quarta-feira, julho 29, 2026

ADORAÇÃO DO DEUS MÁXIMO DO MAIOR BLOCO ÉTNICO DA EUROPA - PERUN, DEUS ESLAVO DO TROVÃO, DA GUERRA E DA SOBERANIA


Fonte: https://ua.news/en/ukraine/sviato-20-lipnia-peruniv-den-nagaduie-pro-davni-viruvannia-slovian

PROPORÇÃO DA RAÇA BRANCA OU CAUCASÓIDE NO VELHO MUNDO



ALEMANHA - DEPOIS DO ATAQUE TERRORISTA A MARCHA GAY EM BERLIM, O AUTARCA ACHA QUE É PRECISO INTRODUZIR NAS ESCOLAS O ENSINO DO... ISLÃO...

O autarca de Berlim, Kai Wegner, pediu a introdução do ensino religioso islâmico nas escolas públicas após o ataque mortal de grupos islamistas perto das comemorações do Christopher Street Day, na capital. O político da CDU argumentou que jovens muçulmanos estão a ser radicalizados por meio de redes religiosas que operam fora de uma supervisão estatal significativa, incluindo o que ele descreveu como "mesquitas de quintal". Conforme relatado pelo Tagesspiegel, Wegner afirmou que o ensino islâmico em escolas públicas poderia ajudar a proteger os jovens de influências extremistas, uma vez que o currículo e os professores estariam sujeitos à supervisão do Estado. “O ensino religioso nas escolas públicas poderia contribuir significativamente para proteger os jovens dessas influências”, afirmou. Acrescentou que o ensino religioso islâmico deveria ser oferecido nas escolas de Berlim precisamente porque isso colocaria o ensino sob controle público, em vez de deixá-lo exclusivamente a cargo de mesquitas e associações independentes. “Devemos aumentar a pressão e o controle sobre as mesquitas radicais com o objectivo de proibi-las”, acrescentou ele, conforme citado pelo Bild
A intervenção ocorre na sequência de um ataque perpetrado por Abdul Ballout, um conhecido islamita que já tinha sido processado pelas autoridades alemãs por tentar juntar-se ao Estado Islâmico. 
Ballout foi detido no Líbano enquanto tentava chegar à Síria, retornou à Alemanha e foi preso no Aeroporto de Berlim Brandenburg em novembro de 2025. Em Maio de 2026, um tribunal juvenil de Berlim condenou-o por preparar um acto grave de violência que coloca em risco o Estado, distribuir propaganda do Estado Islâmico e outros crimes. A promotoria pediu uma pena de dois anos e dez meses, mas o tribunal impôs uma pena juvenil de um ano e dez meses, suspendendo-a provisoriamente. Foi libertado enquanto os promotores recorriam da decisão. Ballout foi posteriormente acusado de matar uma mulher e ferir 29 pessoas após atropelar uma multidão com uma carrinha alugada no Tiergarten, em Berlim, e atacar pessoas com um punhal.
A polícia localizou-o posteriormente num conjunto de hortas comunitárias em Spandau. Foi morto a tiro após aproximar-se dos polícias com uma arma branca.
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Fonte: https://rmx.news/article/berlin-mayor-calls-for-islamic-lessons-in-state-schools-following-latest-attack/

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Repare-se que este autarca não é de Extrema-Esquerda, nem sequer de Esquerda, nem do Centro, mas sim do maior partido de «Direita» do país...
Se isto não for uma medida ditada pelo medo - e muitos islamistas vão interpretá-la assim - é, na melhor das hipóteses, determinada pela ingenuidade mais suicidária. O fulano acredita eventualmente que o verdadeiro Islão não é radical e não mata gays e tal. Ora a homossexualidade é punida por lei na maioria dos países muçulmanos, há condenação à morte por este acto em pelo menos dez países do planeta, e todos eles são de forte influência islâmica, mas os kaiwegners das elites acham que se calhar não é bem assim, porque não, e porque os muçulmanos a viver no Ocidente são mais civilizados, porque são, porque se vieram para o Ocidente, é porque gostam do Ocidente (não é por viverem materialmente melhor e terem tudo de bandeja e não levarem porrada da polícia), pois 'tá claro, mas como é que eles não haviam de gostar do Ocidente... ou então acreditam, os kaiwegners, que há um composto na atmosfera europeia que torna as pessoas mais brandas e democráticas, deve ser disso... 
Pode dar-se o caso de os kaiwegners acharem que podem dar a volta à questão e ensinar um Islão assim à maneira, tolerante e tal. As falsificações rapidamente se identificam como tal, especialmente quando há milhões de clérigos muçulmanos de olho na coisa. Dar instrução islâmica nas escolas é só abrir a porta para que depois estes pastores de muslos possam orientá-los como entenderem.
Tudo isto se evitava facilmente num governo nacionalista, cuja solução não seria «simplista», como dizem as elites me(r)diáticas, seria simplesmente salutar e normal - deportação imediata de toneladas de alógenos do terceiro-mundo. Sim, é mesmo assim tão simples e não o perceber é estar iludido ou então gravemente doente de sida cultural.



SUÉCIA - PIVETE «SUECO» SÍRIO VIOLA MIÚDA DEFICIENTE DE 15 ANOS, FILMA O ACTO, MAS NÃO PODE SER EXPULSO PORQUE «É SUECO»...


