terça-feira, abril 21, 2026

DATA SAGRADA DA ESTIRPE - PALES, FUNDAÇÃO DE ROMA E SERRA DA ESTRELA

Venus Genetrix
antepassada mítica dos Romanos
Mosaico representando a cena em que Marte desce das Alturas para fecundar Reia Sílvia

Adoração de Pales, Deusa dos Rebanhos, pelo pintor flamengo Joseph-Benoît Suvée's (1743 – 1807)

A Loba amamentando Rómulo e Remo

Diz a lenda que em 21 de Abril de 753 antes da era cristã ou era comum, o latino Rómulo, irmão de Remo, filho de Marte, Deus da Guerra, e de Reia Sílvia, vestal (sacerdotisa de Vesta, Deusa do Fogo Sagrado do Lar e da Pátria), fundou a cidade de Roma, que viria a ser a capital de um dos maiores impérios de sempre, proto-fundador do Ocidente e raiz étnica - pelo menos em parte - das actuais Nações latinas, entre as quais se inclui Portugal.
Reia Sílvia era filha de Numitor, filho de Procas, rei da cidade latina de Alba Longa. O irmão de Numitor, Amúlio, tomou o poder e obrigou a filha do irmão a tornar-se vestal (sacerdotisa de Vesta) porque as vestais não podiam deixar de ser virgens e Amúlio não queria que Reia Sílvia tivesse filhos, os quais um dia poderiam reclamar o trono que Amúlio queria para si e para os seus próprios filhos.
Todavia, Reia Sílvia foi fecundada por Marte, que das Alturas desceu sobre ela e fez com que a virgem desse à luz dois gémeos, Rómulo e Remo. Amúlio ordenou que fossem atirados, mãe e filhos, ao rio Tibre, mas Tiberinus, o Deus do rio, salvou Reia de se afogar. Quanto aos filhos, foram recolhidos e amamentados por uma loba (daí a conhecida imagem da Loba que amamenta duas crianças, como se pode ver acima) sob uma figueira (a ruminalis ficus) e protegidos por um pica-pau (ambos os animais são consagrados a Marte), tendo posteriormente sido adoptados por um pastor, Fáustulo, e sua esposa, Acca Larentia, que os criaram.
Mais tarde, os irmãos colocaram o seu avô Numitor no trono e decidiram depois criar outra cidade. Remo viu seis abutres sobre o monte Aventino e afirmou que a nova urbe teria de nascer ali, mas Rómulo viu doze abutres sobre o monte Palatino e decidiu-se por esta última elevação como ponto de partida do novo Estado. Traçou por isso um sulco numa área plana, em torno do monte, dizendo «Morto será aquele que violar esta fronteira!». Como Remo troçasse do irmão e saltitasse de um lado para o outro do sulco, Rómulo matou-o. Isto é mito fundador, é lenda imortal, narrativa primordial (de alguns) dos nossos ancestrais. Por isso, o caminho do sulco de Rómulo seria o caminho que, mais tarde, os jovens solteiros romanos iriam percorrer, à volta do Monte Palatino, todos os anos, por ocasião da celebração da Lupercalia.
Soa, a muitos ouvidos, como blasfémia, isto de dizer que os Romanos são antepassados dos Portugueses, pois que, no entender popular, essa gente vinda do Lácio oprimiu aqueles que tradicionalmente nos habituámos a considerar como Os nossos avós por excelência, que são os Lusitanos. Mas é tempo de começar a perceber que a Romanidade constitui parte fundamental da nossa etnicidade, a par ou quase a par (a tradição mítica conta muito e por isso digo «quase a par») da identidade pré-romana do povo de Viriato. O próprio facto de falarmos o Português, que é língua latina (é Camões quem explica a simpatia que Vénus, Deusa do Amor, tem pelos Portugueses: diz o vate que a Deusa, em relação à língua portuguesa, «crê, com pouca corrupção, que é latina») e não o Lusitano, do qual pouco ou quase nada sabemos, atesta a importância crucial que tem na raiz dos Portugueses a estirpe latina, romana, a da Loba e da Águia de Prata, símbolo de Júpiter transportado pelas legiões da chamada Cidade Eterna.
Somos pois Lusitano-Romanos na nossa essência, o que acaba por significar que, no fundo, somos filhos duma violação. Paciência. O filho dum violador não tem necessariamente de cometer estupros, ou sequer de aprovar o execrando acto do pai, mas também nenhuma moral sensata o obriga a suicidar-se ou a deixar-se matar só porque o seu nascimento não aconteceria caso o pai tivesse tido um comportamento decente... Do mesmo modo, mutatis mutandis, Portugal é filho dum imperialismo, mas nem por isso perde o direito à existência ou sequer à honra da ligação aos seus ancestrais pré-imperiais, isto é, os indígenas hispânicos (Lusitanos, Galaicos, Celtici, etc.). E, mesmo correndo o risco de parecer simplista, pode até dizer-se que a perda da independência lusitana, do povo de Viriato, foi de certo modo «vingada», ou compensada, pela multisecularmente posterior independência de Portugal, significando isto que a estirpe do extremo ocidente ibérico voltou, por portas travessas e com diferente voz, a ser livre na sua própria terra. Lusitanos e Romanos, de resto, acabaram por se fundir.
Além do mais, e independentemente de todas as guerras e ódios passados, o que é certo é que os Romanos pertencem à mesma família étnica que os Lusitanos, a indo-europeia. Pode pois encarar-se a vinda e conquista romana como a chegada de mais uma «tribo» indo-europeia, do mesmo modo que, a leste da Lusitânia, por exemplo, os célticos Vetões desalojaram os célticos Vaqueus. Os Romanos foram portanto um povo indo-europeu vindo do Lácio que aqui veio impor-se, a par da(s) invasão(ões) céltica(s) ou mesmo pré-céltica(s), bem como das invasões germânicas. A este propósito, é pertinente observar que, nas fileiras nacionalistas, patrióticas e não só, não se costuma lamentar as invasões germânicas como inimigas das identidades nacionais não germânicas, ao invés do que se faz com a romana (e faz-se não apenas em Portugal mas também na Grã-Bretanha, por exemplo, onde muitos acreditam que os malandros dos Romanos foram oprimir os coitadinhos dos Bretões, embora as maiores responsáveis pelo recuo e quase extermínio da Celticidade insular tenham sido as invasões germânicas dos Anglos e Saxões, antepassados directos dos Ingleses, ou em França, onde os Romanos são por vezes vistos como os grandes inimigos dos «verdadeiros franceses», isto é, dos Gauleses, enquanto os germânicos Francos como que passam impunes por esta onda de ódio a um certo passado...). A repulsa pelo invasor é exclusivamente dirigida contra os Romanos, o que pode ter muito a ver com um certo romantismo, ou seja, com a influência duradoura da corrente cultural romântica do século XIX, que exaltava o Norte brumoso e grandioso e depreciava o Sul «mesquinhamente» racionalista e luminoso.
Ora o Romantismo tem a sua beleza, um mérito muito próprio também, contribuiu grandemente para despertar a Chama Nacional, Tribal, que, como bem disse Berdiaev, dormitava desde o fim do mundo pagão, mas tem também as suas limitações, como sucede, de resto, a tudo o que é humano. Já vai sendo tempo de deixar para trás certos pontos de vista derivados de rivalidades circunstanciais e historicamente limitadas para perceber que, ao fim ao cabo, os Europeus são todos do Norte (do planeta), do Grande Setentrião, como diz Guillaume Faye, e quase todos de raiz étnica indo-europeia.
Um dos muitos testemunhos desta ligação primordial tem também a ver com o dia de hoje, no qual Roma, além de festejar a sua fundação, celebrava também a Parilia, cerimónia religiosa em honra de Pales, a Deusa Protectora dos Rebanhos. A figura da Divindade feminina protectora Cujo nome radica em Pal- será eventualmente uma das mais antigas e disseminadas do mundo indo-europeu. Na Grécia, uma das mais importantes Deusas, Atenaprotectora de Atenas, tinha nesta cidade o título de Pallas; nota-se ao mesmo tempo a semelhança (como fez Georges Dumézil) entre a romana Pales, protectora dos rebanhos, e a indiana Vispala, Deusa igualmente protectora dos rebanhos, mas em Cujo nome «Vis» significa «Tribo», «Casa». Há na Lusitânia uma Deidade Cujo nome é Trebopala, em que «Trebo» significa, em Céltico, «Tribo», «Povo», enquanto «-pala» terá o sentido de «Protecção». A lusitana Trebopala seria pois exactamente equivalente, na Sua origem e significado, à indiana Vispalacomo se pode deduzir da leitura do artigo «O Sacrifício entre os Lusitanos», da Dra. Maria João Santos Arez, bem como da tese de licenciatura do Dr. Andrés Pena Granha, intitulada «Território Político Celta na Galícia Prerromana e Medieval».

