quarta-feira, fevereiro 20, 2013

NA NORUEGA - POPULAÇÃO IMIGRANTE EM TELEMARK É DUAS VEZES MAIS VIOLENTA DO QUE OS INDÍGENAS

Fontes:
Uma ampla análise da polícia em Telemark mostra que as populações imigrantes estão sobre-representados nas estatísticas de criminalidade em relação ao seu tamanho na população, sobretudo no que respeita à violência familiar e ao roubo. Os imigrantes mostram-se duas vezes mais propensos do que os noruegueses a cometer actos de violência ou ameaças.
A politimeister (chefe de polícia?) Rita Kilvær afirma que «há três vezes mais pessoas como vítimas ou autoras de violência familiar» na comunidade imigrante do que na população autenticamente norueguesa. Kilvær garante a seguir que «nós sabemos que a criminalidade não está vinculada com a etnia ou origem. Ela está relacionada com factores sociais, tais como escolas, educação, emprego e saúde física e mental, e assim por diante», pois claro, é o chamado fia-te na virgem e não corras, é continuar a encher o país de alógenos que a coisa está a correr bem.
Em Telemark as principais comunidades estrangeiras são compostas de somalis, iraquianos, albaneses do Kosovo e sérvios.
A analista estratégica Mariann Deila Brynn, que trabalhou para a polícia no estudo do comportamento destes imigrantes, dá o seu parecer do seguinte modo: «O que mais me surpreendeu foi a questão da violência. E, especialmente, quando há violência familiar.»
 
A innvandrarråd Ana Lopez Taylor, não sei o que será innvandrarråd mas deve ser um cargo de chefia ou botadura de falatório abalizado, Ana Taylor diz que o que se depreende deste estudo é assustador: «estou muito preocupada com o que emerge destes dados. É surpreendente.»
 
Olha que descoberta do camandro que as senhoras fizeram, pois quem é que havia de prever uma coisa dessas, pois se o multiculturalismo é tão pacífico e tal e coisa, realmente parece que ainda há muita gente que não percebe a ponta de um real corno sobre o que é a realidade das ruas pejadas de alógenos não europeus, é mesmo uma tropa que há já bem mais de dez anos deveria ter sido toda obrigada a viver em bairros sociais ao pé de imigrantes do terceiro-mundo para ver se agora se surpreendia tanto...