítima do incidente”, escreveu o prefeito.
O imigrante do Mali enfrenta actualmente diversas acusações relacionadas com os inúmeros crimes que cometeu.
O caso parece espelhar alegações feitas nos Estados Unidos de que imigrantes haitianos estavam a comer cães e outros animais selvagens durante a última eleição presidencial.
No entanto, esta não é a única vez que um imigrante foi acusado de comer carne de cão em Itália. Francesca Totolo, jornalista italiana, escreveu no X: "Vocês lembram-se de quando, em Agosto de 2020, David Puente tentou desesperadamente desmentir o que foi documentado por mim, ou seja, que o imigrante tinha matado e comido os cães da Sra. Rosy em Lampedusa? Em frente a uma farmácia em Naro, na província de Agrigento, um cidadão não pertencente à UE cortou a garganta de um cão e tentou comê-lo. Não podemos esquecer também o africano que, em Campiglia Marittima, matou um gato e o assou em churrasqueira improvisada.Em relação à última alegação sobre um churrasco, ela partilhou uma foto do incidente no seu perfil no X.
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Fonte: https://rmx.news/article/theyre-eating-the-dogs-african-migrant-with-deportation-order-slaughtered-a-dog-named-merlin-and-took-it-home-to-eat-in-italy-also-tortured-another-dog-with-boiling-oil/

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Uma Europa de gente «excessivamente» civilizada, ou seja, «humanistizada», enfraquecida por um humanismo degradante, dificilmente se pode defender como deve relativamente a abjecções destas. Depois de tudo o que o africano fez, não só se limitam a falar em deportação em vez de execução, como ainda por cima nem sequer há na notícia qualquer referência aos nomes dos funcionários ou magistrados, ou lá a merda que forem, que, primeiro, não o deportaram a tempo, e, segundo, deixaram-no em liberdade depois de a polícia o ter detido.
O que falta ao governo de Meloni? Haverá alguém nesse governo, ou com poder decisório, a querer dar razão aos anti-democratas? Ou precisa de mais deputados?

FRANÇA - LÍDER PATRIOTA JUDAICO-FRANCÊS DIZ QUE ORGANIZAÇÕES JUDAICAS COSTUMAVAM SER PRÓ-IMIGRAÇÃO MAS PARECEM ESTAR AGORA A MUDAR A SUA PERSPECTIVA

O líder político francês Éric Zemmour, ele próprio um judeu praticante, criticou directamente as organizações judaicas em França, que classificou como predominantemente de Esquerda e parcialmente responsáveis ​​pelas ondas de imigrantes muçulmanos, em grande parte anti-semitas e hostis a Israel e aos Judeus. “Há 30 anos que luto contra as instituições judaicas de França, que na sua maioria são de Esquerda e que tomaram o partido da imigração muçulmana. Exploraram a culpa dos franceses que se opõem à imigração, chamando-lhes nazis. Só abriram os olhos desde 7 de Outubro”, escreveu ele no X.
Durante uma entrevista, também declarou ao Le Figaro que “há 30 anos luto contra a tendência das instituições judaicas em França, e refiro-me a instituições judaicas mesmo, o CRIF, o movimento Jeunesses Juives (Juventude Judaica), etc., que são de Esquerda, que têm inclinações de Esquerda e que na década de 1980 defenderam a imigração árabe-muçulmana”.
Acrescentou que muitas dessas pessoas o procuraram em particular após os atentados de 7 de Outubro e lhe disseram que foi um erro. Foi um erro muito grave, que fez os Franceses se sentirem culpados, dizendo-lhes: “Se vocês mandarem os muçulmanos de volta, vão fazer exactamente o que fizeram com os judeus em 1942, o que foi errado e um escândalo”. Então eu disse isso, eu disse isso na altura e hoje a maioria de nós, a maioria dessas pessoas em particular, vem-me dizer que eu estava certo.”
Ao publicar um trecho da sua entrevista no X, Zemmour afirmou: “Nem o Nazismo nem o Comunismo conseguiram destruir o Cristianismo. Se todos aqueles que querem que França permaneça católica lutarem lado a lado, podemos salvar França impedindo a islamização de França e da Europa.”
Segundo Éric Zemmour, presidente do partido de Direita francês Reconquête, França enfrentará em breve “uma nova divisão de longo prazo entre aqueles que querem que França continue a ser França e uma nova versão do 'partido dos estrangeiros', os islamo-esquerdistas liderados por Jean-Luc Mélenchon”.
Ao discutir o seu mais recente ensaio, “La messe n'est pas dite” (“Ainda não acabou”), Zemmour disse à Le Figaro TV que é necessário um ressurgimento judaico-cristão diante da “invasão islâmica que está a subverter a identidade cristã”.
Ele também convidou não apenas judeus e cristãos a unirem-se nessa batalha, mas também os muçulmanos que buscam "libertar-se do império islâmico". 
"Não se pode ser francês sem se estar imbuído de identidade cristã”, disse ele aos telespectadores. Embora não negue ser de forma alguma um “verdadeiro crente” na doutrina católica, Zemmour lamenta a direcção que a Igreja tomou desde o Concílio Vaticano II, chegando a culpar essa tendência de “protestantização do Catolicismo”, colocando a razão acima da emoção, pela “descristianização da França”.
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Fonte: https://rmx.news/article/zemmour-jews-christians-and-even-muslims-must-unite-to-beat-back-the-islamic-empire-in-france/