E ainda hoje a palavra «pala» é em Português usada com o sentido de protecção... «viver à pala de», é, como se sabe, «viver sob a protecção de», ou «à custa de», e constitui expressão assaz usual.
Honremos pois o nosso passado milenar, cuja raiz se oculta na noite dos tempos, mas que, seguramente, constitui a base dos principais elementos da herança nacional, a estirpe indo-europeia.
Interessa já agora lembrar o que aqui foi noticiado há poucos anos sobre a provável origem arcaica da designação  da Serra da Estrela: http://gladio.blogspot.pt/2013/05/nome-popular-da-maior-serra-de-portugal.html
As entradas dos dólmens construídos há seis mil anos em volta da maior montanha da Serra da Estrela estão todas viradas para o lugar onde, no horizonte, a estrela Aldebaran nasce em Abril, e explicam a origem do nome da mais alta serra de Portugal Continental.
(...)

Ora é particularmente interessante que Aldebaran, que, segundo Ptolomeu, é da natureza de Marte (talvez por ser vermelha, não sei) e que, de acordo com as escrituras védicas, indicou em tempos o equinócio de Outono no hemisfério norte, é particularmente interessante, dizia, que Aldebaran tivesse entre os Romanos o nome de Palilicium, em referência precisamente à Parilia acima mencionada. No fim de Abril esta estrela ver-se-ia no crepúsculo.
Fontes: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Aldebar%C3%A3
https://en.wikipedia.org/wiki/Aldebaran

Significa isto que tanto os arcaicos Latinos como os ancestrais pré-históricos dos Portugueses contemplavam com particular respeito religioso o mesmo grande astro rubro, guia da grei.






