quarta-feira, março 25, 2026

50 ANOS DEPOIS DO 25 DE NOVEMBRO - IMPUNIDADE TERRORISTA DE EXTREMA-ESQUERDA

Numa manifestação associada a forças de Direita, um indivíduo atira um cocktail Molotov a uma família, engenho esse que, por inverosímil sorte, não explode, poupando assim a vida às pessoas atacadas. A menos que o perpetrador seja atrasado mental, e, nesse caso, não pode andar na rua depois de fazer uma destas, devendo por isso ser hospitalizado, pois a menos que o dito seja inimputável, isto é uma tentativa de homicídio - um acto terrorista, politicamente motivado, movido por ódio e, se calhar, tentativa de intimidação, que é para isso que serve o terrorismo desde há mais de cem anos, quando Lênine dizia que o terror era útil como arma política. Nos grandessíssimos mé(r)dia, é dito que usou «piroctenia», o que de imediato faz pensar para aí em bombinhas de Carnaval ou coisa parecida, o que de modo algum se aplica a um cocktail Molotov, que é, especificamente, uma arma.

Ora o agressor saiu em liberdade. Um homicida na forma tentada anda por aí, à solta, porque o fulano que no seu caso fez papel de Merdíssimo Juiz achou talvez que quem atira um explosivo a uma família por causa de uma discordância ideológica, não oferece perigo à sociedade, pelo que não se justifica a sua detenção até julgamento (qual julgamento?).
Agora parece que o terrorista de rua é acusado de «posse de arma proibida», como se todo o mal que fez tivesse sido o de ser apanhado com uma ponta-e-mola numa rusga policial. É um bocado como acusar os estalinistas de construírem gulags e esquecer que de facto os usaram em massa.
E a família atacada desta maneira, como fica? Se calhar, da próxima vez que houver uma manifestação com a qual concorde, pensa duas vezes antes de ir, ou nem sequer lá aparece, depois de ver a impunidade que foi oferecida pelo tribunal tuga a um terrorista de Extrema-Esquerda. Se assim for, constata-se que o terrorismo compensa neste país, desde que seja do lado ideológico aprovado ou «desculpabilizado» pelas elites não eleitas que controlam os tribunais...
Já não é a primeira vez que terroristas de rua afectos a determinada área política ficam em liberdade depois de usarem gasolina para pegar fogo a um simples cidadão. Viu-se isto mesmo no caso do motorista da carris intencionalmente queimado vivo durante os «protestos» homicidas por causa da morte de um africano às mãos da polícia.
Entretanto, quando um puto bêbado acertou uma só bordoada média num actor de teatro, sem consequências de maior excepto a ida ao hospital do agredido, e retorno ao teatro no mesmo dia, pois nessa altura caíram 35 Carmos e 256 Trindades enquanto se ouviam gritos de «acudam que os fachos 'tão de volta!», e houve até uma «manife» de histéricos mal lavados a guincharem que «não queremos viver no país do medo!», o que foi muito curioso, pois que são os da sua laia que andam há anos a jurar pela mãezinha que a violência nas ruas do País não é real, não passa de uma questão de «sensações», afinal eles também já têm «sensações», e pelos vistos não gostaram que as «sensações» tivessem por uma vez mudado de lado, em vez de as ditas «sensações» serem só as dos cidadãos portugueses diariamente intimidados e agredidos por gangues de «««jovens»»» (possivelmente suecos, ou lituanos, ou se calhar doutra etnia, da qual não se pode dizer o nome) nos comboios da linha de Sintra desde os anos noventa.
Cabe ao Chega não deixar passar mais este nojo e assinalá-lo na Assembleia da República, mostrando o que são os grandessíssimos mé(r)dia e a «Justiça» neste país, que ainda é um lugar mal frequentado.