quarta-feira, junho 24, 2026

BATALHA DE S. MAMEDE A 24 DE JUNHO DE 1128 - PRIMEIRO MOMENTO DA SOBERANIA NACIONAL


Tinha o primeiro momento da soberania nacional de ser assinalado com um sóbrio monumento pétreo. A Nação nasceu dos castros, que são só rocha e névoa nos confins do extremo ocidente. Nasceu portanto bem antes de D. Afonso Henriques, antes até de o seu pai vir parar ao Condado Portucalense.
A primeira batalha dos Portucalenses foi a de Pedroso em 18 de Janeiro de 1071, quando Nuno Mendes morreu ao tentar alcançar a soberania de Portuscale.
Uma Nação não é criada por um rei, seja ele qual for, porque uma Nação não é um Estado. Uma Nação é um Povo com uma língua própria e isso nem foi criado por D. Afonso Henriques nem poderia ser criado por nenhum outro líder. O Estado existe para dar soberania à Nação. O que D. Afonso Henriques fez foi dar soberania a uma Nação que em tudo o precedia.

Sobre o monumento que acima se vê (http://www.guimaraesturismo.com/pages/154?geo_article_id=118):
«Segundo a tradição de muitas gerações, foi em S. Torcato que teve início, em 24 de Junho de 1128, a Batalha de S. Mamede, na qual D. Afonso Henriques conquistou a chefia do Condado Portucalense e iniciou o processo político da independência de Portugal, ao afastar a tentativa de hegemonia galega. Não deixa de ser significativo que o nome do lugar seja o de "Campo da Ataca" - ou do ataque - designação guerreira bem sugestiva.
Em 1996 foi inaugurado o actual arranjo artístico-monumental, que celebra este acontecimento.»

Sobre a batalha:
A Batalha de São Mamede foi travada a 24 de Junho de 1128, entre D. Afonso Henriques com as tropas dos barões portucalenses e as tropas do Conde galego Fernão Peres de Trava, que se tentava apoderar do governo do Condado Portucalense. As duas facções confrontaram-se no campo de São Mamede, perto de Guimarães.
Antecedentes
Quando o conde D. Henrique morreu, em 1 de Novembro de 1112, ficou D. Teresa a governar o condado, pois achava que este lhe pertencia por direito, mais do que a outrem, porque o seu pai lhe teria dado o território na altura do casamento. Associou ao governo o conde galego Bermudo Peres de Trava e o seu irmão Fernão Peres de Trava. A crescente influência dos condes galegos no governo do condado Portucalense levou à revolta verificada em 1128. Os revoltosos escolheram para seu líder D. Afonso Henriques, filho de D. Henrique e de D. Teresa.
Resultado
Com a derrota, D. Teresa e Fernão Peres abandonaram o governo condal, que ficou então nas mãos do infante e dos seus partidários, o que desagradou ao Bispo de Santiago de Compostela, Diogo Gelmires, que cobiçava o domínio das terras. D. Teresa desistia assim da ambição de ser senhora de Portugal. Há rumores não confirmados que ela teria sido aprisionada no Castelo de Lanhoso. Há até quem relate as maldições que D. Teresa rogou ao seu filho D. Afonso Henriques.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_S._Mamede

Para ler mais pormenores, clicar aqui: http://www.publico.pt/opiniao/jornal/guimaraes-e-a-batalha-de-s-mamede-26731714

Trecho:
Durante os sécs. XIV a XVI, os historiadores passaram a atribuir maior importância à Batalha de Ourique, ligando-a à aclamação de D. Afonso Henriques como rei, sancionada pela visão miraculosa de Cristo. Porém, a partir do séc. XIX, é restituída à Batalha de S. Mamede o significado nacional que lhe havia sido atribuído inicialmente nos referidos Anais.

terça-feira, junho 23, 2026

A CELEBRAÇÃO DO «SÃO» JOÃO...

No dia de Santo António fomos à procura da sua origem. A professora Magda Pinheiro lançou-nos um cenário e ficámos a saber que o grande santo popular foi sempre São João. Até em Lisboa. O culto e as festas do santo lisboeta tal como as conhecemos hoje nasceram muito tardiamente, já nos anos 60, antes eram uma organização institucional que a Igreja levava a cabo para não perder terreno face aos republicanos anticlericais.
 
Quando surge a festa e quando se separa do culto?
O culto de Santo António já é um culto tardio na cidade, só se desenvolve no século XVI. O santo padroeiro de Lisboa é o São Vicente, os cultos mais antigos são os dos santos mártires e o de São Félix, anteriores à Reconquista. Mas o culto de Santo António existe associado às pestes que grassaram a cidade e deu origem a uma procissão importante. Agora a inserção do Santo António nos santos populares é bem mais complexa.
 
Por uma razão específica?
Sim. De facto o São João era muito mais referido em todas as fontes como santo popular no século XIX. Apesar de se falar dos tronos e dos altarzinhos do Santo António.
 
Mas havia o São João também em Lisboa?
Exacto. Os festejos existem quer no passeio público pombalino, quer, por exemplo, no Campo Grande. O São João tinha uma componente mais espontânea, com as fogueiras, enfim, era uma romaria muito importante. Estas romarias são uma tentativa de catolicizar cultos pré-romanos que estão associados à chegada do Verão. O Santo António insere-se aqui um bocadinho menos nitidamente.
 