segunda-feira, abril 20, 2026

FRANÇA - NACIONALISTAS QUEREM QUE CIDADÃOS DE ORIGEM NÃO EUROPEIA NÃO POSSAM CIRCULAR LIVREMENTE NA EUROPA

A regularização de centenas de milhares de imigrantes ilegais pela Espanha deixou as aldeias francesas ao longo da fronteira em alerta, e com razão. Devido à livre circulação permitida dentro do Espaço Schengen, a França poderia facilmente receber um fluxo maciço de imigrantes recém-legalizados de Espanha que decidiram viver e trabalhar noutros lugares. Agora, a Reunião Nacional de França, juntamente com partidos de Direita e conservadores de toda a Europa, está a pedir uma revisão do funcionamento do Espaço Schengen na Europa: “Acredito que a livre circulação dentro do Espaço Schengen deva ser reservada exclusivamente aos cidadãos de países europeus. A obtenção de uma autorização de residência em Espanha, por exemplo, não deve permitir a livre circulação por todos os países da União Europeia”, escreveu Jordan Bardella, líder do partido Reunião Nacional.
Uma aldeia, a apenas quatro quilómetros da fronteira espanhola, é bem conhecida pelos imigrantes indocumentados da Península Ibérica. David Cerdan, um ferroviário, encontra-os regularmente nos trilhos e disse à Europe 1: "Eles preferem vir à noite." “Já vimos chegar grupos de 50 a 60 pessoas, na maioria argelinos e marroquinos, geralmente entre 16 e 25 anos”, disse ele.
Um imigrante maliano sem documentos lamenta não ter conseguido obter residência em França e, por isso, irá para Espanha na esperança de conseguir amnistia e regularizar sua situação.Estou em França desde 2008. Mas não tenho documentos franceses e, sinceramente, é muito difícil consegui-los. Então, vou para Espanha tentar a sorte”, disse ele à Europe1.
O primeiro-ministro socialista de Espanha, Pedro Sánchez, afirmou na semana passada que a medida é tanto um dever moral quanto uma necessidade económica, descrevendo-a como "um acto de justiça" e um reconhecimento da "realidade de quase meio milhão de pessoas" que já vivem em Espanha.
Os candidatos devem comprovar que estavam em Espanha antes de 31 de Dezembro de 2025 e que permaneceram no país por pelo menos cinco meses. Após a comprovação, terão direito a autorização provisória de residência e trabalho, desde que não possuam antecedentes criminais graves, embora, segundo informações, pessoas suspeitas de fraude também possam ser admitidas.
Após a apresentação do pedido, o processo de deportação é suspenso e os candidatos aprovados recebem uma autorização de residência renovável por um ano. O maliano em questão não terá permanecido em Espanha pelos 5 meses necessários, mas afirma que um amigo possui documentos que ele pode utilizar.
A principal preocupação reside no número de imigrantes ilegais que, em última instância, receberão autorização de residência. Embora o número divulgado seja de 500000, estimativas apontam que, na realidade, este número pode ultrapassar 1,6 milhão. Um relatório do Centro Nacional de Emigração e Fronteiras de Espanha estimou que entre 750000 e 1 milhão de imigrantes indocumentados já presentes no país provavelmente solicitarão a autorização, além de outros 250000 a 350000 solicitantes de asilo também elegíveis.
E as aldeias francesas temem que muitos deles procurem melhores condições de vida em França.
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Fonte: https://rmx.news/article/spain-mass-amnesty-has-french-nationalists-calling-for-an-end-to-free-movement-in-the-eu-as-fears-of-migration-wave-grow/

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Teoricamente, é uma bela medida; é bem provável, entretanto, que o esquerdalhame organizado não a deixe passar, invocando o argumento da proibição da discriminação, totalmente inventado e imposto por eles próprios, sem qualquer aprovação popular. Se esta proposta falhar, isto parecerá mau, evidentemente; todavia, e sendo realista, convém ter em mente que isto faria com que as energias nacionalistas europeias se focassem em medidas defensivas desta ordem, o que só nos prejudicaria, a longo prazo, porque isto não impediria a vinda de imigrantes terceiro-mundistas para Portugal (e para Espanha, claro).
Assim, e em vez desta idealista mas ingénua iniciativa anti-invasão, é bem mais útil que a pressão continue a ser posta nos governos europeus que recebem imigrantes em massa para que deixem de o fazer. Dito com mais clareza - é fundamental assegurar que a nossa desgraça em Portugal não seja só nossa; é fundamental que a nossa desgraça imigrante também afecte outros países europeus, porque só assim é que as Franças, as Dinamarcas, a Itálias, etc., podem pressionar as Espanhas e os Portugais a fechar as fronteiras. Sem isto, nós Portugueses e demais ibéricos, caros leitores, estamos lixados com F grande.

 

