domingo, junho 28, 2026
sábado, junho 27, 2026
SOBRE A AMEAÇA IMINVASORA ORIUNDA DO MAIS HOSTIL TERCEIRO-MUNDO
sexta-feira, junho 26, 2026
INGLATERRA - PARTIDO NACIONALISTA DIVULGA NO PARLAMENTO NACIONAL DETALHES DE HORROR A RESPEITO DOS GANGUES DE PEDOFILIA MUÇULMANA AO LONGO DE DÉCADAS
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Mais detalhes de pesadelo que só podem ser devidamente vingados se houver consequências maciças, nomeadamente as penas de prisão pesadas para os culpados, a sua eliminação física se necessário ou pelo menos expulsão definitiva de solo europeu - e a responsabilização de quem, tendo o dever de agir para defender as crianças do Povo, não o fez, e, também, a responsabilização dos grandessíssimos mé(r)dia que, apesar de usualmente adorarem escandaleiras sexuais, terem ficado em silêncio ao longo de décadas sobre o sucedido.
Como os leitores mais antigos deste blogue podem saber, começou-se aqui a noticiar este caso em 2008 ou 2009. Constatei desde essa altura o silêncio dos grandessíssimos mé(r)dia tugas sobre este escândalo sexual de pedofilia muçulmana em massa. Sim, a imprensa «livre», sempre solícita para esmiuçar tudo o que sejam escândalos sexuais, sobretudo se tiverem a ver com a Igreja, pois nestoutro caso a envolver religiosos nem piou. Severo moita-carrasco. Em 2011, o líder do BNP e eurodeputado, Nick Griffin, falou sobre a pedofilia de paquistaneses sobre raparigas brancas, isto numa sessão parlamentar que pode ser vista no Youtube. Mesmo assim, nem um comentário se ouviu sobre o tema, pelo menos cá. Confirmei então que o «anti-racismo» é mesmo uma «religião» e os seus clérigos e acólitos são de uma disciplina que faria inveja aos comandantes das SS. Até podem, individualmente, ter um ar descontraído, «livre», porreiro - mas «aquilo» ali obedece ferreamente ao ideal antirra. Podem estar nas lonas sem notícias para dar, mas não falam nisto, porque é pecado, e porque se alguém falasse, logo apareceria algum Diácono Remédios da «igreja» anti-racista a dizer que «não havia nechechidade» de estar agora a dizer que havia uma rede de pedofilia dirigida por muçulmanos a vitimar crianças brancas, com a diferença que o Diácono Remédios de Herman José é um velhote que fala em tom conciliador enquanto os Diáconos Remédios do anti-racismo espumam-se de ódio e guinchos diversos.
A notícia em epígrafe mostra, destarte, que é mesmo preciso haver a chamada Ultra-Direita no parlamento para que o «povinho» possa ser defendido...
quarta-feira, junho 24, 2026
ITÁLIA - «««JOVEM»»» DE 44 ANOS DETIDO DEPOIS DE VIOLAR UMA IDOSA E ESPANCAR UM IDOSO
COMISSÁRIO EUROPEU AFIRMA QUE UCRÂNIA JÁ ESTÁ A ALCANÇAR VITÓRIAS NA GUERRA INICIADA PELA RÚSSIA
ESPANHA - AFRICANO TENTA VIOLAR ALEMÃ, A SEGUIR ESPANCA-A E ESFAQUEIA-LHE O ROSTO
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É, portanto, mais um cenário multicultural - em solo espanhol, um africano tenta violar uma alemã, e a seguir espanca-a. Uma interacção cujos contornos e resultado só um «racista» poderia adivinhar.
