quarta-feira, junho 03, 2020

DEPUTADA ESQUERDISTA DESPEDIDA PELOS TRABALHISTAS POR DENUNCIAR VIOLAÇÕES DE RAPARIGAS BRANCAS COMETIDAS POR PAQUISTANESES VAI AGORA AJUDAR NA DIVULGAÇÃO DE RELATÓRIO SOBRE O TEMA


Sarah Champion, deputada da cidade de Rotherham, Yorkshire, urbe atormentada por gangues de violadores, ajudará a rever um relatório do governo sobre as “características” dos gangues de assediadores, que foram repetidamente confirmadas como sendo predominantemente compostas por homens muçulmanos, geralmente de origem paquistanesa, vitimando predominantemente meninas não muçulmanas, geralmente da classe trabalhadora branca.
Champion foi uma das poucas figuras da Esquerda política a pedir o confronto dos elementos raciais do fenómeno das gangues de grooming - elementos ignorados pela polícia, pelos assistentes sociais e outras figuras de autoridade durante anos porque temiam ser acusados ​​de racismo se os referissem.
A Grã-Bretanha tem um problema com os homens paquistaneses britânicos a estuprar e a explorar meninas brancas. Pronto. Já o disse. Isso faz de mim racista? Ou estou apenas preparada para chamar a atenção para esse problema horrível tal como ele é?" escreveu Champion num artigo para o Sun (que se inclina para a Direita) em 2017.
Por muito tempo ignorámos a raça desses agressores e, pior, tentámos encobri-la. Não mais. Essas pessoas são predadoras e o denominador comum é sua herança étnica. Temos que ter conversas de adultos" acrescentou.
Evidentemente, o então líder do partido Jeremy Corbyn não concordou, demitindo-a rapidamente do seu papel de vanguarda na sua administração sombra.
O suposto sucessor mais moderado de Corbyn, Sir Keir Starmer, não a contratou - de facto, recentemente promoveu um parlamentar de origem asiática que já gostou e partilhou um tweet a dizer “meninas abusadas em Rotherham e em outros lugares só precisam de calar a boca. Para bem da diversidade”, ser o seu ministro-sombra da Coesão da Comunidade.
"Quando olha para as condenações dos que são identificados como [membros de] gangue de assédio nos média, a esmagadora maioria dos autores é de origem paquistanesa", disse Champion sobre seu novo papel no painel de reportagens, em comentários relatados pelo  The Times. "Tivemos dois grandes relatórios em Rotherham que identificam a origem paquistanesa como denominador comum", continuou. “Entendo o nervosismo que as pessoas têm com a raça. Trata-se de protecção infantil e crimes contra crianças. Devem-se seguir as evidências, independentemente do que mostram." “Precisamos de resolver esta questão de uma vez por todas. A etnia pode não ser um factor determinante, mas o problema precisa de ser investigado e a pesquisa tornada pública.”
Embora os tribunais, os grandes média e outras instituições estabelecidas tenham sido forçados nos últimos anos a começar a levantar a tampa da epidemia de gangues, pelo menos um pouco, ainda não são tratadas como crimes de ódio, com juízes alegando que não têm motivação racial. 
Isto apesar do facto de que membros dos gangues abusaram verbalmente das suas vítimas e de outras pessoas em termos raciais, sendo que uma delas disse a uma funcionária feminina que as mulheres brancas são “boas apenas para uma coisa - para pessoas como eu foderem e usarem como lixo, isso é tudo o que as mulheres como você valem."
Além disso, o governo havia planeado originalmente que o relatório que Sarah Champion ajudaria a rever antes da publicação nunca veria a luz do dia, com o Ministério do Interior decidindo que permaneceria "interno" para que os ministros tivessem um "espaço seguro" a considerar a política após o seu anúncio.
Esta decisão foi revertida após a recusa em divulgá-la sob a Lei de Liberdade de Informação; mais de 125.000 pessoas assinaram uma petição oficial pela sua divulgação.
Isto foi implicitamente rejeitado numa não resposta muito tardia e desmedida em Abril, mas o governo deu meia-volta quase no último segundo quando os parlamentares do Comité de Petições insistiram que o Ministério do Interior desse uma resposta adequada de sim ou não até 20 de Maio.
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Fonte: 
https://www.breitbart.com/europe/2020/05/25/labour-mp-fired-for-highlighting-british-pakistani-men-raping-white-girls-joins-grooming-gangs-review/
https://www.jihadwatch.org/2020/05/uk-labour-mp-once-fired-for-calling-out-british-pakistani-men-raping-white-girls-now-joins-grooming-gang-review?fbclid=IwAR1k890QBIbWSCF5JCvchvEo3_ucT-ODYYFaw8StVkB2mJ5GuFa7K0URpEE

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Por mais estranho que vá parecendo, até há militantes esquerdistas com alguma honestidade... jornalistas tugas é que não, a julgar pela total ausência da questão nos noticiários cá do burgo...