INIMIGOS DA DEMOCRACIA EM SOLO EUROPEU
Na Bélgica há panfletos islamistas a circular que apelam ao boicote às eleições por parte dos muçulmanos, visto que, de acordo com o Islão, só Alá pode fazer a lei, daí que a Democracia constitua um erro à luz da «ciência» mafomética...
Bem vistas as coisas até é útil que os muçulmanos desprezem a Democracia - quanto menos deles votarem, menos influenciam os resultados eleitorais.
Bem vistas as coisas até é útil que os muçulmanos desprezem a Democracia - quanto menos deles votarem, menos influenciam os resultados eleitorais.
2 Comments:
Como já se observou, para os islâmicos não há uma distinção entre a religião e o direito, ou melhor, este vai buscar àquela o conteúdo dos seus critérios normativos. Relativamente às fontes básicas do direito muçulmano devem mencionar-se, antes de mais, o Alcorão e a "Sunna", pois nelas radica o seu inteiro sistema. A "Sunna" corresponde à conduta pessoal de Maomé, traduzida em actos, palavras e silêncios tidos como concordância ao que presenciava, reduzidos a escrito desde meados do século VIII. E não é que a "Sunna" narra coisas tão edificantes: Por exemplo, pelos "Haddith" Maomé casou-se com Aïsha quando ela tinha 6 anos e consumou o matrimónio (por consumar entenda-se teve relações sexuais) quando esta tinha 9 anos. Eis a resposta islâmica à questão jurídica do abuso sexual de crianças. Palavras para quê?
Não esquecer também que Maomé mandou assassinar uma poetisa porque esta tinha cometido o crime de o satirizar.
Percebe-se assim o porquê das manifestações violentas, com ameaças de morte, contra os caricaturistas do jornal dinamarquês Jylland-Post... não foi apenas uma questão de proibir a representação de Maomé.
Quais as consequências para o Ocidente do aumento numérico (pela natalidade e pela imigração) desta gente em solo europeu?
Só não percebe quem não quer.
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