Um jovem de 17 anos com dupla cidadania sueca e síria foi acusado de estupro qualificado de uma criança, enquanto um adolescente de 14 anos também está a ser investigado por estuprar violentamente uma menina de 15 anos com deficiência.´
O abuso, que foi filmado pelos agressores, teria ocorrido em Novembro passado. De acordo com a promotora Karin Persson, “a cena do crime são quatro banheiros públicos diferentes em um shopping center em Uppsala”. A investigação revela que o jovem de 17 anos e o de 14 anos teriam agido “em conjunto e de forma conspiratória”, usando violência e ameaças para forçar a vítima a praticar sexo vaginal e oral.
A menina, que tinha 15 anos na altura do ataque, é considerada menor de idade perante a lei, pois a sua deficiência resultou em “capacidade reduzida de proteger a sua integridade sexual”.
O processo judicial fornece detalhes estarrecedores de como os suspeitos estupraram a jovem à força. Um trecho diz: “A violência consistiu em golpes nas costas e nas nádegas da autora, bem como em amarras na sua cabeça e corpo que lhe causaram dor. A ameaça consistiu em eles ameaçarem divulgar imagens filmadas do abuso.”
O incidente só veio à tona mais de uma semana depois, quando a vítima procurou atendimento médico, momento em que foi registado um boletim de ocorrência, de acordo com o jornal sueco Expressen.
Enquanto o jovem de 17 anos enfrenta acusações criminais, o de 14 anos está sujeito a uma "acção de provas" por ser menor de idade e não ter responsabilidade penal. Este processo permite que o tribunal determine a culpa sem impor uma punição formal. É importante ressaltar que o indivíduo mais velho possui cidadania sueca e síria, o que significa que não pode ser deportado, mesmo se condenado, por ser cidadão sueco.
Além do estupro, o jovem de 17 anos é acusado de fotografia ofensiva e pornografia infantil por ter filmado a agressão. Embora admita os crimes de fotografia e pornografia, ele “nega o estupro agravado de crianças”.
O adolescente de 14 anos “admite alguns detalhes dos factos, mas nega ter cometido qualquer delito”.
O suspeito de 17 anos possui antecedentes criminais, incluindo uma condenação recente por agressão qualificada envolvendo um ataque colectivo contra um homem. Por este crime, ele recebeu 70 horas de serviço comunitário. Também já foi condenado por agressão e ameaças.
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Fonte: 
https://rmx.news/article/sweden-migrant-charged-with-gang-raping-15-year-old-disabled-girl-in-4-separate-bathrooms-but-he-cannot-be-deported/

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Quando é que se vai poder punir os responsáveis pela concessão de cidadania a este infecto adolescente, e pela legislação que não permite que se lhe retire a nacionalidade?

