segunda-feira, novembro 21, 2016

MINISTRO DA AGRICULTURA ISRAELITA APOIA DECLARADAMENTE O «RACISTA» STEPHEN BANNON ESCOLHIDO COMO ESTRATEGA POR DONALD TRUMP

Em Israel, o ministro da Agricultura, Uri Ariel, declarou recentemente o seu apoio ao escolhido pelo recentemente eleito presidente dos EUA Donald Trump para o cargo de chefe estratega, Stephen Bannon.
Numa mensagem pública dirigida a este último, Ariel, do partido de Direita Habayit Hayehudi, escreveu: «Caro Sr. Bannon, eu queria expressar o meu apoio e agradecimento pela sua amizade com Israel».
Ariel agradeceu especificamente a Bannon por «abrir um escritório em Jerusalém quando dirigia o Breitbart de modo a promover a perspectiva israelita nos média.»
Disse mais: «Embora não nos conheçamos pessoalmente, alguns caros amigos meus incluindo o rabi Shmuley Boteach partilharam comigo a sua forte oposição ao acordo nuclear com o Irão, que ameaça a sobrevivência de Israel [e] a sua oposição ao BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções contra Israel).» Acrescentou que embora  haja «muitas áreas nas quais discordamos», ambos estão de acordo em que «Israel, como única democracia do Médio Oriente, tem sempre de receber o apoio internacional mais forte.»
Bannon tem sido atacado por judeus (de Esquerda) nos EUA; em resposta, declarou em entrevista concedida ao Wall Street Journal que o seu «jornal» internético «Breitbart é o site mais pró-israelita dos EUA.»
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Fonte: http://www.haaretz.com/world-news/u-s-election-2016/1.754121

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Mais um bom sinal na Política mundial - mais uma achega para ultrapassar ódios e chauvinismos no seio dos nacionalistas brancos e dar forma ao potencial de aliança entre o Ocidente e Israel...

8 Comments:

Blogger Ludovico Cardo said...

Bannon não é um nacionalista, será quanto muito o equivalente ao minho-timorense português, mas democrata.

Bannon está meio ponto acima dos "anti-racistas" que na prática são anti-brancos.

Vamos ver o que acontece.

22 de novembro de 2016 às 12:31:00 WET  
Blogger João José Horta Nobre said...

Bem sei eu que o Caturo gosta de tentar apaziguar os judeus, mas não adianta de nada. Aprendi isso com o David Duke. Trump também tem tentado apaziguar os judeus de todas as formas possíveis e não lhe serve de nada, quanto mais ele fala aos judeus e lhes promete apoio, mais as elites judaicas o atacam através dos mainstream media que controlam.

É inútil tentar apaziguar os judeus, essa gente parece que está biologicamente programada para estar sempre em guerra contra todos os goyim.

22 de novembro de 2016 às 19:37:00 WET  
Blogger Caturo said...

O David Duke anda há décadas a dizer a mesma coisa, não admira... quanto aos Judeus contra o Trump, de que judeus falas tu? Há judeus contra e judeus a favor. E os judeus nacionalistas/sionistas são mais a favor dele que contra ele. Nada de nada garante que os Israelitas queiram marchar contra a Europa e os EUA, pelo contrário - sem Europa branca e EUA, Israel não sobrevive.

22 de novembro de 2016 às 21:40:00 WET  
Blogger João José Horta Nobre said...

«quanto aos Judeus contra o Trump, de que judeus falas tu? Há judeus contra e judeus a favor.»

Refiro-me às elites judaicas, como é óbvio...

«Nada de nada garante que os Israelitas queiram marchar contra a Europa e os EUA, pelo contrário - sem Europa branca e EUA, Israel não sobrevive.»

Nem eu alguma vez disse tal coisa! Os supremacistas judeus jamais fariam uma burrice dessas, mas tentam a todo o custo provocar guerras entre europeus, ou seja, entre brancos. As estratégia de domínio mundial dos supremacistas judeus passa pelo enfraquecimento das nações e posteriormente, pela criação de um governo mundial. Para se atingir isto, é preciso criar divisões, fomentar guerras, crises de refugiados, etc... A "nova ordem" nascerá do caos.

É uma questão de verificar os factos e o Caturo poderá ver por si como as principais famílias que dominam a alta finança, os media e os partidos do sistema, são judias. Até a Walt Disney já está nas mãos dessa gente e não é mera coincidência o facto de assim que os supremacistas judeus tomaram conta da Disney, a mesma ter passado a produzir filmes não apenas decadentes, mas em que é claramente promovido o multiculturalismo.

23 de novembro de 2016 às 01:06:00 WET  
Blogger Caturo said...

Não é verdade que as principais famílias que dominam os média e os partidos do sistema, sequer a alta finança, sejam judias - e, sobretudo, nada garante que o facto de serem judias as leva a querer provocar guerras entre brancos, pelo contrário. Provocar tais guerras levaria a uma divisão do único bloco civilizacional com o qual podem contar para sobreviverem como Povo.

24 de novembro de 2016 às 00:20:00 WET  
Blogger João José Horta Nobre said...

«Não é verdade que as principais famílias que dominam os média e os partidos do sistema, sequer a alta finança, sejam judias»

Se o Caturo acreditar na propaganda cuspida pela AIPAC e quejandos, eles dizem isso mesmo. Mas quando se começa a escavar e fundo, não se tarda a encontrar a mão judaica...

«Provocar tais guerras levaria a uma divisão do único bloco civilizacional com o qual podem contar para sobreviverem como Povo.»

Os supremacistas judeus não querem saber disso para nada, é preciso notar que eles são lunáticos totais, aliás, foi essa gente que financiou Hitler e abriu o caminho para a II GM. O próprio Holocausto foi indirectamente provocado pelos supremacistas judeus e atenção que eu nunca neguei, nem nego o Holocausto, mas acredito que indirectamente as elites judaicas sediadas em Wall Street, tiveram uma mão metida no mesmo.

24 de novembro de 2016 às 03:14:00 WET  
Blogger Caturo said...

Há radicais maluquinhos em toda a parte. Os chauvinismos demoram a morrer. E os conflituosos não desaparecem com duas penadas. Até na Europa há um potencial de conflito entre nações - na Roménia por exemplo ainda há quem sonhe com uma «Romania Mare» ou «Grande Roménia» que incluiria neste país territórios que hoje pertencem à Ucrânia e à Moldova; na Alemanha ainda há rancor contra a Polónia; e aqui ao lado muitos dos nossos irmãos castelhanos ainda sonham com uma Ibéria unida (sob a tutela de Madrid, ou seja, de Castela, pois 'tá claro...). O importante é saber dinamizar as alianças entre os que só querem viver na sua terra e neutralizar quem procura pôr a pata na casa do vizinho.

24 de novembro de 2016 às 19:00:00 WET  
Blogger João José Horta Nobre said...

«O importante é saber dinamizar as alianças entre os que só querem viver na sua terra e neutralizar quem procura pôr a pata na casa do vizinho.»

A ler:

http://historiamaximus.blogspot.pt/2015/06/por-um-movimento-europeu-dos-paises-nao.html

25 de novembro de 2016 às 02:21:00 WET  

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