domingo, janeiro 04, 2026

POLÓNIA - ESTUDANTE POLACO(?) DETIDO POR PLANEAR ATENTADO MUÇULMANO CONTRA FEIRA DE NATAL

Agentes da Agência de Segurança Interna da Polónia (ABW) detiveram o estudante Mateusz W., acusado de planear um ataque terrorista numa feira de Natal, a 30 de Novembro. As redes sociais já estavam em polvorosa com a possibilidade de um estudante polaco de uma universidade católica estar envolvido em ataque com motivação islamista.
“A filial de Szczecin da ABW está a conduzir uma investigação sobre o assunto sob a supervisão da filial de Szczecin da sede da Polícia”, publicou Jacek Dobrzyński, porta-voz do Coordenador de Serviços Especiais, no X.
O homem foi mantido sob custódia por três meses. O Ministério Público informou que buscas em imóveis nas voivodias de Łódź e Lublin também foram realizadas, durante as quais foram apreendidos dispositivos de armazenamento de dados e itens relacionados com a religião islâmica, que poderiam constituir provas.
“Após recebermos informações do tribunal sobre a sua detenção temporária, os seus direitos de estudante foram imediatamente suspensos”, disse Wojciech Andrusiewicz, porta-voz da Universidade Católica de Lublin, em conferência de imprensa, segundo informações da wPolyce.
O co-líder da Confederação, Krzysztof Bosak, observou que o caso demonstra que, mesmo com o Ocidente a perder a sua religião, o Cristianismo, outras religiões estão a correr para preencher a lacuna: “Começa um fenómeno conhecido nos países ocidentais: a conversão da população local ao Islão e a radicalização em oposição à sua própria cultura, que — na perspectiva dos convertidos — perdeu o seu valor e apelo. Esta é uma simples consequência da crise espiritual que consome o Ocidente. O homem precisa de cultura e precisa de religião”, escreveu Bosak no X. “A negação da identidade polaca e do Cristianismo cria um grupo de pessoas susceptível a todo o tipo de influência externa: desde modas, costumes e cultos estrangeiros até ideologias radicais e fundamentalismo religioso. O vazio e a falta de sentido ferem, e o homem busca respostas para a sua dor nos lugares mais nocivos. Para evitar tais problemas, precisamos de uma renovação da fé, um verdadeiro radicalismo evangélico no bom sentido católico”, continuou ele.
Em X, Dobrzyński forneceu mais detalhes sobre o caso, escrevendo: “Agentes da Agência de Segurança Interna detiveram Mateusz W., estudante da Universidade Católica de Lublin, suspeito de planear um ataque em massa numa das feiras de Natal, que ele pretendia executar utilizando materiais explosivos. Anteriormente, o homem tinha vindo a adquirir conhecimento sobre métodos de produção independente de materiais que seriam usados ​​para realizar actos terroristas. Também planeava juntar-se a uma organização terrorista para obter auxílio na execução das acções pretendidas. O objectivo do crime era intimidar um grande número de pessoas, bem como apoiar o Estado Islâmico.”
Segundo o Ministério Público Nacional, Mateusz W. foi acusado de actos preparatórios para a realização de um ataque terrorista que poderia ter resultado na morte ou em ferimentos graves de muitas pessoas.
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Fonte: https://rmx.news/article/poland-alleged-plan-for-mass-terror-attack-on-christmas-market-foiled-suspect-was-student-inspired-by-islamic-state/

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Ora então mesmo sem imigração já há sinais de radicalização islâmica na Polónia... será verdade? Até que ponto? Quem é que, na população autóctone da Europa, está a aderir ao Islão radical? «Os europeus», como diz o beato Bosak, líder de um parttido de Direita conservadora que aproveita a deixa para fazer a sua propaganda católica? Ou, em vez disso, um ou outro badameco europeu do âmbito da marginalidade de vários tipos, desde os «marrões»/«nerds»/autistas universitários até aos pilha-galinhas islamizados na pildra por presidiários «carismáticos» que os «protegem» ou «persuadem»?
Segundo as estatísticas, o Islão só cresce na Europa através da imigração - não das conversões. Uma doutrina que proíbe bebidas alcoólicas e fêveras tem pouco futuro no seio de uma população habituada a cada vez mais liberdades e saborosos consumos de toda a espécie, pelo que ou surge uma variante «europeia» da doutrina mafomética que permita muita coisa - como a fé da minoria alauíta da Síria - ou então chapéu, não há cá euromuslos para ninguém. Curiosamente, parece que até no mundo islâmico propriamente dito, é que até no mundo islâmico, há sinais de redução da religiosidade. Em meados de 2023 ou perto disso, um alto clérigo iraniano declarou publicamente que havia cerca de trinta e cinco mil mesquitas permanentemente fechadas no Irão, pura e simplesmente porque ninguém lá vai - ora, sabendo-se que, neste país, se regista a existência de setenta e cinco mil mesquitas, chega-se à conclusão de que quase metade dos templos muslos está encerrada a tempo inteiro na maior e mais poderosa teocracia do planeta, ou seja, no mais forte dos menos de dez países teocráticos do globo, um globo com mais de 190 países tem portanto menos de dez teocracias, e a mais forte delas todas nem sequer demonstrou ter grande capacidade bélica em conflito recente com um país do tamanho do Alentejo. Não é a melhor das épocas para as teocracias, até ver. Se, entretanto, os EUA vierem nas próximas décadas a ser substituídos na liderança planetária pela super-potência de Pequim, é provável que a Religião perca ainda mais terreno a nível mundial, dado o carácter predominantemente ateu ou de qualquer modo
irreligioso desse país asiático, bem como dos outros países asiáticos mais desenvolvidos, nomeadamente o Japão e a Coreia do Sul. 
Há, todavia, algum indício de que o século XXI poderá, em vez disso, ser eminentemente religioso, como previam alguns? Na actualidade, o número de ateus parece estar oficialmente a diminuir em termos planetários, porque as populações com mais ateísmo, a saber, as da Europa e do Japão, têm baixa natalidade, enquanto os países com demografia mais rampante, os da África negra, e o Afeganistão, são muitíssimo mais religiosos, e então parte-se do princípio de que os filhos de gente religiosa são igualmente religiosos, sobretudo no que ao Islão diz respeito, o que pode não estar realmente a acontecer em todos os casos, como se leu acima. Verifica-se também um aumento da militância religiosa islâmica, e cristã, o que, de qualquer modo, pode ser um último estertor da Religiosidade, até porque, note-se, uma boa parte da motivação dessa militância é mais política e identitária do que propriamente teológica... Pode acontecer que, nos anos mais próximos, o Islão ganhe de facto terreno na Europa se aumentar a proporção de imigrantes africanos e médio-orientais em solo europeu, mas, para aí de 2050 em diante, é bem possível que todo o culto religioso venha então a despencar no que diz respeito à prática por parte das massas.
Não falo em jeito propagandístico neste caso. Gosto muito de Religião em si e acho no mínimo enfadonho e deprimente que o mundo possa ficar menos ou nada religioso. Pura e simplesmente não alimento o que me parecem ilusões e não ponho a mão no fogo por nenhum entusiasmo relativamente ao aumento da religiosidade que alguns crentes anunciam.