quarta-feira, abril 02, 2025

Soles, 06 de Abril de 2778 AUC

A LIGAÇÃO ENTRE CRIMINALIDADE E IMIGRAÇÃO TERCEIRO-MUNDISTA É EVIDENTE, A VIOLÊNCIA DE EXTREMA-ESQUERDA É MAIOR QUE A DE EXTREMA-DIREITA E ESTA ÚLTIMA CONTINUA À DEFESA NA SUA PRÓPRIA TERRA

Se parece que a maioria dos criminosos violentos na Europa é hoje composta de homens imigrantes, a julgar pelos muitos vídeos e relatos de tais atos que podem ser encontrados online, não é uma suposição infundada. Os números mostram que esse é de fato o caso numa das maiores capitais da Europa: Berlim.
O jornal alemão Junge Freiheit investigou as estatísticas registadas pela polícia da cidade para ver o que poderia ser aprendido. Acontece que em 2024, 14726 indivíduos foram acusados ​​de cometer crimes violentos na capital alemã. Cerca de 12284 deles, ou 83,4%, eram homens, enquanto 6407, ou 52,2%, desses não possuíam passaporte alemão. Isto representa uma taxa de criminalidade extremamente desproporcional, considerando que o número de cidadãos não alemães que residem na capital alemã é de apenas 24,8%. 
O ano passado também não foi uma anomalia. Em 2023, havia 13490 pessoas acusadas de cometer crimes violentos em Berlim, das quais 11325, ou 84%, eram homens. Destes, 50,5% não eram cidadãos alemães. Os imigrantes ainda eram a maioria – e o número de crimes que eles supostamente cometeram aumentou no ano seguinte.
Junge Freiheit destacou que os registos policiais não indicam se um suspeito que é cidadão alemão tem dupla cidadania ou é imigrante naturalizado. Muitos desses suspeitos nasceram de pais estrangeiros ou adquiriram cidadania recentemente. Por exemplo, o promotor de Berlim disse que três em cada quatro membros de clãs do crime organizado em Berlim têm cidadania alemã. Cada vez que cometem um crime, são listados como alemães a cometer crimes, o que distorce severamente as estatísticas da criminalidade. Assim, o número de criminosos de origem não alemã pode, de facto, ser maior do que esses números indicam. O número de jovens imigrantes suspeitos de cometer crimes violentos relacionados com gangues é menor, mas ainda desproporcional em termos de percentagem da população. No ano passado, 3454 jovens foram acusados ​​de cometer actos de violência relacionados com gangues, enquanto 1323 deles, ou 38,3%, não eram cidadãos alemães. Muitos destes jovens nasceram de pais estrangeiros e receberam automaticamente a cidadania ao nascer, o que, novamente, distorce as estatísticas. Outros países, como a Dinamarca, mantêm estatísticas sobre as taxas de criminalidade de imigrantes de segunda geração e, em termos de crimes violentos, eles têm taxas de criminalidade ainda mais altas do que a primeira geração. Em 2023, havia 2602 jovens acusados ​​de crimes violentos relacionados com gangues, incluindo 916 cidadãos não alemães, ou 35,2%. Isto indica que houve um aumento de 32,7% nos crimes cometidos por jovens imigrantes no ano seguinte.
O número de assassínios na capital alemã também está a aumentar acentuadamente. Enquanto 77 casos de assassinato e homicídio culposo foram registados em 2023, no ano passado foram 117, representando um aumento de 51,9%.
Casos de crimes “politicamente motivados”, assim como crimes registados como tendo sido estimulados por uma ideologia estrangeira ou religiosa, são frequentemente um indicador de violência inspirada por islamistas. Aumentaram dramaticamente na cidade no ano passado, provavelmente como resultado do aumento do conflito no Médio Oriente. 8309 incidentes de crimes politicamente motivados foram registados em 2024 – um aumento de 1881, ou 29,3%, em relação ao ano anterior. Houve também 2650 casos de crimes motivados por uma “ideologia estrangeira”, um aumento de 169,3 por cento em relação ao ano anterior, bem como 470 incidentes de crimes resultantes de “ideologia religiosa”, um aumento de 123,8 por cento.
Junge Freiheit observou ainda que o número de crimes violentos cometidos por extremistas de Esquerda é maior do que aqueles cometidos por supostos extremistas de direita: 133 a 89, respectivamente. No entanto, os direitistas são mais frequentemente acusados ​​de crimes em geral: 2782 foram registados em 2024, 1599 dos quais estavam relacionados com “propaganda”. Apenas 684 incidentes de crimes cometidos por esquerdistas foram registados.
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Fonte: https://rmx.news/article/its-not-your-imagination-the-majority-of-violent-male-criminals-are-migrants-in-many-european-cities/

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Pois 'tá claro... se se ilegalizar a ideologia contrária, passa a ser considerado crime expressar essa ideologia, e, em termos numéricos, tanto conta incendiar uma viatura privada alheia como escrever na internet «fora os pretos»...
Como costumo dizer, é necessário um excepcional grau de agressividade para se ser despudorado na desonestidade. Um pobre carteirista que se limita a furtar carteiras sem que os legítimos proprietários dêem por isso é capaz de não ter lata para lutar contra um indivíduo que se aperceba de que a sua carteira lhe está a ser subtraída, mas um assaltante à mão armada, pelo contrário, é dono de um grau de arrogância ou de hostilidade (ou desespero) suficiente para enfrentar a vítima e, contra a mais elementar justiça, roubar-lhe o que dela quer tirar. 
Assim é a atitude de quem sabe que está a mentir e persiste na mentira porque crê, com toda a arrogância concedida por determinada convicção, que tem o direito de a impor em nome de um ideal mais elevado ou do mais completo desprezo pela vítima. Assim é, de facto, o comportamento de toda uma elite reinante no Ocidente que sabe quais os resultados da iminvasão impingida ao «povinho», sabe que mesmo o lado que defende o «povinho» contra essa iminvasão é, apesar de tudo, menos perigoso e menos violento que o lado oposto e, mesmo assim, insiste em diabolizar essa defesa, dando por adquirido que chamar-lhe «Extrema-Direita» e «racista» é denunciá-la e conceder ao denunciante, ou seja, a si mesma, essa elite, o direito de violar a liberdade que diz defender para impedir que a dita defesa possa agir ou, nalguns casos, sequer existir. 
Não há pois perdão para quem, diante da criminalidade violenta do terceiro-mundo em solo europeu, a desculpabiliza ou oculta, desculpabiliza e oculta também a violência da Extrema-Esquerda e tenta fazer crer que o mal maior vem da Ultra-Direita, precisamente porque quem assim pensa dá por adquirido o dogma de que não há crime maior que o «racismo». Não há perdão e não pode, por isso, haver respeito se/quando for altura de ajustar contas.