PARTIDO ANTI-IMIGRAÇÃO CHEGA AO PODER NO EXTREMO NORTE EUROPEU
Confirmaram-se as sondagens dos últimos dias e a viragem da Noruega à Direita.O bloco da oposição liderado pela conservadora Erna Solberg venceu as legislativas, conquistando em conjunto 96 dos 169 lugares no Parlamento.
O partido trabalhista, que governava há oito anos, chegou aos 55 lugares, mas sem parceiros para chegar à maioria, será afastado do poder.
Integrados na coligação estão deputados do partido anti-imigração que teve como militante Anders Breivik, o autor do massacre de Utoya em 2011.
Isto porque o povinho não aprende mesmo, não sabe que é pecado votar na anti-imigração, ainda por cima uma anti-imigração que até teve um bandido no seu seio, mesmo assim, mas é que mesmo assim, o povinho deu votos suficientes a esta anti-imigração para esta anti-imigração ascender agora ao poder... num dos países mais civilizados e democráticos do planeta, a «extrema-direita» chega assim ao poder, confirmando o que aqui se tem dito e repetido - quanto mais a democracia se desenvolve, mais potencial de crescimento têm as forças nacionalistas e anti-imigração em geral.
2 Comments:
Pois mas ao que parece a ideia de liberalizar a economia com a mínima intervenção do estado é-lhes simpática, o que abre as portas aos grandes empresários que com isso apostarão na mão de obra barata, ou seja querem sol na eira e chuva no nabal.
Não quero estar a especular mas tenho um "feeling" que essa anti-imigração a única coisa que vai gerar é uma selecção de quem entra na Noruega, ou seja, no caso dos trabalhos "menores" (supermercados, limpezas...)mais facilmente continuarão a entrar os "coitadinhos", dos países de 3º mundo, do que os espanhóis ou portugueses que neste momento precisavam tanto de arranjar qualquer emprego lá para o Norte para fugir ao desespero e á miséria. Anti-imigração, não sei até que ponto... Fechar a porta a irmãos europeus (que muitos emigram por desespero, porque o seu pais de origem os está a tratar mal, e vão com boas intenções, e com honestidade) e abri-la assim discretamente aos estranhos (que vão impregnar a Noruega com a sua prole e a sua "cultura", aproveitando o elevado apoio á natalidade e á saúde)...é o que eu acredito que aconteça.
Cumprimentos, Erica
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