E como é que nasce a festa?
É preciso pensar que no final do século XIX, como há uma progressiva reinvenção da nação com a valorização dos artesanatos populares e toda uma série de elementos que vão constituir aquilo a que hoje chamamos a identidade portuguesa, há também a valorização dos bairros que não foram reconstruídos depois do terramoto. Nascem os bairros tradicionais. E estas festas emergem. No fim do século XIX há na cidade uma forte tendência anticlerical e nesse contexto cria-se uma comissão de comemoração de Santo António.
 
O que fazia essa comissão?
Essa comissão tem como organizadores personagens importantes como a rainha que tenta demarcar o espaço público numa tentativa de devolver à Igreja o espaço que estava a perder. A festa realiza-se já com fogo de artifício e projecção de luz.
 
Como é que depois associamos o Santo António aos casamentos, às marchas, à festa na rua, às sardinhas e por fora?
Tudo isso vai ser realizado pelo Estado Novo, que não quer imponderáveis. São festas organizadas, com direito a concursos e um pouco distante da festa de massas de hoje e da espontaneidade. É nesse contexto que, em 1932, os olissipógrafos que são clericais não esquecem a necessidade de organização de um culto à volta de Santo António.
 
São essas as festas das colectividades?
Sim, elas desenvolvem-se em pequenas comunidades e nascem as primeiras festas institucionalizadas com desfiles de marchas. Mas isso não exclui que continue a haver os tronos e as sardinhas. A institucionalização das festas é muito mal vista pela intelectualidade de esquerda e será muito mal vista até aos anos 60.
 
A seguir ao 25 de Abril há nova ruptura?
O que acontece é que colectividades que não costumavam participar começam a fazê-lo e nasce uma nova maneira da festa se implantar na cidade.
 
Já com toda a gente na rua, com a cerveja, a sangria, o vinho e as célebres sardinhas, a festa pura e dura que hoje conhecemos? 
Sim, mas essa festa que descreve penso que começa a fundar-se no final dos anos 60 e é nessa altura que o São João morre completamente.
 
Passa definitivamente para o Porto?
A componente de festa de Lisboa é mais cosmopolita do que a do Porto. E, por outro lado, há um bairrismo mais afirmativo.

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Fonte: http://www.imissio.net/v2/noticias/o-santo-antonio-de-hoje-nasceu-nos-anos-60:3404   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa.)

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Diz Teófilo Braga, na obra «O Povo Português Nos Seus Costumes, Crenças e Tradições», volume II, página 211 e seguintes:
«A festa de São João Baptista em todos os povos europeus está ligada a um fenómeno astronómico, o solstício do Verão, em 24 de Junho. O célebre ritualista Guilherme Durandus, interpretando alegoricamente a festa do Precursor, não pode ocultar o seu sentido mítico: "Faz-se girar uma roda, em certas localidades, para assim designar que o Sol não se pode elevar mais, mas torna a descer no seu círculo, assim também a fama de São João, que era olhado como um Cristo, diminuiu quando este apareceu. Alguns dizem que é porque neste tempo os dias minguam, e que crescem de novo no Natal de Jesus Cristo..."»

Ou seja, uma forma de diminuir o prestígio do Sol perante o Judeu Morto, primeiro substituindo-O por um sucedâneo («São João») e depois «integrando» na religião do Deus oriental os rituais que ao Sol são devidos. A isto se chama «cristianização».

Não é por acaso que, conforme se lê na obra «Os Solstícios - História e Actualidade», o próprio Justino o Mártir, um dos doutores da Igreja, regista que «os cristãos usurparam o dia do Sol», e que o dia da semana sagrado dos cristãos, o domingo (de «Dominus», «Senhor»), é na tradição pagã ocidental consagrado ao Sol, «Dies Solis» (que os Ingleses conservam no seu «Sunday» e os Alemães no seu «Sontag», entre outros...). Não é igualmente por acaso que o dia mais festejado da Cristandade, o Natal, coincide mais coisa menos coisa com o outro solstício, o de Inverno. Talvez porque o culto solar foi por assim uma das últimas «frentes de combate» pagãs contra o Cristianismo, e porque o primeiro imperador cristão, ou cristianizado, Constantino, era pouco antes, e se calhar ao mesmo tempo, um adorador do Sol...


Claro que durante muito tempo a Igreja tentou proibir a celebração do solstício de Verão, antes de a tentar absorver, isto é, cristianizar... Duas fontes para cada uma das duas asserções:
- no século VI, o bispo de Árles proibiu num sermão o «banharem-se nas fontes, nos pântanos e nos rios na noite de S. João e na madrugada do dia seguinte» porque tal «costume nefasto ressuscita o Paganismo»;
- no século VII, uma obra que circulou em todas as dioceses de França dizia, entre outras coisas, que o fogo de S. João é «a marca do regozijo por S. João» e que teve o seu início nos primeiros séculos do Cristianismo, quando «S. Bernardo testemunha que era mesmo praticado entre os pagãos.»
Significa isto que em não conseguindo extirpar de vez a celebração pagã, tentou apoderar-se dela, dirigindo-a, «domesticando-a», de forma a «controlar os abusos», que eram, não apenas os excessos festivos naturais, mas também as «superstições» pagãs que não pudessem ser «transformadas».

