domingo, maio 03, 2026

DIA DA MÃE EM MAIO, MÊS DE MAIA, DEUSA DA TERRA NA ROMA ANTIGA...


Dia da Mãe em Maio, mês de Maria... coincidentemente, Maio é o mês de Maia, antiga Deusa romana da terra, da Primavera, da Fertilidade...

sexta-feira, maio 01, 2026

ALVOR DE MAIO


A respeito do significado religioso pagão do Primeiro de Maio, já neste blogue se disseram umas quantas palavras, que podem ser lidas aqui, texto que fala maioritariamente da tradição romana, nomeadamente sobre a Florália, por um lado, e da tradição céltica mais bem conhecida, a da Irlanda, que é o Beltaine, por outro. No caso de Portugal, não há, até agora, registo do que fariam nesta data os Celtas e/ou Lusitanos que viveram em território português. Perante tal escassez de fontes religiosas lusitanas e/ou célticas hispânicas, muitos pagãos portugueses têm, compreensivelmente, ligado a sua prática ao rito e mito da Irlanda, isto é, dos parentes célticos conhecidos mais próximos... A celebração céltica, em particular, começa de noite, pelo menos em Gales, onde é conhecida pelo nome de Nos Galan Mai, celtização de expressão latina que em Português se traduz como Noite das Calendas de Maio; o facto de a locução ser latina é consequência de a região de Gales, ao contrário da Irlanda, ter sido romanizada.
Mas, porque no folclore nacional se encontram vestígios do Paganismo indígena, pode o estudo das tradições folclóricas nacionais ser proveitoso para quem queira reconstruir, ou recriar, um caminho religioso para o culto das antigas Deidades deste extremo ocidente europeu. Vale por isso a pena dar uma vista de olhos às notas e observações do arqueólogo Adriano Vasco Rodrigues, na sua obra «Os Lusitanos, Mito e Realidade» (pags. 176 e ss., Academia Internacional da Cultura Portuguesa, 1998), notas estas que podem servir de base para a elaboração de um ritual neo-pagão, que permita abrir os Portais do Céu, por assim dizer, para que deste modo possam os actuais descendentes da grei castreja re-ligar-se aos Deuses da sua herança etno-religiosa:
«Um dos documentos que consideramos de maior interesse é o da leitura da inscrição da chamada Lage da Moira, do Cabeço das Fráguas, Guarda, cujo testemunho epigráfico divulgámos há anos, sob a designação de inscrição de tipo «porcom» (9).
Reconstituição do Castro Lusitano de Cabeço das Fráguas, século V a.c.
O Cabeço das Fráguas na actualidade
Lage da Moira, contendo a inscrição do Cabeço das Fráguas

A tradução desta lápida foi feita pelo professor António Tovar, então na Universidade de Madrid. Segundo este investigador, ela refere uma suouetaurilia, isto é, o sacrifício de um touro, um porco, um cordeiro e uma ovelha, a Divindades indígenas.


 A leitura é:
"Uma ovelha para Trebopala; um porco para Laebo (...) um cordeiro para Trebaruna e um touro de cobrição para Reve".

