NEDERLÂNDIA - AFRICANOS COMETEM QUINZE (15) VEZES MAIS VIOLÊNCIA CONTRA A POLÍCIA E O PESSOAL MÉDICO DOS QUE OS NEDERLANDESES
Segundo uma análise do economista Dr. Jan van de Beek, que utilizou dados oficiais da polícia e da população, os imigrantes estão desproporcionalmente representados entre os suspeitos de agressão e violência contra prestadores de cuidados nos Países Baixos. Os cálculos de Van de Beek baseiam-se num relatório encomendado pelo Ministério da Justiça e Segurança e pelo Centro de Investigação Científica e Dados (WODC), publicado em Novembro de 2025. O estudo foi realizado pela empresa de pesquisa política DSP-groep, em cooperação com a Ipsos I&O, e relaciona os registos policiais sobre violência contra trabalhadores da linha da frente com micro-dados anonimizados do Instituto Nacional de Estatística dos Países Baixos (CBS).
Utilizando as tabelas subjacentes do relatório, Van de Beek mediu a frequência com que suspeitos de diferentes países de origem são registados por agressão e violência contra polícias, agentes de fiscalização municipal, bombeiros e paramédicos, em comparação com pessoas de origem holandesa. A análise revela uma sobre-representação extrema em alguns grupos. Suspeitos de origem somali e eritreia foram registados cerca de 15 vezes mais frequentemente do que pessoas de origem holandesa, após correcção pelo tamanho da população. Altos níveis de sobre-representação também foram encontrados entre suspeitos de origem marroquina e pessoas das antigas Antilhas Holandesas e do Suriname. Vários outros grupos não europeus também apresentaram índices acima da média, enquanto suspeitos de origem alemã e belga ficaram no nível ou abaixo da média holandesa.
O conjunto de dados abrange 24488 suspeitos únicos. De acordo com o relatório, pessoas de origem holandesa representam 47% do total de suspeitos, enquanto diversos grupos de imigrantes constituem uma parcela muito maior de suspeitos do que a sua proporção na população.
Os autores do relatório alertam que os números não apontam para uma única causa, enfatizando que factores como idade, género, vulnerabilidade socio-económica e uso de álcool e drogas devem ser considerados. No entanto, Van de Beek sugere que há provas irrefutáveis de que imigrantes de certos países de origem são mais propensos à violência do que a população nativa.
O trabalho de Van de Beek há muito tempo suscita críticas por parte do sistema holandês. Em 2021, ele foi co-autor de "Estado de Bem-Estar Social sem Fronteiras: As Consequências da Imigração para as Finanças Públicas", obra que concluiu que a imigração, em geral, teve um impacto fiscal líquido negativo nos Países Baixos. Este estudo estimou o custo líquido total da imigração entre 1995 e 2019 em cerca de €400 biliões, ou aproximadamente €17 biliões por ano. Constatou-se que os imigrantes que chegavam para trabalhar ou estudar, principalmente de países ocidentais e do Leste Asiático, tinham maior probabilidade de contribuir positivamente, enquanto os imigrantes solicitantes de asilo e de reunificação familiar tinham maior probabilidade, em média, de contribuir negativamente, principalmente devido ao menor nível de escolaridade. O economista holandês, no entanto, parece bastante desdenhoso em relação às críticas dos média tradicionais, tendo publicado recentemente no X: "Você terá problemas com alguns jornalistas holandeses se não se enquadrar exactamente na 'narrativa correcta sobre imigração'".
As consequências criminais da integração na Holanda vieram à tona na semana passada, após a exposição de uma experiência multicultural mal-sucedida em Amsterdão. O programa de integração Stek Oost, no distrito de Watergraafsmeer, lançado em 2018, reuniu 125 refugiados e 125 jovens estudantes, mas rapidamente se transformou num pesadelo. Jovens, predominantemente da Síria, Eritreia e Somália, foram alojados nas instalações, que rapidamente se tornaram palco de relatos de agressões sexuais e violência física. Em 2019, um sírio foi acusado de estuprar uma estudante no seu quarto. Em 2023, houve uma investigação de estupro colectivo. Entre 2018 e 2021, um refugiado foi acusado de seis agressões sexuais. Outro refugiado ameaçou estudantes com uma faca de cozinha. A associação de moradores alertou as autoridades em diversas ocasiões, mas estas ignoraram as queixas, alegando dificuldades com os despejos. Apesar de ter gerado ampla cobertura da imprensa internacional, documentando casos de violência, agressões sexuais e crimes relacionados com drogas no projecto de integração habitacional partilhada, a cidade de Amsterdão recusa encerrá-lo.
Segundo a emissora pública BNNVARA, o município rejeitou os apelos para o encerramento antecipado das instalações e planeia manter o projecto em funcionamento até ao término previsto, em Abril de 2028.
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Fonte: https://rmx.news/netherlands/netherlands-study-finds-migrants-heavily-overrepresented-among-suspects-of-violence-against-care-providers/


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