FRANÇA - FRANCÊS PRÓ-IMIGRAÇÃO ACOLHEU IMIGRANTES EM SUA CASA E AGORA ESTÁ ELE PRÓPRIO NO OLHO DA RUA

Em Saint-Juvat, na região de Côtes-d'Armor, na França, Hervé, de 56 anos, concordou em hospedar uma família de quatro imigrantes ilegais da Maurícia, país africano, no verão de 2025. O que começou como um grande erro revelou-se um grande problema, e agora Hervé está sem tecto e sem acesso à casa na qual investiu anos de reformas.
Hervé, que passou anos a restaurar uma histórica casa de hóspedes francesa numa tranquila comunidade rural com o sonho de criar um refúgio acessível para viajantes e pessoas necessitadas, vê-se agora desabrigado após convidar a família para se hospedar. A situação agravou-se, resultando em ameaças, danos à propriedade, batalhas judiciais e a sua própria condição de sem-tecto.
Hervé adquiriu a antiga pousada num leilão em 2019. Nos cinco anos seguintes, dedicou tempo, esforço e recursos à restauração do edifício, idealizando-o como sua casa e um espaço acolhedor. O seu plano era simples, porém ambicioso: oferecer estadias a baixo custo para campistas, turistas e residentes temporários que, de outra forma, teriam dificuldades para encontrar acomodações acessíveis na região, segundo o jornal francês La Dépêche.
Esta não foi a primeira vez que ele estendeu a mão amiga. Hervé já tinha acolhido na sua propriedade diversas pessoas que enfrentavam dificuldades. Acredito que abrir as portas aos outros é algo fundamental”, disse ele, refletindo uma filosofia pessoal de abertura.
No Verão de 2025, um casal com duas filhas pequenas procurou Hervé pedindo permissão para montar uma barraca no seu jardim para o Inverno que se aproximava. A família, de origem mauriciana e, segundo relatos, em situação administrativa irregular em França, corria o risco de passar os meses frios ao relento. Comovido com a vulnerabilidade deles, especialmente das crianças, Hervé ofereceu-se para permitir que morassem na sua propriedade. “Crianças a dormir em barracas durante o Inverno e ainda a ter que ir à escola — isso é terrível”, explicou ele mais tarde. Permitiu então que elas ficassem na casa de hóspedes por um curto período, a um preço de aluguer muito acessível. A 6 de Outubro de 2025, as partes assinaram um contracto de arrendamento de dois meses, renovável por mais uma vez. O período inicial de convivência pareceu transcorrer sem problemas. Hervé chegou a ajudar a matricular a filha mais nova, ainda menor de idade, no liceu hoteleiro na cidade vizinha de Dinard, dando à família uma aparência de estabilidade. No início de 2026, as tensões começaram a surgir. Relatos descrevem distúrbios nocturnos crescentes, acusações infundadas de roubo contra Hervé e alegações de que as contas de electricidade tinham sido adulteradas ou falsificadas. A situação agravou-se drasticamente em Janeiro de 2026. Segundo relatos, o pai da família foi apanhado a adulterar o medidor de electricidade. Ao ser confrontado, ele teria ameaçado Hervé directamente, dizendo: "Vou-te partir a cara". Para Hervé, isto representou uma viragem. “A máscara cai”, disse ele à Actu, quando ficou claro que a família poderia ser perigosa. Ele decidiu não renovar o contracto de aluguer, alegando, entre outros problemas, a falta de comprovante de seguro por parte da família. A situação piorou quando o casal supostamente danificou o seu carro, quebrando um retrovisor. Hervé apresentou queixa às autoridades. Seguindo o conselho de polícias, que o aconselharam a não ficar sozinho na propriedade, ele ligou para o irmão em busca de apoio e acabou por deixar a casa de hóspedes. Numa manhã, pouco tempo depois, ele voltou e encontrou a casa coberta de lama, um aparente acto de vandalismo. A 1 de Fevereiro de 2026, Hervé emitiu uma notificação legal formal exigindo que a família desocupasse o imóvel. A família não acatou a exigência. À medida que o processo de despejo avançava nos tribunais, Hervé fez uma descoberta surpreendente: o mesmo casal já tinha sido alvo de um processo de despejo noutra propriedade por volta de Julho de 2025. Esses problemas anteriores envolviam, segundo relatos, aluguer atrasado, violência verbal e ameaças de morte.
O processo legal actual tem-se mostrado dolorosamente lento. Em Julho de 2026 – quase seis meses após a notificação formal – a família permanece na casa de hóspedes. As audiências foram perdidas ou adiadas a pedido da família, e Hervé não conseguiu retomar a posse da sua casa. Ele descreveu a situação como “incontrolável” e agora considera vender a propriedade que levou cinco anos para restaurar.
França já presenciou casos ainda piores no passado, incluindo imigrantes que acabaram por matar as suas famílias anfitriãs, um facto que a Remix News já abordou diversas vezes (aqui, aqui, aqui e aqui). Os casos envolviam frequentemente pessoas de Esquerda e altruístas que ofereciam as suas casas a imigrantes que acabavam por assassiná-las violentamente ou ocupar os seus apartamentos ilegalmente.
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Fonte: https://rmx.news/article/a-frenchman-took-in-4-illegal-migrants-into-his-home-out-of-kindness-now-he-is-homeless/

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Mais uma notícia que não passa nos grandessíssimos mé(r)dia, apesar de ter um toquezito de insólito algo cómico que os jornalistas tanto apreciam, e expõem por vezes no final do jornal da noite, e pelos vistos já são vários, e até tinha piada mostrar este fulano sem tecto e com cara de parvo, mas mostrá-lo nos mé(r)dia podia alertar demasiado o «povinho» para os riscos da imigração e portantos é melhor não...


