ALEMANHA - DIZER «QUEIMEM OS VELHOS BRANCOS» NÃO É CRIME DE ÓDIO...
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É uma nova variante de idiota útil, o ecologista de Esquerda que guincha contra as emissões climáticas - tal como na década de sessenta, a Esquerda da Europa Ocidental era em grande medida orquestrada e paga pelo Kremlin para exigir aos países ocidentais o desarmamento nuclear, agora uma parte da Esquerda no Ocidente quer que os países ocidentais travem o seu próprio desenvolvimento tecnológico enquanto a China se borrifa para o clima e continua a crescer, estando por isso em vias de se tornar a maior das super-potências, o que significará uma perda de poder da raça branca, ao que o Esquerdalhame chamará a cereja no topo do bolo, um brinde inesperado com o qual convivem imensamente bem.
Neste caso concreto, em epígrafe, manifesta abertamente o seu ódio à estirpe branca, sem vergonha alguma do seu etno-masoquismo, a incitar ao ódio homicida contra o seu próprio Povo, com todas as letras, mas mesmo isto escapa impune, o que só confirma que os tribunais estão nas mãos dos inimigos do Povo, pelo que limpar estas instituições, e, a seu tempo, punir o seus responsáveis, torna-se cada vez mais num dever e numa necessidade. Calculo que os «juízes» alemães tenham feito o mesmo «raciocínio» que os de cá quando um negro do SOS Racismo escreveu que era «preciso matar o homem branco» - alegaram que era uma afirmação de teor simbólico, e como é simbólico, já não há mal em deixar no ar uma afirmação que manifesta objectivamente ódio a toda uma raça; imagine-se o que era algum militante do Chega escrever que era preciso matar o homem negro, depois dizia que tal recomendação tinha um carácter meramente simbólico... não era nada difícil que toda a bancada esquerdista (e alguma direitista) da Assembleia da República estivesse de imediato a exigir uma «comissão de inquérito», a expulsão do dito militante do parlamento, a sua posterior criminalização e detenção, e, eventualmente, a extinção do seu partido. Ora como a incitação ao ódio (homicida, mas «só simbolicamente») racial foi proferida por um negro de uma associação paga pelo Povo, espécie de nova «igreja» oficial de Estado, ficou tudo assim, impune, inclusivamente os juízes, estes também ficaram impunes, tal como agora ficaram impunes os juízes alemães, tendo o despudor que a incitação odiosa «não era dirigida contra nenhum segmento específico da população», como se não fosse sobejamente conhecido o ódio esquerdista contra o «homem branco cis hetero de meia idade» e mais velho, o ódio, em geral, à «velha» população branca, que está a envelhecer e que o anti-racistame quer ver substituída pelos novos «europeus», pessoal de terceiro-mundo a quem querem dar nacionalidades europeias...


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