ITÁLIA - MILHARES DE AUTÓCTONES MARCHAM EM ROMA PARA EXIGIR REMIGRAÇÃO DE ALÓGENOS
Uma manifestação com milhares de pessoas ocorreu em Roma no Sáturnes [13 de Junho], em defesa da remigração e de controles mais rigorosos sobre a imigração. Vinda de diversas regiões de Itália, uma multidão de aproximadamente 3000 pessoas desfilou pela capital do país atrás de uma faixa proeminente com os dizeres "Remigração e Recaptura", um slogan usado para exigir a deportação obrigatória de imigrantes de volta aos seus países de origem. A marcha contou com a participação de várias organizações de Direita, incluindo a Casapound.
Enfim, de um modo ou doutro, sempre é um avanço que se fale cada vez mais em remigração.
Mais Povo está portanto a acordar, o Organismo tem os seus glóbulos brancos e resiste à doença que o corrói.
SUÉCIA - GOVERNO APROVA LEI QUE PERMITE EXPULSAR IMIGRANTES QUE NÃO SE PORTEM BEM, MESMO QUE NÃO TENHAM CADASTRO
Comemorando a medida, o partido de Direita Democratas Suecos escreveu no X: “Os Democratas Suecos estão a cumprir as suas promessas eleitorais! Hoje, o parlamento sueco votou a favor da duplicação das penas para criminosos ligados a gangues, da reintrodução da responsabilidade oficial e da exigência de antecedentes criminais para a obtenção de autorizações de residência.”
No início deste ano, a Suécia também aprovou um pacote reforçado de medidas de retorno, concedendo à polícia e às autoridades de imigração mais ferramentas para fazer cumprir as decisões de deportação. Diversas autoridades públicas serão obrigadas a partilhar informações com a polícia caso suspeitem que um estrangeiro não tenha o direito de permanecer no país. O pacote também amplia o uso de impressões digitais, fotografias e verificação de telemóveis em casos de imigração.
O governo também aumentou os auxílios para repatriação voluntária no início do ano, permitindo que adultos elegíveis com autorizações de residência relacionadas com protecção recebam até 350000 coroas suecas caso retornem permanentemente ao seu país de origem.
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Fonte: https://rmx.news/article/sweden-passes-law-to-revoke-residence-permits-from-migrants-who-fail-good-behavior-test/
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É, mais uma vez, a Democracia a mostrar como é aliada do Nacionalismo. É assim que se faz política nacionalista eficiente.
NEDERLANDA - MOURO TENTA VIOLAR DUAS MULHERES AO ACASO, ALÉM DE ESPANCAR GRAVEMENTE O NAMORADO DE UMA DELAS
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Mais calor humano oriundo do «sul global» ou o que quer que seja aquela merda donde veio o «««jovem»»». Calor humano e, claro, heteropatriarcado do mais violento, como dirão as militantes feministas se tiverem um pingo de vergonha na cara. Repare-se entretanto no trabalho que o fulano deu às autoridades - tanto esforço, e, provavelmente, dinheiro, para dar conta de apenas um alógeno. Será que os demais imigrantes/refugiados do sul global compensam, com o seu trabalho, o que este faz, ou o prejuízo que dá nem sequer é contabilizado como tal?...
«SÓ TEREMOS CÁ MESQUITAS QUANDO NA ARÁBIA SAUDITA CONSTRUÍREM IGREJAS!»
Trata-se de um estribilho que muito se lê por aí nas redes sociais, disseminado por nacionalistas e patriotas europeus da vertente mais populista. Afigura-se bem intencionado - revela-se, todavia, traiçoeiro.
É verdade que na Arábia Saudita não se podem construir quaisquer templos religiosos que não sejam mesquitas, uma restrição que se deve ao facto de o país ter no seu território Meca e Medina, as duas cidades mais santas do Islão, e de Maomé ter escrito, num «hadith» (declaração atribuída ao profeta do Islão), que «não devem coexistir duas religiões na Península Arábica». É também verdade que em mais três países muçulmanos está proibida ou praticamente inviabilizada a construção de igrejas - ou qualquer outro templo não muçulmano: Afeganistão, Somália e Maldivas.
