sábado, julho 25, 2026

BATALHA DE OURIQUE - UM DOS MAIORES MOMENTOS DA MITO-HISTÓRIA NACIONAL

Monumento à Batalha de Ourique


A 25 de Julho de 1139 travou-se algures no sul do actual Portugal a Batalha de Ourique, entre as forças comandadas por D. Afonso Henriques e a Moirama conduzida por Ali ibn Yusuf, chefe de tropas muçulmano.
Pouco é sabido sobre este episódio da Reconquista. Na obra «Annales Portucalenses Veteres» (Anais dos Portugueses Antigos) há referência a este embate; posteriormente, na «Annales D. Alfonsi Portugalensim Regis» (Anais do Rei D. Afonso de Portugal), datada de 1185, diz-se que Esmar liderava um imenso exército, incluindo forças das praças mouras de Sevilha, Badajoz, Évora e Beja, além de tropas marroquinas.
A dada altura o ocorrido começou a ser narrado como uma magna batalha de D. Afonso Henriques contra cinco reis mouros, daí a tradicional explicação das cinco quinas da bandeira portuguesa como simbolizando os cinco monarcas muçulmanos batidos pelas tropas portuguesas, o que pertencerá provavelmente mais ao campo da Lenda do que ao da História propriamente dita.
O que aparentemente ficou apurado foi que em Maio de 1139 D. Afonso Henriques reunia as suas tropas na zona de Coimbra e em finais de Junho marchava sobre Leiria, juntando às suas forças os cavaleiros-vilãos e peonagem diversa. Lançou-se daí em longo fossado (incursão em terras inimigas) para sul, contra o «Gharb» (terra do Islão no ocidente ibérico), saqueando e devastando o campo do invasor norte-africano. Em resposta, as forças muçulmanas da região, e de regiões vizinhas, em território actualmente espanhol, partiram ao encontro da hoste portuguesa para a desbaratar. O derradeiro embate deu-se então em local ainda hoje pouco conhecido, a 25 de Julho, tendo a vitória portuguesa sido de tal modo retumbante que o líder mouro Esmar só a custo conseguiu escapar com vida.
Conta-se também que na sequência da vitória portuguesa D. Afonso Henriques foi aclamado rei pela nobreza guerreira, o que configura esta batalha como um pilar, seja histórico ou lendário, da independência portuguesa.
É um dos mitos fundadores da Pátria e, independentemente dos pormenores engrandecedores que lhe tenham sido naturalmente acrescentados em diferentes épocas da historiografia nacional, do que não restam dúvidas é do papel a um tempo agregador, galvanizador e motivador que a batalha teve para uma geração após outra da Nação Portuguesa. Uma batalha de uma longa guerra, que começou com a invasão muçulmana da Ibéria em 711 e acabou com a expulsão final dos Muçulmanos de Granada, a 2 de Janeiro de 1492. Ou talvez essa guerra, a do Islão na Hispânia, não fosse mais do que uma grande batalha de uma guerra maior, que começou com Maomé e ainda está em curso, dado que o credo do crescente não morreu, e hoje, como no ontem medieval, continua a constituir oposição tantas vezes hostil ao Ocidente, de diversas formas, bem como a todo o resto do mundo não islâmico. Ourique, para já, permanece como exemplo do que foi feito e pode voltar a fazer-se.

sexta-feira, julho 24, 2026

24 DE JULHO DE 1833 - VITÓRIA LIBERAL, CONTINUAÇÃO DA DEMOCRATIZAÇÃO DE PORTUGAL NA MAIS AUTÊNTICA TRADIÇÃO EUROPEIA

(...)

De Marte e Minerva,

Sois filhos amados,

Não sois os soldados

Escravos dos reis.

Já sobre as ruínas

Do vil despotismo,

Por vosso heroísmo

Imperam as leis.

(...)