COMISSÃO EUROPEIA REJEITA INICIATIVA DE CIDADÃOS CONTRA IMIGRAÇÃO NÃO OCIDENTAL

A Comissão Europeia recusou-se a registar a "Lei Salvar a Europa", uma iniciativa de cidadania europeia que apela a uma moratória sobre a imigração de países não ocidentais e a uma reforma fundamental do sistema de migração e asilo da UE. A iniciativa foi lançada pelo activista austríaco Martin Sellner e pela comentarista holandesa Eva Vlaardingerbroek. Os seus organizadores afirmam que já foram coletadas mais de 580 mil assinaturas.
A Comissão decidiu que a iniciativa não cumpria os requisitos legais para ser registada como uma Iniciativa de Cidadania Europeia. O texto afirma que a proposta de moratória na imigração de "países não ocidentais", incluindo para fins de estudo e reunificação familiar, e sua referência à "continuidade étnica e cultural" dos "Povos Nativos" da Europa, equivaleriam a discriminação com base em raça ou origem étnica. A Comissão também contestou a alegação da iniciativa de que a Europa estava a enfrentar uma “troca demográfica” causada por imigrantes não ocidentais e não europeus.
Segundo as normas da UE, uma Iniciativa de Cidadania Europeia deve cumprir os Tratados da UE e a Carta dos Direitos Fundamentais. A Comissão afirmou que a Lei Salvar a Europa era “manifestamente contrária” aos valores da União e, portanto, não podia ser registada.
A decisão significa que a campanha não pode usar o mecanismo formal da Iniciativa de Cidadania Europeia, que permite aos cidadãos solicitar à Comissão que proponha legislação após a recolha de pelo menos um milhão de assinaturas de pelo menos sete Estados-Membros da UE.
Sellner e Vlaardingerbroek condenaram a decisão. “Não vamos recuar”, disse Vlaardingerbroek em publicação a anunciar a decisão da Comissão. Os organizadores acusaram Bruxelas de rejeitar as opiniões de “quase 600 mil patriotas europeus” e descreveram a medida como um ataque aos direitos democráticos. A conta oficial do grupo X, responsável pela Lei Salvar a Europa, afirmou: “Segundo eles, querer interromper a imigração em massa ilimitada de pessoas de fora do Ocidente e proteger a continuidade demográfica dos Povos da Europa é “discriminação racial” contra estrangeiros e vai “contrariamente aos valores da UE”. “A motivação deles é vaga, frágil e revela sua verdadeira natureza anti-democrática. Não vamos parar por aqui. Vamos tomar medidas contra essa decisão. A luta continua. Os Povos da Europa não são obrigados a aceitar o seu próprio desaparecimento demográfico como um 'valor'.
A decisão da Comissão seguiu-se a um aviso enviado aos organizadores em Junho, no qual afirmou que as propostas da iniciativa pareciam incompatíveis com os direitos e valores fundamentais da UE. Os activistas responderam continuando a recolher assinaturas e declararam que não alterariam as suas reivindicações.
A iniciativa pedia o fim do que descrevia como "imigração em massa não ocidental" sem prazo definido e uma reforma do sistema de imigração e asilo da UE. Os seus organizadores também defendiam políticas baseadas na preservação da "continuidade étnica e cultural" das populações nativas da Europa.
A decisão da Comissão surge num momento em que a própria política migratória da UE atravessa grandes mudanças. O Pacto da UE sobre Migração e Asilo entrou em vigor em Junho, introduzindo regras comuns em matéria de triagem, procedimentos de asilo, gestão de fronteiras e retornos.
Bruxelas também apresentou uma estratégia de cinco anos que combina esforços para reduzir a imigração irregular e melhorar os retornos com rotas de imigração legal e a protecção de pessoas que fogem da perseguição.
A Iniciativa de Cidadania Europeia é o mecanismo formal da UE que permite aos cidadãos propor alterações à política europeia.
Após o registo da iniciativa, os organizadores têm 12 meses para recolher pelo menos um milhão de assinaturas verificadas de cidadãos em pelo menos sete Estados-Membros. Se atingirem esse limiar, a Comissão Europeia deve examinar a proposta e emitir uma resposta formal, embora não seja legalmente obrigada a adoptar a legislação solicitada.
Bruxelas já registrou iniciativas que pedem acesso ao aborto com o apoio da UE, uma proibição em toda a UE das chamadas "práticas de conversão", a abolição das gaiolas na criação de animais, restrições à publicidade de combustíveis fósseis e a exclusão dos serviços de água da liberalização do mercado. Várias dessas campanhas chegaram a recolher mais de um milhão de assinaturas e receberam respostas formais da Comissão.
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Fontes:
https://brusselssignal.eu/2026/07/eu-rejects-anti-mass-migration-citizen-initiative-saying-it-goes-against-eu-values/
https://jihadwatch.org/2026/07/european-commission-blocks-attempt-of-europeans-to-halt-non-western-migration

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Sim, esta legislação proposta é discriminatória com base racial e étnica. Discriminar racial etnicamente é um direito e, consoante as circunstâncias, um dever, porque toda a ética normal, universal e não universalista, manda dar prioridade à sua própria gente - e claro que a elite mais doente da história da humanidade tinha de diabolizar este conceito, e diaboliza-o em nome do seu universalismo militante, assumido como valor inquestionável, dando-se por isso ao despudor de o categorizar como um dos «valores da União», mas quais «valores da União»?, os valores dos Povos?, não, os valores de uma elite que se arroga ao direito de ditar os seus próprios valores da elite ao «povinho». Este procedimento da comissão europeia é, formalmente falando, um acto anti-democrático, pois que se trata de meia dúzia de representantes da elite a invalidar a vontade de mais de meio milhão de cidadãos, não querendo sequer que o povo, o povo autêntico, possa votar esta iniciativa. Democracia é, precisamente, o poder do povo, não é o poder do povo mais a merda dos valores da elite, é mesmo só a parte do poder do povo, só isso, e sempre o foi, desde a Grécia antiga - povo não é «toda a gente», não é qualquer gajo que vá ali a passar; povo é quem pertence à estirpe do povo, pois que o próprio conceito de Povo é, à partida, de cariz étnico. O que veio diluir este conceito de etnia como elemento determinante na definição da Democracia foi a moral cristã, uma corrente ideológica que se foca no indivíduo «em si», independentemente da sua raiz étnica; é ao indivíduo que se dirige a mensagem cristã, o indivíduo contra a sua própria gente (família) se for caso disso, como o próprio Jesus disse quando declarou que vinha virar filho contra pai e filha contra mãe; é aqui que reside o cerne do HIV que hoje mata por dentro a Europa, precisamente a partir da sua elite, a parte da população mais influenciada pela doutrina moral universalista do Cristianismo. 
Resta aos Nacionalistas continuar o seu combate, esforçando-se por todos os meios, inclusivamente o de pugnar para que a comissão europeia perca poder diante do parlamento europeu, onde os partidos nacionalistas, estes sim, eleitos pelos Povos, têm conseguido fazer passar medidas contra a iminvasão da Europa.



