INGLATERRA - NEGRO ESQUIZOFRÉNICO VIOLENTO FOI LIBERTADO ANTES DE COMETER TRIPLO HOMICÍDIO NUM PAÍS ONDE O SNS TINHA PRESSÕES PARA NÃO INTERNAR DEMASIADOS NEGROS...
A afirmação apresentada no texto mistura factos de uma investigação jornalística recente com conclusões imprecisas e disputadas sobre um caso criminal específico.
O caso gerou um intenso debate público no Reino Unido após a publicação de uma reportagem exclusiva The Telegraph. Abaixo detalha-se o que é factual e o que está em disputa: [1]
Uma investigação jornalística detalhada revelou que psiquiatras e profissionais de saúde mental do serviço público britânico (NHS) relataram pressões institucionais para reduzir o internamento forçado de doentes psiquiátricos negros. [1, 2] Estatisticamente, cidadãos de origem africana e caribenha são cerca de 3,5 vezes mais susceptíveis de serem internados compulsivamente em comparação com cidadãos brancos. [1, 2] Para tentar corrigir esta disparidade estatística, vários documentos de políticas internas encorajavam os médicos a evitar o internamento forçado (conhecido no Reino Unido como "sectioning"). No entanto, vários psiquiatras criticaram publicamente estas medidas, apelidando-as de "analfabetismo científico" e alertando que misturar sociologia com medicina põe em risco os próprios pacientes e o público. [1, 2, 3]
O texto afirma categoricamente que os médicos se recusaram a internar Valdo Calocane "por causa da sua raça". Esta conclusão não é factual e foi formalmente contestada no inquérito público: [1, 2]
Valdo Calocane, que sofre de esquizofrenia paranoide, assassinou os estudantes Barnaby Webber e Grace O'Malley-Kumar, e o funcionário escolar Ian Coates, nos trágicos ataques de Nottingham em 2023. [1, 2] Durante as audiências do inquérito público oficial sobre os homicídios, foi revelado que, em Maio de 2020 (três anos antes dos ataques), uma equipa médica avaliou Calocane após um episódio psicótico violento. A acusação e os advogados das famílias confirmaram que a equipa médica de crise chegou a avaliar estudos académicos sobre a sobre-representação de jovens negros no sistema antes de optar por um tratamento comunitário em vez do internamento fechado. [1, 2, 3]
No entanto, os psiquiatras envolvidos directamente na avaliação negaram categoricamente sob juramento que a raça tenha influenciado a decisão. Eles argumentaram que a decisão de o manter em liberdade monitorizada baseou-se puramente em critérios clínicos da altura (por ser o seu primeiro episódio documentado de psicose e pelo facto de o paciente ter concordado inicialmente em tomar a medicação em casa). [1, 2]
Embora seja verdade que existem directrizes formais do NHS a pressionar os médicos para reduzirem as taxas de internamento de minorias étnicas para equilibrar as estatísticas, não há provas factuais de que a cor da pele de Valdo Calocane tenha sido o fator decisivo para a sua libertação em 2020. O inquérito apontou o caso como uma sucessão catastrófica de falhas clínicas e de monitorização por parte de múltiplas agências de saúde. [1, 2, 3, 4]
(Informação de IA)
Ai não há provas de que foi por causa do anti-racismo institucional... portanto, a pressão existe, os médicos em causa consultaram estudos a fazer choradinho por haver tanto preto maluco internado... mas os médicos dizem que a sua decisão não se deveu a isso e esperam que neles se acredite, tal como eles acreditaram num negro esquizofrénico violento ia ficar sossegadinho em casa e tomar a medicação sem ser preciso chibata...
Confirma-se, caros leitores - o anti-racismo mata.


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