Excerto de «Hino aos valentes libertadores de Portugal», 1833

 

A Revolução Liberal que triunfou a 24 de Julho de 1833 deu primazia em Portugal à corrente democratizadora que se desenvolvia na Europa de então, inspirada na herança da Antiguidade europeia, nomeadamente a do tempo do Paganismo greco-romano, em contraste com a ostensiva e ostentada devoção cristã, abraâmica, da hoste conservadora e absolutista, no que constituiu mais um episódio local, nacional, neste caso português, da longa marcha de re-europeização da Europa, por sobre a camada médio-oriental/abraâmica imposta pela cristianização. A pouco e pouco o Génio europeu desperta, pelo menos enquanto a Europa for constituída por Europeus.

quarta-feira, julho 22, 2026

POLÓNIA - CELEBRAÇÃO DA KUPALA OU SOLSTÍCIO DE VERÃO


O Kupala deste ano foi celebrado nas margens do rio Wieprz, em Krasnystaw – onde o Fogo encontrou a Água, e mais uma vez pudemos estar juntos em círculo, honrando os Deuses e os Ancestrais 🔥
À medida que o dia dava lugar à noite, o Fogo Sagrado foi aceso. Orações e invocações ressoavam no seu brilho, e o fumo que subia ao céu carregava as nossas intenções. Juntos, invocámos aqueles que vieram antes de nós, lembrando que é graças à sua força e legado que podemos seguir o nosso próprio caminho hoje.
Despedimo-nos de Jaryła – o Senhor da força, do crescimento e do fervor juvenil da Primavera. A sua forma verde foi confiada à água para completar a próxima etapa do ciclo eterno. Gratos pela vida, abundância e fertilidade que trouxe, despedimo-nos dele com alegria no coração. Um dos momentos mais emocionantes da noite foi o kosopleciny (a ‘trança’) de Radochna – um ritual de entrada no caminho feminino. Foi um momento repleto de ternura e emoção, demonstrando a força dos laços entre gerações de mulheres. A sua mãe começou a entrançar, as mulheres reunidas em círculo acrescentaram as tranças seguintes e a sua avó concluiu o trabalho. Cada trança continha a memória, o cuidado, a experiência e os desejos da família para uma viagem bem-sucedida rumo à feminilidade. Radochna foi homenageada com cânticos pela comunidade e, de seguida, fez a sua primeira oferenda como participante de pleno direito do círculo feminino. No final, recebeu presentes simbólicos – alecrim perfumado, um lírio-do-vale branco e uma lúnula – um antigo símbolo feminino de protecção e ligação às Deusas. Foi um momento que emocionou todos os presentes e recordou a todos o imenso valor dos rituais transmitidos de geração em geração.
A celebração foi completada pela união do impossível – Fogo e Água. Quando a chama tocou a corrente do rio Wieprz, dois elementos eternos uniram-se. Neste breve momento de silêncio, todos puderam sentir a magia desta noite, a presença dos Deuses. Os antigos rituais e a fé dos nossos Antepassados ​​continuam vivos nos nossos gestos, palavras e na celebração partilhada das festas.
O círculo era grande e cheio de energia. Aqueles que estão connosco há anos encontraram-se, assim como aqueles que entraram na nossa comunidade pela primeira vez. Havia crianças, idosos, famílias e amigos – todos formando o tecido vivo da Família. A antiga fé continua viva nas pessoas, nos cânticos, no fogo, nos rituais e numa comunidade que se fortalece a cada ano.
Agradecemos a todos os que estiveram connosco durante o Kupala deste ano. Que o poder desta noite permaneça connosco nos próximos meses e que a memória dos momentos que partilhámos nos guie até ao nosso próximo encontro em torno do Fogo Sagrado.
Glória - Slava!
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Fonte: https://www.facebook.com/groups/637264196358628/permalink/27495665940091756

