Uma nova pesquisa da UNICEF mostra que não só não há fome em Gaza, como os colonos do Hamas no enclave terrorista estão entre os mais bem alimentados do Médio Oriente. A pesquisa liderada pelo UNICEF classificou a "desnutrição aguda" entre crianças menores de 5 anos na Faixa de Gaza em 0,5%. Como observou a UN Watch, este número compara-se aos dados do Banco Mundial, que mostram uma taxa de 0,4% no Reino Unido, 0,5% na Alemanha, 1,6% na Finlândia e 3,3% no Egipto. Isto significa que a desnutrição aguda é muito pior do outro lado da fronteira, no Egipto, que controlou Gaza entre 1949 e 1967, do que na própria Faixa de Gaza. E a desnutrição infantil aguda, tema de fotos falsas publicadas no New York Times mostrando crianças com deficiência, é comparável e, às vezes, até melhor do que em alguns países europeus, incluindo a Alemanha e até mesmo o Reino Unido. Então, porque estão a a Alemanha e o Reino Unido a enviar ajuda para Gaza em vez de alimentarem o seu próprio povo? No contexto do Médio Oriente e do mundo muçulmano, estes são alguns dos números mais baixos, colocando Gaza em primeiro lugar com uma taxa de apenas 0,5%, à frente do Líbano com 1,3%, da Turquia com 1,6%, da vizinha Jordânia com 2,3%, do Iraque com 3,0%, do Afeganistão com 3,6% e do Paquistão com 7,1%. Isto é lógico, visto que continuam a ser despendidos enormes montantes em Gaza. O Programa Mundial de Alimentos da ONU, que ajudou a fabricar e espalhar alegações falsas de fome enquanto se recusava a fornecer alimentos, está actualmente a solicitar US$426 milhões para continuar as suas operações. A pesquisa liderada pelo UNICEF também constatou uma taxa de 3,9% de crianças menores de 5 anos a viver em assentamentos na Faixa de Gaza abaixo do peso. Esta taxa é semelhante à de muitos outros países do Médio Oriente e de maioria muçulmana, incluindo 3,7% no Egipto, Líbano (5,1%), Arábia Saudita (3,5%) e 3,9% no Iraque. Estes números ainda colocam Gaza entre os países muçulmanos com melhor alimentação, em comparação com o Paquistão (23%), o Afeganistão (18,4%) e a Indonésia (15,9%).
Por fim, a pesquisa liderada pela ONU mostra uma taxa de obesidade infantil de 4%, inferior à média dos países vizinhos, mas bem acima dos 2,5% do Paquistão, dos 2,9% do Irão e dos 4,2% de Omã, e não muito abaixo dos 4,6% da Líbia ou dos 6,1% do Iraque. E certamente não implica uma crise de saúde, já que está acima dos 3,3% da Alemanha, e a Alemanha não está certamente a passar fome.
No entanto, o relatório da ONU argumentou que "o excesso de peso também está presente, demonstrando uma dupla carga de má nutrição na população". Esta "dupla carga" consiste tanto na falta quanto no excesso de alimentos.
A ONU admitiu que 95% dos camiões de ajuda humanitária destinados a Gaza foram interceptados. As vastas quantidades de ajuda enviadas a Gaza foram desviadas pelo Hamas e vendidas em mercados para subsidiar as suas operações e prolongar a guerra. Um relatório do governo israelita constatou que “entre Outubro de 2025 e 7 de Junho de 2026, aproximadamente 1,78 milhão de toneladas de alimentos entraram na Faixa de Gaza”. E que “o volume de alimentos que entrou em Gaza excedeu em muito as necessidades avaliadas” pelo PMA (Programa Mundial de Alimentos) da ONU, “ultrapassando-as em quase três vezes no total”. Não é de se admirar que Gaza tenha sido tão superalimentada. No Outono passado, sites de propaganda islâmica divulgavam alegações de um "gordocídio", reclamando que "Eles estão-nos a forçar a ganhar peso" porque os supermercados têm "prateleiras a transbordar de chocolate, refrigerantes e cigarros" e "farinha e vários tipos de queijo usados em doces e pizzas, além de açúcar e derivados de farinha usados na produção de confeitaria". Os dados mais recentes da ONU surgem depois de a farsa da fome, assim como a farsa do genocídio, ser amplamente desmentida por estatísticas e vídeos anedóticos nas redes sociais mostrando supermercados e restaurantes em Gaza. A USAID sozinha desviou mais de US$2 biliões do dinheiro dos contribuintes para salvar Gaza de uma crise inexistente, enquanto apoiava propaganda de guerra islamista e marxista. A ONU lucrou tanto com a farsa da fome em Gaza que tentou declarar uma fome no Afeganistão para apoiar os Talibãs e, mais recentemente, está a alertar para uma fome em Cuba para sustentar a sua ditadura comunista e expandir a sua rede de estados de bem-estar social islâmicos e marxistas.
Enquanto a ONU, os média e diversos activistas lamentavam uma fome inexistente em Gaza, negligenciavam países com problemas reais. Gaza tem uma taxa de desnutrição aguda de apenas 0,5%, enquanto Papua Nova Guiné regista uma taxa de 14,1%. Os ocupantes muçulmanos de Gaza têm uma taxa de baixo peso de apenas 3,9%, enquanto na Papua Nova Guiné esta taxa chega a 27,8%. O PMA opera em toda a Faixa de Gaza, mas nem sequer se dá ao trabalho de manter um escritório permanente em Papua Nova Guiné.
Desde os ataques de 7 de Outubro, a ONU exigiu 2,75 biliões de dólares para a "Palestina", mas gastou apenas 54 milhões de dólares nos países insulares do Pacífico ao longo de vários anos, e o último exemplo de investimento específico na Papua-Nova Guiné que encontrei foi de 1 milhão de dólares, há uma década.
Enquanto biliões de dólares eram gastos numa farsa de fome num pequeno Estado terrorista islâmico, países com escassez real de alimentos foram abandonados pelas Nações Unidas, activistas e média.
Um relatório de Junho de 2026 constatou que, na Papua Nova Guiné, “quase 47,6% das crianças menores de cinco anos sofrem de desnutrição crónica devido a deficiências nutricionais de longo prazo — mais que o dobro da média global”. Em Gaza, este número é bem menor, mas o pequeno Estado terrorista islâmico e seus mestres do Hamas têm recebido ajuda incessante, enquanto locais onde crianças realmente passam fome continuam a ser negligenciados, a menos que esta fome possa ser usada como arma para uma agenda política extremista.
Gaza é um dos lugares mais bem alimentados do Médio Oriente. Mas a comida sempre foi apenas mais uma arma de propaganda. E não importa quanta comida haja, continuará a ser assim.
Apesar dos números mais recentes, o PMA (Programa Mundial de Alimentos) da ONU afirma precisar de US$426 milhões porque “cerca de 900 mil pessoas sofrem de insegurança alimentar e um terço das famílias não tem condições de comprar uma dieta nutritiva” em Gaza. Quantos americanos têm condições de comprar uma “dieta nutritiva”? Quase 50 milhões não têm. E quase 42 milhões de europeus também não. Segundo o PMA, 3,1 biliões de pessoas no mundo todo não têm condições de comprar uma dieta nutritiva.
No entanto, todo este dinheiro está a ser usado para ajudar terroristas islâmicos que nos querem matar a obter uma "dieta nutritiva".
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