Sucede, entretanto, que, na maioria dos países muçulmanos, é oficialmente permitida a construção de igrejas: Emirados Árabes Unidos, Catar, Barém, Omã, Kuwait, Jordânia, Líbano, Síria, Iraque, Egipto, Turquia, etc.. Se uma comunidade turca quiser construir em solo europeu uma mesquita paga pelo governo turco, como é que se faz, diz-se «não vamos aceitar essa construção turca porque na Arábia Saudita não deixam fazer igrejas!» ? Como se costuma dizer, o que tem o cu a ver com as calças, ou, melhor dizendo, o que tem um cu a ver com outro?
Aliás, por essa ordem de ideias, também os muslos podem dizer que vários Estados europeus não têm mesquitas, sendo que em dois deles está proibida ou inviabilizada a construção de tais locais de culto: um, o Vaticano, por motivos óbvios, outro, a Eslováquia, que há pouco tempo, 2017, passou a ter leis de registo religioso extremamente rígidas (exigindo dezenas de milhares de assinaturas de cidadãos filiados) que impedem o Islão de obter o estatuto oficial de religião, inviabilizando a concessão de alvarás para erguer templos. A comunidade utiliza centros culturais discretos para rezar. [1, 2, 3], conforme informação da IA, e esta alteração legislativa foi frontalmente proposta e descrita pelo Partido Nacionalista Eslovaco, SNS, como forma de travar o Islão - conforme diz a IA, «o líder do partido SNS, Andrej Danko, declarou abertamente na altura que a lei era uma medida preventiva necessária para garantir que nenhuma comunidade muçulmana pudesse alguma vez registar-se oficialmente, construir mesquitas ou ensinar o Islão nas escolas públicas do país. [1, 2]»
Já agora - e se, por mais estranho que parecesse, a Arábia Saudita, o Afeganistão, etc., passassem a admitir a construção de igrejas no seu território, como é que era? Iriam os patriotas da Europa aceitar doravante a construção de mesquitas nos seus respectivos países europeus?
Repare-se que os muçulmanos tinham provavelmente muito mais a ganhar com esta reciprocidade do que os cristãos. Na Europa, as igrejas esvaziam-se - porque se encheriam nas Arábias? Enquanto isso, a religiosidade dos muçulmanos em solo europeu aumenta, quase tanto como aumenta a sua explosiva natalidade.
Deixe-se pois de lado essa conversa que, de resto, até pode interessar aos cristãos, sempre a postos para ir evangelizar tudo o que puderem, indiferentes às fronteiras étnicas; mas não interessa, seguramente, aos nacionalistas europeus.
Qual deve então ser o critério? Mais coisa menos coisa, deve aplicar-se o raciocínio de John Locke - todos os credos devem ser tolerados, mas aqueles cuja doutrina é contrária à segurança do Estado devem ser vigiados de perto, quando não suprimidos, e deu como exemplo precisamente o de um súbdito muçulmano de um príncipe cristão europeu (no século XIX): politicamente, o súbdito devia lealdade ao soberano europeu, mas, religiosamente, devia obedecer ao sultão turco, tornando-o potencialmente subversivo, um potencial membro de uma possível quinta-coluna, um potencial inimigo interno.
De resto, para que servem as mesquitas? Os poucos alógenos que poderão estar em solo europeu de um país nacionalista precisarão de uma mesquita para quê se puderem rezar no seu domicílio, enquanto durar o seu contracto de trabalho nesse país?...
BATALHA DE S. MAMEDE A 24 DE JUNHO DE 1128 - PRIMEIRO MOMENTO DA SOBERANIA NACIONAL
Tinha o primeiro momento da soberania nacional de ser assinalado com um sóbrio monumento pétreo. A Nação nasceu dos castros, que são só rocha e névoa nos confins do extremo ocidente. Nasceu portanto bem antes de D. Afonso Henriques, antes até de o seu pai vir parar ao Condado Portucalense. A primeira batalha dos Portucalenses foi a de Pedroso em 18 de Janeiro de 1071, quando Nuno Mendes morreu ao tentar alcançar a soberania de Portuscale.