Este sacrifício expressa uma prática indo-europeia. Esta inscrição teve também um extraordinário interesse para o avanço no estudo da língua dos Lusitanos. Serviu de base ao encontro de Lisboa, de 1980, para o estudo das línguas pré-latinas.
Quanto à tradição, ainda hoje, no dia 3 de Maio, rapazes e raparigas das povoações próximas do Cabeço das Fráguas sobem ao alto daquele monte, dançam, cantam e merendam um cabrito ou um borrego assado. Virá desses tempos este hábito? Não nos repugna aceitar que sim, pois é o único monte onde tal prática existe, embora seja hábito na região da Guarda fazer uma merenda, no campo, nesse dia.
É tradição, na crença popular, de que as grandes trovoadas nascem no Cabeço das Fráguas, fenómeno que ocorre sempre que da Guarda se vêem nuvens negras pairando sobre o Cabeço.
O nome «Fráguas» resulta das forjas que os romanos mantiveram na base daquele monte e que servia para fundir o ferro explorado nas imediações. No sopé do Cabeço encontrei, numa prospecção, catorze lápides romanas anepígrafes, o que mostra pode ter havido ali um culto a Vulcano. A tradição de que de lá provêm as Trovoadas, ajuda a essa hipótese.
No alto de Cabeço das Fráguas, havia um castro, onde efectuei sondagens, em 1957. Fui informado por um pastor de que próximo, no Vale Grande, próximo havia uma inscrição parecida com a da Lage da Moura. Não conseguimos localizá-la, nem voltámos a ver o pastor...
Na base daquela elevação construíram uma capela a S. Domingos, o que mostra que a tradição cultural foi cristianizada...
A data de 3 de Maio, que a igreja consagra (Dia de Santa Cruz), pode também ligar-se a cultos pagãos indo-europeus e célticos, que sobrevivem no Dia das Maias. É costume, nas festividades beirãs e transmontanas, ofertar borregos aos santos festejados, arrematando-os depois no bazar de oferendas. Também é frequente os pastores levarem o rebanho a cumprir novenas em torno de certas capelas de santos ou santas da sua devoção, obrigando os animais a dar nove voltas, práticas que, pelo seu carácter supersticioso e pagão, muitos sacerdotes católicos, normalmente, contrariam. Em Trás-os-Montes ainda se conserva, em alguns lugares, no Felgar, por exemplo, o hábito de incorporarem na grande procissão do ano, juntas de bois, levando sobre as hastes sacos com cereal. No dia de Páscoa é costume entre as populações vizinhas do Penedo Durão, sobranceiro ao Douro, em Freixo de Espada-à-Cinta, subirem a esta eminência para comerem o folar. O radical celta «Duro» significa «forte», «áspero» e «escarpado».
Voltando à inscrição da Lage da Moira, vemos que se refere a quatro Divindades lusitanas: o touro e a ovelha, como animais de sacrifício.
Chamamos a atenção para o facto de sobreviver naquela zona, como topónimo, a palavra «Pala» (povoação perto de Pinhel), usado também como nome de família. «Pala» encontra-se também em Trebopala. Há um topónimo igual perto da Régua. Poderá explicar-se pela actividade transumante dos povos da Serra da Estrela para o Douro. O elemento «pala» encontra-se em topónimos Tondopalandaigae. A raiz de Trebopala significa «casa». Existe no nome da povoação céltica Contrébia, no rio Trébia (Itália), no povo Arotrebae, no noroeste da Hispânia e na cidade de Tríbola, que aparece nas campanhas de Viriatho.
Trebaruna deriva de Treb-aruna, ou arona.
Reve ou Reue entra em teónimos do noroeste peninsular: Reue LanganidaeguiReue LanganitaecoReue Anabaraeco. A raiz é reue ou ru.
De Laebo pouco se sabe.
A palavra «touro» sobrevive no topónimo Vila do Touro, povoação vizinha do Cabeço das Fráguas. Na inscrição lê-se «Taurom». Até há poucos anos, outra povoação do mesmo concelho chamava-se «Porco», nome que alterou para Aldeia Viçosa. Na inscrição aparece Porcom. Não sei até que ponto podemos relacionar estes topónimos com a inscrição mas do que não resta dúvida é que uma actividade ligada ao gado vacum e à criação de porcos justificaria estas nomenclaturas.
Próximo do Cabeço das Fráguas, fica a povoação de Panoias. Também no concelho de Vila Real há o topónimo Panoias, ligado a uma inscrição evocativa de Numina Lapiteraum, num santuário ou local de sacrifícios. No distrito de Évora há outra povoação com o nome de Panoias. Este nome merece estudo até pela sugestão fonética com a Panónia, região com interesse no mundo céltico. Terão origem num radical comum?»

