Ao classificar o lançador de defesa menos letal francês (LBD) como “uma arma muito difícil de controlar”, o autarca de Saint-Denis defendeu uma abordagem realista para o desarmamento. “Não se administra uma cidade de 150 mil habitantes da mesma forma que se administra uma de 2 mil. Além disso, antes de 2020, a polícia municipal não portava armas. Se o desarmamento for considerado, deve fazer parte de um processo ponderado e gradual”, afirmou.
O Cnews lembra que, em Julho passado, as exigências de Mathilde Panot, presidente da LFI na Assembleia Nacional, pelo desarmamento da polícia municipal provocaram uma onda de protestos em todo o espectro político, dos Verdes à Direita, com os partidos a unir-se para defender o direito da polícia de portar armas. Mesmo alguns políticos da LFI procuraram distanciar-se dessa posição. Entretanto, o autarca de Saint-Denis, Bagayoko, não parece inclinado a buscar quaisquer compromissos ou alianças, declarando à Cnews que "Aqueles que não estiverem alinhados com o nosso projecto político sairão por conta própria". Ao vencer a eleição, entrou na autarquia local e cumprimentou as câmaras mostrando o dedo do meio.
Em discurso recente contra os brancos, Mélenchon disse: "Estamos destinados a ser uma nação crioula, e isso é muito melhor."
Retomando a questão do desarmamento da polícia, Bagayoko também apresentou uma perspectiva interessante sobre os polícias que não aderem à sua agenda. “Sabemos também que alguns servidores públicos, em algum momento, terão dificuldade em apoiar uma política à qual se opuseram. (...) Mas não será possível, por exemplo, permanecer num serviço público responsável pela segurança pública enquanto se busca promover uma agenda política que foi derrotada nas urnas.”
Em postagem no X, o porta-voz do Partido Nacionalista (RN) declarou sem rodeios o resultado da implementação do programa LFI por Bagayoko até ao momento, ou seja, o desarmamento da polícia: “Dos 140 polícias, 90 já solicitaram transferência! Este anúncio é uma verdadeira licença para matar dada aos traficantes e bandidos.” *
Fonte: https://rmx.news/article/france-new-far-left-mayor-wants-to-disarm-police-tells-those-not-aligned-with-our-political-project-to-leave/
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Que surpresa do camandro, um africano eleito pela extrema-esquerda a declarar de imediato que, o quê?, vai aumentar a segurança nas ruas de uma das áreas do país mais assoladas pela violência?, melhorar outra coisa qualquer?, claro que não, o que é preciso é tirar as armas aos representantes mais imediatos da autoridade local de uma Nação branca, pois 'tá claro, olha quem...
«That's the spirit», como diriam os Ianques, o mesmo «spirit» de quem diz que é preciso mestiçar a Nação, como se lê nas palavras do patrão deste negro, mélenchon, eventualmente a provocar, tal como quando acusa raparigas autóctones de «causarem» violência só por manifestarem publicamente a sua opinião, e tudo isto pode de facto ser acima de tudo uma provocação, para desencadear reacções violentas das quais se possa depois caguinchar - tendo nisso o apoio maciço da imprensa dominante não apenas do seu país mas do resto do Ocidente - mas é, também, um retrato do que de pior os Europeus enfrentam, não apenas em França, mas em todo o continente europeu.
1 Comments:
Vivemos anos suficientes para ver os Africanos colonizar um país enorme no centro da Europa, Caturo, como diria o outro "tirem-me deste filme".
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