Continuando, novamente com Teófilo Braga...
«É justamente uma tal concepção primitiva que faz com que a festa do solstício de Verão seja comum a todos os Povos indo-europeus, e ainda aos Povos semitas; o fenómeno é diversamente dramatizado, mas entre os povos europeus toma a expressão de um Combate de Verão expulsando o Inverno (24 de Junho), ou a sua inversa, a expulsão do Verão pelo Inverno (24 de Dezembro). (...) nos antigos prazos portugueses notou João Pedro Ribeiro, que o ano era sempre contado de São João a São João, e no Alvará de 1 de Julho de 1774, chamou-se-lhe ano irregular. (...) entre os povos eslavos é onde se apresenta mais completo, correspondendo muitas das suas particularidades a costumes portugueses (...). Por um documento da Câmara de Coimbra, de 1464, citado por Viterbo, se nota a forma de combate: "cavalhada na véspera de São João com sina e bestas muares". Em outros povos, esta cavalgada ficou simplesmente lendária, na Mesnie Furieuse, que tanto se localiza no solstício diurno (circa horam medirianam) como no solstício vernal. (...) Nos costumes provinciais conservam-se quase todas as formas dramáticas desta antiquíssima festa solsticial.
(...)



Na Beira Alta acende-se um facho no cimo dos montes (o galheiro) ou na ceira das azenhas (a roda, que ainda na Alemanha se deixa rolar dos montes). O facho, como escreve Leite de Vasconcelos, é um pouco de lenha em volta de um pau alto. Os rapazes que o vão acender levam músicas de tambores e pífaros, e grandes algazarras. O monte é além disto cercado de pinhas acesas.»
Nos Açores, fazem-se as fogueiras na rua, e os rapazes saltam por cima das labaredas; o mesmo no Algarve e no Alentejo.
»
E, como todos sabem, o mesmo se faz um pouco por toda a Europa nesta data - o salto dos jovens por cima das fogueiras, para dar força e saúde, boa sorte, etc..
Tudo isto só ajuda ao tom despreocupado e livre dos folguedos da data, que é isso que interessa. É pela noite dentro, cambada. Força nos Martelos.

É aliás curioso que o martelo se tenha tornado parte da tradição desta celebração. Consta que assim se estabeleceu nos anos sessenta. Mais do que isso não encontrei. Fico-me por salientar que em Roma e eventualmente no mundo céltico continental antigo, mais concretamente na Gália, realizava-se na altura do solstício a celebração de uma Divindade da tempestade, Sumano em Roma e, possivelmente, Taranis na Gália. Noutros pontos da Europa, mais concretamente no norte germânico e no leste balto-eslavo, o Deus do Trovão tem como arma/símbolo um martelo. Não é impossível que também no oeste europeu houvesse essa identificação. Verifica-se pelo menos que na Irlanda céltica (a área ocidental não latina mais bem conhecida nas suas tradições míticas) uma das maiores Divindades, o polivalente Dagda, sábio, fertilizador e bélico, tem como arma uma imensa clava, além de ter também um gigantesco pénis, a arrastar pelo chão. Na Gália, uma das Divindades mais adoradas seria Sucellos, o «Bom Batedor» (batedor, que bate), representado com um martelo. Ora no norte galaico, mais concretamente no sopé do monte Larouco, foi encontrada numa igreja uma imagem do que se presume ser uma Divindade do Raio, ou da Montanha, que possui, além de um gigantesco pénis, também um martelo de duas extremidades iguais, como aqui se observou: http://gladio.blogspot.pt/2012/11/a-cara-do-deus-do-raio-deste-extremo.html

segunda-feira, junho 22, 2026

UMA VITÓRIA DO POVO DADA PELOS NACIONALISTAS QUE A COMUNAGEM QUER REIVINDICAR...

Isto é quando a comunagem faz uma caricatura de si própria, sempre com a sua ridícula mania de tentar transformar as suas retumbantes derrotas em clamorosas vitórias - portanto, o Chega é a segunda força parlamentar com sessenta (60) deputados, o Chega estoira o PCP à força toda no Alentejo, o PCP tem já só quatro deputados, aliás, três (3) - e mesmo assim, é que mesmo assim, a comunagem diz que o Chega é que «foi obrigado a votar contra»...
Está a acontecer em Portugal o mesmo que já aconteceu em França - o partido nacionalista (FN, agora RN em França, Chega em Portugal) está a cilindrar o partido comunista, a tirar-lhe tudo, e a tornar-se no maior partido operário do País.
Por isso é que a nossa A.R., que em tempos foi um sítio cheio de AR, tem agora AR a ser purificado... 


domingo, junho 21, 2026

GRÉCIA - CELEBRAÇÃO RELIGIOSA DO MÊS DE MERCÚRIO

Na Mércores, 17 de Junho, a Religião Nacional Grega realizou uma Peregrinação para Nouminia, o mês de Skiforion, por um bom mês lunar no seu Templo autorizado em Atenas (Aristólous 36, 1o andar). O mês de Skiforion é dominado pelo Deus Mercúrio e as virtudes são cultivadas.
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Fonte: https://www.facebook.com/YSEEHELLAS/posts/pfbid0Y4zX78FGDaiPXG6QP4NRr4DnPnw5cdoQSVmVxKqdGSCiSBP2RokYEyaYTewT7opJl

COLECTIVO PELA LIBERTAÇÃO DA PALESTINA É SUSPEITA DE ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA


Se o Chega "é responsável!" pela violência de Extrema-Direita, como guincha o BE, quantos partidos de Esquerda serão responsáveis por este nojo...