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Não vou ser eu, que não sou francês, a dizer aos Franceses onde está a sua identidade religiosa, ou a convencê-los de que o seu dever é prestar culto a Taranis, Esus, Teutates, e/ou a Mercúrio, Minerva, Marte, Júpiter e Apolo, como dizia César que os Gauleses faziam (interpretação romana dos Deuses gauleses, note-se); já Gabriel Auclerc, francês autêntico, o fez, aqui há duzentos e tal anos; sucede simplesmente que, provavelmente, não é por causa do Islão que a França está a deixar de ser católica. Num país onde o censo oficial está proibido de perguntar a religião a cada cidadão, há sondagens sobre o tema, dizendo uma delas, de 2021, acho, que os católicos em França se ficam hoje pelos 47% da população total, enquanto os muçulmanos não excedem os 10%; há resultados que apontam ainda mais para o ateísmo franciú, como este, https://ihu.unisinos.br/categorias/627780-religiao-56-dos-franceses-nao-sao-crentes-segundo-pesquisa, segundo o qual 56% da população diz abertamente que não acredita em Deus e, sintomaticamente, é na periferia de Paris que há mais crentes, 59%, ou seja, onde há mais muçulmanos, enquanto nas comunidades rurais a percentagem crente se fica pelos 37%, o que é muito sintomático, tendo em conta que, usualmente, é no meio rural que as pessoas são mais tradicionais e, portanto, agarradas à religião, nem que seja só nominalmente...
O ateísmo, caros leitores, é
 portanto algo de simplesmente fodido. Espalha-se como uma peste, é contagioso. Na Alemanha de leste, por exemplo, o rigor do ateísmo de Estado no tempo do Comunismo foi de tal ordem intenso que essa parte da terra teutónica constitui hoje o território mais ateu do planeta. Não é por isso que deixa o seu povo de votar no Nacionalismo, evidentemente, pois que uma coisa nada tem a ver com outra, sucede aliás o contrário quando a «religião» em causa é universalista. A Alemanha de leste tem mais voto nacionalista que o resto do país. Torna-se de facto cada vez mais útil às forças nacionalistas que o Cristianismo esteja em queda pronunciada. Segundo o site do link relativo à religiosidade em França, a RN, formação nacionalista, não é o partido com mais percentagem de crentes, situa-se na média nacional, abaixo do partido dos Republicanos, do PS e do partido «Renascimento», enquanto a Extrema-Esquerda do LFI é composta por 42% de crentes, o que é muito para um partido desse sector ideológico, indicando porventura que boa parte do seu eleitorado é já constituída por muçulmanos radicais... Em Portugal, onde ainda parece ser verdade que quanto mais religioso se é, mais tendência se tem para votar à Direita, verifica-se que o Chega atrai menos gente religiosa do que o CDS e o PSD, 
https://www.publico.pt/2022/12/03/politica/noticia/eleitores-chega-sao-menos-religiosos-psd-vem-sobretudo-abstencao-2028900, o que, por outro lado, se pode dever à atitude conservadora deste eleitorado, por natureza mais demorado a mudar o seu sentido de voto.

Percebe-se o espírito do que diz Zemmour - quer uma renovação identitária plena, em grande, com missa e tudo, pois que um Povo só é identitariamente completo quando tem religião. Não parece estar para acontecer com os Franceses, entenda-se, com os autóctones brancos de França. 

Interessa também sublinhar o motivo inicial pelo qual resolvi publicar aqui a notícia - há mais judeus em solo europeu (francês) a perceber o mal que a imigração oriunda do terceiro-mundo lhes pode trazer. Note-se que o judeu de Direita, verdadeiramente nacionalista, tende muito mais a estar em Israel do que em qualquer outra parte do globo, já Churchill explicava a diferença entre, por um lado, o judeu internacionalista (geralmente de Esquerda), que vive preferencialmente na grande metrópole ocidental, e, por outro, o judeu nacionalista, agarrado à terra, que preferia, já no tempo de Churchill, ir para o Próximo Oriente, a terra dos seus ancestrais. Acresce que, ao mesmo tempo, o judeu que vive no Ocidente anda há décadas escaldado com o anti-semitismo de uma certa extrema-direita, já se sabe como é, pelo que, por sobrevivência, alinha muitas vezes com a Esquerda. Agora parece começar a perceber que é bem melhor viver numa Europa branca e levemente racista do que num continente europeu africanizado e crescentemente arabizado. Isto mesmo já foi provavelmente entendido, há anos, pela Direita israelita, que tem tido relações políticas mui amigáveis com formações nacionalistas europeias. Pudera - sem a existência de uma Europa branca, Israel está perdido, não sobrevive, nem com toda a ajuda americana do mundo, a qual pode entretanto começar a escassear, já esteve mais longe disso.