domingo, abril 19, 2026

ALEMANHA - SÍRIOS DETIDOS POR HOMICÍDIO DE ALEMÃO E FERIMENTOS GRAVES EM BÓSNIO-HERZEGÓVINO

As autoridades alemãs prenderam dois cidadãos sírios após um ataque fatal com faca em Pulheim, Renânia do Norte-Vestfália, na madrugada de Soles, 12 de Abril de 2026. O incidente ocorreu no parque da cidade após uma briga entre várias pessoas.
Um alemão de 28 anos foi morto no ataque, enquanto um cidadão bósnio-herzegovino de 35 anos sofreu ferimentos graves por arma branca e foi levado para um hospital próximo. Os suspeitos, de 20 e 24 anos, foram detidos pela polícia nas proximidades do local do crime logo após o ataque.
Os serviços de emergência foram accionados por volta das 00h10 por testemunhas que relataram uma perturbação. Os polícias que chegaram ao cruzamento da Johannisstrasse com a Am Stadtgarten encontraram as duas vítimas; apesar dos esforços dos paramédicos para salvar a vítima mais jovem, ela foi declarada morta no local. 
A polícia de Colónia está a liderar a investigação, mas até agora recusou divulgar detalhes específicos sobre o motivo ou a sequência exacta dos eventos que levaram ao esfaqueamento.
O caso foi inicialmente noticiado pelos média locais, mas nenhuma informação foi divulgada sobre o histórico dos autores. No entanto, a jornalista cidadã Yvonne Kussmann contactou a polícia local, que prontamente lhe forneceu as informações. Embora a pessoa que publicou a notícia inicialmente tenha reclamado da falta de divulgação destas informações, Kussmann escreveu que acredita que a polícia geralmente está mais do que disposta a fornecer estes dados; o problema é que os veículos de comunicação não os publicam ou solicitam. “Os suspeitos detidos são dois sírios, o falecido era alemão e o ferido tem nacionalidade bósnio-herzegovina. Entrei em contacto com a polícia de Colónia e recebi informações muito cordiais. Às vezes, acho que não é tanto a polícia que não divulga informações, mas sim os média que nem sequer as solicitam”, escreveu Kussmann no X.
O ataque à facada ocorre mais uma vez durante o intenso debate sobre crimes cometidos por imigrantes na Alemanha, incluindo uma declaração recente do chanceler Friedrich Merz sobre o assunto.
“Também precisamos de abordar o facto de que uma parcela considerável dessa violência na República Federal da Alemanha vem de grupos de imigrantes”, disse o chanceler no início deste mês.
Segundo as estatísticas do BKA (Escritório Federal de Investigação Criminal), a percentagem de estrangeiros entre os criminosos aumentou de 29% em 2014 para 41,8% em 2024.
Dados do ano passado revelaram um aumento de 50% no número de vítimas de ataques com faca que necessitaram de atendimento de emergência num período de quatro anos, segundo informações de hospitais.
“É alarmante ver que facas estão a ser usadas como armas com frequência crescente na Alemanha”, disse Andreas Seekamp, ​​que trabalha há 20 anos como cirurgião de trauma sénior no Hospital Universitário Schleswig-Holstein, Campus de Kiel, à revista Der Spiegel
Médicos alemães também observaram que, além do aumento no número de ataques com faca relatados, a brutalidade destes ataques também está a aumentar. "Temos a impressão de que os ataques estão a ser realizados de forma mais deliberada", disse Dietmar Pennig, secretário-geral da Sociedade Alemã de Ortopedia e Traumatologia. Estamos definitivamente a ver um aumento nos ferimentos por arma branca no pescoço ou no peito, precisamente onde é particularmente perigoso.”
Conforme relatado anteriormente pela Remix News, os imigrantes estão particularmente sobre-representados em crimes violentos, incluindo ataques com faca. “Importamos a violência com facas. Noutras culturas, a faca é uma espécie de símbolo de estatuto. Isto está a mudar o clima social aqui no país”, afirmou o advogado criminal Udo Vetter em 2024. Ele observou ainda que “as facas se tornaram companheiras do dia a dia para muitas pessoas. E a barreira para usá-las é baixa”.
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Fonte: https://rmx.news/article/germanys-knife-crime-crisis-2-syrians-arrested-for-stabbing-28-year-old-german-victim-in-pulheim/

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Não me custa rigorosamente nada acreditar no que disse a jornalista, verdadeira jornalista, Jornalista com J grande, Yvonne Kussmann, quando testemunhou que a polícia dá de bom grado informações sobre a identidade étnica dos criminosos, o grosso da imprensa é que não quer saber disso... bate perfeitamente certo com o facto de que a militância anti-racista é especialmente forte no seio das elites universitárias e me(r)diáticas, tendo pouca expressão no seio do povo, do qual os agentes policiais fazem parte. Depois queixam-se de que os jornais estão em crise, depois queixam-se de que o povo opta cada vez mais por redes sociais para se informar, depois queixam-se se o povo das ruas lhes dá nos cornos à força toda como lhes aconteceu em Espanha aqui há meses, talvez a sua última queixa venha a acontecer num dia em que alguma autoridade os vá buscar aos respectivos domicílios antes que possam fugir do país, para depois os levar para julgamento sumário em tribunal popular.



sábado, abril 18, 2026

ESPANHA - GOVERNO ESQUERDISTA VAI MESMO «REGULARIZAR» MEIO MILHÃO DE ALÓGENOS, OU MAIS...