INGLATERRA - CELEBRAÇÃO DO SOLSTÍCIO DE VERÃO JUNTA DEZENAS DE MILHARES DE PESSOAS

Mais de vinte mil pessoas a celebrar o Solstício de Verão em Stonehenge, a maior estrutura megalítica da Europa, sita em Inglaterra e datada de cerca de 2800 a.c..
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Mais fotos: https://www.facebook.com/englishheritage/posts/pfbid01MmwZcX6WhchrtCSTi8QQbdHKa3eCJcNYWRGbE4QMCdJn9qGog6qd2HPL5mwwwz9l

BOM SOLSTÍCIO...


O solstício de Verão de 2023 ocorre a 21 de Junho (Soles) em Portugal, marcando oficialmente o início do Verão.
No hemisfério norte, o dia do solstício do Verão é o dia mais longo do ano.
O que é o Solstício de Verão? O Solstício de Verão é o momento em que o Sol atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do Equador.
Quando o Solstício de Verão acontece em Junho em Portugal, começa o Verão, que é a estação em que se recebe mais incidência de luz solar.
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Fonte: https://www.calendarr.com/portugal/solsticio-de-verao/

sábado, junho 20, 2026

SUMANÁLIA







Vinte de Junho, celebração de Summanus, ou Sumano, Deus do Raio Nocturno em Roma, porventura uma Deidade de origem sabina, tendo de qualquer modo uma raiz indo-europeia; o historiador linguista francês Georges Dumézil teorizou que Sumano fosse o Deus Sombrio típico da dupla soberana indo-europeia, em que uma das Divindades é perigosa, terrível, pouco familiar, e a outra é luminosa, acessível, serena, amigável. Aduz Dumézil que, em Roma, o grande Diespiter, nome arcaico de Júpiter, é o lado diurno, sociável do duo soberano, por assim dizer, enquanto Sumano seria o aspecto sinistro e mais distante do Divino, como o Varuna da dupla indiana Mitra-Varuna (Mitra era o amigo da humanidade, por assim dizer) e o Odin da dupla nórdica (?) Tyr-Odin. Numa versão mais historicizada do mito, novamente em Roma, o fundador e primeiro rei, Rómulo, seria o soberano terrível, furioso, ao passo que Numa, monarca seguinte, se pautava por uma notória serenidade e carácter pacífico, além de uma vocação particularmente sacerdotal.

A celebração de Sumano na véspera do Solstício de Verão dever-se-ia, alvitra Dumézil, a um conceito de «nascimento do Deus», pois que, a partir desta data, as noites voltam a crescer, e Sumano é, de facto, um Deus Nocturno.

Um outro autor cujo nome não consigo recordar, mas que li há uns anos valentes e infelizmente não imprimi, é mais audacioso que o francês sem todavia parecer falhar - diz ele que no panteão indo-europeu primordial, e, também, em vários panteões indo-europeus historicamente conhecidos, o Deus Terrível, distante, como que situado num firmamento mais alto e sombrio, tem um nome derivado da raiz *Sus-, *Sius-, o que, com toda a evidência, recorda precisamente o nome de Sumano e, em menor grau, o do gaulês Esus...

Na celebração de 20 de Junho, sacrificavam-se a Sumano dois bodes negros - negros, correspondentes à noite - e bolos redondos em forma de rodas com raios, os sumanália.

Salta com fulgor à vista a semelhança - pelo menos formal - entre as sumanália oferecidas a Sumano e a roda que costuma acompanhar Taranis nas estatuetas da época galo-romana,


Arte contemporânea:


                


e, também, com um emblema que costuma ser atribuído a Perun, o Gromoviti Znaci:


Perun

Gromoviti Znaci


Ambos os símbolos são essencialmente rodas com vários raios, usualmente seis, facto que eu já aqui tinha salientado, neste artigo (e não só): http://gladio.blogspot.pt/2008/02/o-recrudescer-da-religio-nacional-na.html, no qual aparece também uma curiosa imagem medieval de Júpiter em que no escudo da Divindade se encontra uma estilização do Raio que acaba por consistir numa espécie de roda de seis raios:

sexta-feira, junho 19, 2026

UNIÃO EUROPEIA APROVA MEDIDA PARA DEPORTAR ALÓGENOS MAIS FACILMENTE

O Parlamento Europeu aprovou uma grande reformulação da política de retorno da União Europeia para imigrantes ilegais, apoiando uma legislação destinada a acelerar as deportações, aumentar os períodos de detenção e melhorar a cooperação entre os Estados-Membros.
A medida foi aprovada na Mércores por 418 votos a favor, 218 contra e 30 abstenções, após o apoio de parlamentares do Partido Popular Europeu, dos Conservadores e Reformistas Europeus, dos Patriotas pela Europa e da Europa das Nações Soberanas. Parlamentares de Esquerda e do Partido Verde opuseram-se à legislação, argumentando que ela corria o risco de prejudicar a protecção dos imigrantes e seus direitos fundamentais.
No âmbito do novo quadro regulamentar, as ordens de deportação emitidas por um Estado-membro da UE serão reconhecidas em todo o bloco através da criação de uma Ordem Europeia de Retorno. Os defensores da medida afirmam que a alteração impedirá que os imigrantes que tiveram o seu direito de permanência negado se desloquem para outro Estado-membro para evitar a deportação.
A legislação também introduz a obrigação legal de os imigrantes sujeitos a deportação cooperarem com as autoridades. Aqueles considerados propensos a fugir, a recusar a cooperação ou a representar riscos à segurança poderão ser detidos enquanto os procedimentos de deportação estiverem em curso. Os períodos de detenção administrativa serão alargados a um máximo de 24 meses, com a possibilidade de uma prorrogação adicional de seis meses em determinadas circunstâncias.
As autoridades nacionais receberão poderes mais amplos para preparar deportações, incluindo a capacidade de realizar buscas em residências, pertences pessoais e dispositivos electrónicos, mediante autorização judicial ou administrativa.
As novas regras também permitem que os Estados-Membros estabeleçam acordos com países não pertencentes à UE para acolher os chamados "centros de retorno", para onde os imigrantes sujeitos a ordens de deportação possam ser transferidos antes de serem devolvidos aos seus países de origem. Países como a Itália já tinham acordado um acordo deste tipo com a Albânia; a medida passa agora a ser oficialmente sancionada pela União Europeia, sujeita ao cumprimento do direito internacional.
O eurodeputado húngaro András László saudou a votação, mas afirmou que o verdadeiro teste será se os governos cumprirão as suas promessas. "Adoptar novas regras não basta. Os cidadãos europeus já não aguentam mais. A UE e os governos nacionais têm agora de cumprir a sua missão de expulsar os imigrantes ilegais da UE!", escreveu ele.
A eurodeputada polaca Anna Bryłka afirmou que as reformas eram necessárias porque o sistema actual não tinha conseguido fazer cumprir as decisões de deportação. "Estas mudanças são cruciais porque, actualmente, apenas cerca de 20% dos imigrantes ilegais que tiveram o direito de permanecer na UE negado conseguem efectivamente sair do território", disse ela.
Jordan Bardella, presidente da Reunião Nacional de França e eurodeputado, afirmou que a votação representou uma ruptura com anos de políticas migratórias fracassadas. "O regulamento de retorno foi adoptado", escreveu ele. "Após anos de negação, a União Europeia finalmente está-se a munir de instrumentos à altura do que está em jogo para superar a permissividade migratória."
Bardella atribuiu o resultado à pressão constante dos eurodeputados do seu partido. "Este é um primeiro passo na direcção certa, alcançado graças à mobilização contínua dos deputados da Reunião Nacional", afirmou. "Continuaremos a luta organizando um referendo em 2027 para recuperar totalmente o controlo da nossa política migratória."
Os Democratas Suecos também saudaram o resultado em termos contundentes, escrevendo: "A era da Willkommenskultur acabou, a era das deportações em massa começou."
O eurodeputado holandês Malik Azmani, que actuou como relator da legislação, afirmou que a UE finalmente adoptou medidas eficazes de retorno após quase duas décadas de impasse político.
A legislação precisa agora de receber a aprovação formal do Conselho da União Europeia antes de entrar em vigor. Embora algumas disposições, incluindo as relativas aos centros de repatriação, entrem em vigor imediatamente, a maioria das novas regras só será aplicável 12 meses após a promulgação formal da lei.
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Fonte: https://rmx.news/article/send-them-back-meps-celebrate-after-european-parliament-approves-tougher-migrant-return-rules/
Agradecimentos a quem aqui trouxe este vídeo: https://www.facebook.com/reel/2067675413961867

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Como bem disse o anónimo que aqui trouxe o vídeo, isto mostra que, como tenho dito ao longo dos anos, a UE em si não é inimiga do Nacionalismo, antes pelo contrário, e pode até ser-lhe muitíssimo útil, como agora se vê, sobretudo em Portugal.

Ainda é cedo para cantar vitória, como bem diz o eurodeputado húngaro acima citado, mas isto, se se efectivar, merecerá um cântico europeu colectivo nas ruas: «Glória, glória, aleluia!, glória, glória, aleluia!», se bem que esta seja um bocado cristã, mas depois na altura arranja-se outra, até pode ser o Hino da Alegria, vinha a calhar. 