quinta-feira, abril 30, 2026

ESTÁTUA DE ATENA ENCONTRADA NA PARTE OCIDENTAL DA ANATÓLIA, ACTUAL TURQUIA


Arqueólogos descobriram uma estátua da Deusa Atena no oeste da Turquia, 
de acordo com um comunicado de Mehmet Nuri Ersoy, ministro da cultura e turismo.
A descoberta foi feita durante escavações na antiga cidade grega de Laodiceia, localizada nas margens do rio Lico, perto da actual cidade de Denizli. A cidade foi fundada pelo rei Antíoco II Teos no século III a.C. e permaneceu sob o domínio de Pérgamo, Roma e Constantinopla até ser saqueada pelos seljúcidas em 1161 e, posteriormente, destruída durante as invasões mongóis. A cidade tem vindo a ser escavada desde 2002 pela Universidade de Pamukkale e é considerada candidata a Património Mundial da UNESCO desde 2013.
Laodiceia possui diversas ruínas notáveis ​​do período clássico, incluindo vários templos e dois teatros. O Teatro Ocidental, onde foi encontrada a estátua de Atena, foi amplamente restaurado, incluindo as fileiras de assentos de pedra; outrora, podia acomodar cerca de 8000 espectadores para apresentações de epopeias homéricas e outras obras teatrais.
A estátua foi descoberta no palco do Teatro Ocidental, uma estrutura de três andares com 16 colunas em cada andar. Estátuas de Divindades, juntamente com figuras da  Ilíada  e da  Odisseia, eram colocadas entre essas colunas. A estátua de Atena parece ter sido uma delas. A estátua tem quase dois metros de altura, com uma parte traseira mais áspera que sugere que o seu propósito era ficar voltada para a frente, juntamente com as outras no palco. A estátua foi encontrada deitada de bruços nos escombros da parede externa do palco, conhecida como  postskene.  A cabeça da estátua ainda não foi encontrada.
Acredita-se que a estátua de Atena seja do período agostiniano, entre 27 a.C. e 14 d.C. É feita de mármore branco e apresenta esculturas de vestes altamente detalhadas na sua túnica sem mangas, chamada peplo, e em sua capa, chamada hylamis. A estátua é facilmente identificada como Atena pela Sua famosa  égide, que emoldura a cabeça de Medusa no Seu peitoral.
A declaração do Ministério da Cultura e Turismo observa que a tecelagem era uma parte importante da economia da antiga Laodiceia e que o papel de Atena como Deusa da tecelagem era mais importante ali do que o Seu papel mais famoso como Deusa da estratégia na guerra. Esta identificação pode explicar a alta qualidade dos detalhes nas vestes da estátua.
Atena foi uma das Divindades mais importantes e amplamente veneradas no mundo clássico. Embora seja mais famosa por ser associada à cidade de Atenas, à qual deu nome, Atena era cultuada em todo o mundo greco-romano. Ela era a padroeira do herói homérico Odisseu e do seu filho Telémaco, protegendo-os durante as suas provações na  Odisseia.  Para o público moderno, Atena é mais conhecida como Deusa da sabedoria e da guerra, mas no mundo clássico Ela possuía muitos outros epítetos além desses, especialmente relacionados com artesanato e invenção. Em diversos lugares, Atena era aclamada como Deusa da tecelagem, do controle dos cavalos e da construção naval, entre outras funções.
No movimento pagão moderno, Atena tem sido consistentemente uma das Deusas mais populares, encontrando o Seu lugar em muitos altares, tanto em vertentes eclécticas quanto em vertentes reconstrucionistas helénicas.
O comunicado do Ministério da Cultura e Turismo informa que as escavações deverão continuar sem interrupções ao longo do ano.
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: 
https://wildhunt.org/2026/04/two-thousand-year-old-statue-of-athena-discovered-in-turkey.html

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O Seu nome na Romanidade é Minerva, uma das três grandes Deidades da tríade capitolina juntamente com Juno e Júpiter, o principal trio Divino da antiga Roma desde a época do final da monarquia até ao final do Império Romano.
A Sua equivalente céltica seria uma das cinco principais adoradas na Gália, segundo Júlio César em «De Bello Gallico», sendo possível que o mesmo se verificasse noutras partes do mundo céltico, nomeadamente a Irlanda, onde a Sua equivalente poderia ser Brigid, a Britânia e a Hispânia, onde a cidade de Brigantia seria eventualmente consagrada a esta Deusa e chama-se hoje Bragança...


quarta-feira, abril 29, 2026

ÁUSTRIA - «««JOVEM»»» (SÍRIO) DE 52 ANOS VIOLA MIÚDA DE SEIS ANOS DE IDADE, PARTILHAVA PORNOGRAFIA DE RECÉM-NASCIDOS E... CLARO QUE NÃO VAI SER EXPULSO DA EUROPA...

