NEDERLANDA - ALÓGENO VIOLA MIÚDA DE 13 ANOS E PEDE-LHE QUE SE CASE COM ELE, MILITANTE DE ESQUERDA DIZ QUE A CULPA É DOS «HOMENS»...
Uma política holandesa de Esquerda, de origem turca, está a culpar "os homens" pelo estupro de uma menina de 13 anos num matagal por um solicitante de asilo na sua cidade, Alkmaar. O caso tornou-se num grande escândalo na cidade. O solicitante de asilo ganhou manchetes internacionais ao dizer à jovem vítima, em tribunal, que se queria casar com ela para "corrigir as coisas".
A vereadora Kivilcim Pinar, nascida e criada na cidade turca de Istambul e filiada no Partido dos Animais (PvdD), de Esquerda, classificou a discussão sobre o estupro como “ridícula” e argumentou que crimes sexuais não se restringem a um único grupo. “Brancos, negros, jovens, idosos — todos são culpados de crimes sexuais. Em Alkmaar, lutamos especificamente contra toda a forma de violência contra a mulher: é simplesmente um problema dos homens”, afirmou. A sua declaração foi considerada "paradoxal", pois ela afirma numa frase que acusações de crimes sexuais não devem ser generalizados a um grupo inteiro e, em seguida, rotula todo um grupo, os homens, como o problema.
O caso ganhou destaque internacional quando surgiram relatos de que o homem se ofereceu para casar com a jovem durante o julgamento, dizendo: "Se eu puder consertar as coisas, quero fazer isso. Gostaria de me casar com ela." A declaração teria causado grande espanto no tribunal na altura.
O facto de ninguém, nem mesmo o conselho municipal, ter sido informado sobre o estupro por quase um ano, também se tornou num escândalo na cidade. O estupro teria ocorrido em 2025, mas ninguém, nem o público nem o conselho municipal, soube de nada até à primeira audiência judicial deste mês, Junho de 2026.
A autarca Anja Schouten, de Alkmaar, afirmou durante um debate de emergência que não pôde informar o conselho municipal no início do ano passado sobre o estupro de uma menina de 13 anos no Bolwerk, de acordo com o Headliner.nl. Ela declarou ainda que não havia base legal na altura para alertar activamente o conselho ou os moradores sobre o estupro cometido pelo solicitante de asilo, porque não havia problemas directos de ordem pública ou distúrbios generalizados.
Esta visão está a ser contestada pelo conselho municipal, que afirma que a autarca poderia ter tomado esta decisão em consulta com as autoridades policiais. Alguns chegam a alegar que ela tentou acobertar o estupro.
O caso continua a ser um ponto de tensão política em Alkmaar, cidade já envolvida em debate contínuo sobre a segurança em torno do seu centro de acolhimento de requerentes de asilo. Os partidos de oposição OPA e BAS pressionaram pela convocação do debate emergencial para exigir esclarecimentos sobre o que a autarca Anja Schouten e o conselho municipal sabiam, quando souberam e não foi o conselho informado antes que o caso se tornasse público por meio de reportagens dos média, em vez de ser informado pelo governo municipal.
Segundo o portal de notícias Streekradio Alkmaar, “Vários partidos de Alkmaar ficaram chocados ao lerem sobre o incidente no jornal. Exigiram explicações do autarca durante o debate de emergência.” “Estamos surpreendidos por não termos recebido informações activas sobre o caso. Nem mesmo após a publicação do artigo no jornal. Recebemos comunicados sobre câmaras de segurança, fechamento de prédios, sobre jogos de futebol, sobre o Dia do Rei. Isto é uma escolha consciente ou não? A autarquia não quer depender da imprensa para tomar conhecimento de tais eventos”, disse Tamara Vermeulen, da OPA.
Outra política, Pien Bijl, do partido BAS, declarou: “Estou desapontada. Somos o órgão administrativo máximo. Só recebemos informações sobre caixas electrónicas que explodiram, mas não quando uma menina de 13 anos é estuprada?”
Na noite de Lues, a câmara municipal realizou um debate de emergência sobre o caso, que gerou indignação na comunidade. Um homem identificado apenas como TN, residente do centro de acolhimento para requerentes de asilo local, é suspeito pelo Ministério Público de ter estuprado uma menina de 13 anos num matagal próximo do centro.
Os promotores pediram uma pena de prisão de quatro anos, e a decisão do tribunal é esperada para 7 de Julho.
“Um crime sexual gravíssimo”, declarou o Ministério Público ao jornal Noordhollands Dagblad. “Uma jovem vulnerável, que atravessava um período difícil da vida. As coisas não iam bem na escola nem em casa. Ela tinha fugido de casa e procurava um lugar para dormir, não tinha para onde ir. Entrou em contacto com o suspeito, que não hesitou em estuprá-la.”
