PORQUÊ VOTAR EM ANDRÉ VENTURA
Porque é a mais influente voz contra a imigração em Portugal. Sim, só isto já é mais que suficiente para justificar tal voto quantas vezes for possível.
A questão da imigração em massa é uma parte vital do grande combate ideológico, até espiritual, do nosso tempo, aquele que opõe o Universalismo ao Nacionalismo. A imigração, que ganha já foros de iminvasão quando quase dois(2) em cada 10(dez) habitantes do País são alógenos, quase sempre de origem não europeia, pois esta imigração constitui ameaça directa e objectiva à identidade nacional, por motivos óbvios. Um Cabo Verde ou um Brasil em solo europeu não serão nunca Portugal. Portugal faz-se com Portugueses - e não se garante com papéis a outorgar títulos de portugalidade ou cidadania seja a quem for. Os Portugueses, relembre-se o que se dizia até numa enciclopédia de Raças Humanas publicada na década de setenta, quando ainda se podia fazê-lo, pois então os Portugueses são um Povo caucasóide de língua latina do sudoeste europeu. Se deixarem de ser isto, deixam de ser portugueses, passam a ser outra coisa qualquer, que pode agradar muito a muita gente (provavelmente não será muita, só a das elites), mas que não será Portugal. Ainda que o País passasse a funcionar muitamelhor, que ficasse uma Suíça da Ibéria, ainda assim não se justificaria essa substituição étnica - quanto mais se a probabilidade claramente maior é a de ficar bem pior do que está em todos os funcionamentos e mais alguns, a começar pelo da segurança nas ruas, que é um dos fundamentos básicos em matéria de qualidade de vida.
Enquanto se conversa sobre mil e um outros assuntos, continuam a entrar milhares de alógenos pelas fronteiras portuguesas adentro. É violentamente mau. Não há maior prioridade em política do que esta. Não há. Continuar, numa situação destas, a tecer considerações sobre o valor do indivíduo em questão, se é oportunista ou muito oportunista, se é troca-tintas ou vira-casacas, se é maçónico ou Opus Dei, se é isto ou, em vez disto, aquilo, se é extraterrestre ou clone de vampiro, pois continuar com merdas destas, é nada menos que moralmente criminoso, para além de palerma, e quem no Movimento Nacionalista ainda está nesse registo, constitui testemunho vivo para explicar porque é que, dos anos setenta até 2019, não se fez nada que se visse grandemente no Nacionalismo em Portugal. É pessoal que só está bem em intrigas & novelas e caganifâncias diversas, lides de extensas caganças morais quase sempre grandiloquentes de quem leu eventualmente demasiados romances épicos e acha que está nalguma espécie de Guerra dos Tronos. Ora, em matéria de referências literárias, isto não é o cuaralho da Guerra dos Tronos, isto é a porra do Senhor dos Anéis - as fronteiras estão abertas, os Orcs estão a chegar, não há tempo para rigorosamente mais nada senão para avançar com o que se tem e com quem se tem, seja quem for. Não é tempo de lutas pessoais pelo poder e pela honra de cada um. É tempo de estancar a brecha na muralha. Não é um concurso para ver quem é mais honrado. É uma corrida para fechar a porta de casa. Se em 50 anos de militância cheia de «valores e princípios!» não foram capazes de gerar um partido anti-imigração que pelo menos entrasse na A.R. e conseguisse pôr na ordem do dia o tema do combate à imigração, então bem podem limpar as mãos à parede com todos e cada um dos seus «valores e princípios!». Tudo o mais que tenham feito não interessa. Isto é que interessa. O que não é isto não interessa.
Por isso urge votar em AV, seja ele quem for. Se, em vez de se tratar de um beto beato nascido na década de oitenta, fosse um texugo, um bacalhau seco ou um fogão a gás, mas servisse para que se falasse mais frequentemente contra a imigração, pois então ainda assim tal voto seria um dever.
Tudo o resto é contraproducente e será parte do possível fracasso na defesa da Nação.

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