sexta-feira, novembro 28, 2008

A MAIOR PARTE DOS PROFESSORES ISLÂMICOS DA INDONÉSIA OPÕE-SE AO PLURALISMO

Um estudo recente demonstrou que a maioria dos professores de estudos islâmicos em Java opõe-se ao pluralismo e mostram tendência para o radicalismo.
Cerca de 62,4% dos professores de estudos muçulmanos, incluindo os das duas maiores organizações muçulmanas do país, ambas consideradas como sendo moderadas, Nahdlatul Ulama e Muhammadiyah, rejeita a possibilidade de terem líderes não muçulmanos. 68,6% opõe-se a que não muçulmanos possam tornar-se directores escolares e 33,8% opõe-se até a que haja professores não muçulmanos nas escolas. 73,1% dos professores de estudos muçulmanos não quer nos seus bairros locais de culto de outras religiões. 85,6% proibe que os seus estudantes celebrem grandes eventos vistos como tradições ocidentais, enquanto 87% diz aos seus alunos para não aprenderem nada sobre as outras religiões. 48% preferia que os seus alunos estivessem separados em turmas de sexos diferentes. 75,4% diz aos seus alunos para apelarem aos professores não muçulmanos que se convertam ao Islão. 67,4% considera-se mais muçulmano do que indonésio. 58,9% apoia a pena de apedrejamento para todos os tipos de criminosos. 47,5% acha que a punição para o furto deve ser o corte de uma mão. 21,3% quer que se aplique a pena de morte aos que abandonem o Islão.
Apenas 3% dos professores dizem ter o dever ensinar a tolerância aos seus alunos.

A conclusão do estudo é que a verdadeira moderação e pluralismo só existem ao nível das elites políticas.

Então mas mas... então afinal o Islão não era a religião da paz e da tolerância, capaz de dar toneladas de lições de tolerância ao mundo todo?...
Então afinal não era verdade que os muçulmanos intolerantes eram uma pequeníssima, infinitesimal, microscópica, sub-atómica!, minoria, no seio de uma colossalmente esmagadora maioria de muçulmanos tolerantes?...
Então como é que precisamente no maior país islâmico do mundo, a maior parte dos especialistas da religião muçulmana, repito, dos especialistas da religião muçulmana, isto é, dos muçulmanos mais conhecedores do Islão, dos muçulmanos que ensinam aos outros muçulmanos o que é o Islão, como é que num país assim, tido como «moderado», como é que afinal a maioria dos especialistas do Islão se borrifam para a tolerância?...

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terça-feira, fevereiro 19, 2008

DESMASCARADO IMÃ CANADIANO INIMIGO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Num surpreendente volte-face desta história, o fundador e líder do Conselho Supremo Islâmico do Canadá, imã Syed Soharwardy, suspendeu a queixa que tinha apresentado contra um editor canadiano, Ezra Levant por este ter publicado caricaturas de Maomé na revista Western Standard (já extinta) e por ter acusado Soharwardy de ser um radical anti-sionista que queria submeter o Canadá à lei islâmica (charia) - mas já não foi a tempo de salvar-se de ser desmascarado, visto que, na sequência do julgamento de Levant, veio-se a saber da existência de um artigo de jornal assinado pelo próprio imã no qual este afirmava categoricamente a intenção de impor a lei islâmica no Canadá e até ajudou a fundar uma organização cujo objectivo principal era mesmo esse.

E fazia-se de vítima, o sujeito... dava-se ares de «moderado» caluniado por um horrendo islamófobo...

O motivo que entretanto apontou para levantar a queixa contra Ezra Levant foi outro - não estava a gostar que o canadiano se estivesse a transformar, aos olhos do público, num mártir da liberdade de expressão.

Ou isto é um pretexto para desviar as atenções da queda da sua máscara, ou então o tiro saiu-lhe pela culatra porque os Canadianos ainda sabem dignificar e valorizar a liberdade de expressão. E isto mostra que quando um povo está ainda desperto e consciente dos seus valores, não é fácil que um alienígena nele se infiltre para destruir por dentro esses princípios éticos fundamentais.

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