Um cidadão sírio de 52 anos foi condenado a quatro anos e meio de prisão por estuprar uma menina de 6 anos na Áustria e por diversos outros crimes sexuais. A sentença já foi duramente criticada pelo Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ), de orientação anti-imigração, que exige a deportação imediata do homem.
O tribunal considerou-o culpado de estupro, abuso sexual agravado de menor e posse e distribuição de pornografia infantil, totalizando aproximadamente 6000 fotos e vídeos pornográficos de crianças. O veredicto é definitivo.
Em Julho passado, o condenado observou uma criança a brincar no pátio do prédio e atraiu-a para o seu apartamento oferecendo-lhe doces. Lá, a menina foi mantida em cárcere privado e brutalmente estuprada. Segundo o promotor, "Ele atraiu a menina com um pirulito e depois empurrou-a para dentro do seu apartamento." 
Durante o julgamento, o sírio, que precisou de um intérprete e vive de auxílio social austríaco, declarou-se inicialmente inocente, segundo o jornal Kronen Zeitung. Alegou que não houve estupro e que o seu comportamento se limitou a "toques". O homem afirmou durante o julgamento: "Ela concordou voluntariamente porque queria-me ajudar com as poltronas. Ela brincou e riu. Eu só a toquei brevemente quando ela estava ao lado da cama."
Uma reviravolta ocorreu depois de a vítima ser interrogada diante das câmaras. O homem de 52 anos mudou então a sua versão e confessou as acusações.
A criança teria sido estuprada ao lado da cama "por meio de um acto equivalente a uma relação sexual. Vestígios claros de ADN foram encontrados na região íntima da menina."
Durante uma busca no apartamento do homem, a polícia apreendeu entre 5500 e 6000 arquivos contendo material de abuso infantil. Constatou-se que ele não apenas armazenava o material, mas também o distribuía por meio de mensagens instantâneas. O juiz observou que os arquivos continham abusos horríveis contra “crianças e bebês”.
Durante a investigação, a polícia revelou que o homem também abordou outra garota no parque e lhe mostrou um vídeo pornográfico no seu smartphone; em seguida, perguntou-lhe se queria repetir os mesmos actos mostrados no vídeo. Ele também confessou este acto durante o julgamento.
Segundo o advogado de defesa, o sírio não podia ser totalmente culpado porque havia tomado anteriormente um "remédio para potência", que supostamente o deixou "em estado incontrolável" de excitação sexual. Este remédio era, na verdade, testosterona, que o homem tomava para a sua rotina de exercícios no ginásio.
A pena de prisão de quatro anos imposta ao sírio não é suficiente, segundo o secretário-geral do Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ), Michael Schnedlitz, que defende uma política de tolerância zero contra crimes importados e a deportação do cidadão sírio.
Em comunicado, Schnedlitz considera o estupro da criança um "resultado terrível de uma política de imigração completamente irresponsável" e que só aconteceu devido à "cultura acolhedora que o sistema partidário instaurou no nosso país".
Schnedlitz considera irrazoável que a população austríaca tenha agora de pagar também pela manutenção e tratamento de tais criminosos: “Este homem perdeu a sua hospitalidade da forma mais brutal imaginável. Em vez de discutir se ele receberá tratamento neste país, a única consequência lógica deve ser a deportação imediata para a sua terra natal, a Síria.” 
Ele enfatiza que o sírio já vivia de benefícios sociais austríacos.
Cada euro gasto em detenção, justiça e terapia para estes criminosos é um euro a mais. É uma perversão do sistema que, com o dinheiro dos nossos impostos, fruto do nosso trabalho árduo, também financiemos a ‘pensão integral’ para estrangeiros criminosos que desprezam profundamente a nossa sociedade e atacam as nossas crianças”, afirmou Schnedlitz. Ele observou que o enorme acervo de material de abuso infantil no seu computador demonstra “que estamos a lidar com uma bomba-relógio que só chegou à Áustria graças à política de fronteiras abertas”.
O Partido da Liberdade reiterou a reivindicação do FPÖ por uma “Fortaleza Áustria” que proteja os seus cidadãos e crianças. O partido é de longe o mais popular do país, alcançando entre 38% e 40% na maioria das pesquisas realizadas.
A Europa tem sido assolada por estrangeiros e seu apetite por crimes sexuais, que frequentemente têm como alvo menores. A polícia ainda procura o suspeito abaixo na vizinha Suíça. O Remix News está a fornecer uma captura de tela, já que a publicação no X foi censurada e não pode ser incorporada no nosso site.

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Fonte: https://rmx.news/article/horror-in-austria-52-year-old-syrian-on-welfare-sentenced-for-raping-6-year-old-girl-after-luring-her-into-his-apartment-with-candy-police-discovered-6000-child-and-baby-abuse-files-on-his-computer/