ITÁLIA - AFRICANO COM SETE - SIM, 7 - ORDENS DE EXPULSÃO MATA ITALIANO À FACADA PORQUE ESTE NÃO LHE QUIS DAR DINHEIRO

Um imigrante africano com sete ordens de deportação em aberto assassinou à facada o pai italiano Santo Re no ano passado, mas a família está agora a falar abertamente à imprensa sobre o horror que tem vivido e sobre o facto de se sentirem desamparados pelo Estado. De facto, eles chegaram a processar o governo italiano por negligência no caso.
Santo, de 30 anos, que estava a caminho do trabalho a 30 de Maio de 2025 como confeiteiro no bar Quaranta, na orla marítima de Ognina, na Catânia, tinha estacionado em frente à popular confeitaria quando foi abordado por Akbahue Innocent, um imigrante ilegal de 37 anos do Zimbábue. Innocent trabalhava como manobrista sem autorização. O estrangeiro esfaqueou a vítima seis vezes depois de o confeiteiro se recusar a pagar o estacionamento.
Surpreendentemente, descobriu-se após o assasínio que os dois homens se conheciam e que Santo já tinha oferecido ajuda a Innocent em diversas ocasiões anteriores.
Santo deixa uma filha de quatro meses. “Santo era pai. Muitas vezes, quando vejo pais a acompanhar as suas filhas, passeando juntos ou a ir comer gelados, sei que ela nunca poderá fazer isso”, disse a companheira de Santo.
A irmã de Santo também se pronunciou, dizendo: “É algo que não posso e não quero aceitar, porque o meu irmão morreu por causa de uma pessoa que não deveria estar em Itália. Ele tinha sete ordens, sete! Não uma, mas sete! Sete ordens de deportação do território nacional, três delas com acompanhamento forçado até à fronteira, mas nenhuma delas foi executada.”
De facto, devido à natureza extraordinária do caso, em que o suspeito de imigração ilegal tinha sete mandados de deportação, a família processou o governo italiano, liderado pela primeira-ministra Giorgia Meloni. Especificamente, miraram o Ministério do Interior italiano, argumentando que o governo não tomou medidas contra Innocent, o que levou directamente à morte de Santo.
A equipa jurídica argumentou que o Ministério do Interior era responsável, afirmando que “se Akbahue tivesse sido expulso, Santo não teria morrido”. Eles alegaram que, como o ministério “permitiu e tolerou a permanência em território nacional de um indivíduo considerado perigoso”, o ministério é responsável.
Apesar da acção judicial, os tribunais decidiram que o Ministério do Interior não era obrigado a indemnizar a família de Santo. O Tribunal de Justiça de Catânia proferiu esta sentença, rejeitando um pedido dos representantes legais da viúva e dos familiares da vítima.
Os advogados buscaram responsabilizar o ministério civilmente no julgamento do assassínio de Santo R, informou o jornal italiano Il Giornale. Na sua decisão, o tribunal determinou que “a responsabilidade da administração pública não está prevista em lei”. Esta decisão é considerada um precedente significativo, pois estabelece por escrito que o ministério não pode ser responsabilizado nestes casos, mesmo quando o governo falha em proteger os seus próprios cidadãos. O tribunal determinou especificamente que a administração pública não é responsável por actos criminosos cometidos por um imigrante ilegal, mesmo quando o governo deixou de expulsá-lo sete vezes. No entanto, os tribunais decidiram exactamente o oposto em outros casos em que o demandante é um imigrante. Por exemplo, casos anteriores ordenaram que o Ministério do Interior indemnizasse os imigrantes por atrasos na autorização de desembarque de embarcações de ONGs ou pela transferência e detenção de indivíduos em instalações na Albânia.
A ficha criminal de Innocent mostra que ele teve sete ordens de deportação em Itália entre 2007 e os dias actuais, três das quais foram emitidas na Catânia a partir de 2017. Ele também estava proibido de ter acesso ao centro da cidade. Em Julho de 2019, enquanto trabalhava como guarda-freios de estacionamento irregular no trajecto à beira-mar de Ognina, na Piazza Mancini Battaglia, atacou dois polícias que tentavam multá-lo, agredindo-os com socos e pontapés antes de ser contido pelos Carabinieri. Ele foi preso por lesão corporal dolosa e por resistir e insultar um funcionário público.
Um dos dois polícias foi atingido no rosto e levado ao pronto-socorro para receber tratamento. Ele foi preso por esse crime.
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Fonte: https://rmx.news/article/italian-family-sued-government-after-it-failed-to-deport-african-migrant-7-times-who-later-went-on-to-stab-young-father-to-death/

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Mais uma obscenidade imposta a um Povo europeu pela elite reinante não eleita que controla os tribunais.
Mais um nojo revoltante que deverá um dia ser contado às gerações vindouras para saberem como era abjecto o actual estado de coisas.
Mais um crime do qual os responsáveis da elite que controlam os tribunais saem impunes. O básico dos básicos era identificar cada um dos responsáveis pelas sete falhas em expulsar um criminoso africano - devem ser uns quantos. Nomes e moradas, para futura referência. Nomes e moradas também dos responsáveis do tribunal que determinou que «a responsabilidade da administração pública não está prevista em lei»
De momento, os familiares do indígena assassinado nada podem fazer. Não podem caçar ninguém. Para já, podem apenas votar. Em quem, se os Nacionalistas já estão alegadamente no poder? Podem as pessoas da família do morto votar no partido que está no poder, de maneira a que este possa ter mais representantes no parlamento, para conseguir então remodelar as leis e limpar os tribunais? É difícil explicar isto ao povo, parece demasiado rebuscado, e nesta complexidade está uma armadilha, mostrando bem como a elite tem sabotado a Democracia de maneira a não permitir que o povo possa usar o processo democrático e as instituições alegadamente democráticas para se defender condignamente na sua própria terra.