O primeiro-ministro socialista de Espanha, Pedro Sánchez, está a prosseguir com uma das medidas migratórias mais controversas da história recente do país, confirmando que o seu governo aprovará um decreto real para iniciar a regularização extraordinária de centenas de milhares de imigrantes ilegais.
Em carta publicada na Martes, Sánchez apresentou a medida como um dever moral e uma necessidade económica, descrevendo-a como “um acto de justiça” e um reconhecimento da “realidade de quase meio milhão de pessoas” que já vivem em Espanha. Ele insistiu que a política “reconheceria direitos, mas também exigiria obrigações”, argumentando que a integração dos imigrantes ilegais no sistema fortaleceria a coesão social e a contribuição económica.
Mas a decisão gerou fortes críticas, não apenas pelo seu conteúdo, mas também pela forma como está a ser imposta. A regularização, anunciada inicialmente em Janeiro, foi negociada entre o Partido Socialista de Sánchez e o partido de Extrema-Esquerda Podemos e será aprovada por decreto real, permitindo que o governo ignore uma votação vinculativa no parlamento — apesar de propostas semelhantes estarem paralisadas no Congresso há mais de um ano devido à falta de apoio.
De acordo com o programa, imigrantes ilegais que comprovarem estar em Espanha antes de 31 de Dezembro de 2025 e terem permanecido no país por pelo menos cinco meses terão direito a autorizações provisórias de residência e trabalho, desde que não possuam antecedentes criminais graves. Após a apresentação do pedido, o processo de deportação é suspenso. Os candidatos aprovados recebem uma autorização de residência renovável por um ano.
Embora o governo continue a citar cerca de 500000 beneficiários, análises internas da polícia sugerem que o número real de regularizações pode ser mais do que o triplo disso.
Um relatório do Centro Nacional de Imigração e Fronteiras de Espanha estimou que entre 750 mil e 1 milhão de imigrantes indocumentados já presentes no país provavelmente solicitarão asilo, com mais 250 mil a 350 mil requerentes de asilo também elegíveis — elevando o total para entre 1 milhão e 1,35 milhão de pessoas.
Um relatório separado do Comissariado Geral de Espanha, divulgado no mês passado, sugeriu que este número poderia ser ainda maior, chegando a 1,6 milhão de potenciais candidatos.
Estes números surgem num contexto de forte aumento da imigração ilegal. De acordo com estimativas citadas pelo think tank Funcas, o número de imigrantes indocumentados em Espanha saltou de cerca de 107000 em 2017 para quase 840000 em 2025 — um aumento de quase 685%. O Funcas também estima que os imigrantes ilegais representam agora 17,2% da população estrangeira não pertencente à UE.
Poucos dias após o anúncio da amnistia, a pressão intensificou-se nas fronteiras externas de Espanha, particularmente em Ceuta, onde a Guarda Civil alertou que trechos da cerca fronteiriça estavam em estado de "colapso", permitindo que imigrantes a ultrapassassem em menos de 30 segundos devido a danos causados por tempestades que não tinham sido reparados.
Figuras da oposição afirmam que a política envia uma mensagem clara de que a entrada ilegal acabará por ser recompensada.
Santiago Abascal, líder do Vox, disse: “O povo espanhol não deu permissão para isto. Se os imigrantes ilegais 'já fazem parte do nosso dia a dia', é apenas porque vocês e o PP [de Centro-Direita] os deixaram entrar, contrariando as nossas leis e os nossos interesses.
Na Martes, a Vox anunciou que recorreria da aprovação do decreto real ao Supremo Tribunal e, na práctica, pediria uma liminar para suspender a sua implementação enquanto o processo de revisão judicial estiver em andamento.
A controvérsia foi ainda mais acirrada por declarações de figuras do Podemos. A ex-ministra da Igualdade, Irene Montero, descreveu a amnistia como uma “medida urgente de justiça social” e pressionou para que o processo fosse “rápido”, ao mesmo tempo que defendeu que os imigrantes eventualmente conquistassem plenos direitos políticos. Expressou o desejo de que os imigrantes ilegais “substituíssem” os “fascistas e racistas” que se opuseram à medida, o que levou o bilionário americano Elon Musk a acusá-la de “incitar o genocídio”.
O governo espanhol de Extrema-Esquerda parece ignorar o facto de que os estrangeiros no país estão representados de forma desproporcional nas estatísticas de criminalidade e na população carcerária. Um relatório do Observatório Demográfico CEU-CEFAS, divulgado em Dezembro, constatou que os estrangeiros compõem 31% da população carcerária de Espanha e, per capita, cometem taxas significativamente mais altas de certos crimes graves, incluindo 500% mais estupros e 414% mais homicídios do que os cidadãos espanhóis.
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Fonte: https://rmx.news/article/spain-socialist-sanchez-presses-on-with-mass-amnesty-for-illegal-migrants-by-decree-describing-move-as-act-of-justice/

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É sintomático que Sanchez já seja idolatrado pelas Esquerdas «bem-pensantes», incluindo os «moderados» do PS tuga... o seu modus operandi e a sua argumentação é a mesmíssima obscenidade que define a ideologia das elites desde há décadas - encher o país de alógenos, mesmo que seja preciso fazê-lo abertamente contra a lei, e mesmo que pura e simplesmente se ignorem por completo as estatísticas a mostrar o grau de criminalidade mais abjecta e violenta e, note-se, ostensivamente patriarcal que imaginar se possa, dificilmente se ouvem o esquerdalhame espanhol, ou de qualquer outro país, a comentar os números de violadores alógenos oriundos do terceiro-mundo em solo europeu... e depois guinchar que «já não vale a pena expulsá-los, eles já cá vivem há muito...», ou seja, dão por adquirido um facto que eles próprios impuseram ao povo e que, de resto, nem sequer é inalterável, antes pelo contrário...



sexta-feira, abril 17, 2026

ALEMANHA - PARTIDO ANTI-IMIGRAÇÃO É CADA VEZ MAIS O PARTIDO MAIS APOIADO PELO POVO

Em uma nova pesquisa da YouGov, o partido Alternativa para a Alemanha (AfD) subiu para 27%, ficando agora quatro pontos à frente do rival Democrata Cristão (CDU), num sinal de que o AfD continua a distanciar-se como o partido mais popular da Alemanha.
A co-líder do AfD, Alice Weidel, publicou rapidamente os resultados da pesquisa no X, escrevendo: “4 pontos percentuais à frente da União, 4 em cada 5 cidadãos insatisfeitos com Merz: Já não temos tempo para barreiras anti-democráticas. A viragem política precisa de acontecer agora.”
Os partidos governantes que compõem o governo federal estão a ver a sua sorte a mudar rapidamente.
A coligação CDU/CSU caiu três pontos percentuais, para 23%, o menor índice registado pela YouGov desde Dezembro de 2021. O índice do SPD está em 13%, uma queda de um ponto em relação aos 14% anteriores. Enquanto isso, os Verdes e a Esquerda ganharam um ponto cada, subindo para 14% e 10%, respectivamente.
Segundo a pesquisa, um número crescente de alemães está insatisfeito, chegando a 79%, com o trabalho do governo federal liderado por Friedrich Merz. Em comparação, em Junho de 2025, este índice era de apenas 55%.
O que mais preocupa Merz é que os eleitores da CDU estão cada vez mais a voltar-se contra o seu governo, com apenas 34% a dizer estar satisfeitos, uma queda em relação aos 48% registados em Março.
Outras pesquisas mostraram o AfD na liderança, mas com uma margem menor, com uma média entre 25 e 26 por cento dos votos.
Apesar da liderança da AfD, a CDU jurou nunca formar uma coligação com o partido. Se os valores da AfD se mantiverem nas próximas eleições nacionais, poderá tornar-se cada vez mais difícil formar uma coligação sem o apoio do partido.
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Fonte: https://rmx.news/article/germany-anti-immigration-afd-party-jumps-to-27-4-points-ahead-of-cdu/

quarta-feira, abril 15, 2026

PRESIDENTE DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL PORTUGUESA - «DEVIA EXISTIR UM TRIBUNAL DE NUREMBERGA PARA OS POLÍTICOS CRISTÃOS QUE TÊM DISCURSO DE EXCLUSÃO DE MINORIAS»