ALEMANHA - VIGÍLIA POPULAR CONTRA OS CRIMES IMIGRANTES É IGNORADA PELOS GRANDESSÍSSIMOS MÉ(R)DIA

O governo alemão e seus diversos veículos de comunicação continuam a negar os enormes problemas que a imigração em massa trouxe para o país na última década. Muitos alemães estão cada vez mais fartos desta situação. “Os nossos filhos não precisavam de morrer sozinhos” é o título de um artigo no Berliner Zeitung, que lamenta o facto de uma vigília realizada em Dresden no último fim de semana em memória das vítimas de crimes cometidos por imigrantes na cidade não ter sido considerada “notícia” o suficiente pela MDR (emissora pública alemã). Aparentemente, também nenhum portal de notícias tradicional cobriu o evento. De facto, nenhum político de renome compareceu, incluindo a ex-chanceler alemã Angela Merkel, que ainda afirma não se arrepender da abertura das fronteiras para a Alemanha. O pai de Ann-Marie, de 17 anos, Michael Kyrath, discursou na vigília, relembrando o horror de perder a sua filha, que foi morta juntamente com o seu namorado de 19 anos, Danny, num comboio suburbano em Janeiro de 2023, quando um palestiniano apátrida com múltiplas condenações anteriores e uma ordem de deportação os esfaqueou 38 vezes. Kyrath faz parte de uma crescente rede de famílias que lamentam a perda dos seus filhos e entes queridos devido à epidemia de crimes cometidos por imigrantes na Alemanha. De acordo com muitos critérios, ele é considerado o líder deste movimento. Ele afirma ter ficado chocado quando famílias de meninas que sofreram agressões sexuais violentas também começaram a entrar em contacto com ele. "Às vezes, sento-me diante de meninas de apenas 10 anos de idade", disse ele.

A Remix News tem abordado amplamente a questão da criminalidade entre imigrantes, apenas em Dresden:

Enquanto a Alemanha enfrenta agora falências e demissões em níveis recordes a meio de uma crise energética e múltiplas guerras, o governo está a dizer aos Alemães para fazerem mais depois de "viverem além das suas possibilidades" por tanto tempo, uma declaração feita pelo Ministro da CDU, Warken, sobre a reforma do seguro de saúde, que Weidel chamou "ultrajante": “Há mais de 10 anos, os trabalhadores alemães co-financiam todos aqueles que nunca contribuíram com um centavo para o sistema social. Nenhum alemão segurado por planos de saúde privados ou públicos ‘viveu além das suas possibilidades’, e agora estão a ser punidos pela política imigratória da CDU”, escreveu ela, acrescentando que, se chegasse ao poder, o AfD “revogaria imediatamente essa ‘reforma’” e iniciaria deportações para aliviar o “fardo” contínuo sobre os trabalhadores alemães forçados a financiar esta experiência social.

A posição de Weidell pode estar a impulsionar a crescente popularidade do partido.

Segundo Weidel, “Mesmo dentro da CDU, as pessoas já não acreditam que este governo vá durar até 2029.”

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Fonte: https://rmx.news/article/german-state-media-turns-a-blind-eye-to-vigil-for-victims-of-migrant-crime-while-weidel-slams-cdus-migration-policy-for-punishing-working-germans/


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Olha, olha, onde é que já se ouviu esta de «vocês estão a viver acima das vossas possibilidades, povinho, agora têm de aguentar um apertar de cinto»...
Tanto cá como lá, seja o país pobre ou rico, a elite é essencialmente igual - não tem pudor em sacrificar o «povinho» para servir interesses ideológicos estranhos à Nação.


FRANÇA - AUTARCA NEGRO DE EXTREMA-ESQUERDA ACUSADO PELA POLÍCIA DE PACTUAR COM SUBVERSÃO NA RUA E POR VEREADORA DE TER RELAÇÃO AMIGÁVEL CONTRA QUEM A AGREDIU