EUROPA - MENOS CULPABILIZAÇÃO, MAIS REARMAMENTO


A comentadora Diana Soller desmonta a acusação constante contra a Europa no que toca às negociações de paz entre a Ucrânia e a Rússia.
A ideologia burguesa funciona com burgueses e gente civilizada - não garante nada além disso, sobretudo quando está a lidar com bullies que só respeitam a lei da força. Este é o motivo pelo qual a OTAN deve rearmar-se para deixar claro que Putin não manda num só milímetro a oeste da Rússia.

ALEMANHA - MILITANTE DIZ QUE OS BRANCOS DEVEM DEIXAR DE TER FILHOS PARA ASSIM DESAPARECEREM PORQUE SÃO CULPADOS

A alemã Verena Brunschweiger, que se autodenomina "feminista radical", está a promover o slogan: "A minha linhagem termina comigo". Ela afirma que espera encorajar as pessoas, especialmente as brancas, a pararem de ter filhos. Afirma também que os pró-natalistas ocidentais só querem "controlar as mulheres e impedir a entrada de refugiados". 
O artigo sobre as suas opiniões, do site australiano news.com.au, tem o título: “'A minha linhagem termina comigo': Por que motivo a feminista 'ícone da ausência de filhos' quer menos 'bebés brancos' e mais refugiados”. A reportagem citou-a dizendo: "Temos um lema do qual nos orgulhamos: 'A minha linhagem termina comigo'. Acho que esta é uma escolha responsável." Brunschweiger afirmou que os Europeus são os culpados pela má qualidade de vida em África e convidou o mundo inteiro para a Europa. “Então eu acolheria todos os imigrantes e refugiados porque, por assim dizer, nós arruinámos o mundo.” “Nós produzimos as mudanças climáticas que tornam a vida em África, por exemplo, miserável e horrível. Então, é claro, porque não convidá-los se eles quiserem vir?” Ela afirmou que no seu país de origem, o partido alemão Alternativa para a Alemanha (AfD) está a promover "absurdos populistas". “Todos os brancos dizem: 'Não seria horrível se perdêssemos os brancos, a maioria branca?' Eles querem sempre que as mulheres brancas tenham mais filhos para poderem dizer: 'Ah, continuem assim, já estamos cheios'”, acrescentou ela. 
Ela afirma que os países ocidentais têm o dever moral de acolher refugiados. “Porque nós produzimos todas as alterações climáticas e todas essas coisas que os fazem abandonar o país”, disse ela.
Apesar de os imigrantes terem filhos a uma taxa muito maior do que os brancos, especialmente os imigrantes africanos, ela rejeita qualquer argumento contra a restrição da imigração.
Ela disse que "é claro" que o seu alvo são especificamente os brancos, para que parem de ter filhos. “O meu foco, e é isso que deixa o AfD furioso, é que temos de reduzir os nossos números”, disse ela.
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Fonte: https://rmx.news/article/my-bloodline-ends-with-me-german-feminist-activist-calls-for-white-people-to-stop-having-children-and-accept-refugees/

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Estive para não publicar este artigo, que já é de há um mês, mas acabei por aqui o colocar, para ilustrar aquilo com que os Europeus se deparam hoje. Esta fulana dá aulas a jovens, dado que é professora de línguas (Alemão e Inglês) e Filosofia/Ética numa escola secundária na Baviera. Doutorou-se em Filosofia pela Universidade de Ratisbona (Regensburg) em 2007. 
Não é nenhuma maluquinha. Não é nenhuma ignorante. A conversa de os «brancos a controlarem as suas mulheres» não a leva a condenar o mundo islâmico onde os homens controlam em tudo as suas esposas e filhas, e vizinhas, porque a questão real não é essa. O argumento de que «os brancos é que deram cabo do mundo com o aquecimento global», de aparência sobejamente atrasada mental, é, por seu turno, um argumento como outro qualquer - claro que não tem sustentação possível, claro que são os Europeus quem hoje se preocupa mais precisamente com o alegado «aquecimento global», claro que quem mais polui são os Chineses, e, claro, claro, claro, que quem anda há décadas a sustentar incontáveis milhões de Africanos são os Europeus e só os Europeus, a sustentar com alimentos e medicamentos, mas isso conta menos diante do que realmente interessa: é um pretexto como outro qualquer para expressar o mais importante, que é o ódio etno-masoquista, eurofóbico, endofóbico, leucofóbico. Esta é a «religião» das elites reinantes do Ocidente, das quais esta stôra constitui representante caricatural, aliás, caricatural mas verdadeira. Quando uma «religião» está viva e forte, surgem no seu seio intelectuais capazes de argumentar a seu favor, contra toda a racionalidade e todos os obstáculos. Tal como a adoração de um judeu morto numa cruz contra o culto dos Deuses Nacionais teve figuras altamente intelectuais do seu lado, «Santo» Agostinho foi um deles, «santo» Ambrósio foi outro, também agora o anti-racismo reúne nas suas fileiras alguns dos maiores nomes da intelectualidade da sua época.
Reforço: esta Verena B. não é uma personagem caricatural inventada por um romancista «racista» para diabolizar a elite - é uma pessoal real, de carne e osso. «Isto» existe, não é nem alucinação nem invenção de «conspiranóicos» racistas. «Isto» existe e, como bem se vê, anda moral e legalmente impune. Não lhe cai em cima nenhum processo por incitação ao genocídio, que é exacta e rigorosamente o que a fulana está a fazer. Se um líder nacionalista diz «Estamos fartos de pretos», despencam cento e vinte e sete Carmos e duzentas e quarenta Trindades, vai já a tribunal porque o seu desabafo é de imediato classificado, sem contraditório, como «incentivo ao ódio», mesmo que ele não diga «vamos fazer com que os negros desapareçam da face da Terra»; agora, se um figura do anti-racismo diz «vamos fazer com que os brancos desapareçam da face da Terra», nem os dirigentes do maior partido nacionalista do seu país a põem em tribunal, ou por falta de combatividade ou porque acham que isso iria fazer dela uma «mártir». Entretanto, os «moderados» de Esquerda, e de «Direita», também não parecem indignados com este apelo ao ódio genocida, o que não surpreende absolutamente nada quem saiba qual é o «espírito do tempo» em matéria de «religião».


