Numa área de banho na cidade suíça de Lucerna, um requerente de asilo africano de 18 anos teve um ataque de fúria e molestou várias mulheres em 28 de Junho. “Agarrou-me o rabo. Disse-lhe para ele parar”, disse uma das suas vítimas, Laura C., de 18 anos, que estava na área de banho de Nordpol, ao lado do rio Reuss. A jovem, que possui cidadania espanhola e suíça e reside em Lucerna, relatou que o homem, originário da Guiné, abordou-a por volta das 14h30. “Ele fez coisas estúpidas e irritou-nos”, disse Laura C. ao jornal suíço Blick. “Senti-me desconfortável e mandei-o embora.” Ela entrou então na água com uma amiga, mas o africano seguiu-a. “Abri espaço para ele. Mas nessa altura ele chegou muito perto e apalpou-me.” A amiga de Laura agarrou então numa pedra e gritou para o homem se ir embora. Embora o homem tivesse ido embora, Laura disse que ele voltou para a água e “fez coisas estúpidas de novo”. Foram para o lugar deles na margem, mas “ele voltou e continuou a gritar e a espernear”. Em seguida, o africano roubou a bicicleta de um menino e a cerveja da amiga dela, à medida que o seu comportamento se tornava mais errático. Ela e outras pessoas reagiram imobilizando-o até à chegada da polícia. Laura disse que o homem estava claramente embriagado e provavelmente sob efeito de drogas. No entanto, em vez de ser preso pelos seus actos, ele foi levado ao hospital e libertado poucas horas depois. Laura afirmou que foi apenas uma das mulheres assediadas pelo homem, e outros relatos indicam que uma mãe e sua filha também foram vítimas. Ele retornou então à área da piscina e importunou Laura e suas amigas mais uma vez. A polícia chegou novamente e proibiu o homem de entrar na área da piscina. Laura C. disse que apresentou uma queixa por assédio sexual contra o homem. “Foi a primeira vez que vi esse homem”, disse Laura C., acrescentando que “a polícia não deveria tê-lo libertado novamente”. Agora, ela diz que tem medo de sair sozinha por causa do incidente. “Quero sair daqui com a consciência tranquila e sem pensar nessas coisas”, afirmou. “É um espaço público gratuito e devemos respeitar os outros.”
Laura disse que pretende entrar em contacto com um centro de apoio às vítimas e alerta outras mulheres para que fiquem atentas à sua própria segurança.
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Fonte: https://rmx.news/article/he-grabbed-my-ass-i-told-him-to-stop-18-year-old-african-asylum-seeker-goes-on-a-rampage-at-swedish-bathing-area/
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Uma piscina de Verão nem era a mesma coisa sem o calor humano meridional, e esta jovem deve ser mazé racista por estar toda incomodada devido a meia dúzia de brincadeiras... quer-se dizer, se o importunador fosse branco, aí talvez tivesse ela uma chusma activista do seu lado a guinchar contra o «heteropatriarcado que permite e incita! micro-agressões no espaço público, com a cumplicidade das forças da autoridade que são as forças da repressão heteropatriarcais!!!», mas sendo o fulano negro, enfim, a moça fala quase sozinha...
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