POLÓNIA - ESTUDANTE POLACO(?) DETIDO POR PLANEAR ATENTADO MUÇULMANO CONTRA FEIRA DE NATAL
* * *
Ora então mesmo sem imigração já há sinais de radicalização islâmica na Polónia... será verdade? Até que ponto? Quem é que, na população autóctone da Europa, está a aderir ao Islão radical? «Os europeus», como diz o beato Bosak, líder de um parttido de Direita conservadora que aproveita a deixa para fazer a sua propaganda católica? Ou, em vez disso, um ou outro badameco europeu do âmbito da marginalidade de vários tipos, desde os «marrões»/«nerds»/autistas universitários até aos pilha-galinhas islamizados na pildra por presidiários «carismáticos» que os «protegem» ou «persuadem»?
Segundo as estatísticas, o Islão só cresce na Europa através da imigração - não das conversões. Uma doutrina que proíbe bebidas alcoólicas e fêveras tem pouco futuro no seio de uma população habituada a cada vez mais liberdades e saborosos consumos de toda a espécie, pelo que ou surge uma variante «europeia» da doutrina mafomética que permita muita coisa - como a fé da minoria alauíta da Síria - ou então chapéu, não há cá euromuslos para ninguém. Curiosamente, parece que até no mundo islâmico propriamente dito, é que até no mundo islâmico, há sinais de redução da religiosidade. Em meados de 2023 ou perto disso, um alto clérigo iraniano declarou publicamente que havia cerca de trinta e cinco mil mesquitas permanentemente fechadas no Irão, pura e simplesmente porque ninguém lá vai - ora, sabendo-se que, neste país, se regista a existência de setenta e cinco mil mesquitas, chega-se à conclusão de que quase metade dos templos muslos está encerrada a tempo inteiro na maior e mais poderosa teocracia do planeta, ou seja, no mais forte dos menos de dez países teocráticos do globo, um globo com mais de 190 países tem portanto menos de dez teocracias, e a mais forte delas todas nem sequer demonstrou ter grande capacidade bélica em conflito recente com um país do tamanho do Alentejo. Não é a melhor das épocas para as teocracias, até ver. Se, entretanto, os EUA vierem nas próximas décadas a ser substituídos na liderança planetária pela super-potência de Pequim, é provável que a Religião perca ainda mais terreno a nível mundial, dado o carácter predominantemente ateu ou de qualquer modo irreligioso desse país asiático, bem como dos outros países asiáticos mais desenvolvidos, nomeadamente o Japão e a Coreia do Sul.
Há, todavia, algum indício de que o século XXI poderá, em vez disso, ser eminentemente religioso, como previam alguns? Na actualidade, o número de ateus parece estar oficialmente a diminuir em termos planetários, porque as populações com mais ateísmo, a saber, as da Europa e do Japão, têm baixa natalidade, enquanto os países com demografia mais rampante, os da África negra, e o Afeganistão, são muitíssimo mais religiosos, e então parte-se do princípio de que os filhos de gente religiosa são igualmente religiosos, sobretudo no que ao Islão diz respeito, o que pode não estar realmente a acontecer em todos os casos, como se leu acima. Verifica-se também um aumento da militância religiosa islâmica, e cristã, o que, de qualquer modo, pode ser um último estertor da Religiosidade, até porque, note-se, uma boa parte da motivação dessa militância é mais política e identitária do que propriamente teológica... Pode acontecer que, nos anos mais próximos, o Islão ganhe de facto terreno na Europa se aumentar a proporção de imigrantes africanos e médio-orientais em solo europeu, mas, para aí de 2050 em diante, é bem possível que todo o culto religioso venha então a despencar no que diz respeito à prática por parte das massas.
Não falo em jeito propagandístico neste caso. Gosto muito de Religião em si e acho no mínimo enfadonho e deprimente que o mundo possa ficar menos ou nada religioso. Pura e simplesmente não alimento o que me parecem ilusões e não ponho a mão no fogo por nenhum entusiasmo relativamente ao aumento da religiosidade que alguns crentes anunciam.


0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home