segunda-feira, setembro 24, 2012

METRO DE ALMADA LEVA GANGUES AO COMÉRCIO

A carteira segura debaixo do braço e o olhar desconfiado não enganam. Desde que sai de casa, no Laranjeiro, Carla Sofia, funcionária dos Bombeiros do Seixal, 39 anos, não baixa a guarda com medo de ser assaltada. "Quando entramos no Metro Sul do Tejo [MST], vamos sempre junto ao motorista, é mais seguro", diz ao CM, enquanto cruza o olhar com a filha na paragem da avenida D. Nuno Álvares Pereira, mesmo em frente à Câmara de Almada. 
"Nenhum lugar é seguro em Almada. Nem dentro do Metro, onde é vulgar a invasão por grupos", diz. A PSP regista menos 5% na criminalidade geral, nos primeiros oito meses de 2012, face a 2011, mas na rua o sentimento de insegurança continua.
"Ainda na semana passada esteve uma idosa aqui na loja a quem um ladrão puxou um fio na paragem do Metro. Mal se apercebeu de que era pechisbeque, voltou atrás, deu-lhe duas bofetadas e disse: ‘Gozas com quem trabalha’", conta Ana Ribeiro, da joalharia Coimbra, no centro de Almada.
Há 20 anos nesta cidade, Jaime Andrade, nascido há 68 em Braga, diz que "no ano passado fomos assaltados oito vezes em mês e meio. Este ano já foram duas", conta o dono da mercearia Belfax, ao lado do mercado.
O subcomissário Sérgio Bartolomeu, comandante da PSP de Almada, reconhece que o MST é "muito complicado, funciona em campo aberto. Nesse aspecto é pior do que a Linha de Sintra". E aconselha as pessoas a "não ostentarem objectos de valor".

Falta dizer o que só o pessoal da zona sabe e que a imprensa não revela ao resto do País - é que esta zona é especialmente africanizada e os gangues que aí se movem são compostos maioritariamente, senão na totalidade, por africanos...

E o metro em si até é bastante confortável e esteticamente atraente, suficientemente rápido e de linha suficientemente abrangente para se tornar muito útil a quem frequente a área - mas depois há o factorzito da juventude afro, que em toda a parte do planeta vai dar ao mesmo e assim bem pode cagar-se de alto neste todo civilizacional aqui descrito, porque mais vale ter que andar uma hora a pé mas em paz do que ir dez minutos confortavelmente instalado/a mas em estado de tensão permanente com o risco de ser assaltado/a e/ou espancado/a. Claro que a cambada da elite não acha nada disto, porque olha para a sua própria situação e, pesados os prós e os contras, constata que o negro ou o seu pai serviu para vir trabalhar por baixo salário e fazer as obras do progresso que encheram os bolsos aos membros da elite, sem que estes e seus filhinhos tivessem de suportar a presença dos jovens africanos no seu dia-a-dia, assim foi porreiro. Quanto a quem sofre o problema na pele, não tem voz em partido algum, e em me(r)dia nenhum, a não ser quando consegue de quando em quando expressar o seu desabafo nalgum forum radiofónico ou televisivo, mas por pouco tempo, antes de ser cortado do ar. E depois restam os blogues e foruns de Internet, lidos, quase sempre, por escassas centenas de pessoas. Mas pouca gente tem tempo ou conhecimentos para isso, e entre estes raramente se encontram os idosos e os mais económica e socialmente desfavorecidos. Mesmo assim a Internet mete medo a muita gente dos mé(r)dia, que gostaria de a ver a ser controlada à «luz» do bom pensamento oficialmente admitido...

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Caturo, hoje à 1 da manhã vai passar na Sic Notícias um documentário sobre os movimentos extremistas na Europa (ou seja nós). Divulga e observai.

24 de setembro de 2012 às 18:06:00 WEST  
Blogger legião 1143 said...

já agora uns relatos do quotidiano em Setúbal
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/ladroes-de-casas-na-mira-da-policia

24 de setembro de 2012 às 18:23:00 WEST  

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