Segundo a promotoria, a menina disse repetidamente à polícia que não queria fazer sexo com o homem, que doía e que ele continuou mesmo assim. O ADN da menina correspondia ao do suspeito. Numa defesa incomum, TN alegou que o seu ADN poderia ter ido parar nela porque o dedo dela tinha tocado o dele, e teria questionado no tribunal porque acreditariam os juízes numa menina tão jovem, afirmando que ela não sabia de nada e não entendia nada sobre sexo.
Durante a audiência, a mãe da menina dirigiu-se ao suspeito de forma directa e emocionada, afirmando que as suas acções tinham prejudicado as suas vidas. A vítima teria pedido uma indemnização de 12000 euros e, segundo relatos, continua a enfrentar problemas psicológicos.
Tamara Vermeulen, membro do conselho da OPA, relacionou directamente o caso a preocupações com a segurança no entorno do centro de acolhimento de requerentes de asilo: “As pessoas não se sentem seguras por causa do centro de acolhimento de requerentes de asilo. Parece que o autarca está a tentar abafar o caso para manter tudo em segredo”, disse ela.
Notavelmente, os Países Baixos foram palco de tumultos devido à construção de centros de acolhimento para requerentes de asilo em diversas cidades do país este ano. Além disso, outros casos de estupro de grande repercussão também chocaram os Países Baixos, incluindo o estupro e assassínio de Lisa, de 17 anos.
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Fonte: https://rmx.news/article/dutch-left-wing-party-blames-men-after-asylum-seeker-rapes-13-year-old-girl-in-a-bush-and-offers-to-marry-her/
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Já se sabe como é o activismo «feminista» de Esquerda - condena por princípio «a Discriminação!», pecado capital, mas só se for a de índole étnica, aliás, só se a discriminação for contra não brancos...
A promoção racional do anti-racismo é bem conhecida - torna-se injusto discriminar negativamente todo um grupo só por as pessoas desse grupo terem nascido nesse grupo, e não têm culpa disso, tampouco podem mudar a sua natureza biológica. Ora essa conversa cai completamente por terra quando se trata de discriminar a metade masculina da humanidade, que também não tem culpa de ter nascido com sexo masculino, mas neste caso o activismo «anti-discriminação» não se ensaia nada de acusar os homens em peso, mas note-se, tome-se bem atenção ao subtexto destas acusações, porque os «homens» que esta/es activistas «feministas» têm em mente quando guincham não é simplesmente o género masculino em geral mas sim, sempre, o homem branco cis heterossexual. A partir do momento em que o homem opressor não seja branco, desmancha-se para aí metade do zelo «misândrico» de muitas das activistas «feministas». Ou então pura e simplesmente ignoram a identidade étnica dos homens culpados e fazem como fez esta turca, «batem» nos «homens» em abstracto mas querendo atingir sobretudo os homens brancos como bode expiatório de toda a maldade que os homens de outras etnias possam ter feito. Se alguma Netflix quisesse fazer uma série sobre este caso em epígrafe, era altamente provável que o actor escolhido para interpretar o papel de violador fosse europóide...
Esta espécie de gente pode ter todo um discurso contra o «heteropatriarcado» - o seu ódio, todavia, está focado, não no heteropatriarcado, não nos homens enquanto tal, mas sim na humanidade branca europeia, o que bate certo com o facto de que, ideologias contingentes à parte, a sua verdadeira «religião» é o anti-racismo militante. Não é pois a «discriminação» o que verdadeiramente mais lhe acende o antagonismo mas sim a condição do branco em si. Não é verdadeiramente a igualdade que move a sua militância mas sim o ódio ao seu próprio grupo, o que, mais uma vez, tem uma raiz moral de carácter religioso, ou seja, isto é a versão laica das palavras de Jesus que mandam odiar a sua própria família (Lucas 14:26), sendo que o próprio Jesus afirmou, abertamente, que vinha trazer o conflito dentro de cada família (Mateus 10:34-39).
Esta espécie de gente pode ter todo um discurso contra o «heteropatriarcado» - o seu ódio, todavia, está focado, não no heteropatriarcado, não nos homens enquanto tal, mas sim na humanidade branca europeia, o que bate certo com o facto de que, ideologias contingentes à parte, a sua verdadeira «religião» é o anti-racismo militante. Não é pois a «discriminação» o que verdadeiramente mais lhe acende o antagonismo mas sim a condição do branco em si. Não é verdadeiramente a igualdade que move a sua militância mas sim o ódio ao seu próprio grupo, o que, mais uma vez, tem uma raiz moral de carácter religioso, ou seja, isto é a versão laica das palavras de Jesus que mandam odiar a sua própria família (Lucas 14:26), sendo que o próprio Jesus afirmou, abertamente, que vinha trazer o conflito dentro de cada família (Mateus 10:34-39).


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