FRANÇA - AUTARCA NEGRO DE EXTREMA-ESQUERDA PARECE APELAR À INSURREIÇÃO CASO O POVO DÊ VITÓRIA A CANDIDATO PRESIDENCIAL NACIONALISTA

Caso o candidato da Reunião Nacional (RN) vença as eleições presidenciais francesas na próxima Primavera, o autarca de Extrema-Esquerda Bally Bagayoko, da multicultural Saint-Denis, afirmou que a vitória será inválida e convocou uma "insurreição popular" se isso acontecer.
Um comentarista social do X, Alain Weber, publicou abertamente sobre a realidade que a França enfrenta: “Ao contrário do que pensavam os democratas deste país, o perigo não virá de Jean-Luc Mélenchon, mas de Bally Bagayoko, que é a face tranquila da guerra civil que está a ser preparada nos subúrbios.”
Anexada à sua publicação estava uma entrevista de Bagayoko com Jean-Michel Aphatie na LCI Direct, na qual ele diz ao apresentador, surprendido, que se a RN vencer as eleições do ano que vem, jamais terá “legitimidade popular”, apenas o que ele chama de “legitimidade institucional”. O autarca também afirmou que aqueles que tentam "normalizar a Extrema-Direita" são "perigosos", acrescentando que "se a Extrema-Direita chegar ao poder, o que não queremos, faremos de tudo para que isso não aconteça". 
Durante outra entrevista ao Oumma.com, um veículo de comunicação da comunidade muçulmana, o autarca de Saint-Denis também atacou o presidente Emmanuel Macron, os veículos de comunicação do grupo Bolloré e até mesmo certos partidos de Esquerda, de acordo com o Le FigaroAo culpar Macron pela ascensão da Extrema-Direita, Bagayoko afirmou: “Sob Macron, a Extrema-Direita nunca esteve tão forte. Agora temos quase 140 parlamentares racistas”, chamando-lhes “guardiões” da história e da doutrina da RN, segundo o portal. Retomando o tema da insurreição inevitável, Bagayoko disse ao apresentador: “Ou somos nós ou eles… ou seja, a Extrema-Direita”, acrescentando mais tarde que estava “firmemente convencido de que o povo se levantará” se a RN vencer na próxima Primavera, ignorando o facto de que uma vitória da RN indicaria que os eleitores tinham exercido a sua vontade democrática. Advertido pelo anfitrião para “ter cuidado”, sob pena de “ser acusado de incitar a insurreição”, o autarca de Saint-Denis reiterou: “Todas as reformas importantes neste país foram conquistadas por meio de levantamentos populares”, disse ele, citando a Tomada da Bastilha e o movimento dos Coletes Amarelos.
Como observou Weber, o perigo representado por Bagayoko é real. "Ele está a criar as condições psicológicas para uma recusa da alternância, ou seja, em termos bem simples, as condições para uma guerra civil fria, que depois se torna quente.
É chocante testemunhar a ascensão do autarca de Extrema-Esquerda do LFI e a influência que ele agora exerce, quando, na verdade, recebeu apenas 13506 votos de um total aproximado de 64000 eleitores registados em Saint-Denis. No entanto, a sua voz clamando por justiça pelos erros cometidos contra aqueles que ele considera terem sido oprimidos pela França durante séculos tem ganhado destaque nos média desde a sua eleição em Março.
Num exemplo recente, Bagayoko atraiu a ira do autarca estadual local quando foi revelado que ele tinha removido uma foto de Macron, tradicionalmente exposta como sinal de respeito, relegando-a a um canto do seu escritório e, segundo alguns relatos, virando-a de cabeça para baixo. “O retrato permanecerá no seu lugar até que o Estado cumpra as suas obrigações sob o Pacto Republicano, particularmente para com os moradores do nosso território”, disse ele, presumivelmente referindo-se a Saint-Denis, uma cidade com cerca de 150000 habitantes, como sendo o seu território. De quem é este território? Podemos supor que seja dos negros e de outras minorias, já que ele chamou à cidade "la ville de Noirs".
Sabemos que, quando Bagayoko fala em “eliminar a desigualdade”, qualquer opressão colonial e escravidão do passado ocupam lugar de destaque na sua lista, pois ele considera-as parte dos problemas actuais. No entanto, como apontado categoricamente por Marion Maréchal, presidente da Identité Libertés, em entrevista recente, “o Sr. Bagayoko tem mais chances de ser descendente de traficantes de escravos do que eu”. Os seus comentários surgiram após o cancelamento de um evento que comemorava a abolição da escravatura em Vierzon, um reduto da RN. A cidade, que realiza o evento apenas desde 2006, afirma que a decisão se deve a cortes no orçamento, enquanto muitos, previsivelmente, criticam a RN por se recusar a honrar a importância do fim da escravatura. Na verdade, para muitos na Direita, a questão é mais complexa. “A memória da escravidão não se deve restringir apenas aos Europeus. O tráfico de escravos árabe-muçulmano: 17 milhões de vítimas. O tráfico de escravos intra-africano: 14 milhões de vítimas”, observou Maréchal aos telespectadores. Ela e muitos outros prefeririam uma comemoração que abordasse todos os culpados, não apenas os brancos e ocidentais.
Em Março, a Assembleia Geral da ONU adoptou uma resolução que designou o tráfico atlântico de escravos e seu envolvimento na escravização de africanos como “o crime mais grave contra a humanidade”. Segundo um comunicado da ONU, a resolução busca uma ordem que “enfrente a verdade histórica e, ao mesmo tempo, construa mecanismos para futuros equitativos”.
Mas muitos querem saber porque nunca é mencionada a questão dos facilitadores, intermediários e comerciantes africanos. "Desde o início do comércio transaariano de escravos no século VII, os Africanos vendiam escravos a árabes muçulmanos", e, à medida que a demanda do Novo Mundo cresceu séculos depois, os africanos étnicos atenderam-na prontamente, escreveu Marie-Claude Mosimann-Barbier para o Le Figaro no mês passado, em artigo divulgado pela Remix News. “Muito antes da chegada dos Europeus e do desenvolvimento do tráfico atlântico de escravos, a escravidão interna era uma realidade estrutural na maioria das sociedades africanas”, escreveu ela.
A questão de hoje é porque é que alguém acolheria com satisfação os apelos à insurreição vindos de um autarca activista que não demonstrou nenhum respeito pela República Francesa vigente — e nenhum interesse na sua continuidade?
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Fonte: https://rmx.news/article/its-either-us-or-them-far-left-french-mayor-calls-for-insurrection-if-conservatives-win-presidential-election-attacks-macron-as-well/