Devia existir um novo tribunal de Nuremberga para os políticos que invocam valores cristãos para defenderem discursos de ódio e exclusão de minorias ou outras religiões, disse neste sábado o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).
Em entrevista à Lusa, quando está no fim do seu segundo mandato à frente da CEP, José Ornelas considerou que "dizer que em nome de Deus se vai fazer uma luta de perseguição e de exclusão" está errado. Ornelas propõe um discurso de agregação de quem é diferente numa sociedade democrática.
"Eu não concordo contigo, mas concordo que tu tenhas o direito de exprimir que não concordas comigo", resumiu o bispo de Leiria-Fátima, que contestou o uso da religião para promover guerras ou perseguir outras pessoas. "Radicalmente isso não é ser católico, eu não posso usar a Igreja para fazer um discurso de ódio, um discurso da exclusão, um discurso de monolitismo de que eu é que tenho razão e todos os outros estão errados", disse, propondo um "caminho de agregação e caminho comum".
Ornelas recordou que "Jesus actuou fora da caixa dentro da religiosidade do tempo" e "qualquer que seja um discurso que, em nome de Deus, faça discriminação de pessoas" está "errado". E acrescentou: muitos políticos que se dizem católicos promovem discursos de ódio e "completas aberrações sobre a racionalidade da fé".
"A Igreja foi perseguida e continua a ser perseguida em várias partes do mundo precisamente por isso, por ser um território que apela aos valores da humanidade, aos valores fundamentais" e hoje ouve-se "um discurso de responsáveis políticos que deveriam estar nas barras do Tribunal de Nuremberga", porque o que "propõem está completamente fora daquilo que é a razão, a racionalidade do ser humano e da fé" cristã. "Temos de colaborar na construção de um mundo aceitável para todos e, para isso, a justiça e o direito são fundamentais".
Na mesma entrevista à Lusa, José Ornelas defendeu o primado da vida humana, mas sublinhou: "A Igreja tem sido muito clara: eu não quero ver ninguém ir para a cadeia, muito menos uma mamã que esteja com dificuldades e que já sofre o que sofre" e "gostaria era que tivesse oportunidades para poder ter o seu filho e cuidar dele como deve ser", disse. Por isso, devem ser dadas "condições às famílias para ter os seus filhos" e não cabe à Igreja julgar as "difíceis decisões pessoais" de muitas mulheres.
Sobre a eutanásia, e os que optam por essa solução: "têm toda a minha atenção e solidariedade", bem como o "amor de Deus". "Não quero ninguém na cadeia, mas também não aceito que a solução também seja simplesmente despachar o problema pela via menor" ou "mais fácil", em vez de investir nos cuidados paliativos, explicou José Ornelas.
Numa outra frente, sobre o debate interno relacionado com as alterações na Igreja, Ornelas disse que o processo terá de terminar com decisões do Papa, sem colocar em causa a capacidade da instituição agregar os fiéis. "Têm de haver decisões, claro", afirmou.
O sínodo, um processo de auscultação das bases sobre temas fracturantes como a ordenação de mulheres, o celibato dos padres ou o lugar dos divorciados e dos gays, foi iniciado por Francisco e caberá agora a Leão XIV tomar as decisões.
No final, será necessário definir o que deve ser aceite como prática religiosa, sem desvirtuar os valores católicos, procurando distinguir "o essencial" do resto, defendeu Ornelas.
"A diversidade não é inimiga da unidade" e "a Igreja não é um albergue onde cabe tudo, mas onde todos, todos, todos são convidados e onde participam à medida do seu caminho", disse José Ornelas, numa referência à expressão "todos, todos, todos", utilizada por Francisco em Lisboa.
Em todo o mundo, há "modos muito diferentes" de viver a fé e "o Evangelho tem de ser traduzido em cada uma das culturas".
E deu o exemplo do celibato dos sacerdotes: a "ordenação de homens casados é mais fácil de resolver e de perceber, até porque nós, dentro da mesma Igreja Católica, temos ritos diferentes e igrejas de tipo diferente", algumas das quais com essa prática.
Durante o debate sinodal em Roma, Ornelas foi abordado por um bispo ucraniano que lhes disse que os padres casados "são um grande serviço à Igreja" no seu país, que tem uma grande comunidade católica de rito oriental e em que se permite o casamento de sacerdotes.
"Dentro da mesma igreja temos disciplinas diferentes e temos também ritos diferentes", resumiu, recordando que "não está escrito em nenhum Evangelho que os padres tenham de ser solteiros e Jesus tinha homens casados e solteiros na sua companhia".
Sobre a ordenação de mulheres, o presidente da CEP admite que o debate está mais atrasado, mas a criação do diaconado feminino (uma primeira ordenação sacerdotal como diácono, que tem menos poderes que os padres) é uma "forma de começar a perceber" o fenómeno e "vem ajudar a Igreja a fazer caminho" na reflexão interna.
Nestas matérias como outras, existe "um debate que está em causa e não se pode adiar eternamente" a decisão, "mas também não se pode tomar apressadamente".
Nos últimos dois mandatos à frente da CEP, que iniciou como bispo de Setúbal antes de ter transitado para Leiria-Fátima, Ornelas enfrentou a crise de abusos sexuais na Igreja ou a pandemia e recebeu o Papa na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Lisboa.
A par disso, viveu "crises económicas e sociais que a economia provocou", primeiro em Setúbal e depois em Leiria-Fátima com a violência do comboio de tempestades que assolou a diocese, em Janeiro deste ano.
Mas olhando para o passado, destaca a responsabilidade de ter liderado a Igreja num tempo em que o Papa Francisco iniciou o processo de auscultação das bases. "Foi uma abertura na Igreja a chegada do Papa Francisco" e "algo de novo começou na Igreja, um vento novo começou a soprar".
Estes seis anos constituíram experiências "novas e interessantes" e "não foi um tempo para se dormir na formatura", porque a sociedade exigia novas respostas da Igreja.
Depois da JMJ, a Igreja sentiu um "retorno de um tipo diferente" da prática religiosa, particularmente entre os jovens portugueses. "Não quer dizer imediatamente o retorno a ir à missa", mas "há movimentos muito interessantes que surgiram" e verifica-se o aumento do baptismo de adultos, em particular de jovens.
Em "momentos decisivos de mudança de cultura", como os que se vivem hoje, em "tempos radicais de mudança, em termos ideológicos e em termos tecnológicos, que criam instabilidade", o regresso da fé torna-se mais natural, salientou o bispo, considerando que a Igreja terá de se adaptar a esta nova procura de fiéis, mais centrados na espiritualidade e menos nos ritos.
O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa disse ainda esperar a visita de Leão XIV a Fátima em 2027, por ocasião dos 110 anos das aparições marianas na Cova da Iria. "Espero que sim. Aliás, isso já foi um convite que lhe foi feito mais do que uma vez por mim e por outras pessoas, também membros da Conferência Episcopal."
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://www.publico.pt/2026/04/11/sociedade/noticia/jose-ornelas-nao-catolico-defende-discurso-odio-exclusao-2170907

