segunda-feira, julho 06, 2026

SUÍÇA - JOVENS EUROPEIAS NÃO PODEM TER PAZ EUROPEIA NEM SEQUER NUMA PISCINA SEM TEREM DE LIDAR COM «««JOVENS»»»

Numa área de banho na cidade suíça de Lucerna, um requerente de asilo africano de 18 anos teve um ataque de fúria e molestou várias mulheres em 28 de Junho. “Agarrou-me o rabo. Disse-lhe para ele parar”, disse uma das suas vítimas, Laura C., de 18 anos, que estava na área de banho de Nordpol, ao lado do rio Reuss. A jovem, que possui cidadania espanhola e suíça e reside em Lucerna, relatou que o homem, originário da Guiné, abordou-a por volta das 14h30. “Ele fez coisas estúpidas e irritou-nos”, disse Laura C. ao jornal suíço Blick. “Senti-me desconfortável e mandei-o embora.” Ela entrou então na água com uma amiga, mas o africano seguiu-a. “Abri espaço para ele. Mas nessa altura ele chegou muito perto e apalpou-me.” A amiga de Laura agarrou então numa pedra e gritou para o homem se ir embora. Embora o homem tivesse ido embora, Laura disse que ele voltou para a água e “fez coisas estúpidas de novo”. Foram para o lugar deles na margem, mas “ele voltou e continuou a gritar e a espernear”. Em seguida, o africano roubou a bicicleta de um menino e a cerveja da amiga dela, à medida que o seu comportamento se tornava mais errático. Ela e outras pessoas reagiram imobilizando-o até à chegada da polícia. Laura disse que o homem estava claramente embriagado e provavelmente sob efeito de drogas. No entanto, em vez de ser preso pelos seus actos, ele foi levado ao hospital e libertado poucas horas depois. Laura afirmou que foi apenas uma das mulheres assediadas pelo homem, e outros relatos indicam que uma mãe e sua filha também foram vítimas. Ele retornou então à área da piscina e importunou Laura e suas amigas mais uma vez. A polícia chegou novamente e proibiu o homem de entrar na área da piscina. 
Laura C. disse que apresentou uma queixa por assédio sexual contra o homem. “Foi a primeira vez que vi esse homem”, disse Laura C., acrescentando que “a polícia não deveria tê-lo libertado novamente”. Agora, ela diz que tem medo de sair sozinha por causa do incidente. “Quero sair daqui com a consciência tranquila e sem pensar nessas coisas”, afirmou. “É um espaço público gratuito e devemos respeitar os outros.”
Laura disse que pretende entrar em contacto com um centro de apoio às vítimas e alerta outras mulheres para que fiquem atentas à sua própria segurança.
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Fonte: https://rmx.news/article/he-grabbed-my-ass-i-told-him-to-stop-18-year-old-african-asylum-seeker-goes-on-a-rampage-at-swedish-bathing-area/

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Uma piscina de Verão nem era a mesma coisa sem o calor humano meridional, e esta jovem deve ser mazé racista por estar toda incomodada devido a meia dúzia de brincadeiras... quer-se dizer, se o importunador fosse branco, aí talvez tivesse ela uma chusma activista do seu lado a guinchar contra o «heteropatriarcado que permite e incita! micro-agressões no espaço público, com a cumplicidade das forças da autoridade que são as forças da repressão heteropatriarcais!!!», mas sendo o fulano negro, enfim, a moça fala quase sozinha...