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Diz o artigo que o negro estaria a ignorar a evidência democrática de que, se um candidato nacionalista ganhasse, era porque o povo assim o tinha decidido, em eleições livres. É claro que ignora - a elite, da qual o fulano é representante radical e africanamente desbocado e despudorado, pois esta elite despreza o «povinho» e só o usa como emblema para enganar o próprio povo. Isto sempre foi verdade e já se torna ridiculamente óbvio desde há pelo menos uns vinte anos, quando as elites começaram a guinchar que a vitória democrática dos seus inimigos era «uma ameaça à Democracia» (sic(k)). Não tiveram, nunca, qualquer pudor em dizer portanto que um resultado democrático era inimigo da Democracia, assim, a seco, sem vergonha e sem sequer sorrirem.
Ou isso ou o negro está a dizer que os votos dos brancos «racistas» é como se não contassem - e, sendo assim, está mesmo a pedi-las, depois pode ser que se queixe, e é então que os grandessíssimos mé(r)dia fazem histérico cagaçal a dizer que «há violência racista em França!»...



ALEMANHA - PARTIDO ANTI-IMIGRAÇÃO ELEGE PRIMEIRO AUTARCA EM BRANDEMBURGO

O partido Alternativa para a Alemanha (AfD) garantiu uma vitória local simbólica em Brandemburgo, após René Stadtkewitz tornar-se no primeiro autarca eleito directamente pelo partido em tempo integral neste Estado do leste da Alemanha.
Stadtkewitz venceu a eleição antecipada para autarca em Zehdenick, uma cidade ao norte de Berlim, com 58,4% dos votos, segundo o resultado preliminar. O seu adversário mais próximo, o candidato do FDP Stephan von Hundelshausen, ficou bem atrás, com 28,6%, enquanto o candidato independente Wolf-Gernot Richardt obteve 7,8% e Dennis Latzke, do Partido do Progresso, recebeu 5,2%.
Com este resultado, Stadtkewitz torna-se no primeiro autarca em tempo integral do AfD em Brandemburgo a ser eleito directamente como candidato do partido. Anteriormente, Brandemburgo teve um autarca em tempo integral que posteriormente se filiou no AfD, Arne Raue, em Jüterbog, mas Raue tinha vencido as eleições de 2011 e 2019 como independente antes de ingressar no AfD em 2024.
Stadtkewitz é um ex-membro da CDU no parlamento estadual de Berlim, do qual se separou em 2010. Posteriormente, fundou o Die Freiheit, partido que liderou em nível nacional até 2013, antes de ingressar na AfD em 2024. Ele também discursou em manifestação do Pegida, onde descreveu o Islão como uma “ideologia” violenta e intolerante.
A eleição em Zehdenick ocorreu após a destituição do autarca anterior, Alexander Kretzschmar, que tinha derrotado Stadtkewitz no segundo turno das eleições do ano anterior. Kretzschmar foi posteriormente destituído do cargo após entrar em licença médica apenas 11 dias depois de assumir o cargo e permanecer ausente. Desde então, o vice-autarca Marco Kalmutzke tinha vindo a supervisionar a administração da cidade.
“Agradeço do fundo do meu coração pela confiança depositada em mim”, escreveu Stadtkewitz em mensagem no Facebook no final do Soles. “Serei autarca de todos os moradores de Zehdenick — independentemente de em quem você votou hoje. Chegou a hora de deixarmos a campanha eleitoral para trás e começarmos a trabalhar juntos”, acrescentou.
Figuras da AfD comemoraram o resultado como prova do crescente ímpeto do partido. O deputado da AfD Martin Hess escreveu que Stadtkewitz venceu com 58,4% dos votos e agora é “o primeiro autarca em tempo integral da AfD em Brandemburgo a ser eleito directamente”, acrescentando que mais cidadãos estão a reconhecer que “uma mudança de política só é possível connosco”.
O Dr. Gottfried Curio, deputado do AfD e porta-voz para assuntos internos, classificou o resultado como "um forte sinal para as próximas eleições em Berlim" — o Estado vizinho irá às urnas ainda este ano.
A vitória ocorre num momento em que a AfD continua a apresentar números expressivos nas pesquisas de opinião, tanto ao nível estadual quanto federal. Na Saxónia-Anhalt, uma pesquisa recente do instituto Infratest dimap colocou o partido com 41%, bem à frente da CDU, com 26%, do Die Linke, com 12%, e do SPD, com 7%. Os números sugerem que formar um governo sem a AfD na Saxónia-Anhalt poderá tornar-se cada vez mais difícil, especialmente se a CDU mantiver a sua recusa em cooperar com o partido.
Em âmbito nacional, o partido também atingiu índices recordes. Uma pesquisa do Insa para o Bild am Sonntag colocou recentemente a AfD com 28%, à frente do bloco CDU/CSU com 24%. O SPD ficou com 14%, os Verdes com 12% e Die Linke com 11%, enquanto a Aliança Sahra Wagenknecht e o FDP ficaram abaixo do limite de 5% necessário para entrar no parlamento, com 3%.
Uma pesquisa separada da YouGov também mostrou a AfD à frente, colocando o partido com 27% em comparação com 23% para a CDU.
Apesar da força da AfD nas pesquisas, os outros principais partidos alemães continuam a descartar acordos de coligação com ele. Isto significa que o crescente apoio ao partido pode resultar em déficite democrático significativo na Alemanha, com os eleitores do maior partido sem representação no governo.
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Fonte: https://rmx.news/article/afd-wins-first-directly-elected-mayor-in-brandenburg-in-sign-of-intent-ahead-of-upcoming-state-elections/