Sobre o monumento que acima se vê (http://www.guimaraesturismo.com/pages/154?geo_article_id=118):
«Segundo a tradição de muitas gerações, foi em S. Torcato que teve início, em 24 de Junho de 1128, a Batalha de S. Mamede, na qual D. Afonso Henriques conquistou a chefia do Condado Portucalense e iniciou o processo político da independência de Portugal, ao afastar a tentativa de hegemonia galega. Não deixa de ser significativo que o nome do lugar seja o de "Campo da Ataca" - ou do ataque - designação guerreira bem sugestiva.
Em 1996 foi inaugurado o actual arranjo artístico-monumental, que celebra este acontecimento.»
Sobre a batalha:
terça-feira, junho 23, 2026
A CELEBRAÇÃO DO «SÃO» JOÃO...
No dia de Santo António fomos à procura da sua origem. A professora Magda Pinheiro lançou-nos um cenário e ficámos a saber que o grande santo popular foi sempre São João. Até em Lisboa. O culto e as festas do santo lisboeta tal como as conhecemos hoje nasceram muito tardiamente, já nos anos 60, antes eram uma organização institucional que a Igreja levava a cabo para não perder terreno face aos republicanos anticlericais.
Quando surge a festa e quando se separa do culto?
O culto de Santo António já é um culto tardio na cidade, só se desenvolve no século XVI. O santo padroeiro de Lisboa é o São Vicente, os cultos mais antigos são os dos santos mártires e o de São Félix, anteriores à Reconquista. Mas o culto de Santo António existe associado às pestes que grassaram a cidade e deu origem a uma procissão importante. Agora a inserção do Santo António nos santos populares é bem mais complexa.
Por uma razão específica?
Sim. De facto o São João era muito mais referido em todas as fontes como santo popular no século XIX. Apesar de se falar dos tronos e dos altarzinhos do Santo António.
Mas havia o São João também em Lisboa?
Exacto. Os festejos existem quer no passeio público pombalino, quer, por exemplo, no Campo Grande. O São João tinha uma componente mais espontânea, com as fogueiras, enfim, era uma romaria muito importante. Estas romarias são uma tentativa de catolicizar cultos pré-romanos que estão associados à chegada do Verão. O Santo António insere-se aqui um bocadinho menos nitidamente.
E como é que nasce a festa?
É preciso pensar que no final do século XIX, como há uma progressiva reinvenção da nação com a valorização dos artesanatos populares e toda uma série de elementos que vão constituir aquilo a que hoje chamamos a identidade portuguesa, há também a valorização dos bairros que não foram reconstruídos depois do terramoto. Nascem os bairros tradicionais. E estas festas emergem. No fim do século XIX há na cidade uma forte tendência anticlerical e nesse contexto cria-se uma comissão de comemoração de Santo António.
O que fazia essa comissão?
Essa comissão tem como organizadores personagens importantes como a rainha que tenta demarcar o espaço público numa tentativa de devolver à Igreja o espaço que estava a perder. A festa realiza-se já com fogo de artifício e projecção de luz.
Como é que depois associamos o Santo António aos casamentos, às marchas, à festa na rua, às sardinhas e por fora?
Tudo isso vai ser realizado pelo Estado Novo, que não quer imponderáveis. São festas organizadas, com direito a concursos e um pouco distante da festa de massas de hoje e da espontaneidade. É nesse contexto que, em 1932, os olissipógrafos que são clericais não esquecem a necessidade de organização de um culto à volta de Santo António.
São essas as festas das colectividades?
Sim, elas desenvolvem-se em pequenas comunidades e nascem as primeiras festas institucionalizadas com desfiles de marchas. Mas isso não exclui que continue a haver os tronos e as sardinhas. A institucionalização das festas é muito mal vista pela intelectualidade de esquerda e será muito mal vista até aos anos 60.