FRANÇA - MUSLO FERE GRAVEMENTE TRÊS MULHERES À FACADA E DIZ QUE O FEZ SOB O COMANDO DE ALÁ

Um homem armado com uma faca esfaqueou três mulheres no noroeste de Paris na Lunes, antes de ser imobilizado pela polícia. Imagens de vídeo parecem mostrá-lo a dizer: "Alá mandou-me fazer isto", enquanto estava imobilizado no chão. Conforme noticiado pelo Le Figaro, o ataque ocorreu por volta das 11h30 entre a brasserie Les Deux Coupoles e a paragem de eléctrico Porte de Clichy, no 17º arrondissement. 
As vítimas, de 19, 24 e 36 anos, foram levadas para o hospital. Duas sofreram ferimentos graves na região lombar e no abdómen e estavam em estado crítico, embora nenhuma das três mulheres corresse risco de vida. Uma das vítimas estava grávida, segundo o autarca do distrito, Geoffroy Boulard.
Testemunhas descreveram cenas de confusão enquanto o agressor se movia pela área portando duas facas. Uma mulher contou ao Le Figaro que viu uma jovem vítima caída e ensanguentada dentro de um bar.
Um polícia de 31 anos, que estava de folga e fazia jogging nas proximidades, avistou o homem armado perto da estação do eléctrico. Ele solicitou reforços, seguiu o suspeito e ajudou uma patrulha que chegava ao local a detê-lo.
Imagens divulgadas online mostram várias pessoas a conter o agressor. Ele parecia desorientado e podia ser ouvido a dizer baixinho: "Alá ordenou-me". As autoridades disseram que o suspeito falava de forma incoerente e parecia ter sérios problemas de saúde mental. Segundo o jornal Le Parisien, o homem também teria fornecido uma identidade falsa à polícia, e a sua verdadeira identidade ainda não foi estabelecida. Ele permanece sob custódia, suspeito de tentativa de homicídio qualificado.
A polícia judiciária de Paris está a investigar a motivação do ataque. A Procuradoria Nacional Anti-terrorismo de França informou que está a acompanhar o caso, que está a ser conduzido pela Procuradoria de Paris.
Boulard condenou o "ataque ignóbil com faca" e elogiou o polícia de folga e os transeuntes cuja intervenção impediu mais derramamento de sangue.
O ataque ocorreu 48 horas depois de um suposto ataque com veículo, motivado por islamismo, durante o evento Christopher Street Day Pride, em Berlim, no qual um cidadão alemão de 21 anos, de origem libanesa, dirigiu uma carrinha alugada contra a multidão, matando uma pessoa e ferindo dezenas. Foi posteriormente morto a tiro pela polícia.
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Fonte: https://rmx.news/article/knife-attacker-stabs-three-women-in-paris-before-saying-allah-commanded-me/


terça-feira, julho 28, 2026

GREGOS E TROIANOS SIM, BASTARDIZADOS É QUE NÃO


Provável aparência de Helena de Tróia, «a dos braços brancos», como lhe chama Homero na Ilíada. A pele clara era um elemento crucial da beleza feminina, sobretudo nas classes altas, indicando que se tratava de gente que não precisava de andar a trabalhar ao sol.
Como bem se pode ver na pintura à direita, encontrada em Micenas (arcaica cidade grega, donde parte o comandante da expedição contra Tróia) e datada do século treze a.c., ou seja, mais ou menos da época da Guerra de Tróia, pois aqui constata-se que as feições são perfeitamente europeias: queixo saliente, lábios finos, nariz ponteagudo e direito, orelhas grandes, cabelo entre o liso e o ondulado. 


Ora quem fez a película decidiu representar «a mais bela mulher da Grécia antiga» com uma actriz africana, que, conforme disse alguém numa rede social, não parece propriamente uma Helena de Tróia mas sim uma Hellen DeTroit... 
Faz pensar em provocação gratuita, para que o filme seja falado e assim se torne polémico, a ver se muita gente vai vê-lo ao cinema, ou porque quer agradar ao público que vê mais filmes, que talvez seja o mais urbano e mais situado na classe média, que usualmente se encontra na área ideológica woke. Mesmo considerando que a vitória de Trump foi esmagadora em 2024, bastava que pelo menos metade do eleitorado de Kamala Harris fosse ver o «movie» só como forma de militância, bastava isso para que a coisa se tornasse num estrondo de bilheteira. Mais provavelmente, constitui simplesmente um produto da longa evangelização anti-racista no seio das elites, produtora de pessoal que acha mesmo, genuinamente, que há o dever de promover modelos de beleza negróides no Ocidente, e quem não gostar é «racista», ou sofreu uma «lavagem cerebral colonialista!», quando o óbvio é exactamente o oposto, pois que um caucasóide só consegue sentir atracção por uma face negróide depois de ampla «mentalização», quando não lobotomia, uma vez que o tipo facial subsariano é em tudo oposto às características da beleza clássica europeia: carapinha, lábios enormemente grossos e salientes, nariz largo e achatado, face prógnata, pele escura, isto quando Helena de Tróia é descrita por Homero como a de «braços brancos», repita-se, numa época em que as mulheres das classes altas zelavam pela brancura da pele, sinal de beleza. 