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A elite tem-se borrifado para o supra-mencionado déficite democrático, em toda a Europa, mas esta arrogância «secretamente» anti-democrática está cada vez mais à vista do povo - porque, de facto, o Nacionalismo tem como aliada natural a Democracia, e isto é cada vez mais evidente.


FRANÇA - AFRICANO TENTA VIOLAR RAPARIGA NA RUA E TENTA DEPOIS ESTRANGULAR O PAI DELA

Uma jovem de 21 anos foi vítima de uma tentativa de estupro na há duas noites em Paris, segundo Amaury Brelet, editor-chefe da Valeurs Actuelles. Um homem natural da Costa do Marfim, na África Ocidental, foi preso pelo crime. Não se sabe se ele estava em território francês legalmente. O ataque ocorreu no 19º arrondissement de Paris na noite de 10 de Maio, e o suspeito, Ayouba S., de 25 anos e natural da Costa do Marfim, foi encontrado com as calças abaixadas e os genitais expostos. Gritando "Vou-te foder", Ayouba S. estrangulou o pai da vítima, que correu para ajudá-la após ouvi-la gritar por socorro. Agentes da polícia foram chamados ao local e prenderam o agressor, mas não antes que moradores locais interviessem e "quase linchassem o suspeito" para garantir que ele não pudesse fugir do local.
Nos últimos anos, casos de estupros descarados a envolver africanos têm assolado Paris, incluindo o caso estarrecedor de Claire Geronimi. Neste caso, Jordy Goukara confessou ter estuprado tanto ela quanto outra vítima num intervalo de apenas 45 minutos. O caso foi chocante em praticamente todos os aspectos. O africano, Goukara, já tinha 12 condenações criminais, incluindo por agressões sexuais, e três ordens de deportação, nenhuma das quais foi cumprida. O réu, Goukara, já confessou o crime no primeiro dia de audiência, afirmando que possui "desejos sexuais incontroláveis" e que não conseguiu se conter ao estuprar as mulheres. Ele também declarou que se masturba 10 vezes por dia.
Actualmente, o partido favorito para as próximas eleições nacionais é a Reunião Nacional (NR), que promete restringir a imigração e deportar aqueles que se encontram ilegalmente em território francês ou que foram considerados culpados de cometer crimes enquanto residiam legalmente na França.
Ao que tudo indica, porém, o governo está a tentar atingir Bardella à medida que as eleições se aproximam, utilizando o mesmo tipo de processo que os juízes usaram para impedir a candidatura de Marine Le Pen.
Entretanto, a França está a ter de lidar com a recente medida do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, de regularizar a situação de até 1,6 milhão de imigrantes ilegais no país, apesar do aumento da criminalidade entre imigrantes, com preocupações de que aqueles que receberem as autorizações possam cruzar facilmente a fronteira para França.
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Fonte: https://rmx.news/article/im-going-to-fuck-you-west-african-arrested-for-attempted-rape-in-paris-also-tried-to-strangle-father-who-had-come-to-her-rescue/

«O CHEGA É COMPLETAMENTE ANTI-CRISTÃO», DIZ UM CARDEAL TEÓLOGO...


