sexta-feira, abril 05, 2024

SUÍÇA - QUASE METADE DAS VIOLAÇÕES E DOS HOMICÍDIOS É COMETIDA POR IMIGRANTES, SOBRETUDO NÃO EUROPEUS

Notícia que já tens uns mesitos mas, muito provavelmente, continua mais actual que nunca:

Cidadãos estrangeiros foram condenados por quase metade de todas as violações e homicídios relatados na Suíça no ano passado, uma vez que os dados do governo federal revelam a drástica representação excessiva de imigrantes de países predominantemente muçulmanos nas estatísticas de criminalidade do país.
Um total de 93693 pessoas foi condenado por crimes na Suíça no ano passado, de acordo com dados publicados no mês passado pelo Departamento Federal de Estatísticas. Isto diz respeito a um total de 103156 crimes — com algumas pessoas condenadas por crimes múltiplos — o que representa um aumento de 3 por cento em relação ao ano anterior.
Dos condenados, apenas 39798 eram cidadãos suíços, o que significa que 57,5% de todos os crimes resolvidos foram cometidos por cidadãos estrangeiros.
Os dados foram analisados ​​por Marc Vanguard, um estatístico francófono com especial enfoque na imigração e segurança. A sua análise mostrou que os estrangeiros foram condenados por 47 por cento de todas as violações resolvidas e 44 por cento dos homicídios no país em 2022. Além disso, 45 por cento das agressões e 41 por cento dos roubos agravados com um suspeito conhecido foram cometidos por estrangeiros.
Os números revelam um número desproporcional de imigrantes que cometem crimes no país, dado que a população nascida no estrangeiro da Suíça é estimada em cerca de 26 por cento.
Quando categorizados geograficamente, mostrou que os imigrantes de países predominantemente muçulmanos tinham maior probabilidade de serem condenados por estes crimes graves. Os imigrantes do Magrebe – aqueles provenientes das Nações árabes do Norte de África, Tunísia, Marrocos e Argélia – tinham sete vezes mais probabilidades de terem cometido estes crimes do que um cidadão suíço.
Os imigrantes da África Subsariana tinham cinco vezes mais probabilidades, os cidadãos afegãos e paquistaneses tinham três vezes mais probabilidades e os cidadãos romenos e búlgaros tinham duas vezes mais probabilidades de serem condenados por crimes graves.
Não houve diferença na probabilidade de estes crimes serem cometidos por um cidadão suíço em comparação com cidadãos estrangeiros do resto da União Europeia, ou da Rússia e da Ucrânia, enquanto os cidadãos chineses eram menos propensos a cometer estes crimes do que os cidadãos suíços.
De acordo com a análise da Vanguard, os imigrantes africanos também tinham três vezes mais probabilidades de serem condenados por crimes relacionados com drogas e duas vezes e meia mais condenados por crimes de trânsito do que os suíços.
A Suíça tem alguns dos dados criminais mais fortes da Europa.  Vanguard explicou como as taxas de condenação são calculadas “dividindo um número exacto de condenações por uma população exacta”, sendo considerados apenas os residentes suíços que possuem uma “autorização de residência renovável de longa duração”. Isto significa duas coisas: os dados são tão transparentes quanto possível, mas vêm com a ressalva de que os imigrantes sem documentos que vivem ilegalmente no país são excluídos deles, distorcendo inevitavelmente, até certo ponto, os números sobre a proporção de crimes cometidos por cidadãos estrangeiros.
O estatístico francês revelou que as mesmas nacionalidades sobre-representadas nos dados criminais suíços também estão no topo das listas de outros países europeus, citando como exemplos a Alemanha, a Itália, a Áustria e a Dinamarca. “A comparação com os dados alemães mostra uma semelhança perturbadora”, observou. “A ligação entre imigração e insegurança é inegável. É hora de divulgar amplamente esses números para contribuir para a consciência colectiva”, acrescentou.
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Fonte: https://www.rmx.news/migration/foreigners-convicted-of-nearly-half-of-all-rapes-and-murders-in-switzerland-last-year/

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Tudo factos que só um «racista primário!!!!!!!!!!» podia prever desde há décadas... tudo ridiculamente previsível por qualquer comum cidadão europeu, tudo geralmente abafado pela elite reinante, cuja «gente» se tem esforçado por distorcer e ocultar estas evidências, controlando os grandessíssimos mé(r)dia e fazendo da imprensa «livre» a porta-voz da sua propaganda ideológica obscenamente mal disfarçada de «informação». Chegaram estas formas de vida ao cúmulo de, em Portugal (e, provavelmente, em todos os outros países ocidentais), transmitir a toda a sua comunicação sucial directrizes claras no sentido de ocultar ou deixar de noticiar a identidade racial dos criminosos, precisamente para «evitar o racismo», ou seja, para que os Povos da Europa tenham tão pouca informação quanto possível sobre o real significado e consequências da imigração em massa que esta elite quer impingir aos Europeus. É pois, objectivamente, uma batota política, sabotagem do acesso à informação para que o cidadão não saiba que, sempre que não vota nos partidos «racistas», está a votar na iminvasão e na ruína da identidade e da segurança do seu próprio Povo.
Não surpreende quando se sabe que a «religião» destes meios dirigentes é o anti-racismo e que tem ao seu serviço a maior parte das mentes mais intelectualmente desenvolvidas, logo, tendencialmente peritas na argumentação, sendo tão capazes de promover os seus ideais e visão do mundo como o mais desonesto dos advogados é capaz de livrar o coiro ao mais abjecto dos criminosos - e não admira, pois que o grosso da advocacia, dos juízes, e, claro, dos intelectuais, dos jornalistas, da maioria dos políticos parlamentares e da classe docente, faz em geral parte do «clero» da Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente.