segunda-feira, agosto 29, 2016

CRESCIMENTO DOS PARTIDOS NACIONALISTAS NA EUROPA


Pode ver-se acima o mapa do «stellar growth» - bela expressão, é de registar e voltar a usar... - ou crescimento astronómico dos partidos nacionalistas europeus. Este actual sucesso político é confirmação, aliás, é uma data de confirmações, de que a Democracia constitui a maior potencial aliada do Nacionalismo: repare-se que mesmo tendo contra si toda a elite política (todos os outros partidos), todos os mé(r)dia dominantes, toda a intelectualidade dominante, até mesmo todas as igrejas cristãs, mesmo assim, mas é que mesmo assim, os partidos nacionalistas crescem a olhos vistos. Os profetas da desgraça juram pela mãezinha que a Europa está em decadência - erram em toda a linha. A Europa está viva e de boa saúde: os Europeus, que ainda estão em clara maioria numérica nos seus próprios países, são cada vez mais contra a imigração e deixam cada vez mais para trás os valores universalistas que as elites - cristã, de um lado, esquerdista, de outro - os quiseram obrigar a engolir. Só os derrotistas ou os mundialistas é que têm interesse em que se dê como adquirido o desaparecimento das identidades étnicas europeias. O Povo, o Povo autêntico, continua a dizer «Nós em primeiro lugar». Os Europeus na sua própria terra não querem ser substituídos por imigrantes, por isso votam cada vez mais nas formações partidárias nacionalistas.

6 Comments:

Blogger Afonso de Portugal said...

Só é lamentável que o SNP não seja um verdadeiro partido nacionalista. Nacionalismo sem racialismo já é mau, mas nacionalismo sem qualquer traço de indentitarismo étnico é um pesadelo!

29 de agosto de 2016 às 16:17:00 WEST  
Blogger João José Horta Nobre said...

«Nacionalismo sem racialismo já é mau, mas nacionalismo sem qualquer traço de indentitarismo étnico é um pesadelo!»

Eu pessoalmente nunca gostei do termo "racialismo", pois isso parece uma coisa neonazi, mas sou um identitário étnico.

29 de agosto de 2016 às 20:05:00 WEST  
Blogger João José Horta Nobre said...

Divulguei aqui:

http://historiamaximus.blogspot.pt/2016/08/contra-tudo-e-contra-todos-alt-right.html

29 de agosto de 2016 às 23:45:00 WEST  
Blogger Lucas said...

O Cristianismo actual foi taptado pelas (((elites))) financeiras e reduzido a aliado do globalismo. Mas o Cristianismo Bíblico é inimigo do (((globalismo))) e é precisamente por isso que essa fé é tão atacada e criticada pelos poderes estabelecidos.

Mas, claro, quem quiser fazer do Cristianismo um aliado da maçonaria, pode fazer. As evidências que se lixem.

30 de agosto de 2016 às 08:35:00 WEST  
Blogger Lucas said...


"Por fim, Chaim Rakover identifica o único verdadeiro inimigo do sistema comuno-globalista:

Na verdade, Cristianismo é o nosso único inimigo real visto que todo o fenómeno político e económico dos Estados Burgueses emana dele. O Cristianismo, ao controlar o indivíduo, é capaz de anular a projecção revolucionária do neutral Estado Soviético ou Ateísta."


http://omarxismocultural.blogspot.pt/2016/08/red-symphony-o-interrogatorio-dum.html

30 de agosto de 2016 às 08:39:00 WEST  
Blogger Caturo said...

O Cristianismo foi precisamente uma das primeiras forças globalistas da História da Humanidade, chame-se-lhe «bíblico» ou outra coisa qualquer. O próprio Jesus traz uma mensagem de quebra de fronteiras em nome do amor universal; e é no Cristianismo que se diz que em Cristo «não haverá nem judeu nem gentio». Já agora, a própria maçonaria foi criada inicialmente por cristãos e nunca, mas nunca, a oposição entre Maçonaria e Igreja teve fosse o que fosse a ver com estar a favor ou contra o globalismo. Que não haja areia para os olhos.

31 de agosto de 2016 às 00:02:00 WEST  

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