GRÉCIA - GRANDE CELEBRAÇÃO ANUAL EM HONRA DE PROMETEU E DOS DEUSES OLÍMPICOS


Ao pé do Monte Olimpo, centenas de adoradores dos
antigos Deuses gregos reúnem-se todos os Verões para celebrar tradições que acreditam conectá-los ao passado remoto da Grécia.
O Festival Prometeia, com duração de quatro dias, começa ao som de tambores enquanto mulheres vestidas de branco avançam com tochas acesas, cantando hinos a Zeus. Na mitologia grega, o Monte Olimpo é a morada dos Doze Deuses Olímpicos, conferindo à cerimónia um poderoso simbolismo.
Há mais de 30 anos, o festival atrai pessoas de toda a Grécia e de outros países para participar em rituais inspirados em prácticas religiosas antigas. Os organizadores afirmam que o evento celebra o património cultural da Grécia, preservando costumes que acreditam ter sobrevivido desde a Antiguidade.
O festival é organizado pela associação “Prometeu, o Portador do Fogo”, nomeada em homenagem ao titã que, segundo a mitologia grega , roubou o fogo sagrado de Zeus e o deu à humanidade.
O fogo continua a ser o símbolo central do festival. Procissões com tochas, hinos e encontros cerimoniais reflectem o mito de Prometeu, cuja história há muito representa coragem, sacrifício e busca pelo conhecimento.
“O nosso objectivo é destacar certos aspectos do património cultural e histórico da Grécia”, disse Georgia Altintasiotou, presidente da associação.
Muitos participantes do festival identificam-se como politeístas e cultuam os Deuses da Grécia Antiga. Reúnem-se perto do sítio arqueológico de Dion para rituais, música e eventos culturais inspirados no passado clássico do país.
Alguns membros adoptam formalmente nomes da Antiguidade durante uma cerimónia e usam estes nomes dentro da comunidade. Os organizadores dizem que a tradição reflecte um compromisso pessoal com as crenças e os valores que associam ao mundo antigo.
É um esforço para retornar às nossas raízes”, disse Semeli Travlou, escritora e membro fundadora da associação. Travlou afirmou que os gregos modernos se desconectaram da literatura, da filosofia e das tradições religiosas da antiguidade. Ela disse que o movimento busca reconstruir esta conexão e incentivar uma maior valorização da identidade histórica da Grécia.
Entre os participantes está Triantafyllos Athanassoulas, de 48 anos, que usa o nome Hermodoros, que significa "dádiva do Deus Hermes". Juntou-se a outros fiéis numa das procissões com tochas do festival, que os organizadores descrevem como um símbolo de continuidade com as tradições antigas. O festival também inclui cerimónias ao longo do rio Enipeas, nas proximidades. Ali, os participantes prestam homenagem à natureza e invocam às Ninfas e às Nereidas, seres divinos da mitologia grega associados a rios, florestas e mar.
Muitos dizem que as cerimónias reflectem crenças pessoais, e não uma tentativa de persuadir os outros. "Os Deuses da Grécia antiga são energias que existem dentro de nós. Não estou a tentar converter ninguém", disse Symeon Charizanos, um funcionário de escritório de 53 anos. Charizanos disse que espera preservar os valores que associa aos seus antepassados, incluindo excelência, coragem, determinação, resiliência e verdade.
O festival termina com apresentações teatrais, danças tradicionais e celebrações realizadas nas florestas que circundam o Monte Olimpo. À medida que as últimas tochas se apagam sob a montanha mais famosa da Grécia, os participantes afirmam que o encontro mantém vivas as tradições que continuam a moldar a identidade cultural do país.
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Fonte: https://greekreporter.com/2026/07/08/mount-olympus-worship-ancient-greek-gods-prometheia/?fbclid=IwY2xjawTP85FleHRuA2FlbQIxMABicmlkETB5MUM2OGlpcHhTZlNvM3Jvc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHmIRpjNiFKK_Fyfl6RiovmyrFwL9_VQIgNA9aI5FANQN3x4jwHkwyk7w-4U9_aem_4kKYMy_n-ybusFB23sM9sQ



EUA - EX-DIRECTORA DO SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA NACIONAL DIZ QUE A TURQUIA É UM PERIGO PARA O OCIDENTE, FINANCIA TERRORISMO, DEVE SER EXPULSA DA OTAN, E QUE A ALIANÇA DOS EUA DEVE SER COM OS CURDOS