Bally Bagayoko passou de ameaçar desarmar a polícia a questionar a sua intervenção em actividades ilegais.
O controverso autarca de Saint-Denis, a segunda maior cidade da Île-de-France, voltou a ser alvo de críticas, apesar de estar no cargo há pouco mais de um mês. Desta vez, a questão foi a gravação não autorizada de um vídeo de rap no último domingo no conjunto habitacional Franc-Moisin. O evento teria atraído cerca de 250 pessoas às ruas para usufruir música e churrasco, provavelmente servindo de cenário para o vídeo. A patrulha policial que chegou primeiro ao local encontrou uma grande multidão de moradores, figurantes e a própria equipa de filmagem. Após constatar que a equipa não possuía autorização para ocupar o espaço público ou gravar um vídeo, a polícia solicitou a interrupção imediata das filmagens do vídeo de rap. Infelizmente, a tensão aumentou rapidamente e os polícias viram-se no meio a uma multidão de centenas de pessoas em rua sem saída. Eles teriam sido alvejados por diversos projécteis e impedidos de sair. O autarca Bally Bagayoko, presente no local, afirma que foi chamado apenas para acalmar a situação. "Fui chamado por moradores do bairro. Vim porque estava por perto", disse ele, segundo o jornal Le Parisien. Ele também insistiu que "a situação poderia ter piorado" se ele não estivesse lá para apaziguar os ânimos. No entanto, uma fonte policial indica que o autarca, na verdade, teria apoiado a continuação das filmagens.
Cerca de 80 polícias foram accionados para o local, e há relatos de que gás lacrimogéneo foi usado para dispersar a multidão. Não houve relatos de feridos. Bagayoko aproveitou o incidente para questionar a decisão da primeira viatura policial de abordar e abordar a filmagem, especialmente porque muitas famílias estavam presentes. Ao mesmo tempo, o autarca tentou tranquilizar os críticos, afirmando que relembraria as pessoas sobre as leis vigentes para este tipo de filmagem e pedindo "um pouco de educação e compreensão" para evitar incidentes semelhantes no futuro.
Bagayoko foi eleito apenas no mês passado, mas desde então tornou-se num político muito popular, especialmente à Esquerda. O barómetro Odoxa, que mede a popularidade das figuras políticas, classificou o autarca da segunda maior cidade da Île-de-France em 20º lugar entre os políticos que geram mais apoio, com 14% de opiniões favoráveis, escreve o Le ParisienNa semana passada, o barómetro Ifop-Fiducial para a Paris Match e a Sud Radio colocou-o em 22º lugar na lista.
Após ser eleito, Bagayoko prometeu desarmar a polícia municipal, declarando a um portal de notícias que “aqueles que não estiverem alinhados com o nosso projecto político sairão por conta própria”. A sua declaração gerou preocupações de que o autarca pretenda deixar os bandidos dominarem as ruas, uma preocupação que não será atenuada pelo tumulto ocorrido no último fim de semana em decorrência do vídeo de rap.
Outra vereadora local também renunciou em protesto após ver Bagayoko a conversar por vários minutos do lado de fora da autarquia com o homem condenado por ordenar um ataque violento contra ela dois anos atrás. Segundo relatos, os dois encerraram a conversa “com um aperto de mãos muito caloroso”.
Bagayoko é um membro cada vez mais popular da La France Insoumise (LFI), liderada pelo controverso Jean-Luc Mélenchon, que afirmou: "Estamos destinados a ser uma nação crioula, e isso é óptimo". Logo após assumir o cargo de autarca, Bagayoko também se referiu a Saint-Denis, conhecida como "a cidade dos reis" (la ville des rois), como "a cidade dos negros" (la ville des Noirs).
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Fonte: https://rmx.news/article/161920/