A seguir ao 25 de Abril há nova ruptura?
O que acontece é que colectividades que não costumavam participar começam a fazê-lo e nasce uma nova maneira da festa se implantar na cidade.
Já com toda a gente na rua, com a cerveja, a sangria, o vinho e as célebres sardinhas, a festa pura e dura que hoje conhecemos?
Sim, mas essa festa que descreve penso que começa a fundar-se no final dos anos 60 e é nessa altura que o São João morre completamente.
Passa definitivamente para o Porto?
A componente de festa de Lisboa é mais cosmopolita do que a do Porto. E, por outro lado, há um bairrismo mais afirmativo.
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Diz Teófilo Braga, na obra «O Povo Português Nos Seus Costumes, Crenças e Tradições», volume II, página 211 e seguintes:
«A festa de São João Baptista em todos os povos europeus está ligada a um fenómeno astronómico, o solstício do Verão, em 24 de Junho. O célebre ritualista Guilherme Durandus, interpretando alegoricamente a festa do Precursor, não pode ocultar o seu sentido mítico: "Faz-se girar uma roda, em certas localidades, para assim designar que o Sol não se pode elevar mais, mas torna a descer no seu círculo, assim também a fama de São João, que era olhado como um Cristo, diminuiu quando este apareceu. Alguns dizem que é porque neste tempo os dias minguam, e que crescem de novo no Natal de Jesus Cristo..."»
Ou seja, uma forma de diminuir o prestígio do Sol perante o Judeu Morto, primeiro substituindo-O por um sucedâneo («São João») e depois «integrando» na religião do Deus oriental os rituais que ao Sol são devidos. A isto se chama «cristianização».
Continuando, novamente com Teófilo Braga...
«É justamente uma tal concepção primitiva que faz com que a festa do solstício de Verão seja comum a todos os Povos indo-europeus, e ainda aos Povos semitas; o fenómeno é diversamente dramatizado, mas entre os povos europeus toma a expressão de um Combate de Verão expulsando o Inverno (24 de Junho), ou a sua inversa, a expulsão do Verão pelo Inverno (24 de Dezembro). (...) nos antigos prazos portugueses notou João Pedro Ribeiro, que o ano era sempre contado de São João a São João, e no Alvará de 1 de Julho de 1774, chamou-se-lhe ano irregular. (...) entre os povos eslavos é onde se apresenta mais completo, correspondendo muitas das suas particularidades a costumes portugueses (...). Por um documento da Câmara de Coimbra, de 1464, citado por Viterbo, se nota a forma de combate: "cavalhada na véspera de São João com sina e bestas muares". Em outros povos, esta cavalgada ficou simplesmente lendária, na Mesnie Furieuse, que tanto se localiza no solstício diurno (circa horam medirianam) como no solstício vernal. (...) Nos costumes provinciais conservam-se quase todas as formas dramáticas desta antiquíssima festa solsticial.
(...)
Na Beira Alta acende-se um facho no cimo dos montes (o galheiro) ou na ceira das azenhas (a roda, que ainda na Alemanha se deixa rolar dos montes). O facho, como escreve Leite de Vasconcelos, é um pouco de lenha em volta de um pau alto. Os rapazes que o vão acender levam músicas de tambores e pífaros, e grandes algazarras. O monte é além disto cercado de pinhas acesas.»
Nos Açores, fazem-se as fogueiras na rua, e os rapazes saltam por cima das labaredas; o mesmo no Algarve e no Alentejo.»

E, como todos sabem, o mesmo se faz um pouco por toda a Europa nesta data - o salto dos jovens por cima das fogueiras, para dar força e saúde, boa sorte, etc..
Tudo isto só ajuda ao tom despreocupado e livre dos folguedos da data, que é isso que interessa. É pela noite dentro, cambada. Força nos Martelos.