A mulher que surge na imagem é Tulsi Gabbard (mainemorningstar.com), uma figura política proeminente dos Estados Unidos. Recentemente, exerceu as funções de Directora de Inteligência Nacional (Director of National Intelligence) na administração do Presidente Donald Trump.
Os Detalhes das Declarações
  • A Citação: As palavras inscritas no cartaz reproduzem fielmente uma tomada de posição pública e veemente de Tulsi Gabbard. Nela, a antiga chefe de espionagem norte-americana ataca frontalmente a Turquia do Presidente Recep Tayyip Erdoğan.
  • A Exigência: Gabbard defendeu abertamente o fim da aliança estratégica com Ancara, exigindo que o país fosse colocado na lista de Estados patrocinadores do terrorismo e expulso da NATO (saveindia108.in). Adicionalmente, instou à protecção do Povo Curdo e ao combate global contra o Hamas e a Irmandade Muçulmana.
  • A Fotografia de Fundo: O registo visual utilizado para o cartaz foi capturado na CPAC (Conservative Political Action Conference), onde Gabbard tem sido oradora convidada em várias edições.
Esta postura reflecte uma ala crítica da geopolítica de Washington que condena a Turquia pelos seus laços ambíguos com grupos islâmicos no Médio Oriente e pelas ofensivas militares contra as milícias curdas na Síria.
Só é de lamentar a postura algo anti-ucraniana da senhora, pois que, de resto, brilha em quase tudo o que diz, incluindo nesta ousada mas lúcida acusação contra a Turquia e defesa dos Curdos, que são aliados naturais do Ocidente.
Tulsi Gabbard, de origem predominantemente europeia e algum sangue samoano, é de religião hindu por influência da sua mãe, mulher de ascendência alemã que se converteu ao Hare Krishna.






«IDIOTAS» ÚTEIS?


Na maior parte dos casos do Ocidente actual, não é por idiotice que os «idiotas úteis» são «idiotas úteis». É por ódio. Ódio etno-masoquista. Ódio à sua própria gente. O ódio que leva a sentir e a manifestar repulsa pela sua própria civilização em prol dos seus inimigos. Foi este ódio que fez centos de intelectuais e militantes adjacentes darem frequentemente razão à URSS contra o Ocidente democrático até aos anos oitenta, tal como é este mesmo ódio que faz os actuais «fri-fri-palestáine» guinchar de ódio contra Israel (por ser visto como uma extensão do Ocidente) e contra os EUA, e contra a Europa, evidentemente.
O mal não é portanto a idiotice e sim uma doença moral - é a versão laica da moralidade cristã que manda virar-se contra a sua própria família ao mesmo tempo que manda também amar sem fronteiras e dar a outra face ao agressor.
Numa sociedade futuramente higienizada, os promotores deste ódio deverão ser convidados a abandonar de vez o espaço geográfico ocidental, se quiserem que tudo se resolva a bem.


«NO JAPÃO, NÃO HÁ NEM MESQUITAS NEM MUÇULMANOS»

É o que se ouve por aí e não corresponde à verdade. Brota facilmente das mais ingénuas e indignadas mentes nacionalistas. Sucede demasiadas vezes que no nacionalista mora uma mistura de temor com raiva diante da ideia de que uma tribo alógena pode estar a ser mais forte do que a sua - facilmente diz o nacionalista «aqueles é que a levam direita!, enquanto nós somos para aqui uns pamonhas e estamos em risco de ficar para trás!» Na mente do mais ingénuo nacionalista, urge portanto fazer mais para defender a sua gente, e para não ficar atrás do alógeno, ao mesmo tempo que o exemplo do alógeno «que a leva direita!» serve para galvanizar o seu próprio povo na medida em que explica aos seus compatriotas que o mundo é mesmo assim, torna-se necessário usar a força, e quem o não fizer anda fatalmente enganado.
Ora a verdade é que, neste momento, as elites reinantes são basicamente iguais em todo o mundo, mais coisa menos coisa. No Japão também está a ser assim. Não foi por acaso que há uns anitos a Miss Japão foi uma jovem mulata (filha de soldado afro-americano com mulher japonesa), o que se afigurava altamente improvável no País do Sol Nascente, e suscitou viva indignação pública, mas lá que aconteceu, isso aconteceu, e não caiu do ar, alguém por lá o decidiu.
Neste momento, já há em solo japonês pelo menos 160 mesquitas e cerca de quatrocentos mil muçulmanos. O número destes últimos duplicou em cerca de cinco anos, devido à imigração oriunda do terceiro-mundo. A grande maioria dos muçulmanos no Japão é de origem indonésia; há, entretanto, cerca de cinquenta e cinco mil japoneses de origem que se converteram ao Islão, na maior parte dos casos são mulheres que se tornam muçulmanas por se casaram com imigrantes muçulmanos. Também há alguns homens japoneses que se convertem ao Islão por se casarem com mulheres imigrantes. Há, como resultado dos casamentos mistos, pelo menos vinte e cinco mil crianças mestiças, que contam automaticamente como muçulmanas.
Em Portugal a presença muçulmana é proporcionalmente maior, note-se.