As palavras deste vigário do Crucificado são muito explícitas e coerentes. De facto, o Cristianismo, credo totalitária e militantemente universalista é, sempre foi, por natureza, visceralmente contrário ao Nacionalismo.
Bem dizia o patriota cristão russo Nicolai Berdiaev que o Nacionalismo - e a Democracia - sendo radicalmente oposto à doutrina de Cristo, cresceu à medida que o culto cristão diminuiu, fenómeno que se observou na generalidade da Europa.
É muito evidente. Enquanto a mais natural tendência tribal manda dar prioridade à sua própria Gente, o Cristianismo, pelo contrário, ordena o amor sem fronteiras, o dar a outra face ao agressor (mesmo o estrangeiro) e, também, a luta dentro da família, contra a própria família se «preciso» for, em nome precisamente da fraternidade contra todas as barreiras naturais entre os humanos. O próprio JC o disse: «Julgais que vim trazer a paz?, não, vim trazer a guerra, dentro de cada família, vim virar filho contra pai, filha contra mãe, nora contra sogra, de maneira a que, em cada casa, três sejam inimigos de dois» (Lucas 12:51-53), tal como também se demarcou da própria família de sangue, afirmando que a sua verdadeira família era a dos que concordavam com Ele, pois que, quando lhe disseram que a família queria vè-Lo, Jesus respondeu «Quem é a minha mãe e quem são os meus irmãos? "Eis minha mãe e meus irmãos! Pois quem faz a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe.», isto para além da ocasião em que foi mais explícito na sua repulsa pela família em si «Se não odiares os teus pais como a ti mesmo, não és digno de me seguir» (Lucas 14:26).
Isto é, no essencial, a raiz do slogan comunista «Paz entre as Nações, guerra entre as classes» (ou seja, conflito contra gente do próprio sangue). É, sobretudo, a base moral da moderna guerra de gerações contra a própria família que toda a elite intelectual ocidental fomenta há décadas.
É, acima de tudo, a essência da actual diabolização do «racismo». Note-se que, há oitenta e poucos anos, a ÚNICA potência ideológica que se opôs ao racismo NS por princípio, foi a Igreja Católica. Não foi contra o racismo nazi que se ergueu o Império Inglês, a França, os EUA, nem mesmo a URSS - foi contra a política imperialista alemã, tão somente. Só a Igreja declarou a incompatibilidade entre o Racismo e o Cristianismo, em várias ocasiões, mormente na sua encíclica «Mit Brenender Sorge», de 1937. Muito antes disto, já a Igreja tinha incitado à miscigenação nas colónias portuguesas e espanholas, e já a Igreja Ortodoxa do leste tinha condenado o «racismo» como contrário ao espírito cristão (isto em 1872). Na Itália fascista, entretanto, o Estado proibiu o casamento entre Italianos e não arianos, mas a Igreja de imediato declarou que não obedecia às leis dos homens e que, por isso, continuaria a celebrar casamentos mistos. Em Portugal, o cardeal Cerejeira fez questão de não comparecer em cerimónia de recepção da Juventude Hitleriana em Portugal porque, afirmou, o NS era incompatível com os valores cristãos.
A moral cristã é, com toda a evidência, a raiz valorativa e emocional do actual anti-racismo, que é já uma espécie de «religião» por si próprio, uma «religião» laica, quase sempre ateia, a «religião» das elites por excelência. Este é o motivo pelo qual a cristianização da Europa foi a maior tragédia da história dos Europeus e ou este veneno doutrinal morre rapidamente, ou então matará a estirpe europeia no mar da diluição étnica.

CULMINAÇÃO DA LEMÚRIA E PANTEÃO - ELEMENTOS SAGRADOS USURPADOS PELA CRISTANDADE

 


A Enciclopédia Católica define o Dia de Todos os Santos como uma festa em “honra a todos os santos, conhecidos e desconhecidos”. No fim do segundo século, professos cristãos começaram a honrar os que tinham sido martirizados por causa da sua fé e, achando que eles já estavam com Cristo no céu, oravam-lhes para que intercedessem a seu favor. A comemoração regular começou quando, em 13 de Maio de 609 ou 610 DC, o Papa Bonifácio IV dedicou o Panteão — o templo romano em honra de todos os Deuses — a Maria e a todos os mártires. 
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_de_Todos-os-Santos)

Deste então, diz outro verbete da Wikipedia, a festividade originou o Dia de Todos os Santos, que foi mais tarde movido para o primeiro de Novembro, eventualmente por influência céltica, porque havia na altura muitos monges irlandeses em Itália, e porque na Grã-Bretanha a população ainda celebrava o Samhain e a Igreja Católica queria abafar esta celebração pagã céltica.
De um modo ou doutro, a data da dedicatio Sanctae Mariae ad Martyres foi criada pela Igreja Católica Apostólica Romana para abafar a culminação da Lemúria, precisamente a 13 de Maio, festival pagão em honra dos Lémures, espíritos dos mortos que nesta altura do ano rondariam as casas. A intenção foi precisamente a de despaganizar a data, aliás, cristianizá-la, na tentativa de usurpar o espaço e a cultura à Paganidade. Duma só assentada, roubou-se/abafou-se uma celebração pagã e também um dos maiores edifícios da religião pagã romana, o Panteão, que era local de culto aos Deuses, incluindo Deuses celestiais, e ficou assim inutilizado para tal efeito com a colocação no seu interior de cadáveres de cristãos ditos «mártires». 




Idealmente, seria um dia recuperado - os cadáveres aí depositados seriam transladados e o local seria ritualmente purificado por actuais sacerdotes do Cultus Deorum, ou culto dos Deuses latinos. Não passa de um sonho, mas tudo o que se faz voluntariamente começa por aí - e se há dois mil anos dissessem a um comum cidadão de Roma que um credo originário da Judeia e praticado por escravos haveria um dia de ser a única religião autorizada em todo o Império Romano, o mais provável era que o romano se risse... 
Tudo se corrige, a seu tempo.

terça-feira, maio 12, 2026

A REMIGRAÇÃO PROTEGE AS MULHERES BRANCAS


Agradecimentos a quem aqui trouxe este valioso cartaz: https://www.pasteboard.co/t-ObyDTYaXls.jpg

Com cada vez mais gritante evidência, as primeiras vítimas europeias da imigração em massa oriunda do terceiro-mundo são as mulheres europeias.