Graças à Democracia, a medida foi aprovada com quase o dobro dos votos daqueles que se lhe opunham, e é música ouvir os guinchos de ódio esquerdistas diante das palavras «Mandem-nos embora», é música de facto, merece ser guardada e ouvida noutras ocasiões. Digo «graças à Democracia» porque se os eurodeputados fossem escolhidos pelas elites universitárias em vez de eleitos directamente pelo povo, era altamente provável que o resultado desta votação fosse o inverso.
O que sucede agora é, verdadeiramente, música democrática por excelência - a voz do Povo a bater a voz das elites universalistas. Gloria in excelsis Deo, o Deo dos Indo-Europeus, *Dyēus Ph₂tḗr, Deus Pater, o fulgurante Pai do Céu Brilhante, que transporta Europa consigo.


quarta-feira, junho 17, 2026

ALEMANHA - PARTIDO NACIONALISTA ATINGE POPULARIDADE HISTÓRICA JUNTO DO ELEITORADO, AINDA MAIS ACIMA DE TODOS OS OUTROS PARTIDOS DO QUE ANTES

O partido Alternativa para a Alemanha (AfD) continua a distanciar-se do seu principal rival, a União Democrata Cristã (CDU), e do seu partido irmão, a União Socialista Cristã (CSU), numa nova pesquisa, que mostra a AfD com nove pontos de vantagem.
O partido AfD alcançou um novo recorde na actual pesquisa YouGov, chegando a 29%, enquanto a CDU/CSU e o SPD atingiram os seus menores índices de aprovação. Espera-se que os resultados aumentem a pressão sobre a coligação governativa, cada vez mais desprezada pelo público alemão.
Na pesquisa YouGov, a CDU/CSU alcançou 20% dos votos e o SPD, 12%. Os partidos da União nunca estiveram tão mal numa pesquisa YouGov.
No entanto, os Verdes, com 14%, e o Partido da Esquerda, com 12%, estão a obter ganhos ligeiros.
O FDP também está a ganhar terreno, atingindo 5% pela primeira vez num ano e meio, após a eleição de um novo presidente, Wolfgang Kubicki.
Os resultados para a CDU, em particular, certamente provocarão mais turbulência no partido, com alguns membros talvez até mesmo a vislumbrar uma futura coligação com a AfD, uma possibilidade que foi veementemente rejeitada pela liderança da CDU. Em especial, o chanceler Friedrich Merz jurou nunca trabalhar com o partido.
O dilema para a CDU continua a ser o facto de o partido ser forçado a formar coligações com partidos predominantemente de Esquerda, como os Verdes, o SPD e até mesmo o Partido da Esquerda, por meio da sua barreira contra a AfD. A política resultante tem deixado os eleitores da CDU cada vez mais insatisfeitos com os resultados, mas, surpreendentemente, cerca de metade dos eleitores da CDU também rejeita uma coligação com a AfD.
A YouGov também descobriu que a maioria dos Alemães não quer que o Campeonato do Mundo seja politizado. A selecção alemã tem um histórico de adoptar uma postura "progressista" nos dois últimos Campeonatos do Mundo, mas acabou por ser humilhada em ambos os torneios, não conseguindo passar da fase preliminar em nenhuma das duas.
No entanto, os Alemães rejeitam veementemente a política no futebol, com 65% dos entrevistados a afirmar que desejam a separação estrita entre o Campeonato do Mundo e a política. Os eleitores do AfD (82%) e da CDU/CSU (74%) são particularmente favoráveis ​​a esta posição. Mais da metade dos eleitores do SPD, 55%, também partilham esta opinião. No entanto, muitos na Extrema-Esquerda apoiam a política no futebol, como o Partido da Esquerda (41%) e os Verdes (34%).
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Fonte: https://rmx.news/article/germany-anti-immigration-afd-jumps-to-9-point-lead-over-cdu-in-new-poll/


