quarta-feira, agosto 12, 2026

TURISTA SUECA FERIDA POR TIROTEIO NA BAIXA - O ÚNICO DETIDO, DETENTOR DE ARMA ILEGAL, JÁ ESTÁ SOLTO...

Um indivíduo suspeito de envolvimento no desacato ocorrido na Lues na Baixa de Lisboa, onde uma mulher foi baleada, e que foi detido num processo de violência doméstica, ficou sujeito a apresentações bi-semanais, adiantou fonte policial. Fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP) indicou à Lusa que o indivíduo, após ter sido detido no âmbito de um mandado de detenção fora de flagrante delito por violência doméstica, foi presente a juiz para primeiro interrogatório. O homem ficou sujeito à medida de coacção de apresentações bi-semanais no posto policial da área de residência.
Fonte da PSP tinha adiantado na Martes que o suspeito foi identificado após recurso às imagens de video-vigilância e aos depoimentos das testemunhas oculares que assistiram ao momento em que uma mulher, uma turista sueca de cerca de 40 anos, foi baleada na Lues na Baixa de Lisboa. Segundo a PSP, a turista foi atingida por uma bala perdida após "um desacato entre dois grupos que se dedicam à venda de louro prensado", tendo um deles feito um disparo com uma arma de fogo. Posteriormente, dois suspeitos colocaram-se em fuga numa viatura, dos quais um foi detido no âmbito de um mandado de detenção fora de flagrante delito por um processo de violência doméstica, indicou fonte da PSP, sem adiantar detalhes.
Segundo a mesma fonte, a polícia estava ainda a proceder à identificação de outras pessoas que poderão estar envolvidas no desacato e a verificar o envolvimento de cada um na acção, sem adiantar qual a totalidade dos possíveis suspeitos. Fonte da PSP referiu esta noite à Lusa que continuam a decorrer diligências para apurar qual foi o papel deste homem detido no disparo da arma de fogo. "Temos fortes suspeitas de que esteve envolvido e estamos ainda a apurar qual foi o envolvimento", frisou.
Sobre a turista atingida por um disparo de arma de fogo, fonte da PSP tinha adiantado também que a mulher ficou com a bala alojada na zona do tórax, foi transportada para o Hospital de São José, em Lisboa, já foi operada e encontra-se "fora de perigo".
De acordo com a PSP, foi encontrado apenas um invólucro no local do desacato. Na sequência desta situação, o Ministério da Administração Interna (MAI) informou na Martes que a PSP e a Polícia Municipal estão a reforçar o policiamento e fiscalização de actividades ilícitas na baixa e outras zonas turísticas de Lisboa.
O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), considerou “inaceitável” a decisão judicial de libertação, sujeito a apresentações bi-semanais, de um dos suspeitos detido após o desacato na Lues na Baixa de Lisboa, onde uma mulher foi baleada: “É inaceitável esta decisão! Além do exemplo socialmente reprovável que se transmite é também um sinal de falta de autoridade para as nossas forças de segurança”, expressou o social-democrata Carlos Moedas, numa publicação nas suas redes socais, após notícia de que saiu em liberdade o homem detido por suspeitas de envolvimento no desacato ocorrido na Baixa de Lisboa, sendo que a detenção ocorreu no âmbito de um processo de violência doméstica.
Sem reconhecer a presunção de inocência, Carlos Moedas afirmou: “Como presidente da capital de Portugal, repudio em absoluto terem libertado um criminoso! Não é só a imagem de Lisboa que fica em causa. É a imagem de Portugal!”
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Fonte: https://cnnportugal.iol.pt/turista/ferida/e-inaceitavel-esta-decisao-suspeito-de-desacato-que-feriu-turista-em-lisboa-libertado-em-processo-de-violencia-domestica/20260812/6a7c18cdd34ed0733ba7f5c4?fbclid=IwY2xjawTp_P9wZG9mAWV4dG4DYWVtAjEwAGJyaWQRMDhjc1d0UlFrdkhXaGJBZTBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeAbNI2MLVOQwMi6geSy_ZGGzZnoYpBbW9wKT4eUpwRPKvth1cU-fd51wslRY_aem_GvoJG_nECDB9T2zNAejRiQ
Mais: as autoridades apreenderam uma caçadeira ilegal em sua casa. [1, 2, 3, 4, 5]

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Claro que é a imagem de Portugal que fica em causa, claro que a rápida soltura do meliante envolvido nos disparos é mau sinal para o turismo, para além de, evidentemente, constituir um insulto para a população portuguesa, podia pelo menos ficar em prisão preventiva por ter estado envolvido e por ter uma arma ilegal, mas nem isso, e claro que estes grandessíssimos mé(r)dia continuam sem fornecer informação sobre a origem étnica dos envolvidos que, suspeito, por ouvir dizer e, também, por conhecer a área, que eram ciganos, pelo menos alguns deles, mas não sei, fica só no ar a suspeita...