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Tribunal de Nuremberga, não o faz por menos... repare-se que o tribunal de Nuremberga julgou crimes de guerra... então um gajo na sua terra que diz «não quero cá pessoal de fora» já teria, só por isso, de ir a tribunal, porque é cristão? É um ganda pecado-crime blasfémia ou lá a merda que o vigário do Crucificado resolver dizer?... Como «isto» está, caros leitores...
Não é surpresa nenhuma, claro, para quem souber o que é o Cristianismo e tiver memória do que a(s) Igreja(s) cristã(s) têm consistentemente declarado desde há mais de cem anos. Confirma a sua coerência com a sua matriz ideológica, especificamente moralista, que é militantemente universalista, logo, anti-racista, portanto, incontornavelmente inimiga do Nacionalismo, em particular no que respeita à acção de expulsão de alógenos e protecção das fronteiras. Só a(s) religião(ões) anterior(es), pagã(s), é que sacraliza a fronteira, derivada do Deus Terminus; o Cristianismo existe para ultrapassar, aliás, violar todas as fronteiras. Esta incontornabilidade da oposição entre Nacionalismo e Cristianismo é repetidamente brandida pelas autoridades eclesiásticas ao mais alto nível, logo a começar pelos papas, e incluindo os Ornelas dos vários países onde a Cristandade ainda tem voz, e é também referida, de quando em vez, pelas forças partidárias de Esquerda. Ornelas, aliás, envereda desta feita por uma via pretensamente democrática, o que tem piada vindo de uma instituição baseada num credo notoriamente anti-democrático, e a parte em que se afirma contra um «
discurso de monolitismo de que eu é que tenho razão e todos os outros estão errados», isto então é um fartote, considerando que o Cristianismo herda do Judaísmo precisamente a posição de declarar que só um Deus é verdadeiro e todos os outros são falsos, ou demónios, e isto foi sempre, não apenas teoria, mas também prática, e de que maneira, tanto que em toda a parte as forças da Cristandade se impuseram pela força, e, onde quer que não tivessem poder para isso, falharam a conversão dos Povos...
Enfim, voltando à matéria em epígrafe, a incompatibilidade entre Nacionalismo e Cristianismo declara-se uma vez mais e constitui um problema para os nacionalistas ditos cristãos resolverem; não tem, até agora, sido obstáculo intransponível à ascensão nacionalista, talvez porque, como já Berdyaev dizia há cem anos, à medida que o Cristianismo recua, aumenta o Nacionalismo e a Democracia...



ITÁLIA - TRIBUNAL DEIXA IMPUNES IMIGRANTES QUE INCENDEIAM CENTRO DE DEPORTAÇÃO PORQUE O INCÊNDIO FOI PEQUENO E NÃO INTENCIONAL APESAR DE O IMIGRANTE QUE COMEÇOU O INCÊNDIO DIZER «VOU PEGAR FOGO A ISTO»...