POLÓNIA - PRESIDENTE QUER TROPAS NORTE-AMERICANAS NO PAÍS

O presidente polaco Karol Nawrocki acusou o governo de Donald Tusk de enfraquecer a posição da Polónia junto a Washington ao iniciar uma visita aos Estados Unidos, afirmando que a sua prioridade era garantir uma presença militar americana permanente na PolóniaNawrocki, que está nos Estados Unidos a convite do presidente Donald Trump, deverá comparecer ao evento de gala do UFC Freedom 250 na Casa Branca e realizar reuniões com Trump, políticos americanos e membros da comunidade polaca.
Antes dessas reuniões, o presidente assistiu à missa na Igreja Católica Romana Polaca de Nossa Senhora Rainha da Polónia e São Maximiliano Kolbe, em Silver Spring, Maryland. Em declarações à imprensa após a missa, afirmou que o “objectivo estratégico” da Polónia continua a ser o estacionamento permanente de tropas americanas no país.
Nawrocki afirmou que a relação que construiu com Trump criou uma oportunidade para a Polónia, mas argumentou que o governo em Varsóvia não estava a agit com rapidez suficiente para transformar esta oportunidade em resultados concretos. “Esta é a principal tarefa dos jornalistas polacos, da opinião pública polaca, garantir que o que está a ser estabelecido ao mais alto nível político, graças às excelentes relações entre os dois presidentes, seja implementado pelo governo, e temos grandes problemas com isto”, afirmou, citado pelo wpolityceO presidente apontou para "problemas" na conduta do primeiro-ministro Donald Tusk e atrasos na proposta de construção da base militar de Fort Trump na Polónia, e disse que a questão já tinha sido levantada durante as suas conversas com Trump no ano passado. “Este também foi o tema das minhas conversas com o Presidente Trump em 3 de Setembro. Concordámos que o Presidente Trump está pronto para investir no Forte Trump na Polónia”, disse Nawrocki.
Argumentou que a situação financeira e as prioridades políticas do governo dificultaram o avanço do projecto, apontando o dedo para o Ministro das Finanças, Andrzej Domański, e acusando a administração de não ter aproveitado um momento diplomático favorável. “E a viabilidade destas tarefas, devido à situação dramática das finanças públicas, causada pelo Ministro Domański, e a implementação de sequer 100 das demandas do actual governo, é simplesmente precária. Se houvesse um governo capaz de aproveitar esta situação favorável, que surgiu na relação entre os dois presidentes, estaríamos muito mais avançados. Espero poder mobilizar o governo polaco para que tire proveito do estabelecimento destas relações no mais alto nível”, disse Nawrocki.
O presidente também foi questionado se deveria viajar a Washington com Tusk ou com o Ministro das Relações Exteriores, Radosław Sikorski, como Andrzej Duda fez certa vez com Tusk para uma reunião com Joe Biden. Nawrocki rejeitou a sugestão, afirmando que a abordagem de política externa de Sikorski estava a tornar o seu trabalho mais difícil em vez de mais fácil. “O Ministro Sikorski quer realmente assumir o cargo, Sr. Editor, mas o Ministro Sikorski precisa de perceber que a política que ele está a implementar, que é principalmente resultado das acções do Primeiro-Ministro Donald Tusk, é mais um obstáculo do que uma ajuda”, disse ele. Acrescentou: "Não cabe ao presidente melhorar a imagem do primeiro-ministro após as declarações deste, do marechal e de certos gestos."
Nawrocki afirmou que as perguntas sobre o estado das relações polaco-americanas não deveriam ser dirigidas a ele, mas sim àqueles que ele acusou de prejudicar os laços com Washington. “Ou seja, penso que o editor deveria formular essas perguntas, por preocupação com as relações polaco-americanas, não a mim, porque estou a fazer o meu trabalho, mas àqueles que se comportaram de forma irresponsável e destruíram as relações que eu consegui reparar. Consegui repará-las graças à sabedoria da Nação Polaca, que elegeu um presidente que vislumbrou um forte rumo transatlântico”, disse ele.
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Fonte: https://rmx.news/article/president-nawrocki-says-tusk-government-is-more-hindrance-than-help-to-polands-push-for-permanent-us-troops/

ALEMANHA - ADOLESCENTES ALÓGENOS SOLTOS DEPOIS DE AGREDIREM SEXUALMENTE QUATRO RAPARIGAS MENORES

Após o alegado abuso sexual de quatro meninas em Halle, o Ministério Público decidiu não apresentar pedido de prisão preventiva, o que significa que todos os jovens com histórico de imigração foram libertados. Apesar de duas vítimas terem precisado de hospitalização, o Procurador-Geral Dennis Cernota afirmou que o incidente começou como um “encontro consensual”.
Segundo o Ministério Público, não existem fundamentos legais para a prisão preventiva, como risco de fuga ou risco de reincidência. Os acusados ​​também possuem endereço fixo.
Mais detalhes surgiram desde que o caso foi relatado pela primeira vez, indicando que os envolvidos se conheciam antes daquela noite e que pelo menos uma das meninas e um dos meninos eram parentes. Além disso, as meninas, todas com 16 anos ou menos, supostamente organizaram o encontro e até levaram a bebida alcoólica.
No entanto, já existem indícios de que a noite pode ter começado de forma desfavorável e rapidamente se deteriorou. Os quatro jovens, com idades entre 13 e 16 anos e todos com histórico de imigração de Portugal e do Mali, continuam a ser acusados ​​no caso. Eles são acusados ​​de abusar das quatro meninas num prédio de apartamentos na zona sul de Halle.
Duas das meninas precisaram de ser hospitalizadas e as outras duas receberam atendimento ambulatorial. A polícia ainda está a investigar se drogas e álcool tiveram alguma influência no incidente.
O Ministério Público indica que as jovens estão com dificuldades para se lembrar do que aconteceu naquela noite, possivelmente devido ao uso de substâncias, mas depoimentos de testemunhas podem esclarecer os detalhes e corroborar as alegações das jovens. Segundo relatos, um morador local viu uma das jovens que saiu a correr da casa parcialmente nua enquanto falava ao telefone com a polícia e, em seguida, encontrou outra jovem caída no chão, desorientada, dentro do apartamento.
Outra moradora disse ter ouvido barulhos altos e gritos antes de as adolescentes fugirem para a rua, supostamente seguidas por um jovem parcialmente despido. Uma das meninas apresentava ferimentos visíveis no rosto, segundo a testemunha.
O Ministério Público confirmou que ocorreram actos sexuais durante a noite, mas o que aconteceu durante estes actos e se eles constituíram crime ainda está a ser investigado.
Um dos suspeitos, de 13 anos, é menor de idade e já foi libertado imediatamente para ir ter com os seus pais.
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Fonte: https://rmx.news/article/germany-migrant-youths-released-after-alleged-sexual-assault-of-4-teen-girls-in-halle/

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Ao passar apressadamente a vista pelas últimas palavras, julguei ter lido «libertado imediatamente para o seu país», ou seja, deportado, mas é claro que tal coisa estaria absolutamente fora de questão, isso de certeza que não se passava nesta dimensão em solo europeu nesta primeira metade do ano de 2026, porque, para tal coisa acontecer, era preciso que a elite reinante nos tribunais não fosse profundamente doentia desde há décadas.
Quanto à origem dos pivetes criminosos, alguns são do Mali, acredito, outros parece que são «de Portugal», e isto até é possível, mas não acredito sem ver as trombas dos arguidos, era o que mais faltava que fossem considerados portugueses só por terem um papel atribuído pelas elites tugas a dizer que eles são portugueses. 