ALEMANHA - CRESCIMENTO DO ISLÃO NAS ESCOLAS POR MEIO DA IMINVASÃO VIOLENTA

Um proeminente assistente social de Berlim fez um alerta contundente de que o sistema escolar alemão está a criar "mini-islamistas", alegando que alguns estudantes muçulmanos estão a impor as suas rígidas normas religiosas aos colegas e a criar um clima de medo nas salas de aula. Wolfgang Büscher, porta-voz da organização beneficente para jovens Arche, afirmou que funcionários de toda a organização estão a relatar cada vez mais casos de bullying religioso ligados à crescente influência do Islamismo político entre os jovens: “Quero alertar a sociedade: a pressão que o Islamismo político exerce sobre os colegas por meio de crianças muçulmanas nas nossas escolas está constantemente a aumentar”, disse ele à revista Focus, acrescentando que os educadores estão a ver o surgimento de “pequenos muçulmanos radicais, mini-islamistas”. Segundo Büscher, o problema é mais visível em áreas desfavorecidas, onde algumas escolas têm populações estudantis com até 90% de origem imigrante. Nesses ambientes, disse ele, os alunos que não seguem práticas religiosas rigorosas — incluindo outros muçulmanos — são ostracizados, assediados e, em alguns casos, pressionados a converter-se.
Ele também apontou para comunidades específicas, afirmando que a questão não é motivada por estudantes de origem turca, mas sim por aqueles com raízes familiares em regiões como Palestina, Gaza, Síria e Iraque. Nesses casos, os estudantes que não aderem a interpretações rígidas do Islão são rotulados de “infiéis” e sujeitos a intimidação.
A sua intervenção ocorre enquanto as autoridades de Berlim aguardam o resultado de um estudo de grande escala sobre violência e conflitos nas escolas, encomendado pela senadora da Educação Katharina Günther-Wünsch e que abrange cerca de 450 escolas.
Tentativas anteriores de lidar com tensões religiosas fracassaram devido à pressão de organizações islâmicas. Em 2021, o autarca de Neukölln, Martin Hikel, tentou criar um gabinete de denúncias para comportamentos religiosos de confronto, mas a iniciativa foi abandonada após críticas de que poderia estigmatizar estudantes muçulmanos.
Apesar das crescentes evidências, Büscher disse que não espera grandes mudanças. "Independentemente do que o estudo revele, no final das contas haverá falta de coragem", afirmou, argumentando que não existe nem vontade política nem financiamento para enfrentar o problema de frente.
Ele sugeriu redistribuir os alunos das escolas mais afectadas para outras com menor concentração de alunos imigrantes como uma possível solução, com o apoio de transporte subsidiado. No entanto, reconheceu que tais medidas enfrentarão provavelmente forte oposição.
“O islamismo político poderá tornar-se num problema muito maior em poucos anos se medidas preventivas não forem tomadas agora”, acrescentou Büscher.
Como noticiado pela Remix News no mês passado, um estudo recente do Departamento Federal de Polícia Criminal da Alemanha revelou que 45,1% dos muçulmanos com menos de 40 anos exibem o que descreveu como “atitudes islamistas latentes ou manifestas”, incluindo o apoio à lei islâmica (charia) em detrimento da Constituição. O político do Partido Democrático Liberal (FDP), Wolfgang Kubicki, classificou as conclusões como uma “bomba-relógio social”.
Casos individuais também chamaram a atenção. Em Berlim, o professor Oziel Inácio-Stech disse ter sofrido meses de abusos e ameaças por parte de alunos após revelar que era casado com um homem. "Estou a viver um pesadelo", disse ele, descrevendo o impacto na sua saúde mental.
Os alunos começaram a espalhar boatos, recusando-se a assistir às suas aulas e gritando pelas portas das salas de aula que ele era uma “vergonha para a família” e “impuro”. Um aluno chegou a dizer-lhe sem rodeios: “Seu gay, vaza daqui. Aqui quem manda é o Islão.”
Em Julho do ano passado, a Associação Alemã de Educação e Formação defendeu a expansão do ensino religioso islâmico nas escolas, argumentando que um ensino estruturado poderia proporcionar equilíbrio e reduzir o apelo de interpretações extremistas. Uma iniciativa semelhante foi observada em Espanha, onde, no ano passado, foi noticiado que aproximadamente 200 escolas na comunidade autónoma da Andaluzia passaram a incluir o Islão no seu currículo, o que gerou indignação por parte da secção local do partido nacionalista Voxque alegou que o Estado havia “sucumbido à imigração em massa”.
Preocupações semelhantes foram levantadas em outras partes da Europa. Na Áustria, o educador veterano Christian Klar alertou para o aumento das tensões religiosas e dos incidentes anti-semitas nas escolas, particularmente em áreas com grande população ímigrante.
“A cultura islâmica tem valores básicos completamente diferentes dos nossos. Acredito que os nossos valores básicos, a nossa sociedade aberta e liberal, representam o modo de vida correcto e melhor”, alertou Klar. “Esta é uma forma de vida diferente (...) e aborda, por exemplo, a igualdade entre homens e mulheres, o combate à violência e a defesa da honra familiar. Acho que precisamos de nos posicionar firmemente contra isto.”
No mês passado, o Remix News noticiou um caso ocorrido em Viena, no qual um estudante cristão, o único da turma, foi repetidamente chamado de "porco" por estudantes muçulmanos e sofreu assédio constante.
Na escola em questão, 230 dos 390 alunos são muçulmanos, quase 60%. No total, a escola tem 99% de alunos com origem imigrante. Apenas cinco dos 390 alunos não têm origem imigrante.
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Fonte: https://rmx.news/article/intervene-now-or-regret-it-berlin-youth-leader-warns-german-schools-are-a-breeding-ground-for-mini-islamists-who-force-their-religion-on-others/