UCRÂNIA - SUÉCIA AUTORIZA FORÇAS UCRANIANAS A USAR MÍSSEL AR--AR DE ALTA TECNOLOGIA CONTRA ALVOS EM ESPAÇO AÉREO RUSSO


A Suécia autorizou a Ucrânia a empregar os mísseis ar-ar Meteor contra alvos aéreos localizados em território russo, ampliando significativamente a liberdade operacional das forças ucranianas. Integrado aos caças fornecidos por aliados, o Meteor é considerado um dos mísseis ar-ar de maior alcance e capacidade do mundo, podendo atingir aeronaves inimigas a grandes distâncias. A decisão representa mais um passo no apoio militar ocidental à Ucrânia e pode aumentar a pressão sobre a aviação russa nas regiões próximas à fronteira do conflito.
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Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=1553581162805052&set=a.633554804807697

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Uma saudação à Suécia pela sua coragem verdadeiramente democrática.




ÍNDIA - EMPRESA ISRAELITA QUE CRIOU SISTEMA DE DEFESA ISRAELITA IRÁ CONSTRUIR SISTEMA ANÁLOGO NA ÍNDIA




Dois aliados naturais da Europa, com os quais os Europeus deverão poder constituir um grande Eixo da Liberdade: EUA - UE - Arménia - Israel - Índia, que, um dia, longínquo ou próximo, poderia incluir um Irão livre dos islamistas e, até, um Curdistão soberano.





EUA - QUASE METADE DOS MUÇULMANOS SIMPATIZA COM O HAMAS...

É isto o pessoal da «religião da paz» num país burguês e democrático, felizmente que os «extremistas» do Islão são poucos, pouquíssimos, microscópicos, quase não se vêem... excepto quando respondem a sondagens, como se constata...

MINISTRO POLACO DIZ QUE PRIMEIRO-MINISTRO INDIANO CONVENCEU PUTIN A NÃO USAR ARMAS NUCLEARES TÁCTICAS CONTRA A UCRÂNIA


O governante polaco que aparece na imagem é Władysław Teofil Bartoszewski (firstpost.com), e ele fez precisamente estas afirmações públicas durante uma conferência de imprensa oficial realizada em Nova Deli (indiatoday.in).
Os Detalhes do Acontecimento
  • A Afirmação: Bartoszewski declarou que o Primeiro-Ministro indiano, Narendra Modi, fez parte de um esforço multinacional concertado que persuadiu com sucesso o Presidente russo, Vladimir Putin, a não utilizar armas nucleares tácticas na Ucrânia no final do ano de 2022.
  • A Justificação: Segundo o diplomata polaco, Narendra Modi é um dos raríssimos estadistas mundiais que Putin realmente escuta e respeita. Isto deve-se às profundas e históricas relações estratégicas e comerciais que ligam a Índia à Federação Russa.
  • O Contexto da Imagem: A imagem junta elementos reais. O jovem no círculo inferior direito é Dhruv Rathee, um dos maiores e mais influentes vloggers e analistas políticos independentes da Índia, conhecido por questionar narrativas governamentais, justificando o cabeçalho "Dhruv Rathee Might Not Agree" (Dhruv Rathee pode não concordar).
Embora a eficácia exacta e os bastidores dessa pressão diplomática secreta de 2022 sejam difíceis de verificar de forma totalmente independente a nível operacional, a notícia partilhada no cartaz descreve fielmente as palavras oficiais proferidas pelo ministro polaco.