Por estas e por outras, ainda não vi nem conto ver a «Odisseia» de Christopher Nolan, pelo menos no cinema não,  e o mais destacado que sei do filme oscila entre a reconstrução medíocre e a obscenidade ofensiva. 

Detalhe menor, mas digno de menção, é o da reconstituição material, incluindo a estética minimalista «dark» das armaduras micénicas como elegantes e estereotipadamente negras, em vez mostrar o que seriam originalmente, em bronze e cores intensas, talvez a escolha se deva ao gosto minimalista dos tempos que correm, que faz com que não se leve a sério o que é «excessivamente» colorido, 
https://www.hellenicarmors.gr/en/armor/dendra-armor/
https://www.facebook.com/leonidasofspartaoriginal/posts/how-a-historically-accurate-representation-of-a-late-bronze-age-greek-armor-woul/1264476075724430/
Há entretanto quem diga que a armadura helénica do tempo da Guerra de Troia já não seria assim, que teria menos placas de bronze, e o elmo também seria diferente, mas de qualquer forma não seria muito provavelmente como as que nos filmes de Hollywood se apresentam.

Ainda pior que a questão racial, se possível, é fazerem Ulisses pronunciar estas palavras: «Not even the Gods can stand between me and home», ou «Nem mesmo os Deuses podem meter-se entre mim e o meu lar.» Ora o Ulisses nunca diria uma merda destas. Isto é a chamada «hubris» ou «arrogância», mormente em relação aos Deuses, a coisa mais perigosa que um grego antigo podia fazer. Ulisses em concreto era especialmente prudente, ele nem sequer queria ir à guerra, tiveram de o obrigar. Depois, no retorno, o herói sabe muito bem, a cada momento, que depende dos Deuses, aliás, foi por ter irritado Poseidon, Deus do Mar, que andou dez anos à deriva no Mediterrâneo, como castigo. Com os Deuses não se brinca - nem o atrevido Aquiles ousaria fazê-lo, quanto mais o cuidadoso Ulisses. 
De resto, esta bastardia narrativa não é nova no cinema americano. Segundo li, o «Ulisses» de 1954, com Kirk Douglas, exibiu ainda pior figura. Chega a mostrar Ulisses destruindo um templo de Poseidon, e, em diálogo com Circe, declarando que «atreveu-se a lutar contra um Deus - e permaneceu invicto». Segundo descrição do catálogo do Instituto de Filmes Americano, a abertura da película diz que se trata «da história de Ulisses, que se atreveu a desafiar o Deus e continuou a sua jornada para Ítaca.»
Entretanto, no «Tróia» de há vinte anos puseram um cabrão de um Aquiles «irreverente» a cortar a cabeça a uma estátua de Apolo, e noutra passagem há uma personagem a dizer que Aquiles é um «homem que não luta por nenhuma bandeira. Que não é leal a nenhum País», prontos, já 'tá, perfeito, o herói ideal de todas as Esquerdas e elites da moda.

Percebe-se donde vem esta barracada - da vigente adoração do «irreverente» e do «independente», que se atreve a «tudo» (quase sempre aldrabice, na maior parte dos casos nem sequer toca nos dogmas maiores do seu tempo) e «deita abaixo os falsos Deuses», constituindo por isso uma mistura de Nietzsche (que dizia que «Deus morreu») com Abraão (que destruiu estátuas de outros Deuses que não o de Israel). O próprio Jesus também tem laivos disto mesmo quando por exemplo é expressa e ostensivamente representado a trabalhar ao sábado, dia santo da religião judaica. Consta, por outro lado, que um mestre budista chinês disse certa vez «Se vires o Buda, mata-o», no sentido em que se deve rejeitar todas as noções que se tiver do Divino porque tudo nesta vida flui e é uma ilusão, pelo que o asceta não deve apegar-se a nenhuma forma divina específica. Mais recentemente, um videojogo tem como slogan «Mata o teu Deus. Torna-te Digno.», e o papel do jogador é matar Deuses das profundezas. 
Ora então, nos filmes para as massas, a parte abraâmica é fácil, destruir a estatuária dos Deuses pagãos não ofende «ninguém» com poder, a parte puramente nietzschiana é que nem tanto, pois que, nos filmes bíblicos, nenhum herói se atreve a desafiar Deus, o lóbi ateu esquerdista não consegue ir tão longe porque há o contrabalanço do lóbi conservador cristão. Com os Deuses pagãos, todavia, é mais simples, ainda que seja, evidentemente, muito mais indigno, bem entendido.