FRANÇA - PADRÃO DE VIOLAÇÃO DE IDOSAS EUROPEIAS POR PARTE DE JOVENS ALÓGENOS DO TERCEIRO-MUNDO

A jornalista e colunista francesa Charlotte d'Ornellas afirma que existe um padrão alarmante de estupros de mulheres idosas por estrangeiros em França. Ao longo dos anos, a Remix News documentou alguns dos casos mais assustadores.
O comentário de D'Ornellas surgiu após um estupro particularmente brutal ocorrido no início deste mês, envolvendo um imigrante marroquino que foi preso por estuprar e torturar uma mulher de 74 anos em Romainville com um bastão telescópico“É inacreditável, de facto. Obviamente, a idade da vítima de estupro não muda muito o horror, mas há algo aqui. Sabe, o tabu máximo. Ela foi estuprada, uma mulher de 74 anos, é inimaginável. E isto acontece repetidamente”, disse d'Ornellas durante uma participação no canal de televisão francês CNews. “O nosso trabalho é testemunhar a realidade. E é por isto que algumas pessoas estão em guerra connosco. Elas não querem que mostremos esta realidade. Se não falarmos sobre isso, ninguém falará.
No entanto, muitos outros casos também surgiram ao longo dos anos, como observa d'Ornellas: “Vimos casos em hospitais de mulheres de 70, 80 e 90 anos (que foram estupradas)... Se fosse uma vez, poderíamos ficar perplexos e sem saber o que dizer. Quando acontece novamente, devemos pelo menos tentar descobrir o que dizer sobre isso, como evitar que aconteça, porque o que dizer sobre isto significa encontrar maneiras de impedir que aconteça novamente.”
É importante ressaltar que estes casos não acontecem apenas em França, e a Remix News está a cobrir muitos outros na SuéciaAlemanhaEspanha e Itália.
1. Uma mulher de 93 anos e outra de 95 anos foram estupradas nos seus leitos hospitalares no Hospital Victor Dupouy, em Argenteuil, por Samir B., de 44 anos. A mulher de 93 anos faleceu posteriormente devido a uma paragem cardíaca.
2. Uma residente de um lar de idosos de 92 anos foi agredida sexualmente pelo enfermeiro argelino Mohamed D. em Bédarrides. Ele foi condenado a quatro anos de prisão em 2026.
3. Duas pacientes, de 78 e 68 anos, internadas no Hospital Max-Fourestier, em Nanterre, foram agredidas sexualmente por Ali Gandega, um imigrante congolês de 28 anos que afirmou ter sido "forçado" a estuprar por não ter namorada.
4. Odette, de 83 anos, foi estuprada durante um assalto à luz do dia em La Penne-sur-Huveaune por um imigrante guineense ilegal. O agressor foi condenado a 12 anos de prisão.
6. Uma mulher de 80 anos foi estuprada e morta em Niort por um homem afegão em 2025, o que gerou grande temor. O homem afegão foi acusado de "estupro resultando em morte sem intenção de causá-la".
7. Uma residente de um lar de idosos em Rouen, de 102 anos, foi vítima de uma tentativa de estupro por Laury Jean-Baptiste, de 39 anos, natural de Guadalupe. Ela faleceu menos de um mês depois. Ele foi condenado a 20 anos de prisão.
9. Uma zeladora idosa foi estuprada sob a mira de uma faca em Paris por Mohammed D., um migrante de 24 anos, que foi condenado a nove anos de prisão.
10. Uma idosa foi estuprada no seu apartamento em Paris depois de um imigrante argelino ilegal se oferecer para ajudá-la com as compras.
11. Uma mulher de 67 anos foi vítima de uma tentativa de estupro perto da Gare du Nord, em Paris, por um imigrante tunisino ilegal de 27 anos. Um pedestre interveio antes que o estupro pudesse ser consumado.
12. Outra vítima, também de 67 anos, sofreu uma tentativa de estupro na cidade francesa de Tours por um solicitante de asilo sudanês embriagado.
13. O canal Actu 17 noticiou a prisão de um imigrante ilegal de 21 anos, de nacionalidade desconhecida, após o estupro de uma mulher de 51 anos que retornava para casa em Avignon.
Em relação a estes casos de estupro de idosas, d'Ornellas afirma que os estrangeiros são muito sobre-representados, dizendo: “Você perguntou sobre o perfil. No caso de estupros de mulheres idosas, são quase sempre estrangeiros jovens. Na maioria das vezes, em situação irregular, sem endereço fixo, e dizem-nos que provavelmente foram perturbados. É absolutamente óbvio, posso-lhe dizer de antemão, dado o que são capazes de fazer. Mas, neste caso, existe realmente um perfil que se destaca no estupro das nossas idosas. Talvez isto nos deva fazer refletir um pouco.”
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Fonte: https://rmx.news/article/14-terrifying-cases-of-migrants-raping-elderly-women-in-france-french-journalist-calls-it-a-shocking-pattern-that-happens-again-and-again/

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Hórrido simbolismo - a velha Europa a ser violada pelo «««jovem»»» terceiro-mundo...
Não ouvireis nem pio sobre isto nos grandessíssimos mé(r)dia daqueles que mais gostam de guinchar sobre o «drama humano»...