terça-feira, abril 16, 2019

SOBRE OS ATAQUES A IGREJAS NA EUROPA OCIDENTAL

Inúmeras igrejas por toda a Europa Ocidental estão sendo profanadas, defecadas e incendiadas.
Em média, duas igrejas são profanadas todos os dias em França. Segundo o site de notícias alemão PI-News, 1.063 ataques a igrejas ou símbolos cristãos (crucifixos, figuras, estátuas) foram registados na França em 2018. Isto representa um salto de 17% em relação ao ano anterior (2017), quando foram registados 878 ataques, o que significa que estes ataques estão indo de mal a pior.
Entre algumas das recentes profanações que ocorreram em França, estão as seguintes, somente as de Fevereiro e Março: vândalos saquearam a igreja Notre-Dame des Enfants em Nîmes e usaram excremento humano para desenhar uma cruz, a hóstia foi encontrada no lixo.
A Igreja de São Nicolau em Houilles foi profanada em três ocasiões distintas em Fevereiro; uma estátua do século XIX da Virgem Maria, considerada "irrecuperável," foi "totalmente pulverizada", afirmou um clérigo e uma cruz que estava pendurada foi jogada ao chão.
Vândalos profanaram e arrebentaram cruzes e estátuas na catedral de Saint-Alain em Lavaur, mutilaram de forma grotesca os braços de uma estátua do Cristo crucificado. Além disso, atearam fogo numa toalha de altar.
Piromaníacos incendiaram a Igreja de St. Sulpice em Paris logo após a missa do meio-dia no domingo de 17 de Março.
Há relatos do mesmo cunho na Alemanha. Quatro igrejas foram profanadas e/ou incendiadas somente em Março. "Neste país," explica a PI-News, "há uma guerra gradual e constante contra tudo o que simboliza o Cristianismo: ataques a cruzes no alto das montanhas, a estátuas sagradas à beira da estrada, a igrejas... e ultimamente também a cemitérios".
Quem está primordialmente por trás dessa multiplicação de ataques contra as igrejas na Europa? A mesma reportagem alemã dá uma dica: "cruzes são quebradas, altares destruídos, Bíblias incendiadas, pias baptismais derrubadas e as portas das igrejas pichadas com expressões islâmicas do tipo 'Allahu Akbar'."
Outra reportagem alemã de 11 de Novembro de 2017, observa que só nos Alpes e na Baviera cerca de 200 igrejas foram atacadas e inúmeras cruzes foram quebradas: "a polícia está lidando, sem parar, com profanações de igrejas. Muitas vezes esses perpetradores são jovens arruaceiros com background migratório." Em outros lugares são chamados "jovens islamistas."
Desafortunadamente, nas regiões europeias com grande concentração de muçulmanos parece haver um aumento concomitante de ataques a igrejas e símbolos cristãos. Antes do Natal de 2016, no estado do Reno, Norte da Westphalia, na Alemanha, onde residem mais de um milhão de muçulmanos, cerca de 50 estátuas cristãs em lugares públicos (incluindo as de Jesus) foram decapitadas e os crucifixos quebrados.
Em 2016, após a chegada à Alemanha de um milhão de imigrantes maioritariamente muçulmanos, um jornal local relatou que na cidade de Dülmen, "não passa um dia sem que haja ataques a estátuas de cunho religioso na cidade de menos de 50 mil habitantes e nas proximidades."
Ao que tudo indica, também em França, à medida que o número de imigrantes muçulmanos aumenta, também aumentam os ataques às igrejas. Um estudo realizado em Janeiro de 2017 revelou que em França os "ataques de extremistas islamistas contra cristãos" saltaram cerca de 38%, passando de 273 ataques em 2015 para 376 em 2016, a maioria ocorreu durante a época natalina e "muitos dos ataques ocorreram em igrejas e outros locais de culto".
Um exemplo típico ocorrido em 2014, um homem muçulmano cometeu "actos de vandalismo de grande envergadura" dentro de uma igreja católica de valor histórico inestimável em Thonon-les-Bains. Segundo um levantamento (com fotos) ele "derrubou e quebrou dois altares, candelabros e tribunas, destruiu estátuas, um tabernáculo, torceu uma enorme cruz de bronze, destruiu a porta de uma sacristia e até quebrou alguns vitrais." Também "pisou" a Eucaristia.
Para visualizar mais casos parecidos ocorridos em outros países europeus, clique aquiaquiaquiaqui e aqui.
Em praticamente todos os casos de ataques a igrejas, as autoridades e os média escondem a identidade dos vândalos. Nos raros casos em que a identidade vazada dos vândalos é muçulmana (ou "migrante"), os perpetradores são então apresentados como portadores de problemas mentais. Conforme ressalta a recente reportagem da PI-News: "Quase ninguém escreve ou fala sobre os crescentes ataques a símbolos cristãos. Há um silêncio eloquente tanto em França quanto na Alemanha em relação ao escândalo das profanações e à origem dos perpetradores. Nem uma palavra, nem mesmo o menor indício que de alguma maneira poderia levar à suspeita sobre os imigrantes... Não são os perpetradores que correm o risco de serem mal-vistos e sim aqueles que ousam associar a profanação dos símbolos cristãos à chegada de imigrantes. Eles são acusados de ódio, discurso de incitamento ao ódio e racismo".
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Raymond Ibrahim, autor do novo livro Sword and Scimitar, Fourteen Centuries of War between Islam and the West, é Ilustre Colaborador Sênior do Gatestone Institute e Membro do Instituto de Pesquisa Judith Friedman Rosen do Middle East Forum.
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Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/14088/igrejas-europa-profanacoes-incendios

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Propaganda ao máximo e nem nos apercebemos. Quem nao vê nao sente e notícias em blogs nao fazem o povo sentir tanto como na TV k chega às massas.
A China é uma menina à beira da Europa em termos de propaganda e ocultação de certos assuntos. Nem nos damos conta.

16 de abril de 2019 às 23:28:00 WEST  

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