FRANÇA - CRIANÇA BRANCA DE NOVE ANOS BRUTALMENTE ESPANCADA DURANTE UM JOGO DE FUTEBOL POR «««JOVENS»»» DE ORIGEM NÃO EUROPEIA

Um jovem francês de 9 anos, Matthéo, foi brutalmente espancado por cinco jogadores de um clube adversário. Imagens de vídeo mostram o menino a ser levado por paramédicos para uma ambulância. Dado que o clube de Matthéo era predominantemente composto por jogadores brancos, enquanto o clube adversário era formado por minorias, o caso também ganhou contornos raciais.
Nas fotos divulgadas de Matthéo, ele aparece a envergar com orgulho a camisa verde e branca do AS Auchy-les-Mines. No entanto, o que deveria ser um dia de competição desportiva, transformou-se em tragédia na sexta-feira, quando a sua equipa disputou a última rodada de um torneio contra o AFC Creil.
Após o apito final, houve um pequeno choque e Matthieu foi derrubado. Já no chão, cinco jogadores adversários pontapearam-no repetidamente no peito e na cabeça. No chão, o menino ficou imóvel. Quando os socorristas chegaram para levá-lo ao hospital, as imagens mostraram que a sua camisa estava manchada de sangue e o seu rosto inchado. O incidente levou o pai e treinador principal da equipa, Matthieu, a intervir directamente para retirar o seu filho da agressão. “Durante o apito final, eu ia cumprimentar o outro treinador do outro lado do campo, e vi o meu filho encolhido. Estavam-lhe a bater, empurrando-o. Cinco deles vieram para cima dele, atacaram-no, espancaram-no, derrubaram-no no chão, pontpearam-no… Corri para tentar salvar o meu filho porque o vi a morrer”, disse ele em entrevista à RMC.
A agressão ocorreu apesar de o Creil já ter vencido a partida. “Uma altercação daquelas no final da partida, quando eles já tinham ganho o torneio… não entendi”, disse o pai de Matthéo.
Embora Matthéo não tenha sofrido fracturas, ele permanece com o corpo coberto de hematomas, segundo informações da BFMTV. De acordo com o seu pai, o impacto psicológico foi severo, pois nas duas últimas noites ele acordou de três a quatro vezes dizendo: “Não, deixem-me em paz, deixem-me em paz, não me batam”.
Após o ocorrido, Matthieu criticou a direcção do clube adversário pela aparente passividade e falta de cooperação na identificação dos agressores. Expressou a sua dor pela falta de empatia demonstrada imediatamente após a agressão, observando que o pior foi que “enquanto o meu filho estava na ambulância, eles comemoravam a vitória”.
O presidente do AFC Creil, Sliman Layadi, condenou o incidente, declarando à BFMTV que “condenamos qualquer forma de violência que não tem lugar num campo de futebol”.
Dado que a equipa do Creil conta com vários jogadores muçulmanos e de minorias étnicas, muitos usuários das redes sociais destacaram este facto, o que o Creil não apreciou. “Também queremos denunciar veementemente os inúmeros comentários odiosos, insultuosos e racistas que circularam durante várias horas nas redes sociais. Nada justifica tais excessos. Responder à violência com ódio ou racismo é inaceitável e contraria os valores humanos e desportivos que defendemos”, escreveu o clube no Facebook.
Em resposta, o comentarista francês Pierre Sautarel escreveu no X: “O clube de Mattheo agradece ao clube de Creil e condena as declarações dirigidas a este último, mesmo que o supervisor dos agressores se tenha recusado a revelar as suas identidades. Assim, por meio do mecanismo mágico do anti-racismo anti-branco, os culpados acabam sendo apresentados como vítimas.
O pai de Matthéo afirmou que o incidente não teve relação com racismo, mas enfatizou que a sua busca por justiça visa a segurança e a responsabilização. Determinado a evitar futuras tragédias, ele anunciou a sua intenção de apresentar uma queixa contra os jogadores e a directoria do outro clube de futebol. “Quero que esta história cause impacto. Não pode haver nenhuma criança morta para que tomemos alguma atitude”, disse o pai.
O AFC Creil publicou um pedido formal de desculpas no Facebook, prometendo uma investigação interna e declarando que condena veementemente qualquer forma de violência, seja física, verbal ou comportamental, dentro e ao redor dos campos de futebol.
O clube afirmou que tomará todas as medidas disciplinares necessárias contra os envolvidos.
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Fonte: https://rmx.news/article/i-saw-my-kid-dying-racism-row-follows-after-9-year-old-mattheo-beaten-by-five-rival-football-players/

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Surpresa do camandro, «««jovens»»» a agredir brutalmente, com risco de morte, por motivos fúteis, isto só quem tenha andado a viver em círculos privilegiados, ou para aí na Hiperbórea ou numa recôndita aldeia branca, é que se surpreende com uma destas.
Se o pai da criança não for já um eleitor da RN, então já está a pagar pelo seu autismo político. O filho é que não tem culpa nenhuma.