Quatro homens, tunisinos e egípcios, são acusados ​​de atear fogo num centro de deportação em Turim, Itália. No entanto, após a detenção, foram libertados pela juiza, que considerou que, legalmente, não se tratava de um "incêndio" por não ter sido suficientemente destrutivo, apesar de várias pessoas terem ficado feridas e inalado fumaça tóxica. Além disso, os imigrantes em questão teriam impedido os funcionários de apagar o fogo. A decisão causou choque devido ao facto de um dos homens ter avisado diretamente antes de atear fogo com um isqueiro, supostamente anunciando: “Agora, vou incendiar tudo”. O principal suspeito teria acendido uma chama que iniciou um incêndio nos lavabos da sala 2 da Ala Amarela do centro de detenção para deportados (CRS) no Corso Brunelleschi, em Turim. Após a propagação do fogo, uma nuvem de fumaça “invadiu toda a área, colocando em risco a segurança de todos os funcionários”.
O jornal La Stampa descreve um "tumulto" no centro de deportação, um dos muitos que ocorreram nos últimos meses.
No entanto, após quatro detenções durante estes tumultos, todos os suspeitos foram libertados depois de apenas duas noites na prisão de Vallette, após uma ordem da juíza de instrução Francesca Morelli determinar que a acusação contra eles não poderia ser "incêndio", mas sim "dano seguido de incêndio". Esta acusação mais branda permitiu a "libertação imediata" dos suspeitos.
A juiza observou que, legalmente, não se tratava de um "incêndio", pois não se tornou um "incêndio destrutivo de proporções notáveis", conforme previsto na "legislação penal". A juíza questionou o plano de iniciar um motim entre os quatro homens, afirmando que era "ultrapassado à luz das suas declarações". O incêndio, reiterou ela, não foi "um evento realizado voluntariamente" nem "uma combustão de grandes proporções".
No entanto, a polícia apresentou uma versão diferente dos factos, e a promotora Elisa Buffa acusou os homens de incêndio criminoso, lesão corporal grave e ameaças. O documento judicial afirmava: “O fogo também se alastrou e contaminou cómodos ocupados por outras pessoas, gerando fumaça tóxica que tornava a respiração impossível, mesmo após o incêndio ter sido extinto com hidrantes, também graças à intervenção dos bombeiros.”
Segundo relatos, o incidente começou com um tunisino de 40 anos que estava no centro de detenção há 40 dias e estava cada vez mais desesperado para voltar para casa. Ele ficou irritado porque o seu passaporte ainda não tinha chegado e disse a outros detentos que estava a ficar nervoso, antes de lhes dizer que iria atear fogo a algo. A polícia afirma que ele agiu com outros três imigrantes para iniciar um incêndio no centro e promover um tumulto. Quando o incêndio começou, o grupo atacou um funcionário que tentou apagá-lo, inclusivamente atirando uma garrafa de plástico. Outro funcionário foi ameaçado. Os bombeiros chegaram e tiveram dificuldade em controlar as chamas, que espalharam fumaça devido a um vento forte que "causou a dispersão da fumaça por toda a área e colocou em risco a segurança dos trabalhadores que intervieram". O funcionário agredido foi levado para o Hospital Martini, enquanto os quatro suspeitos foram presos. Um dos homens presos disse: “Estou em Itália há 16 anos e mesmo assim colocaram-me no Centro de Detenção Provisória. O meu documento expirou e não o renovaram porque eu não compareci no dia certo. O meu amigo passa a vida a prometer que vai voltar para a Tunísia, mas ele também é obrigado a ficar lá. Qual é o sentido disto?”
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Fonte: https://rmx.news/article/the-fire-was-small-4-migrants-arrested-for-arson-in-italian-deportation-center-in-turin-judge-releases-them-almost-immediately/

ALEMANHA - ESTRANGEIROS DESPROPORCIONALMENTE REPRESENTADOS ENTRE OS VIOLADORES

Estatísticas da polícia alemã para 2025 revelam que o número de estupros registados na Alemanha atingiu o seu nível mais alto em vários anos, chegando a aproximadamente 13920 casos, de acordo com os parágrafos legais específicos. O que está a impulsionar este número explosivo de estupros? Segundo diversos especialistas, estrangeiros e pessoas com histórico de imigração são os principais autores destes actos.
Isto representa um aumento de 9% em comparação com o ano anterior e dá continuidade a uma tendência de alta de longo prazo. Em 2018, foram registados 8106 casos, um aumento de 71,72%.

“A violência sexual contra as mulheres é um problema grave na Alemanha. O estupro é um crime horrível e uma forma particularmente séria de violência sexual”, disse a ministra da Justiça Federal, Stefanie Hubig (SPD), ao jornal Welt, que obteve os dados.
O ministro do Interior de Hesse, Roman Poseck (CDU), afirmou que, embora a maioria dos autores de estupro tenha cidadania alemã, "a verdade é que os autores com histórico de imigração estão sobre-representados".
Embora a percentagem exacta de imigrantes envolvidos em estupro ainda não tenha sido divulgada, visto que os dados oficiais do Ministério do Interior federal só estarão disponíveis a 15 de Abril, anos anteriores já revelaram o papel desproporcional dos imigrantes nestes casos.
Em 2024, aproximadamente 41% dos suspeitos de crimes contra a auto-determinação sexual, incluindo estupro, eram cidadãos não alemães.
Nas estatísticas alemãs, existe uma subcategoria específica denominada "Zuwanderer", que engloba requerentes de asilo, refugiados e pessoas com permanência tolerada. Em 2024, cerca de 15 a 18% dos suspeitos de estupro enquadravam-se nesta categoria, apesar de representarem aproximadamente 2 a 3% da população total.
“Entre os imigrantes, há pessoas que se caracterizam por uma compreensão completamente equivocada dos papéis sociais e que, portanto, desrespeitam o direito das mulheres à auto-determinação”, disse Poseck.
Os Estados começaram a publicar individualmente os seus dados de 2025, que confirmam a tendência citada pelo jornal Welt. Na Renânia do Norte-Vestfália, o Ministro do Interior, Herbert Reul, informou recentemente que os crimes sexuais no Estado aumentaram 5,2% em 2025. A proporção de suspeitos não alemães em crimes violentos e crimes sexuais permanece desproporcionalmente alta, chegando a quase 50% em algumas categorias de crimes violentos.
Relatórios semelhantes da Baviera e de Hesse indicaram que suspeitos não alemães estão sobre-representados em cerca de três a quatro vezes em relação à sua participação na população na categoria de crimes sexuais graves.
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Fonte: https://rmx.news/article/rapes-in-germany-soar-to-nearly-14000-cases-in-2025-migrants-vastly-overrepresented/

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Só por absurdo resultado do rigor ideológico das elites e seu poder intelectual e me(r)diático de persuasão é que pode haver mulheres ocidentais a votar em partidos que apoiam abertamente a iminvasão.