EVA VLAARDINGERBROEK, VOZ HOLANDESA PELA SALVAGUARDA DA EUROPA


Vive-se numa época em que dizer o óbvio já merece prémio. Que a chamada «culpa branca» constitui um veneno moral, fruto do vírus HIV cultural, sem qualquer espécie de justificação lógica, constitui um imperativo da razão e, evidentemente, da dignidade.

DISTRIBUIÇÃO DA RAÇA BRANCA AO NÍVEL PLANETÁRIO NO SÉCULO



Vejamos o que diz a IA sobre este mapa (texto da IA colocado aqui a itálico):
Este documento é um mapa etnográfico do mundo intitulado "Prospetto di tutte le razze del globo e loro fogge di vestire" e foi publicado no ano de 1853. [1]
Detalhes Históricos do Mapa
  • Origem: Foi produzido em Milão, Itália, pela editora Litografía Corbetta.
  • Autores: Teve a colaboração de F. Corbetta, Giuseppe Civelli e Paolo Bezzera.
  • Contexto: A obra servia para acompanhar o livro educativo "La geografia a colpo d'occhio: ossia primarie nozioni di geografia storica e statistica". [1]
Este tipo de mapa reflete a visão antropológica e as teorias raciais do século XIX, ilustrando a distribuição das populações pelo globo e os seus trajes típicos da época. [1, 2]
A ausência de população branca na América do Sul neste mapa deve-se ao facto de, no século XIX, os cartógrafos europeus mapearem o mundo com base nas populações nativas originais (indígenas) e não nas vagas de colonização recentes.
Esta abordagem baseava-se em critérios específicos da época:
  • Foco no "Estado de Natureza": Os cientistas e cartógrafos do século XIX procuravam classificar a humanidade segundo a sua distribuição geográfica ancestral. Para eles, a população de origem europeia na América do Sul pertencia à "Raça Caucásica", cujo "berço" ou território original mapeado era a Europa.
  • Teorias de Classificação Antiga: Este mapa baseia-se fortemente em modelos como o de Johann Friedrich Blumenbach (pt.wikipedia.org), que dividia a humanidade em cinco grandes grupos taxonómicos associados a continentes fixos. Sob essa lógica, a América pertencia exclusivamente à "Raça Americana" (indígena) e a África à "Raça Negra". [1]
  • Demografia da Época: Embora a colonização portuguesa e espanhola já durasse há séculos, a grande vaga de imigração europeia em massa para o Brasil (en.wikipedia.org) (com a chegada de milhões de italianos, alemães e espanhóis) só ganhou verdadeira expressão demográfica a partir das décadas de 1870 e 1880, ou seja, anos após a publicação deste mapa em 1853. [1]
  • Percepção de Miscigenação: Muitos relatos europeus do século XIX viam a população colonial da América Latina como profundamente misturada (miscigenada (en.wikipedia.org)), preferindo focar a sua categorização "pura" nas tribos indígenas que ainda habitavam ou dominavam visualmente o interior do continente. [1]
A inclusão de população branca (cor azul/"Raça Caucásica") no leste da América do Norte deve-se ao facto de, a partir de meados do século XIX, os cartógrafos europeus considerarem que aquela região já tinha sido "substituída" e permanentemente integrada na órbita civilizacional e demográfica da Europa.
A diferenciação que os autores italianos fizeram entre as duas Américas baseou-se nos seguintes critérios ideológicos e políticos da época:
  • Soberania e Independência Anglo-Saxónica: Os Estados Unidos tornaram-se independentes em 1776 e, por volta de 1853, já se tinham afirmado como uma potência global emergente industrializada, governada e habitada predominantemente por populações de origem britânica e germânica. Para a mentalidade eurocêntrica do século XIX, o leste dos EUA já não era visto como uma "colónia", mas sim como uma extensão direta da própria civilização europeia ocidental.
  • Marginalização Demográfica dos Nativos: No leste da América do Norte, as populações indígenas americanas foram sistematicamente dizimadas ou empurradas para o oeste através de violentas políticas de deportação (como a Lei de Remoção de Índios (pt.wikipedia.org) de 1830). Como o mapa mostra a "distribuição actual" na época (1853), os autores pintaram o leste de azul porque os povos nativos já quase não existiam ali em termos numéricos.
  • A Visão Europeia sobre a América Latina: Em contraste, o Brasil e a América do Sul eram vistos na Europa como territórios de fronteira geográfica onde o interior profundo permanecia sob controlo ou forte presença de povos indígenas (daí a cor castanha da "Raça Americana"). Além disso, as elites europeias da época olhavam para as novas repúblicas hispânicas e para o Império do Brasil como sociedades maioritariamente miscigenadas (en.wikipedia.org) (com fortes componentes indígenas e africanas), recusando-se a classificá-las como "puramente" caucásicas, ao contrário do projeto de segregação estrita que observavam nos EUA.
Em suma, o mapa não é um reflexo demográfico rigoroso, mas sim um espelho dos preconceitos do racismo científico do século XIX, que considerava certas colónias de povoamento anglo-saxónicas como "Europa" e as regiões de forte herança indígena e africana como mundos à parte.
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É interessante que os autores «eurocêntricos» considerassem o Médio Oriente e até a Índia como pertencentes à raça caucasóide ou branca.