SUÉCIA - AFRICANO VIOLA IDOSA COM PERDAS DE MEMÓRIA MAS NÃO É DEPORTADO PORQUE A VIOLAÇÃO DUROU POUCO TEMPO E ELE FALA BEM SUECO E TEM EMPREGO ESTÁVEL, APESAR DE JÁ TER COMETIDO OUTROS CRIMES...

Um cuidador eritreu na casa dos 30 anos foi condenado a quatro anos de prisão por estuprar uma mulher de 82 anos, embora tenha evitado a deportação devido ao seu histórico de integração na Suécia. Entre as provas obtidas estavam amostras de esperma que o homem africano deixou na cama da idosa. A vítima vulnerável, que sofre de perda de memória próxima, recebia serviços de assistência domiciliar do homem condenado. Na noite de 3 de Novembro de 2025, o seu filho contactou a polícia após ela ter sido estuprada pelo eritreu. Em interrogatórios subsequentes, a mulher relembrou o abuso, descrevendo-o como doloroso e desagradável, segundo o veículo de comunicação sueco SamnyttA investigação revelou que o empregado doméstico entrou no escritório do patrão e abriu um armário com chaves na noite do crime, apesar de estar fora de serviço naquele momento. As equipas forenses descobriram uma mancha de esperma nos lençóis da mulher, e uma análise de ADN subsequente confirmou que correspondia ao suspeito. O homem negou qualquer irregularidade, mas durante o interrogatório policial, alegou inicialmente que deixou a mancha de esperma durante uma visita de trabalho anterior, enquanto fazia sexo por telefone com a sua namorada. Mais tarde, mudou a sua versão, admitindo que a história da namorada era inventada, mas mantendo que se tinha masturbado secretamente durante uma visita de serviço anterior e ejaculado na cama da mulher. Ele justificou a sua presença no escritório na sua folga dizendo que queria passar um tempo com os colegas de trabalho ou preparar-se para o próximo turno, acrescentando que não se lembrava de ter aberto o armário de chaves. O tribunal distrital rejeitou a sua explicação e considerou comprovado que ele estuprou a mulher. A acusação argumentou que o crime deveria ser classificado como grave devido à idade avançada da vítima, à sua saúde debilitada e à sua relação de dependência com o cuidador. No entanto, o tribunal considerou uma série de alegados factores atenuantes, descrevendo o estupro como "de curta duração e ocorrido sem ameaças ou agressões". Por fim, ele foi condenado a quatro anos de prisão por estupro em grau normal.
Samnytt revelou que a empresa de assistência contratou o homem eritreu apesar das suas múltiplas condenações por crimes graves. Já tinha sido condenado por furto e pequenos furtos, além de delitos sérios relacionados com o submundo do crime em Estocolmo. Em sentença de 2022 do Tribunal de Apelações de Svea, o homem foi condenado a dois anos e dois meses de prisão por crimes agravados de tráfico de drogas e condução sob efeito de álcool.
A promotoria também solicitou que o homem, cidadão eritreu, fosse deportado para sempre. No entanto, o tribunal recusou a deportação. Argumentou que ele chegou à Suécia ainda criança, viveu no país por quase 20 anos, falava Sueco fluentemente e tinha mantido um emprego nos últimos anos, o que elevava o limiar legal para a deportação. O estupro de uma idosa aparentemente não foi suficiente para ultrapassar esse limiar.
O tribunal distrital observou que se tratava de um crime grave e também levou em consideração as suas condenações anteriores, afirmando que "existe um risco claro de reincidência".
O Remix News noticiou inúmeras histórias semelhantes nos últimos anos envolvendo estrangeiros que estupraram mulheres idosas europeias, incluindo 14 casos deste tipo em França.
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Fonte: https://rmx.news/article/sweden-eritrean-care-worker-convicted-for-raping-82-year-old-woman-avoids-deportation-because-he-is-integrated-and-the-rape-was-brief-and-without-threats-or-blows/

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Não hão-de «««jovens»»» como este de querer imigrar para a Europa... dizem-lhes provavelmente que «os Europeus» são uns pamonhas, alvos fáceis, e os «««jovens»»» do terceiro-mundo acreditam, e até têm boa razão para acreditar, isto no que diz respeito às elites reinantes, como bem se vê no obsceno caso em epígrafe...
Num possível futuro em que as forças nacionalistas consigam limpar e recuperar a Europa toda, situações destas deverão ser contadas aos jovens vindouros para perceberem porque é que foi preciso higienizar todo o Velho Continente, e porque é que isto só poderia ter sido feito pelas fileiras nacionalistas.